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PERGUNTAS PARA ESTUDO EM GRUPO

REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO


ERMANCE DUFAUX
CAP. 10
PERGUNTA 1 – QUAL PARTE DO NOSSO SER É RESPONSÁVEL POR TODA
NOSSA ROTINA MENTAL?
PERGUNTA 2 – A VONTADE INFLUENCIA, CENSURANDO OU APROVANDO
EM RELAÇÃO AOS ESTÍMULOS DA VIDA?
PERGUNTA 3 – O QUE É ACIONADO PRIMEIRO? OS SENTIMENTOS/
EMOÇÕES OU OS PENSAMENTOS?
Na usina da mente, o pensamento exerce a função de supervisão
ininterrupta da rotina mental, sob a gerência da vontade, expedindo
ordens de aprovação ou censura pela intervenção da inteligência, a qual
decide e avalia os estímulos recebidos da vida. Somente depois dessas
intrincadas operações é que são acionados os sentimentos, que esculpirão
a natureza efetiva de toda essa sequência, conduzindo a alma a perceber
os ditames da consciência nesse caleidoscópio de “movimentos sublimes
da alma”. Por isso os pensamentos precisam ser muitos vigiados para
induzirem as velhas emoções, as quais associamos as experiências da
atitude, conforme os roteiros que escolhemos ao longo de milênios.

Atentemos para o seguinte:


• O pensamento supervisiona a rotina mental;
• A Vontade gerencia essa rotina;
• A Vontade aprova ou censura de acordo com a inteligência;
• A Inteligência é o atributo que decide e avalia os eventos e estímulos
da vida;
• Após todo esse processo complexo, entram em cena os sentimentos
e emoções;
• Resumindo, primeiro pensamos, depois sentimos. Por isso os
pensamentos precisam ser vigiados;
• Os pensamentos induzem a velhas emoções que nos leva a ter as
mesmas atitudes (roteiros mentais) ao longo dos milênios.
PERGUNTA 4: O QUE VEMOS COMO VERDADE, PODE ESTAR LIGADO ÀS
NOSSAS FORMAS DE VER O MUNDO, AO NOSSO PERSONALISMO?

PERGUNTA 5: O QUE SÃO AS ILUSÕES EM NOSSO MAPA DE MUNDO?

PERGUNTA 6: COMO PODEMOS DESENVOLVER A CARIDADE


LIBERTADORA?

Devido a esse arcabouço psicológico do personalismo, vivemos,


preponderantemente, em torno daquilo que imaginamos que somos
sustentados por convicções e hábitos que irrigam todo o “cosmo pensante”
do ser com ideias e sentimentos irreais ou deturpados sobre nós mesmos.
São as ilusões. Sua manifestação mais saliente é a criação de uma
autoimagem superdimensionada em valores em conquistas que supomos
possuir.
Lutamos há milênios com a força descomunal desse reflexo matriz que
dirige por automatismo, até mesmo, a maioria de nossas escolhas.
Em razão disso, quando temos o interesse pessoal contrariado, magoamos;
quando feridos, penetramos no melindre; quando ameaçados, tombamos
na insegurança; quando traídos, caímos na revolta; quando lesados,
inclinamos para o revide.
O desenvolvimento de novos hábitos constitui a terapêutica para nossos
impulsos egoístas. A caridade, entendida como criação de relações
educativas, será medida libertadora dessa escravidão dolorosa nos
costumes humanos.

Atentemos para o seguinte:

• Devido ao nosso personalismo, vivemos em torno do que pensamos


ser, sustentados por nossas convicções e hábitos;
• Esse nosso personalismo irriga nosso “mapa de mundo” com ideias e
sentimentos muitas vezes irreais e deturpados sobre nós mesmos
(ilusões);
• Criamos a nossa autoimagem superdimensionada com valores e
conquistas que julgamos possuir;
• O reflexo matriz vem há milênios dirigindo de forma autômata a
maioria das nossas escolhas;
• Por esse motivo, nos melindramos nas situações apontadas por
Ermance Dufaux;
• Com a consciência destes processos, podemos desenvolver novos
hábitos menos egoístas desenvolvendo, assim, a caridade
libertadora.

ELABORADO POR PRISCILA KOLLER


PK CURSOS E TERAPIAS