You are on page 1of 47

Por que eu rejeito o evolucionismo?

Já enviei isto por e-mail a vários amigos, inclusive, alguns já comentaram sobre isso.
Não deu pra colocar tudo, mas isso já vai ser muito bom. Não quero depreciar as pesquisas científicas, longe
de mim. Sem a ciência, o mundo seria muito diferente. Ela transformou radicalmente a vida do homem no
ultimo século. As descobertas científicas afetaram profundamente a nossa existência. A ciência facilitou
quase tudo em nossa vida. Você não precisa mais fazer café: a cafeteira ferve, coa, só não serve. Desde as
fraldas do bebe até o solado do seu tênis, tudo tem um toque de ciência. Porque então eu iria censurá-la? Da
nanotecnologia que esta revolucionando a medicina as viagens espaciais, enfim, é indiscutível os benefícios
proporcionados a nos por ela.

Mas não foi só a rotina que os avanços científicos afetaram. Eles mudaram nossa cosmovisão. A ciência
mudou a maneira das pessoas verem a importância de Deus em suas vidas, as realidades espirituais e a
eternidade, onde não há indústria nem obra alguma (ECL 9: 10).
O propósito desta mensagem e analisar alguns pontos da cosmovisão adotada pela ciência nos últimos
séculos.

SOBRE O CAMPO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA


Enquanto diversos pontos científicos são questionáveis (os quais serão expostos aqui) pela falta de provas, a
Bíblia dá inúmeras evidências de sua confiabilidade. ELA ESTA A FRENTE DA CIÊNCIA EM MUITOS
PONTOS. VEJA:
1. A Terra e um globo (Isaías 40: 22) e flutua no espaço - a gravidade da Terra (Jó26:7). A bíblia fala da
gravidade do mar (Jó 38.8-11/ Pv 8.29).

2. As Estrelas são incontáveis (Jr 33:22) e singulares, não são idênticas (1Cor15:41). A bíblia fala do numero
incalculável das estrelas já na época de Abraão (GN15.5), enquanto o telescópio foi inventado em 1608 pelo
holandês Hans Lippershey. Jó 26.7 menciona a expansão vazia nos céus do Norte.
Durante milhares de anos, muitos sábios se ocuparam em contar as estrelas e constelações. Ptolomeu, por
exemplo, fixou o numero das estrelas em 1056 estrelas. Muito antes que a ciência descobrisse, a bíblia
declarava em Jeremias 33.22 que (...)"não se pode contar o exército dos céus".

3. A bíblia comenta sobre a temperatura elevada no interior da Terra (Jó28.5)


O Universo foi feito de elementos invisíveis (Hebr. 22.3)
4. A luz se move (Jó38:25)e o ar tem peso (Jó28:35) e o vento pode soprar em ciclones (Ecl.1:6).
5. O sangue e a fonte da vida e da saúde (Lv 17:11).
"Por que razão o sangue só coagula no ponto de sangramento e não dentro das veias e artérias? E por que
para quando cessa o sangramento? Imagine os bilhões de animais que teriam morrido POR UMA
COAGULAÇÃO INADEQUADA antes que este processo tivesse sido aperfeiçoado (OBS: CASO ESTE
PROCESSO INCRÍVEL FOSSE OBRA DO ACASO).
6. O oceano tem nascentes (Jó 38:16), e há vales e montanhas no fundo do mar(Jonas 2:6).Em Eclesiastes
1:7, quando se diz que todos os ribeiros vão para o mar, refere-se ao ciclo hidrológico do planeta, algo que
seria impossível de saber na época de Salomão, a não ser que de fato, fosse inspirado por Deus.
7. A assepsia (conjunto de meios empregados para destruir os agentes de infecção) auxilia o controle de
doenças (Levitico15.13). A orientação de Lv 13 e para a pessoa lavar-se em águas vivas, correntes, trata-se
da assepsia, descoberta pelo Dr. Joseph Lister somente no séc. XIX.
8. Na arqueologia o homem e o ultimo a aparecer na Terra, e na bíblia também(GN1:26).

*Se a Bíblia falou desses fatos muito antes de a ciência descobri-los, ela não deveria ser ouvida? Evidente
que sim.
SOBRE A BÍBLIA E O TRAJETO DA LUZ
Apesar de a ciência desconhecer esse fato por muito tempo, a Bíblia ensina que o Sol tem um trajeto e se
move. Confira em Salmos19: 4-6:
"Neles pôs uma tenda para o sol, que é qual noivo que sai do seu tálamo, e se alegra, como um herói, a
correr a sua carreira. A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até a outra extremidade
deles; e nada se esconde ao seu calor".
De fato, os cientistas pensavam que o Sol fosse um astro estacionário, imóvel: só há poucos anos, e que
descobriu-se que, na verdade, O SOL MOVE-SE NO ESPAÇO A UMA VELOCIDADE APROXIMADAMENTE
DE 950.000 Km/h. A órbita solar e tão extensa que levaria cerca de 200 milhões de anos para completar uma
só volta.

SOBRE A VELOCIDADE DA LUZ


Onde esta o caminho onde mora a luz?(Jó 38.19)
De que forma, se não por inspiração divina, poderia Jó saber que A LUZ NÃO HABITA em um LUGAR, mas
sim num CAMINHO? Pois a luz, como descobriu o homem moderno, implica movimento, ondas de
movimento, e viajando a 300.000 quilômetros por segundo ela só pode habitar em um caminho.

SOBRE AS CORRENTES MARÍTIMAS

As escrituras dizem: "as aves do céu, e os peixes do mar, tudo o que passa pelas veredas dos mares"(Sl
8:8).O que a Bíblia quer dizer com "veredas dos mares”? O ser humano descobriu as correntes marítimas na
década de 1850, mas a Bíblia já sabia disso há pelo menos 2800 anos. Matthew Maury (1806-1873) e
considerado o pai da ciência nesse ramo. CURIOSIDADE: ELE NOTOU ESSA EXPRESSÃO NA BÍBLIA,
EXATAMENTE NESTE TEXTO.

“Se Deus disse que havia caminhos no oceano, declarou Matthew, vou encontrá-los”.
Ele levou a sério o que Deus disse em sua Palavra, e foi em busca dessas veredas. Devemos a ele a sua
descoberta das correntes marítimas continentais quentes e frias. Seu livro sobre oceanografia e considerado
texto básico no assunto e é, por isso, utilizado nas UNIVERSIDADES.

SOBRE A BIBLIA E EVENTOS SOFISTICADOS

A Bíblia ensina que a vida apareceu na água e só depois na terra, TAL QUAL A CIENCIA ENSINA
(Gn1.21,26,27).

SOBRE A CREDIBILIDADE DA CIENCIA

Pense no evolucionismo, fortemente defendido pela ciência. Darwin disse em seu livro "Origem das
Espécies":
"SE PUDESSE SER DEMONSTRADO QUE EXISTIU ALGUM ORGAO COMPLEXO QUE NAO PUDESSE
TER SIDO FORMADO POR MODIFICACOES LEVES, SUCESSIVAS E NUMEROSAS MINHA TEORIA
ESTARIA COMPLETAMENTE DESTRUÍDA".
A ciência descobriu o DNA e reforçou a existência de outros órgãos que jamais poderiam ter evoluído devido
a sua alta complexidade, como o olho, DESTRUINDO

AS BASES DO EVOLUCIONISMO, como Darwin temia. Apesar disso, defende-se a teoria da evolução como
fato comprovado, quando NÃO É.
Se a ciência é a única capaz de gerar a verdade, e a mesma ciência pressupõe que a natureza (matéria) é
tudo que existe, ela esta colocando Deus completamente fora do quadro. Mas o que ela não pode fazer e
negar as evidências, caso contrário, estará sendo anticientífica, e está já esta acontecendo.
O ATEÍSMO TEM SIDO O FILTRO INTERPRETATIVO DE DIVERSOS SEGMENTOS DA CIÊNCIA. Por isso,
a honestidade dos resultados da pesquisa científica, fica em segundo lugar, correndo o risco de negar os
fatos para manter ideias pré-estabelecidas e põe em cheque seu método de avaliação da verdade. Já houve
o caso da fraude dos embriões, onde o cientista alemão Ernst Haeckel falsificou os desenhos - você deve
conhecer - e o caso das mariposas adulteradas na Inglaterra, onde os cientistas colaram mariposas mortas
em tronco de arvores para falsificar uma pesquisa científica.

SOBRE A CIENTIFICIDADE DO EVOLUCIONISMO

A evolução NÃO PODE SER CONSIDERADA CIÊNCIA [ou FATO] por três motivos:
1) porque os próprios defensores da evolução afirmam que os processos evolutivos não são perceptíveis para
o ser humano, devido a sua lentidão;
2) porque a Evolução, que segundo eles ocorreu há milhões de anos, ocorreu quando ninguém poderia estar
presente para registrar esse fato;
3) porque a teoria que diz que todos os seres vivos são originados de seres unicelulares não pode ser
comprovada cientificamente.
A ciência não pode dizer que a evolução das espécies é um fato sem provar. A Teoria da evolução não pode
ser provada cientificamente, isto é, ela não pode ser reproduzida em laboratório. Por outro lado, ela e muito
lenta para ser observada. Neste caso, tentar sustentá-la não seria anticientífico? O Batman existe? Não. Mas,
e se alguém elaborar uma tese defendendo que ele não só existe como evoluiu do morcego que por sua vez,
veio do rato de bueiro, o qual veio do camundongo? Você pergunta então: Você pode me provar essa teoria?
E ele diz: não posso. Eu apenas deduzi que o Batman e uma evolução do camundongo depois de muita
observação, e verifiquei que eles são muito parecidos.
Foi algo assim que Darwin fez: ele colheu algumas amostras e nasceu a teoria da evolução, sem ao menos
ser dada uma demonstração.

CHARLES DARWIN & A ORIGEM DAS ESPÉCIES

Analise bem o que Charles Darwin declarou em seu livro A Origem do Homem:
"NÃO SABEMOS se o homem descende de alguma espécie pequena, como a dos chimpanzés, ou se
procede de uma espécie tão poderosa quanto à dos gorilas". - Nem Darwin tinha certeza do que dizia.
Charles Darwin estava plenamente consciente dos problemas dos fósseis. Em Origem das Espécies (1859)
ele escreveu:

"Exatamente na proporção em que este processo de extermínio atuou em enorme escala, também o numero
de variedades intermediárias, que existiu anteriormente, deve ter sido realmente grande. Por que então, não
se acha toda formação geológica e todo estrato cheio de tais elos intermediários? A geologia não revela
qualquer cadeia orgânica assim finalmente graduada; e ela talvez seja a objeção mais obvia e grave que pode
ser levantada contra minha teoria".
Darwin reconheceu sua incapacidade de provar sua teoria. Em 1863 ele escreveu:
"Quando nos detemos para analisar os pormenores, podemos provar que espécie alguma mudou. (Isto é, não
podemos provar que houve mudança em nenhuma espécie); nem conseguimos provar que as SUPOSTAS
MUDANÇAS tenham sido benéficas, pois este e o fundamento da teoria. NÃO PODEMOS SEQUER
EXPLICAR por que algumas espécies evoluíram e outras não".

Darwin nunca declarou que sua teoria da evolução fosse um fato, visto que ele não tivesse condições de
prová-la. Provar o fato e o teste número um da ciência. Sem a prova não há ciência, há uma crença, uma
hipótese.
Veja o que Charles Darwin disse no livro Origem das Espécies:
"Se pudesse ser demonstrado que existiu algum órgão complexo que não pudesse ter sido formado
por modificações leves, sucessivas e numerosas, MINHA TEORIA ESTARIA COMPLETAMENTE
DESTRUÍDA”.
Ele mesmo encontrou este órgão, veja:
“Confesso que SUPOR que o olho foi formado por seleção natural parece um absurdo da mais alta
ordem”. (Origem das espécies, pág.168).
Se Darwin disse ser absurda a evolução do olho e dos órgãos complexos, quem sou eu pra discordar?

SOBRE A CRIAÇÃO DA LUZ CÓSMICA

Veja esta descoberta científica. Gênesis capitulo 1, diz que DEUS CRIOU A LUZ PRIMEIRO QUE O SOL, ou
seja, a Luz foi criada no Primeiro dia, e o Sol foi criado no quarto dia. A luz já existia antes do Sol.
Henry M.Morris comenta que "até há pouco tempo acreditava-se que a luz era produzida pelos astros, mas A
COSMOLOGIA COMPROVOU QUE A LUZ E UMA UNIDADE MAIS ANTIGA E INDEPENDENTE DOS
ASTROS.
Este e um dos fatos bíblicos mais fantásticos no terreno da ciência.
Muitos e muitos anos antes, a bíblia já confirmava que a luz não é originada pelo Sol nem pelos astros.

SOBRE A ESFERICIDADE DA TERRA

A bíblia tem estado à frente da ciência em diversas descobertas. A declaração de que a Terra e redonda foi
feita por Salomão no séc. X a.C.(Prov.8.27) e por Isaías no século VIII a.C.(Isaías 40.22).
Só no século 10 depois de Cristo, o persa Al-Biruni concluiu que a Terra era uma esfera, e criou um sistema
de latitudes e longitudes.
Jesus testemunhou claramente a existência do fuso-horário muito antes da sua descoberta. E só examinar o
texto de Lucas 17:31-36.

SOBRE O CONCEITO DE UM UNIVERSO EM EXPANSÃO


Os cientistas começaram a entender apenas recentemente que o Universo esta se expandindo, ou se
estendendo. A bíblia já dizia muito antes que Deus estende os céus como um forro. Leia Isaías 40.22.

Humanos e chimpanzés compartilham 98,5% dos mesmos cromossomos. A diferença e de apenas 1,5%. Mas
nem por isso viemos do macaco.
Veja: o coração do ser humano e muito similar ao do porco. Isto significa que nos viemos do porco? E quanto
ao aspecto genético, o homem possui singularidade com os ratos e não com os chimpanzés. Inclusive, é por
isso que os ratos são muito testados em laboratório, além de serem + baratos. A BANANA E O SER
HUMANO COMPARTILHAM 50% DOS MESMOS GENES: E o DNA da banana é 97% igual ao nosso. Temos
12% dos genes de plantas como petúnias e gerânios; Temos 36% dos genes das aranhas; Temos 76% dos
genes dos cachorros; Temos 92% dos genes dos porcos; Temos 98% dos genes dos gorilas; Temos 98,5%
dos genes dos chimpanzés; A SEMELHANÇA ENTRE AS ESPÉCIES APENAS MOSTRA QUE VIEMOS DO
MESMO “PROJETISTA”.
* Nosso corpo possui inúmeros Elementos químicos que a Terra também possui, e ainda se torna pó, TERRA,
quando morremos. Basta comparar os elementos da terra com os elementos do corpo humano.
Grande parte dos elementos químicos que compõem a tabela periódica está presente no organismo humano.
Um homem adulto, de 70 kg, apresenta em seu organismo cerca de 7 kg de hidrogênio, 12,6 kg de carbono,
2,1 kg de nitrogênio, 45,5 kg de oxigênio (este é o elemento químico mais abundante no nosso corpo), 700 g
de fósforo, 175 g de enxofre, 105 g de sódio, 140 g de potássio, 1,0 kg de cálcio, 35 g de magnésio, 2,3 g de
zinco e 4,2 g de ferro. Somos feitos dos mesmos átomos que compõem o planeta, como o carbono, o
Nitrogênio dentre tantos.
É difícil acreditar que aquele pedaço de ferro enferrujado num lixão é o mesmo ferro que existe em nosso
sangue.
Temos carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre respectivamente.
AS LEIS CIENTÍFICAS E O EVOLUCIONISMO

1. A Lei da Causa e Efeito diz que nenhum efeito é quantitativamente maior nem de qualitativamente melhor
que a causa. Mas o que a evolução diz sobre isso? Diz que a matéria inanimada e igual a causa. Isto quer
dizer que vidas mais complexas como os seres humanos, teriam hierarquicamente o mesmo efeito que as
matérias inanimadas e menos complexas. Isto é impossível! Se a Lei da Causa e Efeito diz que o efeito não
pode ser superior ou igual a causa, então o postulado evolucionista bate de frente com o método científico. Já
o postulado criacionista esta de acordo com a lei que acabamos de analisar, pois entendemos que Deus e a
causa e o homem e o efeito.
Além disso, tratando-se da PRIMEIRA CAUSA, só UMA CAUSA SOBRENATURAL não necessitaria de UMA
CAUSA ANTERIOR. Causas naturais são causadas por OUTRAS causas naturais, então, a primeira causa
teria de ser sobrenatural para poder ser a primeira, e SÓ DEUS SE ENCAIXA NESTE PONTO – pois Deus
não precisa de causas pra existir.

Na verdade, a primeira causa teria de ser sobrenatural, para não precisar de uma causa anterior: só uma
causa sobrenatural, não precisaria de uma ANTERIOR, e ASSIM, poderia ser a „primeira causa‟.

2. A IMPOSSIBILIDADE DA GERAÇÃO ESPONTÂNEA: o evolucionismo ensina a geração espontânea, ou


seja, a suposta formação de organismo vivo com base em matéria não viva. Este postulado contraria a LEI
DA BIOGÊNESE, criada pelo microbiologista Francês Louis Pasteur e pelo medico sanitário Walter Reed.
Esta lei diz que a vida só pode se originar de outra vida, e QUE O ORGANISMO VIVO PROVEM DE OUTRO
ORGANISMO VIVO, e a matéria inanimada e inorgânica não pode produzir vida: ENTÃO, a vida não pode ter
surgido de um oceano primitivo. Por outro lado, a única lei científica que explica a origem da vida, é, segundo
alguns, uma das três leis científicas mais bem comprovadas que existem: a LEI DA BIOGÊNESE, que declara
que vida só provém de vida.

Logo, a vida teria se originado de uma fonte que não fosse inanimada.

(*) Apesar de a única lei científica sobre a origem da vida mostrar que vida provém apenas de vida, muitos
adeptos do evolucionismo (na sua maioria, ateus) continuam mencionando e ensinando a Geração
Espontânea como se nada houvesse acontecido, e como se não houvesse a Lei da Biogênese.
A probabilidade da vida originar-se por acaso é comparável a probabilidade de um dicionário completo surgir
como resultado de uma explosão de uma tipografia.
A probabilidade da vida vir do acaso, é a mesma de que jogar uma bomba num ferro velho e de lá sair um
Boeing 747,disse Fred Hoyle, Matemático e Físico.

AS LEIS CIENTÍFICAS E A BÍBLIA

1. A bíblia revela que a natureza e governada por leis fixas, muito antes de a ciência se dar conta desse fato.
Veja Jeremias 31.35,36.

AS LEIS DA TERMODINÂMICA

1) Gên. 2.1 diz: Assim foram concluídos os céus e a terra, com todo o seu exército. Indica uma ação completa
no passado que jamais voltara a acontecer. A criação esta concluída de uma vez por todas, exatamente como
diz a Primeira lei da Termodinâmica, que afirma que nenhuma matéria ou energia pode ser criada ou
destruída.

2) A segunda Lei da Termodinâmica afirma que no fim tudo descamba para a decadência, que a "entropia"
(desordem ou caos) total no universo sempre aumenta. Isso significa que o ferro sofre oxidação, nossos
corpos envelhecem e desmoronam, impérios caem, estrelas exaurem seu combustível nuclear, e o próprio
universo acaba, à medida que as temperaturas descerem uniformemente rumo ao zero absoluto. Os físicos
asseveram que num sistema fechado (isto é, um sistema no qual é impossível a troca de energia com o
ambiente), a entropia (isto é, a tendência para converter a energia cinética em calor) tende a aumentar.
Evolucionistas dizem que esta lei se refere apenas a sistema de forças. Mas sabe-se QUE ESTA LEI TEM
VALIDEZ UNIVERSAL, pois ela explica A TENDÊNCIA DO UNIVERSO para um nível mais baixo de ordem e
organização. ISTO É EVIDENCIADO PELO “ENVELHECIMENTO” DO UNIVERSO E PELA
DESINTEGRAÇÃO DE ESTRELAS COMPLEXAS E DOS METAIS RADIOATIVOS.

Veja como a bíblia descreve a Segunda Lei da Termodinâmica em Sl 102.25,26:

"Desde a Antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu
permanecerás; todos eles, como um vestido, envelhecerão; como roupa os mudarás, e ficarão mudados".

De acordo com a bíblia, a Terra esta em processo de degradação (Isaias 51:6) e segundo esta lei, o universo
esta esgotando sua energia utilizável.

No livro “A Caixa preta de Darwin”, Michael Behe mostra que os sistemas moleculares estão repletos de
varias peças complexas. Todas as peças precisam estar presentes ao mesmo tempo para que uma delas
possa desempenhar alguma função útil. O que revela que esses sistemas só poderiam vir a existência como
resultado de um projeto inteligente. Conforme Michael Behe comenta no livro „A Caixa-Preta de Darwin‟, "A
complexidade do sistema imunológico garante o insucesso de qualquer explicação darwiniana..." sobre a
origem da vida. E assim acontece com outros sistemas que sustentam a vida. Esses sistemas precisavam ser
operacionais para serem úteis; não poderiam ter evoluído em estágios.
A ideia de planejamento na natureza tem sido discutida por vários milênios. Sócrates (469-394a.C) expressou
grande interesse no conceito de propósito, e Aristóteles (384-322) apoiou o argumento do planejamento; para
ele, o universo anseia pela forma perfeita, que é Deus.

Com a descoberta da complexidade da vida microscópica, até a própria biologia teve de ser reinterpretada. As
investigações da célula levou o microscópio aos seus limites, que são estabelecidos pelo comprimento de
onda da luz. Uma vez que o comprimento de onda da luz visível é de cerca de um décimo do diâmetro de
uma célula bacteriana, numerosos detalhes pequenos e de importância fundamental de sua estrutura NÃO
PODEM SER VISTOS COM UM MICROSCÓPIO ÓPTICO. A caixa preta da célula não poderia ser aberta
sem novos avanços tecnológicos. Isto foi em 1997, quando o Livro foi lançado. Hoje temos já o microscópio
eletrônico, e foi comprovado o que Behe afirmara no livro, que o DNA realmente é tão complexo quanto se
esperava, assim como a célula.

SOBRE AS MUTAÇÕES E O DNA

1) Qualquer mudança ou mutação genética provocada numa estrutura para torná-la mais complexa, acaba
por destruí-la cedo ou tarde;

2) A mutação sempre representa um aumento na desordem;

3) Em geral, o mutante é estéril;

4) Sem exceção, o mutante é menos capaz de adaptar-se ao ambiente do que o eram seus pais. Isto significa
que o protozoário que adquiriu saliências ,teria desaparecido na segunda geração, simplesmente porque
MUTANTES NÃO CONSEGUEM SOBREVIVER.

5) Quase todas as mutações são prejudiciais. Para que a evolução de fato funcionasse, deveriam ter existido
muitas mutações incrivelmente boas. Mas onde estão elas?
6) Não existe NENHUMA possibilidade de os mutantes terem se multiplicado e enchido a Terra. Temos uma
guerra entre a ciência boa e a ruim. Os verdadeiros cientistas sabem que os mutantes desaparecem. Se as
mutações aumentam a desordem, como pode haver a evolução da espécie? E, se o mutante não sobrevive,
então as gerações seguintes deixariam de existir. CIENTIFICAMENTE, ISTO É UM FATO COMPROVADO.

7) Veja ocaso do vírus. Ele é muito menos complexo do que uma célula viva. Porém, sendo um parasita, o
vírus não pode viver sem a célula hospedeira.
Conclusão: o vírus não pode ter precedido a célula. Por outro lado, alguns vírus se reproduzem a cada meia
hora. O problema, é que em todos os anos de estudo do vírus, NENHUMA MUTAÇÃO DE MAIOR
IMPORTÂNCIA FOI OBSERVADA.

8) Outro problema para o evolucionismo, é o DNA. A substância do DNA não tolera mudanças, a menos que
seja afetada por um acidente externo, tal como a irradiação. Segundo a observação dos cientistas, tais
mudanças não são para melhor. Elas são, porém, diminutivas. E não são benéficas, são nocivas. Não são
evolutivas, mas degradantes.
SEM MUDANÇAS NO DNA, NÃO HÁ MUDANÇAS NA ESPÉCIE, E NÃO HÁ EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES.
É óbvio que Darwin equivocou-se em sua teoria, devido ao seu desconhecimento sobre o DNA. É certo que
se ele vivesse hoje, possivelmente a negaria.

SOBRE O CORPO HUMANO

O estômago que produz dois litros de suco gástrico por dia é revestido por 35 milhões de glândulas. Existem
8000 células gustativas em sua boca. Já imaginou como seria desagradável comer sem elas? Já imaginou se
seu nariz fosse virado para cima, e se sua boca tivesse duas línguas?
Cada um de nos tem pelo menos 100 bilhões de células nervosas (neurônios) no cérebro; elas estão
conectadas umas as outras por cerca de 400.000 km de fibras nervosas. Alguns neurônios conectam-se com
até outros 60 neurônios, empregando cerca de 600 mil conexões. Estima-se que deve haver no cérebro 100
milhões de vezes 1 milhão de conexões.
Você sabia que o corpo humano é encantador? Imagine, ele possui 208 ossos e 500 músculos. O coração
tem apenas 15 centímetros. Ele bate 70 vezes por minuto, 4200 vezes por hora, 100.000 mais ou menos em
cada 24 hs e 40.000.000 por ano, sem interrupção; cada pulsação desloca 44 gramas de sangue.
Em 24 hs, ele desloca 5850 quilos; esse órgão fantástico faz circular o equivalente a dois mil galões de
sangue pelo espaço de 12 mil milhas(19,2Km) de veias. Como poderia ser obra do acaso?

Evolucionistas dizem que a evolução foi comprovada, mas será que isso é verdade?

Há, atualmente, dois conceitos diferentes do termo evolução dentro do contexto do debate sobre a teoria
evolucionista. Algumas pessoas podem não perceber isso. Como resultado, elas podem ser levadas a
acreditar que "evolução" é um fato comprovado porque foi demonstrado pela ciência.
Macroevolução se refere ao processo no qual normalmente se pensa quando se ouve o termo "evolução".
Macroevolução é a ideia de que todas as formas de vida atuais (plantas e animais) se desenvolveram durante
bilhões de anos a partir de um ancestral único e comum, como resultado de processos não guiados.
Microevolução, refere-se a mudanças menores, limitadas, dentro de uma "espécie" ou tipo de planta ou
animal. Dentro de uma dada espécie de animal, há variações que aparecem de geração em geração. Por
exemplo, dentro da família dos animais conhecidos como cães, pode-se observar muitas variações diferentes.
Muitas raças existem com características que podem ser facilmente notadas, distinguindo uma raça da outra.
Elas são pequenas ou grandes, e de todos os diferentes tamanhos, cores e temperamentos. Mas são todos
cães. A evidência de variações limitadas é prontamente vista, mas a evidência de que elas se originaram de
uma "espécie" diferente está faltando.
AGORA, EIS AQUI O QUE ACONTECE: os Darwinistas apelam frequentemente para a microevolução como
prova da macroevolução. Eles creem que a microevolução fornece o mecanismo para a explicação de como a
macroevolução ocorre. Mas ao assim arguir, raramente usam os prefixos macro e micro.

Pode-se dizer, "a evolução tem sido demonstrada ocorrendo em testes de laboratório. Então, a evolução é
verdadeira". Mas isto é enganador. O que isto quer dizer é: "a microevolução foi mostrada ocorrendo", o que é
verdade e pode ser observado. Então, dão um salto argumentando que, portanto, a macroevolução é
verdadeira. Aqui está onde existe o problema. A MICROEVOLUÇÃO É VERDADEIRA, MAS A ÚNICA COISA
QUE MOSTRÁ-LA PROVA É QUE MUDANÇAS LIMITADAS CORREM DENTRO DE DADAS ESPÉCIES.
Então, quando alguém diz que "a evolução é verdadeira" PERGUNTE O QUE SIGNIFICA "EVOLUÇÃO". Esta
é uma distinção significativa que precisa ser feita.
De um ponto de vista bíblico, o conceito de mudanças limitadas dentro de uma espécie é aceitável. A Bíblia
ensina que tudo foi criado segundo sua espécie (Gênesis 1). Isto inclui a humanidade. Contudo, de Adão e
Eva (ou mais tarde, Noé e sua família) se originaram todos os vários grupos étnicos e as diversas nações
(Atos 17:26).

Deus colocou dentro de Adão e Eva o acervo genético necessário para realizar todos os vários tipos de
povos. Contudo, todos os descendentes de Adão e Eva não deixam de ser humanos! Nunca algo que não
seja humano veio de descendentes de humanos. Isto é verdadeiro para todas as espécies de plantas e
animais. Assim, a Bíblia permite a variedade dentro das espécies, mas não permite que as espécies se
cruzem para dar novas espécies. Até onde vai a ciência, vemos apoio para o que a Bíblia admite (micro), mas
apenas suposições e afirmações dogmáticas para o que a Bíblia não admite (macro).
Criacionistas concordam com o que dizem os evolucionistas no seguinte ponto: Só a chamada microevolução
é verdadeira. É claro que a seleção natural existe e funciona. MAS NÃO DO JEITO QUE ELES DIZEM. E
pode nos dar bactérias resistentes a antibióticos ou novas raças de cães. É aonde se encaixam o caso do
vírus e das bactérias.
Dizer que leões e tigres, cavalos e zebras, ou cachorros e lobos têm um ancestral comum é uma coisa.
Talvez, eles façam parte dos mesmos “baramins”, dos mesmos tipos básicos preservados na arca.
Já dizer que cachorros tem um ancestral comum com samambaias é outra. A microevolução existe e é um
fato simples de se comprovar. A macroevolução, que transforma uma espécie em outra, é uma ideia
interessante, mas sem evidências reais que a sustentem. De inicio, também não havia a diversidade de raças
humanas (índios, negros, brancos, etc), e o mesmo aconteceu com os animais, que se diversificaram e
encheram a Terra.

A idolatria da ciência é um agente provocador da descrença desdenham outros


conhecimentos, sobretudo a reflexão filosófica e a crença religiosa. O culto
exagerado da razão e a rejeição da revelação, propiciam a descrença.

É certo que a crença na doutrina da criação também não pode ser experimentalmente comprovada,
na medida em que os eventos da criação já aconteceram e não se encontram disponíveis para
repetição em laboratório. Assim, a teoria da evolução e o Criacionismo encontram-se à
partida em condições epistemológicas semelhantes. Algumas premissas do evolucionismo
não são sequer sustentáveis em face dos dados da ciência.
Na verdade, o Criacionismo refuta todas as afirmações fundamentais da teoria da evolução sem ter
que mobilizar qualquer texto bíblico e recorrendo frequentemente aos escritos dos próprios
evolucionistas.
Os fatos, em si mesmos, desmentem a teoria da evolução, como tem sido reconhecido com
crescente intensidade, em círculos não-criacionistas. O Criacionismo permite uma melhor explicação
dos fatos, além de fornecer um quadro muito mais plausível para o sentido da existência e da história
humana. Em virtude de postulados naturalistas, SÓ SÃO ADMITIDAS COMO
CIENTÍFICAS AS EXPLICAÇÕES QUE APONTEM PARA A ORIGEM ―ACIDENTAL‖ DE TUDO
O QUE EXISTE.
É como se um juiz só considerasse juridicamente admissíveis as provas e as
inferências que apontassem para uma explicação meramente casual das explosões do
11 de Setembro. Seria esse um procedimento objetivo e imparcial?

As premissas evolucionistas tiveram um grande impacto em todos os domínios da vida


política, jurídica, econômica, social e cultural, embora nos preocupemos
fundamentalmente com a ciência e a teologia cristã. No entanto, DEVE DIZER-SE QUE
O DARWINISMO FOI CONTESTADO DESDE A SUA ORIGEM PELOS PRÓPRIOS
CIENTISTAS.
Louis Agassiz (1807-1873), um cientista e professor na Universidade de Harvard,
afirmou que "TERIA TODO O GOSTO EM ABRAÇAR O EVOLUCIONISMO, SE NÃO FOSSE
A TOTAL FALTA DE EVIDÊNCIAS DE EVOLUÇÃO NO REGISTRO FÓSSIL". No entanto,
Agassiz não era adepto do Criacionismo, considerando ridículas as histórias bíblicas da
criação em seis dias, de Adão e Eva e do dilúvio global, preferindo ao invés
compreender a Terra como o resultado de catástrofes e recriações divinas sucessivas.
Louis Agassiz era a exceção à regra, juntamente com alguns nomes isolados.
O darwinismo propagava-se por toda a parte, de forma avassaladora, tendo
conseguido uma importante vitória nos Estados Unidos na seqüência do célebre caso
judicial ―Monkey Trial‖, em Dayton, Tenn, em 1925. Paralelamente, à falta de defesas
consistentes do Criacionismo, a teologia cristã viveu os séculos XIX e XX fazendo um
esforço no sentido de harmonizar o relato bíblico com os dados científicos, operando as
necessárias mutações de sentido dos textos e selecionando, de acordo com as suas
pré-compreensões, as verdades de entre os mitos.
Este estado de coisas começa a alterar-se substancialmente com a publicação, em
1961, da influente obra sobre o dilúvio global, The Genesis Flood, de John C. Withcomb
e Henry M. Morris. A influência deste trabalho deve ser assinalada, na medida em que,
pela primeira vez, veio demonstrar a possibilidade de defender o relato bíblico com
base em evidências geológicas sólidas. Como premissa fundamental do seu trabalho
estava a ideia, totalmente contra a corrente, nos termos da qual a ciência humana
falível devia submeter-se ao relato bíblico divinamente inspirado e infalível. Em seu
entender, esta premissa, além de ser teologicamente consistente, rejeita liminarmente
o naturalismo e o materialismo que estruturam a ciência moderna, tendo ainda o
mérito de permitir elaborar um modelo explicativo e preditivo dos fatos científicos
muito mais eficaz do que o modelo da teoria da evolução. Deste modo se lançaram as
bases para o crescimento exponencial que o Criacionismo tem vindo a conhecer nas
últimas décadas. Entre as muitas organizações que se dedicam ao tema salientamos
apenas o Institute for Creation Research, nos Estados Unidos, fundado em
1970 por Henry M. Morris, e a organização Answers in Genesis, na Austrália,
onde sobressaem nomes como Ken Ham, Carl Wieland e Jonathan Sarfati.
Estas organizações utilizam intensamente a internet para divulgarem os seus
materiais.
Atualmente o interesse no Criacionismo manifesta-se em dezenas de países em todo o mundo. Nos
países de língua portuguesa, o Criacionismo tem conhecido um assinalável crescimento no Brasil.
Refira-se que mesmo fora do Criacionismo aumenta a frustração em torno do darwinismo. Um dos
principais sintomas disso mesmo é a emergência do ―Intelligent Design Movement‖
(IDM), um movimento científico que tem adquirido grande proeminência nos Estados
Unidos. Particularmente relevantes, neste contexto são as obras Darwin on Trial, de
Phillip Johnson, The Design Inference, de William B. Dembski, Darwin‘s Black Box, de
Michael Behe(A Caixa Preta de Darwin), e Icons of Evolution, de Jonathan Wells.
A principal premissa de que se parte é a de que, atualmente, graças aos avanços nas
teorias da complexidade, do design, das probabilidades e da informação, é possível
demonstrar, para além de qualquer dúvida razoável, a existência de ―design
inteligente‖ no Universo, sendo impossível explicar a complexidade da vida com base
no mecanismo das mutações aleatórias e da seleção natural. A concepção
inteligente do Universo deixou agora de ser uma mera questão especulativa a
discutir por teólogos e filósofos, passando a ser uma questão científica
discutida por cientistas, com grandes implicações para as relações entre a
ciência e a religião.

CRIACIONISMO E CIÊNCIA

Um dos preconceitos mais enraizados sobre o Criacionismo é a ideia de que


este movimento é anti-intelectual, não levando em consideração os dados da
ciência. Nada mais absurdo! A construção crítica deste preconceito remete
para algumas considerações.
Em primeiro lugar, como se viu, O CRIACIONISMO NÃO É HOSTIL AO
CONHECIMENTO E AOS MÉTODOS CIENTÍFICOS. Pelo contrário, a visão bíblica
do Universo É A MAIS CIENTÍFICA POSSÍVEL, na medida em que nos propõe
um Universo ordenado e cientificamente inteligível, distinto do Criador, -
podendo por isso ser objeto de investigação e experimentação, ainda que com
limites éticos.
Na verdade, se tudo começou com uma grande explosão acidental e tem evoluído de
forma aleatória, em que se fundamenta a expectativa científica de inteligibilidade do
Cosmos? Do mesmo modo, como podemos estar certos de que as nossas teorias não
passam de uma mera ilusão óptica imposta pelos nossos genes egoístas, apenas por
imperativos reprodutivos?Tanto a inteligibilidade do Cosmos como a possibilidade de
conhecimento fidedigno do mesmo decorrem naturalmente das premissas do
Criacionismo, mas não dos postulados materialistas, acidentalistas e irracionalistas e
da teoria da evolução.
Deve notar-se que foi justamente onde mais intensamente se assistiu à redescoberta
da Bíblia, no Renascimento e na Reforma, que mais cedo floresceu a moderna
revolução científica e tecnológica. Não é por acaso que algumas das mais prestigiadas
universidades do mundo (Oxford, Cambridge, Harvard, Princeton, Yale, etc.)
começaram por ser centros teológicos para o ensino da Bíblia. Os pais fundadores dos
principais ramos da ciência moderna eram, na sua maioria, criacionistas (vg. Newton;
Maxwell; Pasteur; Lister). Do mesmo modo, o ensino generalizado do criacionismo
nas escolas norte-americanas não impediu a ida à Lua, sendo que o diretor do
Programa Apolo, Werner von Braun, era criacionista. Por sua vez, o fundador
da famosa revista Scientific American, agora convertida ao evolucionismo, era
também ele um fervoroso criacionista. Mesmo que uma ampla maioria de
cientistas negue hoje o Criacionismo, não se pode legitimamente afirmar que o
Criacionismo alguma vez tenha constituído um entrave ao progresso da ciência.
Em segundo lugar, o Criacionismo distingue entre ciência operacional e experimental,
por um lado, e ciência das origens, por outro. Na primeira categoria encontramos toda
a investigação científica que procura compreender o Universo e a vida (astronomia,
física, medicina) observando fatos repetitivos.
Com efeito, o Criacionismo e a teoria da evolução, ocupando-se do problema das
origens, pertencem ao domínio da reconstrução histórica, na medida em que
pretendem formular conclusões sobre o passado ‗inobservável‘ com base nas
observações feitas no presente, por cientistas do presente. Para isso, a adoção de
certos postulados como ponto de partida é inevitável.

Na verdade, a criação, tal como referida na Bíblia, não pode ser objeto de reprodução
laboratorial e experimentação, na medida em que a mesma resultou de forças que não
se encontram em operação atualmente. Para o Criacionismo, as leis naturais nada nos
dizem sobre a criação, na medida em que elas foram um dos produtos da criação.

Por seu turno, a evolução, pretendendo ser um processo aleatório e gradual


LENTÍSSIMO, de muitos milhões de anos, não pode, por definição, ser objeto de
investigação experimental. MESMO QUE MILLER-UREY TIVESSEM CONSEGUIDO SINTETIZAR A VIDA
A PARTIR DA NÃO VIDA (E NÃO SE TIVESSEM FICADO POR UNS POUCOS AMINOÁCIDOS!), ISSO NUNCA
SERIA PROVA DA EVOLUÇÃO, MAS SIM DE QUE A VIDA NECESSITA DA VERIFICAÇÃO E CONTROLE DE
CONDIÇÕES ALTAMENTE COMPLEXAS E ESPECIFICADAS PARA SURGIR.
NÃO PODENDO SER DEMONSTRADOS POR VIA EXPERIMENTAL, O CRIACIONISMO E A TEORIA DA
EVOLUÇÃO ENCONTRAM-SE EM CONDIÇÕES DE IGUALDADE COMO MODELOS EXPLICATIVOS DOS FATOS
QUE HOJE PODEM SER OBSERVADOS. OS CRIACIONISTAS NÃO RECUSAM A CIÊNCIA OPERACIONAL,
PODENDO SER TÃO BONS NESSE TRABALHO COMO OS OUTROS. Não é verdade que o
Criacionismo explique tudo com um simples “Deus criou!” - e dessa forma
trave o progresso da ciência. Muitos criacionistas são professores
universitários e não aceitam dos seus alunos um simples “Deus criou!” como
resposta nos exames... O Criacionismo é adepto da expansão do conhecimento, não
da sua retração. Deus não é apenas um ―tapa buracos‖ para explicar o que a ciência
ainda não conseguiu entender. Ele é o Criador de todas as coisas, tanto das visíveis
como das invisíveis, das que se entendem e das que não se entendem. Manifestando o
Seu poder e a Sua glória na criação, Deus quer um maior conhecimento desta.
Alguns trabalhos neo-criacionistas recentes sublinham precisamente QUE A TERRA
PARECE TER SIDO COLOCADA NO MELHOR LOCAL POSSÍVEL PARA OBSERVAR E CONHECER O
UNIVERSO. Ou seja, os próprios dados científicos corroboram a ideia bíblica de que o
Criador deseja a expansão do nosso conhecimento da Sua criação.
A PREMISSA DE QUE O UNIVERSO FOI CRIADO POR UM SER INTELIGENTE, LONGE DE ATRASAR
O CONHECIMENTO CIENTÍFICO, PODE ACELERAR ESSE CONHECIMENTO. POR EXEMPLO, UM DOS
GRANDES SALTOS QUALITATIVOS DA MEDICINA FOI DADO POR GALENO, NO SÉCULO II, O
QUAL, PELA PRIMEIRA VEZ, BASEOU O SEU TRABALHO NA NOÇÃO DE QUE O CORPO HUMANO É
UM SISTEMA, EM QUE AS PARTES ESTÃO TODAS PRECISAMENTE AJUSTADAS UMAS ÀS OUTRAS,
TENDO FUNÇÕES CLARAMENTE DEFINIDAS E INTERDEPENDENTES. A NOÇÃO DE QUE O CORPO
HUMANO É UM SISTEMA ESTRUTURADO DE FORMA COMPLEXA E ESPECIFICADA É TIPICAMENTE
CRIACIONISTA, NA MEDIDA EM QUE É PRECISAMENTE ISSO QUE SERIA DE ESPERAR COMO
RESULTADO DA AÇÃO CRIADORA DE UM SER DOTADO DE UMA INTELIGÊNCIA SUPREMA. LONGE
DE TRAVAR O PROGRESSO DA CIÊNCIA, A MESMA PODE ACELERAR ESSE PROGRESSO.
Isso mesmo pode ver-se, hoje, a propósito do debate em torno dos órgãos vestigiais e
do chamado ―DNA lixo‖.
A existência de órgãos vestigiais, considerados inúteis porque mero vestígio
da evolução humana foi, durante muito tempo apresentada como um dos
principais argumentos a favor da evolução.
No século XIX o número dos órgãos vestigiais chegou a ser quantificado em
cerca de 180. A crença no caráter vestigial e NÃO FUNCIONAL desses órgãos
esteve na base de MUITOS ERROS MÉDICOS E ATRASOU SUBSTANCIALMENTE A
INVESTIGAÇÃO ACERCA DA FUNÇÃO DESSES ÓRGÃOS NO CORPO HUMANO. Ainda assim, o
progresso das ciências médicas veio a demonstrar que TODOS OS ÓRGÃOS
APARENTEMENTE VESTIGIAIS TÊM AFINAL UMA FUNÇÃO BEM DEFINIDA. Os últimos órgãos
a abandonarem o seu estatuto vestigial FORAM O "APÊNDICE" E O "CÓCCIX”. (Mas
parece que ainda hoje, muitos evolucionistas não sabem disso ainda).

Aí está mais um resultado plenamente consistente com o Criacionismo, mas que a


teoria da evolução TEM DIFICULDADE EM COMPREENDER. Se se tivesse partido do princípio de
que os órgãos humanos tinham uma função, POR SEREM O "RESULTADO DE UM DESIGN
INTELIGENTE", a compreensão dessa função teria certamente sido mais rápida. A uma
conclusão semelhante se tem vindo a chegar a propósito do impropriamente designado
por ―DNA-lixo‖.
Assim, longe de ter órgãos vestigiais de fases recuadas da evolução, O CORPO HUMANO
É, NA SUA TOTALIDADE, UM DOS MAIS NOTÁVEIS VESTÍGIOS DE UM CRIADOR INTELIGENTE.
Assim como o arqueólogo é estimulado na sua investigação quando encontra vestígios
de presença inteligente, a consciência de que Deus criou, longe de travar o avanço da
ciência, deve ser um incentivo acrescido à sua progressão, embora alerte sempre para
a existência de limites éticos e morais que devem ser respeitados. Assim, o
Criacionismo está longe de ser anti-científico. O CRIACIONISTA APENAS NÃO VÊ NENHUMA
RAZÃO CIENTÍFICA PARA CRER NO ACASO, RAZÕES QUE O CONDUZA NECESSARIAMENTE À
ACEITAÇÃO DAS PREMISSAS NATURALISTAS E MATERIALISTAS SUBJACENTES AO
EVOLUCIONISMO.

ORIGEM E SINTONIA DO UNIVERSO

A teoria da evolução, com a sua premissa da universalidade do princípio evolutivo,


edifica a sua cosmologia a partir do modelo do "Big Bang", a teoria mais aceita acerca
da origem do Universo. A mesma afirma que tudo se desenvolveu a partir de uma
nuvem densa de partículas subatômicas e radiação que explodiu, formando hidrogênio
(e algum hélio). Tudo se reduz a UM GRANDE ACIDENTE! Curiosamente, Sucede,
porém, que, TOMADO EM SI MESMO, O BIG BANG CONSEGUE GERAR MAIS
INTERROGAÇÕES DO QUE RESPOSTAS.
De onde veio a partícula infinitesimal, ou ―ovo cósmico‖, que esteve na origem do Big
Bang? Será razoável pensar que a mesma surgiu do nada? Quanto tempo é que ela
existiu antes do Big Bang? O que é que terá provocado a grande explosão? Sendo a
generalidade das explosões destrutivas, será razoável aceitar que uma explosão seja
responsável por um Universo ordenado e pleno de mecanismos que nem a totalidade
dos cientistas pode compreender? Se uma causa tem que ser maior do que o seu
efeito; se tudo o que tem um princípio tem uma causa; se o Big Bang é o princípio do
Universo; qual é, então, a causa do Big Bang? Na verdade, o Big Bang vive numa
―bolha especulativa‖ que desafia tudo o que sabemos em termos de causalidade,
probabilidades, conservação da energia, entropia e mesmo o senso comum.
Sintomáticas são, a este propósito, as palavras de Brad Lemly:
―não imagines o espaço exterior sem matéria dentro dele. Imagina nenhum espaço e
nenhuma matéria. Boa sorte! Para a pessoa normal, deve ser óbvio que NADA PODE
ACONTECER A PARTIR DE NADA. Mas para o físico quântico, o nada é, de fato,
qualquer coisa‖.
NÃO QUERENDO ACREDITAR QUE DEUS CRIOU O UNIVERSO, A TEORIA DA EVOLUÇÃO
É LEVADA A ACREDITAR QUE ELE ―EVOLUIU‖ DO NADA.
Note-se que está demonstrado que bastava uma ínfima variação na velocidade de
expansão do Universo, para que o mesmo se auto-destruísse. Além disso, a
probabilidade de uma explosão como a do Big Bang dar origem à vida tal como a
conhecemos é tão ínfima, que se torna mais do que razoável duvidar de que esse
resultado tenha sido conseguido por acaso. A atividade do nosso Universo depende da
existência de determinados princípios, exatamente como um computador depende de
software. Será razoável pensar que tudo isso surgiu por acaso? Mas o mais
surpreendente é a hiper-sintonia do Universo. Na verdade, hoje sabemos que as
condições necessárias para a vida dependem de uma cuidadosa e precisa sintonia do
Universo. A existência de centenas de coincidências antrópicas continua a intrigar a
comunidade científica, mesmo quando a hipótese da criação é liminarmente posta de
parte.
Na verdade, a própria velocidade da luz continua a intrigar os cientistas que promovem
o modelo do Big Bang, como demonstra o interesse e a paixão suscitados na
comunidade científica pela obra do português João Magueijo. Para alguns autores,
mesmo a utilização freqüente de expressões como ―anti-matéria‖, ―matéria negra‖ e
―energia negra‖, não passa de confissões envergonhadas de ignorância.
DO MESMO MODO, VERIFICA-SE QUE A ORIGEM E A LOCALIZAÇÃO DAS GALÁXIAS
PERMANECE UM MISTÉRIO, O MESMO SUCEDENDO COM A ORIGEM DAS ESTRELAS, DA
VIA LÁCTEA E DO NOSSO SISTEMA SOLAR. Até a origem da Lua continua envolta em
acesa discussão. Embora alguns teólogos e cientistas cristãos tenham procurado
harmonizar o Big Bang com o relato do Gênesis, o Criacionismo tem recusado esse
modelo, por razões teológicas e científicas. A verdade é que o Big Bang está longe de
ser a única cosmologia cientificamente plausível, mesmo dando como bons os dados da
teoria de Einstein, da relatividade, também eles objeto de contestação recente. Mais,
cientificamente ele conhece hoje uma trepidação cada vez maior. É sintomático que o
maior astrofísico inglês, Sir Fred Hoyle, tenha sido, até à sua morte, um dos maiores
adversários da teoria do Big Bang. (Aliás, foi Hoyle quem colocou o nome de Big Bang
nesta Teoria, mas ele o fez em sentido "PEJORATIVO").

MÉTODOS DE DATAÇÃO

De um modo geral, as pessoas pensam que existem vários métodos independentes


para estimar a idade do Cosmos. No entanto, uma análise cuidadosa da questão veio
revelar que também aqui se está perante um castelo de hipóteses edificadas sobre
premissas indemonstráveis. Os métodos utilizados para proceder à datação do
Universo dependem, em última análise, das mesmas premissas evolucionistas e
uniformitaristas utilizadas para a datação da Terra. Na verdade, a teoria da evolução
serve de base ao cálculo da idade da Terra, como veremos adiante, verificando-se que
é a partir da idade da Terra assim obtida que se vai proceder, sucessivamente, ao
cálculo das idades da Lua, de Marte, do Sol, do sistema solar e do Universo. Ou seja,
longe de assentar em métodos cronométricos fidedignos, o ―jogo das datações‖ nada
mais é do que a tentativa de encontrar tempo suficiente no Universo para que a teoria
da evolução tenha alguma plausibilidade racional. Ainda assim, surgem freqüentes
anomalias neste ―jogo‖. Por exemplo, embora a idade estimada para o sistema solar
seja de cerca de 4,5 a 5 bilhões de anos, os modelos evolucionistas existentes
sugerem que os planetas Urano e Netuno não deveriam existir , já que precisariam,
para a sua formação naturalista, de pelo menos 10 bilhões de anos. Isto, para além de
que a teoria das probabilidades mostra que se trata ali de uma tentativa falhada.
O estado de coisas acima descrito tem conduzido alguns cientistas criacionistas,
inspirados por declarações bíblicas acerca da expansão do Universo e utilizando
o instrumentário conceptual da teoria da relatividade geral, a propor cosmologias
que, sendo inteiramente compatíveis com a realidade dos muitos milhões de anos
luz que nos separam das galáxias mais longínquas, também se mostram
adequadas a uma criação recente do Universo, tendo como ponto de referência o
tempo do planeta Terra. Um dos mais influentes autores neste domínio é o físico
e matemático norte-americano Russell Humphreys, do Sandia Laboratório
Nacional de Albuquerque, no Novo México, com a sua TEORIA DOS “BURACOS
BRANCOS” . Além disso, baseado na análise da cor mais ou menos avermelhada da
luz irradiada pelas galáxias (red shifts), e com base na Lei de Hubble, Russell
Humphreys sustenta a tese de que a nossa galáxia está próxima ao centro do
Universo. Estes resultados põem em causa as teorias que, com base no princípio
cosmológico ou coperniciano, têm procurado convencer-nos de que o nosso sistema
solar e o nosso planeta são vulgares entre milhões de milhões de sistemas e planetas
idênticos.
Estas e outras cosmologias neo-criacionistas, têm vindo a ressuscitar o interesse na
consideração da Terra como planeta único e privilegiado. Mas não se pense que só os
criacionistas têm explorado estas novas cosmologias.

A TERRA COMO PLANETA PRIVILEGIADO – Evidências científicas de um


Planejamento (Design) Inteligente?

Tornou-se comum, edificando sobre Copérnico, propagar a ideia de que a Terra é


apenas um planeta entre milhões e milhões de planetas idênticos, perdidos num
Universo sem qualquer sentido e propósito. Este mantra é repetido a uma só voz da
forma mais sonante. Tomemos como exemplos alguns dos mais conhecidos defensores
da cosmologia evolucionista da atualidade. Stephen W. Hawking e George F. R. Ellis
sustentam a ideia de que, desde o tempo de Copérnico fomos relegados ao estatuto de
um planeta de tamanho médio, rodando à volta de uma estrela média, no bordo
exterior de uma galáxia mediana, que não passa de um num grupo local de galáxias.
Na verdade – dizem ainda os autores – somos agora tão democráticos que não
pretendemos que a nossa posição no espaço seja de alguma forma especial. Por seu
lado, Carl Sagan afirma que o nosso planeta é um grão de areia solitário na escuridão
cósmica envolvente. Na nossa obscuridade, nesta vastidão – diz ele – não existe um
indício de que qualquer ajuda possa vir de qualquer lado para nos salvar de nós
próprios.
Muitos outros exemplos poderiam ser apresentados, embora nos pareça que estes são
suficientes para mostrar o que está em causa.
EXISTE APENAS UM PEQUENO PROBLEMA COM O ENTENDIMENTO DESTES AUTORES:
ENCONTRAR NO ESPAÇO UM PLANETA QUE REÚNA, COMO A TERRA, AS CONDIÇÕES
NECESSÁRIAS PARA A VIDA. As probabilidades de isso vir a acontecer foram
matematicamente avaliadas como sendo uma em trilhões de trilhões de trilhões de
trilhões de trilhões, etc. Mesmo nos setores não-criacionistas, assiste-se hoje a uma
recuperação, em termos pós-copernicianos, do interesse pela singularidade
(características singulares e únicas) do planeta Terra. A este propósito OS CIENTISTAS
CHAMAM A ATENÇÃO PARA O FATO DE QUE A TERRA DÁ MOSTRAS DE TER SIDO PRECISAMENTE
CONFIGURADA PARA TER CONDIÇÕES NECESSÁRIAS À VIDA, COMO POR EXEMPLO, ÁGUA EM
ESTADO LÍQUIDO - EXATAMENTE COMO SERIA DE ESPERAR SE A VIDA TIVESSE SIDO
INTENCIONALMENTE DESEJADA E CRIADA.
Um pouco mais próxima do Sol, a água evaporaria. Um pouco mais distante, a
água gelaria. A Terra tem cerca de 500 milhões de quilômetros cúbicos de
água – esse solvente universal – não existindo nem mais uma gota no resto
do sistema solar - digamos, de água EM ESTADO LÍQUIDO. Isto não exclui
liminarmente a existência de ÁGUA EM ESTADO NÃO LÍQUIDO em Marte, e em Europa,
um dos satélites de Saturno?Júpiter? - ou noutras partes do Universo. Água na forma
de gelo, pode ser encontrada em cometas, anéis planetários, nos pólos da Lua,
provavelmente em Vênus, em luas de grandes planetas, asteróides, etc.
Porém, dizer que a existência de água é evidência de vida em tais planetas,
ou suas luas, etc, é o mesmo que dizer que a existência de metal é evidência
da presença de um "Airbus A 380”.
Há uma grande diferença entre H20 e a ―molécula de DNA‖, (com a espantosa
quantidade e diversidade de informação nela armazenada) – seja na Terra, em Marte
ou em qualquer parte do Universo; visto também que, além da água, a vida necessita
de uma sintonia de muitas outras coisas para subsistir.
E se o Sol fosse um pouco menor ou maior?
E se estivesse um pouco mais próximo ou mais distante da Terra?
E se não existisse a atmosfera com a camada de ozônio para filtrar os raios
ultravioletas e permitir a entrada da luz solar?
E se a luz solar fosse ligeiramente mais avermelhada ou azulada?
E se a luz solar entrasse, mas não existisse esse complexo mecanismo, que é a
fotossíntese, para converter a luz em energia aproveitável?
E se fosse outra a inclinação do eixo de rotação da Terra?
ESTÁ HOJE DEMONSTRADO QUE QUALQUER PEQUENA ALTERAÇÃO DESTAS VARIÁVEIS COLOCARIA
SERIAMENTE EM CAUSA A VIDA NO PLANETA TERRA. TODAS ESTAS PERGUNTAS – ENTRE UMA E MUITAS
OUTRAS POSSÍVEIS – MOSTRAM QUE A TERRA É REALMENTE UM PLANETA PRIVILEGIADO, EXATAMENTE
COMO SERIA DE ESPERAR À LUZ DA REVELAÇÃO BÍBLICA QUE AFIRMA QUE O SER HUMANO É UM FILHO
QUERIDO E DESEJADO PELO CRIADOR – QUE PREPAROU A TERRA PARA O RECEBER – E NÃO UM
ACIDENTE CÓSMICO DESPROVIDO DE SENTIDO E PROPÓSITO.

Um destaque especial merece a Lua, cuja origem permanece um mistério para a


ciência.

Ela estabiliza o eixo da Terra, ao mesmo tempo em que influencia as marés, impede a
estagnação das águas, influencia as estações do ano e assegura alguma luminosidade
de noite.
E se houvesse duas luas?
E se não houvesse nenhuma?
Em qualquer destas hipóteses, os efeitos sobre a vida na Terra seriam devastadores.
Por seu lado, a interação gravitacional entre o nosso planeta e a Lua é fundamental
para a conservação da vida. Do mesmo modo, a rotação e a translação da Terra
asseguram UM AQUECIMENTO MODERADO e EQUILIBRADO do planeta, fundamental para a
vida e para as estações do ano.
Refira-se ainda que o Sol é 400 vezes maior do que a Lua e se encontra a uma
distância também 400 vezes maior que a mesma, fato que dá lugar aos eclipses mais
belos e ―CIENTIFICAMENTE MAIS PRODUTIVOS‖ que se conhecem.
Hoje, alguns cientistas não-criacionistas vão ao ponto de falar na existência de uma
―ZONA GALÁCTICA HABITÁVEL‖, crendo que estamos nela, - chamando a atenção para o
fato de que a hiper-sintonia se estende a todo o Universo. De acordo com este
entendimento, a Terra encontra-se numa zona particularmente propícia à sustentação
da vida, como não há outras na Via Láctea. Dizer isto não é aderir a uma concepção
pré-coperniciana, mas sim pós-coperniciana, baseada numa SÉRIA e HONESTA apreciação
das evidências. A ciência naturalista fala a propósito desta precisa sintonia do planeta
Terra para a Vida de um altamente improvável ―princípio antrópico‖. Diferentemente, o
Criacionismo interpreta os mesmos fatos à luz de uma altamente provável criação
especial ex nihilo (a partir do nada).
A verdade é que, EM MATÉRIA DE COINCIDÊNCIAS ANTRÓPICAS, AS PROBABILIDADES CORROBORAM
O CRIACIONISMO, E NÃO A TEORIA DA EVOLUÇÃO.

A ORIGEM E A EVOLUÇÃO DA VIDA: Abiogênese ou Biogênese?

Biogênese quer dizer ―origem (gênese) a partir da vida‖ (bio), enquanto Abiogênese,
―Origem a partir da não-vida‖.
As leis da Abiogênese e da Biogênese são as explicações científicas sobre a origem da
vida. Na verdade, a única Lei que existe sobre a origem da vida é a Biogênese.
Geração Espontânea era uma teoria que ganhou status de ―Lei‖ por simples
empolgação daqueles que acreditavam que os vermes que surgiam nas carnes em
decomposição era um sinal de vida surgindo de algo inanimado, por exemplo. Para ser
uma Lei científica é preciso ser algo observado cientificamente, e geração espontânea
nunca foi algo observado cientificamente.
Embora a teoria da evolução não seja a teoria da Abiogênese, (por que, segundo o
evolucionismo, a evolução em si, só começou depois que a vida teve sua origem),
todos sabemos que a teoria da evolução defende e apóia radicalmente a teoria da
abiogênese, teoria esta que defende o surgimento da vida a partir de não-vida, a partir
de algo inanimado. Porém desde que se conhece ciência no mundo, ou desde que o
homem existe no mundo, a única coisa já observada cientificamente tem sido vida
surgindo de vida.
Antes de Louis Pasteur descobrir a Lei da Biogênese, que refutou a Geração
Espontânea (casual) da vida, muito se sustentou a ideia de Abiogênese. Mas, mesmo
não havendo qualquer evidência de Abiogênese, os evolucionistas ignoram e não dão a
menor importância para uma das maiores leis científicas de todos os tempos, a Lei da
Biogênese. Por exemplo, quando se pergunta a um evolucionista sobre a origem da
vida, sabendo que não há a menor evidência de que a vida possa surgir por acaso, e
que vida só provém de vida, prefere-se dizer que ―a ciência não sabe explicar a origem
da vida‖, ou que ―a ciência não tem nenhuma resposta sobre esta questão‖, e até
mesmo, que ―a origem da vida é um mistério desconhecido‖, que admitir-se que a
origem da vida está formulada na respeitável Lei da Biogênese, pois só uma coisa é
observada cientificamente: que vida só provém de vida, e que o organismo vivo
provém de outro semelhante.
Como se não bastasse, evolucionistas sonham em refutar a Lei da Biogênese, e
embora há muito estejam tentando, nada conseguiram. Houve também a tentativa de
criar teorias alternativas para explicarem a vida surgindo acidentalmente, nenhuma
prevaleceu, pois a biogênese é uma das três leis mais observadas e comprovadas
cientificamente de todos os tempos.
Enquanto isto, continua refutada a antiga Lei (?) da Geração Espontânea da vida – que
mesmo sendo algo impossível cientificamente, evolucionistas insistem em tentar
prová-la, e em apoiá-la, indo contra o princípio que se observa cientificamente.
Assim mais uma vez o evolucionismo vai contra os princípios observados na própria
ciência. Já o criacionismo científico, está em perfeita harmonia com as observações
científicas, e postula que se vida só provém de outra vida, logo deve ter havido uma
Fonte, capaz de conceder Vida, de onde todos os tipos de vida vieram.
Fala-se frequentemente de uma ―sopa pré-biótica‖, da qual a vida teria
necessariamente de resultar, tudo por mero acaso.
O darwinismo, longe de se apoiar numa análise neutra e objetiva dos fatos, é APENAS
UMA interpretação. Acontece que NUNCA NINGUÉM VIU A SOPA PRÉ-BIÓTICA,
nem tão pouco um dinossauro transformar-se em ave há cerca de 100 milhões
de anos atrás. Do mesmo modo, OS FÓSSEIS E AS ROCHAS SEDIMENTARES
NÃO TRAZEM INSCRITA A SUA IDADE, sendo datados com base nas premissas
(evolucionistas) adotadas à partida. Ora, NÃO EXISTE UMA MÁQUINA QUE
NOS PERMITA VIAJAR NO TEMPO e assim confirmar de forma absolutamente
correta as conclusões evolucionistas acerca do passado distante. Mesmo as
tentativas de observar o passado a partir das investigações astronômicas
supõem a aceitação de premissas sobre a velocidade da luz.

Na verdade, a que outra conclusão se poderia chegar partindo de premissas


exclusivamente naturalistas, que recusam a possibilidade de um Criador? Uma vez
removida a hipótese da criação especial, a única hipótese que resta, no domínio da fé
darwinista, é a geração espontânea, por mero acidente.
Outra coisa é saber se existe realmente evidência científica nesse sentido.
Vemos aqui, a adivinhação inspirada e a imaginação criativa dos cientistas ateus, com
uma profunda dose de ―ignorância especulativa‖. Existem vários problemas sérios com
a teoria da evolução neste âmbito.

1) O primeiro tem que ver com a questão das PROBABILIDADES. Na verdade, a


probabilidade de um simples sistema de replicação (duplicador) se formar por ele
mesmo é tão baixa, que deve ser considerada praticamente igual a zero. Fred Hoyle,
afirmava que, "mesmo depois de descontar a necessidade de garantir o concurso
simultâneo de um número elevadíssimo de outras variáveis cósmicas, a probabilidade
da formação da vida a partir de matéria inanimada é uma, num número com 40 000
zeros depois dele". Nas suas palavras, ISSO É MAIS DO QUE SUFICIENTE PARA
"ENTERRAR" DARWIN E TODA A TEORIA DA EVOLUÇÃO. Aliás, isso já foi feito.
É sintomático que Fred Hoyle tenha acabado por acreditar na criação.
As probabilidades envolvidas na origem acidental da vida e na teoria da evolução
TRANSCENDEM TUDO O QUE A MENTE HUMANA PODE COMPREENDER. E depois falam
que não acreditam em milagres, ou que não possuem fé. Talvez ajude se eu disser que
"é mais provável uma mesma pessoa ganhar a loteria nacional todos os dias do
século XXI, do que uma simples célula surgir por acaso".
Se qualquer um dirigente desportivo justificasse sua fortuna dizendo que tem ganhado
a loteria todas as semanas nos últimos dez meses, será que os poderes públicos
deveriam aceitar essa justificação como razoável?
Ou deviam desconfiar e investigar outras causas muito mais prováveis?
Poder-se-á argumentar que, sempre que alguém ganha a loteria, isso é altamente
improvável do ponto de vista de quem ganha. É verdade. No entanto, também é
verdade que numa loteria é sempre muito provável que alguém tenha o bilhete
premiado. Muito mais difícil é acreditar que a mesma pessoa possa ter adquirido a sua
fortuna ganhando a loteria todos os dias ou semanas de um único século POR MERO
ACASO. Do mesmo modo, embora seja sempre provável, em abstrato, a ocorrência
aleatória de uma qualquer combinação entre muitas combinações possíveis de
elementos químicos, já é infinitamente improvável que uma sucessão de combinações
aleatórias tenha conduzido à formação da molécula de DNA, de múltiplos aminoácidos,
de proteínas funcionais, máquinas e motores moleculares, células e seres vivos, cuja
complexidade estrutural e funcional mesmo a totalidade dos cientistas do mundo está
muito longe de conseguir compreender .
Para fugir ao problema das probabilidades infinitesimais, a resposta dos evolucionistas
tem sido a de ficcionar a existência de múltiplos universos, anteriores ou paralelos,
tentando dessa forma aumentar as probabilidades do surgimento da vida por acaso.
Trata-se de pura especulação, cujo objetivo consiste em evitar, a todo o custo,
enxergar as "Digitais do Criador" batendo na porta da ciência materialista e
naturalista.
Além de tornar ainda mais difícil a questão das origens – já extremamente complicada
apenas com um Universo – esta "ESTRATÉGIA" NÃO PROVA NADA, a não ser o fato de
que a fé dos evolucionistas é manifestamente irrazoável, embora seja admirável a sua
capacidade para acreditar em coisas altamente improváveis. (Depois falam de fé
racional). Na verdade, MUITOS EVOLUCIONISTAS ADMITEM HOJE "ABERTAMENTE" QUE A TEORIA DA
EVOLUÇÃO, NO SENTIDO AMPLO DO TERMO, SÓ É VIÁVEL SE SE ACREDITAR PIAMENTE EM MILAGRES
MATEMÁTICOS o que não deixa de ser irônico, tendo em conta os seus constantes
esforços para desacreditar ou explicar racionalmente os milagres descritos na Bíblia.

Para o Criacionismo, se a probabilidade de a teoria da evolução estar correta quanto à


origem acidental da célula é inferior a UM em 1.057.800, é fidedigno afirmar, sem
qualquer "sacrifício do intelecto‖ (e sem violentar a lógica), que A CRIAÇÃO É
"INFINITAMENTE" MAIS PROVÁVEL DO QUE A EVOLUÇÃO.

2) Um segundo problema tem que ver com a ―TOTAL INEXISTÊNCIA DE EVIDÊNCIAS DA TEORIA
DA ABIOGÊNESE‖. O biólogo australiano Michael Denton, afirma que, "tendo em conta o
modo como a sopa pré-biótica é referida em tantas discussões sobre a origem da vida
como uma REALIDADE ESTABELECIDA, TORNA-SE UM CHOQUE PERCEBER QUE NÃO EXISTE
ABSOLUTAMENTE QUALQUER EVIDÊNCIA POSITIVA DA SUA EXISTÊNCIA!"(rs).
No mesmo sentido, Noam Lahav, observa que UM NÚMERO SIGNIFICATIVO DE
CIENTISTAS TEM COLOCADO EM QUESTÃO O CONCEITO DE SOPA PRÉ-BIÓTICA, REFERINDO QUE,
MESMO QUE TENHA EXISTIDO, A CONCENTRAÇÃO DE BLOCOS ORGÂNICOS DE CONSTRUÇÃO DA
VIDA TERIA SIDO DEMASIADO PEQUENA PARA SER SIGNIFICATIVA PARA A EVOLUÇÃO PRÉ-
BIÓTICA.

3)Serão o caos e o acaso os responsáveis pelo cérebro humano e os seus trilhões


de ligações, por muitos considerado o mecanismo mais complexo que se conhece
no Universo?
UMA ―SIMPLES‖ CÉLULA É MAIS COMPLEXA DO QUE O MAIS COMPLEXO MECANISMO CRIADO PELO
HOMEM, ALÉM DE SER UMA MARAVILHA INIGUALÁVEL DE MINIATURIZAÇÃO TECNOLÓGICA. Os autores
que têm estudado enzimas e bactérias ficam maravilhados com a sua complexidade
especificada, irredutível às suas partes componentes independentes . Contrariamente
ao que pensava Charles Darwin, para quem as células não passavam de protoplasma
indiferenciado, a generalidade das estruturas moleculares apresenta-se
irredutivelmente complexa, necessitando as suas estruturas do concurso simultâneo de
milhões de nucleotídeos precisamente sequenciados e ajustados para
poderem funcionar, o que não se explica, nem com base em mutações graduais
aleatórias, ao longo de milhões de anos, nem com base em episódios pontuais de
―evolução por saltos‖. O mesmo vale para determinadas estruturas e funções. Por
exemplo, para funcionar o joelho necessita da verificação simultânea de 16
características críticas, codificadas através de milhares de instruções precisas no DNA.
Quanto forneceu a sua ―explicação‖ sobre a evolução do olho humano – que os menos
informados ainda levam a sério – Charles Darwin não fazia a menor ideia, por
exemplo, da existência de 400 000 foto-sensores por ml da retina.

onismo
não atende aos dados da ciência. PELO CONTRÁRIO, A TEORIA DA EVOLUÇÃO É
QUE ENFRENTA AS MAIORES DIFICULDADES NA SUA ADEQUAÇÃO AOS FATOS.
Ela apoia-se, "NÃO NOS FATOS OBSERVÁVEIS", mas na interpretação "daquilo
que NÃO SE PODE OBSERVAR", de acordo com PREMISSAS NATURALISTAS
INDEMONSTRÁVEIS.
As considerações anteriormente expendidas demonstram que, A EXPLICAÇÃO MAIS
RACIONAL DOS FATOS É A QUE APONTA PARA A CRIAÇÃO ESPECIAL DO UNIVERSO E DA VIDA. A teoria
da evolução, com todas as suas pretensões de cientificidade, não explica a origem da
vida, não identifica o ancestral comum, não dispõe dos elos intermédios da cadeia
evolutiva nem tão pouco conseguiu precisar e especificar o mecanismo de evolução.
Mais, a maior parte dos principais argumentos a favor da evolução (experiência Miller-
Urey, homens-macacos, embriões de Haeckel, tentilhões dos Galápagos,
Archaeopterix, homologias, fósseis de cavalos), tem sido refutada pela literatura
especializada, não criacionista, MAIS RECENTE.
O Criacionismo e a teoria da evolução não se encontram numa posição de
equidistância relativamente aos fatos. Com efeito, pelo menos quatro coisas são
empiricamente observáveis, e todas elas corroboram inteiramente o Criacionismo:
1) A VIDA SURGE DA VIDA. O CONTRÁRIO NUNCA FOI OBSERVADO POR QUEM QUER QUE SEJA. Esta é
a ―Lei da Biogênese‖.
2) As várias formas de vida reproduzem-se de acordo COM A SUA ESPÉCIE, com pequenas
variações.
3) NÃO HÁ VIDA SIMPLES. Mesmo a mais simples célula é mais complexa do que o mais
complexo dos mecanismos criados pelo homem.
4) Uma multiplicidade de diferentes formas de vida coexiste nos mesmos
ecossistemas. Como se disse, todos estes dados baseados na experiência, decorrem
naturalmente do modelo Criacionismo, sendo previstos por ele, embora não sejam
previstos pela teoria da evolução e necessitem de uma explicação.

LÍNGUAS SEMÍTICAS E CAMÍTICAS


A origem e a evolução da linguagem humana permanecem um mistério para a Teoria da evolução. Não existe
qualquer vestígio de evolução da fala a partir de grunhidos ou latidos animais. Existem numerosos
mecanismos através dos quais os animais comunicam informação, mas nenhum deles constitui um
antecedente evolutivo da linguagem. Esta supõe a convergência simultânea de um conjunto irredutivelmente
complexo de elementos de “softwares” (pensamento abstrato; informação) e hardware anatômico e fisiológico
(órgãos que corroboram para a fala). Isto, além da sua ligação aos demais sentidos.
Além de puras especulações, a teoria da evolução nada tem a dizer sobre este tema para além da
constatação incontornável de que só os seres humanos é que adquiriram essa capacidade adaptativa única,
de origem biologicamente indefinida. Nenhum outro ser vivo alcançou tal feitio, para o qual, é necessário ser
racional.
Confrontado com a unicidade da linguagem humana, Steven Pinker, ex-diretor do Centro de Neurociências
Cognitivas, agora a trabalhar em Harvard, refere-se ao fenômeno como uma “maravilha da natureza”, um
“milagre”, com um “design” completamente diferente do das outras formas de COMUNICAÇÃO ANIMAL. Um
criacionista não diria melhor! Mesmo o ateu convicto Noam Chomsky reconhece que não existe nada, em
nenhuma espécie animal, que se aproxime remotamente da linguagem humana. Apesar de os fatos
desmentirem a teoria da evolução também neste domínio, estes autores continuam a achar RACIONAL e
INTELECTUALMENTE SOFISTICADO sustentar esta teoria contra as evidências.
A origem e a unicidade da linguagem humana não é um mistério para o Criacionismo, que aceita a premissa
de que o Homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. Quando Deus criou o Homem falou
imediatamente com ele e deu-lhe a possibilidade de entender e de usar a fala.
Por sua vez, A ORIGEM DE MÚLTIPLAS LÍNGUAS CONSTITUI UM MISTÉRIO ACRESCIDO PARA A
TEORIA DA EVOLUÇÃO, na medida em que NÃO EXISTE QUALQUER EXPLICAÇÃO EVOLUCIONISTA
PLAUSÍVEL. A coisa complica-se, para a teoria da evolução, se se pensar que as línguas da antiguidade (v.g.
Sânscrito; Latim; Grego) eram estruturalmente muito mais complexas do que as línguas atuais. Há muito que
os evolucionistas se defrontam com a "extrema complexidade" mesmo das línguas “primitivas”.
Não deixa de ser significativo o fato de que as mais antigas civilizações conhecidas surgiram cerca de
trezentos anos após o dilúvio de Noé. As primeiras civilizações surgiram cronologicamente próximas do
dilúvio' e também, com nomes e línguas (toponimologia) baseadas nos filhos e netos de Noé. Isto é
evidenciado nas línguas e civilizações mais antigas, todas relacionadas aos descendentes de Noé, como as
línguas semíticas.
Para o Criacionismo, esta questão não pode ser entendida a não ser por referência ao episódio de Babel, de
dispersão das populações através da "multiplicação" das línguas. Longe de ser fantasia, TAMBÉM ISSO É
CORROBORADO PELOS FATOS, já que a evidência mostra que todas as línguas e dialetos atualmente
existentes, constituem subespécies de cerca de vinte línguas básicas, desprovidas de uma língua ancestral
comum. Isto é ciência!
SÓ UM EVENTO EXTRAORDINÁRIO COMO BABEL PODE EXPLICAR COMO É QUE DE UM TRONCO
COMUM PODEM SURGIR CERCA DE VINTE LÍNGUAS BÁSICAS SEM QUALQUER RELAÇÃO UMAS
COM AS OUTRAS. Foi Deus, o Originador da “gramática universal”, comum a todas as línguas e incorporada
na informação genética constitutiva do cérebro humano.

Você sabia que o CRIACIONISMO é MAIS CIENTÍFICO que o


EVOLUCIONISMO?

→ ―Ao contrário da convicção popular de que só o criacionismo se apóia no


sobrenatural (?), o evolucionismo TAMBÉM deve apoiar-se, porque as probabilidades
de formação de vida ao acaso são tão pequenas, que EXIGEM UM MILAGRE de Geração
Espontânea, EQUIVALENTE ao Argumento Teológico‖.
http://cabinet.weblog.com.pt/arquivo/CRIACIONISMO-B%CDBLICO-JM.pdf

→ Se você for simplesmente um cético, mais cedo ou mais tarde precisará perguntar-
se o seguinte: ‗Por que alguma coisa deveria dar certo, mesmo que se trate de
observação ou dedução? Por que a boa lógica não seria tão enganadora quanto a
lógica ruim? Ambas são movimentos NO CÉREBRO DE UM MACACO perplexo‖.

→ ―É inútil falar sempre da alternativa de razão e fé. A PRÓPRIA RAZÃO É UMA


QUESTÃO DE FÉ‖.

→ Toda proposta científica está limitada à percepção humana.


Como diz o Dr Adauto,
Quando nós tratamos de ―origens‖, nós temos que ir na fonte da coisa: não compre a
―ideia pronta‖, pois ela pode estar errada.
Na área de teorias são propostas, que GERALMENTE ESTÃO RELACIONADAS COM
AQUILO QUE NÓS NÃO PRESENCIAMOS. No caso da teoria das origens, NINGUÉM
ESTAVA LÁ.
Veja os vídeos:
Adalto Lourenço - Princípios da Criação 01 - As Origens
http://www.youtube.com/results?search_type=&search_query=Adalto+Louren%C3%A7o+-
+Princ%C3%ADpios+da+Cria%C3%A7%C3%A3o+01+-+As+Origens&aq=f
→Veja esta questão: TODOS OS SUPOSTOS ANCESTRAIS DO HOMEM NÃO PASSARAM
DE FRAUDES.

Questão: Evolucionismo: como acreditar na evolução humana,se os SUPOSTOS


ancestrais do homem não passaram de equívocos?
http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=As.UCw0j6861AQoW.i5LLgHJ6gt.;_ylv=3?qid=20
080910123117AAYJlyf

Veja alguns motivos porque o criacionismo é mais científico:


• O Criacionismo NÃO CONTRARIA a nenhuma lei da ciência.

• O Criacionismo acredita e aceita tudo aquilo que for provado cientificamente. Por isso
também, está de acordo com os padrões científicos.

• Cientistas criacionistas são considerados bons cientistas.

• O mesmo não se pode dizer do Evolucionismo. O Evolucionismo se baseia coisas que


contrariam a própria ciência - como o surgimento da vida duma sopa pré-biótica
(embora você venha dizer que o evolucionismo não é Abiogênese, o evolucionismo
apóia a Abiogênese, mesmo que a única coisa já observada cientificamente seja o
contrário, seja VIDA SURGINDO DE VIDA, conforme a Lei da Biogênese).

• Evolucionistas estão marcados pelas fraudes e trapaças em nome de sua crença.


Muitos pontos errados, que deveriam passar por uma revisão dentro do
evolucionismo, ainda perduram até hoje, como as datações, que já deram provas
de serem métodos falíveis; descobertas arqueológicas que contrariam o
evolucionismo, não são divulgadas (como no caso da "Arqueologia Proibida").
Entretanto, MESMO QUANDO UM GRANDE VOLUME DE DADOS É ACHADO EM
CONTRADIÇÃO A ESTA DOUTRINA, ELA TEM PERMANECIDO, PORQUE OS
MATERIALISTAS NADA TÊM EM SUBSTITUIÇÃO. Mesmo que se achem provas
contra a teoria da Evolução, ela não é descartada, e as provas, ignoradas ou
abafadas.

A evolução NÃO PODE SER CONSIDERADA CIÊNCIA por três motivos:

1) porque os próprios defensores da evolução afirmam que os processos evolutivos


não são perceptíveis para o ser humano, devido a sua lentidão;
2) porque o surgimento da vida, que segundo eles ocorreu há bilhões de anos, ocorreu
quando ninguém poderia estar presente para registrar esse fato;
3) porque a teoria que diz que todos os seres vivos são originados de seres
unicelulares não pode ser comprovada cientificamente.
A ciência não pode dizer que a evolução das espécies é um fato sem provar. A Teoria
da evolução não pode ser provada cientificamente, isto é, ela não pode ser reproduzida
em laboratório. Por outro lado, ela é muito lenta para ser observada.
• Isto não simplesmente parece que não querem saber a verdade, como também, que
não querem que, em hipótese alguma, 'as coisas relacionadas à Deus sejam verdades'!
Isto parece mais um querer do que poder. Se a evolução realmente aconteceu, ela
deveria estar sendo confirmada pela ciência, e também observada em nossos dias pela
ciência. E observada, em harmonia com a ciência, - sem contrariar as suas leis, sem
entrar em choque com nenhuma lei científica.
Como um ser humano que nasceu muito depois vai provar o que não viu? Só existe um
modo: observando as evidências. E são justamente estas evidências que comprovam o
Criacionismo, e entram em conflito com o Evolucionismo. Darwin, em sua época,
pensou que, com o tempo, a ciência comprovaria a Evolução das Espécies; mas não foi
o que aconteceu. Era para ter acontecido se a evolução fosse verdadeiramente um
fato...

A doutrina da evolução não pode ser uma hipótese, porque não pode ser
substituída por uma outra hipótese. Portanto, ela também não é uma teoria,
porque uma teoria é uma maneira de pensar (a respeito de algum campo da
ciência) que também deveria ser substituível por uma outra, o que é para o
materialista impossível.

A evolução mostra uma dolorosa falta de coordenação entre os vários campos das
ciências exatas. É um bem conhecido fenômeno que cada cientista sente as
dificuldades da doutrina da evolução no seu próprio campo, MAS IMAGINA QUE A
DOUTRINA ESTEJA SUFICIENTEMENTE APOIADA EM OUTROS CAMPOS. Nesse
sentido, todo biologista deveria saber que a doutrina está em contradição com os
princípios fundamentais da matemática, da física e da geologia.

Física - A mesma discrepância é sentida entre a Física e a Biologia. Os físicos


descobriram, como uma das principais leis do universo, a Segunda Lei da
Termodinâmica. Eles asseveram que num sistema fechado (isto é, um sistema no
qual é impossível a troca de energia com o ambiente), a entropia (isto é, a
tendência para converter a energia cinética em calor) tende a aumentar. Sabe-se
que ESTA LEI TEM VALIDEZ UNIVERSAL, pois ela explica a tendência do universo
para um nível mais baixo de ordem e organização. Isto é evidenciado pelo
―envelhecimento‖ do universo e pela desintegração de estrelas complexas e dos
metais radioativos.

Isto está em contraste gritante com um outro princípio (a evolução) inventado


pelos biologistas, que por sua vez implica numa tendência do universo para um
mais alto nível de ordem e organização. De fato, tem sido objetado que a lei da
entropia é somente válida para um sistema fechado enquanto que num sistema
aberto (como a Terra) a entropia poderia temporariamente decrescer.
• Mas em primeiro lugar NÃO HÁ RAZÃO ALGUMA PARA NÃO SE CONSIDERAR O
UNIVERSO COMO UM SISTEMA FECHADO.
• Em segundo lugar, o mencionado decréscimo, na realidade, é SOMENTE
TEMPORÁRIO e NÃO PODE SER LEVADO EM CONTA para o estabelecimento de um
princípio de tão (suposta) validez geral em todo o universo, como é o princípio da
evolução.

Geologia – Outra área de discrepância é conhecida, entre a Geologia e o


evolucionismo. Quando o principio de uniformidade de Lyell é compreendido
somente como expressão da validez geral das leis naturais, nada está errado. Mas
quando ele se contrapõe à teoria do catastrofismo (Cuvier) como era intenção de
Lyell, devemos tomar cuidado.

Admite-se que todos os estratos geológicos devem ter-se originado por inundações,
e que talvez todos os fósseis devam a sua origem a uma catástrofe. Sob condições
normais não surgem fósseis.
• O que são as épocas glaciais senão uma espécie de cataclismo?
• Surgiram os cemitérios de mamutes na Sibéria e os peixes e moluscos nos Alpes
sob condições de ―uniformidade‖?
• E como se pode explicar a seqüência inversa dos estratos geológicos ao longo de
milhares de quilômetros quadrados (por exemplo, em Montana, no Canadá, e em
outros lugares)?
— O princípio da uniformidade é a base fundamental de todos os métodos de
datação; mas é ele um método fidedigno?
Sabe-se que a velocidade de sedimentação é muito variável, não é fixa, mas
alterável.
— E quanto aos métodos radioativos, como se pode saber se o chumbo numa
formação rochosa é ou inteiramente radiogênico ou parcialmente primordial?
• Como se pode mostrar que a radiação cósmica foi sempre uniforme?
Isso obviamente não pode ser verdadeiro sob o próprio ponto de vista
evolucionista, QUE SUPÕE COMO NECESSÁRIAS PARA A ORIGEM DA VIDA,
CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS COMPLETAMENTE DIFERENTES DAS ATUAIS.

(2) Um postulado científico não deve ser mais complicado do que o necessário para
a explicação dos fenômenos observados.
* Esta exigência nos lembra das muitas hipóteses auxiliares que têm sido
introduzidas na geologia, taxonomia, genética, paleontologia, etc., para tornar a
doutrina da evolução mais aceitável.

O geólogo evolucionista, vê-se diante dos seguintes problemas:


• Não há uma única prova independente de que o Devoniano, por exemplo, de fato
ocorreu em lugares diferentes ao mesmo tempo.
• Em nenhum local se apresenta em estratos a origem evolucionista de qualquer
espécie de animal ou de planta.
• Tem sido publicamente admitido que a noção dos fósseis índices é baseada num
CICLO VICIOSO: eles indicam a idade de uma rocha na qual são achados, enquanto
que eles mesmos são datados através da suposta idade da rocha à qual pertencem.
Podem todos estes problemas ser resolvidos ou há possivelmente algo errado com
a coluna geológica?

O taxonomista também conhece o seu dilema próprio. Seu sistema taxonômico


tem-se tornado interessante porque refletiria a evolução dos organismos vivos,
entretanto, ao mesmo tempo em que ele tem de admitir que todos os organismos
constantes do seu sistema estão ainda vivos, deve também admitir que eles não
descenderam uns dos outros, mas sim de supostos ancestrais comuns. Portanto,
ele tem de introduzir uma hipótese auxiliar para explicar porque muitas formas
primitivas permaneceram mais ou menos imutáveis, enquanto que outras sofreram
uma evolução rápida e drástica.

O geneticista evolucionista deve fugir dos seguintes fatos estabelecidos:

(a) AS ESPÉCIES NÃO SE TRANSFORMAM;


(b) Quase todas as mutações NÃO SÃO benéficas;
(c) A produção de órgãos e organismos especializados através da seleção natural
de mutações aleatórias é INACEITÁVEL ESTATISTICAMENTE.

• O evolucionista pode vencer estes obstáculos existentes para a doutrina da


evolução somente através de hipóteses auxiliares NÃO PROVADAS e MUITO
IMPROVÁVEIS.
Tais hipóteses são também necessárias ao paleontologista evolucionista, para
problemas, tais como:

(a) Por que não existem formas intermediárias e transicionais?


(b) Por que não são conhecidos órgãos nascentes?
(c) Por que são os fósseis tão descontínuos quanto às formas atuais?
(d) Por que dificilmente existe (se existir) um fóssil no Pré-cambriano? (ainda que
3/4 da suposta história da vida deva ter-se desenvolvido antes do Cambriano!)
(e) De onde provieram os enormes cemitérios de animais?
(f) De onde provieram todos aqueles filos invertebrados no Cambriano de maneira
tão repentina? Qual foi a origem dos mamíferos no Terciário? De onde surgiram
repentinamente as Angiospermas?
(g) Como é possível que espécies que de acordo com a teoria são separadas por
intervalos de milhões de anos, com relação ao seu período de existência sejam,
não obstante, achadas algumas vezes juntas na mesma rocha, [tais como as
supostas impressões de Homo e Dinossauros no rio Paluxy (Texas) o os crânios
Wadjak encontrados por Dubois no mesmo estrato que o Pitecantropus, etc?].

(1) Um postulado científico deve dar origem a conclusões que possam ser
controladas por observações (experimentais) posteriores.

Menciono agora outros aspectos da abordagem experimental nos quais a


DOUTRINA EVOLUCIONISTA tem falhado. Experiências ecológicas e de cruzamento
têm mostrado que nenhuma variação transgride os limites das espécies. As
mutações podem ser vantajosas num ambiente muito específico, mas são quase
sempre degenerativas. Híbridos selecionados retornam aos seus tipos ancestrais
após livre cruzamento. Formas cultivadas retornam ao seu estado original.

Um grande problema para o evolucionista é também que não se encontrou até agora
MACROMUTAÇÃO DE ESPÉCIE ALGUMA com um alto valor seletivo. Também a
mutação ocorrendo em genes existentes NÃO ACARRETA a origem de novos genes.
ADAPTAÇÃO CONDUZ A VARIAÇÃO E NÃO A TRANSFORMAÇÃO. A SELEÇÃO NATURAL
TENDE A ELIMINAR AS MUTAÇÕES E NÃO A FAVORECÊ-LAS. Nesse ponto, A GENÉTICA
TEM AJUDADO OS CRIACIONISTAS, porque tem mostrado nada mais do que o fato de
as espécies serem VARIÁVEIS, mas NÃO TRANSFORMÁVEIS. A genética comprova que os
descendentes sempre são da mesma espécie que os ascendentes.

Somente um criacionismo fundamentalista pode ser uma séria alternativa ao


evolucionismo. MAS SOMENTE POUCAS PESSOAS SABEM QUE OS CRIACIONISTAS DE FATO PODEM DAR
EXPLICAÇÕES TÃO ACEITÁVEIS, OU AINDA MAIS ACEITÁVEIS PARA MUITOS FENÔMENOS NATURAIS DO
QUE OS EVOLUCIONISTAS.

Em muitas disciplinas, supostas ―provas‖ da evolução têm sido apresentadas. Estas


são geralmente baseadas em círculos viciosos. Se se toma antes de observar os fatos,
a teoria da evolução como verdadeira, certos fenômenos tornam-se compreensíveis, e
são então apresentados como argumentos para a evolução. MAS NA REALIDADE,
ESSES FENÔMENOS NÃO SÃO ARGUMENTOS QUE VÊM FAVORECER A EVOLUÇÃO
PORQUE TAMBÉM SE TORNAM COMPREENSÍVEIS QUANDO SE ADMITE A CRIAÇÃO. Por
exemplo, as correspondências morfológicas entre os organismos podem ser
compreendidas como resultante de uma ascendência comum, mas também pode ser
compreendida como um "planejamento comum", feito pelo Criador. Um plano
tipológico comum, por exemplo, pode ser muito útil para uma maneira de vida
semelhante, e essa poderia muito bem ser a razão pela qual Deus criou muitos animais
de acordo com um planejamento semelhante. Além disso, a teoria da ascendência
comum não é consistente, pois freqüentemente supõe ―convergências‖ suspeitas, que
são mais bem compreendidas através da existência de um Criador comum, do que
através da evolução.

É necessário para os evolucionistas aceitar um grande número de premissas que são


essenciais para os seus pontos de vistas, as quais não são provadas, para as quais
dificilmente há qualquer evidência, e que muitas vezes são completamente
improváveis. NO SÉCULO PASSADO ISTO NÃO ERA UM PROBLEMA PORQUE OS DEFENSORES DO
EVOLUCIONISMO TINHAM A FIRME CONVICÇÃO DE QUE A EVIDÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA AS SUAS
SUPOSIÇÕES SERIAM MAIS CEDO OU MAIS TARDE OBTIDAS.

ENTRETANTO, OS PILARES DO EVOLUCIONISMO NÃO PUDERAM SER SUSTENTADOS DURANTE OS ÚLTIMOS


CEM ANOS, MAS FORAM ENFRAQUECIDOS DE UMA MANEIRA CONTÍNUA DEVIDO ÀS NOVAS EVIDÊNCIAS.
O EVOLUCIONISMO SE ADAPTAVA A UMA ÉPOCA EM QUE SE ACREDITAVA NA ―GERAÇÃO ESPONTÂNEA‖,
ENQUANTO QUE HOJE É UM DILEMA ACREDITAR NUMA GERAÇÃO ESPONTÂNEA QUE NÃO PODE OCORRER.
Naquela época também a teoria da uniformidade de Lyell podia ser considerada a par
com as teorias catastróficas, enquanto hoje em dia, sabe-se que os geólogos nada
mais fazem do que "ESTUDAR CATACLISMOS".

• A evolução surgiu numa época em que 3/4 da sugerida história da vida estavam
completamente faltando nos registros fósseis, porque teriam tido lugar antes do
Cambriano, e os estudiosos acreditavam que o Pré-cambriano apresentaria uma
grande quantidade de fósseis que viriam ilustrar esta parte que então faltava. Mas
mesmo ainda hoje, dificilmente existe um único fóssil Pré-cambriano FIDEDIGNO.

OS EVOLUCIONISTAS BASEIAM OS SEUS PONTOS DE VISTA NA FÉ, E ASSIM NÃO TÊM


O DIREITO DE REPROVAR OS CRIACIONISTAS PELA SUA CRENÇA NUM CRIADOR.

Desta maneira poder-se-ia prosseguir mencionando muitas asserções evolucionistas


infundadas, que não têm encontrado apoio no último século, Não admira-nos,
portanto, que especialmente cientistas jovens levantem questões e tenham dúvidas
quanto à validez do evolucionismo. Seria irreal, entretanto esperar que finalmente o
evolucionismo fosse rejeitado. Enquanto a maior parte dos cientistas se recusar a
aceitar que há uma alternativa apresentada pela Palavra de Deus, apegar-se-ão à sua
doutrina INACEITÁVEL e REFUTADA, mantida por eles como sua fé e religião.

______________________________________________________________

O que é o Criacionismo? Criacionismo é ciência? O Criacionismo prova Deus?


O Criacionismo é um ramo ou teoria da ciência, defendida por grande parte daqueles
que acreditam em Deus, que não acreditam que o Universo e a vida surgiram casual e
acidentalmente, nem num suposto processo de evolução, mas num processo de
criação. O criacionismo, assim como o Design Inteligente, pensa que a vida é muito
complexa, e exige muita inteligência para ser, simplesmente o fruto de um acidente
evolutivo aleatório. A discussão criação e evolução é muito antiga, até mesmo antes de
Cristo. Há defensores do criacionismo entre os teístas em geral, incluindo teístas sem
religião, como os chamados ―teístas filosóficos‖. Há defensores do criacionismo em
todos os ramos e segmentos da ciência.
Também, famosos cientistas do passado foram defensores do criacionismo, como:
Isaac Newton (1643-1727), Robert Boyle (1627-1691), Louis Pasteur (1822-1895) — o
descobridor da Lei da Biogênese, que refutou a Geração Espontânea; Willian Ramsey;
Blaise Pascal — inventor da calculadora; Samuel Morse — inventor do telégrafo; Miguel
Paraday — cuja capacidade mental foi comparada à de dez homens comuns; Willian
Hershel — o astrônomo que descobriu o planeta Urano; Joannes Kepler — muito
conhecido por descobrir as chamadas ―Leis de Kepler‖; Gregor Mendel — que descobriu
várias leis da genética, entre elas, a ―Lei da Transmissão Genética‖, e outros nomes
famosos, como Michael Faladay, Charles Babbage e Willian Thomson, - fora os da
atualidade. Atualmente, a maior parte dos cientistas criacionistas são americanos (dos
Estados Unidos) e de Israel: dois países que tem contribuído muito para a ciência
mundial, onde atualmente, estão os melhores cientistas do mundo.
Entre os russos, principalmente nos meios científicos, há um grande número de teístas
filosóficos, que não possuem religião nenhuma, mas crêem em um criador e na ciência
criacionista por reflexão filosófica.

Muitos defensores do evolucionismo falam preconceituosamente contra o criacionismo


porque não admitem que o criacionismo, dominante antes de Darwin, ainda possui
suas bases sólidas e fortes no campo científico, para aquilo que defende. A censura, o
preconceito e a ridicularização são os meios que os evolucionistas adotam para não
reconhecerem a verdade científica. Se o criacionismo não fosse científico, não
haveriam tantos cientistas, biólogos, bioquímicos, paleontólogos, cosmologistas,
astrônomos, geneticistas, físicos, geólogos, etc, que são criacionistas.

Na área da geologia, o criacionismo interpreta os dados geológicos como o resultado


de uma grande catástrofe – e não de longos milhões de anos de lenta evolução – e,
conforme as evidências, esta catástrofe foi uma grande inundação em todo o planeta.
Na área cosmológica, o criacionismo aponta evidências de um Universo recém-criado,
(embora haja outras teorias entre os criacionistas, como a teoria dos buracos brancos,
por ex., que defende a ideia de que diferentes pontos do Universo têm idades
diferentes). Parecerá chocar a muitos, mas antes do darwinismo, se defendia
amplamente, no meio científico, a ideia de um ―Universo recente‖.

Sobre os chamados de fósseis de ancestrais humanos, ou hominídeos, o criacionismo


mostra, - fora as fraudes e erros já comprovados – o resultado dos últimos e
derradeiros estudos sobre tais fósseis, que mesmo entre os já comprovados terem sido
farsas, alguns continuam nos livros de biologias. Estes estudos, têm demonstrado
muitas semelhanças com os homens atuais, com pessoas com anomalias; em alguns,
os supostos fósseis demonstram muita semelhanças com símios e macacos, incluindo
espécies existentes e também, extintas.
Outra observação sobre os supostos fósseis de ancestrais hominídeos, é que, nunca foi
encontrado sequer um esqueleto (ou fóssil) que estivesse 100 % completo, inteiro, ou
pelo menos, 50 % de seus restos mortais. Nunca foi encontrado algum esqueleto
fossilizado que estivesse pelo menos em condições de se ter a certeza de que era
mesmo, de fato, os restos mortais de algum ancestral do homem. O fóssil hominídeo
mais completo que já fora encontrado fora conhecido como ―Lucy‖, mas o esqueleto
continha apenas cerca de 40 % dos restos mortais; este, com apenas
aproximadamente 40 %, foi o fóssil de ancestrais humanos mais completo de todos os
que já encontraram.
Acredite, em alguns casos, os ‗ancestrais humanos‘ foram RECONSTRUÍDOS apenas
com base em ―partes de um crânio‖, apenas. O chamado Homem de Nebraska
(pertencente à categoria das fraudes), por exemplo, foi ―criado‖ apenas com base em
um dente.
O criacionismo admite que ocorram microvariações dentro das ―espécies‖ que foram
criadas originalmente, (que são diferentes das que chamamos ou classificamos como
―espécies‖ atualmente, na classificação biológica taxonômica baseada no
evolucionismo, que é uma forma moderna de classificar, que também surgiu com o
darwinismo.
Mas diferente do evolucionismo, o criacionismo não aceita que estas ―espécies‖ possam
se transformar (evoluir) em outra, (como se postula a evolução de répteis para
anfíbios, de anfíbios para répteis, de répteis para mamíferos, etc), pois isso nunca foi
observado pela ciência (embora devesse ser constantemente, devido ao alto número
de espécies existentes).
Como se pode ver, o criacionismo é amplamente científico. O criacionismo é
simplesmente a ciência que acredita em Deus, no Deus cristão como o Criador, e que
acredita em um processo de criação (e não em um acidente evolutivo); e que não
acredita em que todas as formas de vida existentes evoluíram de um microorganismo,
mas que várias formas de vida, com potencial genético para variar foram projetadas e
criadas inteligentemente, e teriam ocorrido microvariações em seus respectivos tipos
básicos, as espécies originalmente criadas (baramin) – conforme a biologia
criacionista.

Enfim, isto é um pouquinho de o que é o criacionismo científico. Tenho de admitir que,


tudo o que tem sido demonstrado pela ciência criacionista, (e pela própria ciência em
si, examinada a fundo), SÃO ESMAGADORAMENTE COERENTES COM o relato judaico-cristão de
GÊNESIS 1-11, como você afirmou recentemente.

O CRIACIONISMO PROVA DEUS?

O Criacionismo só poderia provar Deus, se a ciência pudesse provar sua existência ou


sua inexistência, mas isto está fora do alcance da ciência, que lida com o natural, e o
Criacionismo é uma ciência. A ciência é apenas o conjunto dos conhecimentos
humanos, acumulados pelo estudo de nosso mundo físico, visível e natural. Em outras
palavras, tanto a ciência como o Criacionismo, estudam apenas o cosmos criado, não o
Criador deste. O Criacionismo não pode provar Deus porque Ele é imaterial. O fato de
nenhuma ciência poder provar a Deus, deve-se ao fato de Sua natureza espiritual e
transcendente.
Mas, o criacionismo deixa de ser ciência por crer em um criador, que não pode ser
provado pelos métodos naturais da ciência? De modo algum!
Há evolucionistas teístas, que crêem no Deus citado nas escrituras como o Criador,
que teria guiado o processo de evolução, mas nem por isso o evolucionismo se torna
anticientífico. Por que então, querem desqualificar o criacionismo, ignorando suas
bases?
— Não é anticientífico dizer que existe um criador; o que a ciência não pode dizer é
quem é este criador; isto, nós podemos fazer com a razão e a revelação, não é preciso
da ciência. É neste ponto que o Design Inteligente e o criacionismo diferem: o Design
Inteligente diz apenas que há um Criador, um projetista, um designer; mas o
criacionismo, neste ponto, vai além, afirmando ser este ―designer‖, o Deus que se
revelou aos homens no decorrer da história, conforme registrado nas escrituras.
Apenas neste ponto, não utilizado em métodos científicos, é que o Criacionismo tem
implicações religiosas.
Embora o criacionismo tenha implicações religiosas, ele está baseado nos fatos e
evidências da própria ciência, interpretados em completa harmonia com o Gênesis.
O Criacionismo também se baseia na complexidade da vida celular e microscópica.
Existem também evolucionistas que compartilham da mesma fé no Deus bíblico que os
criacionistas, chamados de ―evolucionistas teístas‖, (pois é do conhecimento de todos
que nem todos os evolucionistas são ateus), mas nem por isso o evolucionismo se
torna ―pseudociência‖, ou é considerado anticientífico.
— Até entre os que crêem numa evolução casual, precisam de fé para crer em algo
que ninguém presenciou, e pela falta de evidências concretas e atualizadas.

Portanto, se o evolucionismo for julgado pelas mesmas bases e critérios pelas quais
evolucionistas chamam o criacionismo e o ―DI‖ de ―pseudociências‖, então, o
evolucionismo também seria uma pseudociência. Do mesmo modo que o criacionismo,
o evolucionismo também não pode provar nada sobre Deus, e há evolucionistas
teístas. No caso de adeptos não-teístas, não se tem evidências de que a vida possa
surgir por geração espontânea, nem evidências a favor da macroevolução e, o
evolucionismo ainda entra em conflito com algumas leis da ciência. Assim sendo, o
evolucionismo seria uma ―pseudociência maior‖.
A verdade é que nenhuma ―opinião científica‖ será capaz de provar alguma coisa sobre
o Criador, seja ela criacionismo, Design Inteligente ou evolucionismo; porque a ciência
não estuda o Criador, mas as coisas criadas, ela estuda o mundo físico, e não um Deus
de natureza transcendente e espiritual. Ela cuida de explicar os fenômenos físicos.

Se a ciência começou com O CRIACIONISMO, por que ele seria


PSEUDOCIÊNCIA?
Se a ciência começou com O CRIACIONISMO, por que então o criacionismo seria
PSEUDOCIÊNCIA? É uma questão pra se pensar, não acham?

Por que o criacionismo seria pseudociência, uma ciência falsa, se antes de Charles
Darwin ele era a ―interpretação científica‖ DOMINANTE?
Por que antes do darwinismo o criacionismo jamais foi chamado de pseudociência?

• Famosos cientistas do passado eram criacionistas: por que então, eles são chamados
de ―CIENTISTAS‖, ao invés de ―pseudocientistas‖? Por que na época em que viveram
eles foram considerados de fato, como cientistas, e não como ―FALSOS‖ cientistas?
Por exemplo, Isaac Newton era um criacionista declarado, e não tinha vergonha de
mostrar isso: então, Isaac Newton foi um grande pseudocientista, que contribuiu muito
para a ciência?
E o que dizer de Louis Pasteur, que descobriu a lei da Biogênese: como poderia um
pseudocientista criacionista descobrir uma das principais e mais conhecidas leis da
ciência?

E o que dizer do geneticista Gregor Mendel, que descobriu várias leis da genética;
também foi ele um pseudocientista? Então, já que nenhum deles era cientista, por que
os próprios evolucionistas os chamam de cientistas? Isto não é contraditório? Se eles
nunca foram, e não mereceram serem reconhecidos como cientistas, só porque eram
criacionistas, não deveríamos ter jogado fora todas as contribuições que estes homens
deram para a nossa ciência?

Mas, onde está escrito na metodologia científica que, para ser ciência, ou para ser um
cientista, é preciso ser, antes de tudo, um adepto do evolucionismo, e da filosofia
naturalista? Desde quando para ser um cientista é necessário acreditar na evolução?
E até quando um cientista continua sendo um cientista, se ele deixar de crer,
acreditar, TER FÉ NO EVOLUCIONISMO, na evolução das espécies?
Será que o evolucionista Richard Dawkins deixará de ser um cientista, se algum dia ele
deixar de ter fé na evolução, e passar a acreditar na criação? – A formação científica
deste homem só vale enquanto ele acreditar no evolucionismo? Então, para onde vai
todos os estudos deste mesmo? É lícito que ele seja classificado como
―pseudocientista‖ simplesmente por ter mudado de opinião e trocado de interpretação
científica?
Claro que não! Isso não é justo...
Isso não é justo, e a ciência deve ser aberta, e aceitar o questionamento!..

Por que antes do darwinismo o criacionismo jamais foi chamado de pseudociência, e


apenas os evolucionistas mais fanáticos o chamam de pseudociência? Já não era de se
esperar que o fanatismo e o preconceito penetrassem também no meio científico?
Nações e povos extremamente religiosos é que deram início às pesquisas científicas; e
embora a discussão entre criacionismo e evolucionismo seja datada antes de Cristo, o
criacionismo é mais antigo que o evolucionismo, e sempre foi a interpretação
dominante, desde os primórdios das pesquisas científicas, até o surgimento do
darwinismo. Então, por que ele passaria a ser pseudociência, com o surgimento do
darwinismo? Então, quer dizer que antes de Darwin não havia ciência? Claro que havia,
e o criacionismo era a interpretação principal da ciência. Os próprios evolucionistas
testificam isto, quando eles fazem referências à ciência antes de Darwin, antes de
Lamarck, na época de Galileu Galilei, etc.

Deus se revelará visivelmente apenas no tempo determinado. Por enquanto,


ele se revelará apenas por meio da fé, sem a qual é impossível agradá-lo. Já
me conformei, e consegui compreender esta realidade, pois Deus é espírito.
Quando Ele se revelar visivelmente, não precisará da ciência.

Eu também pensava que o criacionismo não era científico, até que comecei a
ouvir a opinião de seus defensores, sem parcialidade... pra mim, ele não era
ciência, mas comecei a ver que ele é muito defendido por milhares de
cientistas no mundo inteiro, e com bases lógicas e racionais... pela internet
mesmo, se acha muita coisa interessante.
Se você acha um relógio na rua, isso prova que ―existe um relojoeiro‖, que há
um relojoeiro, que fez aquela obra... E o Universo, com tanta inteligência e
informação, testemunha que há um Criador.
— No livro ―A Caixa Preta de Darwin‖, Michael Behe mostra que os sistemas
moleculares estão repletos de várias peças complexas. Todas as peças
precisam estar presentes ao mesmo tempo para que uma delas possa
desempenhar alguma função útil, - o que revela que estes sistemas só
poderiam vir à existência como resultado de um projeto inteligente.
— Veja o caso do astrônomo Fred Hoyle, que teve seu ateísmo abalado pelo
princípio antrópico e pela complexidade que observou na vida. Hoyle
concluiu:
―Uma interpretação de bom senso dos fatos sugere que um superintelecto
intrometeu-se na física, na química e na biologia e que não há forças ocultas e
dignas de menção na natureza‖.

Embora Hoyle tenha sido vago sobre quem seja exatamente este
―superintelecto‖, mesmo sendo ateu, ele reconheceu que o ajuste refinado do
Universo exige inteligência. E superinteligência.

Deus não precisa da ciência para se revelar ao mundo. Se ele fosse se revelar
por meio da ciência, não poderia ter feito isto antes, porque a ciência humana
só veio avançar agora, nos últimos duzentos anos; e então, teríamos
permanecido todos estes séculos e milênios em completa ignorância, até que a
ciência tivesse capacidade tecnológica para provar Deus.
Mesmo que esta revelação fosse visível, o que fariam os que quisessem se
opor a este Criador? E como a ciência poderia descrever características
particulares deste Criador, senão por meio de uma revelação pessoal? E o que
seria daqueles que morreram antes da ciência moderna?
Vemos então que, assim como a ciência não é capaz de descrever as
características e habilidades particulares de cada ser humano, ela também não
seria capaz de descrever características peculiares de Deus, que só Ele possui.
Afinal, quem ou o quê estaria apto ou à altura de descrever Deus? Para se
conhecer o Criador, seria necessário conhecer o seu ―perfil‖; e somente Ele
seria capaz de autodescrever a si mesmo; mas isto, somente uma revelação
pessoal seria capaz de fazer. Por isso, Deus se revelou aos homens no decorrer
da história de Israel.

Por que dos supostos ―ancestrais humanos‖ geralmente, só acham o crânio?

Vocês acham que isto é prova suficiente de que houve evolução na espécie
humana, no gênero humano?
Por que afirmam com eloquência que temos parentesco com os primos
macacos e que também somos primatas, se as evidências são insuficientes?

Você sabia que esta foi uma das áreas onde mais houve fraudes e falsificações
de fósseis, - para se provar a suposta evolução humana?

Por que nunca se encontrou um fóssil inteiro, pra que tivéssemos certeza?
Se a evolução fosse verdade, não seria o caso de se encontrar fósseis mais
completos dos ―ancestrais do homem‖, e estes até em maior quantidade que os
fósseis de dinossauros? – O óbvio é que os mais recentes é que deveriam ser
encontrados em maior quantidade!

E por que os fósseis de dinossauros são mais completos que os ―recentes


ancestrais do homem?‖
• O homo Erectus, foi baseado apenas em UM CRÂNIO, UM
―FRAGMENTO‖ DE FÊMUR E TRÊS DENTES. Mas o crânio era de uma
mulher pequena, o fêmur humano e os dentes de macacos.
• O também famoso Homem de Java, foi baseado em UM CRÂNIO, que na
verdade, era apenas, segundo alguns estudiosos, o osso do joelho de um
elefante.
• O MAIS ABSURDO DE TODOS, foi o Homem de Nebraska, que usaram
como base para reconstruir apenas UM DENTE.
• O homem de Orce, era apenas O CRÂNIO de um burro...

Fato é que, nunca se encontrou algum fóssil dos nossos alegados ancestrais
que estivesse pelo menos completo, que tivesse pelo menos 50 % completo,
ou que não fosse duvidoso. O mais completo, e por isso famoso, foi chamado
de Lucy, que não compõe sequer 50 % de um esqueleto completo. Como se
pôde ver acima, basta um dente ou um crânio antigo, para se dizer que foi um
ancestral humano.

A introdução do livro ―Origem das Espécies‖, na reedição de 1956 (originalmente em


inglês) diz:
―Como sabemos, HÁ UMA GRANDE DIVERGÊNCIA DE OPINIÃO entre os biólogos,
não somente a respeito das causas da evolução, mas ATÉ MESMO SOBRE O PROCESSO
EM SI. Essa divergência existe porque AS EVIDÊNCIAS SÃO INSATISFATÓRIAS e
NÃO PERMITEM NENHUMA CONCLUSÃOFINAL. Assim, é correto e apropriado,
portanto, DIRIGIR A ATENÇÃO DO PÚBLICO NÃO-CIENTÍFICO PARA AS
DISCORDÂNCIAS A RESPEITO DA EVOLUÇÃO‖.

Mas a ciência se tornou parcial, partidária, tentando manter seu crédito com o público pela
ELIMINAÇÃO DA CRÍTICA E ABAFAMENTO DAS DIFICULDADES, o que é
anormal e incorreto no método científico. A maioria dos macroevolucionistas ignoraram
esta admoestação, e tentaram estabelecer A PRÓPRIA POSIÇÃO, induzindo o público em
erro e APELANDO PARA O SENTIMENTO POPULAR E OPINIÕES, em vez de apelar
para a ciência operacional e as evidências observáveis.
_________________________________
Paradigma Naturalista

Homens como Lyell, Comte, Charles Darwin, Huxley, Haeckel, Mayr, Sagan,
Lewontin, Gould, Eldredge, Dawkins, Dennett, Pinker, Hawking, entre outros,
têm sustentado que toda a ciência tem necessariamente que ser naturalista, isto
é, tem que excluir liminarmente qualquer possibilidade de causas
sobrenaturais. Estes e outros cientistas decretaram que no Universo não há
qualquer lugar para Deus nem para a análise dos efeitos da sua ação. Para
eles, o fato de essa ser a sua profunda convicção filosófica e ideológica é
razão mais do que suficiente para que todos aceitem doravante essa
determinação e construam a ciência de acordo com ela. A verdadeira
ciência, dizem, só pode ser naturalista. A mesma só pode investigar as
relações de causa efeito entre matéria e energia, no tempo e no espaço (o que é
óbvio, visto que a ciência estuda apenas o mundo físico, não o criador).

Quem pretender afirmar algo diferente, segundo o princípio arbitrário da


ciência (diga-se, filosofia) naturalista, não pode ser cientista.

Quem ousar defender que existem efeitos naturais inexplicáveis unicamente


por meio de causas naturais, está irremediavelmente condenado a permanecer
fora da ciência.

NOTE-SE, PORÉM, QUE ESTE TIPO DE NATURALISMO NÃO É TOTALMENTE


NEUTRO, DO PONTO DE VISTA IDEOLÓGICO. O mesmo toma um partido bem
definido relativamente à questão da ―natureza da natureza‖, na medida em que
tem subjacente uma compreensão estritamente física e materialista da
natureza, excluindo a possibilidade de a natureza conter uma dimensão
imaterial (v.g. informação, estrutura matemática ou computacional), para além
da matéria e da energia. É que, por si só, a existência de informação ou de
uma estrutura matemática remete imediatamente para a possibilidade de uma
causalidade inteligente. Sucede que este entendimento, longe de promover a
objetividade e o pensamento crítico na ciência, como pretendem os
naturalistas, é a ―mãe de todas as tautologias‖. Se a possibilidade de uma
criação sobrenatural é excluída, então a única possibilidade admissível é a
evolução cósmica e biológica aleatória. Só pode. Não é? Isto, porque só o
apelo a uma evolução cósmica e biológica aleatória permite rejeitar e manter
afastada a possibilidade de um Criador racional e intencional, cumprindo
assim as exigências, vontades e objetivos do naturalismo e seus adeptos. Isto
significa que, de acordo com uma definição naturalista de ciência, a teoria da
evolução tem que ser necessariamente verdadeira, mesmo antes de se começar
com qualquer investigação no terreno.

Como se vê, a convicção acerca da verdade da teoria da evolução é uma


consequência inescapável da filosofia naturalista (que lhe serve de base),
independentemente de qualquer investigação científica. Esta só serve para
confirmar as premissas naturalistas e a teoria da evolução, na medida em que
tem necessariamente que se conformar com elas. Ou seja, não é a investigação
científica que demonstra a veracidade da teoria da evolução. Antes é a
veracidade da evolução, decorrente do paradigma naturalista adotado à
partida, que vai condicionar toda a investigação científica, determinando quais
os fatos que devem ser dados como verdadeiros e quais os que devem ser
considerados falsos. Vemos, assim, que, para quem parta de um modelo
naturalista, que já de início afasta a possibilidade de design inteligente na
natureza, a evolução cósmica e biológica acidental, é verdade mesmo antes de
ser empiricamente testada (ou mesmo que seja totalmente refutada).

DA EVOLUÇÃO ALEATÓRIA À ANTIGUIDADE DA TERRA

Mas as coisas não se ficam por aqui. É que, se a evolução aleatória é a única
possibilidade compatível com a ciência definida em termos estritamente
naturalistas, segue-se automaticamente, antes de qualquer investigação, que a
antiguidade da Terra é a única conclusão igualmente possível. Isto, porque
uma Terra recente nunca poderia ser razoavelmente compatibilizada com a
evolução acidental. Esta necessita de tempo – provavelmente, até, de muito
mais tempo do que o que se encontra disponível no Universo. Na verdade, de
acordo com as premissas naturalistas e com a teoria da evolução casual, a
Terra tem necessariamente que ser suficientemente antiga para que a vida
tenha surgido por acaso a partir de químicos inorgânicos (Abiogênese) e que
milhões de espécies possam ter evoluído.

Uma idade de 6 000 ou 10 000 anos, por exemplo, seria necessariamente


impossível de compatibilizar com a teoria da evolução. Isto, note-se, mesmo
antes de se fazer qualquer medição dos níveis de C-14, dos níveis de
decaimento de isótopos radioativos, das taxas de erosão dos continentes ou de
deposição de sódio e sedimentos nos oceanos ou da velocidade da recessão da
Lua. Na verdade, antes mesmo de o cientista ligar a ignição do seu automóvel
para se deslocar ao seu laboratório ou ao seu campo rochas sedimentares e
fósseis, ele só pode esperar encontrar evidências de evolução aleatória e de
uma Terra extremamente antiga, porque só isso é compatível com a ciência
naturalista. Também aqui as conclusões vêm primeiro que qualquer
investigação científica, sendo que esta é obrigada a confirmar essas
conclusões, pois pode sofrer a pena de deixar de ser científica à luz da
definição naturalista do termo.

Com efeito, se um cientista viesse a concluir que as observações apontam para


uma Terra recente, ele iria inevitavelmente pôr em causa a possibilidade de
evolução aleatória, o que, por sua vez, iria comprometer as premissas
naturalistas que estruturam o método científico e, por conseguinte, iria
colocar-se do lado de fora do domínio da ciência. Daí que ele tenha
forçosamente que concluir que qualquer observação empírica que aponte para
um design inteligente ou possa pôr em causa a extrema antiguidade da Terra
só pode estar errada.

DA ANTIGUIDADE DA TERRA À ANTIGUIDADE DO COSMOS

Como se vê, quem partir de premissas naturalistas tem forçosamente que


concluir pela evolução cósmica e biológica aleatória e pela antiguidade da
Terra. Isto significa que todas as evidências têm necessariamente que ser
selecionadas, interpretadas e organizadas de uma forma que corrobore a
evolução aleatória e a extrema antiguidade da Terra. Uma das estratégias
interpretativas consiste no recurso a premissas uniformitaristas, em domínios
como a erosão, a deposição de sedimentos, a deslocação de placas tectónicas,
o decaimento de isótopos, a velocidade da luz, etc., quando isso possa ser
utilizado para corroborar a antiguidade da Terra. Se não for esse o caso,
abandonam-se convenientemente as premissas uniformitaristas, como sucede
em domínios como a recessão da Lua, o decaimento do campo magnético da
Terra, a difusão de hélio para a atmosfera, a deposição de sedimentos nos
oceanos ou a estatística populacional. É que, nestes casos, as premissas
uniformitaristas conduziriam a uma idade recente da Terra, resultado
inaceitável à partida, porque incompatível com a evolução das espécies e a
ideologia naturalista que lhe subjaz. Como veremos adiante, estas e todas as
demais evidências só podem ser interpretadas de acordo com métodos que
garantam plausibilidade à evolução naturalista.

Se a Terra é extremamente antiga, então o sistema solar tem que ser ainda
mais antigo, o mesmo acontecendo, sucessivamente, com a Via Láctea e as
demais galáxias. Também isto decorre logicamente das premissas naturalistas,
à margem de qualquer investigação científica. Com efeito, se Terra é
extremamente antiga, então o sistema solar, a Via Láctea e todo o Universo
têm necessariamente que ser muito mais antigos, com pelo menos vários
bilhões de anos. Assim tem que ser necessariamente, de acordo com as
premissas naturalistas, com a evolução cósmica e biológica aleatória e com a
necessária antiguidade da Terra. É que só uma intervenção sobrenatural
poderia determinar um estado de coisas diferente e essa intervenção
sobrenatural está excluída à partida.

Tanto basta para afirmar que a evolução aleatória das espécies e a extrema
antiguidade da Terra e do Universo não são o resultado de uma análise
científica objetiva dos fatos, imposta necessariamente pelas observações
empíricas, antes são a conseqüência necessária e inevitável da adoção de
premissas naturalistas, uniformitaristas e evolucionistas para definir os
objetivos, os métodos e mesmo os resultados cabíveis da ciência.

Assim, a evolução aleatória e a extrema antiguidade da Terra e do Universo,


mais do que o produto da investigação científica, são corolários lógicos,
mecânicos, automáticos e inescapáveis da ideologia naturalista. Não existe
qualquer alternativa científica àquilo que foi previamente estabelecido pelas
premissas naturalistas. Só os mais ingênuos, do ponto de vista epistemológico,
é que ficam surpreendidos pelo fato de ―ciência‖ confirmar sistematicamente
essas premissas, em todas as disciplinas. Só o pode fazer, não é? Se não o fizer
deixa de ser ciência, na medida em que introduz elementos não aleatórios ao
processo, os quais remetem logicamente para uma inteligência sobrenatural.
Toda a ciência, em todas as suas disciplinas, traz o naturalismo pré-
incorporado. Toda ela está programada, de origem, para validar a evolução e a
antiguidade da Terra e do Universo.

A CIÊNCIA COMO VALIDAÇÃO DO NATURALISMO

Como se vê, as regras do jogo naturalista determinam não apenas o modo


como o ―jogo‖ científico é jogado, mas o próprio resultado do jogo. Os
resultados da investigação científica já estão pré-determinados antes mesmo
de essa investigação ter começado. Isto significa que não é necessária
qualquer investigação científica para concluir pela teoria da evolução aleatória
e pela antiguidade da Terra. Basta adotar premissas naturalistas. As mesmas
encarregam-se de conduzir inelutavelmente o cientista à conclusão de que a
evolução aleatória e a antiguidade da Terra são corretas. O sistema de
validação científica pelos pares tem por base controlar o naturalismo das
premissas, dos métodos e dos resultados. O ―verdadeiro cientista‖, por
definição um naturalista, não tem qualquer alternativa senão confirmar as
premissas naturalistas e os ―fatos‖ que elas estabelecem.

Assim é, porque toda a evidência terá forçosamente que ser interpretada de


acordo com essas premissas, sob pena de sair fora da ciência
naturalisticamente definida. Isso, mesmo quando se trate de evidência possa, a
primeira vista, atentar contra essas premissas. É o caso, por exemplo, da
inexistência de uma fonte primordial de energia, da extrema complexidade do
DNA, da manifesta impossibilidade física de o DNA surgir por acaso, da
existência de C-14 em rochas e fósseis datados de milhões de anos, da
evidência de catastrofismo nas formações rochosas, da retenção de hélio nos
cristais de rochas graníticas, das grandes disparidades na datação do
decaimento radioativo, do decaimento do campo magnético da Terra, da
recessão da Lua, das taxas de deposição de sedimentos nos oceanos, da
estatística populacional, da idade recentíssima das civilizações mais antigas ou
da recente observação de hemoglobina e tecidos moles em ossos não
fossilizados de dinossauro.

Também todas essas evidências têm que ser interpretadas de acordo com o
único modelo admissível – o da evolução naturalista ao longo de milhões de
anos – porque só essa solução é considerada cientificamente correta. Assim é,
mesmo que isso obrigue a aceitar milagres matemático-probabilísticos,
envolvendo probabilidades infinitesimais, como sejam os respeitantes ao
surgimento casual de uma célula (probabilidade estimada de 1 em 1 x 10 ^
57800) – com os seus bilhões de componentes – ou mesmo de uma simples
proteína funcional (probabilidade estimada em 1 em 1x 10 ^ 191). Em
qualquer outro domínio, estas probabilidades seriam muito mais do que
suficientes para que se considerasse um evento impossível. Mas não na ciência
naturalista. Aqui as mesmas demonstram a ocorrência dos eventos a que se
referem.

Eis a razão pela qual é impossível refutar cientificamente a evolução. Mesmo


num debate entre 10 criacionistas e 1 evolucionista este acabaria sempre por
vencer o debate, se e enquanto a ciência fosse definida em termos
exclusivamente naturalistas. Mas, como bem se depreende, não o vencia por
ter exposto os melhores argumentos ou mostrado as evidências mais sólidas,
mas apenas por causa do automatismo tautológico da regra ―garbage in,
garbage out‖ (naturalismo ―in‖, evolucionismo ―out‖ / evolucionismo ―in‖,
extrema antiguidade da Terra ―out‖). Se a ciência é definida em termos
naturalistas, então só a evolução aleatória e a extrema antiguidade da Terra e
do Universo são compatíveis com ela.

Assim sendo, os fósseis e as rochas têm que ser obrigatoriamente interpretados


de acordo com a teoria da evolução aleatória. Se, por acaso, o registro fóssil
não demonstrar evolução gradual, então isso só pode significar que a evolução
ocorreu por saltos. A esta luz, a proliferação de fósseis vivos, fósseis
polistráticos ou fósseis em posição anômala é vista como uma mera
curiosidade sem grande relevo, insusceptível de abalar a crença evolucionista.
Do mesmo modo, as semelhanças e as diferenças entre animais só podem ser
interpretadas de acordo com a evolução. Se existem semelhanças genéticas
entre duas espécies animais, fala-se em homologia e ―prova-se‖ dessa forma
evolução. Se existem diferenças genéticas estruturais entre dois órgãos
funcionalmente idênticos de espécies distantes entre si, fala-se em ―evolução
convergente‖ e ―prova-se‖ também assim a evolução.

De uma forma e de outra ―prova-se‖ sempre a evolução. Por quê? Porque a


sua veracidade e indiscutibilidade é estabelecida a priori pelas premissas
naturalistas Em todos os casos, como se vê, os dados observados nunca podem
ser interpretados como pondo em causa a evolução, na medida em que isso iria
contra as premissas naturalistas que definem o método científico a priori e
colocaria o observador fora do domínio da ciência.

Mesmo as mutações pontuais, que são consabidamente cumulativas e


degenerativas, têm que ser forçosamente interpretadas de acordo com a
evolução aleatória. Assim é, não tanto porque esteja cabalmente demonstrado
que as mesmas acrescentam informação complexa e especificada ao genoma
ou que sejam maioritariamente benéficas para os indivíduos e para as
populações, mas apenas porque as mesmas são aleatórias, tendo pelo menos
isso em comum com a aleatoriedade que caracteriza o processo evolutivo.

O fato de as mutações serem maioritariamente deletérias e não acrescentarem


informação nova ao genoma (para além da recombinação, troca ou inserção de
informação genética pré-existente) é mascarado, pelo naturalismo, através do
invariável apelo a um processo de milhões de anos de mutações que ninguém
pôde observar. Pode facilmente, e sem muita imaginação, inventar-se uma
qualquer ―história da carochinha‖ ou do ―sapo que se transforma em príncipe‖
para tentar ―demonstrar‖ que, ao longo de milhões de anos, uma sucessão de
mutações maioritariamente deletérias acabou por construir, contra todas as
probabilidades, um organismo inovador, pleno de complexidade especificada
e integrada e capacidade de adaptação ao meio. Felizmente para os
naturalistas, ninguém pode refutar isso. Em primeiro lugar, porque ninguém
estava lá para ver se isso aconteceu ou não. Em segundo lugar, porque se o
tentasse fazer estaria a por em causa em causa o dogma naturalista da
evolução aleatória, colocando-se, ipso fato, fora do ―cientificamente correto‖.

Também a especiação, alopátrica ou simpátrica, e a seleção natural têm


forçosamente que ser interpretadas e integradas de acordo com o modelo
evolutivo. Isto, apesar de em caso algum criarem informação genética nova,
que codifique novas estruturas e funções, limitando-se a operar sobre
informação genética pré-existente, a qual vai ficando cada vez mais
especializada. Mas qual era realmente a alternativa? Se o único modelo
compatível com as premissas naturalistas adotadas à partida é a evolução
cósmica e biológica aleatória (porque exclui a criação sobrenatural) e se a
extrema antiguidade da Terra é necessária para conferir alguma credibilidade a
esse processo, segue-se que todos os fenômenos naturais têm que ser
interpretados em conformidade com esse modelo pré-estabelecido, na medida
em que é o único cientificamente admissível.

Assim tem que ser, mesmo que permaneçam sérias dúvidas sobre se as
mutações aleatórias e a seleção natural realmente criam informação nova no
genoma, capaz de codificar estruturas e funções completamente inovadoras e
mais complexas. Mais uma vez, o apelo a hipotéticos milhões de anos não
observados por ninguém serve para tranqüilizar essas dúvidas. O tempo surge
assim como uma espécie de tapete para debaixo do qual são remetidas todas as
dúvidas.

O tempo e o acaso são dotados, pelo pensamento naturalista, de propriedades


milagrosas, com base nas quais tudo passa a ser possível, mesmo que seja
manifestamente contrário às leis da física e da biologia. Mesmo eventos que
tenham como único fundamento probabilidades infinitesimais, como o
surgimento acidental de uma proteína funcional ou de uma célula, passam a
ser não apenas possíveis, prováveis, altamente prováveis ou certos, mas até
necessários e mesmo inevitáveis.

A UNILATERALIDADE IDEOLÓGICA DO NATURALISMO

Como se vê, todo o edifício aparentemente sólido da ciência evolucionista


mais não é do que um resultado circular e tautológico da adesão a uma
mundividência naturalista que, a priori, de forma unilateral e ideológica,
determina os objetos, os métodos e até os resultados ―cientificamente
corretos‖, antes mesmo de o trabalho científico iniciar. Na verdade, este quase
que poderia ser considerado supérfluo, na medida em que só pode servir para
validar as premissas naturalistas aceites à partida e nunca para pô-las em
causa.

A teoria da evolução é essencialmente ideologia e, à partida, uma ideologia


anti-teísta. A mesma é um elemento essencial de uma particular visão do
Universo, em que Deus é colocado de fora por uma determinação humana. A
evolução não apenas é indissociável de premissas naturalistas, como é
estabelecida por elas à margem de qualquer investigação científica,
juntamente com os seus corolários da antiguidade da Terra e do Universo.

Aquilo que muitos pensam ser o resultado da investigação científica é, no


fundo, um conjunto articulado e consistente de axiomas, princípios e
corolários naturalistas, auto-subsistentes, que são utilizados como grelha de
observação, análise e interpretação do mundo material. É tudo uma questão de
―óculos‖ mundividenciais. Os fatos não falam por si, eles são interpretados de
acordo com pressuposições a que previamente se aderiu de forma fideísta. As
rochas, os fósseis, os isótopos, as mutações, a seleção natural são incapazes de
dizer o que quer que seja, carecendo de interpretação. Esta realidade tem
importantes implicações epistemológicas e metodológicas, entre as quais
destacamos.

Em primeiro lugar, todo o conhecimento científico é fortemente condicionado


por pressupostos mundividenciais, mais ou menos conscientemente
interiorizados, particularmente quando trata das origens não observadas do
Universo, da Vida e do Homem. A teoria da evolução é essencialmente
mundividência e não ciência. Ensinar a evolução é, acima de tudo, ensinar
uma mundividência.

Em segundo lugar, a menos que se abandonem as premissas naturalistas, não é


possível refutar a teoria da evolução cósmica e biológica aleatória e o seu
corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo.

Em terceiro lugar, se alguém quiser discernir a obra de Deus na natureza tem


forçosamente que aceitar, a priori, a possibilidade da existência de Deus e da
sua obra na natureza, rejeitando as constrições epistemológicas e
metodológicas do naturalismo.

Em quarto lugar, qualquer crente em Deus que queira realmente conhecer


respostas mais concretas sobre a origem, a natureza, o sentido e o destino do
Universo, da Vida e do Homem, não tem outra alternativa se não aceitar, pela
fé, a autoridade última da Sua Palavra e deixar-se conduzir por ela na análise e
interpretação dos dados empíricos.

É por isso que a Bíblia afirma que o reconhecimento de Deus é o princípio de


toda a ciência. Na Bíblia a existência de Deus nunca é demonstrada. A mesma
é declarada. No Gênesis diz-se, de forma determinante: ―no princípio, Deus
criou os céus e a Terra‖. Não existe qualquer maneira de demonstrar a verdade
ou a falsidade desta afirmação através da observação e da experimentação
científica. Todavia, o Universo pode ser interpretado a partir dessa afirmação
ou contra ela. Não existe outra alternativa, ou uma maneira neutra e objetiva
de conhecer o mundo. Para a Bíblia, a verdadeira ciência só pode começar e
acabar no LOGOS divino, Jesus Cristo, o Alfa e o Ômega.
____________________________

Algumas evidências do dilúvio


Um acontecimento como o dilúvio deixaria suas marcas no planeta. E há evidências,
citarei algumas.
Catastrofismo e evidências do dilúvio
Sob condições normais não surgem fósseis. Fósseis são formados por
SOTERRAMENTO; em condições normais, os organismos apenas SE DECOMPOEM
LEMBRA?
O QUE TERIA CAUSADO A SOTERRAÇÃO DE TÃO GRANDE MASSA E
NÚMERO DE SERES, SENÃO UMA GRANDE CATÁSTROFE?
E É JUSTAMENTE este é o significado do termo HEBRAICO MABBUL, traduzido na
Bíblia como DILÚVIO:
"Grande Catástrofe sísmica que causa alteração geológica". Seria ingenuidade nossa
pensar que o dilúvio se limita a uma simples chuva...
Em todas as grandes cadeias de montanhas do mundo existem fósseis de seres
marinhos, inclusive, conchas do mar, o que evidencia que elas já estiveram debaixo de
água.

Não deixa de ser significativo o fato de que as mais antigas civilizações conhecidas
surgiram cerca de trezentos anos após o dilúvio de Noé. As primeiras civilizações
surgiram cronologicamente próximas do dilúvio' e também, com nomes e línguas
(toponimologia) baseadas nos filhos e netos de Noé. Isto é evidenciado nas línguas e
civilizações mais antigas, todas relacionadas aos descendentes de Noé, como as línguas
semíticas.
Os registros históricos mais antigos que se conhecem têm cerca de quatro mil e
quinhentos (4500) anos. São dessa época as civilizações mais antigas. Igualmente,
digno de nota é o fato de nas mais variadas culturas, em todos os continentes, existirem
tradições que aludem à ocorrência de um dilúvio global, com paralelismos espantosos
entre si, tendo sido documentadas mais de 250, em contextos culturais diferentes.
Há evidências crescentes de que algo de "excepcionalmente catastrófico" aconteceu há
alguns milênios atrás...
É significativo que nos cumes das montanhas mais elevadas, incluindo o Everest, a
montanha mais alta do mundo, se encontram sedimentos das ―profundezas‖ do mar e
fósseis de moluscos.

Os "antropologistas" dizem que há mais de 270 narrativas do dilúvio em povos e


culturas diferentes do mundo, e todas elas, coincidentemente, são no início destas
civilizações. Na questão que vou responder sobre o dilúvio, quero falar sobre isso.
Só quem desconhece tudo isso, e pensa que os relatos mesopotâmicos são os únicos,
além do relato bíblico, que narram o dilúvio, pensam que ele foi LOCAL. Um livro que
trata sobre estes relatos e menciona estas histórias é o do arqueólogo americano Howard
F. Vos, "GÊNESIS E ARQUEOLOGIA‖.

Há sedimentos e fósseis marinhos em TODAS as grandes montanhas, e as civilizações


humanas que se conhecem, só se formaram coincidentemente, cerca de 300 anos após o
dilúvio. As civilizações que se conhecem são de 4500 anos atrás, coincidentemente
próximas à data do dilúvio. Muito estranho isso para quem pensa que o homo sapiens
tem 150 mil anos as civilizações humanas serem tão recentes...

E o que dizer das línguas semíticas?


Tudo isso tem vestígios arqueológicos, e todos os arqueólogos dizem que as línguas
humanas têm raízes em vinte línguas básicas, das quais, todas as demais línguas se
originaram, e ainda se acredita também, que estas 20 línguas básicas, tenham uma
mesma origem comum...

De onde veio e para onde foi toda a água do dilúvio

Uma "resposta simples" para esta pergunta, é que as águas do dilúvio hoje estão
acomodadas nos oceanos, e que a maior parte delas vieram do subterrâneo. Também, há
muita água congelada, mais do que se imagina: apenas na Antártida (Polo Sul), há tanta
água congelada, que se ela descongelasse e fosse para os oceanos, o nível do mar
subiria 60 metros em TODO O PLANETA, inundando a maior parte das cidades
litorâneas do mundo. Antes do dilúvio, os oceanos não eram tão fundos, e
consequentemente, eram mais rasos. Uma grande parte das águas dos oceanos atuais
estavam nas fontes subterrâneas. Por que a maior parte das águas veio do subterrâneo?
Abaixo da superfície, de 9 a 12 km de profundidade, pesquisadores encontraram entre
as camadas de granito e basalto uma enorme quantidade de água. No mundo inteiro,
inclusive, no Brasil, se encontra água entre as camadas de granito e basalto, há mais de
oito quilômetros de profundidade. Porém, nem todos os locais do planeta possuem a
mesma quantidade de água subterrânea, e nem a mesma profundidade; em alguns
lugares, a água é salgada, enquanto em outros, água doce. Estima-se que pelo menos 30
% de toda a água doce do Planeta estão nas camadas inferiores, abaixo do subsolo. Há
regiões que são mais rasas que outras, enquanto outras são mais profundas; isto varia de
lugar para lugar, no mundo inteiro. Mas o fato de haverem fontes subterrâneas rasas e
outras profundas evidencia que, durante o dilúvio, alguns lugares "cederam" quando a
água era jorrada para a superfície: afundaram, e aprofundaram os oceanos, que hoje
acomodam as águas que anteriormente estavam abaixo. Talvez seja este mais um
motivo pelo qual o fundo dos oceanos e mares são verdadeiros abismos profundos. Até
cerca de 30 anos atrás, se pensava que o fundo dos oceanos era perfeitamente plano.
Mas além de verdadeiros abismos, há cadeias de montanhas, uma variedade de relevo
no fundo dos oceanos.
É significativo o fato de que 75% da superfície terrestre se encontra coberta de água.
Em alguns poços na Bavária, Alemanha, encontrou-se rachaduras com água salgada a 9
km de profundidade, enquanto na Península de Kola, Rússia, foi encontrado fluxo de
água mineral muito quente a 12 km abaixo da superfície entre as rochas de granito e de
basalto.
A montanha Everest foi formada durante ou depois do dilúvio - ele não estava em vigor
(na sua forma atual) antes deste. Sabemos isso porque sua maior parte contém fósseis
de criaturas marinhas e conchas do mar, mostrando que ela, hoje a maior do mundo, já
esteve debaixo das águas dos mares.
Antes, as montanhas não eram tão altas, e os oceanos e vales não eram tão profundos.
Portanto, as águas do dilúvio, não tiveram que cobrir o Everest e as altas montanhas que
vemos hoje, porque elas ainda não existiam.
A bíblia também testifica isso quando diz que as águas ultrapassaram 7 metros (15
côvados) acima dos cumes dos montes.

Bom, Noé levaria filhotes, e se antes do dilúvio houvesse a Pangeia, um único gigante
continente gigante, os animais não precisariam atravessar os oceanos.
Além disso, como antes do dilúvio não havia tanta destruição ambiental, mas uma fauna
rica e abundante, não deveria existir esse negócio de animais específicos de cada região.
Isto se deu após o dilúvio, quando os exemplares tiveram que se adaptar, e com o
tempo, em determinadas regiões do mundo foram extintos, resultando hoje em apenas
poucos exemplares da espécie em poucos lugares do mundo.
Quer ver um exemplo?
Há animais que só existem no Brasil e na África, e que estão ameaçados de extinção. Se
os exemplares da espécie que há no Brasil forem extintos daqui há uns anos, as
próximas gerações talvez, estarão se perguntando como Noé fez para colocar
exemplares dessa espécie na arca, se ela só existe em um lugar do mundo. Um
documentário que vi recentemente, dizia que um destes é o lobo-guará. Ele só existe em
alguns países do continente americano. Caso os exemplares da espécie venham a se
extinguirem no resto do continente americano e só restarem no Brasil, por exemplo, as
próximas gerações irão perguntar:
-"Como Noé fez para levar o lobo-guará na arca? Ele veio aqui no Brasil, atravessou o
oceano para buscar um casal exemplar da espécie"?
Portanto, jamais devemos pensar que eles existiram apenas em uma região do mundo...
Outra coisa, é que Noé não levou espécies idênticas às atuais na arca. Seria ignorância
nossa pensar isso, até porque as classificações que conhecemos hoje são uma "forma
moderna de classificar os seres vivos" que surgiu recentemente, há menos de 200 anos.
Logo, as espécies que Noé levou na arca não podiam ser as mesmas que conhecemos
hoje, já que há 200 anos atrás, estas classificações biológicas não existiam.
As escrituras dizem que Noé levou TIPOS BÁSICOS - no hebraico MAYIM -
chamando a atenção de vocês que as classificações biológicas daquela época não eram
iguais as modernas, (que surgiram com o evolucionismo).
Estes tipos básicos seriam semelhantes a famílias e gêneros. Na biologia criacionista,
eles são chamados de "Espécies originalmente Criadas", que são estudadas por um ramo
científico chamado "baraminologia".
Noé levou um casal exemplar de cada "Tipo Básico", mas dos limpos e das aves ele levou
SETE casais - estes foram exceções, mas não deveriam ser muita coisa; cálculos já foram
realizados nesta área por cientistas criacionistas, e determinaram que a arca, em uma das
menores dimensões possíveis, ela teria aproximadamente 150x25x15 metros, no mínimo.
Ainda estipula-se que o côvado antigo seria maior.
Ela teria então cerca de 40.500 metros cúbicos, segundo paleontólogos - caberia um prédio
de 63 andares dentro dela! E teria capacidade para levar 120 mil animais do tamanho de 1
ovelha nela, e ainda soprava espaço!
Conforme os cálculos, excluindo as formas e espécies de artrópodes e animais aquáticos,
contando só os terrestres, calcula-se que deveriam estar a bordo da arca apenas, um número
entre 35.000 e 60.000 animais, incluindo os limpos, sendo estes os tipos básicos.
Precisamos lembrar também que a palavra hebraica traduzida por "espécie‖, significa
"Tipos básicos‖, e até poucos séculos atrás, a palavra espécie não tinha o mesmo contexto
que tem hoje.
Lembrando também que Noé não levaria adultos, mas filhotes e ovos consigo dos "tipos
básicos‖, multigenes, que logo após o dilúvio, produziram a diversificação de espécies no
mundo.

As escrituras relatam que Deus trouxe os animais até Noé, - ele não precisou sair por aí
ajuntando os animais, como muitos perguntam. Os animais e todos os seres vivos possuem
grande capacidade de adaptação; os ―animais específicos de cada região‖ se adaptaram ao
tipo de habitat e de região em que vivem.
Pergunta-se COMO HAVERIA PAZ ENTRE OS ANIMAIS DENTRO DA ARCA. Esta é
uma pergunta teológica, baseada no relato bíblico. O livro ―Caverna dos Tesouros‖, um
livro apócrifo, diz que Deus fez com que reinasse uma paz e harmonia tão grande entre os
animais da arca, tal como a paz que haverá no reino animal, no futuro ―Reino Messiânico‖,
descrita em Isaías 11:6-9. Devemos lembrar que o dilúvio em si, foi um evento
sobrenatural, e conduzido por Deus: se cremos que DEUS mandou o dilúvio, também
temos que crer que DEUS também o conduziu soberanamente.
Mas para isto, NÃO HÁ APENAS EXPLICAÇÕES TEOLÓGICAS: cientificamente
falando, também há motivos que cooperariam para a paz entre os animais dentro da arca, e
que fariam com que eles não vivessem em guerra:
1º) Se Noé levou apenas filhotes na arca, eles dariam menos trabalho, comeriam menos
(menor alimentação) e eles seriam MUITO mais fáceis de domar. Por serem filhotes, eles
seriam mais pacíficos, muito fáceis de refrear, dominar ou conter, e menos violentos que
adultos. E como ficaram apenas um ano dentro da arca, não teriam crescido muito até
saírem dela.
2º) Outro ponto que colaboraria para a paz dentro da arca seria o estado de hibernação.
Deus deve ter conduzido os animais ao estado de hibernação, ou talvez, por ficarem muito
tempo parado e no mesmo lugar (ambiente), com pouca variedade alimentícia e também,
devido ao frio, estas condições seriam propícias para a hibernação. Os animais costumam
hibernar quando há muito frio ou escassez de alimentos, para a preservação da espécie (o
mesmo motivo pelo qual Deus ordenou que Noé levasse exemplares dos ―tipos básicos‖
consigo na arca). É difícil explicar de forma natural o que causa a hibernação, onde os
animais ficam longos períodos dormindo e sem se alimentar; algumas vezes parece que
hibernam por próprio instinto, (ou que isto seja algo sobrenaturalmente guiado); muitos
animais devem ter hibernado durante quase todo o tempo em que estiveram na arca. Outro
detalhe, é que caso na arca os animais tenham entrado em hibernação, eles não teriam
tempo pra comer um ao outro, não acha? - As condições eram completamente favoráveis à
hibernação: lá eles iriam ficar parados, no frio e no escuro, sem terem alimentação variada
e nem direito a passeio, nem teriam paisagens para admirar. A ―monotonia‖ que
enfrentaram reduziria a atividade do organismo e os faria hibernar.

Por que os cupins não devorariam a arca? Primeiramente, os cupins são insetos e
vegetarianos, mas só devoram madeira na ausência ou escassez de alimentação vegetal.
Geralmente cupins só atacam madeira com sinais de apodrecimento, e não em estado
normal.
Insetos, seres aquáticos e anfíbios - são seres que Noé não precisaria levar na arca, pois
estes poderiam sobreviver fora dela. Justamente por isso, estas três classes não estavam
incluídas entre as que Deus ordenou que Noé levasse consigo. E como os cupins são
insetos, não teria cupins na arca.

ÁGUA DOCE E ÁGUA SALGADA

Frequentemente, críticos costumam nos perguntar: ―Como a água doce não se misturou
com a salgada no dilúvio?‖
Primeiro, podemos dizer que houveram bolsões de água doce que não se misturaram com
água salgada: (quando a água doce entra em contato com as águas salgadas dos mares ou
oceanos e elas não se misturam, dizemos que se formaram ―bolsões‖ de água doce em meio
à água salgada). Isto, porém, é um fenômeno raro. Podemos PROVAR que estes bolsões se
formaram durante o dilúvio? SIM. Já está provado, e A PROVA existe até hoje. Deus a
preservou como testemunho Universal: esta prova é o MAR NEGRO. Está lá pra quem
quiser conferir: água salgada por cima de água doce (no fundo deste); há milênios, desde a
época do dilúvio que elas não se misturam. Inclusive, os cientistas (até mesmo
evolucionistas) dizem que o Mar Negro deve ter se originado no dilúvio, e que antes, este
mar deve ter sido ―um lago de água doce‖.
Isto significa que TODA a água doce não se misturou com a salgada no dilúvio? Claro que
não! Isto mostra apenas que EM DETERMINADOS LOCAIS E REGIÕES as águas não se
misturaram. Houve lugares em que elas não se misturaram, mas também houve lugares em
que elas se misturaram.
Críticos frequentemente citam a uma experiência feita com um copo d‘água, - onde se
enche um copo de água doce, depois se acrescenta a água salgada do mar, e então toda a
água do copo fica salgada – para dizerem que seria impossível que no dilúvio a água
salgada não tenha se misturado com a água doce. Mas os próprios cientistas (evolucionistas
ou não) também pensavam o mesmo, até que descobriram este fenômeno raro e
impressionante no Mar Negro. Nem eles sabem explicar exatamente a causa deste
fenômeno. A explicação da ciência, é que isto aconteceu porque a água salgada deve ter
sido lançada com muita violência e muita velocidade por cima da água doce, e devido a isto
não se misturaram.
Embora nem toda a água doce tenha ficado em bolsões, é preciso dizer que antes do dilúvio
não havia tanto sal nos oceanos. Para entender isso, é preciso saber como se forma o sal.
Ele é formado pelos sais minerais (sódio e cloreto) extraído das rochas, que águas dos rios e
chuvas retiram ao baterem nelas, e levam para os oceanos quando deságuam nestes. Aí,
quando o sódio se mistura com o cloreto, se forma o sal.
Após o dilúvio, que ―lavou‖ o Planeta, a taxa de sal nos oceanos deve ter aumentando
muito, e aí, os peixes que não encontraram água doce, tiveram que lutar para se adaptar na
salgada ou foram extintos. Isto talvez explique o alto número de espécies marinhas extintas:
os seres aquáticos são os mais numerosos e os mais extintos do reino animal! Peixes como
o salmão, conseguiram se adaptar aos dois tipos de água: salgada e doce. E se hoje os
salmões podem viver tanto em água doce como em água salgada, é sinal de que um dia, no
passado, eles tiveram que lutar para se adaptar, não é mesmo?
Isto também talvez explique, porque APENAS 3% de toda a água do planeta inteiro não é
salgada: o fato de grande parte de elas terem se misturado no dilúvio, e de após este, os
oceanos se tornarem ―mais salgados‖.
Mas o mesmo processo que recuperou parte da água doce, ainda está em vigor: o processo
de evaporação. Durante o ―enxugamento‖ após o dilúvio, a evaporação deve ter colaborado
muito, (pois a evaporação retira a água e deixa o sal) para separar boa parte da água doce
que se misturou, e depois, devolvê-las aos rios e lagos em forma de chuva.
Então, podemos afirmar que Noé não precisou levar nenhum aquário gigante com
peixinhos de água doce na arca. Deus é muito inteligente, e já pensou em tudo isso. Deus se
responsabilizou de cuidar disso! O fundo Mar Negro é um verdadeiro ―aquário gigante de
água doce‖ em nossos dias – que ainda tem uma enorme quantidade de água salgada por
cima fazendo pressão, mas elas não se misturam.
- Como poderiam estes ‗bolsões de água doce‘ não se misturarem durante todo um ano no
qual durou o dilúvio? - Basta ver o Mar Negro, onde há mais de 4.500 anos, água doce e
salgada não se misturam...

Algumas coisas que os evolucionistas precisam saber sobre o livro A


origem das Espécies, de Charles Darwin?

Vários problemas que o evolucionismo enfrenta já são tratados no livro (até


que em parte, Darwin foi mais honesto por admiti-los que muitos
pesquisadores atualmente).
Na verdade, o que Darwin fez, foi em uma viagem, depois de observar que os
seres vivos são muito parecidos, concluir que os seres evoluíram, e então
elaborou uma tese. Seria como se alguém elaborasse uma tese tentando
provar que o Batman evoluiu do morcego, por ver que eles são muito
parecidos, mas não tivesse como provar.

VOU MOSTRAR ALGUMAS COISAS NO PRÓPRIO LIVRO ―ORIGEM DAS


ESPÉCIES‖:

→ Darwin reconheceu sua incapacidade de provar sua teoria. Em 1863 ele


escreveu: ―Quando nos detemos para analisar os pormenores, podemos provar
que espécie nenhuma mudou [isto é, que não houve nenhuma mudança em
espécie alguma]; NEM CONSEGUIMOS PROVAR que as SUPOSTAS mudanças
tenham sido benéficas, pois este é o fundamento da teoria. NÃO PODEMOS
sequer explicar por que certas espécies se transformaram e outras não‖.
→ Charles Darwin estava ciente dos problemas dos fósseis. Ele declarou em
Origem das Espécies: ―Exatamente na proporção em que este processo de
extermínio atuou em enorme escala, também o número de variedades
(formas) intermediárias, deve ter sido realmente grande. Por que, então, não
se acha toda formação geológica e todo estrato geológico cheio de tais elos
intermediários? A geologia não revela qualquer cadeia orgânica assim
finamente graduada; e esta, talvez seja a objeção mais óbvia e grave que
possa ser levantada contra minha teoria‖...
Foi por isso que eu disse que Darwin foi honesto, e se vivesse hoje talvez
negasse sua própria teoria. Eu não duvido que ele tenha se convertido antes
de morrer. Ele esperava que estes elos fossem encontrados com o decorrer do
tempo, confirmando sua teoria, mas isso não aconteceu.

→ O livro Origem das Espécies trás aproximadamente 800 verbos no futuro do


subjuntivo: ―suponhamos‖. Ou seja, o livro trata mais de SUPOSIÇÕES,
especulações e ideias pessoais que não podiam ser comprovadas, do que de
fatos em si.

→ Veja o que Darwin admitiu em A Origem das Espécies, (pág.168): ―Confesso


que SUPOR que o olho possa ter sido formado por seleção natural PARECE UM
ABSURDO DA MAIS ALTA ORDEM‖. De fato, como podem mutações sem
propósito, criar órgãos de tão extrema complexidade?

→ Darwin mesmo admitiu que a sua teoria poderia ser invalidada. Em seu livro
Origem das Espécies, ele diz: ―Se pudesse ser demonstrado que existiu algum
órgão complexo que não pudesse ter sido formado por modificações leves,
sucessivas e numerosas, minha teoria estaria completamente destruída‖...
Observe que Darwin pediu apenas que se mostrasse um órgão. Em sua época,
só havia microscópio óptico, e não era possível se conhecer toda a
complexidade do olho, do ouvido, do cérebro e dos sistemas do corpo humano.
Embora Darwin tenha pedido apenas um órgão complexo para mostrar-lhe a
impossibilidade de sua teoria, existem vários. Todos são órgãos complexos.
Bastaria mostrar-lhe uma célula.

→ Outro exemplo: Darwin pensava que a célula fosse um organismo simples, e


por isso, fosse possível explicar o surgimento espontâneo da vida, e a evolução
a partir deste. Mas ele se enganou. Para ele, a célula seria mais ou menos,
como uma bolha de citoplasma. Na época, havia apenas o microscópio
―óptico‖; as investigações da célula levaram o microscópio óptico ao seu limite,
estabelecido pelos comprimentos da onda da luz. O microscópio óptico permitia
que fosse visto apenas um décimo (1/10) do diâmetro total de uma célula
bacteriana; então Darwin nunca tomou conhecimento do quanto era complexa
a vida microscópica, nem dos detalhes fundamentais da estrutura celular,
como o DNA, que não podiam ser vistos com um microscópio óptico.
Somente com o ―microscópio eletrônico‖ foi possível se tomar conhecimento de
tudo isso; e é justamente sobre isso que Michael Behe fala no livro ―A Caixa-
Preta de Darwin‖: a Caixa-Preta eram estas informações que Darwin não
conhecia... Com a descoberta da complexidade da vida, com o microscópio
eletrônico, a própria biologia teve de ser REINTERPRETADA. A célula está
repleta de maquinaria molecular de alta tecnologia, muito mais complexa que
qualquer coisa já inventada por meros humanos. Cada célula é semelhante a
uma cidade industrial em miniatura, onde tem de tudo. Hoje há um oceano de
evidências que desacreditam a teoria da evolução. Acho que o próprio Darwin,
se vivesse em nossos dias, teria deixado o evolucionismo.

→ Darwin disse que a semelhança entre os embriões vertebrados era ―sem


dúvidas, a mais forte classe de fatos simples a favor da evolução‖. Entretanto,
acontece que Darwin estava enganado: a série de embriões foi forjada
(falsificada) por um de seus maiores defensores e amigo, o alemão Ernst
Haeckel que tentava provar o argumento de que cada embrião repete as fases
evolutivas anteriores (a ontogenia recapitula a filogenia). Haeckel falsificou os
desenhos dos embriões, fazendo com que fossem mais parecidos (iguais) do
que o são. O mais absurdo, é que ainda hoje, alguns livros de biologia
estampam tais desenhos.

→ Darwin pensou que a variação entre os bicos dos tentilhões (pequenas aves)
da ilha dos Galápagos fossem evidência da evolução, e demonstrasse que
estas aves estavam evoluindo para algo novo.
Nancy Pearcey diz que ―o único alimento que havia no período de seca era
sementes maiores e mais duras, de forma que os pássaros com bicos maiores
sobreviveram melhor. Subsequentemente, as chuvas voltaram, restabelecendo
os tipos originais de sementes. E o que aconteceu? O tamanho habitual do bico
voltou ao normal. Em outras palavras, a mudança que os darwinistas
festejaram com tanto júbilo virou uma flutuação cíclica (processo de mudança
periódica). Esta mudança não pôs os tentilhões no caminho de uma evolução
para outro tipo de ave, mas foi apenas uma adaptação que permitiu à espécie
sobreviver na seca.

→ Francis Schaefer costumava usar um argumento muito simples contra a


evolução: ―Se as guelras de um peixe se transformassem em pulmões, ele
morreria afogado, pois os seres vivos não podem simplesmente mudar de
peças, como se fossem brinquedos, robôs ou máquinas. O organismo é um
sistema integrado e qualquer alteração de órgãos ou membros isolados, tem
mais tendência de ser maléfica do que benéfica‖. Seria preciso que ele não
mudasse apenas de pulmões, mas também, todos os sistemas e órgãos
interiores de uma só vez.