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Treinando:

Data:

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umbertomarraaprendizagem@yahoo.com.br
Apostila do Treinando

REQUISITOS BÁSICOS:

 Os treinandos e instrutores deverão estar equipados com:

1. Botina de segurança
2. Luvas de serviços gerais
3. Capacete de Segurança com Alça Jugular
4. Óculos de Segurança com lente incolor

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INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS E DISPOSITIVOS BÁSICOS
Muitas máquinas e processo diferentes utilizam um fluído para desenvolver uma força para mover
ou sujeitar um objeto, ou para controlar uma ação. Nos automóveis, por exemplo, são utilizados
freios hidráulicos para freá-los. Na construção e reparos de estradas, o ar comprimido é utilizado
para operar martelos desincrustadores. Muitas unidades a fluídos são empregados pela indústria
moderna. Podem ser citadas inúmeras aplicações. As máquinas e os processos estão tornando-se
mais e mais automatizados para fazer frente à competição e reduzir a possibilidade do erro
humano.
Sistemas Hidráulicos
Vários fluídos podem ser usados em dispositivos e sistemas.
O termo hidráulico relaciona-se a um líquido. Em um sistema hidráulico, podem ser utilizados
óleo, água ou outro líquido. Na prática, são utilizados comumente dois fluídos: óleo e ar
comprimido. Assim, quando a palavra fluído for usada em nossa apostila, entenda-se óleo. Um
sistema a fluído que utiliza óleo é chamado “Sistema hidráulico”.

A figura 1, mostra um sistema hidráulico típico. O óleo de um tanque ou de um reservatório flui,


através de um tubo ou cano, para uma bomba. A bomba pode ser acionada por um motor elétrico,
a ar, turbina a gás, ou por um motor de combustão interna.
O óleo submetido a uma alta pressão flui por um tubo ou cano através de uma válvula de controle;
esta válvula pode ser utilizada para mudar o fluxo do óleo. Uma válvula de alívio é utilizada para
proteger o sistema que poderá ser ajustada a uma pressão máxima de segurança desejada. Se a
pressão do óleo no sistema começar a elevar-se acima da pressão máxima de segurança, a
válvula de alívio abrirá para diminuir a pressão e evitar danos ao sistema e ao que o circunda.

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O óleo que entra cilindro atua sobre o pistão, e esta ação sobre a área do pistão pode ser utilizada
para mover uma carga ou um dispositivo. O óleo retorna ao reservatório. Quando o óleo passa
através do filtro, a sujeira e os corpos estranhos lhe são removidos.

Cada unidade em separado, como a bomba, a válvula, o cilindro, ou o filtro é chamada de um


“componente” do sistema.

Existem algumas vantagens na utilização do óleo com o fluído de operação. O óleo ajuda lubrificar
as diversas peças deslizantes do equipamento ou sistema hidráulico. O óleo evita a oxidação e é
facilmente encontrado. Para propósitos práticos, o óleo é um líquido que não sofre variação em seu
volume no sistema hidráulico quando a pressão for vaiada , durante o movimento do óleo de uma
parte do sistema para outra. Se o óleo abastecer totalmente o sistema, o movimento do pistão
poderá ser corretamente controlado pelo fluxo de óleo.

No sistema hidráulico mostrado na figura 1, pode-se supor que a pressão do óleo na entrada do
cilindro seja de 1.500 libras por polegada quadrada, e que a área do pistão na qual a pressão do
óleo atua seja de 2 polegadas quadradas. Assim, a força do óleo sobre o pistão é de (2x1.500), o
3.000 libras. Isto indica que uma força relativamente grande pode atuar numa determinada carga
para um cilindro de dimensões relativamente pequenas. Essa é uma das vantagens do dispositivos
hidráulicos.
Sistemas a Fluídos
Um grande número de sistemas ou circuitos podem ser projetados, e um grande número de
diferentes componentes podem ser utilizados.
Existem, essencialmente, tres características principais ou básicas no sistema simples a fluído
comum: Uma bomba de óleo, um dispositivo com um pistão ou elemento rotativo movido pelo
fluído e tubulação e dispositivos de válvulas para controlar o fluxo do fluído.
Com essas características básicas de um sistema simples com o principio, podem ser criadas
várias combinações. Vários sistemas simples poderão ser combinados. Uma o mais bombas de
óleo podem ser usadas para acionar um ou mais cilindros. Pode ser utilizada mais de uma válvula.
Um pistão de atuação pode receber qualquer movimento que lhe seja necessário. O movimento de
reciprocação (Alternativo) em linha reta é o mais freqüentemente necessário. O movimento
giratório também pode ser concebido com várias formas de motores hidráulicos.
Um sistema a fluído possui certas características importantes no cumprimento de certos requisitos
de serviços. É relativamente fácil ligar um componente a outro através de tubos ou canos . Em
alguns casos ,utiliza-se uma mangueira flexível. Um fluído pode ser utilizado amortecer choques.
Muitas ações podem ser controladas por uma simples manipulação de válvulas. O movimento de
um pistão de atuação pode ser mudado rapidamente. Um sistema a fluído pode fornecer grande
flexibilidade no controle de velocidade e movimento; pode proporcionar controle de movimentos em
estágios muito pequenos. As válvulas de alívio podem facilmente se conciliadas de modo a
proteger um sistema e evitar danos. O controle pode ser simples, eficiente e centralizado. Em
geral, os sistemas a fluído possuem relativamente poucas peças mecânicas móveis; isto significa
um alto grau de confiabilidade e um baixo custo de manutenção
I - Princípios gerais da hidráulica
A água é o recurso natural mais importante para o bem estar da comunidade.
O uso da água, pelos homens, é muito variado. Usa-se água em residências, lavoura, pecuária,
industrias, etc...
A água pode também ser usada como fonte de energia.
A água sempre foi considerada patrimônio da humanidade, seu uso sempre foi indiscriminado e em
vários documentos históricos tem-se registrado obras envolvendo o uso da água.

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Nos últimos duzentos anos, as cidades experimentaram um crescimento jamais visto e o
abastecimento de água passou a ser uma preocupação e a tecnologia necessária para a capitação
e distribuição teve um grande avanço.

No século XIX, começaram a ser desenvolvidas máquinas que tinham a água, em forma de vapor,
como forma de energia. Com o tempo, outras formas de energia passaram a ser utilizadas, tais
como: derivados de petróleo e gases. Hoje, todos os fluídos (água. Óleo, gases e vapores) são
utilizados para produzir trabalho.

O ramo da ciência que estuda o aproveitamento da energia dos fluídos confinados, é a


HIDRÁULICA.

HIDRÁULICA HYDROR = ÁGUA + AULOS = TUBO, CONDUÇÃO

Como afirmamos anteriormente, a hidráulica se dedica a estudar não somente a água, mas todos
os fluídos.

Os fluídos dividem-se em duas classes:

1. Líquidos
Exemplo: água e óleos

2. Aeriformes
Exemplo: gases e vapores

Portanto, a Hidráulica estuda o comportamento dos óleos, da água dos gases e dos vapores,
estejam eles em repouso ou em movimento.

A hidráulica divide-se em:


a) Hidrodinâmica
b) Hidrostática

A Hidrodinâmica estuda os LÍQUIDOS EM MOVIMENTO. Uma roda d’água ou uma turbina


representa um dispositivo hidrodinâmico

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A transmissão da energia se dá pelo impacto da água contra as paletas.

Nesta situação é usada a energia do movimento que o líquido contem

A hidrostática estuda os líquidos SOB PRESSÃO.

A maioria das máquinas utilizadas atualmente, funcionam hidrostaticamente, ou seja, por meio de
pressão.

II - OS EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS:
Os equipamentos hidráulicos, são equipamentos que se utilizam dos princípios da hidráulica para
transmissão e multiplicação de forças.

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Os equipamentos hidráulicos utilizam-se de “fluídos hidráulicos” que são, na maioria das vezes
óleos refinados de petróleo, contendo alguns aditivos.
Os óleos hidráulicos além de transmitir força e movimentos, servem também para lubrificar o
sistema hidráulico.
Resumindo:
Princípio básico do sistema Hidráulico

 Aplica-se uma força sobre o óleo, através de uma bomba


 A força aplicada gera uma pressão que faz o óleo fluir (movimentar-se) levando a pressão a
todo o sistema
 A saída de energia do sistema hidráulico se dá pelo cilindro
 Além da bomba e do cilindro, é necessário colocar válvulas no sistema para controlar o fluxo
de óleo
 É também necessário ter um tanque para conter o óleo e tubulações de alta pressão para levar
o óleo.

COMPONENTES DO SISTEMA HIDRÁULICO:


 Tanque (ou reservatório de óleo)
Utilizado para armazenar e condicionar o fluído.
Deve ser capaz de:
a) Dissipar o calor do óleo
b) Separar o óleo do ar
c) Separar as impurezas do óleo ( descontaminação)
Em muitos tanques existem orifícios de respiro, que permitem a entrada ou saída de ar acima do
nível de óleo dentro do tanque.
Os tanques são providos de filtros, peneiras e bujões magnéticos que condicionam o fluído pela
retirada de impurezas.
Os componentes dos equipamentos hidráulicos movem-se sobre uma fina camada de óleo. Quanto
mais alta for a pressão mais fina será esta camada. Por isso mesmo, mais sensível à
contaminação pela sujeira, água, abrasivos, e subprodutos resultantes da deterioração do óleo.
A contaminação do óleo compromete o desempenho do equipamento hidráulico podendo provocar
o movimento irregular, perda de controle e vazamentos.

Daí a grande importância que se deve dar às condições do tanque e das peças que mantém o óleo
limpo e em condições de uso.
BOMBA
A função da bomba é empurrar continuamente o fluído hidráulico (óleo)
A bomba converte a energia mecânica do motor, em energia de pressão no fluído. A energia de
pressão é usada para acionar o cilindro. Ela é o coração do sistema, pois se não funcionar, o
sistema todo também não funcionará.
A bomba tem muita probabilidade de avariar devido a problemas como:
a) Porque pode ficar funcionando por muito tempo;
b) É a primeira parte do sistema que sofre qualquer contaminação que sair do tanque.
Com uma manutenção e operação adequadas, a bomba certamente apresentará uma grande
confiabilidade.
Tem-se o hábito de acreditar que a queda de pressão do sistema hidráulico é devido a bomba
(movimento).
A bomba, tão somente existe para causar o fluxo de óleo. Se houver queda de pressão, é mais
provável que seja por vazamento em outra parte do sistema hidráulico.
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RECOMENDAÇÕES:
Não deixe o reservatório sem o nível completo de óleo. Se faltar óleo, a bomba funciona mal e
pode se desgastar com menor tempo de uso.
Qualquer ruído anormal é motivo para parar a bomba imediatamente.
O ruído anormal pode ser causado por:
a) Entrada de ar no sistema, o que pode ser provocado pelo nível de óleo baixo no tanque ou por
falta de óleo na bomba, antes da partida.
b) Peças gastas ou quebradas. Se operar a bomba nestas condições, espalhará partículas
abrasivas no sistema todo, gerando sérios danos.
CILINDROS
Os cilindros, podem ser comparados aos músculos do nosso corpo, de ação linear, porque
fornecem
força e movimento em linha reta.
Existem atuadores rotativos, como exemplo podemos citar os motores, que produzem torque e
movimento rotativo.
Os cilindros são considerados a saída do sistema hidráulica. Eles recebem energia em forma de
pressão e convertem a pressão em energia mecânica, ou seja, em força e movimento.
O cilindro é um atuador hidráulico composto por um pistão que se move dentro de uma carcaça
cilíndrica provido pela ação de um líquido sob pressão.

Os cilindros podem ser:


a) Cilindro de Pistão Liso
- Atua diretamente sobre a carga
b) Cilindro com Haste:
- A Haste conecta o Pistão na carga

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Os cilindros podem ter acionamento hidráulico em uma só direção e acionamento hidráulico em
duas direções.

VÁLVULAS

As válvulas têm a função de controlar o funcionamento dos cilindros.


São também conhecidas por “Controladores” ou “Comando” especialmente se tiver várias delas
montadas em um único conjunto.
As válvulas servem para:
a) Controlar pressão
b) Controlar a vazão de óleo
c) Controlar a direção do óleo (válvula direcional)
Existem também válvulas de segurança, também chamadas de válvula de alívio, sua função é
proteger o sistema de sobrepressão. Seu acionamento se dá em duas situações:

1. Quando a força exercida pela pressão sobre o êmbolo for igual ao peso da
carga ou;

2. Quando o êmbolo estiver no final de curso

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Princípios gerais de funcionamento do sistema hidráulico

A bomba, quando estiver em funcionamento, suga o óleo do tanque e manda através das
mangueiras de alta pressão para o comando. Caso o comando não esteja sendo operado, a
passagem de óleo será livre e ele retornará ao tanque.
Colocando em ação umas das alavancas do comando, o óleo será enviado através de mangueiras
ou tubulações de alta pressão para os cilindros referentes a cada alavanca do comando acionado.
O cilindro é composto por uma camisa cilíndrica, um êmbolo, vedações de borracha, haste, entrada
e saída de óleo superior e inferior, ( a entrada e saída das hastes variam dependendo da direção
do fluxo de óleo).
O óleo, chegando no cilindro vai ocupar o espaço na camisa do cilindro e empurra o êmbolo, o que
faz com que a haste do êmbolo saia para fora.
A haste do êmbolo, encontrando resistência externa através da haste, cria uma força contrária a
do fluxo do óleo originando uma pressão.
A pressão varia de acordo com a resistência encontrada na haste. Quando a força da haste e a
força do fluxo do óleo estão em equilíbrio, a válvula de alívio começa a funcionar. Ela segura a
pressão contida no cilindro e segura o óleo mandado pelo bomba, desviando o excesso para o
tanque, desde que a alavanca permaneça acionada. (circuito básico).

Equipamento Guindauto
I - GUINDAUTO
Guindauto é um conjunto mecânico movido por um circuito hidráulico, cujo acionamento é obtido
através de um sistema formado por tomada de força, cardam e bomba hidráulica. Ele é operado
através de um comando direcional constituído por alavancas.
Guindauto é instalado em caminhões, ele é utilizado para carga, movimentação e descarga de
equipamentos pesados.
Basicamente o Guindauto é composto de:
 Parte mecânica
Quadro de fixação, sistema de giro, coluna giratória, braço e lança
articulados e tomada de força.
 Parte hidráulica
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Reservatório de óleo, filtro, bomba hidráulica, mangueira, tubos, cilindros hidráulicos, comando de
alavancas e válvulas de alívio ( segurança ).
Para melhor desempenho, o Guindauto tem alguns acessórios opcionais, dependendo do modelo
considerado. Esses acessórios podem ser; caçamba isolada, lança suplementar metálica ( pode
ser hidráulica telescópica ), saca postes e perfuratriz.

II - Características construtivas
 Horímetros
Sua função é registrar o tempo de operação do sistema hidráulico, principalmente para controle
das horas de trabalho do equipamento.
O horímetro deve ser instalado no painel do veiculo e acionado quando ligado a tomada de força .
Deverá ser usado para cálculo as horas registradas no horímetro e para o controle da troca de
óleo e manutenção do veículo.
Para cada hora marcada no horímetro deve-se calcular 60 km e somar a quilometragem do
odômetro do veículo.

Ex.: Horímetro = 20 horas (20 X 60) = 1200 km


Odometro = = 2000 km
Total = 3200 km

 Tomada de Força
Dispositivo acoplado ao cambio do veículo, que tem como finalidade acionar, através do eixo
cardam, a bomba hidráulica.
 Eixo Cardam
Sua função é transmitir o movimento rotativo da tomada de força para a bomba hidráulica.
 Bomba hidráulica
Sua função é operar o sistema hidráulico do equipamento, acionado pelo motor do veiculo.
Um dispositivo de aceleração ligado ao motor aumenta a rotação da bomba hidráulica para atender
as solicitações do sistema hidráulico.
 Filtro
Sua finalidade é proteger o sistema hidráulico ( bomba, cilindros, válvulas, circuitos, etc.. ) retendo
as impurezas captadas pelo óleo.
 Reservatório de óleo
Sua função é abastecer e resfriar o óleo de todo o sistema hidráulico do equipamento. Sua
capacidade varia de acordo com o equipamento.
 Comando do equipamento.
Sua finalidade é direcionar o óleo para movimentar os cilindros hidráulicos.
As alavancas de comando devem estar localizadas em ambos os lados do veiculo. Em alguns
modelos apenas de um lado.
 Mangueiras
São confeccionadas com borracha sintética com malhas de aço, resistente a alta pressão.
Tem a finalidade de conduzir o óleo hidráulico para os diversos componentes do Guindauto.
 Cilindro
Tem a finalidade de transformar a energia hidráulica em energia mecânica.
Um Guindauto é composto basicamente pelos seguintes cilindros;
- cilindro do sistema de giro
- cilindro de movimentação de braço

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- cilindro de movimentação da lança telescópica
- cilindro de acionamento da lança
- cilindros das sapatas
 Sistema de Giro
É composto de um eixo e através de um cilindro hidráulico, provoca movimentação de giro, que é
transmitido para o conjunto do braço e lança, proporcionando um ângulo de trabalho de 180º a
360º em alguns modelos.
 Sistema de Elevação
É composto de braços e lanças.
Sua finalidade é deslocar cargas através da movimentação do conjunto braço e lança.
O braço é acoplado a coluna através de uma articulação e é dotado de um cilindro, responsável
pelo seu movimento.

A lança externa esta acoplada ao braço através de uma articulação e é dotada de um cilindro que
permite sua movimentação. Esta lança tem dentro dela outra lança que pode ser estendida
manualmente em dois estágios, sendo sua fixação feita através de pinos de travamento.
 Berço
Faz parte do sistema de recolhimento do equipamento e é para apoio da lança no transporte. Esta
instalado no quadro do Guindauto.
 Sistema de Apoio
A estabilidade da unidade em operação é proporcionada por dois pés hidráulicos (sapatas de
apoio) que estão dispostas a uma distancia variável entre si dependendo do modelo do
equipamento. Sua função é aliviar a suspensão do veiculo.
Além dos pés hidráulicos é utilizada uma sapata com haste prolongada, cuja finalidade é aumentar
a estabilidade do veículo.
 Plataforma Móvel
É um dispositivo mecânico ( acionamento manual ), instalado no caminhão do lado dos comandos,
cuja finalidade é servir de apoio ao operador.
 Acessórios
Lança Metálica Suplementar
Sua finalidade é permitir um alcance maior de raio de ação em até 3 metros, porem com uma
conseqüente redução de capacidade de carga.
É instalada manualmente na lança extensível e fixada através de pino trava. A sua extremidade é
dotada de gancho próprio, é utilizada quando o serviço a ser realizado requer um aumento no
alcance vertical ou horizontal.
 Guincho
É composto de um motor hidráulico de velocidade variável e duplo sentido de rotação.
O guincho é fixado na parte superior do braço do Guindauto, e possui na extremidade do braço e
da lança uma roldana que serve de guia para o cabo.
Sua finalidade é diminuir o esforço (atrito) nos cilindros do braço e da lança durante a elevação de
carga.
 Operação
a) Colocar o veiculo em ponto morto
b) Freia-lo convenientemente
c) Acionar a embreagem e engatar a alavanca da tomada de força
d) Colocar-se em posição operacional e verificar o nível de óleo do equipamento
e) Acionar as alavancas das sapatas de tal maneira a apoiá-las sobre o solo, até livrar o veiculo
de qualquer esforço resultante do trabalho.
f) Não esquecer que a lança está no apoio. Jamais deverá ser movimentado o giro em 1º lugar.
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g) Utilizar alternadamente as alavancas do braço lança e giro, possibilitando ao equipamento
efetuar os mais variados tipos de movimentação de carga.
h) Depois de terminados os serviços com o Guindauto, devemos colocá-lo na posição de
transporte.
Cuidados devem ser tomados na colocação da lança do Guindauto no seu apoio,
vagarosamente e na posição correta.
i) Acionar as alavancas das sapatas de tal forma a recolhê-las inteiramente.
Precaução: Verificar sempre antes de mover o veiculo se as sapatas estão totalmente
recolhidas.
j) Pisar na embreagem, desengatar a alavanca de tomada de força

Precaução: Atenção especial deve ser tomada para não se movimentar o veiculo com a
alavanca da tomada de força engatada.

Guindauto em si é de fácil operação e depois de poucas horas de treino, uma pessoa estará
habilitada a manuseá-lo convenientemente. Entretanto, um tempo maior é necessário para educar
o operador de maneira a torná-lo apto a usá-lo nas necessidades mais particulares de seu
trabalho.

Cada operador tem que saber exatamente o que fazer e o que não fazer, num caso de
emergência.
Limitações no Levantamento de Cargas do Guindauto
O guindauto foi projetado para suportar determinados esforços que não devem ser ultrapassados
de maneira nenhuma.
Cuidados especiais devem ser tomados pelos operadores nas execuções dos diversos tipos de
trabalho, de maneira a preservar a integridade física e do equipamento.

Qual das figuras abaixo sofre o maior esforço?

Fig 1

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Fig 2

Fig 3

Resposta: Quanto mais longe o peso estiver da coluna, maior será o esforço que ela estará
sofrendo. (No caso é a figura 3)

Devemos também notar que deve ser observada a existência de uma placa indicativa bem a vista
do operador, a qual deve ser seguida.
Afim de oferecer segurança, o comando do equipamento é dotado de uma válvula limitadora de
pressão, que entra em funcionamento quando se pretende elevar cargas superiores as indicadas,

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desde que a pressão do equipamento esteja devidamente regulada dentro das relações
especificadas nas instruções de manutenção.
Operações que não devem ser executadas pelo Guindauto
a) Arrastar ou deslocar cargas, utilizando o sistema de giro.
b) Girar o equipamento em grande velocidade
c) Movimentar o veiculo com carga suspensa pelo Guindauto
d) Efetuar o levantamento de pesos acima da especificação com a lança
estendida.
Conseqüências da desobediência aos itens acima
a) Danos gerais no sistema de giro do Guindauto com reflexos ao chassis do veiculo e torção da
coluna.
b) Abalos gerais tanto no sistema de ligação, braço e lança do Guindauto , como também no
braço especificamente.
c) Estragos mecânicos no conjunto coluna, braço e lança.
d) Torção da coluna e abalos generalizados no sistema de giro e possível torção do chassis do
veículo.
e) Estragos generalizados dos componentes hidráulicos.
f) Possibilidade de torção e ruptura do sistema de lança e extensão de lança
III - Recomendações
a) É recomendável a colocação do veículo em posição favorável a carga e descarga, evitando-se
desta maneira o arrasto da mesma.
b) Em casos em que isso é impossível, operações simultâneas de levantamento e aproximação
devem ser efetuadas, ate que a carga esteja próxima ao veiculo, podendo-se, então, efetuar
definitivamente o carregamento do veiculo.
c) No levantamento de cargas elevadas, recomenda-se a utilização do Guindauto com lança
recolhida, mesmo que esta carga esteja bem próxima da coluna.
IV - Manutenção
Instruções para manutenção
Para se obter uma operação eficiente e melhor rendimento do Guindauto, é necessário se fazer
uma manutenção preventiva racional.
Responsabilidades da manutenção preventiva
É fundamental que o responsável pela manutenção do veiculo proceda uma manutenção
preventiva, tendo em vista a preservação de seu equipamento.
Essa manutenção preventiva consiste em operações básicas especificas que devem ser efetuadas
ao fim de cada intervalo de trabalho.
Programa de manutenção preventiva
Afim de obtermos resultados concretos na manutenção da eficiência do equipamento, este
programa de manutenção preventiva devera ser seguido de acordo com a tabela abaixo:
Cuidados diários:
a) Verificação do nível de óleo no visor do reservatório.
c) Verificação das condições de conservação das mangueiras e terminais do
sistema hidráulico.
c) Verificação geral de todas as partes mecânicas que compõem o Guindauto.
Cuidados semanais:
a) Limpeza geral de todo o equipamento.
b) Limpeza do respiro do reservatório de óleo.
c) Engraxar todos os pontos de lubrificação
Cuidados mensais:
a) Verificação da pressão de trabalho.
b) Reaperto geral dos parafusos.
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c) Dar atenção aos parafusos que compõem o cardam que liga a tomada de força à bomba, as
porcas dos grampos de fixação do Guindauto e as próximas ao cilindro de giro.
Cuidados semestrais:
a) Verificação da viscosidade do óleo; estando esta fora de sua especificação normal, trocá-lo.
b) Limpeza do reservatório de óleo e do filtro.

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SEGURANÇA DO TRABALHO
I - INTRODUÇÃO:
TRABALHAR COM SEGURANÇA É UM DIREITO, NECESSIDADE E OBRIGAÇÃO.
O TRABALHADOR RESPONSÁVEL, OBSERVA AS NORMAS DE SEGURANÇA E AVALIA
CONSTANTEMENTE O SEU PROCEDIMENTO DURANTE A REALIZAÇÃO DE SUAS
ATIVIDADES.
II – ATITUDE NO TRABALHO:
A máxima atenção e cuidados devem ser observados por todos que executarem atividades
perigosas, sendo indesejável e consideradas perigosas conversas desnecessárias e brincadeiras
que possam desviar a atenção dos empregados envolvidos na execução do serviço.
III - TRANSPORTE:
Transportar pessoas e cargas, exige cuidados especiais visando a prevenção de acidentes do
trabalho.
O motorista deve dirigir com a devida cautela, mantendo velocidades compatíveis com a situação,
observar a sinalização de transito e evitar freadas bruscas e desnecessárias
TRANSPORTE DE FERRAMENTAS, EQUIPAMENTOS E MATERIAIS:
Cuidados especiais deverão ser tomados em relação ao transporte de ferramentas, equipamentos
e materiais, para evitar que se danifiquem ou provoquem lesões.
Equipamentos de segurança devem ser armazenados separados de outros materiais que possam
comprometer suas especificações e reduzir sua vida útil.
 ESTACIONAMENTO:
Sempre que possível o veículo deve ser estacionado junto ao meio fio, com as rodas dianteiras de
encontro com o meio fio, do lado da rua em que se executará o serviço.
Quando houver a necessidade de estacionar em aclives ou declives, onde houver meio fio ou
calçada, o veículo deverá ser estacionado com as rodas dianteiras de encontro com o meio fio, no
sentido que impeça o deslocamento acidental do veículo.
Onde não houver meio fio, o veículo deverá ser estacionado com as rodas voltadas para o lado
contrário do meio da rua.
O veículo deverá estar sempre freado e, no caso de veículos dotados de equipamentos hidráulicos,
a trava auxiliar também deverá estar acionada e em ladeiras é recomendado o uso de calços
adequados nas rodas traseiras.
IV – PLANEJAMENTO DA TAREFA E INSTRUÇÕES SOBRE O SERVIÇO:
Por mais simples que um trabalho possa parecer, ele só deverá ser iniciado após um planejamento
de todas as suas fases, identificando os recursos necessários a sua execução dentro dos preceitos
de segurança, bem como a previsão dos possíveis riscos de acidentes e seu controle.
No planejamento, as condições pessoais dos integrantes da equipe deverá ser levada em
consideração. Caso alguém se apresente indisposto, deverá ser colocado em atividades de menor
risco, garantindo assim sua integridade física bem como a dos demais membros da equipe.
Os empregados designados a executar o trabalho devem:
a) Confirmar o perfeito entendimento das instruções definidas no planejamento
b) Executar as tarefas de acordo com o que estabelecido e qualquer alteração que se faça
necessária deverá ser discutido previamente.
c) Os empregados deverão executar as tarefas dentro das normas técnicas e SEM PRESSA.
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V – SINALIZAÇÃO PARA PROTEÇÃO DE TERCEIROS E DOS EMPREGADOS:
Quando a atividade a ser executada oferecer riscos a terceiros ou ao tráfego, medidas de
segurança para salvaguardar a integridade física dos empregados, de terceiros e de propriedades
deverão ser tomadas.
A área de trabalho deverá ser isolada e sinalizada adequadamente através de cones, faixas,
cavaletes, cordões de isolamento e outros, cabendo ao encarregado, ou a empregado por ele
designado, advertir de forma educada, aos que adentrarem a área de risco delimitada.
Quando houver necessidade de interdição do fluxo de veículos, deverá ser solicitado o apoio dos
órgãos oficiais.

VI – FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS:
a) Quando em mau estado e/ou danificados
É vedado o uso de ferramentas e equipamentos em mau estado de conservação ou inadequados
ao serviço a ser executado, pois o trabalho torna-se mais difícil, demorado e perigoso.
Antes de sair a campo, para a execução de qualquer atividade, deverá ser feita uma inspeção nos
materiais que serão utilizados, principalmente naqueles de maior periculosidade, tais como:
escadas, ferramentas, equipamentos de proteção, estropos, talhas, guinchos, etc... .
b) Ferramentas com partes cortantes
Ferramentas com partes cortantes e/ou pontiagudas, tais como: serras, enxó, trados, picaretas,
etc..., devem possuir proteção para estas partes e seu armazenamento durante o transporte
deverá ser feito de forma a não provocar lesões nos empregados.
c) Equipamentos Hidráulicos e Mecânicos
Guinchos e guindastes hidráulicos e mecânicos deverão ser inspecionados antes de serem
colocados em operação para verificar o perfeito funcionamento das travas dos guinchos
mecânicos, a existência de tentos partidos em cabos de aço, condição da lubrificação dos
mecanismos, etc... .
Ao ser constatada qualquer anomalia, o equipamento deverá ser enviado a manutenção.
“OS OPERADORES DESSES EQUIPAMENTOS DEVEM SER CAPACITADOS PARA OPERÁ-
LOS, DEVENDO SER ORIENTADOS SOMENTE PELO ENCARREGADO OU RESPONSÁVEL
PELO SERVIÇO DAS MANOBRAS A SEREM EXECUTADAS, TOMANDO CUIDADO PARA QUE
A LANÇA NÃO SE APROXIME DEMASIADAMENTE DE OUTRAS ESTRUTURAS.
d) Estropos, Cabos de Aço, e Ganchos
O dimensionamento de estropos, cabos de aço e ganchos deverá ser de acordo com o esforço a
que serão submetidos, É RECOMENDÁVEL QUE SE CONSULTE A TABELA DO FORNECEDOR,
e sempre que apresentarem avarias, tais como, tentos rompidos (+ ou – 5%), fissuras,
entortamentos, deverão ser substituídos
O uso de correntes em substituição ao cabo de aço, deve ser evitado, pois estas se partem
instantaneamente, desta forma tornam-se extremamente perigosas.
Os ganchos devem ter travas de segurança para evitar que as cargas suspensas se soltem nunca
devem sofrer reparos (soldas) e serem colocados novamente em uso.
e) Cuidados Gerais
Se o veículo tiver que ser estacionado transversalmente em vias que apresentem desnível no leito
carroçável, a lança deverá trabalhar do lado mais elevado da rua.
Em terrenos em que o solo ofereça pouca firmeza, locais em que os pneus e sapatas tendem a
afundar, devem ser utilizados calços ou tábuas para aumentar a área de contato com o terreno,
eliminando-se assim o risco de tombamento do veículo ou oscilação da carga.
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A carga deve estar sempre do lados extensor mecânico.
VII –EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:
Todo dispositivo destinado a preservação da integridade física do trabalhador e de terceiros, contra
agentes agressivos do meio ambiente é chamado de EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA e são
divididos em EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVO – EPC e EQUIPAMENTO DE
PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI.
 Equipamentos de Proteção Coletivo – EPC
Sua finalidade é a proteção de toda a equipe de trabalho bem como de terceiros dos riscos de
acidentes.
a) Cones
Utilizados na sinalização da área de trabalho em vias públicas, para a proteção dos empregados e
do público.
Deve-se evitar que entre em contato com graxas, solventes, ácidos e outras substâncias
corrosivas.

Deve ser lavado com água e sabão e secados á sombra e quando perder suas características
devem ser substituídos.
b) Grades e Faixas de Sinalização
Destinam-se à demarcação da área de trabalho, especialmente nas vias públicas e tem a
finalidade de impedir a aproximação de terceiros.
Devem ser mantidas limpas e sempre que necessário deverão ser pintadas.
As faixas de sinalização devem ser guardadas enroladas e se estiverem molhadas deverão ser
colocadas para secar á sombra e quando sujas lavadas com água e sabão.
c) Placas de advertência
Devem ser usadas para sinalização em vias públicas e instaladas a uma distância adequada, que
possibilite aos motoristas observarem-nas a uma distância que permita a tomada de uma postura
segura no tráfego.
d) Cones
Deverão ser utilizados para complementar a sinalização e indicar o afunilamento do transito.
e) Bandeirola de Sinalização
Devem ser usadas para sinalizar as cargas que excedem os limites do veículo, e as normas do
Código Nacional de Transito deverão ser observadas.
 Equipamentos de Proteção Individual – EPI
EPI é o conjunto de equipamentos que têm a finalidade de proteger somente o usuário.
Seu uso é individual e intransferível, sua guarda e conservação é de responsabilidade do
empregado.
A legislação determina:
O empregado deve:
1- EPI deverá ser usado somente para a finalidade a que se destina;
2- Comunicar qualquer alteração no EPI, que o torne parcial ou totalmente
danificado;
3- Responsabilizar-se por danos provocados ao EPI, em função de uso
inadequado ou fora das atividades a que se destinam, bem como pelo seu
extravio.
a) Capacete de Segurança
Finalidade – Proteção da cabeça contra impacto de objetos, batidas, chuvas e raios solares.

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Deve ser usado com a alça jugular passada sob o queixo para evitar que se solte em função dos
movimentos do usuário.
Sua manutenção deve ser feita lavando-se as partes internas com água e sabão e enxugando-o
em seguida com um pano limpo.
b) Óculos de Segurança
Finalidade – Proteção dos olhos contra a projeção de partículas ou objetos e radiações luminosas.
Devem ser lavados com água e sabão neutro e quando não estiverem em uso deverão ser
guardados de forma que garantam a proteção da armação e lentes.
c) Calçado de segurança
Finalidade – Proteção dos pés contra a perfuração por objetos pontiagudos
Devem ser engraxados, mantidos secos, limpos e com solado em perfeitas condições.
Quando molhados devem ser colocados a sombra para secar e evitar o ressecamento do couro.
d) Luvas de serviços gerais
Finalidade – Proteção das mãos quando do manuseio de materiais com partes cortantes
Devem ser substituídas quando apresentarem furos, rasgos, descosturamento ou contaminadas
por produtos não removíveis.
Quando molhados devem ser colocados a sombra para secar para evitar o ressecamento do couro.

VIII – PRIMEIROS SOCORROS


Numa emergência, quando notamos que uma pessoa não respira é importante sabermos o que
fazer com presteza, para salvá-la. Situações como esta pode ocorrer a qualquer instante.
Quando existe a falta de pulso e ausência de respiração, o fator mais importante é o tempo, pois
uma pessoa com parada cardíaca, dificilmente poderá ser recuperada depois de cinco minutos.
 Como proceder em caso de choque elétrico
a) A vítima deve ser livrada da corrente elétrica sem perda de tempo, desligando-se a corrente
elétrica. Não sendo isso possível, usa-se uma vara de madeira seca ou outro objeto que não
seja condutor de eletricidade, para afastar o fio. Nunca use as mãos ou qualquer objeto de
metal ou molhado.
b) Proteja-se contra o choque elétrico quando estiver procurando livrar a vítima, usando luvas de
borracha ou isolando-se da terra pisando em uma tábua seca, sobre jornais ou mesmo em um
casaco, dobrado várias vezes. O uso das mãos sem a proteção adequada é altamente
perigosa e pode causar nova vítima.
c) A corrente elétrica provoca parada cardíaca e respiratória, verifique se ocorreram. Em caso
positivo, inicie imediatamente a massagem cardíaca e a respiração artificial, não se deixando
iludir com a morte aparente da vítima pois que, a rigidez muscular é conseqüência natural do
choque elétrico.
d) A ressuscitação Cardio-pulmonar da vítima deve ser feita sem parar, (conhece-se mesmo um
caso em que a vítima recuperou os sentidos após algumas horas de respiração artificial).
e) Continue tentando a ressuscitação até que a vítima se recupere ou que, um médico ou
profissional de saúde assuma a situação.
f) Aprenda a aplicar a respiração artificial e a massagem cardíaca e faça com que seus
companheiros também aprendam.
Você poderá vir a ter sua própria vida salva por seus companheiros, caso eles
estejam habilitados a prestar-lhe tão precioso socorro.
 Ressuscitação cardio-pulmonar
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a) Deixar a vítima de costas para o chão ou sobre superfície dura;
b) Estender para trás a cabeça da vítima;
c) Desobstruir a via respiratória removendo
d) a prótese ou outros objetos;
e) Fechar as narinas da vítima e insuflar ar na boca da mesma;
f) Na massagem cardíaca, o coração terá que ser comprimido de encontro à coluna vertebral;
g) Ambas as mãos devem se colocadas sobre a metade inferior do osso externo, de maneira que
os dedos não toquem o tórax, que apenas deverá ser tocado pela palma da mão próxima ao
punho;
h) Havendo parada cardíaca e respiratória e sendo uma só pessoa para dar o socorro; aplicar a
massagem e ao mesmo tempo a respiração artificial.
Ritmo para um socorrista – para cada 10 massagens cardíacas, insuflar (soprar) 2 vezes a boca
da vítima, enchendo-lhe os pulmões de ar. Em seguida, executar a massagem cardíaca, colocando
ambas as mãos sobre a metade do osso externo de maneira que os dedos não toquem o tórax.
Ritmo para dois socorristas – Uma fará a massagem cardíaca e a outra a respiração artificial
(boca a boca), neste caso a freqüência será de 5 massagens cardíacas para cada insuflação de ar.

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CURSO: OPERADOR DE EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS – GUINDAUTO

NOME: DATA:

INSTRUTOR:

PROVA PRÁTICA

1º Passo ( conhecimento da máquina )

• Apresentação do Guindauto
• Identificar os elementos
• Identificar os acessórios
• Identificar as alavancas
• Identificar os limites

2º Passo ( operação do Guindauto )

• Iniciar o funcionamento do Guindauto


• Levantar e abaixar as sapatas
• Retirar e guardar o Guindauto no berço
• Esticar a lança manual
• Girar o Guindauto
• Teste final com balde d´ agua

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