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A CONVIVÊNCIA COM UMA CRIANÇA COM AUTISMO NO

AMBIENTE FAMILIAR
SANDRA REGINA DA ROSA

RESUMO. O presente artigo é parte de minha pesquisa de pós graduação e pretende discutir a
relação familiar de uma pessoa com autismo e o uso do método TEACCH em seu cotidiano. A
família recebe atenção de destaque visto que o diagnostico do autismo traz significativas alterações
no cotidiano familiar,tais como separações conjugais,mudanças ou abandonos de emprego por
parte da mãe,quando não encontra um cuidador para seu filho,além de sentimentos ambivalentes
pelo filho não esperado.

Palavra chave:Autismo,Família, Método teacch

ABSTRACT. This article is part of my graduate recearch and discusses the family relationship of a
person with austim and the TEACCH method use thir dayle family recives prominent attention
since the diagnosis of autism brings significant changesin dayle family life,such as breacups
abandonment or change of employment by the mother,whe there a caregiver for her son, and
anbivale feelings for his son not expected.

Keyword:Autism, Family, TEACCH method

INTRODUÇÃO

A realidade das crianças e dos jovens portadores de deficiência e seus familiares, nos
mostra que são obrigados a enfrentar, ainda hoje, uma árdua luta pela conquista de seus
objetivos.
O interesse por essa pesquisa, surgiu por eu ter trabalhado em uma escola de Educação Especial e
conhecer o método teacch, que foi aplicado em nossos alunos, ter um sobrinho autista e ver ardua
luta de minha irmã para compreender o mundo de seu filho e adapta-lo ao nosso
Uma criança autista tem um “olhar que não olha”,mas que transpassa. A família do indivíduo com
autismo possui um papel decisivo no seu desenvolvimento. Sabemos que se trata de famílias que
experimentam dores e decepções em diversas fases da vida, desde o momento da notícia da deficiência
e durante o processo de desenvolvimento de seus filhos.
Foi pensando nesta colocação e convivendo com minha irmã, que decidi fazer o uso do metodo
teacch.
Acredito que um ambiente estruturado para uma criança autista,crie uma forte base para o
aprendizado
Desejo com esse estudo, contribuir sob um olhar pedagógico, com uma pesquisa
que busca uma prática, no caso o teacch, que poderá ajudar neste reaprender da mãe-criança
com autismo, estabelecendo um vínculo benéfico que poderá trazer como
conseqüência a qualidade de vida.

1Pós-graduando em Educação Especial Inclusiva.Instituto Superior Tupy-IST. s.regina.rosa@bol.com.br


OBJETIVO

O objetivo geral deste projeto é buscar compreensão como a relação mãe e filho com
autismo pode ser reconstruída a partir do método teacch e assim estabelecer um vínculo
saudável, através da subjetividade na organização do cotidiano.
E como objetivo específico, verificar a possibilidade de inferir na relação mãe-filho com
autismo através do método teacch, propondo intervenções pedagógicas.

DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

Com o método teacch é possível intervir na relação mãe-criança portadora de


autismo, promovendo qualidade de vida para ambos, sob uma intervenção pedagógica em seu
ambiente familiar?

HIPÓTESES

Hipótese 1: O medoto teacch poderá ajudar a estabelecer e fortalecer o vínculo mãe-criança,


beneficiando, assim, a qualidade de vida da criança portadora de autismo.

Hipótese 2:Se conseguirmos incluir um autista no cotidiano familiar será mais fácil sua inclusão
socialmente

DISCUSSÃO BIBLIOGRÁFICA

A ser desenvolvida e proposta durante a pesquisa. Mediante estudos preliminares,


abordarei o assunto da relação mãe-criança, o método teacch e sua importância para o seu
desenvolvimento, a partir das idéias de Schwartzman (1999) dentre outros autores.

METODOLOGIA

Como procedimento de investigação utilizarei o Estudo de Caso, para possibilitar o


contato e a interação do sujeito com o método teacch, entrevista com a mãe, observações das ações
mãe-criança com o uso do método teacch e registros, serão instrumentos importantes e
enriquecedores na construção dessa pesquisa.
REFERÊNCIAS

1.BUSCAGLIA, L. Os deficientes e seus pais. Um desafio ao aconselhamento. Rio de Janeiro, RJ:


Editora Record, 1993 (415 p.).

2.GLAT, R. Uma família presente e participativa: o papel da família no desenvolvimento e inclusão


social da pessoa com necessidades especiais. Anais do 9 º Congresso Estadual das APAES de Minas
Gerais.

3. GROISMAN, M., LOBO, M., CAVOUR, R. Histórias dramáticas: terapia breve para famílias e
terapeutas.

4. MINUCHIN, S., CUNHA, J.A. Famílias: Funcionamento e tratamento. Artes Médicas, 1982.

5 Leila e et all. Pesquisa em Educação Especial na Pós-Graduação – Questões NUNESatuais. Vol.


III, Sete Letras, RJ.

6.SCHWARTZMAN, José Salomão. Síndrome de Down. São Paulo: Memnon, 1999.