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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TURISMO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TURISMO

FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA DE LORENA – FAENQUIL

INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 12 / 2004-DGE

Estabelece Normas para a Instalação, Controle e Utilização de Chuveiros e lava-Olhos de Emergância.

O Diretor Geral da Faculdade de Engenharia Química de Lorena – Faenquil, no uso de suas atribuições legais,

RESOLVE:

Artigo 1° - Estabelecer normas para a instalação, controle e utilização de chuveiros e laba-olhos de emergência.

Artigo 2° - Estabelecer um prazo de (20) vinte dias para que as providências necessárias à plena execução dos procedimentos desta Instrução Normativa estejam concretizadas.

Artigo 3° - Determinar que esta Instrução Normativa entra em vigor nesta data.

Lorena, 30 de Agosto de 2004.

Prof Dr. Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino

Diretor Geral

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FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA DE LORENA – FAENQUIL

ANEXO À INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 12 / 2004

INSTALAÇÃO, CONTROLE E UTILIZAÇÃO DO CHUVEIRO E LAVA-OLHOS DE EMERGÊNCIA

Rev 00

Ago 2004

SUMÁRIO

FL

1. OBJETIVO

02

2. DEFINIÇÕES

02

3. ASPECTOS DE NATUREZA GERAL

02

4. LOCAIS QUE EXIGEM A INSTALAÇÃO DE CHUVEIROS E LAVA-OLHOS

02

5. TIPOS, CARACTERÍSTICAS, QUANTIDADE E LOCALIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS

03

6. INSPEÇÕES DIÁRIAS E MENSAIS

03

7. TREINAMENTO PARA USO DE CHUVEIROS E LAVA-OLHOS

04

ANEXO – RELAÇÃO DE CHUVEIROS E LAVA-OLHOS EXISTENTES

IN 12 / 2004

02

1. OBJETIVO

Esta Instrução Normativa (IN) tem como objetivo regulamentar nos Campi I e II a instalação, controle e utilização de chuveiros e lava-olhos de emergência.

2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

2.1. Chuveiros de emergência ou segurança são aqueles especificamente projetados para fornecer um fluxo de água abundante e de baixa pressão, suficiente para remover do corpo humano qualquer tipo de contaminante ou calor, sem causar agravamento de possíveis lesões.

2.2.Lava-olhos são equipamentos projetados de forma semelhante aos chuveiros de segurança, só que com o objetivo específico de livrar os olhos de contaminantes.

2.3.Bisnagas são recipientes portáteis pequenos, feitos de material flexível que projetam fluxos de água quando apertados.

3. ASPECTOS DE NATUREZA GERAL

3.1.Pela diversidade e risco dos produtos químicos existentes na Faenquil, não é difícil a ocorrência de projeções causadoras de danos sérios à pele ou olhos dos servidores/alunos.

3.2.A melhor forma de atenuar as lesões provocadas por produtos químicos é a remoção imediata dos mesmos junto ao corpo humano, através de fluxo abundante de água limpa.

3.3.Pelo exposto acima, é de vital importância que em áreas de manuseio de produtos químicos existam equipamentos que proporcionem este fluxo de água, tais como: chuveiros, lava-olhos ou bisnagas.

3.4.Chuveiros de segurança e lava-olhos, por serem equipamentos de emergência, devem ser mantidos de forma a estarem preparados para uso imediato a qualquer instante.

3.5.É de responsabilidade de cada setor manter em condições de uso os chuveiros de segurança e lava-olhos em local sob sua jurisdição.

3.6.É de responsabilidade do Grupo de Segurança e Medicina do Trabalho (GSMT) verificar a adequação e eficácia dessas vistorias das áreas, por meio de uma inspeção mensal de controle.

4. LOCAIS QUE EXIGEM A INSTALAÇÃO DE CHUVEIROS E LAVA-OLHOS

4.1.Em princípio, estes equipamentos devem existir em locais de manuseio de produtos químicos, em situações de maior risco de projeção ou onde houver risco maior de queimaduras por calor.

IN 12 / 2004

03

4.2.Enquadram-se no definido acima os seguintes locais:

(1) laboratórios com manuseio de produtos químicos (2) oficinas ou áreas de manuseio de produtos químicos através de tubulações e seus acessórios.

4.3.Cabe ao GSMT fazer análises mais detalhadas quanto à necessidade da instalação específica de chuveiros de segurança e lava-olhos em áreas de risco de incêndio maior, como possíveis locais de armazenamento de grandes quantidades de líquidos inflamáveis.

5. TIPOS, QUANTIDADE E LOCALIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS

5.1.É de responsabilidade do GSMT estas definições em trabalho conjunto com o setor envolvido.

5.2.Em princípio, a melhor solução é a compra de equipamentos já padronizados que propiciam todas as condições adequadas de operação. Nesta impossibilidade, pode se adotar, embora com restrições, a solução de se construir estes chuveiros e lava-olhos.

5.3.Características de construção e instalação dos equipamentos. (1) Os chuveiros devem proporcionar uma boa vazão de água limpa por mais de 20 minutos e ter um acionamento manual ou por pedal de fácil alcance e uso, e de efeito imediato. (2) Os lava-olhos também devem proporcionar uma boa vazão de água limpa, por mais de 25 minutos através de dois bicos, equipados com telas de filtragem e regulados para proporcionarem dois jatos volumosos e de certa forma espumosos para não ofenderem os olhos, agravando a lesão. Os seus acionamentos também devem ser fáceis e rápidos. (3) Sobre cada chuveiro de segurança, sempre que possível, deverá existir uma luz de emergência na cor verde. (4) Todos os chuveiros, quando possível, devem ser pintados nas cores amarelo e verde e no piso, sob o crivo, ter uma área de 1 m² pintada de amarelo. (5) O acionamento dos chuveiros e lava-olhos deve ser, em princípio, padronizado de modo a permitir uma fácil familiarização dos servidores/alunos com o equipamento. (6) Próximo à cada chuveiro de segurança, em áreas com risco de grandes projeções, deve existir uma manta (lençol) para utilização (envolvimento do servidor/aluno, caso fique exposta alguma parte do corpo) após o uso do equipamento.

5.4.A quantidade e localização de chuveiros e lava-olhos numa área dependerá dos seguintes fatores:

(1) Existência de acesso livre e o mais rápido possível, para o acidentado. Em princípio, o mesmo não deve deslocar-se por mais de 20 metros. (2) Avaliação da proximidade da fonte de risco de forma a manter o uso e acesso ao equipamento durante vazamentos maiores. (3) Números de servidores/alunos possíveis de se acidentarem num mesmo momento.

6. INSPEÇÕES DIÁRIAS E MENSAIS

6.1.Cada chuveiro de segurança e lava-olhos deve ser inspecionado diariamente por algum servidor designado pelo responsável pelo Setor ou Chefe do Departamento.

IN 12 / 2004

04

6.2.Esta inspeção diária deve consistir da verificação de:

a) Integridade do equipamento

b) Vazamentos

c) Acesso livre

6.3.Qualquer anormalidade, caso não possa ser sanada imediatamente, deve ser comunicada ao GSMT.

6.4.As inspeções mensais serão feitas pelo GSMT e serão registradas em impresso específico.

7. TREINAMENTO PARA O USO DE CHUVEIROS E LAVA-OLHOS DE EMERGÊNCIA

7.1.Todos os servidores/alunos que trabalhem em áreas cobertas por chuveiros e lava-olhos, deverão ser treinados através do GSMT quanto ao uso e acesso a esses equipamentos, conforme se segue:

(1) Simulação de acesso aos equipamentos com os olhos vendados e com ajuda de companheiro. (2) Simulação de acesso aos equipamentos com os olhos vendados e sem ajuda de companheiro.

7.2.O seguinte procedimento, quanto a respingos e derramamentos de produtos químicos, deve ser de conhecimento de todos.

7.2.1. Projeção no rosto. (1) Não abrir os olhos, nem esfregar as mãos na parte atingida. (2) Dirigir-se imediatamente ao lava-olhos mais próximo. (3) Lavar por, pelo menos, 15 a 20 minutos sendo que nos primeiros minutos os olhos devem permanecer fechados até a substância localizada nas proximidades ser arrastada pela água. (4) No caso de não haver lava-olhos próximo, lembrar-se que um bebedouro pode servir. (5) Procurar chamar a atenção de algum companheiro para que este possa ajudá-lo. (6) O companheiro após levar o acidentado até o lava-olhos deverá verificar o nome exato da substância causadora do acidente e, se possível, uma embalagem da mesma. (7) Em seguida, deverá telefonar ao GSMT dando o nome da substância e uma idéia da extensão e localização da contaminação. (8) Deverá ainda acompanhar o acidentado até o Pronto Socorro da Santa Casa para informações que se tornem necessárias.

7.2.2. No corpo. (1) Dirigir-se imediatamente ao chuveiro de emergência mais próximo. (2) No caso de serem atingidas as suas roupas, elas deverão ser imediatamente e totalmente retiradas antes ou durante a lavagem no chuveiro de emergência. Não deverá haver constrangimento na nudez, pois o prolongamento do uso da roupa contaminada com a substância química permitirá maior tempo de contato da mesma com o corpo, maior absorção pelo organismo, e agravamento da situação. (3) Ficar debaixo do chuveiro por, pelo menos, 15 minutos. (4) Chamar a atenção de algum companheiro para que este possa ajudá-lo. (5) O companheiro, após levar o acidentado até o chuveiro, deverá agir da mesma forma que o previsto no item 7.2.1, (6), (7) e (8).

IN 12 / 2004

05

ANEXO

 

RELAÇÃO DOS CHUVEIROS E LAVA-OLHOS EXISTENTES

N° DO

TIPO DE EQUIPAMENTO SIGLA

ANO DE

   

EQUIP.

COLOCAÇÃO

SETOR

LOCAL

01

 

CHLO INOX EF

 

DEQUI

LQE 1

02

 

CH INOX EF

 

DEQUI

LQE 2

03

 

CHLO INOX EF

 

DEQUI

LQE 4

04

 

CHLO INOX EC

2004

DEQUI

ETE

05

 

CH INOX EF

 

DEQUI

LNM

06

 

CH INOX EF

 

DEQUI

PQF

07

 

CH INOX EF

 

DEQUI

LQF

08

 

CH INOX EF

 

DEQUI

LPP

09

 

CH INOX EF

 

DEBIQ

LQL 1

10

 

CH INOX EF

 

DEBIQ

Corredor Lateral

11

 

CH INOX EF

2004

DEBIQ

LQL (NOVO PRÉDIO)

12

 

CH LO INOX EF

 

DEBIQ

LPG

13

 

CH LO INOX EC

2004

DEBIQ

LLA/LRP

14

 

CH LO INOX EC

 

DEMAR

DPC

15

 

CH LO INOX EC

 

DEMAR

LDC

16

 

CH INOX EF

 

DEMAR

LQG

17

 

CH LO INOX EC

2003

DEMAR

LQG (CORREDOR)

18

 

CH INOX EF

2004

DEMAR

LMG

LEGENDAS

CH: Chuveiro LO: Lava-olhos CH/LO: Chuveiro/lava-olhos

EC: Equip. Comprado EF: Equip. feito na Faenquil EI: Equip. de Inox EP: Equip. de Plástico