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ASSOCIAÇÃO AMIGOS DE FÁTIMA

ESTATUTO SOCIAL

CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FORO

Art. 1º – A ASSOCIAÇÃO AMIGOS DE FÁTIMA, fundada em quatro de


dezembro de 2007, doravante denominada simplesmente Associação, é
uma pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de
associação, religiosa e de promoção humana, sem fins lucrativos ou
econômicos, filantrópica, com duração por tempo indeterminado, com sede
no SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, situada à Av. Oliveira Lima,
nº 824, no bairro da Soledade, em Recife, capital do Estado de Pernambuco,
e foro na mesma cidade do Recife.

DOS FINS

Art. 2º – As finalidades religiosas e de promoção humana da


Associação, são, dentre outras, alcançadas através das seguintes atividades
pastorais:

a) acolher os fiéis, promover, estimular e dinamizar a vida cristã e a


autêntica devoção à Nossa Senhora de Fátima;

b) oferecer aos fiéis possibilidades de encontro com Deus,


particularmente através das celebrações dos Sacramentos e da
vivência dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, no
espírito da “comunhão e participação”, segundo os ensinamentos
do Concílio Vaticano II;

c) levar os fiéis a conhecer mais profundamente a vida e a missão da


Igreja, integrando-os na sua Ação Evangelizadora encarnada na
realidade, na perspectiva da “fé que age na caridade”;

d) transformar o espaço do Santuário de Fátima num centro propulsor


de evangelização e de cultura, em estreita sintonia com o campus
universitário UNICAP e com a comunidade portuguesa presente na
cidade do Recife;

e) criar uma cultura de voluntariado que favoreça os projetos


relacionados com evangelização e cultura, como se verifica,
exemplificativamente, no Projeto Fé e Alegria.
Art. 3º – A Associação, em seu papel de auxílio ao Reitor do Santuário
de Nossa Senhora de Fátima, proporcionará aos fiéis meios de
evangelização através de:

a) acesso e escuta da Palavra de Deus, em suas diversas formas de


comunicação;

b) promoção intensa da vida litúrgica e vivência da Palavra de Deus;

c) divulgação e incremento das formas oficialmente aprovadas pela


Igreja, de devoção popular concernente à Mariologia; e

d) atendimento à comunidade católica que busca orientação espiritual.

Art. 4º – Em todas as atividades da Associação, são obedecidos os


ensinamentos do Magistério Eclesiástico, os princípios da Companhia de
Jesus e as orientações e diretrizes da Arquidiocese de Olinda e Recife.

CAPÍTULO II
DOS ASSOCIADOS: ADMISSÃO, EXCLUSÃO, DEVERES E DIREITOS

Art. 5º – A Associação compreenderá em seu corpo associativo pessoas


físicas ou jurídicas que poderão assumir as seguintes categorias:

a) Associado fundador: Pessoa física que tenha participado da


Assembleia para fundação e aprovação do Estatuto da Associação,
realizada em 04 de dezembro de 2007, e tenha assinado a lista de
presença da Assembleia;

b) Associado colaborador: Pessoa física que participa atualmente da


vivência da Associação, vinculada à Diretoria ou ao Conselho Fiscal,
visando suas finalidades, e que contribui mensalmente com uma
importância para a Associação;

c) Associado contribuinte: Pessoa física ou jurídica que se compromete


a, mensalmente, contribuir com uma importância para a
Associação;

d) Associado laboral: Pessoa física que, em regime de voluntariado,


presta à Associação colaboração efetiva;

e) Associado benemérito: Pessoa física ou jurídica que, por dádiva de


valor significativo feita à Associação, como tal seja proclamado pela
Assembleia Geral;
f) Associado honorário: Pessoa física que, em recompensa de
serviços extraordinariamente relevantes prestados a Associação,
quer no setor religioso, quer no social, tenha o merecimento dessa
diplomação. A admissão nessa categoria será proposta pelo
Presidente e posteriormente submetida à aprovação da Assembleia
Geral;

g) Associado vinculado: Pessoa física que, na impossibilidade de ser


associado colaborador, contribuinte ou laboral, contribui com suas
orações, difundindo as propostas religiosas e sociais da Associação,
podendo, eventualmente, contribuir financeiramente com a
Associação.

Parágrafo primeiro – Não existe, entre os associados, direitos e


obrigações recíprocas.

Parágrafo segundo – O número de associados é ilimitado, podendo


cada associado assumir mais de uma categoria, ostentando mais de um
título, desde que assim decida a Assembleia Geral.

Parágrafo terceiro – Para representar a Associação em atos oficiais ou


para publicação de artigos que envolvam seu nome, o associado necessita
de autorização expressa do Presidente ou do seu substituto.

Parágrafo quarto – Todos associados gozam de voz ativa e passiva


junto à Diretoria e têm direito ao correspondente registro em livro
específico. Somente aos associados colaboradores é concedido o direito de
voto, com a exceção do previsto no art. 9º deste Estatuto, restando aos
demais associados o direito de contribuir ativamente para o processo
decisório, sendo-lhe garantido, na mesma instância, apenas o direito de voz.

Parágrafo quinto – Os associados não respondem subsidiariamente


pelas obrigações sociais, exceto nos casos de não observância dos Estatutos
ou do Regimento, ou de abuso de poderes e atribuições que lhes sejam
conferidos por nomeação, procuração ou outro instrumento legal.

Parágrafo sexto – Em caso de abandono ou exclusão, a nenhum


associado é assegurado qualquer direito, sob qualquer título, forma ou
pretexto.

Parágrafo sétimo – Os novos associados começarão sua vivência na


associação a partir das seguintes categorias: associado contribuinte ou
associado vinculado. A inscrição em tais categorias deve ser solicitada ao
Secretário ou a quem ele indicar. A solicitação de mudança de categoria,
também, deve ser encaminhada ao Secretário e, para ser efetivada, deverá
seguir o procedimento previsto neste estatuto.
Art. 6º – Os associados fundadores têm o dever especial de zelar pelo
fiel cumprimento do Estatuto, assumindo posição de conselheiros da
diretoria, tendo, sempre, voz ativa nas Assembleias Gerais. Equiparam-se
aos associados fundadores, os associados que participarem das reformas
estatutárias.

Art. 7º – Os associados colaboradores, sempre vinculados a uma das


Diretorias, ao Conselho Fiscal, à Secretaria ou, diretamente, à Presidência,
por integrarem a Assembleia Geral, são membros essenciais ao
funcionamento da associação.

Parágrafo primeiro – São direitos dos associados colaboradores:

a) votar e ser votado para os cargos eletivos;

b) participar das Assembleias Gerais;

c) colaborar com a Diretoria, sugerindo medidas que visem


o aprimoramento e a melhoria da Associação;

Parágrafo segundo – São deveres dos associados colaboradores:

a) cumprir as disposições estatutárias e regimentais;

b) comparecer às Assembleias Gerais, acatando, sempre suas


decisões;

c) colaborar com a Associação, dentro de suas possibilidades, no


campo profissional e social;

d) zelar pelo fiel cumprimento do Estatuto.

Art. 8º – Os associados contribuintes, além da obrigação de pagar


mensalmente a contribuição assumida, têm o direito de receber
comprovante de pagamento de sua contribuição, na forma estipulada pela
Diretoria Financeira.

Art. 9º – Os associados laborais têm a obrigação de assinar o termo de


voluntariado ao iniciar suas atividades, vinculando-se, sempre, ao menos, a
uma das Diretorias, ao Conselho Fiscal, à Secretaria ou, diretamente, à
Presidência. Apesar de não terem obrigação de participar das Assembleias
Gerais, nem de serem computados no quórum necessário a votação de
qualquer matéria estipulada neste Estatuto, têm o direito de voto quando
delas participarem nas matérias referentes à sua atuação.

Art. 10º – Os associados beneméritos têm o direito de receber


comprovante específico do pagamento realizado como doação.

Art. 11 – Os associados honorários, desde que também sejam


colaboradores, têm o direito de representar nas Assembleias Gerais, através
de procuração, até dez associados colaboradores.

Art. 12 – Todos os associados, inclusive os associados vinculados, tem


o direito de trazer sugestões às diversas diretorias.

Art. 13 – A exclusão do associado somente pode ocorrer após


devidamente comprovada a justa causa, que inclui a prática de ato
incompatível com o objeto social, assegurado o amplo direito de defesa
junto à Diretoria e, em grau de recurso, à Assembléia Geral e, após, ao
Presidente monocraticamente.

Art. 14 – Caso algum associado pessoa física deseje modificar sua


categoria de associado, deverá solicitar por escrito tal alteração ao
Secretário, ou a alguém por ele indicado. Tal modificação ocorrerá após os
seis primeiros meses de cumprimento das novas obrigações, seguindo os
trâmites previstos neste Estatuto.

Art. 15 – O não cumprimento das obrigações previstas para cada


categoria por um período superior a seis meses implica em modificação do
associado para a categoria de associado vinculado.

CAPÍTULO III
DA ADMINISTRAÇÃO

Art. 16 – São órgãos da administração da Associação:

I. A Assembleia Geral;

II. A Diretoria;
III. O Conselho Fiscal.

I – DA ASSEMBLÉIA GERAL

Art. 17 – A Assembleia Geral é constituída pela totalidade dos


associados colaboradores.

Parágrafo único – O associado colaborador impedido de comparecer


pode nomear representante um outro associado colaborador efetivo,
através de procuração, desde que este já não esteja representando dois
outros associados, ou no caso de associado benemérito e colaborador, não
esteja representando outros dez associados.

Art. 18 – A Assembleia Geral, que é a instância máxima de deliberação


social, reúne-se, em caráter ordinário, no primeiro trimestre de cada ano, a
partir da comunicação do Presidente que estipulará uma data, e, em caráter
extraordinário, quando convocada pelo presidente ou seu substituto legal
ou nos casos previstos no art. 21 (vinte e um), art. 23 (vinte e três),
parágrafo primeiro, art. 27 (vinte e sete) e art. 52 (cinquenta e dois).

Art. 19 – A Assembleia Geral reúne-se na sede da Associação, em


primeira convocação, estando presente ou representada a maioria dos
associados; e, em segunda e última convocação, meia hora após, com
qualquer número, salvo o previsto nos artigos 21 (vinte e um) e 51
(cinquenta e um), deliberando, por maioria simples de votos dos presentes.

Parágrafo primeiro – A Assembleia Geral Extraordinária deve ser


convocada com especificação da(s) matéria(s) constante(s) da pauta e por
edital afixado na sede da Associação, com antecedência mínima de 08 (oito)
dias da data de sua realização.

Parágrafo segundo – É garantido a 1/5 (um quinto) dos associados


colaboradores o direito de convocar Assembléia Geral.

Art. 20 – Compete à Assembléia Geral:

a) oficializar, com a entrada de novo Reitor, sua posse como


Presidente;

b) eleger e destituir os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal;

c) deliberar sobre assuntos relevantes e de interesse da Associação;


d) apreciar o relatório da Diretoria;

e) aprovar o plano de ação da Diretoria;

f) examinar e aprovar o Balanço do último exercício;

g) reformar o Estatuto na forma do artigo 21 (vinte e um);

h) constituir comissões especiais para estudar condições de melhor


funcionamento da Associação e dos serviços mantidos;

i) decidir sobre aquisição, alienação e oneração de bens;

j) autorizar despesas extra-orçamentárias, sem caráter de


urgência;

k) admitir e excluir associados colaboradores, estando tal função, por


este ato, delegada à Diretoria;

l) atribuir categoria de benemérito ou honorário aos associados;

m) aprovar e alterar o Regimento Interno;

n) desolver os casos omissos no Estatuto.

Art. 21 – Para reformar o Estatuto (art. 20, “g”) ou destituir qualquer


membro da Diretoria ou do Conselho Fiscal (art. 20, “b”), por proposta da
maioria dos diretores ou por solicitação de um terço dos associados, é
necessário o voto concorde de 2/3 (dois terços) dos presentes à Assembleia
Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim, não podendo
ela deliberar em primeira convocação, sem a maioria absoluta dos
associados colaboradores, ou com menos de 1/3 (hum terço) na segunda e
última convocação.

Art. 22 – Das reuniões da Assembleia Geral serão lavradas atas em


livro próprio, assinadas por todos os associados presentes.

II – DA DIRETORIA

Art. 23 – A Diretoria da Associação é composta de Presidente, Vice-


Presidente, Secretário, Vice-Secretário, e os seguintes Diretores:
Administrativo e de Patrimônio; de Ambiente, Conservação, Reformas e
Construções; de Assuntos Jurídicos; de Comunicação; do Memorial Nóbrega;
de Coordenação dos Voluntários; de Eventos e de Relações Públicas;
Financeiro; 2º Financeiro; de Pastoral Litúrgica; de Pastoral Social; de
Patrocínio; e de Projetos.

Parágrafo primeiro – O Presidente da Associação é sempre o então


REITOR DO SANTUÁRIO nomeado pelo provincial dos Jesuítas da Província
da BNE (Bahia-Nordeste) do Brasil, ou por provincial que venha a ser
responsável pelo Santuário. O Presidente assumirá sua função mediante ato
registrado, subseqüente à nomeação como Reitor, em Assembléia Geral
Extraordinária convocada para tal fim.

Parágrafo segundo – O Vice Presidente, o Secretário e o Vice-Secretário


serão eleitos pela Assembléia Geral para um mandato de 03 (três) anos,
impedida a reeleição para os mesmos cargos.

Parágrafo terceiro – Os Diretores Administrativo e de Patrimônio; de


Ambiente, Conservação, Reformas e Construções; de Assuntos Jurídicos; de
Comunicação; do Memorial Nóbrega; de Coordenação dos Voluntários; de
Eventos e de Relações Públicas; Financeiro; de Pastoral Litúrgica; de
Pastoral Social; de Patrocínio; e de Projeto, serão escolhidos pelo
Presidente, que, em casos de urgência, poderá escolher uma mesma pessoa
para mais de uma diretoria.

Parágrafo quarto – A Diretoria reuni-se, ordinariamente, a cada 3 (três)


meses, e, extraordinariamente, quando convocada pelo Presidente ou
substituto legal, com ao menos dois dias de antecedência, através de
mensagem afixada no quadro de mensagem do Santuário ou por meio
eletrônico (inclusive por site ou blog), deliberando pelo voto da maioria e
com a presença mínima da metade mais um de seus Diretores, ou,
simplesmente, com voto da maioria em segunda e última convocação.

Parágrafo quinto – Todas as diretorias poderão formar Comissões, com


objetivos específicos e pontuais, que se dissolverão ao final do trabalho.
Essas possuem caráter organizacional, mas estão, sempre, subordinadas às
decisões da Diretoria.

Art. 24 – As atribuições da Diretoria são as seguintes:

a) promover as finalidades específicas da Associação e administrar-lhe


as atividades;

b) cumprir e fazer cumprir o Estatuto;

c) redigir e aprovar o Regimento Interno;

d) aprovar alteração de categoria de associados contribuintes e


vinculados para associados colaboradores e laborais;

e) organizar, discutir, aprovar, executar, acompanhar e avaliar os


planejamentos;
f) elaborar e aprovar orçamentos;

g) criar diretorias de caráter permanente e grupos transitórios de


trabalho;

h) dispor sobre a importância proveniente de benefícios e isenções de


que goza a Associação, em decorrência da legislação em vigor,
aplicando-os;

i) supervisionar a aplicação da legislação vigente;

j) aprovar projetos e plantas para reformas quando indicadas e


necessárias;

k) oficializar a nomeação de subsecretários (Segundo Secretário,


Terceiro Secretário entre outros), indicados pelo Secretário e sua
saída da função.

l) apresentar à Assembleia o relatório das atividades exercidas e o


plano de ação para o próximo exercício, bem como o balanço anual;

m) convocar o Conselho Fiscal.

Art. 25 – Compete ao Presidente:

a) traçar normas e diretrizes para a consecução dos fins da


Associação;

b) convocar e presidir as reuniões da Diretoria e Assembléias Gerais,


ordinária e extraordinária, exercer o voto de qualidade nessas
reuniões e supervisionar a execução de suas decisões;

c) convocar reuniões do Conselho Fiscal;

d) cumprir e fazer cumprir este Estatuto, o Regimento Interno, e as


deliberações da Diretoria, da Assembléia Geral Ordinária e
Extraordinária, e do Conselho Fiscal

e) representar a Associação, ativa e passivamente, judicial ou


extrajudicialmente, inclusive utilizando-se de meios eletrônicos;

f) constituir procurador, para tratar de assuntos de interesse da


Associação;

g) movimentar, por si ou por procurador, contas bancárias da


Associação em conjunto com o Diretor Financeiro e na sua ausência
do 2º Diretor Financeiro;

h) propor reformas estatutárias na forma prevista deste Estatuto;


i) receber auxílios, subvenções, legados e donativos em nome da
Associação, assegurada a destinação específica, em cada caso;

j) admitir, demitir ou licenciar empregados, contratar o pessoal


necessário para os trabalhos da Associação de acordo com a CLT e
fiscalizar para que as contribuições e encargos previdenciários
sejam sempre providenciados dentro dos prazos;

k) manter entre todos os associados, um ambiente de disciplina,


cooperação e fraternidade;

l) promover o desenvolvimento das atividades assistenciais,


educacionais e culturais da Associação, com auxílio do diretor da
pastoral social;

m) zelar pela correta execução dos programas em desenvolvimento,

n) coordenar os trabalhos dos Diretores da associação, podendo


solicitar auxilio do Vice Presidente;

o) autorizar solicitações de urgência das diversas diretorias e dos


secretários;

p) exercer demais atividades inerentes ao cargo;

Art. 26 – Compete ao Vice-Presidente:

a) auxiliar o Presidente no exercício de suas funções, mediante


delegação, e substituí-lo em suas ausências e impedimentos
eventuais;

b) auxiliar o Presidente na Coordenação dos trabalhos dos Diretores


da Associação; (inclusive, autorizando na ausência do presidente,
solicitações das diversas diretorias com caráter de urgência);

c) comparecer pessoalmente às reuniões da diretoria;

d) colaborar nos planejamentos, assessorando e assistindo ao


Presidente;

e) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.

Art. 27 – Compete ao Secretário, e no seu impedimento, ao Vice-


Secretário:

a) secretariar as reuniões de Diretoria e Assembléias Gerais, ordinária


e extraordinária, redigir as atas das Assembléias Gerais e, em
tópicos, as atas das reuniões de Diretoria mantendo-as atualizadas
com as alterações e decisões que forem deliberadas;

b) assessorar a Diretoria a respeito das pautas das reuniões e


Assembléias, bem como prestar informações sobre as atividades da
Associação;

c) organizar e ter sob sua guarda os livros e arquivos da Associação,


contratos e obrigações, fichário dos associados e todos os
documentos da associação zelando pelos documentos atuais e
antigos;

d) assinar todos os documentos pertencentes à Associação;

e) comunicar aos interessados as decisões da Presidência, Vice


Presidência, Diretoria, Assembleia Geral e Conselho Fiscal;

f) fornecer, dentro do prazo devido, quando solicitado, quaisquer


documentos para os membros da Diretoria;

g) ficar responsável pela inscrição de novos associados nas categorias


de contribuinte e de religioso, sendo responsável pelo
encaminhamento da solicitação de remanejamento entre as
categorias de associados à Diretoria;

h) enquanto a Associação não dispuser de funcionário contratado em


regime celetista que possa auxiliar nas atividades internas de
secretaria, poderá o Secretário convocar um ou mais voluntários
para atender a demanda dos seus serviços internos, o que será
formalizado em reunião da diretoria, que serão nomeados por ele
como “Segundo Secretário”, “Terceiro Secretário”, sucessivamente;

i) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência;

j) convocar a Assembleia Geral Extraordinária com finalidade de


dar posse ao reitor como presidente da associação;

k) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.

Art. 28 – Compete ao Diretor Administrativo e de Patrimônio:

a) prestar serviços de apoio necessário ao funcionamento da


Presidência, Vice Presidência, Secretaria e Diretorias da Associação;

b) exercer as funções de controle e alocação de recursos humanos,


indicando, a partir das possibilidades dos associados colaboradores
ou laborais, a que diretoria deve estar vinculado;
c) supervisionar as atividades de apoio, como recepção, limpeza,
telefonia, manutenção, vigilância, protocolo, e outros serviços
auxiliares necessários ao bom funcionamento da Associação;

d) efetuar o levantamento do patrimônio da Associação tombando,


registrando, conservando, e reparando os seus bens móveis e
imóveis, inclusive os que estejam sob a sua posse;

e) adquirir, receber, guardar, distribuir e controlar o material


necessário a Diretoria da Associação atualizando mensalmente a
movimentação dos bens;

f) providenciar e zelar pela devolução de todo material em poder


de associados ou terceiros, bem como a substituição do material
danificado ou que por ventura falte;

g) responsabilizar e cobrar os que danificarem os bens da Associação;

h) exercer outras atribuições inerentes às especificas exigências de


ordem administrativa e patrimonial da Associação;

i) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

j) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

Art. 29 - Compete ao Diretor de Ambiente, Conservação, Reformas e


Construções:

a) submeter à apreciação da Diretoria da Associação projetos de


reformas nas instalações do Santuário ou construções em seu
terreno com os respectivos orçamentos das obras;

b) supervisionar junto à empresa terceirizada para elaboração de


projeto de ambientação, conservação ou reforma nas instalações do
Santuário e seus anexos, bem como construções em seu terreno
com os respectivos orçamentos das obras a realizar;

c) supervisionar e solicitar as licenças necessárias para realizações de


obras junto aos órgãos competentes;

d) supervisionar o recolhimento dos encargos trabalhistas e


previdenciários dos empregados que participarem das reformas e
construções;

e) organizar e controlar os arquivos de plantas, escrituras e contratos


de obras em execução;
f) supervisionar os serviços de limpezas: de caixa d’água, de fossa,
dedetização e desratização, e de reposição de vidros e instalação
de grade, bem como os serviços emergenciais da parte elétrica
(som, ventilação), hidráulica, e outros que se fizerem necessário a
conservação do santuário;

g) supervisionar a execução de instalação de sistemas de prevenção e


combate a incêndio;

h) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

i) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

Art. 30 - Compete ao Diretor de Assuntos Jurídicos:

a) assessorar o Presidente sobre o cumprimento da legislação e ou de


decisões judiciais pertinentes às finalidades da Associação,
oferecendo, quando solicitado, pareceres conclusivos;

b) acompanhar o Presidente, em juízo ou fora dele, em assuntos que


envolvam a atuação da Associação, referentes a Processos judiciais
ou administrativos de interesse do funcionamento da Associação;

c) representar, quando for o caso, mediante instrumento procuratório


outorgado pelo Presidente, em ações judiciais movidas pela
Associação ou contra esta ajuizadas, em qualquer instância ou
Tribunal;

d) opinar quando consultado sobre assunto de interesse da


Associação, da Diretoria, da Presidência, da Assembléia Geral,
Ordinária ou Extraordinária, ou do Conselho Fiscal;

e) opinar quando consultado sobre assunto de interesse da


Associação, da Diretoria, da Presidência, da Assembléia Geral,
Ordinária ou Extraordinária, ou do Conselho Fiscal;

f) participar das reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral,


Ordinária ou Extraordinária, esclarecendo dúvidas sobre assuntos
de sua competência;

g) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

h) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.
Art. 31 - Compete ao Diretor de Comunicação:

a) divulgar os eventos, deliberações e informações diversas da


Associação;

b) preparar campanhas de informação, conscientização e


institucionais;

c) providenciar material visual, gráfico e eletrônico para planejamento


de campanhas e projetos;

d) providenciar material publicitário para anúncios, banners,


comunicação dirigida, logomarcas, outdoors dos eventos da
Associação;

e) encaminhar artigos e publicações da Associação para os


associados, entidades religiosas, jornais e comunidade local;

f) manter todos os canais de comunicação, inclusive os quadros


murais da Associação, ativos e atualizados;

g) organizar o cadastro de jornalistas, mantendo-o atualizado;

h) auxiliar o Secretário na Redação de discursos, correspondências,


pareceres , no atendimento a consultas e pedidos, quando
solicitado;

i) supervisionar coberturas fotográficas e vídeos;

j) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

k) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.

Art. 32 – Compete ao diretor do Memorial Nóbrega:

a) agregar os ex-alunos do Colégio Nóbrega que se identifiquem com


o objetivo da Associação e se disponham a ajudar a Associação a
realizar os seus objetivos e finalidades;

b) organizar banco de dados dos ex-alunos, tendo como objetivo


verificar os interesses de cada integrante;

c) coordenar os trabalhos do grupo de ex-alunos, encaminhando-os,


conforme seus interesses, a inscrição em alguma categoria de
associado;
d) proporcionar momentos de confraternização dos ex-alunos,
mantendo viva a memória do Colégio Nóbrega, favorecendo a
manutenção dos ideais inacianos;

e) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

f) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

Art. 33 – Compete ao Diretor de Coordenação dos Voluntários:

a) compreender o significado do trabalho voluntário e as motivações


para realizá-lo nesse contexto, repassando o seu significado aos
voluntários;

b) organizar banco de dados, processo de seleção , encaminhamento


do voluntário;

c) guardar os Termos de Adesão (Lei N.º 9608/94) assinado pelos


voluntários;

d) recrutar, treinar, supervisionar e avaliar o trabalho dos voluntários


vinculados a Associação;

e) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

f) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

Art. 34 – Compete ao Diretor de Eventos e de Relações Públicas;

a) organizar festas, confraternizações, procissões e eventos religiosos


em homenagem à Nossa Senhora de Fátima;

b) intensificar o intercâmbio entre os Associados da Associação dos


Amigos de Fátima em Pernambuco – AMIFAT - com os associados do
Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Fátima, Portugal;

c) representar, através de procuração dada pelo Presidente, a


Associação junto a outras entidades religiosas, órgãos de imprensa
e demais entidades civis;
d) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,
solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

e) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.

Art. 35 – Compete ao Diretor Financeiro, e em seu impedimento, ao


Vice-Diretor Financeiro:

a) realizar com zelo todas as atribuições da Tesouraria;

b) arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, coletas


das missas, doações, rendas, auxílios , mantendo atualizada a
escrituração;

c) efetuar os pagamentos de todas as obrigações;

d) manter todo o numerário em estabelecimento bancário, em conta


corrente em nome da Associação, exceto valores suficientes para
pequenas despesas;

e) emitir em conjunto com o Presidente, e no seu impedimento com o


Vice-Presidente, cheques para pagamento, autorizados pela
Diretoria;

f) assinar balanços e balancetes, juntamente com o Presidente e o


Contador indicado pela Diretoria;

g) apresentar a Diretoria, na primeira reunião trimestral o balancete


do trimestre anterior, e, anualmente, no mês de janeiro, o balanço
geral do ano anterior com as demonstrações de receitas e de
despesas, para que seja aprovado e encaminhado à Assembléia
Geral, após parecer do Conselho Fiscal;

h) conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os valores, títulos e


demais documentos relativos à tesouraria da Associação;

i) prestar, a pedido da Diretoria ou do Conselho Fiscal, informações


sobre a situação financeira da Associação, franqueando-lhes o
exame de todos os documentos, livros e arquivos;

j) apresentar anualmente, à Receita Federal, Declaração de


Rendimentos;

k) fazer ao Presidente, por escrito, solicitações de urgência, nos casos


em que haveria necessidade de decisão colegiada;

l) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.
Art. 36 – Compete ao Diretor da Pastoral Litúrgica:

a) assumir com o Presidente tudo que disser respeito à vida litúrgica


da comunidade, planejando, formando e organizando um grupo
voluntário de ação pastoral que inclua ministros de eucaristia,
agentes pastorais de animação, acolhimento, dentre outros;

b) preparar e executar as funções especiais para o bom andamento da


ação litúrgica: o acolhimento, as leituras, os cantos, as preces dos
fiéis, o serviço do altar nas missas do Santuário e na celebração dos
sacramentos, como batismo e casamentos, quando solicitado;

c) organizar liturgicamente, em conjunto com o Presidente e Diretor


de Eventos e demais ministros da eucaristia e agentes pastorais, as
festividades do calendário litúrgico e em homenagem à Nossa
Senhora de Fátima, motivo maior da fundação da Associação;

f) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

g) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.

Art. 37 – Compete ao Diretor de Pastoral Social:

a) preparar e executar, juntamente com o Presidente, as


diretrizes para um trabalho de ação social, zelando pela criação de
uma mentalidade de voluntariado diante dos projetos pastorais,
culturais e educacionais.

b) assumir, juntamente com o Presidente, tudo que disser respeito


à pastoral social da Associação desenvolvida no âmbito do
Santuário.

c) aproximar-se dos projetos sociais, culturais e educacionais da


Companhia de Jesus, buscando cooperar com os ideais inacianos;

d) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

h) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando sempre


das reuniões de Diretoria.
Art. 38 – Compete ao Diretor de Patrocínio:

a) buscar recursos ou parcerias para que possam ser realizados


os eventos promovidos pela Associação;

b) elaborar a proposta de patrocínio a ser encaminhada às


empresas interessadas com o auxilio das Diretorias pertinentes, e
de acordo com parecer da Diretoria de Assuntos Jurídicos;

c) dirigir as campanhas visando angariar fundos para a


Associação;

d) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

i) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

Art. 39 - Compete ao Diretor de Projetos:

a) elaborar, em conjunto com as Diretorias pertinentes, os projetos da


Associação;

b) acompanhar a execução religiosa, técnica, pedagógica,


administrativa e financeira dos projetos em andamento ou
apresentados;

c) propor modificações necessárias na tramitação dos projetos;

d) emitir relatórios periódicos sobre as atividades desenvolvidas e as


avaliações sobre o alcance social dos projetos;

e) fazer ao Presidente, por escrito, dentro de sua competência,


solicitações de urgência, nos casos em que haveria necessidade de
decisão colegiada;

j) exercer demais atividades inerentes ao cargo, participando


sempre das reuniões de Diretoria.

III – DO CONSELHO FISCAL

Art. 40 – O Conselho Fiscal será o órgão fiscalizador da administração


contábil e financeira da Associação e será composto por três membros
efetivos e um suplente, comum a todos, de idoneidade reconhecida, com
poder e competência para opinar sobre relatórios de desempenho financeiro
e contábil e sobre as operações patrimoniais, emitindo parecer para os
órgãos da Associação. Serão eleitos a cada três anos pela Assembleia Geral,
podendo ser reconduzidos, na ocasião da formação da Diretoria.

Art. 41 – Para o fiel cumprimento dos seus deveres, o Conselho Fiscal


reúne-se ordinariamente para apreciar o Balanço Geral e,
extraordinariamente, quando convocado pelo Presidente ou pela Diretoria.
No cumprimento de sua competência, o Conselho Fiscal terá acesso
franqueado e irrestrito a todos os livro, documentos e controles da
Associação e a todos os seus arquivos, registros e dependências.

Parágrafo Primeiro – Compete ao Conselho Fiscal:

a) fiscalizar as ações e movimentações financeiras da Diretoria;

b) emitir parecer sobre receita, despesa e aplicação de recursos, para


posterior apreciação da Assembléia Geral;

c) examinar e dar parecer sobre a programação anual, o relatório, a


prestação de contas e o Balanço da Associação, para posterior
decisão da Assembléia Geral, bem como sugerir alteração, se
entender necessária;

d) comparecer quando convocado pelo Presidente às Assembleias


Gerais para esclarecer seus pareceres quando o Presidente assim
julgar necessário;

e) solicitar à Diretoria, sempre que se façam necessários,


esclarecimentos e documentos comprobatórios de receita e
despesa;

f) comunicar à Associação, para exame pela Assembléia Geral, as


irregularidades constatadas através de seu exame e sugerir as
medidas para a correspondente correção.

Parágrafo segundo – Os membros do Conselho Fiscal elegerão por


maioria simples o seu Presidente, que coordenará os trabalhos desse
Conselho.

Parágrafo terceiro – O Conselho Fiscal deliberará por maioria simples,


cabendo ao seu presidente o voto de qualidade.

CAPÍTULO IV
DO PATRIMÔNIO SOCIAL

Art. 42 – Constituem Patrimônio da Associação, os bens móveis e


imóveis, assim como valores e créditos, que já existam ou que venham a se
incorporar, por aquisição, doação, auxílio, subvenção, legados e rendas
eventuais.

Art. 43 – Os bens e recursos vinculados ao Patrimônio Social só


poderão ser aplicados nos fins estatutários, vedada a distribuição de
qualquer parcela patrimonial, seja a que título for, a associados, diretores e
conselheiros.

Art. 44 – No caso de extinção da Associação, o Patrimônio Social,


observado o art. 61 do Código Civil, será destinado à entidade com as
mesmas finalidades, registrada no Conselho Nacional de Assistência Social,
e que for indicada pela Assembléia Geral de Centro de Educação Técnico e
Cultural – CETEC, pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma
de associação, com sede em Recife-PE.

CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 45 – O ano social coincide com o ano civil, mantendo a Associação


registro contábil de todas as suas aplicações em livros próprios e revestidos
das formalidades legais, encerrando suas atividades em 31 de dezembro de
cada ano.

Art. 46 – As demonstrações contábeis anuais serão encaminhadas até


o último deia do mês de fevereiro do ano seguinte ao Presidente, que as
apresentará na Assembleia Geral anual, no mês de março, juntamente com
o parecer do Conselho Fiscal para análise e aprovação.

Art. 47 – Fianças, avais, empréstimos e garantias reais não podem ser


concedidos pela Associação ou pelos seus associados em nome da
Associação.

Art. 48 – Os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal não respondem


subsidiariamente pelas obrigações sociais, salvo na hipótese excepcionada
pelo art. 5º, parágrafo quinto.
Art. 49 – A Associação não responde pelos compromissos assumidos
pelos seus associados, pelos membros de sua Diretoria ou do Conselho
Fiscal.

Art. 50 – É vedada a remuneração dos cargos da Diretoria e do


Conselho Fiscal, bem como a distribuição de qualquer parcela a título de
lucros, dividendos, participação no resultado, bonificações ou vantagens a
conselheiros, diretores ou associados.

Art. 51 – A Associação aplica, integralmente, no país, os seus recursos


na manutenção dos seus objetivos institucionais, e emprega o superávit,
eventualmente verificado em seus exercícios financeiros, no sustento de
suas obras e atividades, e no desenvolvimento de suas finalidades sociais.

Art. 52 – A Associação somente pode extinguir-se quando não mais


puder levar a efeito suas finalidades para as quais foi criada, ou por
deliberação da Assembléia Geral Extraordinária, para tal fim expressamente
convocada, com votação de 2/3 (dois terços) dos presentes, não podendo
deliberar em primeira convocação, sem a presença da maioria absoluta dos
associados, ou sem pelo menos 1/3 (hum terço) destes, na segunda e última
convocação.

Art. 53 – É vedada à Associação participar de campanhas de interesse


político-partidário ou eleitoral, sob quaisquer meios ou formas.

Art. 54 – É expressamente proibido o uso da denominação social em


atos que envolvam a Associação em obrigações relativas a negócios
estranhos ao seu objetivo social.

Art. 55 – As Diretorias e os Conselhos Fiscais que sucedem as


alterações estatutárias são eleitos ou escolhidos pelo Presidente na
Assembléia Geral voltada a tal fim, tomando posse imediatamente, no
mesmo ato assemblear.

Art. 56 – Todos os associados presentes à Assembleia Geral, com a


assinatura de sua respectiva ata, assumem o compromisso de, quando
realizar trabalho para Associação em uma das suas diretorias ou mesmo em
atividade pastoral, considerar tal atividade, independentemente de
assinatura do termo de voluntariado, como trabalho voluntário em
benefício da Associação, ratificando tal entendimento para todas as
atividades exercidas desde a fundação da Associação em 4 de dezembro de
2007.

Art. 57 – Os associados inscritos na Associação até o dia 30 de março


de 2011 deverão procurar a Secretaria no prazo máximo de seis meses para
optarem por uma das categorias de associados previstas neste estatuto. O
seu não comparecimento no prazo estabelecido implicará no seu
encaminhamento para a categoria de associado contribuinte, caso realize
doações mensais, ou de associado vinculado.

Art. 58 – O presente Estatuto entra em vigor após o seu registro em


Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas desta Capital.

Aprovado em Assembleia Geral de 30 de março de 2011.

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Pe. Antônio Raimundo de Sousa Mota

Presidente da Assembléia Geral

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Sérgio Fernando Lira de Azevedo

Secretário da Assembléia Geral