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DINAMICA DE GRUPO

CONHECENDO A HISTÓRIA DA DINÂMICA DOS GRUPOS NO BRASIL


(Texto desenvolvido pelo grupo SBDG/Blumenau/2006)

A Dinâmica dos Grupos teve inicio no Brasil no ano de 1960, seu precursor foi o Prof.
Pierre Weil o qual introduziu o Laboratório de Sensibilidade Social, com o principal
objetivo de desenvolver a qualidade de atuação do indivíduo como membro e como líder.
Pierre Weil veio para o Brasil em 1948 trabalhar com o professor Leon Walter no SENAC
do Rio de Janeiro com o objetivo de ficar 3 meses, porém está por aqui até hoje, dirigindo
a UNIPAZ (Universidade Internacional da Paz). O trabalho com Dinâmica de Grupo no
Brasil iniciou com o Laboratório de Sensibilidade Social. Esse trabalho foi realizado na
Rede Comercial Banco Lavoura de Minas Gerais. A partir daí, realizou muitos trabalhos
voltados a grupos em universidades, instituições e organizações como Intituto Pestalozzi,
Banco Real, Universidade Federal de Belo Horizonte, etc.
Em l962, chegou ao Brasil a técnica do sensitivy training, aplicada por Fela Moscovici,
Francisco e Edela Lanzer de Souza e João Eurico Matta.
Em l965 aconteceram duas publicações importantes sobre a teoria e a prática dos grupos
T, que é a abreviatura de Training Group, ou Grupo de Treinamento, onde num pequeno
grupo , relativamente não estruturado, os indivíduos participavam como aprendizes. As
obras publicadas foram "Laboratório de Sensibilidade – um estudo exploratório - feita por
Fela Moscovici e "Dinâmica de Grupo e Desenvolvimento de Relações Humanas" do Prof.
Pierre Weil.
Depoimento de Fela sobre o livro “Laboratório de Sensibilidade”

“Até que ponto as pessoas sentem satisfação e/ou insatisfação durante o treinamento de
sensibilidade? O que é percebido ou declarado como satisfação ou insatisfação? Quais
as "categorias" de resposta emocional?

As indagações me ocorrem ao coordenar grupos de treinamento quando não posso


ignorar que as emoções estão sendo tocadas desde o primeiro minuto de treinamento (ou
talvez até antes, pelo simples fato da decisão de participar num treinamento de
sensibilidade). Essas emoções não obedecem a um planejamento prévio - nem meu nem
dos participantes. De minha parte, existe um planejamento de atividades básicas, com
muita flexibilidade e pouca estrutura, visando primordialmente alguns objetivos
educacionais, a partir de certos pressupostos básicos. O envolvimento emocional é
necessário, pois só com ele e através dele realizamos aprendizagem no plano de atitudes
e valores. A verdadeira mudança significativa ocorre quando os insumos cognitivos são
elaborados também emocionalmente”.

Em 1967, São Paulo sediou o III Congresso Interamericano de Administração de Pessoal,


onde Fred Massarik, da UCLA, proferiu palestra sobre Laboratório de Treinamento de
Sensibilidade. Note-se que as técnicas de Dinâmicas de Grupo iniciaram-se nas principais
Escolas de Administração de Empresas da década de 60.
De 1967 a 1975, aconteceram muitas publicações importantes, tanto de livros como de
trabalhos e reportagens, os quais contribuíram em muito para o desenvolvimento e
reconhecimento da importância da Dinâmica de Grupo.

Em 1975 Fela Moscovici lançou a primeira edição da obra “Desenvolvimento Interpessoal”


que tem sido muito importante para as organizações e as pessoas que trabalham com
grupos. Em 1976 foi realizado em Porto Alegre o "I Encontro Regional de Psicologia
Organizacional", onde fora realizada a palestra de abertura com o tema Desenvolvimento
Interpessoal. O sucesso desta apresentação motivou algumas pessoas que convidaram
Fela Moscovici para coordenar em Porto Alegre uma turma de formação em Dinâmica de
Grupo, que veio a ser o primeiro grupo no Brasil.

Torna-se importante ressaltar que Fela Moscovici foi à precursora na publicação sobre a
teoria e a prática dos grupos "T" na obra Laboratório de Sensibilidade. Fela é professora
de Psicologia Aplicada à Educação e de Psicologia Social da Escola Brasileira de
Administração Pública, Bacharel em Pedagogia, com curso de pós-graduação de
Psicologia. É autora de vários livros, artigos e monografias.

Em 1979 foi concluído o primeiro grupo de formação iniciado em Porto Alegre e


coordenado por Fela. Este grupo teve participantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina
e Paraná.

Em 1982, inicia o Grupo de Formação de Especialistas em Desenvolvimento Interpessoal,


coordenado por Fela Moscovici em Curitiba. O grupo iniciou em 1/3/1982 e concluiu em
1/12/1984 com 14 membros. É portanto o segundo grupo em formação no Brasil.

Em l983 iniciam grupos de formação de especialistas tanto em Porto Alegre como em


Brasília. Ainda neste ano é fundado o "Grupo de Estudos Regional Sul – GERS.

Em 1986, foi fundada a Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupo, em 03 de maio, em


Assembléia Geral que decidiu também incorporar os estatutos e associados do GERS.
Desde esta época a SBDG conta com uma estrutura sólida e organizada.

Em 1988, começa a circular o "Irmanito", órgão oficial da SBDG, com edição bimensal.

A partir de 1994 a SBDG conseguiu locar um espaço próprio, o qual se mantém até hoje
em Porto Alegre. De 1996 em diante a SBDG começa a ter uma programação científica
mais constante, como " Quartas ao Vídeo" e Palestras realizadas por profissionais e a
eles oferecidas; também em 1997 teve início à publicação dos cadernos da SBDG, cujo
objetivo é a publicação de trabalhos realizados pelos Grupos de Formação.

Atualmente são 110 grupos já formados e 23 em formação espalhados por todo Brasil
com a missão de consolidar a dinâmica dos grupos como ciência através do
desenvolvimento de indivíduos, bem como da população científica, propiciando
aprendizagem do funcionamento dos grupos e contribuir para mudança social.

“ Quando olhamos para o alto as pessoas ressaltam suas diferenças: negros e brancos,
homens e mulheres, intelectuais e emocionais, alegres e tristes... Mas a medida que
compreendemos os demais, as diferenças desaparecem e em seu lugar surge a
unicidade humana: as mesmas necessidades, os mesmos temores, as mesmas lutas e
desejos. Todos somos um.”
DINÂMICA DE GRUPO

Dynamis é uma palavra de origem grega que significa força, energia, ação.
A expressão Dinâmica de grupo teve sua estréia em um artigo de publicação de Kurt
Lewin, em 1944; neste artigo o autor tratava da relação entre teoria e prática relacionada
a Psicologia Social.
O objetivo de Kurt Lewin ao utilizar esta expressão era de realizar um trabalho de
pesquisa com grupos, ele acreditava ser possível ensinar comportamentos novos as
pessoas quando enseridas no contexto grupal através da DINAMICA DE GRUPO
estimulando a discussão e a decisão grupal.

As Dinâmicas de grupo têm-se mostrado instrumentos preciosos no trabalho com grupos


e a utilização deste instrumento tem aumentado consideravelmente no âmbito profissional
e de desenvolvimento pessoal.
O aspecto lúdico nos remete a espontaneidade, ao improviso e ao ensaio da realidade
assim como acontece com a criança enquanto brinca.
A proposta inusitada da Dinâmica de grupo favorece a expressão espontânea o que nos
permite a observação de atitudes com menor probabilidade de simulação.

Em se tratando da Pedagogia o trabalho com alunos tem um efeito positivo, as dinâmicas


estimulam a participação e desafiam muitas vezes não só o raciocínio mas também a
exposição dos aspectos internos dos participantes. Podemos dizer que este tipo de
trabalho estimula a capacidade criadora, meche com a desenvoltura dos participantes,
melhora sua produtividade, mostra a possibilidade de transformações, estimula o trabalho
em equipe e pode melhorar as relações interpessoais e intrapessoais.

Durante a atividade da dinâmica ou do Jogo dinâmico, o resultado positivo, a resolução da


incógnita pode referir-se a sorte ou tentativa-e-erro , o importante é o comportamento
expressado no decorrer do processo, este é o foco de informação rico a ser observado.

Muitas vezes, a simplicidade da dinâmica é quem garante a expressão mais fiel do


comportamento do participante e fica, portanto a critério do coordenador a observação e
coleta adequada de dados.

O jogo é portanto o meio, o contexto em que insere-se o participante para observá-lo e a


riqueza das informações depende da capacidade do coordenador de explorar o conteúdo
e observar comportamentos e reações.
É importante que o coordenador saiba escolher as dinâmicas de acordo com a realidade e
tempo de trabalho com o grupo.

Dinâmicas ou Jogos que interferem ou provocam com maior profundidade só poderão ser
utilizadas em trabalhos de médio a longo prazo, que permitirão o desenvolvimento e
aprendizado do grupo, que são muitas vezes os grupos terapêuticos, grupos de
crescimento, laboratórios de sensibilidade, etc.

No caso de sala de aula, o coordenador se preocupará com as dinâmicas de um único


encontro que tenham um objetivo específico. Chamamos de dinâmicas estruturadas, são
jogos, Estórias, filmes, fábulas; ou seja procura-se um resultado específico.

Segundo Gramigma a diferença entre dinâmicas e o jogo é determinada pelas regras.


“Quando estas regras contêm pontuação que permita definir vencedores e perdedores,
colocando a competição as claras, trata-se de um jogo. Do contrario, chamamos a
atividade de vivência.”

Estas dinâmicas tratam do encontro de pessoas que se conhecem superficialmente, que


não se conhecem ou pessoas que até tem convivência, mas, sem o hábito de trabalhar
em equipe e expor seus aspectos internos.
Segundo Gramigna” todo jogo implica uma vivência. Nem toda vivência é um jogo”.

E falando em aspectos internos não poderia deixar de falar de algo muito importante que
é: o papel do coordenador.

PAPEL DO COORDENADOR:
As responsabilidades do coordenador são inúmeras; conduzir um encontro é motivo para
preocupação.
1- Ter claro qual é o objetivo da dinâmica;
2 - Prévio planejamento;
3 - Levantar as possibilidades de acontecimento, objetivando segurança e tranqüilidade
no processo de condução do grupo (se poderá causar emoções fortes ou despertar
sentimentos profundos ou transferências);
4- Preparação do material;
5 – Não passar crenças ou valores pessoais;
6 – Ser ético, manter o sigilo grupal e estimular este sigilo;
7 – Cuidar com o tempo da dinâmica relacionado ao numero de participantes;
8 – Estimular o contato entre os participantes e a participação em si;

Preparação da atividade

Dicas para a preparação dos jogos dinâmicos:

 Qual o objetivo da dinâmica? Quais as características que precisam ser avaliadas?


 Número de participantes, faixa etária, sexo e nível de integração;
 Visitar com antecedência o local do evento, checar equipamentos conforme a
necessidade;
 Elaborar com antecedência o roteiro, anotar a seqüência da dinâmica ou o que vai
dizer;
 É importante ter uma ou duas dinâmicas a mais, em caso de imprevistos ou
necessidade de mudanças;
 Verificar luminosidade, ventilação e cadeiras na sala;
 Evitar passar crenças e valores pessoais, mostrar confiança, solidariedade e
procurar estabelecer um clima de relaxamento;
 Tenha cuidado com a aparência (roupa, postura, etc.), o facilitador também será
observado;
 Chegar ao local com antecedência para preparar a sala.
 Habituar-se a fazer um “check-list” das tarefas/ providências que envolvem o
evento;
 Cabe ao cordenador acompanhar a realização da dinâmica, explicá-la e propiciar o
momento de feedback do grupo;
 Após a aplicação de cada dinâmica é preciso tempo para que os participantes
socializem as emoções, sentimentos, dificuldades e descobertas. Não cabe ao
facilitador expressar nenhum juízo de valor.
Amnésia

Objetivo:
Aquecimento, integração, extravasamento.

Competências a serem observadas:


- Criatividade;
- Relacionamento interpessoal;
- Bom humor;
- Foco no resultado;
- Cooperação;
- Foco no cliente.

Tamanho do grupo:
De 8 a 20 pessoas.

Material:
Etiquetas adesivas com nomes de pessoas famosas.

Duração:
Aproximadamente 15 minutos.

Instruções:
Grupo em círculo. O coordenador pede licença para colocar uma etiqueta nas costas de cada um e
pede que ninguém fale o que está escrito na etiqueta. Em seguida, fica no meio do círculo e avisa ao
grupo que vai contar até três para que o grupo faça um barulho de explosão. Após esse barulho diz
ao grupo que houve uma explosão, que todos são sobreviventes e estão traumatizados, perderam a
memória e terão que ajudar uns aos outros a descobrir quem são.

A forma de ajuda será fazendo perguntas fechadas uns para aos outros, cujas respostas só poderão
ser sim, não e não sei. Caso algumas pessoas tenham dificuldade em descobrir, o coordenador dá
uma dica para cada um até que todos descubram seu personagem.

Sugestão de personagens:
Desenho animado – Mickey, Donald, Rei Leão, Pateta, Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão,...
Cantores – Falcão, Roberto Carlos, Reginaldo Rossi, Madona, Fábio Jr,...
Heróis – Super-Man, Hulk, Mulher-Maravilha, Aquaman, Peter Pan, Hércules, Batman, Mulher-
gato, Heman, She-há,...
Roda Confusa

Objetivo:
Solução de problema em conjunto, trabalho em equipe.

Competências a serem observadas:


- Solução de problemas;
- Liderança;
- Criatividade;
- Resistência à frustração;
- Visão do todo;
- Foco em resultados;
- Cooperação;
- Espírito de equipe.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.

Material:
Espaço físico livre para movimentação inicial do grupo.

.Duração:
Aproximadamente 25 minutos.

Instruções:
Todos os participantes em círculo, de mãos dadas. O coordenador pede a todos que memorizem
quem é a pessoa da direita e quem é a pessoa da esquerda. Depois pede que comecem a andar pela
sala, respirar fundo, sem usar o verbal conforme o grupo se movimenta dar outras instruções como:
- Pular só com o pé esquerdo;
- Só com o direito;
- Com os dois pés;
- Passo de formiguinha;
- Passo de elefante;
- Aviãozinho;
- Trenzinho;
- Congela.

Nesse ponto ninguém deve sair do lugar, e o coordenador vai pegando na mão direita de cada um e
juntando coma à mão esquerda da pessoa que está ao lado, fazendo o mínimo de movimento, até
que todos estejam novamente de mãos dadas. Nesse momento o coordenador lança o desafio
dizendo que eles deverão retornar ao círculo inicial sem soltar as mãos.
Jogo de Viagem

Objetivo:
Processar escolhas, trazer à consciência os critérios inconscientes que utilizamos para processar
escolhas.

Competências a serem observadas:


- Preconceitos;
- Pressupostos;
- Rótulos;
- Discriminações;
- Valores morais;
- Resistência à frustração;
- Flexibilidade;
- Relacionamento interpessoal.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.

Material:
Fotos de pessoas famosas em grande quantidade.

Duração:
Aproximadamente 40 minutos.

Instruções:
1 – Colocar fotos de pessoas famosas em farta quantidade.

2 – Informar aos participantes que cada um ganhou uma viagem para duas pessoas e que a pessoa
que planejava levar teve um imprevisto de ultima hora e poderá ser substituída.

3 – Portanto, cada participante, deverá escolher entre as fotos espalhadas, duas pessoas com quem
teria prazer em fazer essa viagem e uma ou duas pessoas com quem jamais viajaria e explicar o
porquê de cada escolha.

4 – Essa dinâmica tem o objetivo de trazer à tona os critérios de avaliação de cada um, os valores, a
discriminação, os pressupostos, os rótulos, a subjetividade com que realizam cada escolha, suas pré-
concepções, etc.
Anúncios classificados

Objetivo:
Apresentação, indicado para início da aplicação, ajudando a romper o gelo e despertando interesse
de uns pelos outros, observar a auto-imagem.

Competências a serem observadas:


- Criatividade;
- Autoconhecimento;
- Auto-imagem positiva;
- Segurança;
- Autoconfiança.

Tamanho do grupo:
A partir de 5 pessoas.

Material:
Papel e canetas coloridas para todos.

Duração:
Aproximadamente 30 minutos.

Instruções:
Cada participante recebe uma folha em branco. Em dez minutos deve escrever um Anúncio
Classificado, como os que se vêem em jornais, oferecendo algum serviço, curso ou outra coisa.

O anúncio tem o objetivo de anunciar a própria pessoa por intermédio de um produto ou serviço
com o qual ela se identifica. Ninguém deve escrever o próprio nome.

Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios, durante alguns
minutos, tentando descobrir quem são as pessoas anunciadas.

O coordenador da dinâmica reúne o grupo e orienta para que cada um se apresente, enriquecendo os
dados do anúncio e explicando o que escreveu e porquê.

Como cada um se sentiu, vendo seu anúncio classificado sendo lido pelos outros?
A Vaca

Objetivo:
Realização de trabalho não estruturado e reflexão sobre como atingir os melhores resultados.

Competências a serem observadas:


- Trabalho em equipe;
- Participação;
- Cooperação;
- Organização;
- Planejamento estratégico;
- Comunicação;
- Liderança;
- Foco em resultados;
- Visão do todo;
- Foco no cliente.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.
Material:
- Papel
- Material de desenho
- Tesoura para cada grupo
- Cartões com nomes de partes do corpo de uma vaca: cabeça, rabo, olhos, orelha esquerda,
orelha direita, pata traseira esquerda, pata traseira direita, pata dianteira esquerda, pata
dianteira direita, tetas, etc.
Variação:
Figura humana.
Duração:
Aproximadamente 45 minutos.
Instruções:
1ª Etapa – Dividir o grupo em subgrupos sem que haja nenhuma comunicação entre eles. O
coordenador distribui cartões com os nomes dos pedaços da vaca e orienta os subgrupos a fazerem
os desenhos correspondentes. Não dá mais nenhuma orientação. Os subgrupos se reúnem, fazem
seus desenhos.
2ª Etapa – Na plenária, todos se juntam e montam a vaca. Em geral a vaca fica uma figura
desproporcional. O coordenador puxa a reflexão sobre o que isso quer dizer no trabalho cotidiano.

Por que isso acontece?

Como se poderia ter uma vaca mais adequada?

Uma complementação da dinâmica é que os subgrupos voltem a desenhar os complementos da


vaca, dessa vez, planejando e distribuindo tarefas para que todos participem e atinjam juntos o
objetivo.
3ª Etapa – A discussão sobre a técnica é que oportuniza uma ampla observação da postura
profissional de cada um.

Jogo do Xadrez

Objetivo:
Realizar uma atividade em grupo em três etapas distintas: planejamento, execução e seleção.

Competências a serem observadas:


- Foco no cliente;
- Comunicação;
- Organização;
- Planejamento estratégico;
- Trabalho em equipe;
- Consenso;
- Sinergia;
- Habilidade para ouvir;
- Flexibilidade;
- Criatividade;
- Liderança;
- Foco em resultados;
- Iniciativa;
- Agilidade;
- Comunicação verbal;
- Pró-atividade;
- Capacidade de correr riscos;
- Administração do tempo;
- Competitividade;
- Comprometimento.

Tamanho do grupo:
Mínimo de 3 grupos com 3 pessoas.

Material:
- Fita crepe;
- 1 folha de flip-chart;
- 4 folhas, duas de cada cor específica (verde, azul, rosa ou amarelo);
- 1 pedaço de barbante de mais ou menos 30cm;
- 1 tubo de cola (a cola poderá estar vazia, opcionalmente).

Duração:
Aproximadamente 1h.

Instruções:
Dividir o grupo em subgrupos de no mínimo 4 participantes, devendo cada grupo ter o mesmo
número de participantes.

Cada subgrupo passará a ser uma empresa.


As empresas participantes produzem/fornecem tabuleiros de xadrez.

O coordenador assumirá o papel de um personagem: O CLIENTE (Sra. Pura Exigência ou Sr.


Perfeitinho Sem Graça).

O coordenador deverá usar um adereço que caracterize o personagem: O CLIENTE.

O coordenador deverá ler a folha do participante junto com o grupo e esclarecer as dúvidas.

Deixar claro que o cliente poderá visitar e observar o fornecedor quando lhe for conveniente.

Nas instruções deixe claro que o jogo é constituído por duas etapas distintas.

1ª Etapa – Planejamento – 15 minutos


Antes de começar esta fase, você deverá entregar os recursos menos à régua, porém os participantes
só poderão olhar o material, não poderão tocar ou mexer.
Estes 15 minutos são apenas para planejar sem tocar no material.

2ª Etapa – Execução – 30 minutos


As empresas confeccionarão o tabuleiro.
O coordenador vai incorporar o personagem e passará nas empresas para observar os processos de
confecção do produto.
O tempo será de 30 minutos exatamente.
O grupo que terminar antes poderá entregar e o tempo valerá ponto.
No primeiro momento, não deverá entregar a régua, só para os grupos que pedirem; aos que não
pediram, só após 5 minutos e discretamente.
No início da atividade perguntar a cada empresa o tempo previsto para entrega do produto e anotar.
Após entregar as réguas, diga para as empresas que Dna. Pura Exigência tem um recado para as
empresas e anotar os seguintes critérios no quadro:

Ordem de entrega – (quem entregou primeiro, anotar tempo).


Tempo de entrega – (quanto levou a execução).
Durabilidade – (sacudir 3 vezes o tabuleiro pronto).
Criatividade – (otimização de recursos).
Explique verbalmente, que esses serão os critérios usados na avaliação e escolha da empresa
vencedora da concorrência.

3ª Etapa – Seleção da empresa vencedora


Não dê informações sobre esta etapa no início da execução, somente no início desta etapa.
Desenvolva esta etapa com humor para que os grupos não fiquem desmotivados com o resultado do
desempenho da empresa.
Tenha o quadro a seguir pronto no flip-chart:

1 – Ordem de entrega
Empresa que entregou em 1º lugar = 20 pontos.
Empresa que entregou em 2º lugar = 15 pontos.
Empresa que entregou em 3º lugar = 10 pontos.
Empresa que entregou em 4º lugar = 05 pontos.
2 – Tempo de entrega: a empresa que entregar dentro do prazo contratado com o cliente no início da
execução ganhará 20 pontos.

3 – Durabilidade: o cliente deverá sacudir 3 vezes o tabuleiro.


Se não cair nenhuma peça, o grupo ganhará 20 pontos.
Se cair alguma peça/pedaço de papel ou sair do lugar, o grupo não ganha pontos.

4 – Criatividade: demonstrará criatividade o grupo que otimizar os recursos, ou seja, utilizar a


menor quantidade possível de matéria-prima, por exemplo, construindo o tabuleiro de xadrez, na
folha de flip-chart, usando apenas uma das outras cores que recebeu.

A empresa que fez maior economia de matéria-prima receberá 20 pontos.

Jogo do xadrez – Folha do participante

Seu grupo é uma empresa que constrói tabuleiros de xadrez, entre outros produtos.
Um importante cliente “Pura Exigência S.A.”, entrou em contato com sua empresa e com mais
alguns concorrentes.
Seu objetivo é encontrar um fornecedor oficial de tabuleiros de xadrez, para fechar um contrato de
produção planejada para cinco anos. O concorrente que tiver maiores condições de atender aos
padrões de qualidade e produtividade que satisfaça à exigência do cliente, será o ganhador deste
contrato milionário.

No caso de vários concorrentes demonstrarem alto padrão de qualidade, o contrato poderá se


estender a vários fornecedores, já que se trata de uma demanda crescente no mercado.
Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4
Indicadores

Ordem de entrega
Tempo de entrega
Durabilidade
Criatividade

Tarefa: construir um tabuleiro de xadrez, quadrado, com 64 casas quadradas, com cores alternadas.
O cliente fornecerá um kit com o seguinte material:
- Fita crepe;
- 02 folhas de 1 cor especifica;
- 01 pedaço de barbante de aproximadamente 30 cm;
- 01 folha de flip-chart;
- 01 tubo de cola.

Condições de execução:
O cliente coloca algumas condições para a execução da tarefa:
- Só será permitido uso do material disponível.
- Não será necessário usar todo o material disponível.
- O cliente poderá inspecionar a tarefa quando desejar.
- A comunicação entre as empresas concorrentes é proibida.
- Cada empresa deverá respeitar as seguintes etapas de execução:

Planejamento: 15 minutos.
Execução: Máximo 30 minutos.
Seleção: ganhará a empresa que fizer o maior número de pontos ou ganhará a maior parte do
contrato a empresa que fizer o maior número de pontos, no caso de o contrato ser distribuído a mais
de um fornecedor.
Torre de controle

Origem:
Cursos e seminários sobre criatividade.

Objetivo:
Introduzir o tema prontidão.

Competências a serem observadas:


- Atenção;
- Memória;
- Capacidade de concentração;
- Prontidão.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.

Material:
Um apito e uma cadeira.

Duração:
20 minutos.

Instruções:
Em semicírculo, de frente para o facilitador.

Etapa I - Desafiar o grupo a responder, com prontidão, às orientações da torre de comando.

Quem orienta é o coordenador.

Mediante 4 sinais, os participantes agirão de forma diferenciada:

- 1 palma: deslocar-se pela sala, usando somente um pé e movimentando os braços para


cima;
- 2 palmas: sentar-se no chão;
- 3 palmas: caminhar segurando o joelho;
- 1 apito: formar um círculo.

O ccordenador realiza um treinamento. A seguir, varia os comandos e vai eliminando aqueles que
responderem de forma incorreta.
Etapa II - solicitar um voluntário. Ao se apresentar, o voluntário deverá criar novas formas de
comando e conduzir a atividade. Colocar à sua disposição uma caixa com alguns objetos
intermediários (panos, chapéus, fitas). Escolher mais um ou dois voluntários e cuidar para que o
tempo máximo no comando seja de 5 minutos por pessoa.
Etapa III - em círculo, abrir espaços para comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades
e outros que o grupo julgar importantes. Relacionar a atividade à necessidade da prontidão para
responder às demandas diárias na função.

Meu crachá

Objetivo:
Facilitar o autoconhecimento e promover a integração grupal.

Competências a serem observadas:


- Comunicação;
- Criatividade;
- Autoconhecimento;
- Percepção.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.

Material:
Crachás, caneta, hidrocolor.

.Instruções:
1 – Distribuir os crachás pelo grupo e pedir que escrevam o nome e criem um símbolo que os
represente. Colocar as canetas e hidrocores à disposição.
2 – Quando todos estiverem prontos, fazer a apresentação para o grupo.
3 – Cada participante diz alto o seu nome e explica o seu símbolo.

Observações:
1 – Criar um símbolo que nos representa significa expressar sonhos e fantasias em relação a nós
mesmos. È possível fazer uso da criatividade sem censuras, por se tratar de um trabalho leve que
não oferece dificuldades de execução.
Técnica do barbante

Objetivo:
Trabalhar o comportamento nas relações sociais. Sugere trabalho em equipe, planejamento,
cooperação, ajuda mútua, paciência, descontração e carícia.

Competências a serem observadas:


- Relacionamento interpessoal;
- Foco no resultado;
- Cooperação.

Material:
Um pedaço de barbante de aproximadamente oitenta centímetros para cada participante.
Tamanho do grupo:
Mínimo de 10 pessoas.

Instruções:
1 – Cada participante dá um nó nas pontas do seu barbante. Os nós devem ter mobilidade (são nós
do tipo de rabiola de pipa).
2 – Formam-se duplas.
3 – Um dos pares coloca um punho em cada nó.
4 – O outro par coloca um dos punhos em um dos nós do seu barbante.
5 – Passa a outra ponta do barbante por baixo do barbante atado nos punhos de seu par.
6 – Coloca o outro punho no nó da ponta que está solta.
7 – Os pares ficarão presos.
8 – O desafio consiste em se soltarem um do outro sem desfazer os nós dos punhos e sem arrebentar
o barbante.

Como se soltar:
1 – Um dos pares corre o seu barbante até um dos nós de seu parceiro.
2 – Passa o próprio barbante por dentro do nó do punho do seu parceiro fazendo uma laçada.
3 – O parceiro passa então a própria mão por dentro desta laçada.
4 – Os pares estão soltos.

Observações:
Pode-se fazer o comentário a seguir e incentivar a discussão no grupo.
1 – A relação é uma via de duas mãos. A minha ação provoca/direciona/sugere a reação do outro
(com quem me relaciono). Autoritarismo/submissão.
Quando há uma mudança na ação de um dos envolvidos há, automaticamente, uma mudança na
reação do outro. É como um efeito em cadeia. Eu só me liberto do outro a partir do momento em
que possibilito que o outro se liberte de mim.

Kaos

Objetivo:
Vivenciar com os participantes a função administrativa.

Competências a serem observadas:


- Planejamento;
- Organização;
- Controle;
- Direção;
- Raciocínio lógico;
- Trabalho em equipe;
- Percepção;
- Participação;
- Liderança;
- Envolvimento;
- Competição.

Tamanho do grupo:
A partir de 10 pessoas.

Material:
Jogo do Kaos: uma cópia do manual de instrução e do mapa Kaos.

Duração:
90 minutos, aproximadamente.

Instruções:
O coordenador informa aos participantes que irão realizar uma atividade, cujo nome é “Jogo do
Kaos”.

Informa que terão um tempo livre e que em qualquer momento você poderá dar algumas dicas ao
grupo. Para isso:

1 – Após aproximadamente 15 minutos do início das atividades o instrutor poderá dar uma dica.
“As afirmativas 6, 7, 8,10 e 23 são fixas”.

2 – É importante que o monitor leve os participantes a realizarem por completo o jogo, para não
“rebaixar o moral do grupo”.
3 – O coordenador poderá criar o papel de observador, onde este irá observar como se deu o
trabalho desde o início em termos de organização, planejamento, controle, quem exerceu liderança,
se foi um trabalho de equipe, formas de comunicação, etc...

4 – Painel para discussão / fechamento, onde o monitor apresente o processo administrativo (como
ele se dá e suas dificuldades) e solicita dos participantes comentários sobre o valor do exercício.

Manual de instrução do grupo


As informações que seguem são as seguintes: Sabe-se que todos são casados e os nomes das
esposas são diferentes, como são diferentes os nomes dos componentes do conjunto. Suas
preferências em relação à bebida, carro, instrumento musical, cor da camisa são diferentes, devido à
origem de cada um: os cincos provêm de Estados diferentes.

Sabe-se que:

01 – O mineiro só bebe café.


02 – A esposa de José tem o nome mais curto do grupo.
03 – Débora é casada com quem tem um V.W.
04 – Trompete é o instrumento musical de quem usa camisa branca.
05 – O carioca é vizinho de Luísa.
06 – O tocador de guitarra fica na primeira casa.
07 – O bebedor de água usa camisa preta.
08 – João fica na última casa.
09 – O carro da primeira casa é Chevrolet e é vizinha da paulista.
10 – Pedro fica entre Joaquim e José.
11 – A camisa verde fica entre a amarela e azul.
12 – O piano fica a mesma distância da Vânia e do leite.
13 – O baiano tem um Fiat.
14 – Antônio só bebe refrigerante.
15 – O tocador de saxofone tem um BMW.
16 – Pedro não bebe nem leite nem café.
17 – Na casa de Maria tem-se um Ford.
18 – O gaúcho e o paulista são vizinhos.
19 – José mora na casa vizinha do suco.
20 – Joaquim toca piano e está a mesma distância do paulista e do trompete.
21 – Débora mora na mesma casa onde a camisa é azul.
22 – O mineiro está à mesma distância do gaúcho e do carioca.
23 – Ana está na extremidade oposta a Vânia, mas é vizinha de Maria.

Mapa Kaos – Gabarito


Gaúcho Paulista Mineiro Baiano Carioca
Naturalidade
Leite Suco Café Refrigerante Água
Bebida

Carro Chevrolet Ford VW Fiat BMW


Ana Maria Débora Luísa Vânia
Esposa
Guitarra Pandeiro Piano Trompete Saxofone
Instrumento

Camisa Amarela Verde Azul Branca Preta

Nome José Pedro Joaquim Antônio João

Vocês irão realizar uma atividade cujo nome é o Jogo do Kaos. É uma atividade competitiva, e
vence a equipe que conseguir montar o quebra-cabeça mais rápido e na posição correta.

Em qualquer momento vocês poderão receber algumas dicas do instrutor Após 15 minutos: Uma
dica: As afirmativas 6, 7, 8, 10 e 23 são fixas.

Mapa Kaos

Naturalidade

Bebida

Carro

Esposa

Instrumento

Camisa

Nome
Viagem à lua

Objetivos:
Observar a integração grupal, aquecer o grupo para outra atividade posterior, observar atenção e
percepção.

Competências a serem observadas:


- Habilidade para ouvir;
- Atenção;
- Bom humor;
- Foco no resultado;
- Percepção.

Material:
Crachás com nomes dos integrantes.

Instruções:
1 – Os participantes, juntamente com o coordenador, são dispostos em semicírculo.

2 – O coordenador inicia o jogo dizendo: “Vamos fazer uma viagem à lua, cada elemento deve
escolher o que deseja levar. No entanto, existe uma alfândega (representada pelo coordenador) que
vai selecionar o que pode ser levado. A tarefa de vocês é descobrir o critério adotado. Quem
descobrir deverá passar a utilizá-lo, no entanto, nada falará a ninguém”.

3 – O coordenador deve perguntar a cada elemento do grupo, em ordem (iniciando por uma das
pontas do semicírculo) o que pretende levar. É necessário que ao fazer a pergunta, fale antes, o
nome do participante. Ex: Paulo o que você quer levar para a lua? Quando o participante responder,
o coordenador deve também reforçar o nome.

Ex: Muito bem, o Paulo pode levar um prato.


Não, a Silvia não pode levar um vaso.

4 – O jogo termina quando pelo menos 80% do grupo percebe o critério utilizado pela alfândega.

5 – O critério é o objeto começar com a mesma letra do nome da pessoa.


Qual é a sua decisão?

Objetivos:
Possibilita observar a capacidade de análise, tomada de decisão e as formas de buscar o consenso
grupal.

Competências a serem observadas:


- Valores pessoais;
- Solução de problemas;
- Persuasão;
- Processar escolhas;
- Consenso.

Tamanho do grupo:
Individual ou grupos de até 20 pessoas.

Material:
Uma cópia do texto “Qual é a sua decisão?” Para cada integrante do grupo.

Duração:
Aproximadamente 70 minutos.

Instruções:
1 – Entregar cópia do texto para cada integrante.

2 – Solicitar que cheguem a um consenso sobre a atuação apresentada (30’).

3 – Discussão em grupo (10’).

“Qual é a sua decisão”


Em circunstâncias pouco comuns, um aeroplano pequenino caiu numa ponte congelada do Oceano
Atlântico Norte. Todos do pequeno avião sobreviveram. O grupo consistia de um piloto, que era um
famoso explorador, uma estrela de cinema, um ministro, uma criancinha, uma mulher grávida, um
homem velho e doente, o secretário geral de um país e um cirurgião de olhos que acabara de
descobrir uma novidade na sua área que ajudará pessoas com problemas visuais.

A grande pedra no gelo está começando a se derreter rapidamente, pois o tempo está mudando.
Estará completamente dissolvida antes que seja possível chegar qualquer navio de resgate. Com o
material que consiste em bóias salva-vidas, conseguiram construir uma pequena jangada para salvar
somente uma pessoa. Quando o gelo estiver todo derretido, qual o indivíduo que deveria ocupar a
jangada? Ou nenhum deveria se salvar? Porque você tomou esta decisão?
Consenso
Objetivos:
Comparar resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal e explorar valores que
caracterizem um grupo. Observar a coesão de grupos, a flexibilidade e a resistência à mudança.

Competências a serem observadas:


- Solução de problemas;
- Processar escolhas;
- Percepção;
- Flexibilidade;
- Resistência à mudança;
- Foco no resultado.

Tamanho do grupo:
Até 5 participantes em cada subgrupo.

Material:
Uma cópia do exercício para cada participante. Lápis ou caneta.

Duração:
Aproximadamente 50 minutos.

Instruções:
1 – O coordenador distribuirá uma cópia para cada membro.

2 – O exercício deve ser lido em voz alta pelo coordenador.

3 – A seguir, todos procurarão tomar uma decisão individual, seguindo as instruções da folha.
(aproximadamente 10’)

4 – O coordenador forma os subgrupos e determina que se faça uma decisão grupal (consenso)
(aproximadamente 40’).

5 – Todos os relatores dos subgrupos apresentam em plenária o resultado da decisão grupal.


Abrigo subterrâneo

Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhe
solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar sete
pessoas.

Abaixo, há uma relação das treze pessoas interessadas em entrar no abrigo.

Faça a sua escolha, destacando seis tão somente, porque o sétimo é você.

( ) Um advogado, com 25 anos de idade.

( ) A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos
preferem ou ficar juntos no abrigo ou fora dele.

( ) Um sacerdote, com a idade de 75 anos.

( ) Uma prostituta, com 34 anos de idade.

( ) Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos.

( ) Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo uma
arma.
( ) Uma menina, com 12 anos de idade e baixo QI.

( ) Um homossexual, com 47 anos de idade.

( ) Um artista famoso, com 31 anos de idade, alcoólatra.

( ) Um violinista, com 40 anos de idade, que só aceita entrar se puder levar consigo seu violino.

( ) Um político fanático, com 35 anos de idade.

( ) Um operário com escolaridade primária de temperamento agressivo.

( ) Um antigo chefe de uma empresa X, que foi demitido por roubo.


Contando Estória
Objetivos:
- Integração;
- Comunicação verbal.

Competências a serem observadas:


- Capacidade para trabalhar com improvisos / criatividade;
- Bom humor;
- Foco no resultado;
- Solução de problemas;
- Atenção;
- Concentração.

Tamanho do grupo:
Até 20 participantes.

Material:
Uma bolinha de borracha ou um jogo de cordas pedagógicas.

Instruções:
Com a bolinha de borracha:
1 – Solicitar que os participantes sentem no chão, em círculo.
2 – Pedir que uma pessoa inicie uma estória com a bolinha na mão.
3 – Após algum tempo esta pessoa para a estória e joga a bolinha para quem vai continuar a mesma
estória. (do ponto onde parou)
4 – Este mesmo processo se repete até que todos contem uma parte da estória, e que esta tenha um
final.

Com o jogo de cordas pedagógicas:


1 – Solicitar que os participantes sentem no chão, em círculo.

2 – Entregar uma corda para cada participante (o facilitador também fica com uma corda).

3 – O coordenador começa a estória amarrando sua corda a uma outra que também terá à
disposição.

4 – Após algum tempo o coordenador passa a corda formada para o outro participante que deverá
também amarrar a sua corda e continuar a estória. (do ponto onde o facilitador parou).

5 – O processo se repete ata que todos contem uma parte da estória e que ela tenha um final.
Dinâmica da Geléia

Objetivo:
Este jogo possibilita a expressão de comportamentos como relacionamento interpessoal,
criatividade, inovação, relacionamento com os demais, liderança.

Competências a serem observadas:


- Dinamismo;
- Criatividade;
- Participação;
- Liderança;
- Conflito.

Duração:
30 minutos.

Instruções:
Os participantes fazem parte de uma empresa que fabrica geléias. Esta Empresa passa no momento
por sérios problemas financeiros.

Os funcionários serão convidados para elaborar, uma nova proposta para elevar o faturamento da
empresa, desenvolvendo:
- Um novo nome para a Empresa,
- Um novo logotipo,
- Um novo jingle, todos deverão cantar (Hino da Empresa)
- Desenhos de 4 novas embalagens de Geléia,
- Vender a nova proposta, argumentando que melhorará o faturamento da empresa, após a
mudança destes itens.
BIBLIOGRAFIA

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Acesso em 27 e 28/07/06.

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Acesso em 27 e 28/07/06.

BAREMBLITT, Gregório. Grupos, Teoria e Técnica. Edições Gral. 1986, 2ª edição.

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http://grad.ufsc.br/~malice/MonitoriaTextos/Grupos200302.doc. Acesso em 31/07/06.

GONÇALVES, Ana Maria e Perpétuo, Susan Chiode. Dinâmica de Grupos na


Formação de Lideranças. 8 ed .Rio de Janeiro: DP&A editora,2002.

RESENDE, Enio. O Livro das Competências. 2 ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003.

ANDRADE, Suely Gregori. Teoria e Prática de Dinâmica de Grupo: Jogos e Exercícios.


São Paulo: Casa do Psicólogo,1999.

GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa. São Paulo: Makron Books, 1993.

GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de Empresa e Técnicas Vivenciais. São Paulo:
Makron Books, 1997.

LIEBMANN, Marian. Exercícios de arte para grupos. 3ed. São Paulo: Summus, 2000.

MOSCOVICI, Felá. Equipes Dão Certo. A Multiplicação do Talento Humano, 2 edição.


Rio de Janeiro: José Olympio, 1995.

MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento Interpessoal: treinamento em grupo. Rio de janeiro:


Jose Olympio, 2005.