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MANUAL DE

Procedimentos
Contabilidade
Assuntos Diversos
e Legislação

Destaques ÍNDICE
Nesta edição, a seção Contabilidade aborda as
peculiaridades sobre a prestação e divulgação de Contabilidade ...................................................................... 3
informações de natureza social e ambiental. • Informações de Natureza Social e Ambiental

Nesta edição trataremos também da função e • Função e Funcionamento do Passivo do Plano de Contas das
do funcionamento do passivo do plano de contas Micro e Pequenas Empresas
das Micro e Pequenas Empresas. • Abatimento na Venda de Mercadorias

Abordaremos, por fim, a contabilização do


abatimento concedido na venda de mercadorias. Legislação ............................................................................ 9
• Ato Declaratório Executivo COSIT nº 36/10
Benedita Bernardes Nepomuceno Carleto Taxas de Câmbio para Elaboração do Balanço
Renata Joyce Theodoro
• Comunicados BACEN nºs 20.393/10, 20.394/10, 20.399/10,
20.401/10 e 20.406/10
Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR)
do Período de 09/12/2010 a 15/12/2010
• Deliberação CVM nº 648/10
Regulamentação da Legislação que Especifica
• Deliberação CVM nº 649/10
Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 08(R1) do Comitê de
Pronunciamentos Contábeis – Custos de Transação e Prêmios na
Emissão de Títulos e Valores Mobiliários
• Deliberação CVM nº 650/10
Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 10(R1) do Comitê de
Pronunciamentos Contábeis – Pagamento Baseado em Ações
• Deliberação CVM nº 651/10
Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 43(R1) do Comitê de
Pronunciamentos Contábeis – Adoção Inicial dos Pronunciamentos
Técnicos CPC 15 a 41
Cenofisco BD Legislação
• Deliberação CVM nº 652/10
Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, Aprovação da Interpretação Técnica ICPC 16 do Comitê de
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continua
CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
e Legislação Manual de Procedimentos
ÍNDICE – CONTINUAÇÃO

• Deliberação CVM nº 653/10 • Resolução CFC nº 1.314/10


Aprovação da Orientação Técnica OCPC 04 do Comitê de Aprovação da NBC T 19.15 – Pagamento Baseado em Ações
Pronunciamentos Contábeis – Aplicação da Interpretação • Resolução CFC nº 1.315/10
Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Aprovação da NBC T 19.40 – Adoção Inicial das NBC Ts
Brasileiras Convergidas em 2009
• Resolução CFC nº 1.311/10 • Resolução CFC nº 1.316/10
Aprovação da NBC PA 290 – Independência – Trabalhos de Aprovação da IT 16 – Extinção de Passivos Financeiros com
Auditoria e Revisão Instrumentos Patrimoniais
• Resolução CFC nº 1.312/10 • Resolução CFC nº 1.317/10
Aprovação da NBC PA 291 – Independência – Outros Aprovação do CT 05 – Aplicação da Interpretação Técnica
Trabalhos de Asseguração IT 13 – Contrato de Construção do Setor Imobiliário
• Resolução CFC nº 1.313/10
Aprovação da NBC T 19.14 – Custos de Transação e
Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Manual de procedimentos : contabilidade,


assuntos diversos e legislação. – – Curitiba, PR :
Cenofisco Editora, 2006.

ISBN 85 – 7569 – 021– 3

1. Contabilidade – Leis e legislação – Brasil


2. Tributos – Leis e legislação – Brasil
I. Título: Contabilidade, assuntos diversos e legislação.

06 – 9524 CDU – 34 : 336 . 2 (81)

Índices para catálogo sistemático:


1. Brasil : Direito fiscal 34 : 336.2 (81)

2 • No 01/11 Janeiro 1a semana


CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
Manual de Procedimentos e Legislação

CONTABILIDADE
ou não da contabilidade, de acordo com os procedimentos deter-
Informações de Natureza Social e minados por esta norma.
Ambiental A demonstração referida anteriormente, quando divulgada,
SUMÁRIO deve ser efetuada como informação complementar às demons-
1. Considerações Iniciais trações contábeis, não se confundindo com as notas explicativas.
2. Conceituação e Objetivos
A Demonstração de Informações de Natureza Social e Am-
3. Informações a Serem Divulgadas
3.1. Geração e distribuição de riqueza biental deve ser apresentada, para efeito de comparação, com as
3.2. Recursos humanos informações do exercício atual e do exercício anterior.
3.3. Interação da entidade com o ambiente externo
3.4. Interação com o meio ambiente
4. Disposições Finais 3. Informações a Serem Divulgadas
5. Modelo de Balanço Patrimonial Sócio-Ambiental
A seguir, trataremos das informações de natureza social e
ambiental a serem divulgadas pela entidade.
1. Considerações Iniciais
3.1. Geração e distribuição de riqueza
Por intermédio da Resolução CFC nº 1.003, de 19/08/2004
(DOU de 06/09/2004) foi aprovada a NBC T 15, que dispõe sobre A riqueza gerada e distribuída pela entidade deve ser apre-
a prestação e divulgação de informações de natureza social e sentada conforme a Demonstração do Valor Adicionado, definida
ambiental. na NBC T 3.7.
Os procedimentos descritos na norma supramencionada já Nota Cenofisco:
são aplicáveis desde os exercícios iniciados a partir de 01/01/2006. De acordo com os itens 14 e 15 da NBC T 3.7, a formação e distri-
buição da riqueza gerada é feita da seguinte forma:
Neste presente estudo iremos tratar sobre as peculiaridades Primeira Parte da Demonstração do Valor Adicionado
relativas às informações de natureza social e ambiental. A DVA, em sua primeira parte, deve apresentar de forma detalhada a
riqueza criada pela entidade. Os principais componentes da riqueza criada
estão apresentados a seguir nos seguintes itens:
Receitas
2. Conceituação e Objetivos Venda de mercadorias, produtos e serviços – inclui os valores dos
tributos incidentes sobre essas receitas (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e
A NBC T 15 estabelece procedimentos para evidenciação COFINS), ou seja, corresponde ao ingresso bruto ou faturamento bruto,
de informações de natureza social e ambiental, com o objetivo de mesmo quando na demonstração do resultado tais tributos estejam fora do
demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social cômputo dessas receitas.
da entidade. Outras receitas – da mesma forma que o item anterior, inclui os tributos
incidentes sobre essas receitas.
Para fins da norma supramencionada, entende-se por infor- Provisão para créditos de liquidação duvidosa – Constituição/Rever-
mações de natureza social e ambiental: são – inclui os valores relativos à constituição e reversão dessa provisão.
Insumos Adquiridos de Terceiros
a) a geração e a distribuição de riqueza; Custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos – inclui
os valores das matérias-primas adquiridas junto a terceiros e contidas no
b) os recursos humanos; custo do produto vendido, das mercadorias e dos serviços vendidos adqui-
ridos de terceiros; não inclui gastos com pessoal próprio.
c) a interação da entidade com o ambiente externo; Materiais, energia, serviços de terceiros e outros – inclui valores relati-
vos às despesas originadas da utilização desses bens, utilidades e serviços
d) a interação com o meio ambiente. adquiridos junto a terceiros.
Nos valores dos custos dos produtos e mercadorias vendidos, mate-
A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambien- riais, serviços, energia, etc. consumidos, devem ser considerados os tributos
incluídos no momento das compras (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS),
tal, ora instituída, quando elaborada, deve evidenciar os dados e as recuperáveis ou não. Esse procedimento é diferente das práticas utilizadas
informações de natureza social e ambiental da entidade, extraídos na demonstração do resultado.

Janeiro 1a semana No 01/11 • 3


CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
e Legislação Manual de Procedimentos

Perda e recuperação de valores ativos – inclui valores relativos a ajustes Remuneração de capitais próprios – valores relativos à remuneração
por avaliação a valor de mercado de estoques, imobilizados, investimentos, atribuída aos sócios e acionistas.
etc. Também devem ser incluídos os valores reconhecidos no resultado do • Juros sobre o Capital Próprio (JCP) e dividendos – inclui os valores
período tanto na constituição quanto na reversão de provisão para perdas por pagos ou creditados aos sócios e acionistas por conta do resul-
desvalorização de ativos, conforme aplicação da NBC T 19.10 – Redução tado do período, ressalvando-se os valores dos JCP transferidos
ao Valor Recuperável de Ativos (se no período o valor líquido for positivo, para conta de reserva de lucros. Devem ser incluídos apenas os
deve ser somado). valores distribuídos com base no resultado do próprio exercício,
Depreciação, Amortização e Exaustão – inclui a despesa ou o custo desconsiderando-se os dividendos distribuídos com base em lucros
contabilizados no período. acumulados de exercícios anteriores, uma vez que já foram tratados
Valor adicionado recebido em transferência como “lucros retidos” no exercício em que foram gerados.
Resultado de equivalência patrimonial – o resultado da equivalência • Lucros retidos e prejuízos do exercício – inclui os valores relativos ao
pode representar receita ou despesa; se despesa, deve ser considerado lucro do exercício destinados às reservas, inclusive os JCP quando
como redução ou valor negativo. tiverem esse tratamento; nos casos de prejuízo, esse valor deve
Receitas financeiras – inclui todas as receitas financeiras, inclusive as ser incluído com sinal negativo.
variações cambiais ativas, independentemente de sua origem. • As quantias destinadas aos sócios e acionistas na forma de JCP,
Outras receitas – inclui os dividendos relativos a investimentos avaliados independentemente de serem registradas como passivo (JCP a
ao custo, aluguéis, direitos de franquia, etc. pagar) ou como reserva de lucros, devem ter o mesmo tratamento
Segunda Parte da Demonstração do Valor Adicionado dado aos dividendos no que diz respeito ao exercício a que devem
A segunda parte da DVA deve apresentar de forma detalhada como ser imputados.
a riqueza obtida pela entidade foi distribuída. Os principais componentes
dessa distribuição estão apresentados a seguir:
Pessoal – valores apropriados ao custo e ao resultado do exercício 3.2. Recursos humanos
na forma de:
• Remuneração direta – representada pelos valores relativos a Devem constar dados referentes à remuneração, benefícios
salários, 13º salário, honorários da administração (inclusive os concedidos, composição do corpo funcional e as contingências e
pagamentos baseados em ações), férias, comissões, horas extras, os passivos trabalhistas da entidade.
participação de empregados nos resultados, etc.
• Benefícios – representados pelos valores relativos a assistência Quanto à remuneração e benefícios concedidos aos empre-
médica, alimentação, transporte, planos de aposentadoria, etc.
• FGTS – representado pelos valores depositados em conta vinculada
gados, administradores, terceirizados e autônomos, devem constar:
dos empregados.
Impostos, Taxas e Contribuições – valores relativos ao imposto de a) remuneração bruta segregada por empregados, adminis-
renda, contribuição social sobre o lucro, contribuições ao INSS (incluídos tradores, terceirizados e autônomos;
aqui os valores do Seguro de Acidentes do Trabalho) que sejam ônus
do empregador, bem como os demais impostos e contribuições a que a b) relação entre a maior e a menor remuneração da entidade,
empresa esteja sujeita. Para os impostos compensáveis, tais como: ICMS, considerando os empregados e os administradores;
IPI, PIS e COFINS, devem ser considerados apenas os valores devidos ou
já recolhidos e representam a diferença entre os impostos e contribuições c) gastos com encargos sociais;
incidentes sobre as receitas e os respectivos valores incidentes sobre os
itens considerados como “insumos adquiridos de terceiros”. d) gastos com alimentação;
• Federais – inclui os tributos devidos à União, inclusive aqueles que
são repassados no todo ou em parte aos Estados, Municípios, e) gastos com transporte;
Autarquias, etc., tais como: IRPJ, CSSL, IPI, CIDE, PIS, COFINS.
Inclui também a contribuição sindical patronal. f) gastos com previdência privada;
• Estaduais – inclui os tributos devidos aos Estados, inclusive aqueles
que são repassados no todo ou em parte aos Municípios, Autar- g) gastos com saúde;
quias, etc., tais como: o ICMS e o IPVA.
• Municipais – inclui os tributos devidos aos Municípios, inclusive h) gastos com segurança e medicina do trabalho;
aqueles que são repassados no todo ou em parte às Autarquias,
ou quaisquer outras entidades, tais como o ISS e o IPTU. i) gastos com educação (excluídos os de educação ambiental);
Remuneração de capitais de terceiros – valores pagos ou creditados
aos financiadores externos de capital. j) gastos com cultura;
• Juros – inclui as despesas financeiras, inclusive as variações
cambiais passivas, relativas a quaisquer tipos de empréstimos e k) gastos com capacitação e desenvolvimento profissional;
financiamentos junto a instituições financeiras, empresas do grupo
ou outras formas de obtenção de recursos. Inclui os valores que l) gastos com creches ou auxílio-creches;
tenham sido capitalizados no período.
• Aluguéis – inclui os aluguéis (inclusive as despesas com arrenda- m) participações nos lucros ou resultados.
mento operacional) pagos ou creditados a terceiros, inclusive os
acrescidos aos ativos.
Estas informações devem ser expressas monetariamente pelo
• Outras – inclui outras remunerações que configurem transferência
de riqueza a terceiros, mesmo que originadas em capital intelectual, valor total do gasto com cada item e a quantidade de empregados,
tais como: royalties, franquia, direitos autorais, etc. autônomos, terceirizados e administradores beneficiados.

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
Manual de Procedimentos e Legislação

Nas informações relativas à composição dos recursos huma- Para o fim desta informação, os processos providos par-
nos, devem ser evidenciados: cialmente ou encerrados por acordo devem ser considerados
procedentes.
a) total de empregados no final do exercício;

b) total de admissões; 3.3. Interação da entidade com o ambiente externo

c) total de demissões; Nas informações relativas à interação da entidade com o am-


biente externo, devem constar dados sobre o relacionamento com a
d) total de estagiários no final do exercício; comunidade na qual a entidade está inserida, com os clientes e com
os fornecedores, inclusive incentivos decorrentes dessa interação.
e) total de empregados portadores de necessidades especiais
no final do exercício; Nas informações relativas à interação com a comunidade,
devem ser evidenciados os totais dos investimentos em:
f) total de prestadores de serviços terceirizados no final do
exercício; a) educação, exceto a de caráter ambiental;
g) total de empregados por sexo; b) cultura;
h) total de empregados por faixa etária, nos seguintes inter- c) saúde e saneamento;
valos:
d) esporte e lazer, não considerados os patrocínios com
h.1) menores de 18 anos; finalidade publicitária;
h.2) de 18 a 35 anos; e) alimentação.
h.3) de 36 a 60 anos; Nas informações relativas à interação com os clientes, devem
ser evidenciados:
h.4) acima de 60 anos;
a) número de reclamações recebidas diretamente na entidade;
i) total de empregados por nível de escolaridade, segregados
por: b) número de reclamações recebidas por meio dos órgãos
i.1) analfabetos; de proteção e defesa do consumidor;

i.2) com ensino fundamental; c) número de reclamações recebidas por meio da Justiça;

i.3) com ensino médio; d) número das reclamações atendidas em cada instância
arrolada;
i.4) com ensino técnico;
e) montante de multas e indenizações a clientes, determinadas
i.5) com ensino superior; por órgãos de proteção e defesa do consumidor ou pela
Justiça;
i.6) pós-graduados;
f) ações empreendidas pela entidade para sanar ou minimizar
j) percentual de ocupantes de cargos de chefia, por sexo. as causas das reclamações.
Nas informações relativas às ações trabalhistas movidas pelos Nas informações relativas aos fornecedores, a entidade deve
empregados contra a entidade, devem ser evidenciados: informar se utiliza critérios de responsabilidade social para a seleção
de seus fornecedores.
a) número de processos trabalhistas movidos contra a enti-
dade;
3.4. Interação com o meio ambiente
b) número de processos trabalhistas julgados procedentes;
Nas informações relativas à interação da entidade com o meio
c) número de processos trabalhistas julgados improcedentes; ambiente devem ser evidenciados:

d) valor total de indenizações e multas pagas por determinação a) investimentos e gastos com manutenção nos processos
da justiça. operacionais para a melhoria do meio ambiente;

Janeiro 1a semana No 01/11 • 5


CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
e Legislação Manual de Procedimentos

b) investimentos e gastos com a preservação e/ou recupera- 4. Disposições Finais


ção de ambientes degradados;
Além das informações descritas no item 3 do presente estudo,
c) investimentos e gastos com a educação ambiental para a entidade pode acrescentar ou detalhar outras que julgar relevantes.
empregados, terceirizados, autônomos e administradores
As informações contábeis, contidas na Demonstração de
da entidade;
Informações de Natureza Social e Ambiental, são de responsabili-
d) investimentos e gastos com educação ambiental para a dade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de
comunidade; Contabilidade, devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram
extraídos de fontes não contábeis, evidenciando o critério e o con-
e) investimentos e gastos com outros projetos ambientais; trole utilizados para garantir a integridade da informação.

f) quantidade de processos ambientais, administrativos e A responsabilidade por informações não contábeis pode ser
judiciais movidos contra a entidade; compartilhada com especialistas.

g) valor das multas e das indenizações relativas à matéria A Demonstração de Informações de Natureza Social e Am-
ambiental, determinadas administrativa e/ou judicialmente; biental deve ser objeto de revisão por auditor independente e ser
publicada com o relatório deste, quando a entidade for submetida
h) passivos e contingências ambientais. a esse procedimento.

5. Modelo de Balanço Patrimonial Sócio-Ambiental


A seguir, sugerimos um modelo sucinto de balanço patrimonial sócio-ambiental a ser elaborado pelas entidades:

Ativo Passivo
1 – Grupo Operacional 3 – Grupo Operacional
Circulante Circulante
(contas normais) (contas normais)
Não Circulante Não Circulante
Realizável a Longo Prazo (contas normais)
(contas normais)
Investimentos 4 – Grupo Sócio-Ambiental
(contas normais) Circulante
Imobilizado (contas sócio-ambientais)
(contas normais) Não Circulante
Intangível (contas sócio-ambientais)
(contas normais)
2 – Grupo Sócio-Ambiental 5 – Patrimônio Líquido
Circulante (contas normais)
(contas sócio-ambientais)
Não Circulante
Realizável a Longo Prazo
(contas sócio-ambientais)
Imobilizado
(contas sócio-ambientais)

TOTAL (1 + 2) TOTAL (3 + 4 + 5)

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
Manual de Procedimentos e Legislação

Empréstimos Bancários
Função e Funcionamento do Passivo do Função Registrar e controlar as obrigações com insti-
Plano de Contas das Micro e Pequenas tuições financeiras decorrentes da obtenção
de empréstimos e financiamentos.
Empresas
Funcionamento Debita-se pelas amortizações e liquidação
das obrigações.
Por intermédio de material publicado pelo Conselho Federal Credita-se pelo recebimento ou disponibilida-
de do crédito e pela provisão dos encargos
de Contabilidade acerca da escrituração contábil simplificada para financeiros.
Micro e Pequena Empresa, trataremos a seguir da função e do Saldo credor.
funcionamento do passivo do plano de contas dessas entidades. (-) Encargos Financeiros a Transcorrer

A título informativo, foi publicada no Manual de Procedimentos Função Registrar e controlar o saldo de encargos
financeiros pagos antecipadamente a insti-
Cenofisco Contabilidade e Assuntos Diversos nº 51/10, matéria tuições financeiras relativos a empréstimos e
intitulada “Plano de Contas das Empresas Inscritas no SIMPLES financiamentos.
Nacional”. Funcionamento Debita-se pelos valores pagos.
Credita-se pela apropriação registrada em
conta de despesa financeira.
Passivo Circulante Saldo devedor.
Salários a Pagar Outras Contas a Pagar
Função Registrar os valores a pagar aos empregados Função Registrar e controlar outras obrigações junto
relativos aos salários e os descontos que a pessoas ou empresas decorrentes das aqui-
ocorram na folha de pagamento. sições de bens, serviços e outras finalidades.
Funcionamento Debita-se pelos descontos e pelos paga- Funcionamento Debita-se pelas amortizações e liquidação
mentos de adiantamento e saldo líquido final. das obrigações.
Credita-se pelos salários. Credita-se pela contratação da obrigação.
Saldo credor.
Saldo credor.
Passivo Não Circulante
Obrigações Trabalhistas
Resultados de Exercícios Futuros
Função Registrar e controlar as obrigações da em-
presa decorrentes da legislação trabalhista Função Registrar as receitas, os custos e as despe-
em relação à Previdência Social, ao fundo de sas de exercícios futuros, em decorrência do
garantia por tempo de serviço e aos sindicatos regime de competência.
de trabalhadores. Receitas Diferidas
Funcionamento Debita-se pela liquidação da obrigação. Funcionamento Debita-se pela amortização, em contrapartida
Credita-se pela provisão das obrigações e com as receitas efetivas.
Credita-se pelo recebimento e ocorrência da
pelos descontos feitos na folha de pagamen-
receita de exercícios futuros.
to, recibos de férias e termos de rescisão de Saldo credor.
contrato de trabalho.
Custos Diferidos
Saldo credor.
Funcionamento Debita-se pelo pagamento e ocorrência do
Obrigações Tributárias custo de exercícios futuros.
Função Registrar e controlar as obrigações decor- Credita-se pela amortização, em contrapartida
rentes dos tributos devidos ou retidos pela com o custo efetivo.
Saldo devedor.
empresa.
Despesas Diferidas
Funcionamento Debita-se pelo pagamento de tributos.
Credita-se pela provisão e retenção dos Funcionamento Debita-se pelo pagamento e ocorrência do
custo de exercícios futuros.
tributos.
Credita-se pela amortização, em contraparti-
Saldo credor. da com a despesa efetiva.
Fornecedores Saldo devedor.
Função Registrar e controlar as obrigações com os Capital Social Subscrito
fornecedores decorrentes das aquisições de Função Registrar as subscrições de capital.
bens e serviços.
Funcionamento Debita-se pela redução de capital em virtude
Funcionamento Debita-se pelas amortizações e liquidação de restituição ou compensação de prejuízos.
das obrigações. Credita-se pelas subscrições do capital inicial
Credita-se pela contratação da obrigação. e dos aumentos posteriores.
Saldo credor. Saldo credor.

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
e Legislação Manual de Procedimentos

Capital Social a Realizar Reservas de Lucros


Função Registrar as subscrições e integralizações Função Registrar as apropriações de lucros da em-
de capital. presa, qualquer que seja a finalidade: reserva
legal, reservas estatutárias, reservas para con-
Funcionamento Debita-se pelas subscrições.
tingências, reservas de lucros a realizar etc.
Credita-se pelas integralizações.
Funcionamento Debita-se pela utilização da reserva para
Saldo devedor.
incorporação ao Capital Social, reversão da
Reservas de Capital reserva, compensação de prejuízos e distri-
Função Registrar as contrapartidas dos valores rece- buição aos sócios.
Credita-se pela constituição da reserva.
bidos pela empresa e que não transitam pelo Saldo credor.
Resultado como Receita, por se referirem a
Quotas em Tesouraria
valores destinados a reforço de seu capital.
Função Registrar as aquisições de quotas de capital
Funcionamento Debita-se pela incorporação da reserva ao
de sócios pela empresa.
Capital Social, compensação de prejuízos ou
ajustes efetuados. Funcionamento Debita-se pela aquisição da quota.
Credita-se pela alienação a outro sócio e
Credita-se pela constituição da reserva.
redução do Capital Social.
Saldo credor. Saldo devedor.
Ajustes de Avaliação Patrimonial Lucros ou Prejuízos Acumulados
Função Registrar as contrapartidas de aumentos e Função Registrar o valor dos prejuízos acumulados
diminuição de valor atribuído a elementos do para compensação com lucros de períodos
ativo (§ 5º do art. 177, inciso I, do caput do subseqüentes, com outras reservas ou redu-
art. 183, e § 3º do art. 226 da Lei nº 11.638/07) ção do Capital Social.
e do passivo, em decorrência de sua avaliação Funcionamento Debita-se pelos prejuízos verificados em
a preço de mercado. contrapartida com o Resultado do Exercício.
Credita-se pela compensação com o Resul-
Funcionamento Debita-se pelo ajuste e pela transferência para
tado, Reserva ou Capital Social.
o Resultado do Exercício. Saldo devedor.
Credita-se pelo ajuste e pela transferência
Nota: A Lei nº 11.638/07 determina que os lucros verificados em
para o Resultado do Exercício. cada exercício sejam destinados para distribuição aos sócios,
Saldo devedor ou credor, dependendo dos formação de reservas ou aumento de capital. No entanto, o saldo
somatórios dos ajustes feitos a débito e a existente em 31/12/2007 pode permanecer nesta conta enquanto
crédito. não for destinado. Portanto, transitoriamente, esta conta pode
apresentar saldo credor.

Abatimento na Venda de Mercadorias

Logo após o cliente ter recebido a mercadoria, percebeu-se que essa não ia ao encontro das especificações constantes no pedido.

Para evitar a devolução da mercadoria, a empresa vendedora concedeu um abatimento de 15% sobre o valor total da mercadoria
constante na nota fiscal.

A seguir, demonstramos os dados que servirão para sugestão dos registros contábeis:

• Valor total da nota fiscal ........................................................................................................................................ R$ 1.000,00

• Abatimento .......................................................................................................................................................... R$ 150,00

• Valor a ser recebido do cliente .............................................................................................................................. R$ 850,00

8 • No 01/11 Janeiro 1a semana


CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
Manual de Procedimentos e Legislação

a) pelo registro contábil do abatimento concedido pela empresa vendedora:

Contas Contábeis Débito Crédito


Descontos e Abatimentos Concedidos (Conta de Resultado) 150,00

Clientes (Ativo Circulante) 150,00

b) pelo registro contábil no recebimento da duplicata:

Contas Contábeis Débito Crédito


Caixa ou Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 850,00
Clientes (Ativo Circulante) 850,00

LEGISLAÇÃO
A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line.

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO COSIT Nº 36, DE 07/12/2010


DOU de 15/12/2010

Taxas de Câmbio para Elaboração do Balanço

Sinopse: O Ato Declaratório Executivo COSIT nº 36/10 divulga as taxas de câmbio para fins de elaboração do balanço relativo ao
mês de novembro de 2010.

COMUNICADOS BACEN

Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR) do Período de 09/12/2010 a 15/12/2010
Sinopse: O Banco Central do Brasil (BACEN), por meio dos comunicados a seguir relacionados, divulgou a Taxa Básica Financeira
(TBF), o Redutor (R) e a Taxa Referencial (TR), relativos aos mencionados períodos:

Período TBF (%) Redutor (R) TR (%) Comunicados BACEN nºs


09/12/2010 a 09/01/2011 0,8595 1,0077 0,0888 20.393
10/12/2010 a 10/01/2011 0,8283 1,0076 0,0678 20.394
11/12/2010 a 11/01/2011 0,8207 1,0075 0,0702 20.399
12/12/2010 a 12/01/2011 0,8599 1,0077 0,0892 20.399
13/12/2010 a 13/01/2011 0,8909 1,0078 0,1100 20.399
14/12/2010 a 14/01/2011 0,8847 1,0077 0,1138 20.401
15/12/2010 a 15/01/2011 0,8743 1,0077 0,1035 20.406

DELIBERAÇÃO CVM Nº 648, DE 14/12/2010


DOU de 17/12/2010

Regulamentação da Legislação que Especifica

Sinopse: A Deliberação CVM nº 648/10 dispõe sobre a regulamentação do disposto no Decreto nº 7.259, de 10/08/2010.

Janeiro 1a semana No 01/11 • 9


CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS
e Legislação Manual de Procedimentos

DELIBERAÇÃO CVM Nº 649, DE 16/12/2010 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.311, DE 09/12/2010


DOU de 17/12/2010 DOU de 14/12/2010

Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 08(R1) do Comitê Aprovação da NBC PA 290 – Independência – Trabalhos de
de Pronunciamentos Contábeis – Custos de Transação e Prê- Auditoria e Revisão
mios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Sinopse: A Resolução CFC nº 1.311/10 aprova a NBC PA
290 – Independência – Trabalhos de Auditoria e Revisão.
Sinopse: A Deliberação CVM nº 649/10 aprova o Pronun-
ciamento Técnico CPC 08(R1) do Comitê de Pronunciamentos
Contábeis, que trata dos custos de transação e prêmios na RESOLUÇÃO CFC Nº 1.312, DE 09/12/2010
emissão de títulos e valores mobiliários. DOU de 14/12/2010
Aprovação da NBC PA 291 – Independência – Outros Trabalhos
DELIBERAÇÃO CVM Nº 650, DE 16/12/2010 de Asseguração
DOU de 17/12/2010
Sinopse: A Resolução CFC nº 1.312/10 aprova a NBC
Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 10(R1) do Comitê PA 291 – Independência – Outros Trabalhos de Asseguração.
de Pronunciamentos Contábeis – Pagamento Baseado em Ações
RESOLUÇÃO CFC Nº 1.313, DE 09/12/2010
Sinopse: A Deliberação CVM nº 650/10 aprova o Pronun- DOU de 17/12/2010
ciamento Técnico CPC 10(R1) do Comitê de Pronunciamentos
Contábeis, que trata do pagamento baseado em ações. Aprovação da NBC T 19.14 – Custos de Transação e Prêmios
na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

DELIBERAÇÃO CVM Nº 651, DE 16/12/2010 Sinopse: A Resolução CFC nº 1.313/10 aprova a NBC T
DOU de 17/12/2010 19.14 – Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos
e Valores Mobiliários.
Aprovação do Pronunciamento Técnico CPC 43(R1) do Comitê
de Pronunciamentos Contábeis – Adoção Inicial dos Pronun- RESOLUÇÃO CFC Nº 1.314, DE 09/12/2010
ciamentos Técnicos CPC 15 a 41 DOU de 17/12/2010

Sinopse: A Deliberação CVM nº 651/10 aprova o Pronun- Aprovação da NBC T 19.15 – Pagamento Baseado em Ações
ciamento Técnico CPC 43(R1) do Comitê de Pronunciamentos Sinopse: A Resolução CFC nº 1.314/10 aprova a NBC T
Contábeis, que trata da adoção inicial dos Pronunciamentos 19.15 – Pagamento Baseado em Ações.
Técnicos CPC 15 a 41.
RESOLUÇÃO CFC Nº 1.315, DE 09/12/2010
DELIBERAÇÃO CVM Nº 652, DE 16/12/2010 DOU de 17/12/2010
DOU de 17/12/2010
Aprovação da NBC T 19.40 – Adoção Inicial das NBC Ts Con-
Aprovação da Interpretação Técnica ICPC 16 do Comitê de vergidas em 2009
Pronunciamentos Contábeis – Extinção de Passivos Financeiros Sinopse: A Resolução CFC nº 1.315/10 aprova a NBC
com Instrumentos Patrimoniais T 19.40 – Adoção Inicial das NBC Ts Convergidas em 2009.

Sinopse: A Deliberação CVM nº 652/10 aprova a Inter-


RESOLUÇÃO CFC Nº 1.316, DE 09/12/2010
pretação Técnica ICPC 16 do Comitê de Pronunciamentos
DOU de 17/12/2010
Contábeis, que trata da extinção de passivos financeiros com
instrumentos patrimoniais. Aprovação da IT 16 – Extinção de Passivos Financeiros com
Instrumentos Patrimoniais
DELIBERAÇÃO CVM Nº 653, DE 16/12/2010 Sinopse: A Resolução CFC nº 1.316/10 aprova a IT 16 –
DOU de 17/12/2010 Extinção de Passivos Financeiros com Instrumentos Patrimoniais.

Aprovação da Orientação Técnica OCPC 04 do Comitê de Pro- RESOLUÇÃO CFC Nº 1.317, DE 09/12/2010
nunciamentos Contábeis – Aplicação da Interpretação Técnica DOU de 17/12/2010
ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras
Aprovação do CT 05 – Aplicação da Interpretação Técnica IT
Sinopse: A Deliberação CVM nº 653/10 aprova a Orienta- 13 – Contrato de Construção do Setor Imobiliário
ção OCPC 04 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que
Sinopse: A Resolução CFC nº 1.317/10 aprova o CT 05 – Apli-
trata da aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às entidades
cação da Interpretação Técnica IT 13 – Contrato de Construção
de incorporação imobiliária brasileiras. do Setor Imobiliário.

10 • No 01/11 Janeiro 1a semana


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