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MANUAL TÉCNICO PARA ATENDIMENTO DE ROTEADORES

MANUTENÇÃO
ÍNDICE
1 - OBJETIVO
2 - APLICAÇÃO
3 - DEFINIÇÕES
4 - PROCEDIMENTO DE ATENDIMENTO
5 - ROTEADORES CISCO
6 – LABORATÓRIOS CISCO
LAB. 1 - CONFIGURANDO UM ROTEADOR CISCO NOVO (SETUP)
LAB. 2 - EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO DE ROTEADOR CISCO
LAB. 3 - VERIFICANDO CONFIGURAÇÃO DO ROTEADOR
LAB. 4 - CONFIGURANDO IP NAS INTERFACES DO ROUTER
LAB. 5 - VERIFICANDO TAMANHO DA FLASH, SEU CONTEÚDO, VERSÃO DO IOS.
LAB. 6 - CRIANDO UMA REDE COM ROTEADORES
LAB. 7 - ROTA ESTÁTICA
LAB. 8 - ROTEAMENTO DINÂMICO (RIP)
LAB. 9 - OUTROS COMANDOS ÚTEIS
LAB. 10 - TRANSFERINDO CONFIGURAÇÃO OU IOS PARA UM PC, ATRAVÉS DE TFTP SERVER
LAB. 11 - QUEBRA DA SENHA
LAB. 12 - RECUPERAÇÃO DA SENHA
7 – ROTEADORES CYCLADES
8 – CONFIGURANDO ROTEADORES CYCLADES
9 - PINAGEM DO CABO UTP DIRETO E CROSS-OVER

1 - OBJETIVO
Descrição dos procedimentos para os atendimento on site de chamados de
Manutenção de Networking e um manual com configurações para auxilio técnico no
atendimento on site.

2 - APLICAÇÃO
Aplica-se ao processo de Manutenção de Networking

3 - DEFINIÇÕES
RIT – Relatório de Intervenção Técnica

Vantive – Sistema onde são cadastrados os Clientes e seus respectivos chamados e


também fornece relatórios estatísticos.

SLA – Service Level Agreement

A abrangência deste procedimento será baseado nas manutenções realizadas


anteriormente pela Getronics para atendimento aos clientes.
4 - PROCEDIMENTO DE ATENDIMENTO
Todos os técnicos que realizam atendimento on site devem possuir os seguintes
itens para realizar os atendimentos de manutenção e instalação de Networking.

• Notebook com placa de rede, placa de modem, conector serial (todos em


perfeito funcionamento).
• Cabo de console Cisco e Cyclades.
• Formulário RIT (Relatório de Intervenção Técnica);
• Cabo UTP cruzado e ponto-a-ponto;
• Ter instalado no notebook os softwares: emulador de terminal (Hiper
Terminal), servidor de TFTP (Pumpkin, CiscoTFTP, etc.), calculadora de IP
(IP Calculator) e internet explorer.

Recomendado que antes de dirigir-se ao atendimento on site o técnico efetue um


checklist para certificar-se que todos os ítens estão em perfeito funcionamento e ok!

4.1 O processo de manutenção inicia-se quando o chamado é aberto no helpdesk e


o operador encaminha o mesmo para inbox Suporte Manutencao do Vantive.

4.2 A equipe que monitora os chamados de Manutencao no inbox Suporte


Manutencao verificam a necessidade de intervenção técnica on site e portanto
designa um técnico para o atendimento.

4.3 O analista designado deve verificar previamente a necessidade de ir até o


cliente com um item de Backup, para isso o mesmo deve realizar um filtro junto ao
cliente verificando esta necessidade a partir do problema descrito, caso o Backup
seja necessário este item deve ser solicitado a equipe de manutenção.

4.4 O técnico deve ter o atendimento designado para seu nome no sistema Vantive
e solicitar a alteração do mesmo para status de Open-Working. Ao concluir o
atendimento o técnico deve ligar para o Help Desk solicitando o fechamento do
respectivo chamado, o status será alterado para Closed, o técnico que atende o
chamado de manutenção deve ficar atento ao SLA e atende-lo dentro do prazo,
nossos contratos de manutenção possuem SLA de 2 horas, 3 horas, 4 horas e
demais SLAs.

4.5 No cliente, o técnico deve identificar-se sempre como funcionário Getronics,


Após confirmado todos os procedimentos acima o mesmo deve dirigir-se até o local
onde o equipamento com problema se encontra para iniciar a atividade de
manutenção.

Os proximos passos do técnico on site devem ser feitos de acordo com a


necessidade e de acordo com o problema encontrado no cliente.

CASO O TÉCNICO VEJA A NECESSIDADE DE SUPORTE PARA CONTINUAR O


ATENDIMENTO O MESMO DEVE ENTRAR CONTATO COM A GETRONICS

Procedimento para acesso Console CISCO

5.1 Ligar o notebook próximo do roteador, colocar o cabo de console no conector


serial e a outra ponta (RJ45) colocar no roteador no local indicado (console).

5.2 No notebook, abrir uma sessão de emulador (Hiper Terminal), com as seguintes
configurações:

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5.3 Colocar nome da sessão.

5.4 Colocar no connect using colocar a opção de COM1 (Se for esta indicada no seu
notebook), conforme exibido abaixo:

Na próxima janela colocar opções conforme abaixo indicado:

Aparecerá uma janela com cursor piscando, conforme exibido abaixo:

3
Aparecerá uma mensagem solicitando a senha (password).

Após acessado o equipamento aparecerá uma o host (nome) do


equipamento/empresa e um sinal de maior.
Exemplo:

Isto significa que você está com acesso restrito, que só consegue buscar algumas
informações de configurações, para ter acesso maior é necessário habilitar o
segundo nível de acesso, para isto é necessário digitar o comando ENABLE.

Será solicitado uma segunda senha (password), que sempre será ciscoget (tudo
minúsculo e junto).

4
Neste momento aparecerá o nome do host e um sinal de sustenido (sinal jodo da
velha) e o acesso passa a ficar no modo de configuração, que dá privilégios para
alterar e gravar a configuração.

1 - ROTEADORES CISCO
O roteador Cisco possui 4 tipos de memória: NVRAM, DRAM, FLASH e ROM.

- NVRAM: memória onde é armazenada toda a configuração do roteador. A NVRAM


é uma memória não volátl, isto é, quando desligamos o router seu conteúdo é
mantido.

- DRAM: pode ser de 4, 8, 16 ou 32 MB, dependendo do router e do IOS que define


a necessidade de mais ou menos memória para atuar com performance ideal. Após
o boot, a configuração da NVRAM é copiada para a DRAM e toda a alteração da
mesma é atualizada on-line não sendo necessário resetar o router para que seja
assumida a nova configuração. Na DRAM são armazenadas também as tabelas de
roteamento, o cache de ARP, o cache de fast-switching, buffer de pacotes e fila de
pacotes.

- FLASH: memória EPROM apagável eletronicamente de 4, 8 ou 16MB. A Flash


pode ser uma SIMM (Single In-line Memory Module) ou cartão PCMCIA. Nela é
armazenado um ou mais IOS (Internetworking Operating System) que é o sistema
operacional do router onde estão definidos o conjunto de protocolos que o roteador
tratará. (OBS: os routers da Bay Networks armazenam tanto o sistema operacional
do roteador como sua configuração na memória Flash que é em cartão PCMCIA).

- ROM: contém os diagnósticos de power-on, programa de bootstrap, e sub-conjunto


do Sistema Operacional.

Para que os roteadores conectem redes locais a redes remotas, são necessárias
interfaces para conexão a LANs (Ethernet, Token Ring, FDDI) e a WANs (RS-232,
V.35, HSSI, etc). A seguir temos uma tabela dos modelos de roteador Cisco mais
comercializados no Brasil, com suas respectivas interfaces:

* = depende do tipo de módulo colocado no slot.

Além das memórias e interfaces, todo router Cisco permite dois tipos de conexão
para configurar ou checar o status do mesmo:

- Console: conexão serial assíncrona que permite ligar um PC ao router para


configurá-lo ou examinar a situação de suas interfaces, processamento, rotas, etc.,
utilizando o terminal do Windows, por exemplo. Esta conexão pode utilizar RJ-45 ou
DB-25. Nota: o cabo utilizado para esta conexão é cruzado (Cross-Cable).

- Auxiliar: conexão serial assíncrona que permite ligar um modem ao router e


configurá-lo ou examinar a situação de suas interfaces, processamento, rotas, etc.,
remotamente, através do terminal do Windows, por exemplo. Esta conexão pode
utilizar RJ-45 ou DB-25. Nota: o cabo utilizado para esta conexão é direto.

O router Cisco possui os seguintes modos de operação:

- Modo EXEC usuário: verificações limitadas do router; e acesso remoto. - Router >
- Modo EXEC privilegiado: verificações detalhadas do router; debugging e testes;
manipulação de arquivos; e acesso remoto. - Router #

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- Modo Setup: diálogo estabelecido na configuração inicial.
- Modo de Configuração Global: comandos de config. simples. - Router (config) #
- Outros modos de configuração: configurações complexas e multiline. Router
(config-mode) #.
- Modo RXBOOT: recuperação catastrófica em caso de perda da senha ou quando o
IOS é apagado acidentalmente da Flash.

2 - LABORATÓRIOS
LAB. 1 - CONFIGURANDO UM ROTEADOR CISCO NOVO (SETUP)

Recapitulando o que foi dito para acesso a console, para termos acesso diretamente
ao router e configurá-lo, devemos ligar a COM1 ou COM2 do PC à entrada “console”
do router, e utilizar o terminal do Windows, Procom, ou qualquer outro emulador de
terminal. Quando ligamos um router novo, podemos verificar após o boot, que
entramos na tela de Setup. No Setup, entramos inicialmente com as senhas e
posteriormente inserimos os protocolos de roteamento, as configurações básicas
especificando as interfaces utilizadas e seus endereços.
Existem 3 tipos de senha no router Cisco:

- enable secret password: senha com criptografia de único sentido usada, quando
existe, ao invés da enable password. É solicitada para permitir o acesso ao modo
EXEC privilegiado do router que permite alterar suas configurações e executar
acessos restritos. Podemos configurá-la durante o Setup ou através do comando
“conf t; enable secret ...”, no modo EXEC privilegiado.

- enable password: usada quando não existe a senha de enable secret e quando se
utiliza softwares antigos e algumas imagens de boot. Podemos configurá-la durante
o Setup ou através do comando “conf t; enable-password ...”, no modo EXEC
privilegiado.

- virtual terminal password: solicitada para permitir o acesso ao router através de um


terminal virtual (sessão Telnet). Podemos configurá-la durante o Setup ou através
do comando “conf t; line vty 0 4; login; password ...”, no modo EXEC privilegiado.

Procedimento: ligue o router, responda as perguntas do setup, aceite as alterações


no final.

LAB. 2 – EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO DE ROTEADOR CISCO

Na maioria das configurações Telemar as configurações são, na maioria das vezes,


básicas.

Para iniciar a configuração do roteador cisco é necessário saber todas os dados do


(número IP, tipo de protocolo que será usado, tipo de roteamento, etc.) POP ou FIC.
Abaixo, daremos uma breve explicação de como configurar o roteador cisco:

Entrar no modo de configuração do equipamento, para isto dar os seguintes


comandos:

BMG_NATAL> en
BMG_NATAL# conf t
BMG_NATAL (config) #

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Neste modo você pode colocar nome do host, criar interfaces, criar rotas, etc.

Para colocar nome host


Digitar o seguinte comando:

router (config) # hostname BMG_NATAL

Para criar interface ethernet (LAN)


Digitar os seguintes comandos:

BMG_NATAL (config) # int eth ou fastether 0 (em alguns casos 0/0)


BMG_NATAL (if-config)# ip address <número da LAN> <máscara LAN>
BMG_NATAL (if-config) # no shut

Exemplo:

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Para configurar Wan física:
BMG_NATAL (config)# interface Serial0 ou int s0
BMG_NATAL (if-config)# bandwidth 128
BMG_NATAL (if-config)#no ip address
BMG_NATAL (if-config)#encapsulation frame-relay

Exemplo:

Para configurar Wan lógica (sub-interface):

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BMG_NATAL (config)# interface Serial0.30 point-to-point (em alguns casos 0/0)
BMG_NATAL (if-config)#ip address <número de Wan Local> <máscara Wan>
BMG_NATAL (if-config)# frame-relay interface-dlci 30
BMG_NATAL (if-config)# no shut

Para configurar rota estática:


BMG_NATAL# conf t
BMG_NATAL (config)# ip classless
BMG_NATAL (config)# ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 172.20.109.45 (este número IP
geralmente é da WAN remota
BMG_NATAL (config)#no ip http server

Para salvar/gravar as configurações:


BMG_NATAL (config)# exit
BMG_NATAL# wr ou writte

Principais comandos:

Show interface = exibe as interfaces


Show version= exibe os componentes do roteador e a versão IOS
Show run=exibe as configurações do roteador
Show tec=exibe toda configuração de hardware e software, todos os logs e
estatísticas do equipamento.
Show frame-relay PVC = exibe as dlci’s ativas
Show men=exibe memória
Show ip interface brief= exibe estatus das interfaces de modo resumido
Copy flash tftp=copia IOS da flash (roteador) para o notebook.
Copy fttp flash=copia IOS do notebook para a flash(roteador)

LAB. 3 – VERIFICANDO CONFIGURAÇÃO DO ROTEADOR

Para verificar as configurações do equipamento digitar o seguinte comando: show


run ou sh run.

BMG_NATAL#sh run
Building configuration...

Current configuration : 755 bytes


!
version 12.2
service timestamps debug datetime msec
service timestamps log datetime msec
no service password-encryption
!
hostname BMG_NATAL
!
enable password telemar3131
!
ip subnet-zero
no ip domain lookup
!!
interface Ethernet0
no ip address
shutdown
half-duplex
!
interface FastEthernet0
9
ip address 172.16.112.1 255.255.252.0
speed auto
!
interface Serial0
bandwidth 128
no ip address
encapsulation frame-relay
!
interface Serial0.30 point-to-point
bandwidth 128
ip address 172.20.109.46 255.255.255.252
frame-relay interface-dlci 30
!
ip classless
ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 172.20.109.45
no ip http server
!!
line con 0
password ciscoget
login
line aux 0
line vty 0 4
password ciscoget
login
!
no scheduler allocate
end

Onde:

hostname BMG_NATAL = refere-se ao nome do equipamento/cliente

interface Ethernet0
no ip address
shutdown
half-duplex
Refere-se a configuração física da porta ethernet

interface FastEthernet0
ip address 172.16.112.1 255.255.252.0
speed auto
Refere-se a configuração lógica da ethernet (Número de Lan do equipamento)

interface Serial0
bandwidth 128
no ip address
encapsulation frame-relay
Refere-se a configuração física da porta serial (neste configura-se o tipo de protocolo
do link, no exemplo trata-se de Frame-Relay)

interface Serial0.30 point-to-point


bandwidth 128
ip address 172.20.109.46 255.255.255.252
frame-relay interface-dlci 30
Refere-se a configuração lógica da serial, chamamos de sub-interface (Número de
Wan do equipamento).

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OBS.: O equipamento pode possui várias sub-interfaces com vários números de
Wan dependendo da configuração.

ip classless
ip route 0.0.0.0 0.0.0.0 172.20.109.45
no ip http server
Refere-se a configuração de rota, geralmente onde se aponta para o roteador
remoto. (Rota default)

Para verificar se todas as interfaces e sub-interfaces estão funcionando sem


problemas (up) digite o seguinte comando: show interfaces ou sh int.

Ao constatar que todas as interfaces estão “up”, executar o comando de ping para
certificar-se que os equipamentos estão se comunicando.
Comando: ping “número de Wan remota” <enter>

Após executar este comando deverá aparecer vários pontos de exclamação


conforme o exemplo abaixo:

Caso as interfaces nõo estejam “up”, verificar a configuração (números IP, protocolos
de roteamento, etc.).
Ao constatar que todas as configurações estão corretas e mesmo assim as
interfaces continuarem “down”, deve-se verificar um possível problema de hardware.

No caso de rede IP, é necessário executar o comando de ping no seguinte


endereço: ping 200.246.93.2 <enter>
!!!!!

LAB. 4 - CONFIGURANDO ENDEREÇO IP NAS INTERFACES DO ROUTER

a) A partir do prompt user (>) digite “enable” ; em seguida entre com a senha de
enable secret; agora você está no modo EXEC (#):
router >
router > enable
password: *********
router #

b) Configure a interface ethernet 0; entre com os comandos abaixo descritos:


router# conf t ;configure terminal
router (config) # int e 0 ;interface ethernet 0
router (config-if) # ip address 200.10.51.1 255.255.255.0
router (config-if) # ctrl z ;ou “exit, exit” sai do modo de configuração
router# wr mem
router# sh int e0 ;show interface ethernet 0

OBS:
- O comando “conf t” permite entrar na configuração do router.
- Quando queremos saber quais são os comandos ou complementos dos mesmos,
utilizamos a tecla “?”, que gera uma lista das opções que temos em qualquer etapa
da configuração.
- Como pudemos notar, quando inserimos um comando, não há a necessidade de
digitá-lo da forma completa, mas sim digitar somente as iniciais, desde que estas não
sejam ambíguas às inicias de outro comando.
- na primeira linha obtida pelo comando “show int e0”, temos o status da interface (up
ou down) e de seu protocol (up ou down). Se a interface estiver sem o comando

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“shutdown” na configuração do router, e a conexão física estiver estabelecida (o
cabo UTP plugado na ethernet), teremos a mensagem de interface = up e protocol =
up; porém se o link não estiver ativo, teremos interface = up e protocol = down.

A tabela abaixo descreve alguns comandos importantes que mudaram de sintaxe em


versões mais recentes:

Versão do IOS
função < ou = 10.3 > 10.3
mostra a configuração da DRAM wr term show running
mostra a configuração da NVRAM sh conf show startup
salvar a configuração da DRAM para a NVRAM wr mem copy run start

Tabela 5 - Alteração de sintaxe de alguns comandos em versões de IOS > 10.3

c) Configure a interface serial 0:

router # conf t
router (config) # int s0
router (config-if) # ip address 210.20.30.10 255.255.255.0
router (config-if) # ctrl z
router # copy run start
router # sh int s0

OBS:

- O endereço de rede de uma interface NUNCA pode ser igual ao endereço de rede
de outra interface no mesmo router; exceto se estivermos utilizando o protocolo de
roteamento IGRP, ou equivalente, para fazer balanceamento de carga.

- Se a interface serial em questão estiver sem o comando “shutdown” na


configuração do router, e a conexão física estiver estabelecida (link serial OK),
teremos a mensagem de interface = up e protocol = up; porém se o link não estiver
ativo (por exemplo, problemas com a companhia telefônica local ou o modem),
teremos interface = down e protocol = down.

LAB. 5 - VERIFICANDO TAMANHO DA FLASH, SEU CONTEÚDO, VERSÃO DO


IOS.

A partir do prompt user (>) ou EXEC (#), execute o comando “show flash”, e:

Anote o nome do IOS:


_____________________________________

Anote o tamanho da flash: _____________________________________

Anote a quantidade de bytes livres:


_____________________________________

A partir do prompt user (>) ou EXEC (#), execute o comando “show version”,

Anote a versão do IOS:


_____________________________________

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Anote o valor do config-register
_____________________________________

LAB. 6 - CRIANDO UMA REDE COM ROTEADORES

a) Dividam-se em 3 grupos. Cada grupo irá configurar o respectivo roteador


conforme o diagrama da rede abaixo.

S0 = 200.33.15.1 R1 S1 = 160.50.10.1
(CAT_RIO)

S0 = 200.33.15.2 S0 = 160.50.10.2

E0 = 170.50.10.2
R2 E0 = 170.50.10.1
R3
(CAT_SP) (EPS)

Adote:
rede 200.33.15.0 - Subnet Mask = 255.255.255.0
rede 160.50.0.0 - Subnet Mask = 255.255.0.0
rede 170.50.0.0 - Subnet Mask = 255.255.0.0

Figura 5 - Exemplo de topologia de rede com routers.

b) Quais são as Classes de endereço IP utilizadas na topologia acima? _____

c) Cada grupo deve colocar a sigla da localidade no router, utilizando o comando


“hostname”:
router # conf t
router (config) # hostname nome
router (config) # ctrl z
nome #

d) Ao invés de modems para interligar as seriais dos routers, vamos utilizar cabos
RS232 DTE e DCE, interligados. Para haver a comunicação, devemos configurar o
router que estiver com o cabo DCE para clock interno, usando o comando “clock
rate” na serial:
router # conf t
router (config) # int s 0
router (config-if) # clock rate 56000
router (config-if) # ctrl z
router # wr mem

e) Habilite o Protocolo IP, como descrito abaixo, e configure os endereços das


interfaces utilizadas no seu router, conforme a figura 5.

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router # conf t
router (config) # ip routing
router (config-if) # ctrl z
router # wr mem

f) Para descobrir os endereços das interfaces vizinhas conectadas ao seu router,


utilizamos o comando “show cdp neighbors”, porém antes devemos habilitar o router
para isso:
router # conf t
router (config) # cdp run
router (config) # ctrl z
router # wr mem

g) Para testar a conexão física e lógica, utilizamos o comando “Ping” (vide


glossário) . Execute o comando e verifique os resultados.
router # ping end. IP do router vizinho
!!!!!
... (mensagem) ...
router #

A “!” quer dizer que o pacote foi e voltou com sucesso. Se surgir “.”, significa que o
pacote não alcançou o destino. Se surgir “U”, significa que existe a rota, porém o
pacote não alcançou o destino.

h) Através do comando “Telnet” podemos emular um terminal. Execute o comando e


verifique os resultados.
router # Telnet (end. IP da interface de um router vizinho)

Digite “exit” para sair da emulação.

LAB. 7 - ROTA ESTÁTICA

a) Utilizando ainda a topologia da figura 5, tente executar um Ping na interface de um


router que não esteja diretamente ligado ao seu.

O Ping foi realizado com sucesso ?


__________________________________________

b) Para que seu router conheça caminhos para alcançar novas redes, é necessário
que alimentemos sua tabela de roteamento com informações de rotas. Neste
laboratório utilizaremos a rota estática para isto. Execute:

router # conf t
router (config) # ip route (ender. da rede destino) (máscara da rede destino)
(interface do router mais próximo no caminho da rede destino)
router # ctrl z
router # copy run start
router # sh start

c) Teste, executando novamente o Ping do início do laboratório.

O Ping foi realizado com sucesso ?


__________________________________________

d) Após testar o funcionamento da rota estática, retire-a da configuração, executando


o mesmo comando porém com o “no” na frente:

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router # conf t
router (config) # no ip route (ender. da rede destino) (máscara da rede destino)
(interface do router mais próximo no caminho da rede destino)
router # ctrl z
router # copy run start
router # sh start

LAB. 8 - ROTEAMENTO DINÂMICO (RIP)

a) Neste estágio tente novamente executar o Ping no mesmo endereço do


laboratório anterior e verifique que não existe a rota.

Rota estática é segura e simples porém se a rede é muito grande, sua administração
será muito trabalhosa e cuidadosa, visto que seria necessária a configuração das
rotas em todos os routers da rede. Para evitar isso, utilizam-se protocolos de
roteamento dinâmico, que distribuem as tabelas de roteamento para os seus
vizinhos, sem a necessidade de configurar manualmente cada rota; o mais comum é
o RIP, que será utilizado neste laboratório. A configuração do RIP é simples: basta
habilitá-lo e selecionar as interfaces do router em que será propagado o RIP, como
descrito a seguir:

router # conf t
router (config) # router rip
router (config-router) # network (ender. de rede da int. que vai propagar o RIP)
router (config-router) # network (ender. de rede da int. que vai propagar o RIP)
router # ctrl z
router # copy run start
router # sh start

b) Para visualizarmos o conteúdo da tabela de roteamento de um roteador,


utilizamos o comando “show ip route”. Execute-o, verifique e anote quais as rotas
obtidas diretamente, e dinamicamente.

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

c) Para evitar digitar sempre um endereço IP quando utilizamos o Telnet ou Ping,


podemos associar uma nome a este IP, utilizando o comando “IP host”. Execute:

router # conf t
router (config) # ip host (nome do R1) (IP de uma interface ativa do R1)
router (config) # ip host (nome do R2) (IP de uma interface ativa do R2)
router (config) # ip host (nome do R3) (IP de uma interface ativa do R3)
router (config) # ctrl z
router #

Agora teste todos os nomes:

router # ping (nome do Router)


router # telnet (nome do Router)

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OBS: foi escolhida uma interface ativa (interface = up, protocol = up) , pois o Ping ou
Telnet só são possíveis nesta situação.

LAB. 9 - OUTROS COMANDOS ÚTEIS

Neste laboratório, executaremos outros comandos comuns utilizados nos routers


Cisco. Execute cada comando abaixo, anote observações válidas, e discuta
eventuais dúvidas.

“show tech” - lista a configuração do router e uma série de parâmetros e status do


router. O resultado deste comando é salvo em arquivo texto e pode ser enviado ao
TAC (Technical Assistance Center) da Cisco para auxiliar engenheiros a
solucionarem eventuais problemas. Para salvar este report, marcamos o trecho a
ser salvo e colamos em um editor de texto (notepad).

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

“show proc” - Mostra a porcentagem de processamento da CPU do router.


___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

“show prot” - Mostra os protocolos que estão rodando no router.

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

“reload” - Realiza o reboot do router.

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

LAB. 10 - TRANSFERINDO CONFIGURAÇÃO OU IOS PARA UM PC, ATRAVÉS


DE TFTP SERVER

Para salvar a configuração do router Cisco, podemos utilizar um servidor de TFTP*


(Trivial File Transfer Protocol), ou o “cut” and “paste” do windows entre as telas do
terminal do windows e um editor de texto (por exemplo, o notepad). O router possui o

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TFTP client, portanto conectando a Ethernet do mesmo em um PC que possua o
TFTP Server, podemos transferir o IOS (Internetworking Operating System) ou a
configuração do router para um PC, utilizando os comandos descritos abaixo. No
Windows 3.1 podemos utilizar, por exemplo, o stack (pilha) TCP Chameleon que
possui, entre outros protocolos Internet, o TFTP Server; já no Windows 95, podemos
utilizar um TFTP Server, obtido free pela internet no site web da Walusoft. Os
comandos utilizados para as transferências estão descritos abaixo:

“copy running tftp” - copia a configuração do router que está na DRAM, para o TFTP
Server conectado ao router.

“copy tftp running” - copia a configuração do TFTP Server conectado ao router, para
a DRAM.

“copy start tftp” - copia a configuração do router que está na NVRAM, para o TFTP
Server conectado ao router.

“copy tftp start” - copia a configuração do TFTP Server conectado ao router, para a
NVRAM.

“copy flash tftp” - copia o IOS da Flash, para o TFTP Server conectado ao router.

“copy tftp flash” - copia o IOS que está no TFTP Server conectado ao router, para a
Flash.

Execute cada comando acima, anote observações importantes, verifique o resultado


em cada operação.

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___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

___________________________________________________________________
_________

LAB. 11 – QUEBRA DE SENHA

PROCEDIMENTO PARA ZERAR A SENHA DO CISCO 805 E TODAS AS LINHAS

1 - DESLIGAR O ROUTER

2 - LIGAR E DAR CTRL + BREAK / CTRL + SHIFT + 6

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3 - DIGITAR O/R 0X2142 OU CONFREG 0X2142 OU SET IOS-CONF=0X2142
(PARA O CISCO 805)

4 - DIGITAR BOOT (ENTER)

5 - DESLIGAR E LIGAR O ROUTER NA MÃO - (irá aparecer Router)

6 - DIGITAR EN (ENABLE) APARECERÁ ROUTER#

7 - DIGITAR SHOW STARTUP-CONFIG RUNNING-CONFIG

8 - DIGITAR COPY STARTUP-CONFIG RUNNING-CONFIG

9 - ENTRAR EM CONF T MUDAR A SENHA DIGITANDO (ENABLE SECRET XXXX)

10 - ENTRAR NAS INTERFACES E OU F0 E DAR UM NO SHUT

11 - ENTRAR NA INTERFACE S0 E DAR UM NO SHUT

12 - CTRL Z E MANDAR SALVAR (WR)

13 - ENTRAR NA CONFIGURAÇÃO (CONF T) E DAR O COMANDO PARA


RETORNAR A CONFIGURAÇÃO PARA O REGISTRO (CONFIG-REGISTER
0X2102)

14 - CTRL Z E DAR BOOT (RELOAD)

LAB. 12 - RECUPERAÇÃO DA SENHA

Para recuperar a senha de um router com versão > = a 10.0, devemos seguir os
seguintes passos:

1) Entrar no modo ROM Monitor, pressionando-se “Ctrl” + “Break” ao ligar o router;

2) Leia e anote o conteúdo original do config-register, que possui 16 bits


(visualizados pelo comando: > o ) através do comando:
> e/s 2000002
________________________________________________________

3) Coloque o bit 6 do config-register em 1 para ignorar o Setup da NVRAM no boot,


através do comando:

> o/r 0x**** ; “0x” significa hexadecimal.

4) Reinicialize o router: >i

5) No modo SETUP, responda “NO” para tudo;

6) Entre no modo privilegiado:

router > enable

7) Carregue o conteúdo da NVRAM para a a memória ativa:


router # configure memory

18
8) Restaure a configuração original do config-register e habilite todas as interfaces:

router # conf t
router (config) # config-register 0x (valor salvo no item 2)
router (config) # int xx
router (config-if) # no shutdown
router (config-if) # ctrl z

9) Recupere ou troque a senha perdida:

router # show configuration

ou

router # conf t
router (config) # line console 0
router (config-line) # login
router (config-line) # password xxxxxxxxx
router (config) # ctrl z
router # copy wr mem

7 – ROTEADORES CYCLADES
Os roteadores Cyclades ao contrario dos roteadores CISCO são configurados
através de menu.
Os modelos de roteadores Cyclades são:
CYCLADES PR1000 - com 1 serial
CYCLADES PR2000 - com 2 seriais
CYCLADES PR3000 - com 3 seriais - suporte a VOZ
CYCLADES PR4000 - com 4 seriais

O equipamento Cyclades é configurado através de menu, que é apresentado de


forma amigável para escolha de números a opções desejadas.

Ao acessar o equipamento aparecerá uma mensagem solicitando login e senha:

O login padrão sempre será super (tudo minúsculo)


O password (senha) padrão sempre será surt (tudo minúsculo)

Exemplo:

19
Para verificar as configurações do equipamento escolher as seguintes opções:

Info-> Show Configuration-> All

Aparecerá as informações de toda configuração do equipamento conforme o


exemplo abaixo:

Prompt String Abys_Tabuleiro#


Router Name Abys_Tabuleiro
Router Location Cyclades Corporation
Router Contact Technical Support

RAS Banner Default !!!

----------------------------------------------------
| Cyclades-PR1000: CyROS V_1.9.7 (Feb/13/02) |
| Copyright (C) Cyclades Corporation, 2001. |
----------------------------------------------------

RAS Banner escape character ESC


Shortcut character code None
RAS Login string Username:
RAS Password string Password:

Remote Log ConfigurationConsole No


Remote Server No

Boot from Flash


Watch Dog Timer active
Perform Flash Tests
Full RAM Tests

20
Console Speed 9.6k

Host Hostname IpAddress TCP Port Host Hostname IPAddress TCP Port
1 host00 192.168.160.1 23 2 host01 192.168.160.1 23
3 host02 192.168.160.1 23 4 host03 192.168.160.1 23
5 host04 192.168.160.1 23 6 host05 192.168.160.1 23
7 host06 192.168.160.1 23 8 host07 192.168.160.1 23
9 host08 192.168.160.1 23 10 host09 192.168.160.1 23
11 host10 192.168.160.1 23 12 host11 192.168.160.1 23
13 host12 192.168.160.1 23 14 host13 192.168.160.1 23
15 host14 192.168.160.1 23 16 host15 192.168.160.1 23
17 host16 192.168.160.1 23 18 host17 192.168.160.1 23
19 host18 192.168.160.1 23 20 host19 192.168.160.1 23
21 host20 192.168.160.1 23 22 host21 192.168.160.1 23
23 host22 192.168.160.1 23 24 host23 192.168.160.1 23
25 host24 192.168.160.1 23 26 host25 192.168.160.1 23
27 host26 192.168.160.1 23 28 host27 192.168.160.1 23
29 host28 192.168.160.1 23 30 host29 192.168.160.1 23
31 host30 192.168.160.1 23 32 host31 192.168.160.1 23
No Dial Out entry.
Clear All Sessions UDP Command NONE
Community name Status Type
public Enabled read

No host configured# Type Status Community Destination


Statistics status disabled.

Promiscuous mode disabled.Index: Data source: Samplings: Interval: Owner:


Alarm Group Entries
Empty List
event Group Entries
Empty List
Web Server Management enabled

Fast Ethernet

Encapsulation EthernetMAC address 00:60:2E:00:A3:D0


IP protocol active
Interface Numbered
Primary IP address 172.16.18.254
Subnet mask 255.255.255.0
IP MTU 1500
IP Fragmentation bit DF - accept
NAT - Address Scope Global
ICMP Port inactive
Incoming Filter List None
Detailed Incoming IP Accounting Process inactive
Outgoing Filter List None
Detailed Outgoing IP Accounting Process inactive
Routing of Broadcast Messages inactive
Interface Transparent Bridge Inactive
Proxy ARP inactive
IP Bridge inactive
Bandwidth 0
IP Traffic Control List None

21
slot 1 (SWAN)
Channel 1Encapsulation Frame Relay
IP protocol active
Interface Numbered
Primary IP address 10.254.250.18
Subnet mask 255.255.255.252
IP MTU 1500
IP Fragmentation bit DF - accept
NAT - Address Scope Global
ICMP Port inactive
Incoming Filter List None
Detailed Incoming IP Accounting Process inactive
Outgoing Filter List None
Detailed Outgoing IP Accounting Process inactive
Routing of Broadcast Messages inactive
Interface Transparent Bridge Inactive
Sync mode
External Clock Source
Interface V.35
Bandwidth 0
IP Traffic Control List None
Encapsulation Type RFC1490 - IETF
SNAP IP inactiveLMI type ANSI
T391 in seconds 10
N391 6
N392 3
N393 4
FRF-12 - without fragmentation
Number of DLCI's 1
Frame Relay MAP
--------------------------------------
Nb DLCI Remote IP addr CIR Pred. Ctrl
--------------------------------------
01 19 10.254.250.17 100 dis. None
--------------------------------------

DLCI Traffic Control inactive

Username Table
Username Status Type Mode Host 01 Host 02 Host 03 Host 04

super Enabled super Text


usr Enabled usr Text
auto Enabled auto Text host00 pppauto
Enabled PPP

Users Menu Items


Username Menu items
usr 1. Telnet 2. Ping 3. Traceroute 4. PPP

Users Access Restrictions by Terminal Type:


Username Restrictions
auto 1. Console 2. TermPPP 3. Telnet
pppauto 1. Console 2. Terminal 3. Telnet
Rules Lists

22
Rule List Name Rule Default List Linked
Status Scope Type Rule List

NAT Disabled
NAT mode Normal
Port map translation EnabledUDP Timeout (min) 5
DNS Timeout (min) 1
TCP Timeout (min) 1440
TCP flags Timeout (min) 1

NAT Global Addresses None

NAT Local Addresses None

NAT Static Translation Table None

Radius inactive

No Radius Server Configured

Tacacs inactive

No Tacacs Server Configured

Default Usr Menu Items1. Telnet 2. Ping 3. Traceroute 4. PPP

No LAN IP Backup address configured

VPN is not available.


IP Static Routes

Destination Subnet Mask Gateway/Interface Metric/Backup OSPF/ExType

Default Gateway 10.254.250.17 1/no no

DNS Client Status inactive


No Netbios name server configured

TCP
TCP keepalive timer for X25 Socket 0 minutes
X25 Socket port range 32001 to 32064

DHCP InactiveDefault Router Ip Address for Applications 0.0.0.0


IP Helper disabled

Transparent Bridge inactive

Onde:

Fast Ethernet
Encapsulation EthernetMAC address 00:60:2E:00:A3:D0
IP protocol active

23
Interface Numbered
Primary IP address 172.16.18.254
Subnet mask 255.255.255.0

Exibe as configurações ethernet (LAN), inclusive número IP e


máscara.

slot 1 (SWAN)
Channel 1Encapsulation Frame Relay
IP protocol active

Interface Numbered
Primary IP address 10.254.250.18
Subnet mask 255.255.255.252
Exibe as configurações Wan, inclusive número IP e máscara, protocolo de
encapsulamento, etc.

Sync mode
External Clock Source
Interface V.35
Bandwidth 0
IP Traffic Control List None
Encapsulation Type RFC1490 - IETF
SNAP IP inactiveLMI type ANSI
T391 in seconds 10
N391 6
N392 3
N393 4
FRF-12 - without fragmentation
Number of DLCI's 1
Frame Relay MAP

--------------------------------------
Nb DLCI Remote IP addr CIR Pred. Ctrl
--------------------------------------
01 19 10.254.250.17 100 dis. None
--------------------------------------
Exibe as configurações física da Wan e a configuração de DLCI, tipo LMI e tipo de
encapsulamento Frame-Relay.

NAT Disabled
NAT mode Normal
Exibe as configurações de NAT.

IP Static Routes
Destination Subnet Mask Gateway/Interface Metric/Backup
OSPF/ExType
Default Gateway 10.254.250.17 1/no no
Exibe as configurações de roteamento, neste caso, exemplo de rota estatica default
(local onde está específicado o endereço de Wan Remota).

Verificação se as interfaces estão “up”, seguindo o seguinte caminho a partir do


menu principal (Main Menu):

24
Info-> Show Status-> Slot 1 (SWAN)

Aparecerá a seguinte a mensagem conforme o exemplo abaixo:

Onde:
DCD = Indica Portadora (modem envia para roteador)
DSR = Indica Modem pronto (modem envia para roteador)
CTS = Indica Pronto para transmitir (modem envia para roteador)
RTS = Indica Request to send (roteador envia para modem)
DTR = Indica Roteador UP (roteador envia para modem)

Protocol Status = Está conectado com a outra ponta remota


OBS.: Todas as sinalizações devem estar no status de ON.

Após constatar que todas as interfaces estão “up”, excutar o ping no número IP da
Wan Remota, seguindo o seguinte caminho a partir do menu prinicipal (Main Menu):

Aplications-> Ping
Host [host00] : <Colocar o IP Wan Remota>
Packet size (number from 32 to 1600) [32] :
Count (0 if forever or 1 to 30000) [5] :
Interval in ms (20 to 60000) [1000] :

Aparecerá uma mensagem conforme o exemplo abaixo:


Ping <número da Wan remota> : 32 data bytes

32 bytes from (número da Wan Remota): icmp_seq=1 ttl=29 time=20.92 ms


32 bytes from (número da Wan Remota): icmp_seq=2 ttl=29 time=20.92 ms
32 bytes from (número da Wan Remota): icmp_seq=3 ttl=29 time=20.92 ms
32 bytes from (número da Wan Remota): icmp_seq=4 ttl=29 time=20.92 ms
32 bytes from (número da Wan Remota): icmp_seq=5 ttl=29 time=20.92 ms

-- Número da Wan Remota ping statistics –

25
5 packets transmitted, 5 packets received, 0% packet loss

OBS.: Caso não aparecerá a sequências de ping e no final apareceça a mensagem


“100% packet loss”, isto significa que não foi possível fazer o ping, neste caso é
necessário rever todas as configurações ou verificar um possível problema de
hardware.

8 - Configurando Roteador Cyclades


Na maioria das configurações Telemar as configurações são, na maioria das vezes,
básicas.
Para iniciar a configuração do roteador Cyclades é necessário saber todas os dados
do (número IP, tipo de protocolo que será usado, tipo de roteamento, etc.) POP ou
FIC.
Os roteadores Cyclades trabalha com menu, oferecendo as opções de configuração.
As opções sugeridas sempre estarão entre chaves, conforme os exemplos exibidos
no decorrer deste manual.

Abaixo, daremos uma breve explicação de como configurar o roteador Cyclades:

Ao acessar o roteador aparecerá mensagem solicitando login (usuário) e password


(senha).

[PR1000] login: super


[PR1000] Password: **** (surt)

Aparecerá o menu principal (Main Menu)

Para configurar a Ethernet (LAN), escolher as seguintes opções:

1 – Config
1 – Interface
1 – Fast Ethernet
2 – Network Protocol

26
Alterar somente os dados abaixos exibidos:
(A) ctive or (I) nactive [A] : A
Interface (U) nnumbered or (N) umberdered [N] : N
Primary IP address [192.168.160.1] : Colocar IP da Ethernet (LAN)
Subnet Mask [255.255.255.0] : Colocar a mascara da Ethernet (LAN)
Os demais itens permanecerão padrão (sugeridos)

Exemplo:

27
Para configurar a WAN Local (interface lógica), escolher as seguintes opções:

1 – Config
1 – Interface
2 – Slot 1 (SWAN)
2 – Network Protocol

Exemplo:

(A) ctive or (I) nactive [A] : A


Interface (U) nnumbered or (N) umbered [N] : N
Primary IP address [192.168.162.1] : Colocar IP de WAN Local
Subnet Mask [255.0.0.0] : Colocar a mascara da WAN Local
Os demais itens permanecerão padrão (sugeridos)

Exemplo:

28
29
Para configurar a WAN Local (interface física), escolher as seguintes opções:

4 – Physical

(A) sync or (S) ync mode [S] : s


Clock source (I) nternal or (E) xternal [E]: e
Media for SWAN cable (R ) S-232 or (V).35 [V] : V (Quando for cabo V.35)
Os demais itens permanecerão padrão (sugeridos)

Para configurar o encapsulamento PPP:


1 – Encapsulation
2 – PPP
Todos os ítens são padrão (sugeridos)

Para configurar o encapsulamento Frame-Relay:


1 – Encapsulation
1 – Frame-Relay

Encapsulamento Type (R ) FC1490 – IETF or (C ) isco [R] : Colocar o tipo de


encapsulamento indicado no POP ou FIC
LMI (A) NSI, (G) roup of 4, (Q) 933a or (N) one [N]:
Para configurar a DLCI do frame-Relay:

1 – Add DLCI

DLCI number (16 to 991) [16] : Colocar a DLCI local indicada no POP/FIC
IP address [192.168.161.2] : Colocar o número IP Wan Remota
Os demais itens permanecerão padrão (sugeridos)
Exemplo:

30
Para configurar rota estatística, escolher as seguintes opções:

1 – Config
2 – Static Routes
3 – Add Route

Destination IP address [192.168.161.0] : default


Gateway or Interface (G/I) [G] : g
Gateway IP address [192.168.161.2] : Colocar IP WAN Remota

Os demais itens permanecerão padrão (sugeridos)

31
Para salvar as configurações, dar seguidos ESC até aparecer a seguinte mensagem:

(D) iscard, save to (F) lash or save to (R ) un configuration : f

Aparecerá um mensagem avisando que as configurações foram salvas

Change were saved in Flash configuation !

Para verificar se as configurações estão corretas, verificar se as interfaces subiram e


fazer teste de ping. (explicações já foram citadas acima)

Principais menus do Cyclades:

Main Menu -> Info -> Show routing table = exibe a tabela de rotas
Main Menu -> Info -> Show configuration -> All = exibe todas as configurações

Main Menu -> Debug -> Hardware tests -> WAN = executa testes na porta serial

32
9 - PINAGEM DO CABO UTP DIRETO E CROSS-OVER
Para conectar uma estação (PC) a uma outra (PC), ou uma porta UTP* de um hub a
outro, ou uma porta UTP de um switch a outro, necessitamos ligar os pinos de
recepção de um lado, com os pinos de transmissão do outra. Portanto devemos
utilizar um patch-cord cross que possui a pinagem descrita na tabela 6 . No entanto,
quando ligamos a estação a um hub ou switch, devemos utilizar um patch-cord pino
a pino descrito na tabela 7, pois o hub ou switch é que faz o cruzamento necessário
para a comunicação. A seqüência de cores deve ser mantida para que não haja
problemas de ruído em longas distâncias (que para categoria 5 o limite é 100m), pois
o trançamento dos pares de uma cor é diferente de outra.

CABO UTP CROSS


Pino Cores de um lado Cores do outro lado
1 Branco/Verde Branco/Laranja
2 Verde Laranja
3 Branco/Laranja Branco/Verde
4 Azul Azul
5 Branco/Azul Branco/Azul
6 Laranja Verde
7 Branco/Marrom Branco/Marrom
8 Marrom Marrom

Tabela - Patch-cord ethernet UTP - cross

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CABO UTP DIRETO
Pino Cores de um lado Cores do outro lado
1 Branco/Verde Branco/Verde
2 Verde Verde
3 Branco/Laranja Branco/Laranja
4 Azul Azul
5 Branco/Azul Branco/Azul
6 Laranja Laranja
7 Branco/Marrom Branco/Marrom
8 Marrom Marrom

Tabela - Patch-cord ethernet UTP - direto.

DOCUMENTO ELABORADO POR


ALEXANDRE ARAUJO
GETRONICS LTDA
Alexandre.araujo@getronics.com

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