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OBJETIVOS

Discutir os principais aspectos e controvérsias relativos à tributação de operações direta e indiretas relacionadas à produção mineral no Brasil. Serão analisados os principais temas e benefícios fiscais vigentes, além do levantamento de algumas das

atuais teses tributárias referentes à matéria.

e benefícios fiscais vigentes, além do levantamento de algumas das atuais teses tributárias referentes à matéria.
e benefícios fiscais vigentes, além do levantamento de algumas das atuais teses tributárias referentes à matéria.
e benefícios fiscais vigentes, além do levantamento de algumas das atuais teses tributárias referentes à matéria.
e benefícios fiscais vigentes, além do levantamento de algumas das atuais teses tributárias referentes à matéria.
Principais Tributos PIS 1,65% COFINS 7,60% IPI CFEM NT 0,2 a 3% ICMS 18,00%
Principais Tributos
PIS
1,65%
COFINS
7,60%
IPI
CFEM
NT
0,2 a 3%
ICMS
18,00%
Principais Tributos PIS 1,65% COFINS 7,60% IPI CFEM NT 0,2 a 3% ICMS 18,00%
Principais Tributos PIS 1,65% COFINS 7,60% IPI CFEM NT 0,2 a 3% ICMS 18,00%

Classificação dos Principais Tributos incidentes na Produção Siderúrgica

Diretos

Indiretos

Tributação da Pessoa Jurídica: Imposto de Renda IRPJ. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL.

Ou não-cumulativos. A relação jurídico-tributária se estabelece entre o Estado e o sujeito passivo da obrigação tributária, que recolhe o tributo destacado no documento fiscal ou incluído no preço: IPI, ICMS, PIS e COFINS.

Reais

Não considera a condição do contribuinte: Imposto sobre a Propriedade Predial Territorial Urbana IPTU. Imposto Territorial Rural ITR.

Imposto determinado pela mão-de-obra específica Lista de Serviços: ISSQN

Fixos

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza.

Fiscais

Parafiscais

Extrafiscais

Cobrir gastos da Administração: Imposto de Renda Pessoa Jurídica IRPJ. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL.

Contribuição cobrada por Autarquias Especiais, Paraestatais e Associações, para custear seu financiamento: CREA, Sindifer, Sindisider, etc.

Ou regulatório. Não tem função exclusiva de arrecadação, mas, de corrigir distorções ou anomalias: II Imposto de Importação IE Imposto de

Exportação.

Tributos Diretos & Indiretos

Diretos: Os contribuintes são os mesmos indivíduos que arcam com o ônus do respectivo tributo, ou seja, é

tributado diretamente.

Indiretos:

Há o contribuinte de direito, cuja lei determinou

que cobre o imposto do contribuinte de fato e o

recolha aos cofres públicos.

de direito , cuja lei determinou que cobre o imposto do contribuinte de fato e o
de direito , cuja lei determinou que cobre o imposto do contribuinte de fato e o
de direito , cuja lei determinou que cobre o imposto do contribuinte de fato e o
de direito , cuja lei determinou que cobre o imposto do contribuinte de fato e o

Tributos Diretos

IRPJ: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Trata-se de um

instrumento direto de arrecadação e fiscalização da Pessoa

Jurídica. Pode ter apuração Real ou Presumida:

Base de Cálculo Visão Geral =

% X Receita Bruta = Lucro s/ Receita Bruta (+) Valores diferidos constantes do LALUR (+) Ganhos de Capital (+) Rendimentos e Ganhos Líquidos de Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido

e Ganhos Líquidos de Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido
e Ganhos Líquidos de Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido
e Ganhos Líquidos de Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido
e Ganhos Líquidos de Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas e Rendimentos Tributáveis (=) Lucro Presumido

Distribuição de Lucros

Os lucros ou dividendos pagos ou creditados pelas PJ tributadas com base no

lucro presumido não estão sujeitos à incidência do IRRF, nem integrarão a base

de

cálculo do imposto de renda do beneficiário.

O

lucro presumido que poderá ser distribuído, sem incidência de imposto, é

apurado da seguinte forma:

Base de Cálculo – (IRPJ + CSLL + Cofins + PISPASEP).
Base de Cálculo –
(IRPJ
+
CSLL
+
Cofins
+
PISPASEP).
sem incidência de imposto, é apurado da seguinte forma: Base de Cálculo – (IRPJ + CSLL
sem incidência de imposto, é apurado da seguinte forma: Base de Cálculo – (IRPJ + CSLL
sem incidência de imposto, é apurado da seguinte forma: Base de Cálculo – (IRPJ + CSLL
sem incidência de imposto, é apurado da seguinte forma: Base de Cálculo – (IRPJ + CSLL

Lucro Real

Receita total, no ano-calendário anterior, superior ao limite de R$ 48.000.000,00 ou ao limite proporcional de R$ 4.000.000,00 multiplicados pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses.

- Extração e Beneficiamento de Minerais Metálicos;

pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses. - Extração e Beneficiamento de
pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses. - Extração e Beneficiamento de
pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses. - Extração e Beneficiamento de
pelo número de meses do período, quando inferior a doze meses. - Extração e Beneficiamento de

Lucro Real

a) Lucro Real Trimestral

(PIS/COFINS Não-Cumulativo)

b) Lucro Real Anual

(PIS/COFINS Não-Cumulativo)

DUAS OPÇÕES PARA OS RECOLHIMENTOS MENSAIS Estimativa com base na receita bruta; ou Estimativa s/o Lucro Real Acumulado (suspensão/redução)

c) Lucro Presumido Trimestral (PIS/COFINS Cumulativo)

bruta; ou Estimativa s/o Lucro Real Acumulado (suspensão/redução) c) Lucro Presumido Trimestral (PIS/COFINS Cumulativo)
bruta; ou Estimativa s/o Lucro Real Acumulado (suspensão/redução) c) Lucro Presumido Trimestral (PIS/COFINS Cumulativo)
bruta; ou Estimativa s/o Lucro Real Acumulado (suspensão/redução) c) Lucro Presumido Trimestral (PIS/COFINS Cumulativo)
bruta; ou Estimativa s/o Lucro Real Acumulado (suspensão/redução) c) Lucro Presumido Trimestral (PIS/COFINS Cumulativo)

Deduções IRPJ no Lucro Real

Deduções:

I depreciação integral, no ano da aquisição, de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, novos, destinados à utilização nas atividades de pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica, para apuração

do IRPJ e da CSLL;

II Operações Culturais e Artísticas (Lei 8.313/91);

III Desportos;

IV Estatuto da Criança e do Adolescente

e da CSLL; II Operações Culturais e Artísticas (Lei 8.313/91); III Desportos; IV Estatuto da Criança
e da CSLL; II Operações Culturais e Artísticas (Lei 8.313/91); III Desportos; IV Estatuto da Criança
e da CSLL; II Operações Culturais e Artísticas (Lei 8.313/91); III Desportos; IV Estatuto da Criança
e da CSLL; II Operações Culturais e Artísticas (Lei 8.313/91); III Desportos; IV Estatuto da Criança

CSLL

Todas as Pessoas Jurídicas domiciliadas no país estão sujeitos à Contribuição Social

sobre o Lucro Líquido CSLL. Aplicam-se à CSLL as mesmas normas de apuração e

de pagamento estabelecidas para o Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ).

A CSLL será determinada mediante a aplicação da alíquota de 9% (nove por cento) sobre o resultado ajustado, presumido ou arbitrado (Lei nº 10.637, de 2002, art. 37),

sendo a base de cálculo o Lucro Liquido apurado no período, antes da provisão para

o IRPJ, ajustado, conforme art. 37, da Lei nº 10.637/2002.

o Lucro Liquido apurado no período, antes da provisão para o IRPJ, ajustado, conforme art. 37,
o Lucro Liquido apurado no período, antes da provisão para o IRPJ, ajustado, conforme art. 37,
o Lucro Liquido apurado no período, antes da provisão para o IRPJ, ajustado, conforme art. 37,
o Lucro Liquido apurado no período, antes da provisão para o IRPJ, ajustado, conforme art. 37,

Tributos Indiretos

Regras:

O tributo indireto tem a propriedade de onerar o processo

produtivo. Na ausência de mecanismos de compensação,

transfere cumulativamente aos produtos vendidos ao consumidor final o tributo exigido em cada etapa intermediária. O ICMS é o principal tributo indireto no sistema tributário brasileiro, representando, em média, 25% da carga fiscal bruta. São tributos indiretos, além do ICMS de competência dos Estados e do Distrito Federal, o IPI, o PIS e a COFINS, estes de competência Federal.

do ICMS de competência dos Estados e do Distrito Federal, o IPI , o PIS e
do ICMS de competência dos Estados e do Distrito Federal, o IPI , o PIS e
do ICMS de competência dos Estados e do Distrito Federal, o IPI , o PIS e
do ICMS de competência dos Estados e do Distrito Federal, o IPI , o PIS e

Principais Minérios

I N S U M O S

NCM

ICMS

IPI

PIS

COFINS

Minério de Ferro

2601.11.00 - 12.00 - 20.00

18%

NT

1,65%

7,60%

Minério de Manganês

2602.00.10 - 00.90

18%

NT

1,65%

7,60%

- 20.00 18% NT 1,65% 7,60% Minério de Manganês 2602.00.10 - 00.90 18% NT 1,65% 7,60%
- 20.00 18% NT 1,65% 7,60% Minério de Manganês 2602.00.10 - 00.90 18% NT 1,65% 7,60%
- 20.00 18% NT 1,65% 7,60% Minério de Manganês 2602.00.10 - 00.90 18% NT 1,65% 7,60%
- 20.00 18% NT 1,65% 7,60% Minério de Manganês 2602.00.10 - 00.90 18% NT 1,65% 7,60%

Impostos

Indiretos

Impostos Indiretos Regra Geral, o Imposto Indireto é não-cumulativo, ou seja, o imposto pago na operação
Impostos Indiretos Regra Geral, o Imposto Indireto é não-cumulativo, ou seja, o imposto pago na operação

Regra Geral, o Imposto Indireto é não-cumulativo, ou seja, o imposto pago na operação anterior é compensado com o que for devido na operação seguinte, em um regime de crédito x débito, no entanto com regras específicas.

O Imposto sobre Valor Agregado tem a característica de incidir sobre a parcela

acrescida, ou seja, a diferença positiva em duas operações em sequência, sem considerar crédito na entrada, sendo que irá alcançar o destinatário, ou contribuinte

seguinte na exata proporção que foi adicionada.

na entrada, sendo que irá alcançar o destinatário, ou contribuinte seguinte na exata proporção que foi
na entrada, sendo que irá alcançar o destinatário, ou contribuinte seguinte na exata proporção que foi
na entrada, sendo que irá alcançar o destinatário, ou contribuinte seguinte na exata proporção que foi
na entrada, sendo que irá alcançar o destinatário, ou contribuinte seguinte na exata proporção que foi

Institutos de Mensuração

NT Não Tributado:

Alíquota Zero:

Ou não-incidência, porque não nasce a obrigação tributária. O produto é não tributado;

Há a incidência do tributo, no entanto, a sua alíquota é

reduzida a zero;

Tributado:

Nasce a obrigação tributária e o produto pode ter alíquota positiva;

Isento:

Isenção é a dispensa legal do pagamento do tributo, na

medida em que nasce a obrigação tributária, mas, a lei dispensa o pagamento;

Diferimento:

É a postergação do pagamento do imposto para o momento

seguinte, ou seja, adiar o pagamento do tributo.

Diferimento: É a postergação do pagamento do imposto para o momento seguinte, ou seja, adiar o
Diferimento: É a postergação do pagamento do imposto para o momento seguinte, ou seja, adiar o
Diferimento: É a postergação do pagamento do imposto para o momento seguinte, ou seja, adiar o
Diferimento: É a postergação do pagamento do imposto para o momento seguinte, ou seja, adiar o

IPI

Imposto Sobre Produtos Industrializados

O imposto foi instituído pela Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964. Conhecido inicialmente como “Imposto sobre o Consumo”, a Emenda Constitucional nº 18, de 01 de dezembro de 1965 o dividiu entre um imposto de competência da União (Produtos Industrializados) e outro de competência dos Estados e do Distrito Federal (Circulação de Mercadorias). É também um imposto regulatório como o II Imposto de

Importação que veremos à frente.

de Mercadorias). É também um imposto regulatório como o II – Imposto de Importação que veremos
de Mercadorias). É também um imposto regulatório como o II – Imposto de Importação que veremos
de Mercadorias). É também um imposto regulatório como o II – Imposto de Importação que veremos
de Mercadorias). É também um imposto regulatório como o II – Imposto de Importação que veremos

Regra-matriz do IPI:

O IPI está previsto no inciso IV do art. 153 da Constituição Federal:

Art. 153

Compete à União instituir impostos sobre:

IV

produtos industrializados;

Os incisos I; II e III do § 3º falam respectivamente que o imposto é seletivo, em função da essencialidade do produto; não-cumulativo, compensando-se

o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores

e, que não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior.

com o montante cobrado nas anteriores e, que não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior.
com o montante cobrado nas anteriores e, que não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior.
com o montante cobrado nas anteriores e, que não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior.
com o montante cobrado nas anteriores e, que não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior.

Conceito de IPI

O imposto incide sobre produtos industrializados, nacionais e estrangeiros,

obedecidas as especificações constantes da TIPI Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Lei n° 4.502, de 30 novembro de 1964).

O campo de incidência do IPI abrange todos os produtos com alíquota, ainda

que zero, relacionados na TIPI, excluídos aqueles a que corresponde a notação "NT" (não tributado). Por quê? Porque não há a incidência do imposto e

assim, também não há crédito a ser transferido.

(não tributado). Por quê? Porque não há a incidência do imposto e assim, também não há
(não tributado). Por quê? Porque não há a incidência do imposto e assim, também não há
(não tributado). Por quê? Porque não há a incidência do imposto e assim, também não há
(não tributado). Por quê? Porque não há a incidência do imposto e assim, também não há

Conceito de Produto Industrializado

Produto Industrializado é o resultante de qualquer operação que modifique a natureza, o

funcionamento, o acabamento, a apresentação ou a finalidade do produto, ou o aperfeiçoe para

consumo:

a

transformação - operação exercida sobre matéria-prima que resulta na obtenção de espécie nova;

b

beneficiamento operação que modifica, aperfeiçoa ou, de qualquer forma, altera o

funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto;

c

montagem operação que consiste na reunião de produtos, peças ou partes e que resulte novo produto, ainda que sob a mesma classificação fiscal;

d

acondicionamento ou recondicionamento operação que altera a apresentação do produto, pela

colocação ou substituição da embalagem, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas

ao transporte da mercadoria;

e

renovação operação exercida sobre produto usado ou parte remanescente do produto deteriorado que o renova ou restaura para utilização.

exercida sobre produto usado ou parte remanescente do produto deteriorado que o renova ou restaura para
exercida sobre produto usado ou parte remanescente do produto deteriorado que o renova ou restaura para
exercida sobre produto usado ou parte remanescente do produto deteriorado que o renova ou restaura para
exercida sobre produto usado ou parte remanescente do produto deteriorado que o renova ou restaura para

Seletividade do IPI

Segundo entendimento da doutrina e jurisprudência, o IPI deve ser seletivo

em razão da essencialidade do produto sobre o qual incida, significando que

menores devem ser suas alíquotas para os produtos industrializados essenciais e maiores quanto mais for considerado supérfluo ou desnecessário:

TRIBUTÁRIO. IPI. CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO. ALÍQUOTA.

impõe-se que o imposto seja seletivo em função da essencialidade do

produto, por isso, as embalagens plásticas produzidas pela autora, para envasar alimentos, têm classificação 3923.90.9901 e alíquota zero (Processo: 9704393709

( )

- Data da decisão: 10/09/1998 TRF-PR Apelação Civil).

e alíquota zero ( Processo: 9704393709 ( ) - Data da decisão: 10/09/1998 – TRF-PR –
e alíquota zero ( Processo: 9704393709 ( ) - Data da decisão: 10/09/1998 – TRF-PR –
e alíquota zero ( Processo: 9704393709 ( ) - Data da decisão: 10/09/1998 – TRF-PR –
e alíquota zero ( Processo: 9704393709 ( ) - Data da decisão: 10/09/1998 – TRF-PR –

Não Cumulatividade do IPI

II será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores;

A regra da não-cumulatividade distingue-se de valor agregado! O Ministro Nelson

Jobim quando presidente do STF buscou traçar um paralelo entre as duas regras: o

ICMS e o IPI são impostos, criados no Brasil, na esteira dos impostos de valor

agregado. A regra, para os impostos de valor agregado, é a não-cumulatividade, ou

seja, o tributo é devido sobre a parcela agregada ao valor tributado anterior. Assim,

na primeira operação, a alíquota incide sobre o valor total. Já na segunda

operação, só se tributa o diferencial(RE: 212-484-2/RS).

a alíquota incide sobre o valor total. Já na segunda operação, só se tributa o diferencial
a alíquota incide sobre o valor total. Já na segunda operação, só se tributa o diferencial
a alíquota incide sobre o valor total. Já na segunda operação, só se tributa o diferencial
a alíquota incide sobre o valor total. Já na segunda operação, só se tributa o diferencial

Não Incide sobre Produtos Exportados

A regra é “exportar produtos” e não “tributos”. Nos termos da Tabela de

Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI, o produto

“minério de ferro” é NT Não Tributado, portanto, na exportação não há

incidência, mas, há uma cadeia tributária até lá, no transporte, produtos

adquiridos e consumidos na produção e incidentes sob a folha de salários que

acaba por deixar um resquício de tributo a ser exportado.

na produção e incidentes sob a folha de salários que acaba por deixar um resquício de
na produção e incidentes sob a folha de salários que acaba por deixar um resquício de
na produção e incidentes sob a folha de salários que acaba por deixar um resquício de
na produção e incidentes sob a folha de salários que acaba por deixar um resquício de

IPI

Incidência sobre Transporte Art. 190 Decreto 7.212/2010

§ 1º O valor da operação referido na alínea “b” do inciso I e no inciso II compreende o preço do produto, acrescido do valor do frete e das demais despesas acessórias, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador ou destinatário (Lei no 4.502, de 1964, art. 14, § 1o, Decreto-Lei

no 1.593, de 1977, art. 27, e Lei no 7.798, de 1989, art. 15).

Tributário. Imposto sobre Produtos Industrializados. Inclusão do Valor do Frete Realizado

por Empresa Coligada na Base de Cálculo. Impossibilidade. Contrariedade ao Disposto no

Artigo 47, do Código Tributário Nacional. Recurso Especial Desprovido. 1. A alteração do artigo 14, da Lei 4502/64, pelo artigo 15 da Lei 7798/89 para fazer incluir, na base de cálculo do IPI, o valor do frete realizado por empresa coligada, não pode subsistir tendo em vista os

ditames do artigo 47, do Código Tributário Nacional, que define como base de cálculo o valor da operação de que decorre a saída da mercadoria, devendo-se entender como "valor da operação" o contrato de compra e venda, no qual se estabelece o preço fixado pelas partes. 2. Recurso Especial desprovido (STJ Superior Tribunal de Justiça REsp 383.208/PR Primeira Turma Relator: Ministro José Delgado 18/04/2002).

Tribunal de Justiça – REsp 383.208/PR – Primeira Turma – Relator: Ministro José Delgado – 18/04/2002).
Tribunal de Justiça – REsp 383.208/PR – Primeira Turma – Relator: Ministro José Delgado – 18/04/2002).
Tribunal de Justiça – REsp 383.208/PR – Primeira Turma – Relator: Ministro José Delgado – 18/04/2002).
Tribunal de Justiça – REsp 383.208/PR – Primeira Turma – Relator: Ministro José Delgado – 18/04/2002).

PIS Programa de Integração Social

A contribuição cumulativa denominada PIS - Programa de Integração Social foi

instituída através da Lei Complementar nº 7, de 07 de setembro de 1970. Vigorava a

época a Emenda Constitucional EC - nº 01, de 1969, que assegurava aos

trabalhadores a integração na vida e no desenvolvimento da empresa, com

participação nos lucros e em caráter excepcional, na gestão.

A Lei Complementar nº 7/70 que instituiu a contribuição, previu alíquotas progressivas de incidência. No ano de 1971 de 0,15% (quinze centésimos); 1972 de

0,25% (vinte e cinco centésimos); 1973 de 0,40% (quarenta centésimos) e, no

exercício de 1974 de 0,50% (cinquenta centésimos).

e cinco centésimos); 1973 de 0,40% (quarenta centésimos) e, no exercício de 1974 de 0,50% (cinquenta
e cinco centésimos); 1973 de 0,40% (quarenta centésimos) e, no exercício de 1974 de 0,50% (cinquenta
e cinco centésimos); 1973 de 0,40% (quarenta centésimos) e, no exercício de 1974 de 0,50% (cinquenta
e cinco centésimos); 1973 de 0,40% (quarenta centésimos) e, no exercício de 1974 de 0,50% (cinquenta

Conceito e Incidência do PIS

Até a Emenda Constitucional nº 08, de 14 de abril de 1977, o PIS - Programa de Integração Social era considerado espécie do gênero tributo, atendendo

conforme artigo 3º, do CTN - Código Tributário Nacional - Lei

Complementar nº 5.172, de 25 de outubro de 1966.

O produto da arrecadação integrava um Fundo e pertencia em tese aos

empregados. A participação destes no Fundo era individualizada em

caderneta própria e calculada em razão do seu relacionamento com o respectivo empregador, tendo como entidade depositária uma empresa

pública (Caixa Econômica Federal).

com o respectivo empregador, tendo como entidade depositária uma empresa pública (Caixa Econômica Federal).
com o respectivo empregador, tendo como entidade depositária uma empresa pública (Caixa Econômica Federal).
com o respectivo empregador, tendo como entidade depositária uma empresa pública (Caixa Econômica Federal).
com o respectivo empregador, tendo como entidade depositária uma empresa pública (Caixa Econômica Federal).

Art. 195 A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais:

I do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:

a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem

vínculo empregatício; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

b) a receita ou o faturamento;

c) o lucro;

empregatício; ( Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998 ) b) a receita ou o
empregatício; ( Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998 ) b) a receita ou o
empregatício; ( Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998 ) b) a receita ou o
empregatício; ( Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998 ) b) a receita ou o

Após a Ementa Constitucional nº 08, de 14 de abril de 1977, o Programa

perdeu a natureza tributária. Fôra acrescido o inciso X ao art. 43, da

Constituição Federal de 1967, que passou a considerar o PIS como contribuição social, com matriz constitucional própria e autônoma. A partir dessa nova ordem, o STF passou a entender, de forma pacífica, que

o PIS se qualificava como contribuição social de natureza não tributária.

Os Decretos-Leis nº 2.445 e nº 2.449/88 foram declarados inconstitucionais, na íntegra, em decisão final do Supremo Tribunal

Federal, no RE 148.754-2/RJ julgado em 24 de junho de 1993, tendo

como Relator o Ministro Francisco Resek, DJU e, em função da decisão transitada, o Senado Federal publicou a Resolução nº 49 em 10 de outubro

de 1995, suspendendo a eficácia dos citados diplomas com efeitos erga

omnes.

nº 49 em 10 de outubro de 1995, suspendendo a eficácia dos citados diplomas com efeitos
nº 49 em 10 de outubro de 1995, suspendendo a eficácia dos citados diplomas com efeitos
nº 49 em 10 de outubro de 1995, suspendendo a eficácia dos citados diplomas com efeitos
nº 49 em 10 de outubro de 1995, suspendendo a eficácia dos citados diplomas com efeitos

Através da Medida Provisória - MP nº 1.212, de 28 de novembro de 1995,

convertida na Lei nº 9.715/98, passou a ser a incidência do PIS - Programa

de Integração Social, incidente sobre o faturamento das empresas, e não mais sobre a receita operacional, com alíquota de 0,65% (sessenta e cinco centésimos).

O artigo art. 6º, da Lei Complementar nº 7, de 07 de setembro de 1970 que determinava que a alíquota incidisse sobre o valor do faturamento de seis

(6) meses anteriores ao mês em que exigível o recolhimento da exação, no

entanto, exigida a cada mês havia levado a maioria dos contribuintes aos tribunais em razão da correção no período de grande inflação.

cada mês havia levado a maioria dos contribuintes aos tribunais em razão da correção no período
cada mês havia levado a maioria dos contribuintes aos tribunais em razão da correção no período
cada mês havia levado a maioria dos contribuintes aos tribunais em razão da correção no período
cada mês havia levado a maioria dos contribuintes aos tribunais em razão da correção no período

Em 31 de dezembro de 2002 o Executivo publicou a Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de 2002 instituindo a não-cumulatividade do PIS - Programa de Integração Social, tendo como fato gerador o faturamento mensal da

Pessoa Jurídica, sendo entendido este como o total das receitas,

independentemente de sua denominação ou classificação contábil Imposto de Valor Agregado?

A alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos) é aplicada sobre a base de cálculo, descontados créditos na entrada, referente à: bens adquiridos para revenda; bens e serviços utilizados como insumo na

industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas

financeiras; energia elétrica; outros.

na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.

Art. 1º A contribuição para o PIS/Pasep tem como fato gerador o faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil.

§

Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais

receitas auferidas pela pessoa jurídica.

§

A base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep é o valor do faturamento, conforme definido no caput.

§

Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo, as receitas:

I

decorrentes de saídas isentas da contribuição ou sujeitas à alíquota zero;

Art. 2º Para determinação do valor da contribuição para o PIS/Pasep aplicar-se-á, sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento).

apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e
apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e
apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e
apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e

A Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de 2002 estabeleceu que:

Art. 3º Do valor apurado na forma do art. 2º a pessoa jurídica poderá descontar

créditos calculados em relação a:

I

bens adquiridos para revenda, exceto em relação às mercadorias e aos produtos referidos:

a)

no inciso III do § 3º do art. 1º desta Lei; e

b)

no § 1º do art. 2º desta Lei;

II

bens e serviços, utilizados como insumo na prestação de serviços e na

produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda, inclusive

combustíveis e lubrificantes, exceto em relação ao pagamento de que trata o art. 2o da Lei no 10.485, de 3 de julho de 2002, devido pelo fabricante ou importador, ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.03 e 87.04 da TIPI;

ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.03 e 87.04 da TIPI;
ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.03 e 87.04 da TIPI;
ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.03 e 87.04 da TIPI;
ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.03 e 87.04 da TIPI;

Exclusões Creditícias

Art. 1º A contribuição para o PIS/Pasep tem como fato gerador o faturamento

mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica,

independentemente de sua denominação ou classificação contábil.

§

Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo, as receitas:

III

auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em

relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;

Art. 2º Para determinação do valor da contribuição para o PIS/Pasep aplicar-se-á,

sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota

de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento).

Excetua-se do disposto no caput a receita bruta auferida pelos produtores

ou importadores, que devem aplicar as alíquotas previstas:

§

no caput a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas previstas:
no caput a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas previstas:

I

nos incisos I a III do art. 4o da Lei no 9.718, de 27 de novembro de 1998, e alterações posteriores, no caso de venda de gasolinas e suas correntes,

exceto gasolina de aviação, óleo diesel e suas correntes e gás liquefeito de

petróleo - GLP derivado de petróleo e de gás natural; (Redação dada pela Lei nº 10.925, de 2004).

II

no inciso I do art. 1o da Lei no 10.147, de 21 de dezembro de 2000, e

alterações posteriores, no caso de venda de produtos farmacêuticos, de

perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal nele relacionados; (Incluído

pela Lei nº 10.865, de 2004)

III

no art. 1o da Lei no 10.485, de 3 de julho de 2002, e alterações posteriores,

no caso de venda de máquinas e veículos classificados nos códigos 84.29, 8432.40.00, 84.32.80.00, 8433.20, 8433.30.00, 8433.40.00, 8433.5, 87.01, 87.02, 87.03, 87.04, 87.05 e 87.06, da TIPI; (Incluído pela Lei nº 10.865, de 2004)

8433.40.00, 8433.5, 87.01, 87.02, 87.03, 87.04, 87.05 e 87.06, da TIPI; (Incluído pela Lei nº 10.865,
8433.40.00, 8433.5, 87.01, 87.02, 87.03, 87.04, 87.05 e 87.06, da TIPI; (Incluído pela Lei nº 10.865,

IV no inciso II do art. 3o da Lei no 10.485, de 3 de julho de 2002, no caso de vendas para comerciante atacadista ou varejista ou para consumidores, de autopeças relacionadas nos Anexos I e II da mesma Lei; (Incluído pela Lei nº 10.865, de 2004)

V no caput do art. 5o da Lei no 10.485, de 3 de julho de 2002, e alterações posteriores, no caso de venda dos produtos classificados nas posições 40.11 (pneus novos de borracha) e 40.13 (câmaras-de-ar de borracha), da TIPI; (Incluído pela Lei nº 10.865, de 2004)

VI no art. 2o da Lei no 10.560, de 13 de novembro de 2002, e alterações posteriores, no caso de venda de querosene de aviação; (Incluído pela Lei nº 10.865, de 2004)

VII no art. 51 da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e alterações posteriores, no caso de venda das embalagens nele previstas, destinadas ao envasamento de água, refrigerante e cerveja classificados nos códigos 22.01, 22.02 e 22.03, todos da TIPI; e (Incluído pela Lei nº 10.865, de 2004)

e cerveja classificados nos códigos 22.01, 22.02 e 22.03, todos da TIPI; e (Incluído pela Lei
e cerveja classificados nos códigos 22.01, 22.02 e 22.03, todos da TIPI; e (Incluído pela Lei
e cerveja classificados nos códigos 22.01, 22.02 e 22.03, todos da TIPI; e (Incluído pela Lei

VIII

no art. 58-I da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, no caso de venda das

bebidas mencionadas no art. 58-A da mesma Lei; (Redação dada pela Lei nº

11.727, de 2008)

IX no inciso II do art. 58-M da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, no caso de venda das bebidas mencionadas no art. 58-A da mesma Lei, quando efetuada

por pessoa jurídica optante pelo regime especial instituído pelo art. 58-J da

mencionada Lei; (Redação dada pela Lei nº 11.727, de 2008) (Produção de efeitos)

X no art. 23 da Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004, no caso de venda de gasolinas

e suas correntes, exceto gasolina de aviação, óleo diesel e suas correntes,

querosene de aviação, gás liquefeito de petróleo - GLP derivado de petróleo e de gás natural. (Incluído pela Lei nº 10.925, de 2004) (Vide Lei nº 10.925, de 2004)

- GLP derivado de petróleo e de gás natural. (Incluído pela Lei nº 10.925, de 2004)
- GLP derivado de petróleo e de gás natural. (Incluído pela Lei nº 10.925, de 2004)
- GLP derivado de petróleo e de gás natural. (Incluído pela Lei nº 10.925, de 2004)
- GLP derivado de petróleo e de gás natural. (Incluído pela Lei nº 10.925, de 2004)

O crédito é determinado em razão da mesma alíquota incidente na saída, no

entanto, não se trata de um tributo sobre valor agregado, na medida em que não

incide sobre a parcela acrescida, ou seja, sobre a diferença positiva entre duas operações em sequência. O PIS - Programa de Integração Social admite créditos

não somente de produtos adquiridos para revenda e, de insumos e outras

despesas, no entanto a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005 trouxe a

seguinte novidade:

Art. 47 Fica vedada a utilização do crédito de que tratam o inciso II do caput do art. 3º

da Lei no 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e o inciso II do caput do art. 3o

da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, nas aquisições de desperdícios, resíduos ou aparas de plástico, de papel ou cartão, de vidro, de ferro ou aço, de

cobre, de níquel, de alumínio, de chumbo, de zinco e de estanho, classificados

respectivamente nas posições 39.15, 47.07, 70.01, 72.04, 74.04, 75.03, 76.02,

78.02, 79.02 e 80.02 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI, e demais desperdícios e resíduos metálicos do Capítulo

81 da TIPI

Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI, e demais desperdícios e resíduos metálicos do Capítulo 81 da
Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI, e demais desperdícios e resíduos metálicos do Capítulo 81 da

Débito Saídas Lucro Real

Art. 48. A incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins fica suspensa no caso de venda de desperdícios, resíduos ou aparas de que trata o art. 47 desta Lei, para pessoa jurídica que apure o imposto de renda com base no lucro real.

Parágrafo único.

A suspensão de que trata o caput deste artigo não se

aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica optante

pelo Simples.

de que trata o caput deste artigo não se aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica
de que trata o caput deste artigo não se aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica
de que trata o caput deste artigo não se aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica
de que trata o caput deste artigo não se aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica

CARF Conselho de Recursos Fiscais

O CARF - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais em decisão unânime

acompanhando o relator decidiu que toda despesa comprovada da pessoa jurídica

gera crédito a ser abatido no PIS - Programa de Integração Social:

A inclusão no conceito de insumos das despesas com serviços contratados pela

pessoa jurídica e com as aquisições de combustíveis de lubrificantes, denota que

o legislador não quis restringir o creditamento do PIS/Pasep às aquisições de

matérias-primas produtos intermediários e ou material de embalagens (alcance de insumos no legislação do IPI) utilizados, diretamente, na produção industrial, ao contrário, ampliou de modo a considerar insumos como sendo os gastos gerais que a pessoa jurídica precisa incorrer na produção de bens ou serviços por ela

realizado. Recurso Negado (CARF - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - Recurso nº 248457 - Recorrente: Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - Acórdão nº 9303.01.035 - 3ª Câmara - Relator: Conselheiro Henrique Pinheiro Torres - 23/08/2010).

Fazenda Nacional - Acórdão nº 9303.01.035 - 3ª Câmara - Relator: Conselheiro Henrique Pinheiro Torres -
Fazenda Nacional - Acórdão nº 9303.01.035 - 3ª Câmara - Relator: Conselheiro Henrique Pinheiro Torres -
Fazenda Nacional - Acórdão nº 9303.01.035 - 3ª Câmara - Relator: Conselheiro Henrique Pinheiro Torres -

COFINS

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social

Também com base no art. 195 da CF/88:

Art. 195

A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos

da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das

seguintes contribuições sociais:

I

do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:

a)

a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

b)

a receita ou o faturamento;

c)

o lucro;

(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita ou o faturamento; c) o
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita ou o faturamento; c) o
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita ou o faturamento; c) o
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita ou o faturamento; c) o

Finsocial Antecedeu a Cofins

O FINSOCIAL fôra instituído pelo Decreto-Lei nº 1.940, de 25 de maio de

1982, com alíquota de 0,5% (cinco centésimos) determinada a financiar

investimentos como educação, habitação popular, saúde e amparo ao pequeno

agricultor.

Para as empresas que prestavam serviço, o valor era de 5% sobre o Imposto

de Renda devido ou como se fosse. O Supremo Tribunal Federal declarou

estas contribuições como impostos inominados, abrangidos pela competência

residual da União (RE n.º 103.778-4-DF, DJU, de 13-12-81).

como impostos inominados, abrangidos pela competência residual da União (RE n.º 103.778-4-DF, DJU, de 13-12-81).
como impostos inominados, abrangidos pela competência residual da União (RE n.º 103.778-4-DF, DJU, de 13-12-81).
como impostos inominados, abrangidos pela competência residual da União (RE n.º 103.778-4-DF, DJU, de 13-12-81).
como impostos inominados, abrangidos pela competência residual da União (RE n.º 103.778-4-DF, DJU, de 13-12-81).

Incidência e Base de Cálculo da Cofins

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins nos termos da Lei 10.88, de 29 de dezembro de 2003 tem como fato gerador e base de cálculo a receita bruta das empresas:

Art. 1º

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, com

incidência não-cumulativa, tem como fato gerador o faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil.

a

§

Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia

e

todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica.

§

A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido no caput.

jurídica. § 2º A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido
jurídica. § 2º A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido
jurídica. § 2º A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido
jurídica. § 2º A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido

Ampliação do Conceito de Faturamento

Em 29 de outubro de 1998 a Medida Provisória nº 1.724, convertida na Lei nº

9.718 em 27 de novembro de 1998, já havia ampliando a base de cálculo da Contribuição, assim como o conceito de faturamento, sem a devida previsão

constitucional, para receita bruta, ou seja, a totalidade das receitas auferidas

pelo contribuinte, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas.

Esta modificação se deu através da Emenda Constitucional nº 20 de 15 de

dezembro de 1998, que acabou por dar uma nova redação à letra b do inc. I do art. 195 (24) da Constituição Federal, no entanto, posterior à Lei.

por dar uma nova redação à letra b do inc. I do art. 195 (24) da
por dar uma nova redação à letra b do inc. I do art. 195 (24) da
por dar uma nova redação à letra b do inc. I do art. 195 (24) da
por dar uma nova redação à letra b do inc. I do art. 195 (24) da

Lei nº 10.833/2003

A Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003 instituiu a não-cumulatividade da

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, tendo como fato gerador o

faturamento mensal da Pessoa Jurídica, sendo entendido este como o total das receitas, independentemente de sua denominação ou classificação contábil.

A alíquota de 7,60% (sete inteiros e sessenta centésimos) é aplicada sobre a base de

cálculo, descontados créditos na entrada, referente à: bens adquiridos para revenda; bens e serviços utilizados como insumo na industrialização; aluguéis de prédios,

máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.

na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.
na industrialização; aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos; despesas financeiras; energia elétrica; outros.

Exclusões da Base de Cálculo

Nos termos do art. 1º da Lei 10.833 excluem-se da base de cálculo:

§ 2º A base de cálculo da contribuição é o valor do faturamento, conforme definido no caput.

§

Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo as receitas:

I

isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero);

II

não-operacionais, decorrentes da venda de ativo permanente;

III

auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;

em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;
em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;
em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;
em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;

V

referentes a:

a)

vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos;

b)

reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda

que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da

avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros

e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita.

VI

decorrentes de transferência onerosa a outros contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e

de Comunicação - ICMS de créditos de ICMS originados de operações

de exportação, conforme o disposto no inciso II do § 1º do art. 25 da Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996.

conforme o disposto no inciso II do § 1º do art. 25 da Lei Complementar no
conforme o disposto no inciso II do § 1º do art. 25 da Lei Complementar no

Créditos

Nos termos do art. 2º da Lei nº 10.833/2003 aplica-se a alíquota de 7,6% sobre a base de

cálculo para apurar o quantum devido:

Art. 2º Para determinação do valor da COFINS aplicar-se-á, sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 1º, a alíquota de 7,6% (sete inteiros e seis décimos por cento).

Por seu turno, aplica-se a mesma alíquota sobre as entradas como determinação do crédito a ser

abatido:

Art. 3º Do valor apurado na forma do art. 2º a pessoa jurídica poderá descontar créditos calculados em relação a:

bens adquiridos para revenda; bens e serviços, utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes; energia elétrica; aluguéis; outros.

de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes; energia elétrica; aluguéis; outros.
de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes; energia elétrica; aluguéis; outros.
de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes; energia elétrica; aluguéis; outros.
de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes; energia elétrica; aluguéis; outros.

Exclusões Creditícias

A Lei 10.833 prevê as seguintes exclusões de créditos:

Art. 1º

§

Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo as receitas:

III

auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária;

IV de venda de álcool para fins carburantes;

Art. 2º

§

Excetua-se do disposto no caput deste artigo a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas previstas:

caput deste artigo a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas
caput deste artigo a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas
caput deste artigo a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas
caput deste artigo a receita bruta auferida pelos produtores ou importadores, que devem aplicar as alíquotas

ICMS

Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

Art. 1º Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de

serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação,

ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior (Lei 87/96):

Nota: Competência instituída pelos artigos 145, I e artigo 155, II, com a redação dada pela Ementa Constitucional nº 3, de 17 de março de 1993. O artigo 155 da

Constituição Federal de 1988, que esta Lei regulamenta foi quase todo alterado

pela Emenda Constitucional nº 3, de 17 de março de 1993, o antigo ICM deu lugar ao ICMS. A nova reformulação do imposto, onde acrescido o “S” de serviços incorporou vários outros impostos que deixaram de existir em razão do “novo” imposto a que se refere o inciso II, do artigo 155 da Constituição Federal de 1.988:

existir em razão do “novo” imposto a que se refere o inciso II, do artigo 155
existir em razão do “novo” imposto a que se refere o inciso II, do artigo 155
existir em razão do “novo” imposto a que se refere o inciso II, do artigo 155
existir em razão do “novo” imposto a que se refere o inciso II, do artigo 155

Incidências que incorporam o ICMS

Origem

01 ISTR - Imposto sobre Transporte Rodoviário 1

CF 1967

Decreto nº 77.789 2

CF 1988

Artigo 155, II

02 IULC - Imposto único sobre Combustíveis

 

Lei nº 5.963 3

Artigo 155, XII “h”

03 IUM - Imposto Único sobre Minerais

 

DL nº 4.449 4

Artigo 155 §

04 IEE - Imposto sobre Energia Elétrica

Lei nº 4.156 5

Artigo 155, §

05 ICM

Imposto

sobre

a

Circulação

de

DL nº 406/68

Artigo 155, II

Mercadorias 6

[ 1]

[2]

[3]

[4]

[5]

[6]

Artigo 21, inciso X, da Constituição de 1.967. Decreto nº 77.789, de 09 de junho de 1.976. Lei nº 5.963, de 10 de dezembro de 1.975.

Declarado Inconstitucional e Suspenso pela Resolução nº 49/1.995 do Senado Federal.

Lei nº 4.156, de 28 de novembro de 1.962. Art. 23, inciso II, EC nº 1, de 17 de outubro de 1.969, com redação dada pela EC nº 23, de 01 de dezembro de 1.983.

Art. 23, inciso II, EC nº 1, de 17 de outubro de 1.969, com redação dada
Art. 23, inciso II, EC nº 1, de 17 de outubro de 1.969, com redação dada
Art. 23, inciso II, EC nº 1, de 17 de outubro de 1.969, com redação dada
Art. 23, inciso II, EC nº 1, de 17 de outubro de 1.969, com redação dada

Regra Matriz do ICMS

A Regra-Matriz do imposto relativo Circulação de Mercadorias e Serviços tem sua

fundamentação na Constituição Federal de 1988:

O sistema constitucional tributário uniformizou o tratamento da plurifasia, em virtude

da regra de não-cumulatividade definida como critério aplicável aos tributos indicados

na Constituição, compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores, tanto para o IPI quanto para o ICMS.

O imposto incide sobre o produto, desde sua produção até o consumidor de fato que é

o contribuinte. Há a incidência em três aspectos, a saber:

* Sobre operações relativas à circulação de mercadorias, ainda que se iniciem no exterior;

* Prestação sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal;

* Prestações de serviços de comunicações, ainda que se iniciem no exterior.

interestadual e intermunicipal; * Prestações de serviços de comunicações, ainda que se iniciem no exterior.
interestadual e intermunicipal; * Prestações de serviços de comunicações, ainda que se iniciem no exterior.
interestadual e intermunicipal; * Prestações de serviços de comunicações, ainda que se iniciem no exterior.
interestadual e intermunicipal; * Prestações de serviços de comunicações, ainda que se iniciem no exterior.

Regra Matriz Constitucional

Regra geral o ICMS tem alíquotas diferentes nas transações interestaduais que destinem bens e serviços a contribuintes e não contribuintes do imposto:

Art. 155

Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

II

operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior;

VII

em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro em outro Estado, adotar-se-á:

a

a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto;

b

a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;

for contribuinte do imposto; b a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;
for contribuinte do imposto; b a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;
for contribuinte do imposto; b a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;
for contribuinte do imposto; b a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;

Princípio da Territorialidade no ICMS

O ICMS é um imposto pertencente aos Estados federados e, ao Distrito Federal. O imposto é recolhido no Estado de sua origem, portanto, pertence à Pessoa Política

onde a operação mercantil se realizou, ainda que o destinatário da mercadoria esteja

localizado em outra unidade federativa ou, mesmo no exterior. O ICMS tem alíquotas diferentes nas transações interestaduais que destinem bens e serviços a contribuintes do imposto:

Art. 155 Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

VII em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro em outro Estado, adotar-se-á:

a a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto;

em outro em outro Estado, adotar-se-á: a a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do
em outro em outro Estado, adotar-se-á: a a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do
em outro em outro Estado, adotar-se-á: a a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do
em outro em outro Estado, adotar-se-á: a a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do

Incide Sobre o Montante Devido

XII cabe à lei complementar:

i) fixar a base de cálculo, de modo que o montante do imposto a integre, também na

importação do exterior de bem, mercadoria ou serviço.

Nota: O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ICMS é cobrado “por dentro”, ou seja, uma alíquota de 18% representa, no final, 21,95%. A Lei Complementar que rege o tributo diz que o imposto integra sua própria base de cálculo. Numa fatura de R$

100,00 com a alíquota de 18%, o lógico seria resultar em R$ 118,00 esse seria o

cálculo “por fora”. No cálculo “por dentro”, a conta é de dividir, não de multiplicar. Assim, R$ 100,00 divididos por 0,82 (porque a alíquota é de 18%) resultam em R$

121,95. Esse é o valor final do produto. O cálculo de 21,95% sobre R$ 100,00 resulta

em R$ 21,95. R$ 121,95 menos R$ 21,95 é igual a R$100,00 que é o valor do produto

sem o ICMS.

sobre R$ 100,00 resulta em R$ 21,95. R$ 121,95 menos R$ 21,95 é igual a R$100,00
sobre R$ 100,00 resulta em R$ 21,95. R$ 121,95 menos R$ 21,95 é igual a R$100,00
sobre R$ 100,00 resulta em R$ 21,95. R$ 121,95 menos R$ 21,95 é igual a R$100,00
sobre R$ 100,00 resulta em R$ 21,95. R$ 121,95 menos R$ 21,95 é igual a R$100,00

Vedações de Crédito

Art. 155

Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

II

operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior;

§

O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte:

II

a isenção ou não-incidência, salvo determinação em contrário da legislação:

a)

não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes;

b)

acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores;

III

poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;

operações anteriores; III poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;
operações anteriores; III poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;
operações anteriores; III poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;
operações anteriores; III poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços;

Guerra Fiscal do ICMS

Art. 155, §

VI

salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal, nos termos do disposto no inciso XII, "g", as alíquotas internas, nas operações relativas à

circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, não poderão ser

inferiores às previstas para as operações interestaduais;

Fato

notório é a busca de investimentos por parte de outros Estados, principalmente

do norte e nordeste e o Estado Espírito Santo que concedem benefícios fiscais vetados pela Constituição Federal (art. 150; II - 155; VI - 155; XII “g”). É entendimento pacífico do Supremo Tribunal Federal (STF) que a concessão unilateral de benefícios fiscais relativos ao ICMS, sem a prévia celebração de convênio no âmbito do CONFAZ, afronta o artigo 155 da Constituição Federal (inciso VI - § 2º - art. 155).

de convênio no âmbito do CONFAZ, afronta o artigo 155 da Constituição Federal ( inciso VI
de convênio no âmbito do CONFAZ, afronta o artigo 155 da Constituição Federal ( inciso VI
de convênio no âmbito do CONFAZ, afronta o artigo 155 da Constituição Federal ( inciso VI
de convênio no âmbito do CONFAZ, afronta o artigo 155 da Constituição Federal ( inciso VI

A tentativa de inibir o crédito do imposto ao contribuinte que adquiriu produtos com

benefício fiscal em outro Estado da federação tem se mostrado frustrada nos tribunais superiores, isso porque no caso de ter havido a renúncia fiscal por parte de determinado Estado, não autoriza impor ao adquirente o dever de recolher o tributo.

O comprador não tem a obrigação legal de fiscalizar os atos e comportamento do vendedor, a quem a lei deferiu a responsabilidade tributária. Ao Estado incube fiscalizar, sendo inaceitável a pretensão do Fisco de perpetuar obrigação sem causa ao comprador, conforme RE 355422 AgR/MG, Ministro Carlos Velloso:

Esta Câmara Julgadora, em reiteradas vezes, decidiu que as limitações impostas ao princípio da não- cumulatividade pelas leis complementares, convênios e regulamentos são inconstitucionais; da Carta Magna constam apenas como exceção a tal princípio a isenção e a não-incidência, não podendo a

legislação infraconstitucionais criar outras; a redução da base de cálculo não se confunde com a

isenção, conforme precedentes do STJ, por isso que é direito subjetivo do contribuinte efetivar a compensação e que somente poderá ser restringido à luz da própria Constituição.

do contribuinte efetivar a compensação e que somente poderá ser restringido à luz da própria Constituição
do contribuinte efetivar a compensação e que somente poderá ser restringido à luz da própria Constituição
do contribuinte efetivar a compensação e que somente poderá ser restringido à luz da própria Constituição
do contribuinte efetivar a compensação e que somente poderá ser restringido à luz da própria Constituição

Tributário ICMS Mercadoria adquirida de pessoa jurídica inscrita no

cadastro de contribuintes. I O comerciante que adquire mercadoria de pessoa jurídica regularmente inscrita, mediante nota fiscal e comprova o respectivo pagamento do preço e do ICMS não pode ser responsabilizado pela omissão da vendedora, em recolher o tributo. Imputar responsabilidade ao comprador, em tal

situação seria atribuir a terceiro, sem previsão legal, responsabilidade tributária, em flagrante ofensa ao art. 128 do CTN. II Não é lícito exigir do comprador, que

recolha novamente o tributo, que ele pagara ao adquirir a mercadoria. Semelhante exigência ofenderia o princípio da não cumulatividade. III O artigo 112 do CTN tempera o dispositivo do artigo 128, determinando se levem em consideração as circunstâncias que envolvem os fatos. Na hipótese, a teor dos autos, nem mesmo o Fisco tinha conhecimento da situação irregular da fornecedora (STJ Recurso Especial

189428 Processo 1998.00.70338-1 Relator Humberto Gomes de Barros São Paulo Primeira Turma Decisão

de 09/11/1999 reiteradas).

Relator Humberto Gomes de Barros – São Paulo – Primeira Turma – Decisão de 09/11/1999 –
Relator Humberto Gomes de Barros – São Paulo – Primeira Turma – Decisão de 09/11/1999 –
Relator Humberto Gomes de Barros – São Paulo – Primeira Turma – Decisão de 09/11/1999 –
Relator Humberto Gomes de Barros – São Paulo – Primeira Turma – Decisão de 09/11/1999 –

Crédito Compensação e Estorno

A Lei nº 87, de 13 de setembro de 1996 Lei Kandir, determina que:

Art. 20 Para a compensação a que se refere o artigo anterior, é assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação.

§ Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à

atividade do estabelecimento.

isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do
isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do
isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do
isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do

A Lei nº 24 de 1975

Art. 8º

A inobservância dos dispositivos desta Lei acarretará, cumulativamente:

I

a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria;

II

a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que conceda remissão do débito correspondente.

A Lei nº 24, de 07 de janeiro de 1.975, não é idêntica à Lei nº 87, de 13 de setembro

de 1.996, mas, ambas tratam o mesmo conteúdo, no entanto, a Lei 87/1996 tem seu

fundamento na Constituição de 1.988. O artigo 8º da Lei nº 24/1975 é incompatível

com a literalidade do texto constitucional que trata da não-cumulatividade.

8º da Lei nº 24/1975 é incompatível com a literalidade do texto constitucional que trata da
8º da Lei nº 24/1975 é incompatível com a literalidade do texto constitucional que trata da
8º da Lei nº 24/1975 é incompatível com a literalidade do texto constitucional que trata da
8º da Lei nº 24/1975 é incompatível com a literalidade do texto constitucional que trata da

Revogação Tácita

o artigo 2º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC) prescreve que “A lei

posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior”. Dá-se a revogação tácita ou indireta, quando, embora não expressamente estabelecida pela nova lei, haja incompatibilidade com a anterior, ou a lei nova regule inteiramente a matéria de que tratava a anterior. Consiste na incompatibilidade ou contrariedade entre os dispositivos da lei nova e os da anterior, prevalecendo os da primeira sobre os da segunda: lex posterior derogat priori. Não seria razoável conceber a aplicação simultânea de duas leis contraditórias ou opostas.

posterior derogat priori. Não seria razoável conceber a aplicação simultânea de duas leis contraditórias ou opostas.
posterior derogat priori. Não seria razoável conceber a aplicação simultânea de duas leis contraditórias ou opostas.
posterior derogat priori. Não seria razoável conceber a aplicação simultânea de duas leis contraditórias ou opostas.
posterior derogat priori. Não seria razoável conceber a aplicação simultânea de duas leis contraditórias ou opostas.

Não Cumulatividade Linear

A não-cumulatividade do imposto é linear, ensejando a observação de crédito diante de operações sucessivas (RE 240.395-0/RS). A não-

cumulatividade é uma determinação constitucional que deve ser cumprida,

assim por aqueles que dela se beneficia, como pelos próprios agentes da Administração Pública. A técnica da não-cumulatividade e o modo pelo qual se efetiva o princípio da não-cumulatividade. Aqui, data venia, entendemos que a outorga de poderes aos Estados, nos termos do artigo 8º da LC 24/75, para exigirem estorno de créditos afronta o incido I, do § 2º do artigo 155 da Constituição Federal, regulamentado nos termos do artigo

20 da Lei nº 87, de 13 de setembro de 1.996 que trata da não- cumulatividade:

regulamentado nos termos do artigo 20 da Lei nº 87, de 13 de setembro de 1.996
regulamentado nos termos do artigo 20 da Lei nº 87, de 13 de setembro de 1.996
regulamentado nos termos do artigo 20 da Lei nº 87, de 13 de setembro de 1.996
regulamentado nos termos do artigo 20 da Lei nº 87, de 13 de setembro de 1.996

Introdução ao Código Civil

Nos termos do artigo 2º, do Decreto-Lei nº 4.657, de 04 de setembro de 1942, Lei de Introdução ao Código Civil brasileiro, o artigo 8º da Lei nº 24, de 07 de janeiro de 1.975 está revogado pelo artigo 20 da Lei nº 87, de setembro de

1.996:

Art. 2º

Não se destinando a vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.

§

A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a

matéria de que tratava a lei anterior.

o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava
o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava
o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava
o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava

CFEM - Compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais

Por fim, o CFEM - Compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais, não é um tributo, mas, compensação pela exploração do minério, comoditie finita. Os recursos são divididos de modo que o município onde

estiver localizada a mina fique com 65% (sessenta e cinco por cento) da receita;

o Estado com 23% (vinte e três por cento) e a União com 12% (doze por cento). Na Austrália o percentual é de 7% (sete por cento) e, o similar no Chile em relação ao cobre, denominado impuesto Específico a la Actividad Minera”, é

de 0,5% a 5%:

Los exploradores mineros, cuyas ventas anuales sobrepasen el valor equivalente a 50.000 toneladas métricas de cobre fino pagan una tasa única de impuesto de 5%.

Los exploradores mineros cuyas ventas anuales sean superiores a 12.000

y no superen las 50.000 toneladas métricas de cobre fino, pagan una tasa progresiva que varía entre 0,5% y 4,5%.

12.000 y no superen las 50.000 toneladas métricas de cobre fino, pagan una tasa progresiva que
12.000 y no superen las 50.000 toneladas métricas de cobre fino, pagan una tasa progresiva que
12.000 y no superen las 50.000 toneladas métricas de cobre fino, pagan una tasa progresiva que
12.000 y no superen las 50.000 toneladas métricas de cobre fino, pagan una tasa progresiva que

MUITO OBRIGADO!

Rinaldo Maciel de Freitas rinaldo@tributario.net

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