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9º.

C – Revolução Russa

• O Encouraçado Potemkin
O Encouraçado Potemkin é a realização mais importante e
conhecida do russo Serguei Eisenstein. O filme é considerado um
marco na montagem cinematográfica. Filmado em 1925, o filme parte
de um fato histórico de 1905 - rebelião de marinheiros de navio de
guerra - para criar uma obra universal que fala contra a injustiça e
sobre o poder coletivo que há nas revoluções populares.

• A Igreja Ortodoxa e a Igreja Católica Apostólica Romana separaram-


se no século XI [2]. Por essa razão os ortodoxos não reconhecem a
autoridade do Papa, não aceitam os dogmas proclamados pela Igreja
Católica Romana em séculos recentes, tais como o da Imaculada
Conceição e o da infalibilidade papal, e não consideram válidos os
sacramentos ministrados por outras confissões cristãs.

• Okhrana (em russo Охранное отделение, Okhrannoie otdeleniie) foi a polícia


secreta do regime do czar Alexandre III da Rússia, criada em 1881 e com sede
em São Petersburgo. O seu nome significa Departamento de Segurança.
• Surgiu para perseguir os partidos políticos (Narodnik e Partido Social-
Democrata Russo) que faziam frente à autocracia do tsar. Foi usada para
reprimir sectores educacionais, imprensa e tribunais, além da massa popular,
descontente com a situação social, política e económica que a Rússia enfrentava
no fim do século XIX e princípios do século XX.
• Um dos policiais mais conhecidos da Okhrana foi Roman Malinovsky. Tinha
nos seus quadros diversos agentes provocadores.

O Manifesto Comunista, originalmente denominado Manifesto do


Partido Comunista (em alemão: Manifest der Kommunistischen Partei),
publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, é históricamente
um dos tratados políticos de maior influência mundial. Comissionado pela
Liga Comunista e escrito pelos teóricos fundadores do socialismo científico
Karl Marx e Friedrich Engels, expressa o programa e propósitos da Liga.

O Manifesto sugere um curso de ação para uma revolução socialista através da tomada
do poder pelos proletários.

Marx e Engels partem de uma análise histórica, distinguindo as várias formas de


opressão social durante os séculos e situa a burguesia moderna como nova classe
opressora. Não deixa, porém, de citar seu grande papel revolucionário, tendo destruído
o poder monárquico e religioso valorizando a liberdade econômica extremamente
competitiva e um aspecto monetário frio em detrimento das relações pessoais e sociais,
assim tratando o operário como uma simples peça de trabalho. Este aspecto juntamente
com os recursos de aceleração de produção (tecnologia e divisão do trabalho) destrói
todo atrativo para o trabalhador, deixando-o completamente desmotivado e contribuindo
para a sua miserabilidade e coisificação. Além disso, analisa o desenvolvimento de
novas necessidades tecnológicas na indústria e de novas necessidades de consumo
impostas ao mercado consumidor.
Proletariado (do latim proles, “filho, descendência, progênie”) é um conceito usado
por anarquistas, comunistas e marxistas para definir a classe antagônica à classe
capitalista. O proletário consiste daquele que não tem nenhum meio de vida exceto sua
força de trabalho (suas aptidões), que ele vende para sobreviver.

O proletário se diferencia do simples trabalhador, pois este último pode vender os


produtos de seu trabalho (ou vender o seu próprio trabalho enquanto serviço), enquanto
o proletário só vende sua capacidade de trabalhar (suas aptidões e habilidades
humanas), e, com isso, os produtos de seu trabalho e o seu próprio trabalho não lhe
pertencem, mas àqueles que compram sua força de trabalho e lhe pagam um salário.

O comunismo é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o


estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na
propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral.[1] [2]
[3]
Karl Marx postulou que o comunismo seria a fase final na sociedade humana, o que
seria alcançado através de uma revolução proletária. O "comunismo puro", no sentido
marxista refere-se a uma sociedade sem classes, sem Estado e livre de opressão, onde as
decisões sobre o que produzir e quais as políticas devem prosseguir são tomadas
democraticamente, permitindo que cada membro da sociedade possa participar do
processo decisório, tanto na esfera política e econômica da vida.

Como uma ideologia política, o comunismo é geralmente considerado como a etapa


final do socialismo, um grupo amplo de filosofias econômicas e políticas que recorrem
a vários movimentos políticos e intelectuais com origens nos trabalhos de teóricos da
Revolução Industrial e da Revolução Francesa.[2] O comunismo pode-se dizer que é o
contrário do capitalismo, oferecendo uma alternativa para os problemas da economia de
mercado capitalista e do legado do imperialismo e do nacionalismo. Marx afirma que a
única maneira de resolver esses problemas seria pela classe trabalhadora (proletariado),
que, segundo Marx, são os principais produtores de riqueza na sociedade e são
explorados pelos capitalistas de classe (burguesia), para substituir a burguesia, a fim de
estabelecer uma sociedade livre, sem classes ou divisões raciais.[2] As formas
dominantes de comunismo, como Leninismo, Maoísmo são baseadas no Marxismo,
embora cada uma dessas formas tenha modificado as ideias originais, mas versões não-
marxistas do comunismo (como Comunismo Cristão e anarco-comunismo) também
existem.

Karl Marx nunca forneceu uma descrição detalhada de como o comunismo poderia
funcionar como um sistema econômico (tal foi feito por Lenine)[4], mas subentende-se
que uma economia comunista consistiria de propriedade comum dos meios de
produção, culminando com a negação do conceito de propriedade privada do capital,
que se refere aos meios de produção, na terminologia marxista. No uso moderno, o
comunismo é muitas vezes usado para se referir ao Bolchevismo, na Rússia, ou do
Marxismo-Leninismo, designação mais empregue, noutros países. Como um
movimento político, o sistema comunista teve governos, em regra, com uma
preocupação de fundo para com o bem-estar do proletariado[5], segundo o princípio "a
cada um segundo as suas necessidades, de cada um segundo as suas capacidades"[6].

• 1º.C Grécia
• Indo-europeias Se as civilizações hindu e egípcia definiram-se no mundo em breves
séculos, o mesmo não aconteceu com a civilização ariana, que ia iniciar na Europa os seus
movimentos evolutivos.
• Somente com o escoar de muitos séculos regularizaram-se as suas migrações sucessivas,
através dos planaltos da Pérsia. Do Irã procederam quase todas as correntes da raça branca, que
representariam mais tarde os troncos genealógicos da família indo-européia.

2ºC – O mundo feudal


• A palavra liturgia (do grego λειτουργία, "serviço" ou
"trabalho público") compreende uma celebração religiosa pré-
definida, de acordo com as tradições de uma religião em
particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e
elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária
como as salats muçulmanas[1]

• Mercantilismo

• Quadro de Claude Lorrain que representa um porto de mar francês de
1638, no momento fundamental do mercantilismo.
• Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas econômicas
desenvolvido na Europa na Idade Moderna, entre o século XV e o final
do século XVIII. O mercantilismo originou um conjunto de medidas
econômicas diversas de acordo com os Estados. Caracterizou-se por uma
forte intervenção do Estado na economia. Consistiu numa série de
medidas tendentes a unificar o mercado interno e teve como finalidade a
formação de fortes Estados-nacionais.

É possível distinguir três modelos principais: bullionismo (ou
metalismo), colbertismo ou balança comercial favorável e mercantilismo
comercial e marítimo.
• Segundo Hunt, o mercantilismo originou-se no período em que a Europa
estava a passar por uma grave escassez de ouro e prata, não tendo,
portanto, dinheiro suficiente para atender ao volume crescente do
comércio.[1]
• As políticas mercantilistas partilhavam a crença de que a riqueza de uma
nação residia na acumulação de metais preciosos (ouro e prata),
advogando que estes se atrairiam através do incremento das exportações
e da restrição das importações (procura de uma balança comercial
favorável). Essa crença é conhecida como bulionismo ou metalismo.
• O Estado desempenha um papel intervencionista na economia,
implantando novas indústrias protegidas pelo aumento dos direitos
alfandegários sobre as importações, (protecionismo), controlando os
consumos internos de determinados produtos, melhorando as infra-
estruturas e promovendo a colonização de novos territórios (monopólio),
entendidos como forma de garantir o acesso a matérias-primas e o
escoamento de produtos manufaturados. A forte regulamentação da
economia pelo mercantilismo será contestada na segunda metade do
século XVIII por François Quesnay e pelo movimento dos fisiocratas.
• O mercantilismo é um conjunto de ideias econômicas que considera a
prosperidade de uma nação ou Estado dependente do capital que possa
ter. Os pensadores mercantilistas preconizam o desenvolvimento
econômico por meio do enriquecimento das nações graças ao comércio
exterior, o que permite encontrar saída aos excedentes da produção. O
Estado adquire um papel primordial no desenvolvimento da riqueza
nacional, ao adotar políticas protecionistas, e em particular estabelecendo
barreiras tarifárias e medidas de apoio à exportação.
• Os princípios do mercantilismo podem ser resumidos como:
• Metalismo ou bulionismo (do inglês bullion
• "ouro em lingotes"): O capital é representado pelos metais preciosos que
o Estado tem no seu poder. Procurava-se com essa crença evitar a saída
de metais preciosos do país. Mais tarde surgiriam outras escolas como o
colbertismo (ou "mercantilismo francês") que se inclina para a
industrialização; e o comercialismo (ou "mercantilismo britânico") que
vê no comércio exterior a fonte da riqueza de um país.
• Incentivos às manufaturas
• O governo estimulava o desenvolvimento de manufaturas em seus
territórios. Como o produto manufaturado era mais caro do que as
matérias-primas ou gêneros agrícolas, sua exportação era certeza de bons
lucros.
• Protecionismo alfandegário
• O governo de uma nação deve aplicar uma política protecionista sobre a
sua economia, favorecendo a exportação e desfavorecendo a importação,
sobretudo mediante a imposição de tarifas alfandegárias. Incentiva-se,
portanto, a balança comercial positiva com outras nações. Eram criados
impostos e taxas para evitar ao máximo a entrada de produtos vindos do
exterior. Era uma forma de estimular a indústria e manufaturas nacionais
e também evitar a saída de moedas para outros países.
• Balança comercial favorável
• O esforço era para exportar mais do que importar, desta forma os
ingressos de moeda seriam superiores às saídas, deixando em boa
situação financeira.
• Soma zero
• Acredita que o volume global do comércio mundial é inalterável. Os
mercantilistas viam o sistema econômico como um jogo de soma zero,
no qual o lucro de uma das partes implica a perda da outra.
• Colônias de exploração
• A riqueza de um país está diretamente ligada à quantidade de colônias de
que dispunha para exploração. O mercantilismo indiretamente
impulsionou muitas das guerras europeias do período e serviu como
causa e fundamento do imperialismo europeu, dado que as grandes
potências da Europa lutavam pelo controlo dos mercados disponíveis no
mundo. Sob este aspecto, vale salientar que, nas expansões marítimas e
comerciais das nações, um país não poderia invadir o caminho percorrido
constantemente por outro, como no caso da procura pelas Índias
Ocidentais. Isto perdurou até que, após o descobrimento da América, a
Inglaterra decidiu "trilhar" o seu próprio caminho. Portugal e Espanha se
mostraram insatisfeitos com o fato, o que motivou a célebre frase do rei
da Inglaterra:
• O sol brilha para todos! E eu desconheço a cláusula do testamento de
Adão que dividiu a terra entre portugueses e espanhóis.
• Comércio colonial monopolizado pela metrópole
• As colônias europeias deveriam comercializar exclusivamente com suas
respectivas metrópoles. Para as metrópoles tratava-se de vender caro e
comprar barato. Dentro desse contexto ocorreu o ciclo do açúcar no
Brasil Colonial.[2]