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JULIO ABREU FILHO

(Quixadá – CE, 10/12/1893 – São Paulo – SP, 28/09/1971)

Trabalhando na Companhia Light na década de 1920, no Rio de Janeiro, foi transferido para São
Paulo, onde participou da construção da usina hidrelétrica de Cubatão, em 1929. No período 1934-35
dedicou-se ao magistério, lecionando em vários colégios secundários da capital paulista. A partir de 1936, foi
funcionário da Secretária de Agricultura do Estado de São Paulo, secção de engenharia rural.
Na área espírita, foi membro da diretoria da União Federativa Espírita Paulista, e membro fundador
e conselheiro da União das Sociedades Espíritas (USE-SP). No ano de 1949, começou a traduzir para o
português a “Revue Spirite”, revista espírita publicada por Allan Kardec durante doze anos consecutivos.
Com esse propósito, Abreu Filho fundou a “Édipo – Edições Populares”, lançando simultaneamente o jornal
Édipo, que durou pouco tempo. A edição e divulgação de sua tradução da “Revue Spirite” foi mais tarde
concluída pela editora Edicel, de São Paulo.
Abreu Filho colaborou assiduamente em muitos jornais e publicações espíritas. Era orador bastante
requisitado, tendo ocupado a tribuna de numerosas instituições espíritas. Foi ainda representante, no Brasil,
de vários organismos espíritas do exterior. Nos últimos anos de sua vida viveu paralítico, passando por
sofrimentos que lhe causaram muitos dissabores.
Sua tradução de O Livro dos Espíritos é atualmente publicada pela editora Pensamento.

Fonte: baseado em texto reproduzido em http://www.espirito.org.br/portal/biografias/julio-abreu.html

LUIZ OLIMPIO GUILLON RIBEIRO


(São Luiz do Maranhão – MA, 17/01/1875 – São Paulo – SP, ??/10/1943)

O nascimento de Guillon Ribeiro ocorreu apenas três dias depois de o Jornal do Commércio
anunciar o lançamento da primeira tradução para o português de O Livro dos Espíritos, por Fortúnio,
pseudônimo do Dr. Joaquim Carlos Travassos. Filho de pais pobres, órfão de pai aos 7 anos, acabou por
eleger-se ao Senado Federal, onde desempenhou um nobre trabalho e chegou ao cargo de diretor geral da
Secretaria do Senado.
Foi presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), e diretor dessa entidade durante 26 anos
consecutivos, tendo passado por quase todos os cargos. Traduziu para o português O Livro dos Espíritos,
bem como todas as demais obras da codificação espírita (exceto O Céu e o Inferno, que coube a Manuel
Quintão). Além de Allan Kardec, foi tradutor de outros renomados autores como Arthur Conan Doyle,
Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano, Léon Denis e Pietro Ubaldi, entre outros. Sua tradução da controvertida
obra “Os Quatro Evangelhos”, de J. B. Roustaing (na qual se defende que Jesus teve apenas um corpo
fluídico, durante sua passagem na Terra), e o engajamento da FEB em seu favor, provocou algum alvoroço no
meio espírita.
Guillon Ribeiro também escreveu diversas obras – entre as quais “Jesus, nem Deus nem Homem”,
“Espiritismo e Política” e “A Federação Espírita Brasileira” – e muitos artigos e matérias publicados em
“Reformador” (órgão oficial da FEB) e na imprensa espírita.
Sua tradução de O Livro dos Espíritos é publicada pela editora da FEB Federação Espírita
Brasileira.

Fonte: baseado no texto de João Marcos Weguelin, publicado no site da “Casa de Recuperação e Benefícios
Dr. Bezerra de Menezes” (www.casarecupbenbm.org.br) e reproduzido em
http://www.espirito.org.br/portal/biografias/guillon-ribeiro.html.

JOSÉ HERCULANO PIRES


(Avaré – SP, 25/09/1914 – São Paulo – SP, 09/03/1979)

Filósofo, poeta e jornalista, talvez não necessariamente nesta ordem. Filho do farmacêutico José
Pires Correa e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires, muito cedo revelou sua veia poética. Em 1928, aos
14 anos, transformou o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI (União Artística do
Interior). Mudou-se para Marília (SP) em 1940, com 26 anos, onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o
dirigiu durante seis anos. Em 1946 passa a residir na capital paulista e publica seu primeiro romance (“O
Caminho do Meio”), ao mesmo tempo em que se torna repórter, redator, cronista e crítico literário dos
Diários Associados, funções que exerceria por mais de trinta anos.
Autor de 80 livros de filosofia, ensaios, psicologia, parapsicologia e espiritismo, diversos em parceria
com Chico Xavier, alegava sofrer de “grafomania”, escrevendo dia e noite. Graduado em Filosofia pela USP,
publicou sua tese com o título “O Ser e a Serenidade”.
Sem fugir de uma boa polêmica, Herculano Pires procurava defender o espiritismo tanto contra os
adversários externos (como por exemplo padres e pastores fundamentalistas), quanto contra erros internos
(como a hipótese roustaingnista), mesmo que isso lhe custasse inimigos ferrenhos.
Propôs e estruturou a Pedagogia Espírita – num trabalhado mais tarde aprofundado por Ney Lobo e
hoje desenvolvido por Dora Incontri, entre outros estudiosos – tendo criado e dirigido a revista “Educação
Espírita”. Quando publica sua “Introdução à Filosofia Espírita”, Herculano analisa o espiritismo como
doutrina filosófica, discute a teoria espírita do conhecimento, e propõe uma Filosofia Espírita da Existência,
que chamou de Existencialismo Espírita: a busca na realidade concreta da essência possível, partindo dela
para as induções metafísicas, pois o espiritismo parte dos fatos, dos fenômenos, do real, da vida.
Sua tradução de O Livro dos Espíritos é publicada pela editora LAKE.

Fonte: baseado nos textos de José Basílio e Mauro Spinola, reproduzidos em


http://www.espirito.org.br/portal/biografias/jose-herculano2.html

SILVINO CANUTO ABREU


(Taubaté – SP, 19/01/1892 – São Paulo – SP, 02/05/1980)

Formado em Farmácia, Medicina e Direito, Canuto Abreu possuía vasta cultura e sua biblioteca
particular, especializada em metapsíquica, parapsicologia e assuntos correlatos era composta por mais de 10
000 volumes. Foi fundador e presidente a Associação Paulista de Homeopatia, e membro de várias
entidades assistenciais dedicadas à infância.
Empolgado desde os 18 anos por estudos bíblicos, empreendeu a versão direta para o português dos
Evangelhos gregos. Profundo conhecedor da história do espiritismo no Brasil, escreveu vários artigos
abordando o período até 1895, detendo-se na atuação do Dr. Bezerra de Menezes.
Ao longo de sua vida laboriosa e de suas inúmeras viagens ao exterior conseguiu amealhar livros e
documentos raros. No início da década de 1920, esteve na livraria de Leymarie em Paris, onde teve acesso a
diversos documentos originais preciosos do início do espiritismo, ficando com alguns e copiando outros.
Durante a II Grande Guerra, quando os exércitos alemães invadiram Paris, praticamente todos os
documentos espíritas que então estavam na Maison des Spirites foram destruídos. Pesquisou também nas
bibliotecas do Museu Britânico, do Vaticano e na Biblioteca Nacional de Paris.
Em 1953 e 54 deu início à publicação de uma série de artigos sob o título “O Livro dos Espíritos e sua
Tradição Histórica e Lendária”, mais tarde reunidos e publicados em livro com o mesmo título. Em abril de
1957, durante as comemorações do I Centenário de lançamento de O Livro dos Espíritos, Canuto Abreu
fez publicar, em edição bilíngüe francês-português, “O Primeiro Livro dos Espíritos de Allan Kardec”,
reproduzindo a primeira edição lançada pelo codificador em 1857.
Em abril de 2004, durante a exposição comemorativa Kardec 200 anos, na sede da Federação
Espirita Brasileira, foram apresentadas fotos e sete cartas inéditas de Allan Kardec, cedidas pelo Instituto
Canuto Abreu.

SALVADOR GENTILE
(São Paulo – SP, 14/12/1926 – ... )

Filho de pais italianos que se conheceram aqui no Brasil, Salvador Gentile casou-se em 1950 com a
professora Maria Aparecida Conti, com quem teve 3 filhas: Mariângela, Marilena e Marilda. Formou-se em
Direito e é professor, residindo atualmente na cidade de Araras (SP).
Espírita desde 1948, escreveu cinco livros de cunho religioso, um dos quais (“Senzala”) teve até o
momento cerca de 330 000 exemplares vendidos. Traduziu para o português todas as Obras Básicas, e mais a
Revista Espírita. Foi um dos fundadores do IDE – Instituto de Difusão Espírita em 1958, com sede em
Araras.
Há 50 anos Gentile desenvolve trabalhos de assistência social, atendendo idosos, famílias
necessitadas, crianças e mães carentes.
Sua tradução de O Livro dos Espíritos foi concluída em 1974 e teve ..... edições publicadas pelo
IDE, num total de ............ exemplares.

MATHEU RODRIGUES DE CAMARGO


(Cidade - XX, .. .. . . – ... )

Sua tradução de O Livro dos Espíritos é publicada pela editora EME.

TORRIERI GUIMARÃES
(Cidade - XX, .. .. . . – ... )

Sua tradução de O Livro dos Espíritos é publicada pela editora OPUS, em formato de capa dura
de um único volume, compreendendo todas as obras da codificação.
DEOCLECIANO TORRIERI GUIMARÃES

Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música

DIRETORIA 2003-2005

Presidente:
Adriana Giarola Kayama (UNICAMP)

1ª Secretária:
Helena Jank (UNICAMP)

2º Secretário:
José Augusto Mannis (UNICAMP)

Tesoureira:
Denise Garcia (UNICAMP)

Editora OPUS:
Maria Lúcia Senna Pascoal (UNICAMP)

RENATA BARBOZA DA SILVA


(Cidade - XX, .. .. . . – ... )
SIMONE T. NAKAMURA BELE DA SILVA
(Cidade - XX, .. .. . . – ... )

Sua tradução de O Livro dos Espíritos é publicada pela editora Petit.


Finalmente, concluiu com merecido brilhantismo o curso de Engenharia Civil. Valera
a pena tudo quanto fizera, porque o seu cabedal de conhecimentos estava muito
enriquecido e poderia exercer a sua profissão com absoluta segurança. Mas os empregos
já não eram fáceis. De tentativa em tentativa, acabou por aceitar o cargo de 2º oficial da
Secretaria do Senado Federal, porém com o propósito de, quando possível, passar a
exercer função compatível com a sua qualidade de engenheiro civil. Ali se verificou o
mesmo que anotamos em linhas precedentes: a sua competência e a bondade do seu
caráter fizeram-no muito depressa querido e requestado pelas pessoas que com ele
conviviam, do mais humilde serventuário ao mais graduado dos membros da Câmara
Alta.

Sua passagem pelo Senado deixou indeléveis marcas. Teve rápida ascensão, por
seu apego aos deveres e pela cultura e inteligência que se expandiam em todos os seus
atos; pela retidão de proceder, a capacidade funcional, a paciência, a tolerância e a
inalterável boa vontade. Desincumbia-se bem de todas as tarefas, por mais difíceis que
fossem. Dessa forma, passou a diretor geral da Secretaria, na qual se aposentou em
1921, deixando sentimentos de saudade e gratidão, pelos relevantes serviços prestados e
pela nobreza natural de que era dotado. Prova disso, uma entre tantas, está nas
seguintes palavras, que transcrevemos, pronunciadas pelo senador Ruy Barbosa, em
sessão de 14 de outubro de 1903, no Senado Federal, publicadas a folhas 717, coluna
esquerda, do volume “Anais do Senado Federal”, vol. II (Sessões de 1º de agosto a 31 de
outubro de 1903, e transcritas nesta revista, em novembro de 1943, página 266:

“O respeito que devemos nós — todos aqueles que escrevem ao público e a nós
mesmos, esse respeito nos impõe o maior cuidado até os últimos momentos. Nenhum
bom escritor pode confiar absolutamente, exclusivamente, nos protos (2).

“Devo, entretanto, Sr. Presidente, desempenhar-me de um dever de consciência —


registrar, e agradecer da tribuna do Senado a colaboração preciosa de um dos auxiliares
desta Casa, o Sr. Dr. Guillon Ribeiro, que me acompanhou nesse trabalho com a maior
inteligência, não limitando os seus serviços à parte material do comum dos revisores,
mas, muitas vezes, suprindo até a desatenções e negligências minhas.”

Nada mais seria preciso dizer-se, depois do espontâneo e eloqüente testemunho do


eminente Dr. Ruy Barbosa, destacando o valor desse insigne vulto, que tanto dignificou as
fileiras do Espiritismo cristão. A família Guillon Ribeiro deve possuir ainda valiosas cartas
de grandes estadistas da época, ressaltando as qualidades invulgares de seu ilustre
patriarca.

Artigo Predicador do Evangelho do Cristo

Indalício Mendes
Publicado originalmente em Fonte: Reformador – Janeiro/1975
Responsável pela transcrição: Wadi Ibrahim

http://www.terraespiritual.locaweb.com.br/espiritismo/biografia77.html