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P O R T F O L I O ieltxu Martinez ortueta
P O R T F O L I O ieltxu Martinez ortueta
P O R T F O L I O ieltxu Martinez ortueta
P O R T F O L I O ieltxu Martinez ortueta

PORTFOLIO

ieltxu

Martinez

ortueta

+ trabalhou com José renato Maia no estudio zrMaia na arte e diagramação das revistas

+ trabalhou com José renato

Maia no estudio zrMaia na arte e diagramação das revistas lelis Blanc e renner (2010/11)

+ trabalhou com Ciro Girard na

agência Satelite comunicação

(2008/2009)

+ Faz a programação visual

do Grupo Folias (SP) e já fez trabalhos para os grupos teatro xirê (rJ), as Graças (SP), Coletivo Bruto (SP) e o portal ataria

ieltxu Martinez ortueta Bilbao, Pais Basco, espanha (1977) Formado como historiador da arte e ator. Curso de design gráfico no SenaC/SP

da arte e ator. Curso de design gráfico no SenaC/SP Projetos gráficos: - Caderno do Folias

Projetos gráficos:

- Caderno do Folias nº 13

- Boletim mensal do grupo Folias

- revista e folders do aHJB (arquivo Histórico Judaico Brasileiro)

- Projetos para editais dos grupos teatrais: Coletivo Bruto, Folias, as Graças e Kapota mas não Breka

- Folders para a PuC/SP

revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011
revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011
revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011
revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011
revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011

revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011

revista leliS BlanC nº 27, 28, 29, 30 revista renner inVerno 2011
o que está AQUI é o que SOBROU
o que está
AQUI
é o que
SOBROU
projeto gráfico para o ColetiVo Bruto 2010
projeto gráfico
para o ColetiVo Bruto
2010
sumário 1 apresentacão do projeto APRESENTAÇÃO DO PROJETO 3 a 2 OBJETIVOS 5 3 JUSTIFICATIVA
sumário
1
apresentacão do projeto
APRESENTAÇÃO DO PROJETO
3
a
2 OBJETIVOS
5
3
JUSTIFICATIVA
6
4 PLANO DE TRABALHO
10
atual pesquisa
do Coletivo
Bruto, O Que
Está Aqui É O
Que Sobrou,
agrícolas, militares, naturais e tec-
nológicos). O texto de Kater/Sonne,
Guerra Cega Simplex, é claramente
inspirado na obra de Heiner Mül-
ler e contém inúmeras referências
CONTRAPARTIDAS
11
continuidade a uma linha mais
a
ela, o que nos levou naturalmente
5 6
ORÇAMENTO
12
SINOPSE FATZER
3
7
ORÇAMENTO EM ETAPAS
13
8 FICHA TÉCNICA
14
HISTÓRICO DO COLETIVO BRUTO
15
Durante a primeira Guerra Mundial,
quatro homens abandonam seu
tanque, deserdam a guerra liderados
por Fatzer e se escondem num porão.
A partir de então devem lutar juntos
por sua sobrevivência passando a
depender de Fatzer, o mais habilidoso
entre eles. Fatzer porém, só atente às
suas própria vontades. O grupo então
decide executar o egoísta Fatzer.
ao estudo da peça incompleta de
Brecht O Declínio do Egoísta Johann
Fatzer, postumamente organizada e
editada por Müller. Destacamos, no
Fatzer, alguns temas, lá presentes
no contexto da Primeira Guerra
Mundial (o estado de suspensão
política, temporal e territorial; a
convivência e o egoísmo), para cri-
armos a estrutura dramatúrgica que
resultou dessa etapa da pesquisa.
9 10
CURRÍCULOS DO NÚCLEO ARTÍSTICO
16
11
CURRÍCULO INTEGRANTES DO PROJETO
17
12 CURRÍCULO DO PROPONENTE
19
a
saber: Os Dezequilibrados (RJ),
13
MATERIAL COMPROBATÓRIO DO NÚCLEO ARTÍSTICO
E
DOS INTEGRANTES
ampla de pesquisa, que se iniciou
com o processo de montagem de
nosso primeiro espetáculo, Guerra
Cega Simplex Feche os Olhos e Voe ou
Guerra Malvada (2008), de Fritz Kater
(premiado dramaturgo e encenador
contemporâneo alemão), e Pernille
Sonne. Tratava-se então de pesqui-
sar formas de tratamento estético da
guerra, enquanto fenômeno-limite
que concentra e catalisa significações
dispersas nas relações de conflito e
dominação que estruturam as socie-
dades modernas e contemporâneas.
Questões levantadas no curso desse
processo estimularam, durante nossa
residência artística Guerra Total ou
À Perder de Vista (TUSP – Teatro da
USP / 2009), investigações sobre o
conceito de Guerra Total (conflito de
alcance ilimitado, com mobilização
extrema de recursos humanos, mer-
cadológicos, industriais, políticos,
Em 2010, durante a circulação
com o espetáculo Guerra Cega Sim-
plex, realizada graças ao Prêmio de
Teatro Myriam Muniz - Funarte,
iniciamos uma abordagem dos temas
acima em encontros para trocas de
experiências com outros coletivos,
22
Bagaceira (CE), Clowns de Shake-
speare (RN) e 4 com Palito (MG).
Ainda em 2010, o Coletivo Bruto foi
o o o o o o o o o o o o o o o
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Indice

Indice

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continuacao
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O espetáculo visa a um público adulto. Nessa faixa de público, serão alvos privilegiados profissionais,

O espetáculo visa a um público adulto. Nessa faixa de público, serão alvos privilegiados

profissionais, estudantes universitários e professores, especialmente os vinculados às áreas de Humanidades (artes, filosofia, ciências sociais, pedagogia, direito, letras) - público que se tem mostrado receptivo às propostas estéticas do Coletivo.

Buscaremos parcerias com organizações como centros estudantis de universidades,

escolas de artes cênicas, programas institucionais de formação teatral, sindicatos

e associações profissionais, que se disponham a colaborar na divulgação do espetáculo.

que se disponham a colaborar na divulgação do espetáculo. 9 7 Sinopse do espetAculo Quatro homens

9

7

Sinopse do espetAculo

7 Sinopse do espetAculo

Quatro homens (Anarquista, Pragmático, Estrangeiro, que nem sabe em que luta está, e Velho, cansado de tanta luta, frágil), uma mulher (apenas mulher, talvez maravilha), uma boneca inflável (Virgínia*) e um jaboti (Perpétua Histœrica) esperam em um espaço indefinido, em um entre

espaço, suspenso entre dois lugares, dois tempos. Há uma expectativa de que algo aconteça. Esse lugar é entrecortado por três histórias: a história de quatro desertores que esperam uma revolução para salvar suas vidas, a de uma cidade fantasma e a de um homem que procura uma batalha a ser travada no meio da floresta densa.

uma batalha a ser travada no meio da floresta densa. Na cena, vemos o esforço do

Na cena, vemos o esforço do estar junto; a elaboração de um desejo por estar só; o confronto com os conceitos de propriedade, liberdade, representação

e democracia. Todos esgarçados diante da inviabilidade do confronto, da onipresença do lugar-comum, da perda da história e de uma perversão da aparente estabilidade

e bem estar.

6

PUblico alvo

PUblico alvo

projeto gráfico para o ColetiVo Bruto

2011

22 Mariana Sucupira - REGISTRO EM VIDEO/foto - Palipalan Arte e Cultura É formada em
22
Mariana Sucupira - REGISTRO EM VIDEO/foto -
Palipalan Arte e Cultura
É
formada em Cinema pela FAAP e em Dança pela Universidade Anhembi
É
uma produtora voltada para o mercado da arte e cultura. Com sede em São
Morumbi. Realizou videos e filmes premiados e exibidos nacional e
internacionalmente. Atua como criadora, intérprete e diretora em diversos trabalhos
em artes cênicas. Junto às companhias nas quais participa ou participou já foi
contemplada com edital Novos Coreógrafos/ Novas Criações, Programa Municipal
de Fomento à Dança, Programa de Ação Cultural, Prêmio Funarte Klauss Vianna,
entre outros. Co-fundou o Núcleo Cinematográfico de Dança com Maristela
Estrela, onde, desde 2002, pesquisa a relação entre dança e cinema.
Paulo a produtora tem realizado diversos projetos e eventos visando a ampliação
e
diversificação de público, ações educativas e artísticas. A empresa é formada
por duas sócias, Maria Fernanda Coelho e Patrícia Braga Alves que foram co-
responsáveis pela internacionalização do Festival Internacional de Londrina. Com
a
experiência adquirida, em várias áreas que se complementam se aliaram a outros
parceiros com o intuito de contribuir e estimular o intercâmbio entre as mais
diversas formas de expressão da criação artística.
Anna Turra - PESQUISA AUODIOVISUAL -
Profissional multimídia formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade de São Paulo (FAU-USP). Pesquisa e desenvolve conteúdo em
diferentes linguagens visuais, em movimento ou estáticas: vídeo, live video, design
gráfico, vídeo-cenografia e fotografia. Cria conteúdo para música, teatro, dança,
editoriais, eventos, cinema, publicidade e, às vezes, por nenhum motivo específico.
Trabalha e vive em São Paulo.
Maria Fernanda Coelho - produtora -
É
atriz, diretora, produtora. Em 1981 integra o Grupo Proteu dirigido por Nitis
Jacon. Foi chefe da Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura da Universidade
Estadual de Londrina, membro da Comissão Organizadora do Festival Internacional
de Londrina, sendo um dos membros do grupo fundador, trabalhou no evento por
cerca de 20 anos. Atriz convidada do Seminário Pontes Sobre o Vento, coordenado
por Iben Nagel Rasmussen. Dirigiu durante oito anos o Grupo da Terceira Idade
do SESC Londrina. Foi membro da comissão de criação do Curso de Artes
Cênicas da UEL. Em 2002 implementa o Programa Rede da Cidadania/Prefeitura
Municipal de Londrina. Em 2005 cria em Antuérpia Bélgica)o grupo Noisette.
Participa como atriz do projeto Gênesis, com imigrantes de diversos países. Em
2008 retorna a São Paulo, atuando na área de produção cultural. Coordenadora
de produção da programação de lançamento da SP Escola de Teatro e da sua
semana de integração. É a produtora executiva do espetáculo “Kastelo” e diretora de
produção da intervenção cênica “Mauísmo, Teatro da Vertigem. É sócia-fundadora
da Palipalan Arte e Cultura participando de todos os projetos desenvolvidos pela
mesma.
Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011
Raízes do Brasil
Raízes do Brasil

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

Raízes do Brasil projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011

projeto gráfico MoStra HoMeM CorDial Grupo Folias (São Paulo) 2011
projeto gráfico
MoStra HoMeM CorDial
Grupo Folias (São Paulo)
2011
criação BoletiM mensal do Galpão do Folias 2011
criação BoletiM mensal do Galpão do Folias 2011
criação BoletiM mensal do Galpão do Folias 2011

criação BoletiM mensal do Galpão do Folias 2011

Caderno do Folias segundo semestre de 2009 “Não pode pedir licença para invadir! Temos licença
Caderno
do Folias
segundo semestre de 2009
“Não pode pedir licença para invadir!
Temos licença poética! Tem que invadir e pronto!
É a hora da vingança poética.
É sempre em frente. Eu avisei que o navio estava chegando.
Agora eles vão ver quem sou. eu ”
[ Êxodos – o eclipse da terra ]
# Dossiê Êxodos # Furacão sobre Cuba, uma reportagem sobre a passagem de
Orestéia - O Canto do Bode no XIII Festival Internacional de Teatro de La Havana
# Teatro e Sociedade do Espetáculo # Teatro e Formação #
CAPAS CADERNO FOLIAS.indd
1
6/1/10
3:07:35 PM
Caderno do Folias #13
Segundo semestre de 2009

16 Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009

16 Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009 QUANDO QUEM OLHA A CENA É O

QUANDO QUEM OLHA A CENA É O OLHO DE DENTRO

Entrevista com os atores do Êxodos, o eclipse da terra

REFLEXÕES LIVRES A PARTIR DO PROCESSO DE ÊXODOS

da terra REFLEXÕES LIVRES A PARTIR DO PROCESSO DE ÊXODOS *Um processo como esse, que tem

*Um processo como esse, que tem a proposta de radicalizar a participação do ator na criação do espetáculo, é melhor que os outros processos já vividos pelo grupo? Em que sentidos?

Patrícia: Nem melhor, nem pior, é diferente. Como, aliás, é todo processo. No Folias a participação do ator e de todo artista, no palco ou não, que acompanha o trabalho, sempre foi grande. No Folias Fellinianas, por exemplo, a participação do ator determinou o caminho do texto a partir das improvisações, mas tendo como

guia um roteiro inicial. Em Babilônia também, o espetáculo tem muuuiiito da equipe que se envolveu no trabalho. Mesmo Otelo, que na adaptação e tradução teve participação de toda a equipe. Neste caso específico do Êxodos, a radicalização proposta está além, na medida em que para cada ator é um trabalho autoral (relativo

a ele). E se difere também dos outros processos porque trabalhamos sem nenhuma

guia até um certo ponto do trabalho. Só tínhamos a temática, que foi se definindo,

se desenhando mais a partir do trabalho, a partir do que cada ator apresentava; e daí a

possibilidade de um roteiro, de uma estrutura. No Êxodos, a palavra escrita, em sua

Folias d´arte recebeu o PREMIO VILLANUEVA DE LA CRITICA TEATRAL CUBANA a os melhores espetáculos
Folias d´arte recebeu o PREMIO VILLANUEVA DE LA CRITICA
TEATRAL CUBANA a os melhores espetáculos estrangeiros junto aos
grupos Máximo Gorki (Alemanha), Teatro en el Blanco (Chile), Teatro
Estatal de Turquía e Mini Teater-Novo Kazaliste de Eslovenia/Croacia
“ Por su desenfadada y renovadora mirada a un mito-madre de toda la tradición
escénica occidental, asumido desde la identidad y los acentos de su propia
cultura, mediante un montaje que traduce a nuestra contemporaneidad rostros
y temas imprescindibles.”

criação do projeto gráfico

CaDerno Do FoliaS nº 13

2010

DIÁRIO DE VIAGEM/La havana Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009 Trece Festival de
DIÁRIO DE VIAGEM/La havana
Caderno do Folias #13 Segundo semestre de 2009
Trece Festival de Teatro de La Habana.
Nosso anjo chama-se Reinaldo.
Que interessante! (Osmar Guerra)
Uma força que cala!!Uma força que fascina!!! O ser humano elevado em seu
mais profundo, a eterna força de lutar contra o Rei. Hoje minha vida é lutar
contra o Rei, qualquer rei.O cheiro da REVOLUÇÃO não sai da alma. Orestéia
nunca foi tão verdadeira como em Cuba, senti tudo de todos, a luta pela vitória,
“o regresso a Tróia”. Um combatente diria “A mais linda batalha”!
Que vitória!! (Bira Nogueira)
Eles são indivíduos muito fortes
La Catedral, fotos, Museu da Revolução, tanque de guerra, Capitólio (gigante);
e com potencial para tudo.
As camareiras do hotel sempre
estavam deitadas nos sofás dos
charuto cubano, visita a uma escola primária, disciplina, muitos policiais pelas
ruas, 60, 70, 80% dos cubanos são da segurança??? (Osmar Guerra)
andares no horário de folga. Não
se sentem menores ou menos,
estão apenas trabalhando. E em
todo lugar é assim. Lá existe
rico, classe média, pobre, mas
todos têm a mesma educação,
saúde e comida. Todos têm
a mesma oportunidade. No
festival trabalhávamos com
físicos, engenheiros, médicos que
estavam ali para tentar ganhar
um pouco mais de grana. O
festival acontecia bem, muita
gente trabalhando firme, mas com
muito pouco recurso.
(Bruna Bressani)
Desta viagem saiu outra pessoa, dentro da mesma pessoa; eu teria o mundo para
falar destes 10 dias e com certeza faltaria espaço para tanto. (Bira Nogueira)
“MIRAR ADELANTE” CENAS COTIDIANAS NUMA SOCIEDADE ADMINISTRADA FEVEREIRO DE 2010 - PRIMEIRA ETAPA
“MIRAR ADELANTE”
CENAS COTIDIANAS NUMA SOCIEDADE ADMINISTRADA
FEVEREIRO DE 2010 - PRIMEIRA ETAPA

projeto gráfico para o Grupo Folias (SP)

2009

ETAPA projeto gráfico para o Grupo Folias (SP) 2009 ÍNDICE I. DADOS CADASTRAIS   pág. 04

ÍNDICE

I.

DADOS CADASTRAIS

 

pág. 04

II.

TEXTO INTRODUTÓRIO

pág. 05

III.

OBJETIVOS

pág. 06 a 08

IV.

JUSTIFICATIVA

pág.09 e 10

V. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES pág.11 a 19

V1 - Do estudo e socialização da dramaturgia V2 - Da metodologia do trabalho V3- Da manutenção do Galpão do Folias V4- Seminário V5 - Conversas Folianescas V6 - Cadernos do Folias V7 - Repertório V8 - Novos Projetos

V9-

E Ainda

VI.

PLANO DE TRABALHO pág. 20 e 21

VII.

ORÇAMENTO

pág. 22 a 24

VIII. CRONOGRAMA FÍSICO

FINANCIERO

 

pág.25 a 27

IX.

CURRÍCULO DO GRUPO pág.28 a 32

X.

CURRÍCULOS DO NÚCLEO

RESPONSÁVEL PELO PROJETO pág.32 a 46

XI.FICHA TÉCNICA

 

pág.47

XII.

ANEXOS

pág.48

TÉCNICA   pág.47 XII. ANEXOS pág.48 “Em situações de angústia, o melhor é acalmar o

“Em

situações de angústia, o melhor é acalmar o espírito e refletir

sobre a prática”

Neste caminho acreditamos, e talvez por isso tenhamos sempre nos dedicado ao fomento

de ações que estimulem a reflexão.

Desde 2001 planejamos seminários, debates, encontros além de uma Mostra anual.

Compreendendo a necessidade de suporte teórico e de referenciais. Não só para a criação

artística, mas também para a formação de Público.

Entendemos que o sentido deste grupo e espaço está ligado à socialização das

investigações e reflexões. Democratizando as ferramentas de trabalho e vivências em oficinas abertas, criando condições para que todos possam desenvolver suas potencialidades e não apenas possibilitando o acesso ao que é produzido.

Entendemos que o papel que nos cabe nesse panorama é o próprio teatro, por suas várias interfaces. Um grupo que entende, pela sua própria história, a vocação de provocar artisticamente, fustigar as bases estabelecidas do conhecimento (internamente inclusive) e funcionar como usina de criação e pensamento. E, a partir desta constatação, trocar com ”

o mundo)

Trecho retirado do projeto candidato no ano de 2009 – Êxodos – O Homem Cordial

constatação, trocar com ” o mundo) Trecho retirado do projeto candidato no ano de 2009 –
MIRAR ADELANTE ANA CINTRA 213 O mundo é o que se vê de onde se
MIRAR ADELANTE
ANA CINTRA 213
O mundo é o que se vê de onde se está
“Descolonizar é olhar o mundo com os próprios olhos,
Pensá-lo de um ponto de vista prático.
O centro do mundo está em todo lugar,
O mundo é o que se vê de onde se está”
[ Milton Santos ]
JULHO DE 2010

projeto gráfico

para o Grupo Folias (SP)

2010

JULHO DE 2010 projeto gráfico para o Grupo Folias (SP) 2010 ÍNDICE I. DADOS CADASTRAIS  

ÍNDICE

I.

DADOS CADASTRAIS

 

pág. 04

II.

DADOS HISTÓRICOS

 

pág. 05

III.

INTRODUÇÃO

 

pág. 06

IV.

OBJETIVOS

V.JUSTIFICATIVAS

pág.07 a 10

pág.11 a 13

VI. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES pág.14 a 16

V1 - Manutenção do Galpão V2 - Mostra do Folias

V3 - Conversas Folianescas

V4- Cadernos do Folias

V5 - Manutenção do repertório V6 - Praticável do Folias V7 - Seminário interno

VI. NOVAS AÇÕES

pág.17 a 18

VII.1

- Para quem Viveu Contar

VII.2

- Música Folianesca

VII.3- E AINDA

pág.19 a 22

VIII. PLANO DE TRABALHO pág.24 e 25

IX. ORÇAMENTO

 

pág.26 a 28

X. CRONOGRAMA FÍSICO

FINANCIERO

 

pág.29 a 31

XI.

CURRÍCULO DO GRUPO pág.32 a 36

XII.

CURRÍCULOS DO NÚCLEO

RESPONSÁVEL PELO PROJETO pág.37 e 50

XII.FICHA TÉCNICA

pág. 51

XIV.

ANEXOS

pág. 52

Para Milton Santos o território usado se constitui em uma categoria essencial para a elaboração
Para Milton Santos o território usado se constitui em uma
categoria essencial para a elaboração sobre o futuro.
O
uso do território se dá pela dinâmica dos lugares.
O
lugar é proposto por ele como sendo o espaço do
acontecer solidário. Estas solidariedades definem
usos e geram valores de múltiplas naturezas: culturais,
antropológicos,econômicos, sociais, financeiros,
para citar alguns. Mas as solidariedades pressupõem
coexistências, logo pressupõem o espaço geográfico.(
)
Aqui está! Encalhado diante da igreja, bem embaixo do Minhocão, noventa e sete vezes
maior que o continente. Com o nome gravado em letras de ferro, ECLIPSE DA TERRA, e
ainda jorrando pelos seus flancos as águas antigas e lânguidas dos mares da morte.
Mas onde chegamos? Em que (E)estado? Que alternativas agora temos? O que
vislumbramos?
Para responder a essas perguntas é necessário sair do Navio e pisar, “explorar”,
re- conhecer o território onde encalhamos.
Como o Galpão está impregnado de memórias, entendidas não como lembranças e sim
como identidade construída ao longo dos anos, este trecho da rua Ana Cintra também o
está.O dialogo entre a cena e a rua (vivenciado ocasionalmente nos espetáculos citados)
em sua potência avassaladora, em suas cenas cotidianas torna-se o fundamento de nossa
pesquisa.
Que tipo de indivíduos habitam este trecho da rua? Quais são as memórias e narrativas
identitárias que impregnam as paredes do navio encalhado e seus tripulantes? E a de seus
vizinhos? Os estabelecimentos comerciais, a diminuta loja de frutas, o Juvial Bar, que como
uma foto/fixa aparece sempre que as portas do Galpão se abrem?
Ainda a possibilidade de dialogo com os símbolos fincados nas imediações como exemplo
a própria existência do Minhocão como muro que divide o centro da cidade propiciando
que Ana Cintra ( rua que leva o nome da mulher do Barão de Campinas) seja a prima
pobre da Bela Cintra, ou, numa outra visão ficcional a elaboração do que seria desse
trecho da rua se a então, maior obra em concreto armado da América latina, não tivesse
sido construída em 1969/70?
Sob este prisma, propomos artisticamente o mergulho incondicional, como um super
objetivo, nesta terra em que aportamos para “mirar adelante”. Vivenciando através
da realidade que conhecemos, a que vemos, como a vemos, entendendo que não
somos observadores externos, e a partir disso desenvolver um trabalho com as várias
possibilidades do mirar.
O resultado a que se chegou em Êxodos, o eclipse da terra é o chão em que vamos
pisar – obriga-nos a olhar para trás para entendermos o presente e sonhar, esteticamente,
filosoficamente, poeticamente, formalmente e estruturalmente, com alternativas para o
futuro.
Se o teatro livre não se permitir sonhar, quem poderá fazê-lo?
AGRADECIMENTOS Local Galpão do Folias Rua Ana Cintra 213 Lucienne Guedes, Iná Camargo Costa, Carolina
AGRADECIMENTOS
Local Galpão do Folias
Rua Ana Cintra 213
Lucienne Guedes, Iná Camargo Costa, Carolina Bianchi, Carlos Francisco, Ana
Paula Gomes, Jailton Bomfim, Jairo Luiz Teles, Jose Roberto da Silva Aguiar,
dócil
Santa Cecília São Paulo
INFO e RESERVAS>>33612223
Ricardo Sergio de Thomaz, Tania Lobo Ferreira Moraes, Jorge Soares, Bruna
Bressani, Helder Mariani, Lu Brites, Cia São Jorge de Variedades, Serviço
Funerário do Município de São Paulo e Bira Nogueira pela idéia.
Direção Pedro Mantovani
apoios
Atuação Dagoberto Feliz Patrícia Gifford
Músico Demian Pinto
Dramaturgia Dagoberto Feliz / Pedro Mantovani
a partir da novela A Dócil, de Dostoievski
“ Trata-se de um hipocondríaco inveterado.[ ] SOBRE A ENCENAÇÃO Ao mesmo tempo em que
Trata-se
de um hipocondríaco inveterado.[
]
SOBRE A ENCENAÇÃO
Ao mesmo tempo em que se justifica e culpa a
mulher, deixa-se levar por explicações esquisitas:
há nisso tanto rudeza de pensamento e de coração
como um sentimento profundo. Ao poucos ele
consegue esclarecer para si o ocorrido e “concentrar
os pensamentos num ponto”. Por fim, evoca
uma série de recordações que inevitavelmente o
levam à verdade; a verdade inevitavelmente eleva
seu espírito e seu coração. No fim, até o tom da
narrativa se modifica, se o compararmos ao início
desordenado. A verdade revela-se ao infeliz de
modo bastante claro e preciso, ao menos para ele.”
Esta encenação é integrante de um
conjunto de encenações em torno do
tema cordialidade. Cada integrante ou
colaborador do grupo se debruçaria
sobre o tema, na procura de um texto
ou forma cênica que considerasse
pertinente para tratar da questão.
Nossa opção foi a escolha do material
a Dócil, de Dostoievski, como ponto de
partida. Desvio, já que o nosso tema
Prefácio para Dócil, escrito por Dostoievski
é tão brasileiro? Longe disso: nesse
texto, produzido em um país periférico
como o nosso, encontramos as marcas
de uma relação social que infelizmente
persiste entre nós: a relação de favor.
Relação que é solo fértil para o ‘horror
às distâncias’ característico do cordial,
FICHA TÉCNICA
paraoressentimentoeasdiversasformas
Direção
Pedro Mantovani
Atuação
Dagoberto
Feliz e Patrícia Gifford
de relações supressivas tão difíceis de
nomear mas tão presentes entre nós.
Músico
Demian
Pinto
Dramaturgia
Dagoberto
Feliz/Pedro Mantovani
a
partir da novela A Dócil, de Dostoievski
Cenário
Pedro
Mantovani/Dagoberto Feliz/
Patrícia
Gifford/Bira Nogueira
Cenotécnica
Iluminação
Assistência de iluminação
Bira
Nogueira
Aline
Santini
Felipe
Scalzaretto e Patrícia Zalewska
Figurinos
Marcela
Donato/Patrícia Gifford/Dagoberto Feliz
Equipe técnica/estágiarios
Felipe
Scalzaretto/Marita Prado/
Miguel
Mendes/Patrícia Zalewska/Viviane Corbani/
Natalia
Quiroga/Junior Docini/Ivan Zancan/Victor Merseguel
Programação visual
Ieltxu
Martinez Ortueta
Fotos divulgação
Joana
Mattei
Produção
Patricia
Realização
Barros e Osmar Germano Guerra
Folias

programação visual espetáculo a DÓCil

Folias (São Paulo) 2010

Realização Barros e Osmar Germano Guerra Folias programação visual espetáculo a DÓCil Folias (São Paulo) 2010
FOLIAS apresenta MEDEIA a mulher-fera Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto Feliz VENHAM
FOLIAS apresenta
MEDEIA
a mulher-fera
Texto
MedEia
Pop
de
Reinaldo
Maia
Direcao
Dagoberto
Feliz
VENHAM
TODOS!!!
MEDEIA
a mulher violenta
violentIssima
MEDEIA
a assassina
MEDEIA
a
traidora de sua pAtria
MEDEIA
a que controla o sobrenatural
MEDEIA
a atormentada.
VENHAM TODOS!!! Quem vai querer? Afinal Querô, do ponto de vista com convidados como o
VENHAM TODOS!!!
Quem vai querer?
Afinal
Querô, do ponto de vista
com convidados como o
da
interpretação, voltam-se
professor Francisco de
Você, cidadão honrado!
Devemos preparar o nosso
paladar para apreciar com
para a “Escritura Cênica”.
Oliveira, Paulo Arantes,
Você, homem comum!
mais clareza o que o mundo
atual nos reserva!
José Antonio Pasta e Valmir
Não perca a oportunidade
No
que diz respeito
Santos e José Fernando,
de ver esse monstro.
Agora sim domesticado
Enjaulado
especificamente à cena em
já em andamento.
LEMBRETE
si
o FOLIAS se dedicará a
IMPORTANTE
criar núcleos de trabalho
Finalmente controlado.
Toda a potência dessa
fera emergindo em um só
espetáculo.
FICHA TÉCNICA
MAS VOCÊ TERÁ AINDA
MAIS.
Alguns ingressos estarão
reservados apenas a alguns
poucos. Àqueles que, de
alguma forma, fizerem por
merecer essa distinção.
Pois, afinal, não somos
em número de não menos
que quatro e não mais
que sete, cada um desses
trabalhos resultando em
uma encenação a ser
proposta considerando a
potência do indivíduo com
TEXTO>> MEDÉIA POP
de Reinaldo Maia
DIREÇÃO >>
Dagoberto Feliz
ASSISTÊNCIA DE
todos iguais. Uns têm mais
seu “homem cordial” como
DIREÇÃO>>
*
a possibilidade de
privilégios que os outros
temática e forma – modo de
Rodrigo Scarpelli
realização de alguns de
conseguidos
por uma sutil
produção.
CENOGRAFIA>>
seus fetiches mais íntimos.
influência ou, em alguns
Bira Nogueira e
*
o momento único de
casos, violentamente.
A investigação passa a ser
Flávio Tolezani
materialização dos seus
Assim é a vida!
a do indivíduo plantado em
ADEREÇOS>>
desejos mais secretos.
Ache você este conceito
terra estranha, mesmo que
Marcela Donato
*
a vivência de superar os
justo
ou
injusto
seja a sua. Do ponto de vista
FIGURINOS>>
seus obstáculos.
do
cidadão, a compreensão
Daniel Infantini
*
por à prova a sua
da
condição de individuo
ILUMINAÇÃO>>
capacidade de superação
O
FOLIAS/ EXODO-
desterritorializado, exilado,
Túlio Pezoni
de limites.
*a visualização de um
O
HOMEM CORDIAL/
e
a atitude de escolha
MÚSICA>>
NUNZIO
ante o caminho (em tese)
Diogo Maia
outro ser humano também
superando seus limites.
de
mão única: seguir
PROGRAMAÇÃO
O
Projeto do Folias Êxodo
adiante “na cordialidade”
VISUAL >>
ATRAÇÕES PREVISTAS
<Beije seu ídolo>
Homem Cordial - aponta
para dois caminhos: Um
que diz respeito a um eixo
temático - que tem como
conformadora desta
“aldeia global” ou
recriar simbolicamente
seu território, buscando
Ieltxu Martinez Ortueta
FOTOS>>Joana Mattei
BILHETERIA>>
Marcellus Beghelle
< Tortura assistida>
centro o indivíduo, o órfão
caminhos alternativos, ainda
PORTARIA>>
<Malba-Tahan, o homem
que calcula>
>>>entre tantas outras
do
processo de exaustão
que marginais.Um faz o
Eno Nepomuceno (Carioca)
das estruturas sociais,
notadamente a organização
política do Estado. O
outro a maneira da celebre
frase de Churchill primeiro
fazemos nossas casas, depois
REALIZAÇÃO>>
FOLIAS
CONCEPÇÃO CÊNICA
indivíduo como potência é,
elas nos fazem
a idéia de
ELENCO MEDÉIA
paradoxalmente, o “homem
tribo, povo, nação e depois
Adriano Merlini
Assim é esta MEDÉIA.
Com o texto MEDÉIA
POP de Reinaldo Maia
propomos que esta mulher,
este mito, seja realmente
cordial”; E outro que diz
respeito ao eixo formal –
de
estado nacional decorre
Jerônimo Martins
dessa relação tornada
Melany Kern
privilegiando nessa etapa
profunda.”
Paloma Galasso
do
trabalho a reflexão,
Rafael Tosta
o
estudo, o esmiuçamento
Nunzio, com direção de
Regina Pereira
transformado em mais um
SHOW. Desses que nós,
dos processos de ESCRITA
Danilo Grangheia foi o
Suzana Aragão
primeiro trabalho a
cidadãos conscientes,
paramos para apreciar.
CÊNICA, tendo pois como
vetor a encenação.
estrear a partir dos núcleos
ELENCO NÚMEROS
de
investigação criados
VARIADOS
Ou será que somos
A
dramaturgia, a
para o estudo da Escritura
Débora Lobo
obrigados a presenciar?
Ou será que gostamos de
ver? Claro que MEDÉIA
-a Mulher-Fera deverá
ser servida como prato
interpretação, voltam-
Cênica e do Homem
Junior Docini
se
para a tentativa
Cordial. Agora estréia
Lui Seixas
de
compreensão dos
Medeia de Reinaldo Maia e
Marcellus Beghelle
procedimentos de
encenação, além das
atividades de reflexão
propostas pelo Grupo
direção de Dagoberto Feliz
Thiago Bugallo
Adonai Bezerra
principal.Outras entradas
serão servidas para que o
assim, os seminários e os
Como suporte teórico para
este estudo da Escritura
Cênica o Folias coloca em
Mirela Lima
público presente possa
se deliciar com quitutes
variados. Para todos os
gostos.
trabalhos de socialização
discussão a Cordialidade
AGRADECIMENTOS
de
experiência, aos modos
Brasileira num seminário,
Otavia Donasci, Fabiano
do
já feito, por exemplo, no
a
partir de 25 de agosto,
Augusto, Evandro Dupim
Realização
Apoio
25 de agosto, Augusto, Evandro Dupim Realização Apoio Feliz MEDEIA Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia
Feliz MEDEIA Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto a mulher-fera 04 de junho
Feliz
Feliz

MEDEIA

Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia

Direcao

Dagoberto

a mulher-fera 04 de junho a 30 de julho
a mulher-fera
04 de junho a 30 de julho
Direcao Dagoberto a mulher-fera 04 de junho a 30 de julho sempre Sextas-feiras as 2 3

sempre

Sextas-feiras as

23h59

Espaço dos Satyros Dois – Praça Franklin Roosevelt, 134 Reservas: 3361.2223/ 3258.6345

FOLIAS apresenta nunzio MEDEIA a mulher-fera Texto MedEia Pop de Reinaldo Maia Direcao Dagoberto Feliz
FOLIAS apresenta
nunzio
MEDEIA
a mulher-fera
Texto
MedEia
Pop
de
Reinaldo
Maia
Direcao
Dagoberto
Feliz
VENHAM
TODOS!!!
MEDEIA
a mulher violenta
violentIssima
MEDEIA
a assassina
MEDEIA
MEDEIA
a traidora de sua pAtria
a que controla o sobrenatural
MEDEIA
a atormentada.
a que controla o sobrenatural MEDEIA a atormentada. programação visual do espetáculo MeDÉia -a mulher fera-

programação visual do espetáculo MeDÉia -a mulher fera-

Grupo Folias (São Paulo)

2009

nunzio de Spiro Scimone de Spiro Scimone nunzio programação visual do espetáculo nunzio Grupo Folias

nunzio de Spiro Scimone
nunzio
de Spiro Scimone
nunzio de Spiro Scimone de Spiro Scimone nunzio programação visual do espetáculo nunzio Grupo Folias (São
de Spiro Scimone nunzio
de
Spiro Scimone
nunzio

programação visual do espetáculo nunzio Grupo Folias (São Paulo)

2009

de Spiro Scimone de Spiro Scimone nunzio programação visual do espetáculo nunzio Grupo Folias (São Paulo)

a mÚsica Temporal Todos por todos (Selito SD) (Selito SD / Fabio Goulart) Somos Ketu,
a mÚsica Temporal Todos por todos (Selito SD) (Selito SD / Fabio Goulart) Somos Ketu,
a mÚsica
Temporal
Todos por todos
(Selito SD)
(Selito SD / Fabio Goulart)
Somos Ketu,
Efan, Ijexá
Levantei o meu barraco
Xambá, Oyó e Nagô Egbá
na
encosta do morro
Somos Fanti, Ashanti, Ewé
veio o temporal
Mina, Mandinga, Fon e Haussá
Levantei o meu barraco
levou tudo morro abaixo
no
vale, eu saí do morro
e
cuspindo barro
Somos Congo, Umbundo, Angola
veio o temporal
gritei por socorro
Benguela, Cabinda, Cassange, Macua,
encheu, transbordou o riacho
sob o temporal
e
cuspindo barro
Inkices nós somos, somos Orixás
Eta vidinha danada
gritei por socorro
sob o temporal
Também somos Voduns
Somos todos por todos
porque todos nós somos um.
essa da gente que é pobre
sofrida, desamparada
sem ouro, prata e nem cobre
Eta vida desgraçada
da gente que nada tem
sofrida, desamparada
Terra
Sem guarida
e
sem morada
sem um mísero vintém
vai se virando como pode
(Thiago Mendonca / Carlos Francisco)
sem guarida
e
sem morada
Sem guarida e sem morada
vai se virando como pode
“O
terra sina de pobre
conta com deus
O
terra sina de pobre
mais ninguém
Quanto mais a roda gira
Mais um muro o rico sobe
Quanto mais a roda gira
Mais um muro o rico sobe”
ELENCO
Embusteiros
(Carlos Francisco/
ALEX ROCHA
( Zé )
Selito SD)
CAMILA URBANO
(Maria
Escolástica)
(Yansã/Nanã)
Somos livres escambeiros
CARLOS GAUCHO
(Senador)
(Operário)
da labuta a céu
aberto
MONICA SIMÕES
(Eugênia )
(Produtora)
outros somos embusteiros
(Ossaim/Oxossi)
esmolando seu afeto
REGGIS SILVA
(Procópio) (Patrão )
(Fotografo)
menos somos trambiqueiros
(Ogum/Xangô)
que os políticos,
decerto
Tudo: latas, pets, vícios
RENATA ROSA
(Bibiana)
(Faxineira)
e
artimanha em dinheiro
(Yemanjá/Oxum)
iô, iô,iô,iôôô
pouco, em verdade, pífio
iô, iô,iô,iôôô
que
não supre pormenores
vamos nós no
sacrifício
Quando ouvi o
seu silencio
Jtá não temos neste ofício
AGRADECIMENTOS
poros vertendo suores
(Thiago Mendonca / Selito SD)
lastro de fornecedores
então é do desperdício
esvaído dos senhores
Nilma Azevedo,
Augusto Rodrigues, Fabiana Guimarães,
iô,
iô,iô,iôôô
Airton Dantas, Nani de Oliveira, Patricia Barros,
Marco
iô,
iô,iô,iôôô
Antonio
Rodrigues,
Pedro
Mendonça,
Marcela
Donato,
Quando ouvi o seu
silêncio
que alquimiamos lixo
Germano
Guerra.
O
horizonte tava escuro
transmutando em bel valores
Ira,
trazemos do íntimo
Os
passarinhos
Quando ouvi o seu silêncio
e
ela supera os temores
tavam mudos
iô, iô,iô,iôôô
Muitos passos se perderam
sentimentos estes ínfimos
E
o riso tava morto
iô, iô,iô,iôôô
Muitos peitos sem compasso
ante o
ódio aos senhores
E
as portas se fecharam
Serenos bateram sem vida
vamos
tombar-lhes ao ritmo
Sem festa, samba, seresta
Não ouve grito ou palavra
dos
tons de nossos tambores
As
janelas não se abriram
Quando ouvi o seu
silêncio
iô,
iô,iô,iôôô
Só choro, gesto, gemido
Do vazio fez-se eco
Quando ouvi o seu silêncio.
algo de negro
iô,
iô,iô,iôôô
teatro de rua
folias
sao paulo
algo de negro
processo criativo
teatro de rua
projeto Êxodos
o homem cordial
)Os
1
2
3
4
8
9
10
11
APRESENTAÇÃO
A REVOLTA DE
REUNIÃO DOS
REENCONTRO
APRESENTAÇÃO
MEMÓRIAS DOS
TEMPORAL. A
LEMBRANÇAS
DE
ZÉ, O GUIA
MARIA
DOS
MISERÁVEIS
DOS
MISERÁVEIS
DEUSES
MISERÁVEIS
VOLTA DOS
ANCESTRAIS DOS
TURÍSTICO
MISERÁVEIS
MISERÁVEIS
5
6
7
12
13
PROCÓPIO,
BIBIANA
E EPÍLOGO.*
A ESTÁTUA
UMA DEUSES
MENSAGEM
A 2A ABOLIÇÃO
MISERÁVEIS
MISERÁVEIS
DISCURSO DO
DOS
(CONSIDERAÇÕES
GANHAM UM
PERCEBEM SEU
SENADOR
SOBRE
O BURRO
LUGAR
VALOR
RACIONAL)
14
15
16
DISCURSO DO
A LUTA
A MULHER SEM
SENADOR. A
CABEÇA
INAUGURAÇÃO
DA
ESTÁTUA
17
18
O PENSAMENTO
A DESPEDIDA
DE
EUGÊNIA
DE
1
5
8
12
14
17
“Eu estranhas
serei o seu terras
guia de por
“ Maria! Arreda dessa
“Levantei o meu barraco
“Somos livres escambeiros
“Ao
quando
“Se os nossos corações se
essas
solidão Maria! Sem união não
na encosta do morro
Da labuta a céu aberto”
caíram
seus entardecer,
últimos defensores,
estrangulam nas grades onde
Bruzungangas. Sou considerado
tem pra futuro
não.
de força!
veio o temporal”
que todos morreram. Eram
morre dia
a liberdade
fatigam
13
aqui por quem entende do
E
mudar
as Precisa
coisa daqui
não
“Agora imagina se todo
quatro homens
apenas:
um e velho,
Neste
cresceram e se sempre
9
assunto
como
o mais pois
preparado
adianta
gente não! Cê precisa
“Bibiana, descansa no teu
mundo
que pro
tá na
nossa
situação
dois
feitos
uma
rosas”
guia
deste
pedaço,
sou
de
mais só
ajuda!”
sentir. Lembra Bibiana. Lembra
de
um dia
outro
deixa
de
criança, raivosamente
na frente dos cinco
quais mil
conhecedor dos lugares do
Nunca é longe o lugar de onde
ser burro racional e passa a ser
rugiam
Trecho da poesia Para enfeitar os
seus cabelos de Agostinho Neto.
6
passado, frequentador dos
“Poxa, e cêis ainda falando
nos sofrimento
chega um atingiu
grito de também
apelo. a
irracional? A gente não ia mais
soldados.”
mistérios do presente e visionário
mal do sujeito! Bora Maria! Tem
O
ser medo
convencido
de que de precisa
Trecho de Os sertões de Euclides
da Cunha.
18
dos amanhãs.”
um lugar novo pra nóis morar!”
nós. O vosso luto é o nosso luto.“
ter
da polícia,
Deus,
“Nosso passeio termina
Citado de Mia Couto
dos donos de tudo. A gente não
2
7
“O terra sina de pobre “
“Há mais de quatrocentos
ia mais ter medo!”
10
15
“Sou da tradição de homens
aqui, mas não a estrada. Nosso
universo é aberto como o mar
e o deserto. Existirá um futuro.
anos ocupamos essas terras.
“No pomar da vida
Inspirado em trecho do romance
3
italiano Fontamara de Ignazio
“(
ninguéns: os filhos de
Não havia ninguém
quando
nada nasce a toa
Silone.
sem cabeça. Sem cabeça ficou
Zumbi, Conselheiro, Lampião.”
Creio. Penso se será uma
promessa, uma curva ou um
ninguém, os dono de nada.”
chegamos.
Minha família
Onde tem tem laranja
caminho. “
Trecho do texto Os ninguéns de
construiu esta cidade com as
próprias mãos. Sonhavam com
um país novo. O país do futuro!”
Também
laranja podre
boa”
“Sob
a sombra
de minha a espada
Eduardo Galeano
Trecho de música Pomar da Vida
16
eu
declaro
proclamada
nossa
de Carlão do Peruche
“A inauguração desta
segunda
abolição”
Inspirado
“Nós nem cremos que escravos
4 “ rato?
Cê num
do lixo na que
em discurso
do Coronel
Manoel
outrora, tenha havido em tão
nem
Cê come
num dorme
11 ardê,
“ Meu aprendendo
neto, é tua chama
Rabelo, interventor federal de
*“Só tô pedindo pra você
acolher melhor a santa! Ela
fica aí de pé, sem comida, com
nobre país. Os que vivem em
estátua marcará para nós o
nascimento de uma nova era,
sem espaço para ressentimentos
rua? Se ele num é vida nóis é o
vai
que teu que
Getúlio Vargas em São Paulo,
e insurreições suicídas. “
essas roupa
estranha,
sem poder
Bruzundangas, acham irmãos
quê? Nóis também somo rato.”
caminho
com os teus.
Agora
contra quem a festejada
a elite paulistana
fumar!
Se é pra
tratar assim
é
não tiranos hostis.” Adaptação de
deixa
de é conversê
que nóis
organizou
e fracassada
melhor nem rezar. “
trecho do Hino da Proclamação da
ainda tem serviço de cutelo. “
(contra) Revolução de 32.
República.
TÉcnicaficha
ThiagoIDramaturgiaIFranciscoCarlosIDireção
AssistênciaISDSelitoIMusicalDireçãoIMendonça
MovimentoseDançaIMendonçaThiagoIDireçãode
LeideeNogueiraBiraIAdereçosINaianeKatiaI
AssistênciaINogueiraBiraICenografiaICastrode
IVocalPreparaçãoICastrodeLeideICenografiade
CostureiraICastrodeLeideIFigurinosISigaliMateus
TatianaINeutraMáscaraISilvadaCostaMariluceI
IOrtuetaMartinezIeltxuIGráficoProjetoIFreire
DeboraIProduçãoIFranciscoCarlosIInstrumentos
IFoliasIRealizaçãoIJorgePriscilaIEstagiáriaILôbo
3361.2223[11]folias@terra.com.br
1 2 3 4 8 9 10 11 APRESENTAÇÃO DE ZÉ, O GUIA TURÍSTICO REUNIÃO
1
2
3
4
8
9
10
11
APRESENTAÇÃO
DE ZÉ, O GUIA
TURÍSTICO
REUNIÃO DOS
REENCONTRO
APRESENTAÇÃO
MEMÓRIAS DOS
A REVOLTA DE
MARIA
TEMPORAL. A
LEMBRANÇAS
DOS MISERÁVEIS
DOS MISERÁVEIS
DEUSES
MISERÁVEIS
VOLTA DOS
ANCESTRAIS DOS
MISERÁVEIS
MISERÁVEIS
5
6
7
12
13
EPÍLOGO.*
PROCÓPIO, BIBIANA
E A ESTÁTUA
UMA MENSAGEM
A 2A ABOLIÇÃO
MISERÁVEIS
MISERÁVEIS
DISCURSO DO
DOS DEUSES
(CONSIDERAÇÕES
GANHAM UM
PERCEBEM SEU
SENADOR
SOBRE O BURRO
LUGAR
VALOR
RACIONAL)
14
15
16
DISCURSO DO
A
LUTA
A
MULHER SEM
SENADOR. A
CABEÇA
INAUGURAÇÃO
DA ESTÁTUA
17
18
O
PENSAMENTO
A
DESPEDIDA
DE
EUGÊNIA
DE
1
5
8
14
“Eu serei o seu guia por
“ Maria! Arreda dessa
“Levantei o meu barraco
12 “Somos livres escambeiros
“Ao entardecer, quando
17 “Se os nossos corações se
essas estranhas terras de
Bruzungangas. Sou considerado
aqui por quem entende do
assunto como o mais preparado
guia deste pedaço, pois sou
conhecedor dos lugares do
passado, frequentador dos
mistérios do presente e visionário
dos amanhãs.”
solidão Maria! Sem união não
tem futuro não. Precisa de força!
E pra mudar as coisa daqui não
adianta só gente não! Cê precisa
de mais ajuda!”
na encosta do morro
veio o temporal”
Da labuta a céu aberto”
caíram seus últimos defensores,
que todos morreram. Eram
13 “Agora imagina se todo
quatro apenas: um velho,
9
“Bibiana, descansa no teu
estrangulam nas grades onde
morre a liberdade e se fatigam
Neste dia cresceram sempre
rosas”
sentir. Lembra Bibiana. Lembra
Nunca é longe o lugar de onde
mundo que tá na nossa situação
de um dia pro outro deixa de
ser burro racional e passa a ser
nos chega um grito de apelo.
irracional? A gente não ia mais
dois homens feitos e uma
criança, na frente dos quais
rugiam raivosamente cinco mil
soldados.”
Trecho da poesia Para enfeitar os
seus cabelos de Agostinho Neto.
6 “Poxa, e cêis ainda falando
mal do sujeito! Bora Maria! Tem
um lugar novo pra nóis morar!”
O
sofrimento atingiu também a
ser convencido de que precisa
ter medo da polícia, de Deus,
dos donos de tudo. A gente não
Trecho de Os sertões de Euclides
da Cunha.
nós. O vosso luto é o nosso luto.“
18 “Nosso passeio termina
Citado de Mia Couto
2
7
aqui, mas não a estrada. Nosso
universo é aberto como o mar
“O terra sina de pobre “
“Há mais de quatrocentos
ia mais ter medo!”
15
Inspirado em trecho do romance
italiano Fontamara de Ignazio
Silone.
“Sou da tradição de homens
anos ocupamos essas terras.
10 “No pomar da vida
3 “(
)Os
ninguéns: os filhos de
sem cabeça. Sem cabeça ficou
Zumbi, Conselheiro, Lampião.”
ninguém, os dono de nada.”
e o deserto. Existirá um futuro.
Creio. Penso se será uma
promessa, uma curva ou um
caminho. “
Trecho do texto Os ninguéns de
Eduardo Galeano
nada nasce a toa
Onde tem laranja podre
Também tem laranja boa”
“Sob a sombra de minha espada
eu declaro proclamada a nossa
segunda abolição” Inspirado
16 “A inauguração desta
4 “ Cê num come do lixo que
Não havia ninguém quando
chegamos. Minha família
construiu esta cidade com as
próprias mãos. Sonhavam com
um país novo. O país do futuro!”
“Nós nem cremos que escravos
outrora, tenha havido em tão
nobre país. Os que vivem em
Bruzundangas, acham irmãos
não tiranos hostis.” Adaptação de
Trecho de música Pomar da Vida
de Carlão do Peruche
estátua marcará para nós o
11
em discurso do Coronel Manoel
nascimento de uma nova era,
nem rato? Cê num dorme na
rua? Se ele num é vida nóis é o
quê? Nóis também somo rato.”
“ Meu neto, é tua chama que
Rabelo, interventor federal de
sem espaço para ressentimentos
vai
ardê, aprendendo que teu
e insurreições suicídas. “
caminho é com os teus. Agora
deixa de conversê que nóis
*“Só tô pedindo pra você
acolher melhor a santa! Ela
fica aí de pé, sem comida, com
essas roupa estranha, sem poder
fumar! Se é pra tratar assim é
melhor nem rezar. “
trecho do Hino da Proclamação da
ainda tem serviço de cutelo. “
Getúlio Vargas em São Paulo,
contra quem a elite paulistana
organizou a festejada e fracassada
(contra) Revolução de 32.
República.
algo de negro teatro de rua folias sao paulo

algo de negro

teatro de rua

algo de negro teatro de rua folias sao paulo

folias

sao paulo

algo de negro teatro de rua folias sao paulo
algo de negro teatro de rua folias sao paulo

programação visual espetáculo alGo De neGro Folias (São Paulo)

2010

algo de negro teatro de rua folias sao paulo programação visual espetáculo alGo De neGro Folias
Folias apresenta de william shakespeare medidapormedida direção Val Pires tradução e adaptação de Fábio Brandi
Folias
apresenta
de william shakespeare
medidapormedida
direção Val Pires
tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres
FICHA TÉCNICA “Em nome da liberdade se chega ao Fascismo” Em nome do “bem comum”,
FICHA TÉCNICA
“Em nome da liberdade se chega ao Fascismo”
Em
nome
do “bem
comum”,
do
“politicamente
e “O
os Estado
correto”,
realidade
leis
são de
criadas
do que do
e impostas,
deuses
nos dando
diabos. não
São tem
apenas
uma
mais reflexos,
sensação
criações
civilidade,
os espírito
de
liberdade.
Impedindo-nos de pensar.
é a única realidade.
humano, pois o homem, o indivíduo
do seu
O Estado é só a sombra
do Homem, a sombra
obscurantismo, de sua ignorância e de seu medo.”
Emma
Goldman (1869-1940)
ELENCO
de william shakespeare
“Para os amigos tudo.
Para os inimigos a Lei”
apoios
medidapormedida
direção Val Pires + tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres
SOBRE O PROJETO O FOLIAS/ EXODO - O HOMEM CORDIAL
SOBRE A TRADUÇÃO
Agradecimentos

programação visual do espetáculo MeDiDa Por MeDiDa

Grupo Folias (São Paulo)

2010

medidapor

medida

de william shakespeare

tradução e adaptação de Fábio Brandi Torres

direção Val Pires

estreia 01 JUNHO
estreia 01 JUNHO

QUINTA a SáBADO as 21:00 e DOMINGOS as 20:00 Galpão do Folias rua Ana Cintra 213 Sta Cecilia Informaçoes e reservas: 11- 3361.2223

as 21:00 e DOMINGOS as 20:00 Galpão do Folias rua Ana Cintra 213 Sta Cecilia Informaçoes
apresenta Apoios: Realização: Promoção: Patrocínio:
apresenta
Apoios:
Realização:
Promoção:
Patrocínio:
CIRANDA QUANDO CRESCER, EU QUERO SER CIRANDA não compreende um enredo narrativo-descritivo ou mesmo diálogos
CIRANDA
QUANDO CRESCER,
EU QUERO SER
CIRANDA não compreende um enredo narrativo-descritivo
ou mesmo diálogos usuais entre os personagens. Trata-se de
um espetáculo de dança-teatro para o público infantil, cuja
temática refere-se ao prazer do encontro da criança com
seus desafios pessoais. Inicialmente, em cena, apenas um
baú que, como uma cartola de mágico, transforma ilusão
em realidade.
Jujuba de Morango está em busca de sua realização: tornar-se uma primeira bailarina.
Para isso faz tudo o que entende ser necessário: busca o melhor espaço, carrega consigo
todo o aparato necessário e trabalha muito cumprindo exaustivas e intermináveis horas
de ensaios, certa de que para alcançar seu objetivo terá que seguir exatamente o mesmo
caminho feito pela bailarina que tem como ídolo.
O público torna-se cúmplice, e quem sabe
Antes mesmo de acordar, a menina Telé encontra seu amigo Deco, e as duas
crianças começam a despertar para o dia e para as possibilidades de descoberta
durante suas brincadeiras. A comunicação faz-se, exclusivamente, através do
movimento.
torcedor, da personagem em todas as suas
pequenas experiências e acompanha com ela
o desenvolvimento de seus aprendizados e
das angústias que serão reveladas ao longo
É nesse âmbito que a criança se identifica com as personagens. A espontaneidade
das ações encontra reverberação imediata na platéia; neste momento, apesar de
não estarem em cena, as crianças tornam-se elemento de suma importância para o
jogo, o que provoca nelas liberdade no caminho da expressão de suas emoções,
criatividade, sensibilidade.
de sua trajetória.
Quando Crescer, Eu Quero Ser
é um espetáculo de dança-teatro para
Duração: 45 minutos.
crianças que faz uma crítica divertida e, em
conseqüência, um alerta para os caminhos
que costumamos traçar em busca de nossas
idealizações.
Duração: 50 minutos
Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança/2006, com patrocínio da Petrobras,
e pelo Prêmio Angélica Daher de Fomento ao Teatro/2006, com patrocínio da Prefeitura de Angra dos Reis.
FICHA TÉCNICA
FICHA TÉCNICA
DIREÇÃO E CONCEPÇÃO: Andrea Elias
ELENCO: Andrea Elias E Tiago Quites
PESQUISA: Andrea Elias E Jefferson Barbosa
ILUMINAÇÃO: Djalma Amaral
CENÁRIO E FIGURINO: Joana Lavallé e Gabriela Bardy
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Andrea Elias
DRAMATURGIA: Sérgio Machado
CONCEPÇÃO E PERFORMANCE: Andrea Elias
COLABORAÇÃO E DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Paulo Marques
PREPARAÇÃO CORPORAL: Tânia Castilho
CENÁRIO, FIGURINOS E ADEREÇOS: Joana Lavallé
TRILHA SONORA ORIGINAL: PC Castilho
ILUMINAÇÃO: Djalma Amaral
CENOTÉCNICO: Antônio Domingos
COSTUREIRA: Villany
DESIGNER DA MALA E OBJETOS DE CENA: Rogério Cherem
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Morena Paiva

programação visual para o grupo teatro xirÊ (rio de Janeiro) 2008

apresenta DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS CAIXA CULTURAL avenida almirante barroso, nº25.centro
apresenta
DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS
CAIXA CULTURAL avenida almirante barroso, nº25.centro
TEATRO XIRÊ TEMPORADA CAIXA CULTURAL M A R Ç O / 2 0 0 9
TEATRO XIRÊ
TEMPORADA CAIXA CULTURAL
M
A
R
Ç
O
/
2
0
0
9
CIRANDA
19 a 22 de março
QUANDO CRESCER,
EU QUERO SER
26 a 29 de março
quintas e sextas às 14:00 h
sábados e domingos às 16:00 h
Informações e agendamentos:
remairj01@caixa.gov.br
WORKSHOP
O
Corpo
e
a Construção da Cena
28 e 29 de março
Informações e inscrições:
teatroxire@msn.com
TEATRO XIRÊ apresenta TEMPORADA CAIXA Cultural M A R Ç O / 2 0 0
TEATRO XIRÊ
apresenta
TEMPORADA CAIXA Cultural
M
A
R
Ç
O
/
2
0
0
9
CIRANDA
19
a 22 de março
QUANDO CRESCER,
EU QUERO SER
26
a 29 de março
quintas e sextas às 14:00 h
sábados e domingos às 16:00 h
Agendamentos: remairj01@caixa.gov.br
WORKSHOP
O Corpo e a Construção da Cena
28 e 29 de março
Informações e inscrições: teatroxire@msn.com
DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS

CAIXA

Cultural

Avenida

Almirante

Barroso,

nº25.Centro

e inscrições: teatroxire@msn.com DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS CAIXA Cultural Avenida Almirante Barroso, nº25.Centro
teatroxire@msn.com DANÇA-TEATRO PARA CRIANÇAS CAIXA Cultural Avenida Almirante Barroso, nº25.Centro
I virada de futebol-society www.virada-futebol.com.br Tel : 8220 0088 / 9498 9444 : « Troca

I virada de futebol-society

www.virada-futebol.com.br Tel : 8220 0088 / 9498 9444
www.virada-futebol.com.br
Tel : 8220 0088 / 9498 9444

: « Troca uma balada por umas peladas »

0088 / 9498 9444 : « Troca uma balada por umas peladas » Sábado 12 Dezembro/09

Sábado 12 Dezembro/09 22:00-06 :00 SãO PAULO/ Pompéia

Infos e Inscriçao até 28 Novembro:

projeto gráfico para a i ViraDa de

FuteBol-SoCietY

2009

I virada de futebol-society Sábado 12 Dezembro 22:00 - 06 :00 SÃO PAULO/Pompéia Infos e
I virada de futebol-society
Sábado 12 Dezembro 22:00 - 06 :00
SÃO PAULO/Pompéia
Infos e Inscriçao até 28 Novembro: www.virada-futebol.com.br Tel : 8220 0088 / 9498 9444
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008

projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008

projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro

2008

projeto gráfico para o aHJB arquivo Histórico Judaico-brasileiro 2008
CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA COGEAE/PUC-SP PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU COGEAE - COORDENADORIA GERAL DE
CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA COGEAE/PUC-SP PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU COGEAE - COORDENADORIA GERAL DE
CURSOS DE
EDUCAÇÃO
CONTINUADA
COGEAE/PUC-SP
PÓS-GRADUAÇÃO
LATO SENSU
COGEAE - COORDENADORIA GERAL DE ESPECIALIZAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E EXTENSÃO
GERAL DE ESPECIALIZAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E EXTENSÃO estudos projetos gráficos folders para a PuC/SP 2008  

GERAL DE ESPECIALIZAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E EXTENSÃO estudos projetos gráficos folders para a PuC/SP 2008  

estudos projetos gráficos folders para a PuC/SP

2008

 

 
             

 

 

 

 

 

             
             

GESTÃO INFORMAÇÕES GERAIS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA COGEAE/PUC-SP PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PUC-SP, UMA
GESTÃO
INFORMAÇÕES GERAIS
CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
COGEAE/PUC-SP PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
PUC-SP, UMA UNIVERSIDADE COMPLETA:
GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO E LATO SENSU E EXTENSÃO

 

   
   
 

projeto gráfico para n-idéias agência de comunicação 2008
projeto gráfico para n-idéias agência de comunicação 2008
projeto gráfico para n-idéias agência de comunicação 2008
projeto gráfico
para n-idéias
agência de
comunicação
2008
projeto gráfico para n-idéias agência de comunicação 2008
projeto gráfico para n-idéias agência de comunicação 2008
projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura eCoMotion 2008
projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura eCoMotion 2008

projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura eCoMotion 2008

projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura eCoMotion 2008
projeto gráfico aprovado para a corrida de aventura eCoMotion 2008

WATER WAY OF LIVING
WATER WAY OF LIVING

projeto gráfico SPeeDo

2008

WATER WAY OF LIVING
WATER WAY OF LIVING

WATER WAY OF LIVING

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COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO COMUNICAÇÃO ENTRETENIMENTO

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COMUNICAÇÃO

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loGoS para leD (agência de eventos) trÂnSito (produra cultural) rJ ataria (plataforma artística) Pais Basco (espanha)

loGoS para leD (agência de eventos) trÂnSito (produra cultural) rJ ataria (plataforma artística) Pais Basco (espanha)