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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL DISCIPLINA DE MÁQUINAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL
DISCIPLINA DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS
TRATORES AGRÍCOLAS
Otoniel
Otoniel G.
G. L.
L. Ferreira
Ferreira
DER
DER -- FAEM
FAEM -- UFPel
UFPel
4DEFINIÇÃO: Máquina autopropelida provida de meios que: conferem apoio estável sobre uma superfície horizontal e impenetrável
4DEFINIÇÃO:
Máquina autopropelida provida de meios que:
conferem apoio estável sobre uma superfície
horizontal e impenetrável
capacitam-no
a
tracionar,
transportar e
fornecer potência mecânica para movimentar os
órgãos ativos de máquinas e implementos
agrícolas
(Mialhe, 1980)
4FUNÇÕES: Controlar e transferir potência as máquinas e implementos via barra de tração ou engate de
4FUNÇÕES:
Controlar e transferir potência as máquinas e
implementos via barra de tração ou engate de três
pontos
Controlar e transferir potência as máquinas
através da tomada de potência (TDP) ou de
pressão hidráulica
Transporte
Atuar como carregador ou descarregador em
pequenas tarefas
O TRATOR TEM EVOLUIDO ... Sintonia com os avanços da indústria de automóveis e com as
O TRATOR TEM EVOLUIDO ...
Sintonia com os avanços da indústria de automóveis e
com as mudanças nos sistemas de produção
TENDÊNCIAS DE INOVAÇÃO
Maior número de marchas
Mais de uma rotação na TDP
Sistema de engate e TDP frontal
Controle eletrônico de implementos
Fornecimento de potência elétrica aos implementos
TENDÊNCIA
MUNDIAL
VENDA
DE
TRATORES
DE
MAIOR POTÊNCIA E MAIOR NÚMERO DE FUNÇÕES
CLASSIFICAÇÃO DOS TRATORES: QUANTO A APLICAÇÃO: AGRÍCOLAS FLORESTAIS PORTA-FERRAMENTAS DE JARDIM FRUTÍCOLA
CLASSIFICAÇÃO DOS TRATORES:
QUANTO A APLICAÇÃO:
AGRÍCOLAS
FLORESTAIS
PORTA-FERRAMENTAS
DE JARDIM
FRUTÍCOLA
CLASSIFICAÇÃO DOS TRATORES: QUANTO AO TIPO DE RODADO: DE PNEUS: DE DUAS RODAS DE TRÊS RODAS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRATORES:
QUANTO AO TIPO DE RODADO:
DE PNEUS:
DE DUAS RODAS
DE TRÊS RODAS
DE QUATRO RODAS
DE ESTEIRAS
DE FERRO
DE BORRACHA
DE DUAS RODAS motocultivador ou trator de rabiças Agricultor caminha atrás do implemento Montado com
DE DUAS RODAS motocultivador ou trator de rabiças
Agricultor caminha atrás do implemento
Montado com diferentes implementos
Executa mesmas tarefas realizadas por tratores maiores
DE TRÊS RODAS Desenvolvido para trabalhos de cultivo em linhas
DE TRÊS RODAS
Desenvolvido para trabalhos de cultivo em linhas
DE QUATRO RODAS O apoio no solo se dá através de quatro rodas Tipo mais
DE QUATRO RODAS
O apoio no solo se dá através de quatro rodas
Tipo mais comum de trator
Pode ser 2 RM, 2RM com TDA ou 4 RM
DE QUATRO RODAS 2 RM e TDA ø dos pneus dianteiros inferior aos traseiros Mantém
DE QUATRO RODAS
2 RM e TDA
ø dos pneus dianteiros inferior aos traseiros
Mantém o projeto original
Tração dianteira pode ser ligada ou desligada
DE QUATRO RODAS COM 4 RM 4 x 4 Tração é sempre exercida pelos dois
DE QUATRO RODAS COM 4 RM
4 x 4
Tração é sempre exercida pelos dois eixos
Quatro rodas de mesmo ø
Direcionamento articulação do chassi, rodas
dianteiras ou pelas quatro rodas
DE ESTEIRAS INDUSTRIAL Para movimentação de terra e desmatamento Devido as suas relações de transmissão
DE ESTEIRAS
INDUSTRIAL
Para movimentação de terra e desmatamento
Devido as suas relações de transmissão e peso é
pouco adequado para trabalho agrícola
Barra de tração é o único órgão de acoplamento
DE ESTEIRAS AGRÍCOLA Desenvolvido para trabalhos agrícolas Mais leve que o industrial Possui barra de
DE ESTEIRAS
AGRÍCOLA
Desenvolvido para trabalhos agrícolas
Mais leve que o industrial
Possui barra de tração, engate de três pontos e TDP
Esteira de borracha com bitola variável (modelos
mais modernos)
TRATOR DE ESTEIRAS DE BORRACHA
TRATOR DE
ESTEIRAS DE
BORRACHA
CONSTITUIÇÃO DOS TRATORES AGRÍCOLAS DE RODAS Sistema de transmissão Sistema hidráulico Embreagem Eixo da TDP Transmissão
CONSTITUIÇÃO DOS TRATORES AGRÍCOLAS DE
RODAS
Sistema de transmissão
Sistema
hidráulico
Embreagem
Eixo da
TDP
Transmissão
Caixa de
Motor
Suporte do
eixo dianteiro
Barra de
Semi-árvore
final
câmbio
tração
Órgãos e acoplamento e transf. de energia
Mais: chassi, sistema de direção, rodados, sistema elétrico
e comandos
Peculiaridades: Acelerador de pé e de mão Freio nas rodas traseiras individual ou em conjunto Painel
Peculiaridades:
Acelerador de pé e de mão
Freio nas rodas traseiras individual ou em conjunto
Painel de instrumentos (tacômetro e horímetro)
CHASSI CONVENCIONAL Perfis de aço longitudinais reforçados por perfis transversais nos pontos de maior solicitação, que
CHASSI CONVENCIONAL
Perfis de aço longitudinais reforçados por perfis
transversais nos pontos de maior solicitação, que unem
os dois eixos e dão suporte ao motor e a caixa de câmbio
Isola os esforços a que o trator está sujeito dos demais
componentes evita avarias
Melhor isolamento das vibrações
Transmissão final
M otor
Eixo
traseiro
Caixa de Câmbio
Chassi
TRATOR COM CHASSI CONVENCIONAL
TRATOR COM CHASSI CONVENCIONAL
CHASSI MONOBLOCO: Bloco do motor e carcaças da caixa de câmbio, transmissão final e das semi-árvores
CHASSI MONOBLOCO:
Bloco
do
motor
e
carcaças
da
caixa
de
câmbio,
transmissão final e das semi-árvores
Inconveniências:
Necessidade de motores com bloco reforçado
Problemas de isolamento das vibrações operador
Possibilidade de rompimento da ligação entre partes
SISTEMA DE TRANSMISSÃO IMPORTANTE E COMPLEXO 25 – 30 % do custo FUNÇÔES: Transmitir a potência
SISTEMA DE TRANSMISSÃO
IMPORTANTE E COMPLEXO 25 – 30 % do custo
FUNÇÔES:
Transmitir a potência gerada no motor às rodas motrizes,
TDP, bomba hidráulica e outros mecanismos
Transformar o torque e velocidade do motor em torque e
velocidade necessários para a realização de determinado
trabalho
Proporcionar o controle, através do acionamento da
embreagem e troca de marchas, de mecanismos ligados a
TDP e velocidade do trator
TIPOS: MECÂNICA: Há contato direto entre os mecanismos de transmissão movimento chega até as rodas
TIPOS:
MECÂNICA: Há contato direto entre os mecanismos de
transmissão movimento chega até as rodas motrizes
de forma escalonada
HIDROSTÁTICA: O torque é transmitido por um fluido
hidraulico permite um número infinito de relações de
transmissão entre a mínima e a máxima
HIDROMECÂNICA: Associação entre a transmissão
mecânica e a hidrostática
Sistema de transmissão mecânica 23 24
Sistema de
transmissão
mecânica
23
24
EMBREAGEM FUNÇÕES: Permitir a partida do motor sem o acionamento de nenhum mecanismo de transmissão Permitir
EMBREAGEM
FUNÇÕES:
Permitir a partida do motor sem o
acionamento de nenhum mecanismo de transmissão
Permitir que se coloque o trator em movimento com
transmissão suave e progressiva da potência
Permitir a troca de marchas
Permitir o engrenamento da TDP
TIPOS: MONODISCO A SECO: Usada em tratores até 110 cv Acionamento mecânico MULTIDISCO A BANHO
TIPOS:
MONODISCO A SECO:
Usada em tratores até 110 cv
Acionamento mecânico
MULTIDISCO A BANHO DE ÓLEO:
Usada em tratores de maior potência
Discos banhados em óleo dissipação do calor
Permite a transmissão de torques mais elevados
acionamento hidráulico
Menor manutenção
Maior custo
EXCLUSIVA PARA TDP
Permite o acionamento da TDP seja feito
Geralmente múltiplos discos banhados em óleo e
com acionamento hidráulico John Deere
COMPONENTES DE UMA EMBREAGEM MONODISCO A SECO
COMPONENTES DE UMA EMBREAGEM
MONODISCO A SECO
EMBREAGEM MONODISCO A SECO Volante Molas de pressão Á rvore de m anivelas Pedal Disco Árvore
EMBREAGEM MONODISCO A SECO
Volante
Molas de pressão
Á rvore de
m anivelas
Pedal
Disco
Árvore primária
Prensa
Platô
FUNCIONAMENTO
EMBREAGEM DUPLA A) Disco de fricção principal B) Disco de fricção secundário C) Falso volante D)
EMBREAGEM DUPLA
A) Disco de fricção
principal
B) Disco de fricção secundário
C) Falso volante
D) Alavanca de acionamento
F) Prensa secundária
G) Mola prato
E) Volante
do motor
H) Alavanca de acionamento
secundária
CAIXA DE CÂMBIO FUNÇÕES: Permitir a seleção da velocidade e torque a ser transmitido as rodas
CAIXA DE CÂMBIO
FUNÇÕES:
Permitir
a
seleção
da
velocidade
e
torque
a
ser
transmitido as rodas de tração do trator
Alterar o sentido de movimento
NÃO AUMENTA A POTÊNCIA DO MOTOR
ALTERA O TORQUE E A VELOCIDADE
Sempre que se velocidade o torque
Velocidade e torque são alterados pala mudança de
marchas e não por meio da aceleração do motor
Variações de rotação do motor pequenas diferenças
na velocidade grandes reduções empregadas
CAIXA DE CÂMBIO MF275 40 30 20 10 0 n 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª
CAIXA DE CÂMBIO
MF275
40
30
20
10
0
n
10ª
11ª 12ª
Marcha
12x4
8x2
Velocidades em função da marcha desenvolvida nas
caixas 8 x 2 e 12 x 4 no modelo MF 275 da série 200.
velocidade km.h -1
CAIXA DE CÂMBIO CONVENCIONAL (engrenagens deslizantes) Engrenagem da 2ª marcha F E A G B Engrenagem
CAIXA DE CÂMBIO CONVENCIONAL
(engrenagens deslizantes)
Engrenagem da 2ª
marcha
F
E
A
G
B
Engrenagem da 1ª
marcha
CD
Para engrenamento é necessário:
⇒ Mesma velocidade tangencial dos dentes das duas engrenagens
ou
⇒ o par de engrenagens deve estar parado
CAIXA DE CÂMBIO CONVENCIONAL (engrenamento constante)
CAIXA DE CÂMBIO CONVENCIONAL
(engrenamento constante)
Mecanismo Sincronizador Equaliza a rotação da engrenagem que vai ser acoplada, com a rotação da
Mecanismo Sincronizador
Equaliza a rotação da engrenagem que vai ser acoplada,
com a rotação da árvore terciária
Troca de marcha se processa suavemente, sem risco de
danificar os mecanismos
Anel deslizante de comando com endentado interno (luva de acoplamento) Endentamento das engrenagens Anel sincronizador cônico
Anel deslizante de comando
com endentado interno (luva de
acoplamento)
Endentamento das
engrenagens
Anel sincronizador
cônico
Cone de
fricção
Árvore
terciária
Árvore
secundária
MECANISMO SINCRONIZADOR FUNCIONAMENTO
MECANISMO SINCRONIZADOR
FUNCIONAMENTO
CAIXA DE CÂMBIO DE ENGRENAGENS PLANETÁRIAS Não há mudança de marchas, basta a frenagem de um
CAIXA DE CÂMBIO DE ENGRENAGENS PLANETÁRIAS
Não há mudança de marchas, basta a frenagem de um
dos componentes do sistema para que o funcionamento do
conjunto seja alterado
Engrenagem
Engrenagem
central (solar)
Coroa
Árvore
satélite
movida
Árvore central
(motora)
Eixo dos
Porta -
satélites
satélites
FUNCIONAMENTO
As marchas são obtidas por vários sistemas planetários funcionando em conjunto
As marchas são obtidas por vários sistemas planetários
funcionando em conjunto
SISTEMA POWER SHIFT
SISTEMA POWER SHIFT
TRANSMISSÃO FINAL FUNÇÕES: Transferir o movimento da caixa de câmbio para as rodas Mudar a direção
TRANSMISSÃO FINAL
FUNÇÕES:
Transferir o movimento da caixa de câmbio para as rodas
Mudar a direção do movimento (90°)
a velocidade de giro e aumento de torque (redução 5:1)
Diferenciação da rotação nas semi-árvores das rodas
motrizes curvas
PARTES COMPONENTES:
Coroa e pinhão
Diferencial
Redução final
COROA E PINHÃO E DIFERENCIAL
COROA E PINHÃO E
DIFERENCIAL
BLOQUEIO: Impede que as planetárias (ficam unidas) girem com velocidades diferentes e que as engrenagens satélite
BLOQUEIO:
Impede que as planetárias (ficam unidas) girem com velocidades
diferentes e que as engrenagens satélite tenham movimento de rotação
REDUÇÃO FINAL TIPOS : PAR DE ENGRENAGENS CILÍNDRICAS (VALTRA e CBT) Engrenagem menor ligada a semi-árvore
REDUÇÃO FINAL
TIPOS :
PAR DE ENGRENAGENS CILÍNDRICAS (VALTRA e CBT)
Engrenagem menor ligada a semi-árvore motora =
pinhão
Engrenagem maior ligada a semi-árvore movida
(cubo de roda) = coroa
SISTEMA PLANETÁRIO (MASSEY, FORD, JOHN DEERE) Movimento é transmitido por vários pares de dentes Apresenta
SISTEMA PLANETÁRIO (MASSEY, FORD, JOHN DEERE)
Movimento é transmitido por vários pares de dentes
Apresenta menor desgaste
FUNCIONAMENTO
ÓRGÃOS DE ACOPLAMENTO E TRANSFERENCIA DE ENERGIA Funções: Transferir forças entre o implemento e o trator
ÓRGÃOS DE ACOPLAMENTO E TRANSFERENCIA
DE ENERGIA
Funções:
Transferir forças entre o implemento e o trator
comandar o movimento e a posição do implemento
em relação ao trator
permitir o intercâmbio de um implemento por outro
Órgãos de Acoplamento e transferência de energia
Barra de tração
Sistema de engate de 3 pontos (E3P)
Tomada de potência (TDP)
Sistema hidráulico auxiliar
ÓRGÃOS DE ACOPLAMENTO E TRANSFERENCIA DE ENERGIA Barra de tração Sistema de engate 3 pts Tomada
ÓRGÃOS DE ACOPLAMENTO E TRANSFERENCIA DE
ENERGIA
Barra de tração
Sistema de engate 3 pts
Tomada de potência (TDP)
Sistema hidraulico auxiliar
TIPOS DE ACOPLAMENTO Por um ponto De arrasto o implemento é livre para deslocar-se horizontalmente em
TIPOS DE ACOPLAMENTO
Por um ponto De arrasto
o
implemento
é
livre
para deslocar-se
horizontalmente em torno do ponto de engate (barra de
tração)
Por dois pontos Semi-montados
o
deslocamento
horizontal
do
implemento
é
restringido, mas o deslocamento vertical não
acoplamento é feito através dos braços inferiores
Por três pontos Montados
o deslocamento do implemento é restringido tanto
na direção vertical como na horizontal (E3P)
Integral
ENGATE DE 3 PONTOS Um dos sistemas mais importantes do trator ORDEM DE ENGATE: 1°) Ponto
ENGATE DE 3 PONTOS
Um dos sistemas mais importantes do trator
ORDEM DE ENGATE:
1°) Ponto de engate inferior esquerdo
2°) Ponto de engate superior (3º ponto)
3°) Ponto de engate inferior direito
ENGATE DE 3 PONTOS Controle automático de posição: correlaciona a posição da alavanca de controle com
ENGATE DE 3 PONTOS
Controle automático de posição: correlaciona a posição
da alavanca de controle com uma altura de trabalho
Controle automático de tração: correlaciona a posição
da alavanca de controle com a profundidade de trabalho a
qual o trator estará sujeito profundidade do
implemento será alterada pelo sistema hidráulico a fim de
que a tração mantenha-se constante
Solo duro
Solo fofo
Trajetória do
implemento
TOMADA DE POTÊNCIA - TDP Transfere energia do trator ao implemento Tipos: Proporcional rotação proporcional à
TOMADA DE POTÊNCIA - TDP
Transfere energia do trator ao implemento
Tipos:
Proporcional rotação proporcional à velocidade
de deslocamento do trator
Velocidade
constante rotação proporcional à
rotação do motor
1.000 rpm
540 rpm
2121 estrias estrias
66 estrias estrias
ø 35 ou 45mm
ø 35mm
SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR (controle remoto) ⇒ Terminais de Engate Rápido
SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR (controle remoto)
⇒ Terminais de Engate Rápido
OUTROS ACOPLAMENTOS ⇒ Engate de Três Pontos Frontal e TDP Frontal
OUTROS ACOPLAMENTOS
⇒ Engate de Três Pontos Frontal e TDP Frontal
RODADOS São os elementos de interface máquina-solo
RODADOS
São os elementos de interface máquina-solo
PNEUS Partes constitutivas de um pneu agrícola de tração:
PNEUS
Partes constitutivas de um pneu agrícola de tração:
TIPOS DE CONSTRUÇÃO DA CARCAÇA: Carcaça Diagonal Camadas de material têxtil (lonas) são dispostas diagonalmente em
TIPOS DE CONSTRUÇÃO DA CARCAÇA:
Carcaça Diagonal
Camadas de material
têxtil (lonas) são dispostas
diagonalmente em relação
ao plano médio da banda
Favorece a rigidez dos
flancos
e
da
banda de
rodagem
TIPOS DE CONSTRUÇÃO DA CARCAÇA: Carcaça Radial As lonas vão de talão a talão, formando um
TIPOS DE CONSTRUÇÃO DA CARCAÇA:
Carcaça Radial
As lonas vão de talão a
talão, formando um ângulo
de 90° com o plano médio
da banda de rodagem.
Os flancos e a banda de
rodagem são mais flexíveis
PNEUS RADIAS X PNEUS DIAGONAIS ☺ Aumento do coeficiente de tração; ☺ Superfície de contato com
PNEUS RADIAS X PNEUS DIAGONAIS
Aumento do coeficiente de tração;
Superfície
de
contato com
o
solo,
15
a
20%
superior, ao diagonal de mesma medida;
Menor resistência ao rolamento;
Possibilidade de utilização de menores pressões
internas, para uma mesma carga.
Preço mais elevado
Tipos de pneus agrícolas: Classificação Símbolos Características Pneus para rodas motrizes de tratores e colhedoras. Tração
Tipos de pneus agrícolas:
Classificação
Símbolos
Características
Pneus
para
rodas
motrizes
de
tratores e colhedoras.
Tração
R - 1
Indicados para trabalhos em solos
com boas características de tração.
São os mais usados.
Pneus
para
rodas
motrizes
de
tratores e colhedoras.
R - 2
Indicados para solos inconsistentes,
moles e excessivamente úmidos.
São
largamente
utilizados
em
operações
na
lavoura
de
arroz
irrigado.
Tipos de pneus agrícolas: Classificação Símbolos Características Pneus para eixos direcionais não tracionados de tratores e
Tipos de pneus agrícolas:
Classificação
Símbolos
Características
Pneus
para
eixos
direcionais
não
tracionados de tratores e colhedoras.
Direcionais
F - 1
Apresenta um ressalto (raia) ao longo
de seu plano médio.
Transporte
I
- 1
Pneus para uso em implementos
carretas.
e
Pneus especialmente desenvolvidos
para
rodas
motrizes
de
Tração/Moto
G - 1
motocultivadores e microtratores.
cultivatores
O desenho de sua banda de rodagem
se assemelha ao dos pneus R - 1.
Dimensões dos Pneus ⇒ Polegadas: Pneu 18.4R30 R-1 18.4 largura da seção do pneu em
Dimensões dos Pneus
⇒ Polegadas: Pneu 18.4R30 R-1
18.4 largura da seção do pneu em polegadas
R indica construção radial da carcaça
(para a construção diagonal é omitida)
30 diâmetro interno do pneu em polegadas
R-1 classificação de uso do pneu (tração)
Tubeless = Não necessita de câmara de ar
Dimensões dos Pneus ⇒ Métrico: Pneu 650/65 R38 8PR 650 largura da seção do pneu
Dimensões dos Pneus
⇒ Métrico: Pneu 650/65 R38 8PR
650 largura da seção do pneu em mm.
65 relação entre a altura e a largura.
A altura corresponde a 65% de sua largura.
R indica a construção radial da carcaça.
38 diâmetro interno do pneu em polegadas.
8PR capacid. carga (Ply rating) do pneu - 8 lonas
PRESSÃO DE INSUFLAGEM Pressão de insuflagem ou Pressão Interna • Carga aplicada sobre o rodado
PRESSÃO DE INSUFLAGEM
Pressão de insuflagem ou Pressão Interna
• Carga aplicada sobre o rodado peso próprio do
veículo (trator ou colhedora), considerando-se a
distribuição de pesos entre os eixos, a adição de lastros
sólidos e/ou líquidos, o suporte de máquinas e acessórios
• Quanto maior a carga sobre o rodado maior a pressão de
insuflagem
• Pressão de insuflagem incorreta fator que mais contribui para avarias e desgaste prematuro dos pneus
Pressão de insuflagem incorreta fator que mais
contribui para avarias e desgaste prematuro dos pneus
agrícolas
⇒ Pressões Deficientes:
• Causam excessiva flexão da carcaça
• Redução da resistência dos flancos do pneu
• Desgaste irregular da banda de rodagem
• Favorecem o deslizamento do pneu sobre o aro
⇒ Excesso de Pressão:
• Prejudica o desempenho do trator
• Maior compactação do solo
Correta
• Possibilidade de rompimento da carcaça
DISTRIBUIÇÃO DE CARGA NOS EIXOS DO TRATOR Percentagem do peso total por eixo Tipo de Tração
DISTRIBUIÇÃO DE CARGA NOS EIXOS DO
TRATOR
Percentagem do peso total por eixo
Tipo de Tração
Estático ( % )
Operação ( % )
Dianteiro
Traseiro
Dianteiro
Traseiro
2 RM
30
70
15
85
TDA
40
60
40
60
4 x 4
60
40
50
50
Obs.: Valores de referência
PNEUS DIRECIONAIS VELOCIDADE MÁXIMA 32 km.h -1 Pressão de inflação - kPa (lb.pol -2 ) MEDIDA
PNEUS DIRECIONAIS
VELOCIDADE MÁXIMA 32 km.h -1
Pressão de inflação - kPa (lb.pol -2 )
MEDIDA
165
190
220
250
275
305
330
360
385
41
440
470
DO
(24)
(28)
(32)
(36)
(40)
(44)
(48)
(52)
(56)
(60)
(64)
(68)
PNEU
CARGA POR PNEU EM Kg
6.00-16
(4)
(6)
(8)
545
625
345
380
415
455
485
515
570
600
655
675
7.50-16
(4)
(6)
(8)
(10)
555
610
660
705
750
790
830
870
910
945
980
500
7.50-18
(4)
(6)
(8)
(10)
540
600
660
715
765
810
855
900
945
985
1025
106
5
10.0-16
795
885
965 1050
1120
1195 1270
1345
1420
Nota: Números entre parênteses indicam a capacidade de lonas para a qual a carga sublinhada e a
pressão de inflação indicadas são as máximas.
PNEUS DE TRAÇÃO MEDIDA VELOCIDADE MÁXIMA 32 km.h -1 Pressão de inflação - kPa (lb.pol -2
PNEUS DE TRAÇÃO
MEDIDA
VELOCIDADE MÁXIMA 32 km.h -1
Pressão de inflação - kPa (lb.pol -2 )
DO
95
110
125
140
150
165
180
190
210
220
(14)
(16)
(18)
(20)
(22)
(24)
(26)
(28)
(30)
(32)
PNEU
CARGA POR PNEU EM Kg
12.4-28
930 (4)
1080
1150
1210
(6)
1005
1275
12.4-36
1050 (4)
1250
1330
1405
(6)
1165
1480
12.4-38
1080 (4)
1250
1330
1405
(6)
1165
1480
13.6-38
(4)
1375
1475
1570 (6)
1275
1660
14.9-24
1225
1325 1420
(6)
1595
1680 (8)
1510
1760
14.9-28
1310 1415
1515
(6)
1705
1795 (8)
1965
2045
(10)
1615
1880
2120
16.9-30
1770 (6)
2020
2135
(8)
1895
2245
18.4-26
(6)
2130
(8)
2395
2520
(10)
2760
2870
(12)
1990
2270
2645
2985
18.4-30
(6)
2275
(8)
2555
2685
(10)
2955
3050
(12)
2120
2420
2815
3180
18.4-34
(6)
2415
(8)
2715
2855
(10)
3135
3250
(12)
2250
2565
2990
3375
18.4-38
(6)
2555
(8)
2870
3020
(10)
3305
3440
(12)
2380
2715
3165
3575
23.1-26
(8)
3055
(10)
3435
(12)
3785
(14)
2850
3250
3615
3950
23.1-30
(8)
3250
(10)
3655
(12)
3035
3460
3845
28.1-26
(10)
(12)
3960
(14)
3540
3760
4180
Nota: Números entre parênteses indicam a capacidade de lonas para a qual a carga sublinhada e a
pressão de inflação indicadas são as máximas.
PRESSÃO EXERCIDA PELO PNEU NO SOLO Pressão = Peso / Área A = 0,87L x
PRESSÃO EXERCIDA PELO PNEU NO SOLO
Pressão = Peso / Área
A = 0,87L x 0,31Dt
Dt
= Di + 2 (L x 80 a 90%)
Onde:
L = Largura do Pneu (cm)
Dt = Diâmetro Total (cm)
LASTRO: É o peso móvel que se adiciona ou se retira do trator. a) Lastro
LASTRO:
É o peso móvel que se adiciona ou se retira do trator.
a) Lastro metálico Fixado às rodas dianteiras ou
traseiras ou, ao pára-choque dianteiro
b) Lastro líquido Introdução de água no interior do pneu
(inferior a 75% do volume interno)
FINALIDADES DO LASTRO • Manter o patinamento das rodas motrizes em níveis aceitáveis • Aumentar a
FINALIDADES DO LASTRO
Manter o patinamento das rodas motrizes em níveis
aceitáveis
• Aumentar a potência disponível na barra de tração
• Manter o peso suficiente sobre o rodado dianteiro, para
permitir o direcionamento do trator
EXCESSO DE LASTRO • Consumo excessivo de combustível • Desgaste prematuro dos elementos mecânicos da transmissão
EXCESSO DE LASTRO
• Consumo excessivo de combustível
• Desgaste prematuro dos elementos mecânicos da
transmissão
• Danos a estrutura do solo
• Aumento da resistência ao rolamento
FALTA DE LASTRO
• Danos a estrutura do solo por excesso de patinamento
• Desgaste prematuro dos pneus
• Consumo excessivo de combustível
DIMENSÕES BÁSICAS DE UM TRATOR a) Bitola traseira b) Bitola dianteira c) Vão livre vertical
DIMENSÕES BÁSICAS DE UM TRATOR
a)
Bitola traseira
b)
Bitola dianteira
c)
Vão livre vertical
d)
Vão livre horizontal
e)
Altura máxima
f)
Largura máxima
DIMENSÕES BÁSICAS DE UM TRATOR L Bitola traseira Bitola dianteira Vão livre vertical H Vão livre
DIMENSÕES BÁSICAS DE UM TRATOR
L
Bitola traseira
Bitola dianteira
Vão livre vertical
H
Vão livre horizontal
Altura máxima
Vlh
Vlv
Largura máxima
B t
B d
REGULAGENS DA BITOLA DIANTEIRA DO TRATOR Eixo dianteiro extensível de tratores 2RM
REGULAGENS DA BITOLA
DIANTEIRA DO TRATOR
Eixo dianteiro extensível de tratores 2RM
REGULAGENS DA BITOLA TRASEIRA DO TRATOR Sistema de variação de bitola traseira com pinhão e cremalheira
REGULAGENS DA BITOLA TRASEIRA DO
TRATOR
Sistema de variação de
bitola traseira com pinhão
e cremalheira (cubo móvel)
Sistema de variação de bitola traseira com pinhão e
cremalheira (cubo móvel)
REGULAGENS DA BITOLA TRASEIRA DO TRATOR Sistema de variação de bitola com aro deslizante
REGULAGENS DA BITOLA TRASEIRA DO
TRATOR
Sistema de variação de bitola com aro deslizante
SISTEMA DE DIREÇÃO FUNÇÃO: Permitir a mudança de direção de movimentação do trator COMO ... TRATORES
SISTEMA DE DIREÇÃO
FUNÇÃO:
Permitir a mudança de direção de movimentação do trator
COMO ...
TRATORES DE RABIÇAS: Através de embreagens
independentes em cada roda
TRATORES DE ESTEIRAS: Frenagem da esteira interna
TRATORES QUATRO RODAS:
Movimentação dos rodados dianteiros e/ou traseiros
Através de articulação do chassi (parte traseira)
e e f d f c b a TRATORES QUATRO RODAS COM ACIONAMENTO MECÂNICO a) Volante
e
e
f
d
f
c
b
a
TRATORES QUATRO RODAS COM ACIONAMENTO MECÂNICO
a) Volante b) coluna c) caixa d) barra e) braços f) rodas
TRATORES QUATRO RODAS COM ACIONAMENTOHIDRÁULICO a) Volante b) válvula de distribuição c) cilindro hidráulico d) bomba
TRATORES QUATRO RODAS COM ACIONAMENTOHIDRÁULICO
a) Volante b) válvula de distribuição c) cilindro hidráulico d) bomba
TRATORES QUATRO RODAS COM ARTICULAÇÃO DO CHASSÍ
TRATORES QUATRO RODAS COM ARTICULAÇÃO DO CHASSÍ
ACABOU ... UFA!!!!!
ACABOU ...
UFA!!!!!