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julho/2ooo

 

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Quatmanos

detmbalho

alegria de muitos cooperados

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Independência, seriedade, qualidade

I

orgulho

A Bangraf transformou-se numa das

maiores gráficas de São Paulo.

Atende a diversas editoras e imprime

alguns dos títulos mais prestigiados

da grande imprensa. Trabalha para

várias entidades sindicais e da sociedade

civil. Disputa espaço no mercado com

seriedade, oferecendo serviços de qualidade no mesmo

nível de gráficas tradicionais. Mas o mais importante:

a Bangraf é uma gráfica independente dos interesses

empresariais e do governo. Pertence aos bancários de

São Paulo, Osasco e região e é um motivo de orgulho

para todos os trabalhadores, pois assegura liberdade e

f

autonomia na comunicação impressa. E uma

Dinheiro pel

ladrão

y ^

W*

conquista que nasceu pequena para

imprimir a Folha Bancária e os

materiais utilizados pelo Sindicato na

mobilização da categoria. Hoje é uma

grande conquista da sociedade.

Bangraf: Rua Bertolina Maria, 191, & 6947-0265, e-tnail:

bangraf@bangraf.com.br

Revista da Bancoop Publicação trimestral da Cooperativa Habitacional dos Bancários Rua Libero Badaró, 152, 5° andar, Centro, São Paulo, CEP 01008-000,

« (11) 3104-8112

Internet

www.bancoop.com.br e-mail: bancoop@bancoop.com.br

coop

Presidente Luiz Eduardo Matheiro

Diretor Administrativo-financeiro João Vaccarí Neto

Diretor Técnico

Ricardo Berzoini

Editora Doralice Lopes de Almeida (Mtb 22.564)

Editoração Eletrônica Virgínia Leite

Fotos

Jaitton Garcia

Publicidade

^ (011)6946-5355

Fotolito

GrophBox

Impressão

Bangrafv

(11)6947-0265

Tiragem 10 mil exemplares

Apoio

Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região BID

O tempo não pára

P arece que foi on-

tem que um gru-

po de diretores

>

do Sindicato se reuniu para buscar uma solução para o principal problema apontado pela categoria: os altos valo- res dos aluguéis e as di- ficuldades para se con- quistar a casa própria. A alternativa veio com a criação da Bancoop - Cooperativa Habitacio- nal dos Bancários, que tinha por objetivo fazer com que os trabalhado- res transformassem o sonho da casa própria em realidade, pagando um preço justo, sem os ^ juros abusivos do mer- cado e os longos anos de financiamento.

Passados quatro anos de muito trabalho, luta, realiza- ções e alegria, o resultado é que mais de 500 cooperados

já pegaram as chaves da casa própria e outros quase 3.300

fazem parte de um dos 18 empreendimentos da Bancoop. Nas páginas centrais você confere o balanço da Bancoop nesses quatro anos e os desafios para o próximo período.

O principal é encontrar uma alternativa para os trabalha-

dores que, em função de seus salários, não conseguem, ao mesmo tempo, pagar o aluguel, a prestação e esperar a construção das unidades da Bancoop Como o tempo não pára, mais iniciativas estão surgin- do. Á mais recente é o Projeto Moradia, criada pelo Insti- tuto Cidadania em parceria com a Bancoop. O objetivo do projeto é dar moradia digna para todos com prestações condizentes com os salários e subsídios governamentais. Nas páginas 6 e 7 você terá a oportunidade de saber mais sobre o projeto.

»*

Painel do leitor

Aniversário

"Quero parabenizar a todos aqueles que fizeram da Bancoop, que está completando quatro anos, uma realidade. Parabéns e muito sucesso! Obrigado por tor- narem meu sonho realidade. Es- tou muito feliz com a minha casa própria conseguida com o empe- nho de todos!"

Rogério Munitor de Oliveira, morador do Veredas do Carmo, Edifício Brasil

Viílage Palmas

"Eu e acho que todos os associa- dos ao empreendimento estamos preocupados com a demora da aprovação do projeto pela prefei- tura. Embora tenha recebido in- formações nos boletos e acessado semanalmente o site da Bancoop, gostaria de receber informações mais detalhadas sobre o anda- mento do processo na prefeitura e as razões da demora do mesmo"

Valdecir Almeida de Souza

Resposta - Em função da extensa área verde do local, o projeto precisa ser aprovado em três áreas distintas da Prefeitura. Existem árvores que não podem ser derrubadas, apenas trans- plantadas. Por isso, a demora na aprovação. Mas as obras já estão iniciadas e as unidades deverão ser entregues nos prazos estabe- lecidos.

Internet

"Gostaria que na página da Bancoop fosse informado o valor e a forma de pagamento dos imó- veis que já estão em fase de cons-

trução e se existem unidades dis- poníveis, pois são informações es- senciais para a aquisição" masuquini (por e-mail)

Resposta - Vamos analisar a pos- sibilidade de colocar o preço total da unidade. Qiiando a unidade disponível é uma transferência, a sua forma de pagamento depende- rá âe quanto o antigo cooperado havia pago. )á a quantidade de unidades disponíveis sofre altera- ções constantes e a prioridade é para os cooperados que deixaram seu nome na lista de espera. Por isso, é inviável colocar tal infor- mação na Internet.

Portal do jabaquara

"Pela segunda vez estou man- dando este comunicado, sendo que no primeiro não obtive res- posta. O nome do Portal do Jaba- quara pertence, também, a um edifício localizado no n° 4.573 da mesma avenida. Seria interessan- te pensar em mudar o nome do condomínio, pois, imagine a con- fusão com entrega de correspon- dências por parte do correio como talão de cheques, cartão de crédito e outros documentos im- portantes?" Luiz Augusto F. Costa

Resposta - Infelizmente, não re- cebemos sua primeira corres- pondência. Para os correios, o que interessa é a numeração da avenida e não o nome ao em-

preendimento- Como cada um

possui um número distinto, não

haverá a confusão citada pelo cooperado.

Sugestão

"Gostaria de sugerir a constru-

ção de um empreendimento pró- ximo à Rodovia Raposo Tavares.

O local possui uma ótima infra-

estrutura, com supermercados como Carrefour e Sé, shopping

center, universidades (USP,

FIEO). Além disso, o local

fica próximo a grandes centros bancários como a matriz do Bra- desco e as concentrações do Uni- banco Raposo Tavares e Eusébio

UNIP,

Matoso. Acredito que tais fatores garantiriam grande demanda pelo empreendimento." Marcos António

Júnior

Rodrigues

Resposta - Estamos procurando terreno na região e fazendo vários estudos. Assim que conseguirmos uma área que reúna boa localiza- ção e condições de pagamento, es- taremos lançando o empreendi- mento.

Parque das Flores

"Gostaria de saber porque a home page referente ao Parque das Flores não é constantemente atualizaâa, visto que há tempos não obtenho novas informações sobre o andamento das obras." Márcia Regina Meneghim

Resposta - No início de cada mês o andamento de todas as obras da Bancoop é atualizado na home page. Além disso, mensalmente é editado e enviado para o endereço

do cooperado o Jornal da Bancoop

que também presta contas do an- damento das obras. Trimestral- mente é editada a Revista Ban- coop com o andamento das obras. Infelizmente, não é possível fazer uma atualização num menor es- paço de tempo porque certas eta- pas da obra não são encerradas em um mês.

Mais lançamentos

Com o

Torres da Mooca e Praias de Ubatuba, Bancoop fecha q

o semestre

com dezoito empreendimentos

A partamentos a preço

de custo na Mooca, a apenas

10 minutos do centro da cida-

de e mais uma opção para os cooperados. São unidades de dois e três dormitórios (suíte), uma vaga de gara- gem e área de lazer que inclui salão para jogos e festas, piscina, playground e churrasqueira. Localizado na rua Ma- rina Crespi 160/162, o empreendimen- to Torres da Mooca é o 17° da Ban- coop, e seu primeiro prédio deverá ser entregue em dezembro de 2002. Os interessados na compra de um dois dormitórios vão pagar prestações mensais de R$ 472,42. A entrada é de R$ 2.770, com preço total de R$ 44.340. Já o apartamento com três quartos sai por R$ 54.300, com mensais de RS 575,20 e entrada de R$ 3.380. O prazo para pagamento é de até 54 me- ses. Pode-se utilizar o FGTS durante a

construção, de acordo com as regras de liberação do saldo. No fechamento

desta

somente

dois

disponíveis.

edição

haviam

unidades de

dormitórios

Praias de Ubatuba -

Localizado na Praia Grande, em Ubatuba, o empreendimento possui uni- dades de dois dormitórios com suíte, área útil aproximada de 53m2, sala de jantar/estar com varanda, co- zinha, área de serviço e uma vaga para carro. A área social conta com piscina, churrasqueira e playground. A unidade de dois dormitórios tem preço de custo de R$ 47.500, sendo

em

entrada

duas parcelas),mensais de R$ 473,30, anuais a partir de R$ 2.850 e chaves de R$3.230. Na cobertura serão duas suítes, chur- rasqueira e solarium privativos e área útil aproximada de 100m2. O preço de

de R$

2.880

(dividida

Perspectiva do Praias de Ubatuba

custo é de R$ 71.250, com entrada de R$ 4.320 (em duas parcelas de R$ 2.160), mensais de R$ 709,95, anuais da partir de R$ 4.275 e chaves de R$ 4.845. Nas duas opções o prazo de pa- gamento é de até 59 meses.

Escolha o seu - Além dos lançamentos, existem vagas de transferência em al- guns empreendimentos. Consulte a Bancoop para saber as vagas disponí- veis e as condições de pagamento. Quem não é cooperado precisa adqui- rir a cota-parte de R$ 75. A inscrição nos empreendimentos é de R$ 280.

Que tal seu produto chegar na casa de mais de 10

mil leitores?

Anuncie na revista

(11)6946-5355

Moradia dignapara

O Projeto Moradia propõe o desenvolvimento urbano e a erradicação do déficit habitacional através do poder público, da iniciativa privada e da sociedade civil

E m 1970, apenas 1% da popula-

ção da Grande São Paulo vivia

era favelas. Em 1995, esse per-

centual saltou para absurdos 20%. Nas outras capitais o quadro é ainda mais grave: em Belo Horizonte temos 25% da população vivendo em favelas; 28% no Rio de Janeiro; 33% em Salvador e assustadores 50% em Belém. É bom lembrar que esses são apenas alguns exemplos e que quando observarmos as palafítas de Manaus a situação se agrava ainda mais, Preocupado com esta situação indig- na, o Instituto Cidadania elaborou o Projeto Moradia que é urna proposta de desenvolvimento urbano e erradica- ção do déficit habitacional. Para tanto, a proposta envolve o poder público nos três níveis e sua articulação com a ini- ciativa privada e as organizações da so- ciedade civil. Afinal, a magnitude do problema exige medidas de amplitude nacional edescentralizada. O Projeto Moradia inclui uma propos- ta para reconstruir as cidades deteriora-

das pela ocupação irregular do solo que é resultado da falta de alternativas habita- cionais para a maior parte da população. Afinal, enchentes, desmoronamentos, poluição dos recursos hídricos, erosões, violência são acontecimentos que vira- ram rotina no Brasil urbano. O projeto, aponta, ainda, mecanismos para baratear a produção e facilitar o acesso ao crédito para as camadas mais pobres, que não têm renda suficiente para pagar por ela.

Obsessão - "Para muitos a casa pró- pria é algo tão distante que se torna urna obsessão porque o valor pago de aluguel fica mais alto, é preciso mudar de casa, mudar os filhos de escola, per- de-se vizinhos, depara-se com enchen- tes. E eu tive essa obsessão", contou Luiz Inácio Lula da Silva, conselheiro do Instituto Cidadania na apresentação do Projeto Moradia, em maio. Para Lula, o Brasil nunca tratou o pro- blema da habitação com seriedade. "Bas- ta sobrevoar São Paulo para ver o desas- tre que está a cidade. E criminoso o que

todos

se faz senão com a autorização, mas com

a conivência dos poderes públicos. Afi-

nal, não há preocupação com a ocupação

desordenada e, depois, somos obrigados

a presenciar a retirada das pessoas."

Por tudo isso, o Projeto Moradia não pensa só na moradia. Pensa, também, no saneamento, no transporte, na ilu- minação, no asfalto. "Realizar o projeto contribui, também, decisivamente, para

a retornada do crescimento e para a ge-

ração de empregos. Toda família sonha com uma moradia digna. Milhões de fa- mílias brasileiras estão longe disso. Re-

cursos existem. Deixar a situação como está custa muito mais caro para toda a sociedade. Vamos, portanto, tornar esse sonho realidade", escreve Lula na apresentação do Projeto Moradia.

Descaso - O déficit habitacional no Brasil chega a 5,5 milhões de moradias, sendo 3,9 milhões na zona urbana, e são necessárias mais 600 mil novas ha- bitações por ano. As estatísticas mos- tram, ainda, que, desse déficit, 65% correspondem à população mais pobre,

ou seja, com renda familiar de até três salários mínimos, na zona urbana. Na

zona rural, 80% do déficit atinge as fa- mílias com renda de até dois salários mínimos.

A

situação dessas faixas da população

é total descaso e abandono: de 1995

de

a 1999, o financiamento à habitação

com recursos do FGTS (Fundo de Ga- rantia por Tempo de Serviço) alcançou R$ 6 bilhões. Desse valor, apenas RS 700 milhões, ou pouco mais de 10% ,foram destinados ao Pró-Moradia, programa voltado para o financiamen-

to a municípios, para atendimento da

população de baixa renda (urbanização

de favelas, áreas de risco).

Recursos - Nos últimos anos, segundo dados do Projeto Moradia, nem mesmo os recursos reservados no orçamento do FGTS para financiar moradias fo- ram totalmente -utilizados porque a

Ricardo Berzoini, Lula, Luiz Malhetro e João Vaccari no lançamento do Projeto Moradia

maioria absoluta da população não dis- põe de renda suficiente para atender às condições do financiamento. Se, como

já foi dito, 65% do déficit habitacional

urbano está concentrado nas famílias

com renda de até três salários mínimos,

a solução do problema passa, necessa-

riamente, por uma ampla política de subsídios. Assim, o projeto prevê que o FGTS seja a principal fonte de recursos para o financiamento da habitação. Outra fonte seria o ICMS cuja aíí- quota de 17%, que incide sobre alguns produtos, passaria para 18%. O supera- vit gerado com isso na arrecadação total do ICMS seria destinado a um Fundo Estadual de Moradia, com a finalidade

específica de sustentar a política de sub- sídios. Seria a parte dos estados e muni- cípios no projeto. A União entraria com parte do que os estados e municípios pagam na rolagem de suas dívidas.

União de todos - A implementação in- tegral do projeto exige que todas as instâncias de governo passem a priori- zar a habitação e, sobretudo, o governo federal articule o conjunto dos agentes envolvidos para colocar em prática as propostas que o integram. "Espero que as concordâncias e as discordâncias em relação às propostas fiquem explícitas para que o Projeto Moradia possa se- guir em frente", salienta Lula.

O exemplo da Bancoop

S egundo dados do Projeto Mo- radia, empresas privadas atuan- do como cooperativas forarn

responsáveis por mais de 50% dos lançamentos residenciais no mercado legal, barateando o produto e am- pliando o acesso à moradia para a po- pulação de faixas de renda excluídas, até então, do mercado. "Como parte do esforço de autofi- nanciamento, experiências de alguma cooperativas de sindicatos de traba- lhadores têm sido notáveis. A Coo- perativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, responsável por 17 lançamentos em quatro anos, consti-

tui um exemplo a ser seguido ern re-

lação ao preço e qualidade do

to e à capacidade gerencial", afirma o

Projeto Moradia. Outra forma que apresenta bons resultados é a construção por auto- gestão onde uma cooperativa ou um grupo organizado de famílias administra a execução da obra. A consequência é a otimização dos custos da obra, a elevação da quali- dade das moradias, redução dos prazos de execução e estímulo a processos de participação no en- frentamento de outros problemas urbanos e sociais.

produ-

Odireitode viver bem

P ara o movimento sindical, morar bem sempre foi qualidade de vida. Assim, a preocupação com habi- tação é constante. Nesta

entrevista, Augusto Cam- pos, ex-presidente do Sindicato dos Bancários em 1979, conta o que mu- dou desde então. Para ele, a Bancoop é a concretização do ideal de auxiliar o trabalhador a exercer sua cidadania e morar com dig- nidade. Junto com a Bancon, a coope- rativa atende ao direito universal da

moradia.

Revisto Bancoop - A preocupação do movimento sindical com habita- ção érecente?

Augusto Campos - Até 1964, antes do Golpe Militar, existiam os IAP's. Os bancários ganharam destaque no IAPB (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários) e construíram vários conjuntos habitacionais. O principal deles foi o Conjunto dos Bancários do Mandaqui, na Zona Norte. Após o gol- pe, o governo militar extinguiu os IAP's, criou o INSS e proibiu os sindi- catos de constituírem cooperativas. Então, a preocupação vem desde aque-

la época.

Em 1979, quando ganhamos as elei- ções no Sindicato, queríamos resgatar a tradição e a luta dos bancários por me- lhores condições de vida e de trabalho.

E morar bem é qualidade de vida.

RB -

Corno você vê a

Bancoop?

Augusto - A Bancoop

é a concretização daquele

ideal de buscar qualidade de vida. E a prova de que os trabalhadores são ca- pazes de fazer o que o governo não consegue, ou seja, cons- truir imóveis com qualidade, preço, boa localização e sem os juros abusivos do mercado. A cooperativa contribui, também, para diminuir o déficit habi- tacional. No entanto, a sociedade tem de continuar cobrando do governo ações para eliminar esse déficit e ga- rantir moradia digna para todos os ci- dadãos. Além disso, como é um espaço de-

mocrático, a Bancoop aceita as críticas

e sugestões dos cooperados, como nos

apartamentos modelo, para aperfei- çoar cada vez mais os novos empreen- dimentos.

RB-A cooperativa aceita trabalha- dores de outras categorias. Isso é im- portante?

Augusto - Sim, porque a Bancoop, assim como a categoria, não tem um pensamento corporativista. Quando a ideia é boa, deve ser compartilhada com toda a sociedade. Não pode ser privilé- gio de uma classe, de um grupo restrito de trabalhadores. Os bancários sempre tiveram preocupação social muito gran-

de, tanto que estão presentes nos movi- mentos populares, cobrando a punição dos culpados nas irregularidades dos governos. Isso tudo é cidadania.

RB -

con?

Qual a importância da Ban-

Augusto -

A Bancon também é dos

trabalhadores e, por isso, os valores de condomínio pagos pelos moradores são menores do que os de mercado. Pode, ainda, incentivar a participação dos tra- balhadores e moradores na vida comu- nitária, não só dentro do empreendi- mento, mas também, na utilização dos espaços públicos como praça e parques. Desta maneira, ampliam-se ainda mais as opções de lazer.

RB-A Bancoop e a Bancon secom- pletam?

Augusto - Sim, porque a Bancoop atende ao direito universal que é a mora- dia digna. A Bancon atende a outro direi- to universal que é o lazer através de uma ação solidária entre os moradores. E am- bas geram empregos num momento em que o Brasil atravessa uma grave crise.

Utilize bem o seu imóvel

Manual do Usuário possui informações importantes sobre a unidade, conservação e reformas

O objetivo do Manual do usuá- rio é auxiliar os cooperados na correta utilização e manuten- ção do imóvel assegurando,

assim, sua qualidade. Estão contidas no manual informações como característi-

cas construtivas, conformação dos am- bientes, cuidados necessários durante

as operações de limpeza e conservação,

além de algumas dicas sobre segurança

e economia. Assim, a leitura atenta e

integral do manual é imprescindível, tanto pelo proprietário quanto por to- dos os usuários do imóvel. Caso a uni- dade seja vendida ou alugada, o repasse de cópia do manual para os novos mo- radores é de extrema importância. Os materiais e equipamentos utiliza- dos são de boa qualidadee os principais constam de um quadro resumo, assim como, o endereço e telefone de seus fa- bricantes e fornecedores.

Fixação de acessórios - O manual dá vá- rias dicas na hora de fixar quadros, armá-

Fones: (13)

rios, cortinas e outros elementos que necessitam de furacão, como verificar se não passam tubulações hidráuli- cas/elétricas; instruir marceneiros para que ao executarem móveis sob as pias de banheiro e cozinha não batam ou retirem os sifões e ligações flexí- veis evitando vazamentos; evitar per- furação da parede próxima ao qua- dro de luz e nos alinhamentos de in- terruptores e tomadas porque po- dem causar acidentes elétricos. Antes de realizar qualquer fura- cão, consulte as figuras do manual que indicam onde passam as tu- bulações de água, energia e gás.

Mais dicas - Os problemas mais co- muns nas instalações elétricas e suas soluções, além de cuidados com a ener- gia, também estão presentes no ma- nual. Outras dicas importantes são em relação a iluminação de emergência, prevenção e combate à incêndio, como utilizar o aquecimento central à gás e

tecnosul

sobre a conservação de pisos, azulejos, louças, metais, esquadrias e pinturas, inclusive com instrução de como pro- ceder para a limpeza. Observando todas as dicas e infor- mações constantes no manual o coope- rado irá evitar transtornos e terá sua unidade bem conservada.

rata

Temos disponíveis unidades prontas

com 1,2 e 3 dormitórios

comfacilidade

de

pagamento

c

Participações e empreendimentos Urda. 387-4600 / 481-2046 - E-mail: promillenium@gnet.com.br

Quatro anosde muitas realizações

São 537 unidades entregues e, até o final do ano, outros 561 cooperados devem pegar suas chaves

o dia 18 de junho a Bancoop completou quatro anos de existência realizando o sonho de muita gente. São pessoas que acreditaram na cooperativa como alternativa para aquisição da casa pró- pria e o resultado é que deixaram de pagar aluguel e realizaram um sonho que parecia muito distante. Em alguns casos, pagar o aluguel e as prestações foi um verdadeiro desafio e, talvez, o imóvel que compraram seja o primeiro e único de suas vidas. "A alegria de pe- gar as chaves do imóvel próprio e dei- xar o aluguel para trás é indescritível", afirma Sílvia Nascimento, cooperada do Torres de Pirituba. Os cooperados são unânimes quan- do questionados sobre quais os moti- vos que os levaram a adquirir urna uni- dade no empreendimento: preço, pra- zo, qualidade e segurança. "Sempre acreditei na Bancoop. Jamais compra- ria um imóvel pelo sistema financeiro, porque o financiamento é tão longo que corremos o risco de morrer sem

quitá-lo", disse Eva Lavezo, no sorteio do primeiro prédio do Praia Grande. "Â Bancoop caiu do céu porque tem preço bem abaixo do mercado e quali- dade", ressaltou Helena Chiniara ao pegar as chaves da sua unidade no Mo- radas da Flora.

"A alegria de ver os cooperados nos dá a certeza de que estamos no cami- nho certo e temos mais força para con- tinuar lançando empreendimentos que atendam aos diversos níveis de renda dos cooperados", garante Luiz Malhei- ro, presidente da Bancoop. Essa alegria

O crescimento da cooperativa

A Bancoop em dezembro/96

A Bancoop

Total de empreendimentos

Total cooperados

Unidades emprodução

Unidades entregues

Unidades a serem entregues atédez/2ooo

Orçamento dos empreendimentos R$ 22 milhões R$ 192 milhões

Empregos gerado s (diretos/indiretos ) 10 mil

é comprovada pela frase de Ana Lúcia Zelli, no sorteio do segundo prédio do Veredas do Carmo: "Hoje é a realiza- ção de um sonho que a gente se empe- nha e consegue. Estou tão feliz que já liguei para minha irmã contando que fui sorteada".

Fator social - Anualmente, a Bancoop está com dezoito empreendimentos lançados e corn as entregas previstas para este ano, totalizará 1.098 aparta- mentos disponíbilizados em apenas quatro anos. O valor das unidades che- ga a ser até 50% menor do que no mer- cado. Um bom exemplo é o caso de uma cooperado do Parque Mandaqui que adquiriu a unidade para vendê-la e comprar uma casa, já que não se adap- ta em apartamento. Segundo a coope- rada, o corretor avaliou a unidade de três dormitórios em R$ 100 mil. Vale ressaltar que o valor que o cooperado paga pelo apartamento é R$ 5 5 mH.

Cooperativa adota crianças deficientes

m Bancoop tomou conhecimento

£\ e uma escola estadual especia-

f \a na educação de crianças

carentes com deficiência auditiva e mental. A escola atendia apenas a dez crianças, íaltava de tudo e o governo queria, ainda, fechar uma das salas de aula. Em outubro do ano passado, a Bancoop adotou a escola, fez uma refor- ma completa, montou um playground,

adquiriu brinquedos pedagógicos, com- prou uniformes de inverno e verão para todas as crianças, TV, videocassete e não deixa faltar material didático.

Além dessas vantagens, a Bancoop tem um fator social muito importante que é a gera- ção de empregos. Seis meses depois de sua criação estava gerando 600 empregos diretos e indiretos. Âtualmente, são 10.000 empregos gerados, dos quais 1.500 diretos. "Estamos fazendo tudo isso sem incenti- vo algum de banqueiros e do governo. Caso o governo re- duzisse alguns impostos pode- ríamos gerar muito mais em- pregos", lembra o deputado fe- deral Ricardo Berzoini, diretor técnico e um dos idealizadores da cooperativa.

Desafios - Uma das preocupações da Bancoop é atender às diversas faixas de renda dos cooperados. Para isso, pesquisa várias opções de terrenos para se chegar a melhor alternativa de custo e localização.

"Antes, as crianças não queriam frequentar a escola, os professores precisavam buscá-la em casa. Hoje, já são 44 crianças atendidas que não querem faltar às aulas de maneira al- guma, os professores estão motiva- dos e não falta mais material didáti- co. O governo, que queria fechar a escola, foi obrigado a abrir mais uma sala", conta Luiz Malheiro. "São pe- quenas ações que trazem felicidade

Agora, o desafio é atender aos coo- perados que, em função da renda fa- miliar, não conseguem pagar o alu- guel e as prestações até pegarem as chaves da unidade. "Para atender a essa demanda estamos realizando vá- rios estudos e temos a certeza de que em breve teremos ótimas novidades", avisa Luiz Malheiro.

para as crianças. E o sorriso de uma criança não tern preço", completa. Vendo os resultados da iniciativa da Bancoop, o empresário e ex-ban- cário Dante Mastleri também está colaborando com a escola. Outro as- pecto positivo é que voluntários es- tão ensinando aos pais a linguagem dos sinais. "Esta é mais uma função social da cooperativa e que pretende- mos ampliar", garante Luiz.

Condomínio a preço justo

Bancon proporciona economia aos moradores, com eficiência e qualidade

D esde sua criação, em abril/99, a Bancon vem representando uma alternativa para os mora-

dores na contratação da admi- nistradora do condomínio, com preços menores do que os praticados no mer- cado, com eficiência e qualidade. Na tabela é possível comparar os valores médios de condomínio pagos com as administradoras e com a Bancon. Com preço e qualidade, a Bancon já conquistou a administração de sete condomínios na Zona Leste da cidade. A intenção é continuar ganhando cada vez mais espaço no mercado. "Assim como aconteceu com a Bancoop, esta- mos provando que a Bancon é capaz de administrar condomínios com transpa- rência e economia para os moradores", ressalta Luiz Malheiro, presidente da Bancoop. "Além disso, estamos criando empregos e todos os funcionários têm registro em carteira e seus direitos res- peitados", completa.

Boa administração - Existem vários fa- tores que influenciam no valor docon- domínio e o principal deles é a quanti- dade de apartamentos, já que o mon- tante das despesas é rateado entre os apartamentos. Outro fator importante é a adminis- tração correta dos valores. E funda- mental saber como, quando e onde aplicar o dinheiro. Existem obras ne- cessárias, outras nem tanto. E é aí que o valor do condomínio pode subir. Ou-

tras despesas como água, energia elé- trica e salários de funcionários preci- sam ser pagas todos os meses. Por isso, é fundamental que os moradores pa- geum o condomínio em dia. Além de administrar as contas e re- colher todos os tributos do empreendi- mento, a Bancon também tem a res- ponsabilidade de resolver os demais problemas do dia-a-dia e estimular a participação dos condóminos para que morem num local agradável.

Compare os valores de condomínio

Média mercado*

Média Bancon

2 dormitórios

3 dormitórios

2 dormitórios

3 dormitórios

RS 243

R$ 384

R$ 101

R$ 125

f*) Valoics a partir de pesquisa mensal feita pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC).

l

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Fones: (13) 387-4600 / 481-2046 - E-mail: promií!enium@gnet.com,br

Acompanhe sua obra

Portal doJabaquara

de

serão

entregues as

unidades

primeiro

que

está em fase de conclusão dos últimos detalhes. As obras do segundo e terceiro prédios estão ini-

ciadas e a previsão de en- trega do segundo é

abril/2001.

o

dia

29

julho

83

do

prédio

Acompanhe sua obra

Moradas da Flora

^ S gafe"1 Vi i^ttHtwrtBÉ&oíSE * -À. vTW ;SO

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Horto

Florestal

instalação de contramar- cos está concluída, a parte elétrica e hidráulicaconti- nua em andamento. Ini- ciada a colocação dos batentes e re- vestimento de gesso. A previsão de entrega das primeiras sessenta uni- dades do primeiro prédio é feverei- ro/2001. Quem quiser visitar o apartamento modelo deverá agen- dar previamente na Bancoop.

prédio C está em fase de conclusão dos últimos detalhes para a entrega das 90 unidades que está marcada para o dia 18 de agosto.

No prédio D (detalhe) as fundações estão concluídas e iniciados ™os trabalhos da infra e super estruturas.

Village Palmas

os platôs

para a construção do primei- ro grupo de casas cujas obras serão iniciadas em breve. Os projetos encontram-se em três áreas distintas da Prefeitura do Município de o Paulo paraaprovação.

stão

concluídos

Acompanhe sua obra

Veredas doCarmo

Solar de Santana

stao em andamento os tra- balhos de revestimento in- terno (azulejo e gesso) e externo (fachada). Con- cluída a instalação de contramarcos

e batentes e iniciadas as lajes de pe- riferia e as fundações do próximo prédio. A previsão de entrega das 68 primeiras unidades é dezem- bro/2000. A assembleia para o sor- teio está marcada para 26 de agos- to, às 9 horas, na Quadra dos Ban- cários (Rua Tabatinguera, 192). O apartamento modelo continua dis- ponível para visitação desde que agendada previamente na Bancoop.

o prédio C estão em fase de conclusão o revesti- mento interno (piso, ges- so e azulejo), a colocação

de portas, a pintura e as instala- ções hidráulicas, elétricas e de gás. No prédio D estão em conclusão

o revestimento externo e interno (gesso, azulejos, batentes, contra- marcos, regularização de pisos), es- quadrias, pintura, além da parte hi- dráulica/elétrica. A intenção é en- tregar os prédios C e D em outu-

bro/2000.

No prédio "E" (detalhe) estão concluídas as fundações e a primei-

ra laje. No prédio F foram concluí-

das as fundações e iniciada a infra- estrutura.

Vila Augusta

primeira laje do Bloco A está concretada. A previ- são de entrega das 48 pri- meiras unidades é maio/2001. Em breve estará dispo- nível o apartamento modelo.

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Jardim

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Torres de

estrutura do terceiro prédio está na 10a laje. Na primeira quinzena de julho a estrutura de- verá estar concluída. Estão em andamento a al- venaria, hidráulica e elétrica. A previsão de en- trega das 56 unidades é final de 2000.

nglesa

projeto já está na prefeitura para aprovação. Em breve serão iniciados os trabalhos de montagem

estrutura/alvenaria de todo o prédio está em fase \\~JJ do canteiro de obras para o início das fundações.

de conclusão. Em 15 de julho estará disponível o

apartamento modelo. Á previsão de entrega das ço/2003; o segundo, setembro/2004 e o terceiro, mar-

unidades é agosto/2001. ço/2006.

A previsão de entrega do primeiro prédio é mar-

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Praia Grande

s obras do segun- do prédio estão na 12a laje, a al- venaria no 9° an- dar com a hidráulica/elé- trica em andamento. A previsão de entrega das 104 unidades é dezem- bro/2000. No prédio C (detalhe) estão concluídas as fundações e iniciadas a infra-estrutura e a estrutura. A assembleia de sorteio das unidades dos dois prédios acontece no dia 19 de agosto, às 9 horas, na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192).

Parque

Mandaqui

estrutura e a alvenaria do segundo prédio estão em fase de conclusão. A execução da parte hi- dráulica e elétrica está em andamento. A previ- são de entrega é março/2001. No terceiro pré- dio as fundações estão em andamento e a infra-estrutu- ra iniciada.

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Parque

das

Flores

Maríana

stão concluídas a laje de subsolo e a alvenaria das cortinas de divisas. Em andamento os pilares e lajes do térreo. A previsão de entrega das 39 primeiras '

unidades é novembro/2001.

Recanto das Orquídeas

prédio A está

laje

1° subsolo e

em andamento a cons- trução dos pilares e da 'aje do térreo. A previ- são de entrega do Bloco A é abril/2002.

o

concluída a

do

Mirante Tatuapé

s fundações foram concluídas, iniciada a infra-es- trutura e, posteriormente, a estrutura. No mês de

julho deverá ser concretada a 1a laje do

empreendi-

stão em andamento os trabalhos de proteção dos muros de divisas do terreno para o início das obras propriamente ditas. A previsão de entrega do pri-

primeiras unidades meiro prédio é novembro/2002 e o segundo em

mento. A previsão de entrega das é fevereiro/2002.

abril/2004.

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