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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL - SC

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO AGRÍCOLA COM HABILITAÇÃO EM AGROPECUÁRIA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM ENSINO MÉDIO NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (PROEJA)

RIO DO SUL

2009

Claudio Adalberto Koller Reitor

Walter Soares Fernandes Diretor Geral

Rudimar Antonio Camargo Drey Diretor do Departamento de Desenvolvimento Educacional DDE

Marco Antonio Imhof Diretor do Departamento de Administração e Planejamento - DAP

Nádia Machado Coordenadora Geral de Recursos Humanos - CGRH

Emília Cristina Schlemper Coordenador Geral de Administração e Finanças - CGAF

Moacir Gubert Tavares Coordenador Geral de Ensino - CGE

Karla Paola Picoli Coordenadora Geral de Produção e Pesquisa - CGPP

Olavo Acácio Paulik Coordenador Geral de Atendimento ao Educando - CGAE

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO DE CRIAÇÃO

Prof. Alceu Kaspary Docente

Prof a Fátima P. Z. de Oliveira Docente

Prof a Marilise B. Schmitz Docente

Demais Docentes atuantes no Curso

ASSESSORIA PEDAGÓGICA NA ORGANIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

Katia Regina Koerich Fronza Técnica em Assuntos Educacionais

LISTA DE TABELAS

Tabela 1

Professores Efetivos Ativos

14

Tabela 2

Professores Substitutos

16

Tabela 3

Recursos didático-pedagógicos

17

Tabela 4

Discriminação da infra-estrutura física

17

Tabela 5

Matriz Curricular do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária Integrado com o Ensino Médio

21

SUMÁRIO

1

APRESENTAÇÃO

06

2

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

06

3

MISSÃO

06

4

HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO E JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE DO CURSO

07

5

PRINCÍPIOS DO PROGRAMA

10

6

OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DO CURSO

11

6.1

Objetivo Geral

11

6.2

Objetivos Específicos

11

7

CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO

12

7.1

Modalidade de Oferta

12

7.2

Ingresso

12

7.3

Perfil Discente

13

7.4

Perfil Profissional de Conclusão

13

7.5

Perfil dos Docentes

13

8

INSTALAÇÕES E RECURSOS PEDAGÓGICOS

17

9

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E FORMAS DE AVALIAÇÃO

18

10

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

19

10.1

Organização dos Tempos e Espaços

21

10.2

Formas de Realização da Interdisciplinaridade

21

10.3

Matriz Curricular

21

10.4

Ementário

22

11

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

51

12

REFERÊNCIAS

52

13

APÊNDICES

52

13.1

A1 Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado

54

1

APRESENTAÇÃO

Este documento tem por objetivo apresentar o Projeto Pedagógico do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária integrado ao Ensino Médio, através do Programa de Integração da Educação Profissional com Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), no Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC, com base nas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico e Programa Nacional da Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos.

2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária integrado ao Ensino Médio, através do Programa de Integração da Educação Profissional com Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA). Decreto 5.840/06 e o Documento Base do Programa para Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos Ensino Médio / Técnico (PROEJA). Resolução n o 5 do Conselho Diretor, de 30 de Maio de 2006, da EAFRS, que aprova o Plano do Curso Programa de Integração da Educação Profissional com Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA).

3 MISSÃO DA INSTITUIÇÃO

O Instituto Federal Catarinense - Campus de Rio do Sul tem como missão, atuar na educação de jovens e adultos, fornecendo-lhes qualificação, requalificação formação geral e profissional, capacitando-os ao exercício da cidadania e ao mundo do trabalho, através das atividades profissionais e sociais que promovam a melhoria da qualidade de vida.

4 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO E JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE DO CURSO

A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul foi idealizada a partir de agosto de 1972, em razão da alta prioridade que representa a Agricultura no contexto da atividade econômica na Região do Alto Vale do Itajaí e das reivindicações das comunidades rurais da região através da Fundação Educacional do Alto Vale do Itajaí - FEDAVI que liderou o estudo de viabilidade de uma Escola Agrotécnica Federal para o Alto Vale, sendo este entregue ao então Presidente da República, Exmo. Sr. Emílio G. Médici. No ano de 1986, através de uma campanha Regional coordenada pelo professor Viegand Eger, foi adquirido o imóvel, com área de 192 hectares, onde colaboraram 147 doadores, entre instituições públicas, empresas comerciais, industriais, bancárias e pessoas físicas de todo o Alto Vale do Itajaí. Em 22 de julho de 1988, houve o lançamento da Pedra Fundamental da Edificação, destinada à sede da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - EAFRS. Nesse mesmo evento, foi assinado o Convênio para edificação da Escola, pelo então Ministro Sr. Hugo Napoleão. Em setembro de 1989, iniciaram-se as obras. A empresa responsável pela construção foi a ENGEPASA SA, sendo que no inicio o convênio junto ao MEC - Ministério da Educação e do Desporto foi assumido pela FEDAVI, que após quatro meses, devido a função da nova Constituição Federal, este foi assumido pela Escola Técnica Federal de Santa Catarina. Em 30 de junho de 1993, pela Lei 8.670, foi criada a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul. Em 16 de novembro de 1993, pela Lei 8.731, ela foi autarquizada. A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul é vinculada à Secretaria de Educação Média e Tecnológica e compõe o Sistema Nacional de Educação Tecnológica do Ministério da Educação e do Desporto, sediada em Brasília (DF). Em 06 de Julho de 1994, através da Portaria Ministerial n.º 1.006, foi nomeado o Professor Paulo Antônio Silveira de Souza para exercer o cargo de confiança de Diretor Geral Pró-Tempore da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul - SC. Em 17 de Dezembro de 1994, a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul foi inaugurada pelo Ministro da Educação e do Desporto Professor Murilo de Avelar Hingel, iniciando suas atividades letivas em 05 de junho de 1995. A Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul iniciou suas atividades didáticas com o curso de Técnico em Agropecuária, com duração de três anos, no sistema de Escola - Fazenda, onde atualmente são desenvolvidos

projetos agrícolas e zootécnicos para o desenvolvimento do processo de ensino - aprendizagem, integrando a teoria à prática. Funcionando em regime de internato e semi internato, a Escola Agrotécnica desenvolve ensino profissionalizante e se constitui no principal laboratório de formação técnica da região, desenvolvendo ainda cursos e treinamentos de pequena duração para agricultores, além de servir como centro de referência para as redes de ensino municipais e estaduais da região. Em 13 de janeiro de 1997, através da portaria n.º 47, do Ministro de Estado da Educação e do Desporto, publicada no Diário Oficial da União de 14 de janeiro subseqüente, autorizou a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul a promover o funcionamento da Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos (PR). A Portaria MEC n.º 2.360 de 03/09/2003, publicada no Diário Oficial da União de 04/09/03, autorizou a transferência da gestão e manutenção da Unidade de Ensino Descentralizada de Dois Vizinhos - PR para o Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná-PR. Em 29 de dezembro de 2008, a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, através da Lei 11.892 de 29/12/2008, passa a integrar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense, composto ainda pelos campi de Araquari, Camboriú, Concórdia , Sombrio e Videira. Historicamente, parte da população brasileira foi marginalizada cultural, social e economicamente, demandando no compromisso de elaboração e execução de um projeto alternativo de educação que minimize a exclusão social. Hoje, grande parte dessa população excluída encontra-se no meio rural, mas com uma tendência estatística de migração para os grandes centros urbanos, principalmente dos jovens, que não vislumbram melhoria de sua qualidade de vida. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), em 2002, o Brasil possuía 23.098.462 de jovens com idade entre 18 e 24 anos. A situação de trabalho desses jovens no mercado formal é preocupante. De acordo com o Registro Anual de Informações Sociais (RAIS/MTE, 2002), apenas 5.388.869 cerca de 23,3% dos jovens dessa faixa etária tinham emprego no mercado de trabalho formal no mesmo ano. Ainda, segundo o IBGE, com dados referentes à coleta feita pelo Censo 2000, os estudos recentes de Paiva (2005), visando à melhor compreensão das demandas potenciais por educação e de como tem sido constituída a política educacional no país, trazem um conjunto de observações indispensáveis à contextualização da EJA.

Considerando-se a distribuição da população de 10 anos ou mais de idade, observa-se que uma parcela de 31,4% tem até três anos de estudo. Isso significa que o terço da população brasileira que consegue ir à escola não chega à metade do ensino fundamental. O Piauí e o Maranhão detêm as taxas mais altas (56,6% e 53,2%, respectivamente) e o Distrito Federal (16,1%) a mais baixa. Levando-se em conta a distribuição dos estudantes por nível de ensino freqüentado, verifica-se que o ensino fundamental absorve o maior número de alunos. Nesse nível a matrícula atinge 58,2% em média, sendo que nas regiões Norte e Nordeste esta proporção é muito pior, 62,6% e 64,1%, respectivamente. Entre os jovens de 15 a 17 anos de idade, a taxa de escolarização passou de 55,3% para 78,8%. Poder-se-ia dizer que os jovens estão tendo mais acesso à escola e nela permanecem por mais tempo. No entanto, os dados de conclusão do ensino fundamental ainda demonstram um distanciamento forte em relação aos dados de ingresso. Além disso, os dados do ensino médio não revelam que essa escolarização ampliada se faz, nessa etapa de ensino, na faixa etária em questão, como era de se esperar.

Em relação às pessoas de 18 e 19 anos de idade, a proporção é ainda menor:

apenas 50,3% do grupo estava estudando e, entre os jovens de 20 a 24 anos, a proporção é de 26,5%. No grupo de 25 anos ou mais de idade, a taxa de escolarização quase triplicou de 1991 para 2000 (passou de 2,2% para 5,9%), mas ainda é baixa. Os dados são insuficientes para revelar algum movimento efetivo de retorno à escola por

parte dos que interromperam os estudos. Isto porque, entre outras questões, o indicador inclui desde os estudantes que estão aprendendo a ler e a escrever até os que estão na pós-graduação.

A região do Alto-Vale do Itajaí tem uma população total de 247.478 habitantes,

segundo dados do IBGE em 2003, sendo que no ensino fundamental existem 40.659 alunos matriculados e no ensino médio 14.193, havendo, portanto, uma grande distância entre os estudantes matriculados no ensino fundamental e no ensino médio caracterizando a necessidade de priorização da universalização do ensino médio. Isso remete inferir que as políticas públicas de educação objetivem, além de buscar essa universalização, também formar cidadãos com capacidade crítica e criadora,

tanto produtiva como culturalmente, numa perspectiva de construção de saberes técnicos e tecnológicos de acordo com a realidade nacional e regional, atendendo, desta forma, as demandas sociais e produtivas que não respondem necessariamente ao mercado.

O Alto-Vale do Itajaí constitui-se numa região economicamente dinâmica com

as diversas atividades disseminadas em maior ou menor escala apesar de existirem microrregiões com predominância de atividades específicas, quais sejam, cultura da cebola, arroz, feijão, batata, milho, mandioca, fumo, leite, bovinocultura e suinocultura (ICEPA, 2004). Porém, a tendência das unidades produtivas tornarem-se especializadas em poucas atividades agrícolas (fumo/leite, fumo/cebola) tem sido cada vez mais acentuada, limitando o caráter da diversificação com objetivos de autoconsumo. Ao mesmo tempo em que se vê um decréscimo da população rural e concomitante aumento das populações urbanas (êxodo rural), tem-se uma estrutura sócio-econômica que possibilita a articulação de políticas para a busca de um projeto de desenvolvimento sustentável. A região, segundo dados do IBGE, possui 93,9% das propriedades com menos de 50 ha, predominando assim a agricultura familiar. Diante desse contexto agrícola e agroindustrial regional diversificado formado por pequenas unidades de produção familiar, entende-se a necessidade de estímulo ao desenvolvimento de empreendimentos de produção agrícola, industrial e de serviços nesta região, oportunizando a permanência do jovem no meio rural e priorizando sua qualidade de vida. Esses empreendimentos devem ser constituídos com base nas potencialidades já diagnosticadas que incluem a formação de sistemas agroindustriais que permitam agregar renda à agricultura familiar e o resgate do patrimônio histórico e cultural local associado à valorização da biodiversidade dos agroecossistemas. Para isso, são necessários profissionais/cidadãos com capacidade para atuar tanto nas áreas específicas do processo de produção agropecuária predominante nas unidades produtivas, como também no diagnóstico e no planejamento, caracterizando a sistematicidade de cada unidade, minimizando as abordagens reducionistas nos empreendimentos rurais. Além disso, também formar seres críticos e transformadores que possam ao interagir com o meio, estabelecer metas e objetivos de mudança da realidade, caracterizando dessa forma uma abordagem totalizadora que integra o trabalho, a ciência e a cultura.

5 PRINCÍPIOS DO PROGRAMA

Inclusão da População em suas Ofertas Educacionais: este princípio parte da premissa que os jovens e adultos que não concluíram a educação básica em sua faixa etária regular têm tido pouco acesso a essas redes. Inserção Orgânica da Modalidade EJA Integrada à Educação Profissional

nos Sistemas Educacionais Públicos: um princípio que assume a educação como direito de todos e dever do Estado, em todas as suas etapas. Ampliação do Direito à Educação Básica, pela Universalização do Ensino Médio: entende que a formação humana necessita de períodos mais longos para consolidação de saberes para viver e transformar o mundo. Trabalho como Princípio Educativo: entendimento de que os homens e mulheres produzem sua condição humana pelo trabalho, para transformar o mundo para si e para os outros. Pesquisa como Fundamento da Formação: contribuição da autonomia intelectual dos sujeitos a partir da produção de conhecimentos e da percepção e conhecimento da realidade. Condições Geracionais, Gênero, Relações Étnico-Raciais Como Fundantes da Formação Humana e dos modos como se produzem as Identidades Sociais: perspectiva de que existem outras categorias, além dos trabalhadores, que são e estão no mundo de jovens e adultos.

6 OBJETIVOS DO CURSO

6.1 Objetivo Geral

- Oportunizar a inclusão social por meio da educação para aqueles jovens e

adultos, filhos de agricultores, que não tiveram oportunidade, em idade adequada, de acesso à escolarização.

6.2. Objetivos Específicos

- Qualificar profissionais na área agropecuária.

- Oportunizar acesso aos conhecimentos técnicos e tecnológicos.

- Preparar os educandos para o exercício da cidadania e socialização de conhecimentos em suas comunidades.

- Proporcionar conhecimentos para o aprimoramento da produção agrícola nas

propriedades dos educandos. - Formar profissionais aptos para viabilizar as diferentes modalidades de trabalhos agrícolas.

- Formar sujeitos críticos e criativos, capazes de interagir transformadoramente

com o meio.

- Produzir impactos positivos na qualidade de vida das comunidades envolvidas com os estudantes cursistas, por meio dos projetos a serem desenvolvidos.

- Articular conhecimentos técnicos, tecnológicos, científicos e culturais com a categoria TRABALHO.

- Resignificar o conceito de Produção, direcionando para uma concepção de

desenvolvimento sustentável, onde todos os seres vivos vivem em harmonia.

7 CONDIÇÕES DE OFERTA DO CURSO E PÚBLICO ALVO

Os cursos são gratuitos e de acesso universal. As vagas são ofertadas através de edital público e a seleção se dá através de entrevistas. Os critérios para inscrição e matrícula dos interessados são: ter o ensino

fundamental concluído e ter idade compatível, em conformidade com a legislação sobre EJA (Parecer CNE/CEB n o 11/2000 e Resolução CNE/CEB n o -1/2000).

O projeto de criação previu a oferta de turmas para 35 alunos, em tempo

integral, com a primeira entrada de turma em 2006.

O curso terá duração total de 2400 horas, mais estágio de 240 horas, com

matrícula anual e disciplinas em regime semestral modalidade alternância (parte das atividades são desenvolvidas na instituição de ensino e a complementação vivência será desenvolvida na comunidade).

7.1 Modalidade de Oferta

A modalidade de oferta do

presencial.

7.2 Ingresso

PROEJA é na modalidade de alternância -

O ingresso no curso oferecido dar-se-á, de acordo com as normas a seguir

especificadas:

- Inscrição e participação no processo de ingresso, de acordo com as normas definidas pela instituição de ensino.

- Oferta de turma com 35 estudantes por ano sendo o processo de seleção totalmente feito por entrevistas.

Não será permitido o ingresso para realização de apenas um ou mais semestres ou disciplinas separadamente, sendo necessária a realização completa do curso para a obtenção do diploma.

7.3 Perfil Discente

Prioritariamente jovens e adultos que, em idade regular, não tiveram acesso á educação básica.

7.4 Perfil Profissional de Conclusão

O curso de Técnico Agrícola com habilitação em Agropecuária integrado ao

Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos PROEJA busca formar jovens e adultos, que estiveram excluídos das políticas de educação para o exercício da cidadania e produção, prioritariamente no meio rural, contemplando assim os objetivos do curso. Para isso é necessário proporcionar aos estudantes capacidades de desenvolvimento de atividades em sistemas agrícolas com ênfase na agricultura diversificada e familiar, tendo como base:

- A capacidade de interagir crítica e transformadoramente com meio.

- O exercício da cidadania e socialização de conhecimentos em suas comunidades.

- Educandos que possam produzir impactos positivos na qualidade de vida das comunidades.

- A interação entre a categoria TRABALHO e os conhecimentos técnicos,

tecnológicos, culturais e científicos.

- A capacidade de interagir em equipe e com diferentes grupos sociais.

- A capacidade de posicionar-se criticamente frente às novas tecnologias.

- A identificação dos diferentes processos de produção a partir de um diagnóstico sistêmico das potencialidades regionais.

7.5 Perfil dos Docentes

Atualmente Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul - SC conta com 51 docentes efetivos, 07 docentes substitutos (fonte:

RH em 13/05/2009).

PROFESSORES EFETIVOS ATIVOS NÍVEL DE ESCOLARIDADE

Tabela 1 Professores Efetivos Ativos.

N

o

Nome do Servidor

Cargo

Escolaridade

Curso

 

Emprego

1.

ADEMAR JACOB GAUER

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Ciências e Matemática Especialização em Educação Matemática, Mestrado em Educação.

2.

ALCEU KASPARY

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em História e Filosofia Especialização em História Econômica e Mestrado em História

3.

ALEXANDRA GOEDE DE SOUZA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Agronomia Pós-Graduação Plantas Medicinais Manejo uso e Manipulação Mestre em Ciência do Solo.

4.

CELSO YOSHIKAZU

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Bacharel em Informática, Mestre em Informática Área de Concentração em Inteligência Computacional e Doutorado em Engenharia Mecânica - Métodos Numéricos em Engenharia

ISHIDA

5.

CLAUDETE IZABEL FUNGETTO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Engenheiro Agrônomo, , Formação Pedagógica de Docente Especialização em Ciências e Tecnologia de Sementes, Mestre em Ciências e Doutora em Ciências

6.

CLAUDIA CAMBRUZZI

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciada em Geografia Especialização em Planejamento Energético Ambiental Municipal, Mestrado em Geografia

7.

CLAUDINEI ZUNINO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Letras e Especialização em Redação e Mestrado em Ciências da Linguagem

8.

CLAUDIO ADALBERTO KOLLER

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Ciências Agrícola Especialização em Planejamento Energético Ambiental e Mestrado em Agroecossistemas.

9.

CLAUDIO KESKE

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Bacharel em Engenharia Agronômica com Esquema I, Especialização em Fruticultura Comercial e Mestre em Agroecossistemas, Cursando Doutorado em Agronomia Produção Vegetal.

Doutorado

(cursando)

10.

DANIEL GOMES SOARES

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialização

Bacharel em Sistemas de Informação e Especialização em Gestão de Tecnologia da Informação

11.

DARCY BITENCOURT JUNIOR

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Bacharel em Engenharia Agronômico e Mestre em Zootecnia, Cursando Doutorado em Zootecnia

Doutorado

(cursando)

 

12.

ELIANE DALMORA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Graduada em Ciências Biológicas, Mestre em Extensão Rural e Doutorado em Ciências Humanas

13.

EVANDRO M. BRANDELERO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Engenheiro Agrônomo, Mestre em Ciências Agrárias

Doutorado

(cursando)

14.

EVERTON EDUARDO LOPES DIAS JUFFO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialização

Médico Veterinário, Bacharel e Licenciado em Ciências Biológicas, Especialista em Piscicultura

Mestrado

 

(cursando)

 

15.

FABIO LUIS TOMM

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Graduação Engenharia Elétrica, Mestre em Engenharia Elétrica

16.

FATIMA PERES ZAGO DE OLIVEIRA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciada em Ciências, com Habilitação em Matemática, Especialização em Ensino de Matemática e Mestrado em Ciências da Computação.

17.

GENUINO NEGRI

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Licenciatura em Ciências Agrícolas e Biológicas.

Especializações: Metodologia Ensino; Informática Educativa; Administração Rural e Mestrado em Engenharia ambiental, Doutorado em Produção Vegetal

18.

GILMAR PAULINHO TRICHES

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Técnico em Agropecuário Esquema II e Especialização em Administração Rural e Mestrado em Desenvolvimento Regional.

19.

GRACIANE REGINA PEREIRA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciada em Ciências, Especialista em Gerenciamento Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental.

N

o

Nome do Servidor

Cargo

Escolaridade

Curso

 

Emprego

20.

HYLSON VESCOVI NETTO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Engenharia de Computação e Mestre em Engenharia Elétrica

21.

IRINEU MARCHI

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Química e Especialização em Metodologia do Ensino e Mestrado em Química. cursando Doutorado em Química.

Doutorado

(cursando)

22.

JOÃO CARLOS RUSZCZYK

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Formação Especial do Currículo do Ensino de 1° e 2° Graus Mestre em Ciências Doutor em Meio Ambiente

23.

JOÃO CELIO DE ARAUJO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Graduado em Agronomia, Especialista em Irrigação e Drenagem, Mestre Em Agronomia, Doutor em Irrigação e Drenagem,

24.

JOÃO JOSÉ STUPP

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Ciências Agrícolas, Especialização em Educação e Mestrado em Produção Vegetal, cursando Doutorado em Manejo do Solo

Doutorado

(cursando)

25.

JOSEMAR VALANDRO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Engenheiro Agronômo, Mestre em Agronomia e Doutorado em Ciências.

26.

KARLA PAOLA PICOLI

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Técnico em Agropecuária Esquema II, Especialização em Desenvolvimento Regional Sustentável e Estratégico e Mestrado em Agroecossistemas.

27.

LAURI JOAO MARCONATTO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialista

Licenciado em Ciências Agrícolas, Especialização em Ciência dos Alimentos, cursando Mestrado em Ensino Agrícola.

Mestrado

(cursando)

28.

LUIZ CARLOS BORDIN

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado Ensino de 1° e 2° graus e Espec. Fruticultura Comercial Pos-Graduação Processamento. E Controles de Qualidade em Carnes, Leite ovos e Pescado. Mestrado em Produção Vegetal.

29.

MARILISE SCHMITZ BRAIBANTE

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Graduação

Licenciada em Letras

30.

MOACIR GUBERT TAVARES

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Téc. Agrícola com Habilitação em Agropecuária, Licenciado em Ciências Agrícolas e Especialização em Produção de Sementes de Arroz Irrigado, Mestre em Educação.

31.

MORGANA SCHELLER

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Graduação em Ciências, Especialização em Metodologia do Ensino da Matemática, Especialização em Gestão Escolar. Mestrado em Matemática.

32.

NÉRIO JOSÉ ZAGO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Técnico Agrícola, Contabilidade com Esquema II e Pós- Graduado em Ciências Contábeis; Especialização em Administração Rural e Mestrado em Agroecossistemas.

33.

OSCAR EMILIO L. HARTHMANN

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Bacharel em Engenharia Agronômica, e Mestre em Agricultura Plantas Forrageiras, cursando Doutorado em Agronomia Produção Vegetal

Doutorado

(cursando)

34.

OTÁVIO DIAS DA COSTA MACHADO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Engenheiro Agrônomo e Mestre em Engenharia Agrícola.

35.

PAULA ANDREA GRAWIESKI CIVIERO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialista

Graduação em Ciências, Habilitação em Matemática e especialização em Metodologia do Ensino da Matemática, cursando Mestrado em Matemática.

Mestrado

 

(cursando)

36.

PAULO JOSÉ DA FONSECA PIRES

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Engenheiro Florestal e Mestre em Extensão Rural.

37.

PAULO RICARDO GARCIA MARTINS

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Medicina Veterinária, e Mestre em Ciências na área de Zootecnia.

38.

RICARDO SCOPEL VELHO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Ciências Sociais, e Mestre em Sociologia Política

39.

ROBINSON JARDEL PIRES DE OLIVEIRA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Engenheiro Agrônomo, Mestre em Ciências Produção Vegetal

40.

ROMANO ROBERTO WALICHESKI

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Doutorado

Licenciado em Ciências Agrícolas, Mestre em Produção Vegetal, Doutorado em Produção Vegetal

41.

RUDIMAR ANTONIO C. DREY

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialização

Licenciado em Educação Artística e Especialização em Metodologia do Ensino

42.

SEBASTIÃO GALVÃO DE LIMA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Ensino médio

Ensino Médio

43.

SIGFRID FROMMING

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Especialista

Licenciado em Letras e Especialização em Metodologia do Ensino de Projetos Interdisciplinares

Mestrado

(cursando)

 

N

o

Nome do Servidor

Cargo

Escolaridade

Curso

 

Emprego

44.

SILVANA CONY QUINTEIRO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Bacharel em Zootecnia e Mestre em Zootecnia

45.

TIAGO BOECHEL

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Tecnólogo em Processamento de Dados, Mestre em Ciência da Computação

46.

UBERSON ROSSA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Técnico em Agropecuária, Licenciado na Parte em Formação Especial do Currículo do Ensino de 2º grau, Especializado em Informática em Educação, Pós- Graduado em Agronomia, Nível de Mestrado em Área de Concentração em Ciência do Solo.

47.

VALENTINA PIRAGIBE

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciada em Educação Física, Mestre em Educação Física.

48.

VANIUS BUZZATTI FALLEIRO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Zootecnia e Mestre em Zootecnia.

49.

VERA LÚCIA FREITAS PANIZ

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciada em Filosofia/ Técnica em Processamento de Dados Pós-Graduação em Informática na Agropecuária, e Mestre em Ciências da Computação

50.

VOLNEY ZUNINO

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Educação Física, Especialização em Psicomotricidade e Mestre em Educação

51.

WALTER SOARES FERNANDES

Prof. do Ens. Bas. Tec. e Tecnológico

Mestrado

Licenciado em Biologia, Especialização em Biologia, Mestrado em Recursos Genéticos Vegetais

Fonte: Setor de RH e DAP do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC.

PROFESSORES SUBSTITUTOS

Tabela 2 Professores Substitutos.

N

o

Nome do Servidor

Cargo

Escolaridade

Curso

 

Emprego

1

ALEXANDRE DE PAULA MARTINS

Prof. do Ens. Bas. Tec. e

Graduado

Engenheiro Florestal

Tecnológico

2

ELENA S. A. SETELICH BAADE

Prof. do

Doutorado

Engenheiro Agrônomo Mestre em Zootecnia Doutor em Zootecnia

Ensino de 1°

e

2° Graus -

 

S

3

ANDRIELLI SIMONI PURGANO

Prof. do Ensino de 1°

Especialização

Ciências Biológicas

e

2° Graus -

S

4

ALEXANDRE SCHOT

Prof. do Ens. Bas. Tec. e

Mestrado

Bacharel em Física e Mestre em Física

Tecnológico

5

ELIZANGELA AP. MATTES DA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e

Graduado

Licenciada em Letras

Tecnológico

6

DANIEL SCHWAMBACH

Prof. do Ens. Bas. Tec. e

Especialização

Licenciado em Educação Artística Especialista em o

Ensino da Arte: Fundamentos Estéticos

e

Tecnológico

Metodológicos

7

RERINTON JOABEL P. DE OLIVEIRA

Prof. do Ens. Bas. Tec. e

Graduado

Engenheiro Agrônomo

Tecnológico

Fonte: Setor de RH e DAP do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC.

Conta também com 62 técnico-administrativos em educação, 28 funcionários terceirizados, 07 inativos, 01 pensionista e 5 vigilantes (fonte: RH e DAP, em 13/05/2009). São 824 alunos matriculados regularmente nos cursos de Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária, integrado, concomitância interna e subseqüente ao ensino médio; Técnico Agrícola com Habilitação em Agroecologia, concomitância interna e externa (Escola 25 de Maio) com o ensino médio, Técnico Florestal subseqüente ao

ensino médio; Técnico Agrícola com habilitação em Agropecuária na modalidade de

Jovens e Adultos PROEJA; Tecnólogo em Horticultura; Técnico em Informática

Subseqüente e Concomitância Externa.

8 INSTALAÇÕES E RECURSOS PEDAGÓGICOS

Os equipamentos e recursos disponíveis para todos os cursos do instituto

estão descritos a seguir. Parte desta infra-estrutura poderá ser utilizada pelos alunos do

curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio -

para a modalidade de Educação de Jovens e Adultos no PROEJA.

O instituto possui salas de aula e UEPs que atendem a todos os cursos

existentes.

A biblioteca possui um acervo de aproximadamente 15000 livros (2009).

Tabela 3 Recursos didático-pedagógicos.

Equipamento

Quantidade

Projetor/ Data Show

04

Retroprojetor

07

Televisão

16

Vídeo-cassete

15

Máquina copiadora

04

DVD

08

Filmadora

02

Máquina fotográfica

04

Projetor de slides

02

Fonte: Setor de Patrimônio do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC.

Tabela 4 Discriminação da infra-estrutura física.

LOCAL

QUANTIDADE

METRAGEM (m 2 )

Salas de Aula para o curso

07

392

Sanitários (incluindo UEP’s)

11

85,8

Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência

02

250

Setor de Atendimento / Tesouraria

01

42

Praça de Alimentação

01

219,45

Auditório

01

169

Sala de Áudio / Reprografia

02

29

Sala de Leitura / Estudos

07

392

Biblioteca Escolar

01

150

Biblioteca Nova

01

601,34

Laboratório de Informática 01 Todos os cursos

01

45,90

Laboratório de Informática 02 Todos os

02

45,90

cursos

   

Laboratório de Informática 01 (novo)

01

77,00

Laboratório de Informática 02 (novo)

01

77,00

Centro de Eventos

01

2.540,00

Total

41 ambientes

5116,39

Fonte: DAP do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC.

9 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E FORMAS DE AVALIAÇÃO

Os procedimentos metodológicos utilizados são os mais diversos, aulas expositivas dialogadas, exposição de vídeos, seminários, aulas práticas de campo, aulas práticas de laboratório, saídas a campo, viagens técnicas - de estudos, trabalhos de pesquisa, montagem de experimentos ou procedimentos experimentais, elaboração de conclusões de experimentos e/ou assuntos trabalhados de forma teórica, confecção de cartazes e maquetes, desenvolvimento de projetos nas propriedades (alternância), interpretação de textos científicos relacionados aos conteúdos trabalhados, e são explicitados, assim como os procedimentos avaliativos, no plano de ensino dos professores. As viagens técnicas de estudos são realizadas como forma de relacionar o conhecimento teórico ao prático, contanto com a mediação e instrução dos professores. A avaliação fornece subsídios ao professor para analisar o próprio processo de ensino-aprendizagem, buscando compreender as defasagens de aprendizagem. Deve ser contínua e cumulativa. A avaliação diagnóstica tem como um dos objetivos investigar os conhecimentos que o aluno traz para a sala de aula, as suas reais necessidades, como o compromisso de sua ampliação, trabalhando o conhecimento científico e tecnológico, superando o ensino comum. Neste sentido, a avaliação possibilita a identificação das diferentes formas de apropriação dos conceitos científicos elaborados pelos alunos, seus sucessos e defasagens de aprendizagem, além de possibilitar uma ação imediata e mais efetiva do professor, como mediador, recuperando os conhecimentos necessários de maneira paralela aos estudos, como preconiza a LDB. Tem como princípio o diagnóstico das potencialidades dos educandos, compreendendo-os como seres em construção, situados em um contexto histórico com capacidades de interagirem com o seu meio através de uma ação dialógica. Ela será contínua e cumulativa, visando elevar o nível de saberes, bem como promover e estimular o educando no aprimoramento do seu próprio conhecimento e de sua realidade,

buscando uma formação cidadã. Nesse processo serão realizadas provas, trabalhos, seminários, debates. Também serão valorizadas as participações, o esforço demonstrado, a assiduidade, o respeito com o coletivo, os cuidados com o patrimônio público.

São utilizados também critérios de excelência para a avaliação dos alunos, analisados a partir de critérios como: comportamento pró-ativo (criatividade, liderança, participação, iniciativa, interesse, pesquisa e esforço individual); pontualidade; respeito à Instituição, aos colegas e servidores administrativos e docentes; postura pessoal.

A avaliação ainda pode ser feita a partir síntese dos conhecimentos elaborados

ao longo das aulas de cunho diagnóstico ou formativo; de práticas demonstrativas de cunho formativo ou somativo; pesquisas e relatório apresentados sobre o assunto de cunho somativo; avaliações escritas ou orais periódicas, de cunho diagnóstico ou formativo; avaliações escritas de cunho somativo. Os instrumentos avaliativos também são apresentados aos alunos no início do período letivo, e podem ser realizadas avaliações através de testes orais e escritos; apresentações individuais com temas de livre escolha relacionados aos conteúdos; trabalhos de grupo; atividades práticas realizadas nos laboratórios da instituição; realizada pelos professores das unidades curriculares, que terão autonomia para utilizar instrumentos avaliativos diversificados e diferenciados, contemplando os aspectos anteriormente apresentados.

Ao educando que não estiver acompanhando as atividades propostas de forma suficiente, serão proporcionados estudos de recuperação paralela, no decorrer do módulo.

Ocorrerá, no final do semestre, um Conselho de Classe constituído pelos professores do módulo em curso, com a participação dos educandos daquele módulo, sendo a avaliação de cada educando, discutida de forma coletiva, os quais avaliarão coletivamente o educando como sujeito integral que, após o exame final, teve avaliação insuficiente em uma ou mais unidades curriculares. Caso não ocorra a aprovação, o Conselho de Classe deverá definir a forma de recuperação. Os registros da avaliação são definidos de acordo com a Regulamentação da Organização Didática do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul/SC.

10 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

A organização curricular não é dada a priori, pois é construída continuamente,

de forma processual e coletiva, envolvendo os sujeitos que fazem parte do programa.

O curso de Técnico Agrícola com habilitação em Agropecuária integrado ao

Ensino Médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos no PROEJA, possui uma estrutura curricular integrada conforme o Decreto 5.840/06 e o Documento Base do Programa para Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos Ensino Médio/Técnico (PROEJA), que abre possibilidades de superação de modelos curriculares tradicionais e rígidos. É um currículo pautado na observância dos princípios da equidade, diferença e proporcionalidade de modo a assegurar, conforme a Resolução CNE/CEB n o 1/2000, a

distribuição específica dos componentes curriculares; valorização do mérito de cada um e de desenvolvimento de seus conhecimentos e valores; espaços e tempos para práticas pedagógicas que assegurem a identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica. O currículo, desta forma, articula, dinamicamente experiências, trabalho, valores, ensino, prática, teoria, comunidade, concepções e saberes que observam as características históricas, econômicas e socioculturais do meio em que o processo se desenvolve.

O currículo, enquanto processo de seleção e de produção de saberes, visões

de mundo, habilidades, valores, símbolos e significados, deve considerar a concepção do

homem como ser histórico e social; a perspectiva integrada dos conteúdos; incorporação de saberes sociais e fenômenos educativos extra-escolares; conhecimentos e habilidades adquiridos pelo educando; experiência do aluno na construção do conhecimento; a interdisciplinaridade e interculturalidade e a prática da pesquisa.

O curso possui carga horária de 2400 horas acrescido de 240 horas de

Estágio, totalizando 2640 horas. A carga horária está distribuída em 6 (seis) semestres

com 400 horas cada. O Estágio poderá começar a ser cursado após a aprovação do estudante em todas as Unidades Curriculares do primeiro Módulo - Fundamentos Básicos.

De acordo com a Resolução CNE/CEB no 1 de 21/01/2004, Artigo 2º, § 4º, deve ser observado o prazo-limite de cinco anos para a conclusão do curso de educação profissional técnico.

10.1

Organização dos Tempos e Espaços

O processo de ensino-aprendizagem não se dá apenas nos espaços escolares, mas em espaços diferenciados, com métodos e tempos específicos. Os saberes são construídos na escola, na família, na comunidade e em todos os ambientes diferentes que promovam novas formas de saber, estar, ser e se relacionar. As atividades escolares são organizadas de forma a atender essa especificidade, na qual os alunos permanecem no espaço escola durante uma semana e no espaço comunidade na semana seguinte. O calendário escolar organiza as atividades de forma a contemplar também o calendário civil, na forma alternada.

10.2 Formas de Realização da Interdisciplinaridade

A interdisciplinaridade é característica marcante no PROEJA, principalmente pelo caráter integrado da organização curricular. Além da organização curricular, os docentes envolvidos no Programa constroem os planos de ensino de forma conjunta, envolvendo saberes das diversas áreas de conhecimento. Além deste aspecto, merece destaque a integração entre a teoria e prática, possível de ser alcançada, principalmente pelas práticas pedagógicas adotadas pelos docentes e pela própria proposta curricular e de organização de tempos e espaços, com o calendário organizado alternando atividades na escola e na comunidade.

10.3 Matriz Curricular

Tabela 5- Matriz Curricular do Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária Integrado com o Ensino Médio.

Semestre

Módulos

Unidades Curriculares

*CH

 
   

Agricultura Geral

80

Fundamentos

 

Zootecnia geral

80

Fundamentos e Manejo Agroecológico

40

Básicos

História

40

Língua Portuguesa

40

 

Geografia

40

 

Artes

40

 

Matemática

40

 

400

   

Conservação e Manejo do Solo

40

 

Fertilização do Solo

40

Solo

 

Irrigação e Drenagem

60

Estágio

Mecanização

60

 

Matemática

40

Química

40

 

Biologia

40

   

Física

40

Geografia

40

 

CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE

 

400

 

Culturas

 

Olericultura

80

Culturas Anuais

 

80

Defensivos Agrícolas

 

40

Língua Portuguesa

 

60

 

Filosofia

40

Biologia

40

Matemática

60

 

CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE

 

400

   

Bovinocultura

 

80

Suinocultura

 

60

Criações

 

Matemática

60

Avicultura

60

Língua Portuguesa

 

40

Informática básica

 

60

 

Biologia

40

 

CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE

 

400

   

Silvicultura

60

Fruticultura

60

Silvicultura e

Fruticultura

Manejo Integrado de Pragas

 

40

Legislação Ambiental

 

40

Matemática

60

Língua Portuguesa

 

40

Língua Estrangeira Moderna

 

40

 

Informática Básica

 

60

 

CARGA HORÁRIA DO SEMESTRE

 

400

   

Tecnologia

e

Processamento

de

80

Alternativas

 

Alimentos

Rurais

Administração rural

 

80

Informática Aplicada

 

40

Língua Portuguesa

 

80

 

Matemática

80

 

Sociologia

40

 

400

 

Estágio Curricular Supervisionado

 

240

 

TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO CURSO

2.640

CH = Carga Horária

10.4. Ementário

Semestre I Módulo: Fundamentos Básicos

Agricultura Geral 80h

Ementa: Função: Produção Vegetal. Bases Tecnológicas: Origem e formação dos solos; Noções gerais sobre a classificação de solos; Noções gerais sobre as propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos: textura, estrutura, porosidade, capacidade de retenção de água, fertilidade dos solos, pH, acidez e matéria orgânica do solo; Origem e evolução das espécies cultivadas; Noções de classificação botânica; Reprodução sexuada e assexuada; Noções sobre absorção e translocação de solutos na planta; Transpiração; Fotossíntese; Noções gerais sobre radiação solar, temperatura do ar e do solo, umidade do ar e do solo, formação de geadas, vento, precipitações e suas respectivas medições.

2.

CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal Parte ll Órgãos: Experimentos e interpretação. São Paulo: Roca, 1987.

3. FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas. 15. ed. São Paulo: Nobel,

1983.

4. FERRI, M. G. Fisiologia Vegetal 1. 2 ed. São Paulo: EPU,1985.

5. GALETI, P. A. Guia do técnico Agropecuário: Solos. São Paulo: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1983.

6. JORGE, J. A. Física e manejo dos solos tropicais. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1986.

7. MELLO, F. de A. et al. Fertilidade do Solo. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1989.

8. PRADO, H. do. Manejo dos Solos: Descrições Pedológicas e suas Implicações. São Paulo: Nobel, 1991.

9. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. 9 ed. São Paulo: Nobel,1993.

Zootecnia Geral 80h

Ementa: Domesticação. Sistemas de criação. Biosseguridade. Medidas de controle sanitário e principais formas de contágio. Desinfetantes: tipos, funções e utilização. Principais vias de administração de vacinas e medicamentos. Noções do aparelho digestivo dos animais domésticos. Noções do aparelho reprodutivo dos animais domésticos. Principais conceitos utilizados em melhoramento genético. Métodos de seleção e cruzamento. Alimentação e nutrição animal: definição e importância. Conceitos e termos afins utilizados na linguagem da nutrição e alimentação animal. Classificação e função dos nutrientes no organismo animal. Classificação dos alimentos. Alimentos e substitutivos mais utilizados na alimentação animal. Aditivos à ração animal. Balanceamento de ração. Preparo e misturas de rações concentradas.

Referências Básicas

1. ANDRIGUETTO, J. M. et al. Normas e padrões de nutrição animal. Revisão 87/88. Curitiba: Nutrição Editora Publicitária Ltda, 1989.

2. Nutrição animal. Vol 1 e 2. São Paulo: Nobel, 1986.

3. BOLETINS: Embrapa, Epagri, Purina Alimentos, Cargil agrícola, Tortuga S. A.

4. BERTECHINI, Antônio Gilberto. Nutrição de Monogástrico. Larvas, MG. UFLA/FAEPE, 1998.

5. CAVALCANTI, Sergito de Souza. Suinocultura Dinâmica. FEP-MVZ, 2. ed. 2000.

6. DERIVAUX, J. Reprodução dos animais domésticos. Zaragoza, Espanha: Ed. Acríbia, 1980.

7. DOMINGUES, Octávio. Introdução à zootecnia. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Informação Agrícola do Ministério da Agricultura, 1960.

8. ENGLERT, S. Avicultura. 1. ed. Editora Centaurus, Porto Alegre, RS: 1974.

9. FERREIRA, Mauro G. Produção de aves: corte & postura. Guaíba, RS:

Agropecuária, 1993.

10. FILHO, A. Coimbra. Técnicas de criação de ovinos. 2. ed. São Paulo. 1990.

11. FIALHO, E. T. & PINTO, H. B. Alimentos Alternativos para Suínos. Lavras - MG. UFLA/FAEPE, 1997.

12. KRUG, Ernesto E. B. (coord.). Manual da Produção leiteira. Porto Alegre, RS:

CCGL Ltda, 1980.

13. MALAVAZZI, Gilberto. Avicultura: manual prático.São Paulo: Nobel, 1977.

14. MILLEN, Eduardo. Guia técnico agropecuário veterinária & zootecnia. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1993.

15. REVISTAS: Globo rural, A granja, Avicultura, Suinocultura, Balde Branco, Informe agropecuário, Agropecuária catarinense.

16. SISSON, S. & GROSSMAN, J. D. Anatomia dos animais domésticos. Vol. I e II. Rio de Janeiro: Guanabara, 1980.

17.

STORER, Tracy I. et al. Zoologia Geral. 6. ed. ao Paulo: Editora Nacional, 1989.

18. SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e exploração. 2. ed. São Paulo, 1996.

19. SOBESTIANSKY, J. Limpeza e desinfecção na suinocultura. Concórdia. EMBRAPA/CNPSA, 1981.

20. SOBESTIANSKY, J. coord. Manejo em Suinocultura: aspectos sanitários, reprodutivos e de meio ambiente. Concórdia. EMBRAPA/CNPSA, 1985.

21. SOUZA, I. Goulart. A ovelha. Manual Prático Zootécnico. São Paulo,1993.

22. TEIXEIRA, Vitor Hugo. Construções e Ambiência. Larvas - MG. UFLA/FAEPE,

1998.

23. TORRES, A. P.; JARDIM, W. R. e JARDIM, L. F. Manual de Zootecnia. 2. ed. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres Ltda, 1982.

24. VÍDEOS: Vídeos técnicos relacionados à zootecnia (videoteca da Agrotécnica).

25. VIEIRA, G. V. N. Criação de ovinos. 3. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1967.

26. Produção de coelhos: caseira, comercial, industrial. 9. ed. ver. e ampl.

São Paulo: Prata editora e distribuidora Ltda, 1995.

27. Criação de cabras: técnica, prática e lucrativa. São Paulo: Nobel S.A.,

1990.

28. VIANA, A. Teixeira. Os suínos: Criação Prática e Econômica. 2. ed. São Paulo, Nobel, 1983.

30. www.suinocultura.com.br

31. www.cico.rj com.br

Fundamentos e Manejo Agroecológico 40h

Ementa: As principais correntes do movimento orgânico e suas particularidades; Agricultura Biodinâmica; Agricultura Biológica; Agricultura Natural; Agricultura Orgânica; Pilares da Agropecuária Agroecológica; Visão sistêmica da propriedade; Compostagem e Fermentados Biotecnológicos (elaboração de caldas, macerados e preparados a base de vegetais); Teoria da Trofobiose; Manejo Agroecológico; Sistemas Agroflorestais; Adubação Verde e Pastagens; Sistema de manejo rotativo (Sistema ―Voisin‖); Princípios de agroecologia aplicada à produção animal; Princípios de conforto ambiental na concepção de sistema de produção agroecológicas. Fundamentos básicos de manejo para a produção animal; Normas de conversão ao sistema agroecológico de produção animal; Biosseguridade e controle de endo e ectoparasitos na agroecologia.

Referências Básicas

1. ANDRIGUETO, J.M. Normas e padrões de nutrição e alimentação animal, Revisão 87/88, Curitiba, PR, Nutrição Editora Publicitária, 1989.

2. ARAÚJO FILHO, Raymundo. Introdução à pecuária ecológica: a arte de criar animais sem drogas ou venenos. Porto Alegre, RS, 2000.

3. ARENALES, Maria do C. & ROSSI, Fabrício. Criação orgânica de frangos de corte e aves de postura. Viçosa, MG, CPT, 2001.

4. Bases para o estudo e entendimento da Agroecologia. In.: Apostila. Org.: Oliveira, R. J. P. de; Borges, J. R. Apostila. 13 de abril de 2004. Rio do Sul SC.

5. CEPAGRI, Livro Verde 2. FETRAF-SUL. Florianópolis. Edição revisada. 2001.

6. EMBRAPA. Cama de aviário. Concórdia, SC, 1997.

7. FARIA, Ernesto. Zootecnia Geral. Itaguaí, RJ, Imprensa Universitária, 1985.

8. LANA, Geraldo R. Quintão. Avicultura. Ed. Rural Ltda, Campinas SP, 2000.

9. PAIVA, Doralice Pedroso de. Principais Parasitas Externos. Concórdia, SC, EMBRAPA, 1996.

10. REVISTA ESCALA RURAL ESPECIAL. São Paulo, SP, Ano III nº 19.

11.

TERRA SOLIDÁRIA, Material pedagógico.

12. TORRES, A.P. Alimentos e Nutrição das Aves Domésticas. São Paulo, SP, Nobel, 1979.

História 40h

Ementa: A sociedade primitiva. O desenvolvimento da agricultura, da domesticação de animais e a sedentarização do homem. O desenvolvimento da agricultura na região dos vales férteis. A agricultura nas sociedades escravistas da Grécia e Roma. A decadência da agricultura familiar romana¸ o escravismo e a conquista do Egito. A agricultura na sociedade feudal. Transformações na agricultura no século XVII. A formação de colônias de povoamento e de exploração na América. A agricultura e sociedade no Brasil do século XV XIX. A modernização da agricultura no século XIX. A separação entre pecuária e produção de grãos na agricultura moderna. A revolução verde. Os impactos sociais e ambientais provocados pela revolução verde no Brasil e no mundo. Importância e necessidade de uma outra agricultura que valorize o homem e seja sustentável. A agricultura na era da globalização da economia.

Referências Básicas

1. AQUINO, Rubim Santos Leão de. História das sociedades: das comunidades primitivas às sociedades medievais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.

2. DIAMOND, Jared. Armas, germes e aço: os destinos das sociedades humanas. 3 ed. São Paulo: Record, 2002.

3. EHLERS, Eduardo. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. 2 ed. Guaíba: Agropecuária, 1999.

4. GEORGE, Pierre. Geografia agrícola do mundo. 6 ed. Rio de Janeiro, Bertrand,

1991.

5. GEORGE, Susan. O mercado da fome. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

6. HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 21 ed. Rio de Janeiro:

Guanabara, 1986.

7. MAZOYER, Marcel. História das agriculturas no mundo. Lisboa. Instituto Piaget.

1998.

Língua Portuguesa 40h

Ementa: Redação Língua, comunicação, interação; Texto e discurso; Ortografia, pontuação, acentuação, sintaxe, semântica e os problemas gerais da Língua Culta. Literatura - Divisão dos períodos literários. Introdução à literatura; Características textuais do Modernismo.

Referências Básicas

1. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 2. ed. São Paulo: Cultrix,

1977.

2. CADORE, Luís Agostinho. Curso prático de português: literatura, gramática, redação. São Paulo: Ática, 1998.

3. CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Literatura Brasileira. 2a. Ed. Editora Atual, São Paulo, 1995.

4. FARACO, Carlos Emílio & MOURA, Francisco Marto. Língua e literatura. São Paulo: Ática, 1996.

5. FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996.

6. LAMAS, Berenice Sicas & HINTZ,Marli Marlene. Oficina de Criação Literária um olhar de viés.Porto Alegre.EDIPUCRS,1997.

7. NICOLA, José de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo:

Scipione, 1991.

8. VALENÇA, Ana. Roteiro de Redação: lendo e argumentando. Ana Valença, Denise Porto Cardoso, Sônia Maria Machado; coord. Antônio Carlos Viana. São Paulo: Scipione, 1998.

Geografia 40h

Ementa: A diferenciação entre o que é agrário e o que agrícola no mundo rural. A expansão agropecuária no Brasil. Formas e usos da terra no Brasil. Estrutura fundiária brasileira. Produção agropecuária no Brasil. Relações de trabalho no mundo rural. O Estatuto da Terra. O Plano Nacional de Reforma Agrária. Organização do espaço agrário brasileiro. Causas e conseqüências do êxodo rural. Conseqüências da modernização do campo a partir da década de 1960. Políticas públicas para o meio rural brasileiro. As conseqüências da expansão das fronteiras agrícolas em nosso país. A agropecuária no mundo. Os limites naturais do espaço agrário brasileiro. Principais culturas e rebanhos brasileiros.

Referências Básicas

1. ABRAMOVAY, R. Funções e Medidas da Ruralidade no Desenvolvimento Contemporâneo. Rio de Janeiro: IPEA, 2000.

2. GOMES, P. C. C. Geografia e Modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.

2000.

3. GRAZIANDO DA SILVA, J. A modernização dolorosa. São Paulo: Editora

Zahar,1982.

4. KUMAR, K. Da Sociedade Pós-Industrial à Sociedade Pós-Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

5. MARTINS, José de Souza. Expropriação e Violência do Campo. São Paulo: Ed. Hucitec, 1980.

6. LEFEBRVE, H. A Revolução Urbana. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.

7. OLIVEIRA, A. U. Modo Capitalista de Produção e Agricultura. São Paulo: Ática,

1995.

8. OLIVEIRA, A. U. A Geografia das Lutas no Campo. São Paulo: Contexto, 2002.

9. SANTOS, M. Por uma Geografia Nova. São Paulo: Hucitec,. 2002 a.

10. Natureza do Espaço. São Paulo: Hucitec,. 2002 b.

11. VALVERDE, O. Estudos de Geografia Agrária Brasileira. Petrópolis: Vozes,

1985.

Artes 40h

Ementa: Oratória. Expressão Verbal. Tipos de público e local. Narração. Confirmação e Refutação. Elementos de transição. Elementos de apoio. Recursos audiovisuais. Conclusão, Recapitulação e Epílogo. Polígrafo.

Referências Básicas

1. BLOCH, Pedro. Falar bem com boa voz. Rio de Janeiro. Bloch, 1984.

2. Você quer falar melhor? Rio de Janeiro. Bloch, 1974.

3. MARCON, Leoclides. Poder Pessoal. Porto Alegre: CDP, 1995.

4. POLITO, Reinaldo. Gestos e postura para falar melhor. 21. ed. São Paulo:

Saraiva, 1999.

5. Como falar corretamente e sem inibições. 73. ed. São Paulo: Saraiva,

1999.

6. Como falar de improviso e outras técnicas de apresentação. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

7. Como se tornar um bom orador e se relacionar bem com a

imprensa. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.

8. Vença o medo de falar em público. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

9. Recursos audiovisuais nas apresentações de sucesso. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1997.

10. Assim é que se fala. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

11. RIBEIRO, Célia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de etiqueta para executivos. 18a ed. Porto Alegre: L&PM, 1993.

12. RIBEIRO, Lair. Comunicação Global. São Paulo: Moderna, 1999.

13. O Sucesso não ocorre por acaso. 86. ed. Rio de Janeiro: Objetiva,

1993.

14. RIBEIRO, Miguel. Comunicação & Oratória. Porto Alegre: Imprensa Livre, 1998.

15. SALOMÉ, Jacques. Aprendendo a se comunicar Você se revela quando fala. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

Matemática 40h

Ementa: Operações (números inteiros e decimais); Geometria (figuras geométricas planas e espaciais); Sistema de Medidas e sua História (medidas de comprimento, área (medidas agrárias), valor monetário, tempo e temperatura); Regra de Três Simples; Porcentagem.

Referências Básicas

1. BARRETO FILHO, Benigno; BARRETO, Cláudio Xavier. Matemática aula por

aula. Volume único. São Paulo: FTD, 2000.

2. DANTE, L.R. Matemática: Contexto e Aplicações. Volume único. São Paulo: Ática,

2000.

3. IEZZI, Gelson. et. al. Matemática. Volume Único. São Paulo: Atual, 1997.

4. SANTOS, C.A.M. dos; GENTIL, N.; GRECO, S.E. Matemática. Série Novo Ensino

Médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2003.

Semestre II Módulo: Solo

Conservação e Manejo do Solo 40h

Ementa: Recursos naturais de caráter renovável; Caracterização de bacias hidrográficas; Propriedades físicas, químicas e biológicas do solo; Classificação e capacidade de uso dos solos; Processos de desgaste acelerado dos solos erosão. Adequação dos solos à sua capacidade de uso. Florestamento e reflorestamento. Plantas de cobertura. Cultivo em nível, cultura em faixas e cordões de vegetação permanente. Faixas de bordadura. Quebra-ventos. Adubação verde. Adubação química, adubação orgânica e calagem. Controle de voçorocas. Terraceamento. Manejo de bacias hidrográficas. Pastagem. Sistemas de cultivo.

Referências Básicas

1. ANDRADE, H., SOUZA, J.J. Solos: Origem, Componentes e Organização. Lavras, ESAL/FAEPE. 1995.

2. OLIVEIRA, J.B., JACOMINE, P.T.K., CAMARGO, M.N. Classes Gerais de Solos do Brasil. Piracicaba, FUNEP/ UNESP, 1992.

3. RESENDE, M., CURI. N., RESENDE, S.B., CORRÊA, G.F. Pedologia: Base para distinção de ambiente. Viçosa, 1995.

4. GALETI, P. A. Conservação do solo Reflorestamento Clima. 2 ed. Campinas:

Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1989.

5. GALETI, P. A. Guia do técnico Agropecuário: Solos. São Paulo: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1983.

6.

PRADO, H. do. Manejo dos Solos: Descrições Pedológicas e suas Implicações. São Paulo: Nobel, 1991.

7. COELHO, F. S. Fertilidade do Solo. 2. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1973.

8. MELLO, F. de A. et al. Fertilidade do Solo. 3 ed. São Paulo: Nobel, 1989.

9. BERTONI, J., NETO, F. L. Conservação do Solo. São Paulo: Ícone, 1990.

10. COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO-RS/SC. Recomendações de adubação

e calagem para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Sociedade

Brasileira da Ciência do Solo: 3. ed., Passo Fundo, 1995.

11. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. 9 ed. São Paulo: Nobel,1993.

12. JORGE, J. A. Física e manejo dos solos tropicais. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1986.

13. SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da agricultura e Abastecimento. Manual de uso, manejo e conservação do solo e água: Projeto de recuperação, conservação e manejo dos recursos naturais em microbacias hidrográficas.

2.ed. Florianópolis: EPAGRI, 1994.

Fertilização do Solo 40h

Ementa: Funções dos macro e micronutrientes das plantas. Sintomas de deficiência nutricional. Noções gerais sobre as propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos:

textura, estrutura, porosidade, capacidade de retenção de água, fertilidade dos solos, pH, acidez e matéria orgânica do solo. Noções gerais sobre os nutrientes minerais e seu papel nas plantas. Procedimentos para a coleta de amostras de solo para análise laboratorial. Noções gerais sobre a interpretação de laudo de análise de solo, sobre corretivos e fertilizantes e sobre a recomendação de corretivos e fertilizantes.

Referências Básicas

1. ALCARDE, José Carlos. Corretivos da Acidez dos Solos Características e. Ed. ANDA Associação, 1992.

2. COELHO, Fernando S. Fertilidade do Solo. Ed. Instituto Campineiro de Ensino agrícola, 1973.

3. EMBRAPA Empresa Brasileira Pesquisa. Classificação e Fertilidade de Solos da Planície. Ed. EMBRAPA Empresa, 1981.

4. Amostragem de Solo para Análise Química - n.11. Ed. EMBRAPA Empresa, 1982.

5. A Biologia do Solo nas Agricultura Brasileira n.2. Ed. EMBRAPA Empresa, 1986.

6. Eficiência Agronômica de fertilizantes Fosfatados. Ed. EMBRAPA Empresa, 1997.

7. Modelos de Pesquisa em Fertilidade do solo. Ed. EMBRAPA Empresa, 1991.

8. EMPASC Empresa Catarinense de. Dinâmica da Correção da Acidez do Solo

e seu. Ed. EMPASC Empresa,1984.

9. EPAGRI Empresa de Pesquisa. Conheça Melhor Suas Terras Faça Análise

de solo. Ed. EPAGRI Empresa de Pesquisa, 1991.

10. Evolução de Fertilidade do solo nas Mesorregiões. Ed. EPAGRI Empresa de Pesquisa 1995.

11. Vermicompostagem, a Produção de Úmus. Ed. EPAGRI Empresa de Pesquisa, 2004.

12. FUNDAÇÃO CARGILL. A Avaliação da Qualidade dos Corretivos da Acidez. Ed. Fundação Cargill, 1986.

13. Seminário Sobre Corretivos agrícolas. Ed. Fundação Cargill, 1985.

14.

Simpósio Avançado de Solos e Nutrição de Plantas. Ed. Fundação Cargill, 1989.

15. Análise Química do solo para Fins de Fertilidade. Ed. Fundação Cargill, 1987.

16. LOPES, Alfredo Scheid. Acidez do Solo e Calagem n.1. Ed. ANDA Associação, 1991.

17. Interpretação de Análise de Solo Conceitos. Ed. ANDA Associação

1987.

18. Micronutrientes Filosofias de Aplicação e Conceitos e. Ed. ANDA Associação 1999.

19. Solos Sob Cerrado Manejo da Fertilidade. Ed. ANDA Associação

1994.

20. MALAVOLTA, Eurípedes. A Prática da Calagem n.2. Ed. Grupo Pagliato, 1984.

21. Desordens Nutricionais no cerrado. Ed. Nagy Ltda, 2004.

22. MELLO, Francisco de A. F. de. Fertilidade do Solo. Ed. Nobel S. A. 1983.

23. MOLINARDI, Alcides José. Efeito do resíduo de Leguminosa tropicais. Ed. Universidade federal, 1991.

24. RAIJ, Bernardo Van. A Avaliação da Fertilidade do solo. Ed. Associação Brasileira, 1981.

25. Fertilidade do Solo e Adubação. Fertilidade do Solo. Ed. Agronômica

Ceres,1991.

26. SILVA, Ody. Fertilizantes Corretivos e Solos O Tripé das Plantas. Ed. Instituto campineiro, 1997.

27. UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O Potássio no Solo n.2 Ed. Associação Brasileira, 1980.

28. RESENDE, Mauro. Pedologia e Fertilidade do Solo. Ed. Comunicação, 1988.

29. UFV Universidade Federal de Viçosa. Preparo do solo, Nutrição Mineral e Adubação da UFV Universidade Federal de Viçosa, 2004.

Irrigação e Drenagem 60h

Ementa: História da irrigação; Água requerida pelas culturas; O solo como um reservatório de água; Características físicas e hídricas do solo; Disponibilidade de água no solo; Qualidade da água para irrigação; Medição de água para irrigação; Estimativa da evapotranspiração; Manejo da irrigação; Sistemas de irrigação: características, vantagens e desvantagens; Fatores a serem considerados na escolha de um sistema de irrigação; Perdas de carga nas tubulações; Seleção de aspersores, microaspersores e/ou gotejadores; Determinação da velocidade de infiltração da água no solo; Sistemas de drenagem; Tipos de drenos; Abertura de drenos; Manutenção de drenos.

Referências Básicas

1. ABEAS - Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior. Engenharia de Irrigação. Proni - programa nacional de irrigação. Módulos 01 a 13. Brasília. 1987.

2. BERNARDO, Salassier. Manual de Irrigação. Viçosa, UFV. Imprensa Universitária. 1982.

3. DAKER, Alberto. A água na agricultura - manual de hidráulica agrícola. Livraria Freitas Bastos, 5a ed., Rio de Janeiro, 1976, v.3

4. REICHARDT, Klaus. A água em sistemas agrícolas. Editora Manole ltda. São Paulo. 1986.

implementos para preparo do solo. Máquinas e implementos para implantação de culturas. Máquinas e implementos para tratamentos culturais. Máquinas e implementos para colheita. Máquinas e implementos zootécnicos. Equipamentos, condições de aplicação e adaptabilidade da agricultura de precisão. Condições de utilização e equipamentos para tração animal. Noções de segurança e operação de tratores. Manutenção de tratores agrícolas. Semeadoras em linha. Semeadoras a lanço. Pulverizadores. Colhedoras. Máquinas zootécnicas.

Referências Básicas

1. BERTONI, JOSÉ; NETO, FRANCISCO LOMBARDI, 1990. Conservação do solo. São Paulo: Ícone. 355p.

2. BALASTREIRE, LUIZ ANTÔNIO. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987.

3. BARROSO, EDUARDO et.

Equipamentos agrícolas apropriados ao

pequeno produtor rural. Brasília: CNPQ, 1983.

4. BERETTA, CLÁUDIO CATANI. Tração animal na agricultura. São Paulo: Nobel,

1988.

5. FUNDACENTRO. Manual de prevenção de acidentes para tratoristas. São Paulo: 1979.

6. HASELGRUBER, FRIEDRICH E GERHARD, KARL FRITZ. Motosserras, mecânica e uso. Porto Alegre: Metrópole, 1989.

7. MAZUCHOWSI, JORGE ZBIGNIEW E DERPSCH, ROLF. Guia de preparo do solo para culturas anuais mecanizadas. São Paulo: Manole, 1983.

8. MERTEN, GUSTAVO HENRIQUE, coord., 1994. Manejo de solos de baixa aptidão agrícola no Centro-Sul do Paraná. Londrina, IAPAR. 112p. ilust. (IAPAR, circular 84).

9. MIALHE, LUIZ GERALDO. Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 1974.

10. PORTELLA, JOSÉ ANTÔNIO. Semeadoras para plantio direto. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001.

11. PORTELLA, JOSÉ ANTÔNIO. Colheita mecanizada de grãos, implementos, manutenção e regulagem. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.

12. RUEDELL, JOSÉ, 1995. Plantio Direto na Região de Cruz Alta. Convênio FUNDACER/BASF, FUNDACEP/FECOTRIGO. Cruz Alta, RS. 134p.ilust.

13. SANTA CATARINA, 1994. Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. Manual de uso, manejo e conservação do solo e da água: Projeto de recuperação, conservação e manejo dos recursos naturais em microbacias hidrográficas. 2. ed. rev., atual., e ampl. Florianópolis: EPAGRI, 384p.

14. SILVEIRA, GASTÃO MORAES DA. IV Ciclo de Estudos sobre mecanização agrícola. Viçosa: Ed. Universitária, 1990.

Matemática 40h

Ementa: Geometria (figuras geométricas espaciais). Sistema de Medidas e sua História (volume e massa). Função do primeiro grau: Construção de tabelas, gráficos, determinação da lei da função delimitando para problemas relacionados com velocidade, aceleração, custo, receita, perímetro, densidade demográfica, juros simples etc; Estudo do domínio e imagem da função; Estudo da função: raiz, inclinação; Trigonometria no triângulo retângulo: Teorema de Pitágoras, Razões Trigonométricas e Área de Triângulo utilizando a função seno.

2.

DANTE, L.R. Matemática: Contexto e Aplicações. Volume único. São Paulo: Ática,

2000.

3. IEZZI, Gelson. et. al. Matemática. Volume Único. São Paulo: Atual, 1997.

4. SANTOS, C.A.M. dos; GENTIL, N.; GRECO, S.E. Matemática. Série Novo Ensino Médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2003.

Química 40h

Ementa: Os fenômenos químicos. Ligações químicas e diferenciação das substâncias. As cinco funções inorgânicas. Estequiometria. Fundamentos da química orgânica.

Referências Básicas

1. AMBROGI,.A, VERSOLATO, E. F., LISBOA, J. C. F. Unidades modulares de Química. Unidades I, II, III, IV. São Paulo: MEC/DEM/CECISP, 1980. 363 p.

2. BABOR, J. A, AZNÁREZ, J. I. Química general moderna. Buenos Aires: Ed. Manuel Marin, 1950. 902 p.

3. BONADIMANN, H., ZANON, L. B. MALDANER, OA.; Ciências 8 a série, proposta alternativa Ensino. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1990.

4. CHASSOT, A I. A Educação e o Ensino de Química. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1990.

5. CHEMICAL EDUCATION MATERIAL STUDY. Química, uma ciência experimental. São Paulo: Edart Editora, 1967.

6. COCH, J. A, FIGUEIRA, ª da R., ZEPKA, M. Ensinando a química através de experiência nos cursos de segundo grau. Rio Grande: Ed. Furg, 1988.

7. GRAY, H. B., HAIGHT, G. P. Princípios básicos de Química. Barcelona: Ed. Reverte, 1976.

8. LUTFI, M. Os Ferrados e os Cromados; produção social e apropriação privada

do conhecimento químico. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1992. Cotidiano e Educação em Química. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1988.

9. MALDANER, Otavio Aloísio. Estrutura da Matéria 2º nível. Ijuí: Ed. UNIJUÍ,

1991.

10. MASTERTON, W. L., SLOWINSKI, E. J. Princípios de Química. 6.ed. Ed. Guanabara.

11. O’CONNOR, Rod. Fundamentos de Química. São Paulo: Ed. Marper & Row do Brasil, 1977.

12. PIMENTEL, G. C., SPRATLEY, R. D. Química. São Paulo: Ed. Edgard Blücher/EDUSP, 1974.v. I,II.

13. ROCHA-FILHO, R. C., Grandeza e unidades de medida, O sistema Internacional de medidas. São Paulo: Ática, 1988.

14. RUSSEL, J., Química Geral. Mc Graw-Hill, 1981.

15. SIENKO, M. J., PLANE, R. A. Química. São Paulo: Ed. Nacional, 1968.

16. JOURNAL TETRAHEDRON LETTER

17. JOURNAL OF CHEMICAL EDUCATION

Biologia 40h

Ementa: Níveis de organização dos seres vivos e suas características gerais. Compostos orgânicos e inorgânicos fundamentais para os seres vivos. Microscópio. Características gerais das células. Membranas Celulares. Citoplasma e citoesqueleto. Núcleo celular. Divisão Celular. Componentes da microbiota do solo. Bactérias. Fungos. Algas, protozoários e outros microrganismos. Ciclo biogeoquímico do nitrogênio. Natureza e metabolismo das fontes nitrogenadas. Fixação biológica do nitrogênio atmosférico. Micorrizas.

1977.

2. CURTIS, Helena; EVERT, Ray F. & RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro. Guanabara Dois.

3. JUNIOR, Cesar da Silva & SASSON, Sezar. Biologia, volumes 1,2 e 3. São Paulo, Atual, 1989.

4. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia Atual. Volumes 1, 2 e 3. Ática, São Paulo SP, 1990.

5. SOARES, José Luis. Biologia. Volumes 1, 2 e 3. Scipione, São Paulo SP, 1993.

6. RUIZ, Rogério Lacaz. Microbiologia zootécnica. São Paulo: ROCA, 1992.

Física 40h

Ementa: Mecânica dos Sólidos. Mecânica dos fluídos. Calor e Termodinâmica. Óptica. Eletricidade e Eletromagnetismo. Eletrostática. Eletrodinâmica. Eletromagnetismo.

Referências Básicas

1. AMALDI, Ugo. Imagens da Física. São Paulo: Moderna, 1995.

2. BONJORNO, Regina Azenha. et al. Física fundamental. São Paulo FTD, 1993.

3. CANIATO, Rodolpho. As linguagens da Física. São Paulo: Ática, 1990.

4. DELIZOICOV, Demétrio e ANGOTTI, José André. Física. São Paulo: Cortez, 1991.

5. FERRARO, Nicolau Gilberto & SOARES, Paulo Antônio de Toledo. Aulas de Física. Vol I, II e III, 7ª edição reformulada, Atual, São Paulo, 2003.

6. GREF - Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Mecânica/Física térmica/óptica/ eletromagnetismo. 2. ed. Edusp: São Paulo, 1993.

7. MÁXIMO, Antônio & ALVARENGA, Beatriz. Curso de Física. vol. I e II e III 4a. ed. São Paulo: Scipione, 1997.

8. Beatriz. Curso de Física. vol. único. São Paulo: Scipione, 1997.

9. MORETTO, Vasco Pedro. Física Hoje. vol. I, II e III. São Paulo: Ática, 1990.

10. RAMALHO, Francisco Jr. et al. Os fundamentos da Física. 6. ed. São Paulo:

Moderna, 1993.

11. RESNICK, Robert & HALLIDAY, David. Física I, II, III e IV. 2. ed. Rio de Janeiro:

LTC S/A,

12. SEARS, Francis Weston. Física. vol. I, II, III e IV. Rio de Janeiro: LTC S/A. 1997.

13. TIPLER, Paul A. Física Moderna. vol. I, II, III e IV. Rio de Janeiro: LTC, 1995.

Geografia 40h

Ementa: Eras geológicas. Estrutura interna do globo terrestre. Tipos de rochas. Conceito de planalto. Conceito de planície. Espécies de planaltos. Espécies de planícies. Estrutura geológica brasileira. As grandes unidades do relevo brasileiro.

Referências Básicas

1. ADAS, Melhem. Panorama Geográfico Brasileiro: contradições, impasses e desafios socioespaciais. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2001.

2. COELHO, Marcos Amorim. Geografia do Brasil. 3. ed. São Paulo: Moderna, 1990.

3. GARCIA, Carlos Hélio & GARAVELLO, Tito Márcio. Geografia do Brasil: Dinâmica e Contraste. 3 ed. São Paulo: Scipione, 1995

4. PEREIRA, Diamantino Alves Correia. Geografia: ciência do espaço: o espaço brasileiro. 2 ed. Atual, 1994.

5. PIFFER, Osvaldo. Geografia do Brasil. São Paulo. IBEP, 1999.

6. VESENTINI, José William. Sociedade e Espaço: Geografia Geral e do Brasil. 27 ed. São Paulo: Ática, 1997.

Semestre III Módulo: Culturas

Olericultura 80h

Ementa: Fatores climáticos da região do Alto Vale do Itajaí. Importância econômica da Olericultura. Local para a implantação e exploração de uma horta comercial. Realidade dos agricultores que exploram hortaliças comercialmente. Preparo do solo (calagem, adubação e demarcação de linhas e canteiros). Cronograma de semeadura conforme as necessidades climáticas por espécie. Materiais utilizados para a produção de mudas em bandejas, tipos de substrato e qualidade. Semeadura em bandejas e direta, conforme a espécie. Transplante de espécies produzidas nas bandejas e ou na sementeira no ponto adequado. Necessidades de água por espécie conforme o ciclo e época do ano. Tipos de irrigação necessários para a produção de hortaliças. Principais espécies de plantas daninhas (manual mecânico e químico no momento mais adequado). Noções básicas sobre cultivo hidropônico. Noções básicas sobre comercialização (volume, preços e demanda).

Referências Básicas

1. FILGEURIRA, F,. A.; R. Novo Manual de Olericultura: Agroteclogia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2º ed. Voçosa: UFV, 203.

2. Manual de Olericultura: Cultura e comercialização de hortaliças. 2º ed.São Paulo: Ed. Agronômioca Ceres, Volume I e II, 1981.

3. MAKISHIMA, N. Curso básico em olericultura. Centro nacxional de pesquisas en hortaliças CNPH Brasília DF. 1998.

4. LOPES, F, J. Curso básico sobre olericultura. Cultivo das cucurbitáceas, CNPH, Brasília DF 1998.

5. MAKISHIMA, N Curso básico em Olericultura. Tecnologia para a cultura do melão e melancia CNPH Brasília DF, 1998.

6. MORETTI, C. L. et al. Curso básico sobre Olericultura. Tecnologia de produção das Brássicas 1998.

7. MALAVOLTA, E; PIMENTA-GOMES, F; ALCARDE, J. C. Adubos e adubações. São Paulo: Nobel, 2002.

8. GASPARY, M. Manual Do Horticultor: Como instalar uma horta verdadeiramente produtiva. 7. ed. Porto Alegre: Rigel, 2003.

Culturas Anuais 80h

Ementa: Origem das espécies. Principais aspectos relativos ao desempenho, global e por produto, das culturas em Santa Catarina. Importância econômica e alimentar. Zoneamento agrícola de Santa Catarina para as culturas estudadas. Períodos favoráveis para a semeadura. Fertilizantes e corretivos. Noções sobre adubos verdes. Produção de mudas de cebola. Inoculação de sementes e conhecer as principais recomendações. Métodos de propagação assexuada. Fatores climáticos. Métodos integrados de prevenção e controle de pragas, doenças e plantas daninhas. Colheita das culturas. Armazenamento. Coeficientes técnicos por hectare. Legislação e normas pertinentes. Atributos de qualidade de sementes. Normas de produção de sementes. Diferentes etapas do processamento das sementes. Qualidade das sementes. Proteção das sementes. Tratamentos das sementes. Armazenamento das sementes. Tratamento das sementes.

Referências Básicas

1. ANDREI. Compêndio De Defensivos Agrícolas. 5ed. revisada e atualizada. Andrei Editora Ltda.

2. BERGAMIN FILHO, Armando; KIMATI, Hiroshi; AMORIN, Lilian. Manual De

Fitopatologia, Princípios e conceitos. 1995. v. 1 - 3.ed. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres.

3. Doenças das plantas cultivadas v. 2. 3.ed. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1997.

4. BERTONI, JOSÉ; NETO, FRANCISCO LOMBARDI, 1990. Conservação do solo. São Paulo: Ícone.

5. CALEGARI, Ademir. Leguminosas Para Adubação Verde De Verão No Paraná. Mai/1995. Londrina/PR: IAPAR

6. CAMPOS, T. de; FILHO, V. C., 1987. Principais Culturas II. 2. ed. Campinas, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Campinas, SP.

7. CARDOSO, José Emilson. Doenças Do Feijoeiro Causadas Por Patógenos De Solo. Goiânia/GO: EMBRAPA - CNPAF, 1990. Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão/EMBRAPA.

8. CONFERÊNCIA ANUAL DE PLANTIO DIRETO, II. Resumos de Palestras. Editora Aldeia Norte, Passo Fundo/RS. 1997.

9. CURSO SOBRE ASPECTOS BÁSICOS DE FERTILIDADE E MICROBIOLOGIA DO SOLO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO. Resumos de Palestras. Editora Aldeia Norte. Passo Fundo/RS. 1997.

10. DE CARVALHO, Sueli Martinez et al. Pragas Do Feijoeiro No Estado Do Paraná. Manual Para Identificação No Campo. Londrina/PR: IAPAR, Instituto Agronômico do Paraná, 1982.

11. DERPSCH, Rolf e CALEGARI Ademir. Plantas Para Adubação Verde De Inverno. Londrina/PR: IAPAR, Jun/1992.

12. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina S.A. Sistemas De Produção Epagri. Culturas: Cebola, Alho, Milho, Mandioca, Arroz Irrigado, Feijão E Soja. Florianópolis, SC.

13. ENCONTRO DE PLANTIO DIRETO NA PEQUENA PROPRIEDADE, I. Resumos de Palestras. Editora Aldeia Norte. Passo Fundo/RS. 1997.

14. A Cultura Do Feijão Em Santa Catarina. Florianópolis/SC: 1992.

15. FAGERIA, Nand Kumar; BARBOSA FILHO, Morel Pereira. Deficiências Nutricionais Da Cultura De Arroz: Identificação E Correção. Goiânia/GO:

EMBRAPA SPI - CNPAF, 1994.

16. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PLANTIO DIRETO NA PALHA, 1994. IV Encontro Nacional de Plantio na Palha. Cruz Alta, RS.

17. FUNDAÇÃO INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ. O Feijão No Paraná. Londrina/PR:, 1989. 303 p. Instituto Agronômico do Paraná.

18. GALLO, Domingos (et al.), 1988. Manual De Entomologia. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 2.ed.

19. GASSEN, Dirceu N

Manejo De Pragas Associadas À Cultura Do Milho. Passo

Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1996.

20. IAPAR. A Cultura Do Milho No Paraná. Out/1992. Vários autores. Londrina/PR.

21. Opções Tecnológicas Para A Pequena Propriedade. Ago/1985. Vários Autores. Londrina/PR.

22. KISSMANN, K.G.; GROTH, D. 1995. Plantas Infestantes e Nocivas. TOMOS I, II e III - São Paulo. Ed. BASF.

23. LARA, Fernando Mesquita, 1992. Princípios de Entomologia. São Paulo: ÌCONE, 1992 - 3.ed.m.

24. LORENZI, Harri, 1994. Manual de identificação e controle de plantas daninhas:

plantio direto e convencional. 4.ed. - Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum.

25. MERTEN, Gustavo Henrique, coord., 1994. Manejo de solos de baixa aptidão agrícola no Centro-Sul do Paraná. Londrina, IAPAR. (IAPAR, circular 84).

26. MONEGAT, Claudio Plantas De Cobertura Do Solo: Características E Manejo Em

Pequenas Propriedades. Chapecó/SC: Ed. do Autor, 1991.

27. MORENO, Eduardo Hervas. Mandioca, Potencial Energético Na Alimentação Do Suíno. Londrina/PR: IAPAR, 1982.

28. MOHAN, Suryadevara Krishna et al. Doenças Do Feijoeiro No Estado Do Paraná, Guia Para Identificação E Controle. Londrina/PR: IAPAR, 1983.

29. PARANÁ, SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. Manual

Técnico do Subprograma de Manejo e Conservação do Solo. 2.ed. Curitiba,

1994.

30. PATERNIANI, E., Fundação Cargill. Melhoramento e produção do milho no Brasil. Piracicaba/ESALQ., 1978.

31. PRABHU, Anne Sitarama et al

Principais Doenças Do Arroz No Brasil.

Goiânia/GO: EMBRAPA SPI - CNPAF, 1995. 3.ed.ver.atual.

32. PRADO, Hélio do. Manual De Classificação De Solos Do Brasil. 3.ed. Joboticabal: FUNEP, 1996.

33. REIS, Erlei Melo; FORCELINI Carlos Alberto. Manual De Fungicidas. Passo Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1994.

34. REIS, Erlei Melo e CASA, Ricardo Trezzi. Manual De Identificação E Controle De Doenças De Milho. Passo Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1996.

35. REVISTA AGROPECUÁRIA CATARINENSE. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A., Florianópolis, SC.

36. REVISTA PLANTIO DIRETO. Aldeia Norte Editora Ltda, Passo Fundo, RS.

37. RUEDELL, José. Plantio Direto na Região de Cruz Alta. Convênio FUNDACER/BASF, FUNDACEP/FECOTRIGO. Cruz Alta, RS. 1995.

38. SÁ, João Carlos de Moraes. Manejo De Nitrogênio Na Cultura De Milho No Sistema Plantio Direto. Passo Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1996.

39. SARTORATO, Aloísio et al. Principais Doenças E Pragas Do Feijoeiro Comum No Brasil Goiânia/GO: EMBRAPA - CNPAF, 1987. il. 3.ed. Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão/EMBRAPA

40. SANTA CATARINA, 1994. Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. Manual de uso, manejo e conservação do solo e da água: Projeto de recuperação, conservação e manejo dos recursos naturais em microbacias hidrográficas. 2. ed. rev., atual., e ampl. Florianópolis: EPAGRI.

41. SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO SISTEMA PLANTIO DIRETO, Passo Fundo, RS. Anais. Passo Fundo: EMBRAPA-CNPT, 1997.

42. SILVEIRA, Pedro Marques da et al. A Irrigação E A Cultura Do Feijoeiro. Goiânia/GO: EMBRAPA - CNPAFCentro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão/EMBRAPA, 1996.

43. Drenagem Para A Cultura Do Feijão. Goiânia/GO: EMBRAPA - CNPAF, 1992. Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão/EMBRAPA

44. ZUCCHI, Roberto Antonio; SILVEIRA NETO, Sinval; NAKANO, Octavio. Guia De Identificação De Pragas Agrícolas. Piracicaba: FEALQ , 1993.

Defensivos Agrícolas 40h

Ementa: Defensivos: conceitos, importância, descrição, classificação, toxicologia, formulações, legislação e normas de uso. Aplicação: tecnologia de aplicação e condições climáticas. Critérios para utilização de agroquímicos. Armazenagem e descarte de embalagens vazias: armazenamento de defensivos, descarte de embalagens e descarte de produtos. Segurança de aplicação: equipamentos de proteção e segurança no trabalho.

Andrei Editora Ltda.

2. Doenças das plantas cultivadas v. 2. 3.ed. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1997.

3. CARDOSO, José Emilson. Doenças Do Feijoeiro Causadas Por Patógenos De Solo. Goiânia/GO: EMBRAPA - CNPAF, 1990. Centro Nacional de Pesquisa de

Arroz e Feijão/EMBRAPA.

4. DERPSCH, Rolf e CALEGARI Ademir. Plantas Para Adubação Verde De Inverno. Londrina/PR: IAPAR, Jun/1992.

5. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina S.A. Sistemas De Produção Epagri. Culturas: Cebola, Alho, Milho, Mandioca, Arroz Irrigado, Feijão E Soja. Florianópolis, SC.

6. GASSEN, Dirceu N

Manejo De Pragas Associadas À Cultura Do Milho. Passo

Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1996.

7. KISSMANN, K.G.; GROTH, D. 1995. Plantas Infestantes e Nocivas. TOMOS I, II e III - São Paulo. Ed. BASF.

8. LORENZI, Harri, 1994. Manual de identificação e controle de plantas daninhas:

plantio direto e convencional. 4.ed. - Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum.

9. MOHAN, Suryadevara Krishna et al. Doenças Do Feijoeiro No Estado Do Paraná, Guia Para Identificação e Controle. Londrina/PR: IAPAR, 1983.

10. REIS, Erlei Melo; FORCELINI Carlos Alberto. Manual De Fungicidas. Passo Fundo/RS: Aldeia Norte Editora, 1994.

11. ZUCCHI, Roberto Antonio; SILVEIRA NETO, Sinval; NAKANO, Octavio. Guia De Identificação De Pragas Agrícolas. Piracicaba: FEALQ , 1993.

Língua Portuguesa 60h

Ementa: Leitura e Redação. Idéia de texto jornalístico. Língua, comunicação, interação e interpretação textual; Texto e discurso; Ortografia, pontuação, acentuação, sintaxe, semântica e problemas gerais da Língua Culta. Literatura Brasileira - Literatura Informativa (Quinhentismo), Barroco e Arcadismo.

Referências Básicas

1. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 2. ed. São Paulo: Cultrix,

1977.

2. CADORE, Luís Agostinho. Curso prático de português: literatura, gramática, redação. São Paulo: Ática, 1998.

3. CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Literatura Brasileira. 2a. Ed. Editora Atual, São Paulo, 1995.

4. FARACO, Carlos Emílio & MOURA, Francisco Marto. Língua e literatura. São Paulo: Ática, 1996.

5. FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996.

6. LAMAS, Berenice Sicas & HINTZ,Marli Marlene. Oficina de Criação Literária um olhar de viés. Porto Alegre.EDIPUCRS,1997.

7. NICOLA, José de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo:

Scipione, 1991.

Filosofia 40h

Ementa: As ciências: o senso comum e a atitude científica. O ideal cientifico e a razão instrumental. A ideologia cientificista. O problema do uso das ciências. O mundo da prática e da cultura. A religião: seu significado, sua simbologia e sua influência na disciplinarização das práticas. As artes: o seu significado, sua massificação por meio dos meios de comunicação de massa A Escola de Frankfurt. A ética como instrumento de

construção humana. A liberdade como condição humana. O papel da política no contexto social. A invenção da política. Finalidade da vida política. As filosofias políticas; a cidadania liberal e os fundamentos econômicos dos princípios liberais. As reações e contestações da teoria liberal. Neoliberalismo. Críticas ao Neoliberalismo e a globalização. O mundo do trabalho e suas perspectivas.

Referências Básicas

1. ABBAGNANO, Nicola; tradução de Alfredo Bosi. Dicionário de Filosofia. 2a. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

2. BAKHTIN, Mikhail (V. N. Volochínov); tradução de Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. Marxismo e filosofia da linguagem. 8a. ed. São Paulo: Hucitec, 1997.

3. BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. 4 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,

1989.

4. BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas lingüísticas. 2ª ed. São Paulo:

EDUSP, 1998.

5. A economia das trocas simbólicas. 5 ed. São Paulo: Perspectiva,

1998.

6. O poder simbólico. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.

7. Razoes práticas: sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus, 1996.

8. CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro:

civilização Brasileira, 2001.

9. CHAUI, Marilena (Org.). Primeira filosofia. 4 ed. São Paulo: Brasiliense, 1985.

10. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 5a. ed. São Paulo: Ática, 1995.

11. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Brasiliense,1994. V. 1.

12. CHEVALLIER, JEAN J. As grandes obras políticas de Maquiável a nossos dias. 4 ed. Rio de janeiro: Agir, 1989.

13. ENGELS, Frieddrich. A Origem da família, da propriedade privada e do estado. 14ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.

14. A dialética da natureza. 5a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979b (impresso no Brasil em 1991).

15. FINLEY, Moses I. Democracia antiga e moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1988.

16. FOUCAULT, Michel. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

17. FREITAG, Barbara. A teoria crítica: ontem e hoje. 3 ed. São Paulo: Brasiliense,

1990.

18. GAARDER, Jostein; tradução de João Azenha Jr. O mundo de Sofia: romance da história da Filosofia. São Paulo: Cia. Das Letras, 1995.

19. GAUER, Ademar Jacob. A construção de conceitos de Física no Ensino Médio:

uma visão histórico-cultural. Caçador-SC, UnC/UNICAMP, Dissertação de Mestrado, 2000.

20. GRAMSCI, Antônio; tradução de Carlos Nelson Coutinho. Concepção dialética da História. 6a. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.

21. GRAMSCI, Antônio; tradução de Carlos Nelson Coutinho. Os intelectuais e a organização da cultura. 8a. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

22. HABARMAS, Jurgen. Conhecimento e interesse. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

23. HEGEL, G. W. F.; tradução de Paulo Menezes. Fenomenologia do espírito. v. I e II. Petrópolis: Vozes, 1999.

24. KANT, Emanuel. Crítica a razão pura. São Paulo: Melhoramentos, ?

25. KOSÍK, Karel; tradução de Célia Neves e Alderico Toríbio. Dialética do concreto. 3a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

26. KUHN, Thomas S; tradução: BOEIRA, Beatriz Viana e BOEIRA, Nelson. A estrutura das revoluções científicas. 5a. ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.

27.

MARX, Karl & ENGELS, Friederich, tradução de José Carlos Bruni e Marco Aurélio Nogueira. A ideologia alemã (Feuerbach). 11a ed. São Paulo: Haucitec, 1999.

28. MARX, Karl; tradução de Régis Barbosa e Flávio R. Kothe. O capital: crítica da economia política. 3a. ed. São Paulo: Nova cultural, 1988. (coleção Os Pensadores).

29. NASCIMENTO, Elimar P.(Org.) Ética. Rio de Janeiro: Garamond, 1997.

30. NETO, Henrique N. Filosofia básica. 3 ed. São Paulo: Atual, 1986.

31. NIELSEN NETO, Henrique. Filosofia básica. 3 ed. São Paulo: Atual, 1986.

32. ORLANDI, Eni Puccinelli. O discurso religioso. In. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4 ed. Campinas, SP: Pontes, 1996.

pp.239-262.

33. PLATÃO; tradução: BRUNA, Jaime. Diálogos. São Paulo: Cultrix, 1995.

34. REZENDE, Antonio (Org.). Curso de filosofia. 6 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.

35. SARTRE, J. Paul. O existencialismo é um humanismo. In. Os Pensadores. 3 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

36. SATIRO, Angélica; WENSCH, Ana m. Pensando melhor: iniciação ao filosofar. Rio de Janeiro: Saraiva 1997.

37. A fala de muitos gumes. In. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 4 ed. Campinas, SP: Pontes, 1996. pp. 263-276.

38. SCHAFF, Adam. A sociedade informática. 4a. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.

39. tradução: DUARTE, Maria Paula. História e verdade. 6a. ed. São Paulo:

Martins fontes, 1995.

40. SCHWARTZ, Joseph & McGUINESS, Michael; tradução de Mário Bendetson. Einstein e a relatividade. Rio de Janeiro: Xenon, 1994.

41. SOARES, José Luís. O rastro da vida. 15a. ed. São Paulo: Moderna, 1990.

42. VAZQUEZ, Adolfo Sãnches. Ética. 15a ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,

1995.

Biologia 40h

Ementa: Genética. Genes. Termos utilizados em genética. Primeira Lei de Mendel. Cruzamentos. Probabilidade.Segunda Lei de Mendel. Polialelia. Herança ligada ao sexo. Melhoramento genético. Biotecnologia. Botânica. Classificação e características dos grupos vegetais.Estudo das algas, fungos, protozoários, briófitas, pteridófitas, gimnospermas, angiospermas. Anatomia e morfologia de plantas superiores: raiz, caule, folhas, flores, frutos e sementes. Histologia vegetal. Fisiologia Vegetal. Fotossíntese. Respiração nos vegetais. Hormônios vegetais. Movimentos vegetais. Fotoperiodismo.

Referências Básicas

1. CURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro RJ, Ed. Guanabara Koogan S.A.,

1977.

2. CURTIS, Helena; EVERT, Ray F. & RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro. Guanabara Dois.

3. JUNIOR, Cesar da Silva & SASSON, Sezar. Biologia, volumes 1,2 e 3. São Paulo, Atual, 1989.

4. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia Atual, Volume 2. Ed.Ática, São Paulo SP,

1997.

5. SOARES, José Luis. Biologia, Volumes 1, 2 e 3. Scipione, São Paulo SP, 1993.

MRUV, etc; Estudo do domínio e imagem; Estudo da função: raízes, zeros; Função exponencial e logaritmica: Problemas de juros compostos. Construção de gráficos e tabelas.

Referências Básicas

1. BARRETO FILHO, Benigno; BARRETO, Cláudio Xavier. Matemática aula por aula. Volume único. São Paulo: FTD, 2000.

2. DANTE, L.R. Matemática: Contexto e Aplicações. Volume único. São Paulo: Ática,

2000.

3. IEZZI, Gelson. et. al. Matemática. Volume Único. São Paulo: Atual, 1997.

4. SANTOS, C.A.M. dos; GENTIL, N.; GRECO, S.E. Matemática. Série Novo Ensino Médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2003.

Semestre IV Módulo: Criações

Bovinocultura 80h

Ementa: Maturidade sexual, características; Ciclo estral; Fecundação e concepção; Parto (fases e problemas); Monta natural e dirigida; Inseminação artificial; Equipamentos utilizados na I.A.; Principais características para seleção de reprodutores; Classificação, descrição e aptidão das principais raças; Características genéticas de importância na produção de carne; Características genéticas de importância para a produção de leite; Tipos de cruzamento utilizados em bovinos de corte. Seleção para tipo e produção de leite. Sistema de classificação linear. Revisão das funções dos diferentes órgãos digestivos em ruminantes; Principais carências nutricionais decorrentes do desbalanceamento nutritivo e alimentar; Métodos de arraçoamento; Fornecimento de água; Classificação, importância, implantação e consorciação das principais espécies forrageiras; Curva de crescimento, manejo, melhoramento e renovação de pastagens naturais; Métodos de conservação de volumosos (produção e confecção); Formas de reserva de volumoso. Dimensão e manejo de instalações e equipamentos para exploração; Sistemas de criação; Controle dos índices zootécnicos da criação; Métodos; Sistemas de identificação dos animais; Manejo das diversas fases de criação; Efeito sobre o comportamento e performance animal. Importância do controle sanitário; Doenças, sintomas, profilaxia e tratamentos; Desinfetantes , importância, funções, normas e técnicas de uso; Procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos; Procedimento de coleta e envio de material para análise em laboratório.

Referências Básicas

1. DURÃES, M. C. Avaliação de bovinos leiteiros pela conformação. Juiz de Fora:

EMBRAPA-CNPLG, 1998. 54p. (EMBRAPA-CNPGL. Circular Técnica, 49).

2. FONSECA, F. A. Fatores que afetam a composição e secreção do leite, In:

Fisiologia Da Lactação. Editora Universidade Federal de Viçosa. 1º edição, p. 104-130, 1985.

3. FONSECA, M. G. C. da. Plantio direto de forrageiras: sistema de produção. Guaíba:Agropecuária, 1997.

4. FONSECA, W. O búfalo: sinônimo de carne, leite, manteiga e trabalho. 4. ed., São Paulo: Ìcone Editora, 1986.

5. JARDIM, P. O. da C. e PIMENTEL, M. Bovinos de corte. Pelotas:

Ed.Universitária/UFPEL, 1998.

6. KIRCHOF. B. Alimentação da vaca leiteira. Guaíba: Agropecuária, 1997.

7. MACHADO, L. A Z. Manejo de pastagem nativa. Guaíba: Agropecuária, 1999.

8. MUHLBACH, P. R. F. Ordenha e ordenhadeiras. Revista do Gado Holandês, São Paulo, p. 11-2, mar. 1990.

9.

NASCIMENTO, C e CARVALHO, L. M. Criação de búfalos: alimentação, manejo,melhoramento e instalações. Brasília: EMBRAPA-SPI, 1993.

10. PARANHOS, da C. M. J.R

(ed.).

Bioclimatologia Animal. Botucatu, FMVZ/UNESP, 1986, Anais

FUNEP, 1989.

Ciclo

Internacional de palestras

sobre

Jaboticabal,

11. VALVERDE, C. E. T. C. 250 Rações balanceadas para bovinos de corte:

bezerros, garrotes, novilhos, bois. Guaíba: Agropecuária, 1997.

Suinocultura 60h

Ementa: Manejo da criação e reprodução de suínos. Classificação, descrição e aptidões das principais raças de suínos. Principais características para seleção de reprodutores. Métodos de reprodução. Tipos de cruzamentos. Monta natural e dirigida. Inseminação artificial.Produtividade. Capacidade de ganho de peso. Conversão alimentar. Eficiência alimentar. Métodos de controle dos índices zootécnicos. Sistemas de identificação dos animais. Manejo das diversas fases de criação. Efeito do comportamento sobre a performance animal. Sistemas de criações, vantagens e desvantagens. Ambiência.Instalações. Fatores de localização. Planejamento das instalações. Equipamentos: bebedouros, comedouros, outros. Nutrição e alimentação animal. Anatomia e fisiologia do aparelho digestivo dos monogástricos. Principais carências nutricionais. Fatores que afetam a eficiência alimentar. Alimentos alternativos. Sanidade animal. Importância do controle sanitário. Doenças. Etiologia. Sintomas Diagnostico. Profilaxia. Tratamento. Manejo de dejetos.

Referências Básicas

1. BARRETO, Geraldo Benedito. Suinocultura. 2ª ed. Campinas, Instituto Campineiro de Ensino agrícola, 1983.

2. BERTECHINI, Antonio Gilberto. Nutrição de monogástricos. Lavras, MG. UFLA/FAEPE, 1998.

3. CAVALCANTI, Sergito de Souza. Produção de suínos. Campinas, Instituto Campineiro de ensino Agrícola, 1995.

4. CAVALCANTI, Sergito de Souza. Suinocultura dinâmica. FEP-MVZ, 2ª ed. 2000.

5. FIALHO, E.T.& PINTO, H. B., Alimentos alternativos para suínos. Lavras MG. UFLA/FAEPE, 1997.

6. GODINHO, Jose Ferraz. Suinocultura: tecnologia e viabilidade econômica. 2ª ed. São Paulo. Nobel, 1983.

Matemática 60h

Ementa: Matrizes: Definição e operações. Determinantes: definição, cálculo de determinantes de ordem dois e maior ou igual a três. Sistemas lineares: Resolução de sistemas lineares com duas variáveis, através do método da adição, substituição, regra de Sarrus e pelo gráfico. Representações de dados estatísticos através de tabelas e gráficos.

Referências Básicas

1. BARRETO FILHO, Benigno; BARRETO, Cláudio Xavier. Matemática aula por aula. Volume único. São Paulo: FTD, 2000.

2. DANTE, L.R. Matemática: Contexto e Aplicações. Volume único. São Paulo: Ática,

2000.

3. IEZZI, Gelson. et. al. Matemática. Volume Único. São Paulo: Atual, 1997.

4. SANTOS, C.A.M. dos; GENTIL, N.; GRECO, S.E. Matemática. Série Novo Ensino Médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2003.

Ementa: Sistema de criação: vantagens e desvantagens; Ambiência; Instalações; Planejamento das instalações; Localização da granja e construção do galpão; Cama de aviário; Equipamentos: círculo de proteção, campânulas, bebedouros e comedouros. Manejo das diversas fases de criação do frango de corte e postura;Recebimento dos pintainhos; Manejo na fase inicial, crescimento e final; Manejo na fase de cria, recria e produção; Transferência; Controle de peso; Descarte das aves improdutivas; Debicagem; Muda Forçada; Programa de luz; Anatomia e fisiologia: aparelho reprodutor e digestivo; Requerimentos nutricionais; Alimentos; Fatores que interferem na eficiência alimentar; Controle zootécnico da criação: importância e métodos; Índices utilizados para avaliação. Distúrbios carenciais e metabólicos: diagnóstico, sintomas e tratamento; Importância do controle sanitário; Procedimentos de limpeza das instalações e equipamentos; Desinfetantes: tipos, funções e utilização; Doenças: Tipos; Etiologia; Sintomas; Diagnóstico; Profilaxia; Tratamento.

Referências Básicas

1. ANDRIGUETO, J.M. Normas e padrões de nutrição e alimentação animal. Revisão 87/88, Curitiba, PR, Nutrição Editora Publicitária, 1989.

2. ARAÚJO FILHO, Raymundo. Introdução à pecuária ecológica: a arte de criar animais sem drogas ou venenos. Porto Alegre, RS, 2000.

3. ARENALES, Maria do C. & ROSSI, Fabrício. Criação orgânica de frangos de corte e aves de postura. Viçosa, MG, CPT, 2001.

4. ENGLERT, Sérgio. Avicultura. Porto Alegre, RS, Editora Agropecuária, 1991.

5. FARIA, Ernesto. Zootecnia Geral. Itaguaí, RJ, Imprensa Universitária, 1985.

6. FERREIRA, Mauro Gregory. Corte e Postura. 2. edição, Guaíba, RS, Livraria e editora Agropecuária Ltda, 1993.

7. EMBRAPA. Cama de aviário. Concórdia, SC, 1997.

8. Manejo e produção de poedeiras comerciais. Concórdia, SC, 1997.

9. EMBRAPA, MARA, CNPSA. Produção e manejo de frangos de corte. Concórdia, SC, 1992.

10. FACTA. Manejo de Frangos. Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, Campinas, SP, 1994.

11. Manejo de Matrizes. Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, Campinas, SP, 1994.

12. Fisiologia da Digestão e Absorção das Aves. Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, Campinas, SP, 1994.

13. FIECHTER, Ícaro. Manual para criação de galinhas. SEAB, PR, 1988.

14. GESSULI, O. P. Avicultura Alternativa Caipira. OPG Editores Ltda, Porto Feliz SP, 1999.

15. LANA, Geraldo R. Quintão. Avicultura. Ed. Rural Ltda, Campinas SP, 2000.

16. LEITE, Carlos Araújo. Manual prático de produção de ovos. Rio de Janeiro, RJ, Editora Tecnoprint, 1986.

17. PAIVA, Doralice Pedroso de. Principais Parasitas Externos de Aves. Concórdia, SC, EMBRAPA, 1996.

18. REVISTA ESCALA RURAL ESPECIAL. São Paulo, SP, Ano III nº 19,

19. TORRES, A.P. Alimentos e Nutrição das Aves Domésticas. São Paulo, SP, Nobel, 1979.

Língua Portuguesa 40h

Ementa: Leitura e Redação - Língua, comunicação, compreensão e interpretação textual; Texto e discurso; ortografia, pontuação, acentuação, sintaxe, semântica e problemas gerais da Língua Culta. Literatura - Romantismo no Brasil.

Referências Básicas

1. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 2. ed. São Paulo: Cultrix,

1977.

2. CADORE, Luís Agostinho. Curso prático de português: literatura, gramática, redação. São Paulo: Ática, 1998.

3. CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Literatura Brasileira. 2. Ed. Editora Atual, São Paulo, 1995.

4. FARACO, Carlos Emílio & MOURA, Francisco Marto. Língua e literatura. São Paulo: Ática, 1996.

5. FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996.

6. LAMAS, Berenice Sicas & HINTZ, Marli Marlene. Oficina de Criação Literária um olhar de viés. Porto Alegre. EDIPUCRS,1997.

7. NICOLA, José de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo:

Scipione, 1991.

8. VALENÇA, Ana. Roteiro de Redação: lendo e argumentando. Ana Valença, Denise Porto Cardoso, Sônia Maria Machado; coord. Antônio Carlos Viana. São Paulo: Scipione, 1998.

Informática Básica 60h

Ementa: Noções sobre os tipos de equipamentos. Noções sobre sistema operacional e pacotes genéricos. Gerenciador de arquivos Windows Explorer. Processadores de texto Microsoft Word. Recursos de edição. Planilha eletrônica Microsoft Excel.

Referências Básicas

1. ACKLEN, L. 10 Minutos Para Aprender Microsoft Office 2000. 1999.

2. ANTUNES, L. M. A Informática na Agropecuária. 2 edition, 1996.

3. CORPORATION, M. editor. Obtendo resultados com o microsoft office 97:

soluções práticas para a execução de suas tarefas. 1996.

4. DINWIDDIE, R. Como Fazer Gráfico Avançados: Seu Guia Para Dominar o Computador. 2000.

5. ERIC, C. A Nova Bíblia do Excel. Editora Abril. 2.ed. 2007.

6. MILNER, A. Como navegar na Web: Seu Guia Para Dominar o Computador. PubliFolha, 2000.

7. MORAZ, E. and FERRARI, F. A. Entendendo e Dominando o Excel: Desvende os recursos profissionais do Excel. 2006.

8. WEMPEN, F. 10 Minutos para Aprender Powerpoint 2000. 2000.

9. WORSLEY, T. Como construir um site: Seu Guia Para Dominar o Computador.

2001.

10. http://agrobusca.googlepages.com/

11. http://www.cnpt.embrapa.br/pesquisa/agromet/

12. http://www.cptec.inpe.br/

13. http://www.inmet.gov.br/

14. http://www.clima.com.br/

15. http://www.fflorestal.sp.gov.br/

16. http://www.ipef.br/

Biologia 40h

Ementa: Zoologia Taxonomia: procedimentos e critérios de diferenciação dos grupos. Morfologia e Fisiologia. Invertebrados. Protocordados. Cordados. Anatomia e Fisiologia de Cordados. Sistema digestivo.Sistema respiratório. Sistema circulatório. Sistema excretório. Sistema esquelético. Sistema muscular. Sistema nervoso. Sistema endócrino.

Órgãos dos sentidos. Reprodução e sexualidade. Doenças sexualmente transmissíveis (DST). Ecologia: Definições básicas em ecologia e os problemas ambientais globais. Ecossistema. Cadeias de teias alimentares. Habitat e nicho ecológico. Fluxo de energia. Pirâmides ecológicas. Ciclos biogeoquímicos. Relações ecológicas intra-específicas e inter-específicas. Sucessão ecológica. Biomas e as formações fitogeográficas do Brasil. Agroecossistemas e impactos ambientais.

Referências Básicas

1. BARNES, Robert D. Zoologia dos Invertebrados. Livraria Roca Ltda.

2. CAPOBIANCO, J. P. R. Dossiê Mata Atlântica 2001. São Paulo: ISA. 2001.

3. CURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro RJ, Ed. Guanabara Koogan S.A.,

1977.

4. CURTIS, Helena; EVERT, Ray F. & RAVEN, Peter H. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro. Guanabara Dois.

5. DAJOZ, Roger. Ecologia geral. São Paulo, Vozes. Edusp, 1978.

6. CORMACK, David H. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.

7. CLEFFI, Norma Maria. Curso de Biologia: Ecologia, São Paulo, Editora Harper,

1985.

8. JUNIOR, Cesar da Silva & SASSON, Sezar. Biologia, volumes 1,2 e 3. São Paulo, Atual, 1989.

9. JUNIOR, Cesar da Silva. Vocabulário Etimológico de Biologia. São Paulo, 1987.

10. LEI 9985 de 18 de julho de 2000. SNUC Sistema Nacional de Unidades de

Conservação. São Paulo: Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. 2000. (caderno n. 18).

11. MENDES, Malker Righi; FILHO, Névio Urioste Caparica & Brandão, Jaime Peralta de Lima. Manual de Patologia Clínica a Nível de 2 o Grau. Rio de Janeiro. Ao Livro Técnico S.A., 1978.

12. PAULINO, Wilson Roberto. Biologia Atual, Volumes 1, 2 e 3. Ática, São Paulo SP, 1990.

13. REIS, Ademir. Manejo e conservação das Florestas Catarinenses. Florianópolis, UFSC, 1993, 18 p.

14. SOARES, José Luis. Biologia, Volumes 1, 2 e 3. Scipione, São Paulo SP, 1993.

15. Programas de Saúde. Scipione, São Paulo, 1994.

16. STORER, Tracy I. Zoologia Geral. Companhia Editora Nacional, São Paulo, 1991.MEDEIROS, J. de Deus et ali. Floresta com Araucárias. Rio do Sul:

Apremavi, 2004.

17. SILVA, Lauro Leal da. Ecologia: manejo de áreas silvestres, 2ª edição, Santa Maria : MMA, FNMA, FATEC, 1996.

18. ODUM. Ecologia.

Semestre V Módulo: Silvicultura e Fruticultura

Silvicultura 60h

Ementa: Introdução à silvicultura. Técnicas de Coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes, Quebra de dormência, Área de produção de sementes. Critérios para a escolha do local para a instalação de viveiros florestais. Irrigação e drenagem de viveiros. Elaboração de substratos. Fertilização. Semeadura. Embalagens. Principais pragas e doenças de viveiros. Escolha do local para implantação de povoamentos florestais. Escolha das espécies vegetais. Preparo do solo. Delimitação do espaçamento e alinhamento. Plantio e replantio. Tratos culturais. Manejo e condução de povoamentos florestais.

Referências Básicas

1. A Cultura do Eucalipto. Secretário de Estado de Agricultura, Pecuárias e Abastecimento, Sistema Estadual da Pesquisa Agropecuária. EPAMIG, UFLA, UFMG, UFY. Informe Agropecuário Vol 1 e 2, Belo Horizonte 1997.

2. CALDEIRA. M.U.W, Fungos Micorrízicos Santa Maria: UFSM, CEPEF, FATEC, 1999. Série Técnica nº 13.

3. CARNEIRO. J.G.A, 1942 Produção e Controle de Qualidade de Mudas Florestais Curitiba: UFPR/FUPEF; Campos: UENF, 1995.

4. Formação, Manejo e Exploração de Florestas com espécies de rápido crescimento IBDF, Brasília 1981.

5. Manual do Técnico Florestal, Apostilas do Colégio Florestal de Irati, Campo Largo, Ingra S.A. 1986 4 v.

6. Projeto Madeira do Rio Grande do Sul Secretária de Agricultura e Abastecimento do RS.

7. Projeto Madeira de Santa Catarina Secretária de Agricultura e Abastecimento de SC.

Fruticultura 60h

Ementa: Implantação e manutenção do pomar. Fatores e elementos climáticos. Exigências climáticas da cultura. Órgãos das plantas. Arranjo de plantas. Arquiteturas das plantas. Fitohormônios. Tratos culturais. Alelopatia. Fixação biológica. Propagação sexuada. Propagação assexuada. Sementeira. Determinação do ponto de colheita. Colheita. Pós-colheita. Controle de pragas e doenças e produtos armazenados. Legislação pertinente.

Referências Básicas

1. BERGAMIN FILHO, A.; et al. Manual de Fitopatologia - Princípios e conceitos. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1995.

2. CARRARO, A. F; CUNHA, M. M. da Manual de exportação de frutas. Brasília:

FRUPEX, 1994.

3. DERPSCH, R.; CALEGARI, A. Plantas para Adubação Verde de Inverno. Londrina - PR: IAPAR, 1992.

4. GALLO, D. et al. Manual de Entomologia. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres,

1988.

5. KISSMANN, K. G.; GROTH, D. Plantas Infestantes e Nocivas. São Paulo. Ed. BASF. 1995.

6. LARA, F. M. Princípios de Entomologia. São Paulo: Ícone.

7. LORENZZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Editora Plantarum,1998.

8. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum. 1994.

9. MARCHIORI, J. N. C. Elementos de Dendrologia. Santa Maria - RS, Ed. UFSM,

1995.

Manejo Integrado de Pragas 40h

Ementa: Manejo integrado de pragas e doenças na agricultura. Princípios Administrativos do manejo integrado. Princípios básicos do manejo integrado. Técnicas de melhoramento químico e biológico do solo. Manejo agroecológico das principais culturas. Pragas. Doenças. Sustentabilidade dos processos produtivos. Práticas de proteção de plantas em um contexto holístico. Controle natural e biológico de pragas e doenças. Resistência das plantas a pragas e doenças. Transgenia. Fitotoxinas. Feromônios, iscas atrativas, armadilhas de captura. Técnicas de confundimento sexual de pragas.

Referências Básicas

1. ABREU JÚNIOR, Hélcio. Práticas Alternativas de Controle de Pragas e Doenças na Agricultura, Coletânea de Receitas, EMOPI, Campinas SP, 1998.

2. ALLO, Domingos, Manual de Entomologia, Ed. Agronômica Ceres, São Paulo.

1998.

3. ALTIERI, Miguel. Agroecologia, a dinâmica da agricultura sustentável. 2. ed. Editora da UFRS, 2000.

4. BACCHI, Oswaldo. Hermógenes de Freitas Filho e Condorcet Aranha, Plantas Invasoras de Culturas. ICEA, Vol 01, Campinas SP. 1982.

5. BERGAMIN FILHO, Arrmando. Hiroshi Kimati e Lílian Amorim. Manual de Fitopatologia, CERES,ESALQ, Piracicaba SP, 1995.

6. BRANCO, Samuel Murgel, O Meio Ambiente em Debate, Coleção Polêmica, Moderna SP, 1988.

7. BUZZI, Zundir José. Rosina D. Miyazaki, Entomologia Didática. 3. ed. Curitiba,

Ed. Da UFPR, 1999.

8. EDWARDS, Peter J. Ecologia das Interações entre insetos e plantas, Vol 27, E>P>U SP, 1981.

9. GALLO, Domingos

Manual de Entomologia Agrícola, Ed. Agronômica CERES

SP 2a. Ed. 1988.

10. KISSMANN, K. G.; GROTH, D. Plantas Infestantes e Nocivas. Tomos I, II e III, São Paulo, Ed. BASF. 1995.

11. MICHAEL, Marilene Pinto. Insetos, Guia Prático, NOBEL SP, 1999.

12. MIYASAKA, Shiro. Yukio Nakamura e Hiroto Okamoto. Agricultura Natural, Coleção Agroindústria Vol 06, 2a. Ed. SEBRAE/MT, Cuiabá, 1997.

13. NAKANO, Octavio, Entomologia Econômica, ESALQ USP, Piracicaba. 1981

Legislação Ambiental 40h

Ementa: Legislação

Fiscais.

Profissional.

Proteção

da

Florestal.

Fauna.

Código

Florestal.

Lei

Legislação

Trabalhista.

Crimes