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PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:

DIREITO À DIVERSIDADE

PROJETO 2003 - 2006

PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE PROJETO 2003 - 2006
PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE PROJETO 2003 - 2006
PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE PROJETO 2003 - 2006
PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE PROJETO 2003 - 2006
PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE PROJETO 2003 - 2006

PROJETO PLURIANUAL DE IMPLANTAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

DADOS SOBRE O PROJETO

JUSTIFICATIVA DO PROJETO

No decorrer de sua história, o Brasil tem gradativamente se movimentado na busca de se tornar uma sociedade inclusiva, ou seja, uma sociedade que reconhece a diversidade que a constitui, que a respeita formalmente e que a ela responde, com qualidade.

Este processo histórico tem se caracterizado pela tomada de decisões políticas, pela criação de instrumentos legais e por esforços de implementação de ações que favoreçam e viabilizem o respeito aos direitos dos diferentes segmentos populacionais.

No que se refere à atenção às pessoas com deficiência, em particular, faz-se importante contextualizar esse processo tanto no cenário internacional, como no nacional, já que mudanças essenciais vêm se delineando, tanto no pensar como nas práticas sociais, nos últimos 30 anos.

Em 1945, foi promulgada a Declaração n° 1 da Organização das Nações Unidas, denominada “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, a qual veio

reconhecer a dignidade inerente a todos os membros da família humana (sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, rique za, nascimento, ou qualquer outra condição) e seus direitos iguais e inalienáveis, como fundamentos da liberdade, da justiça e da paz no mundo.

Em 09/12/1975, a Organização das Nações Unidas aprovou, em Assembléia Geral, uma Resolução intitulada “Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes”, na qual se proclamou o direito inerente de respeito por sua dignidade humana (Art. 3 o .), os mesmos direitos civis e políticos que outros seres humanos (Art. 4 o .).

Mantendo os direitos das pessoas com deficiência como objeto de grande atenção no seio das Nações Unidas e de outras organizações internacionais, estipulou-se o ano de 1981 como o Ano Internacional das Pessoas Deficientes. Seu resultado

mais importante foi a elaboração, pela Assembléia Geral da O.N.U., da Resolução37/53, de 3/12/1982, denominada “Programa de Ação Mundial relativo às Pessoas com Deficiências”. Ambos puseram em destaque o direito das

pessoas com deficiência às mesmas oportunidades que os restantes cidadãos, e a desfrutar, em pé de igualdade, da melhoria das condições de vida resultantes do desenvolvimento econômico e social.

O período de 1983 – 1992 foi estipulado, pela O.N.U., a Década das Nações Unidas para as Pessoas com Deficiência, período em que se investiu

intensamente na divulgação de seus direitos e no incentivo a ações que os contemplassem.

Durante seu desenrolar, a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas promulgou, em 20/11/1989, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, na qual estabelece o direito das crianças deficientes a cuidados,

educação e treinamento especiais para ajudá-las a conseguir a maior independência possível e levar uma vida plena e ativa na sociedade (Art. 23).

Em 1990, a Organização Panamericana de Saúde foi instruída pela Conferência

Sanitária Panamericana (PAHO), em sua Resolução XV, a dar continuidade a esforços cooperativos com seus Estados membros, bem como com organizações locais e internacionais, para o desenvolvimento de programas e atividades de prevenção de deficiências,

Tendo por base a experiência adquirida nessa Década, elaborou-se, a seguir, o documento “Regras Gerais sobre a Igualdade de Oportunidades para Pessoas com Deficiência” (20/12/1993), com o objetivo de garantir que as pessoas com

deficiência, enquanto membros de suas respectivas comunidades, pudessem exercer os mesmos direitos e estar sujeitos às mesmas obrigações dos demais cidadãos.

Nesse mesmo ano, a Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos elaborou e adotou formalmente a Declaração e Programa de Ação de Viena, a qual, em seu Art. 22 estabelece que “deve-se dar atenção especial às pessoas portadoras de deficiência, visando a assegurar-lhes um tratamento não discriminatório e

eqüitativo no campo dos direitos humanos e liberdades fundamentais, garantindo sua plena participação em todos os aspectos da sociedade.”

A mesma organização, em Assembléia Geral realizada no ano seguinte (1996), elaborou e adotou Resolução que se intitulou “Panamá Commitment to Persons

with Disabilities, in the American Hemisphere”, na qual declara seu compromisso com a intensificação de esforços em benefício das pessoas com deficiência (item 1), expressa seu compromisso firme e ágil com a defesa e promoção dos

direitos humanos das pessoas com deficiência, bem como a necessidade de se melhorar os serviços e as oportunidades para essas pessoas, no hemisfério (item 2), e recomenda aos Estados membros que intensifiquem esforços para prover as

pessoas com deficiência de igual acesso aos cuidados de saúde, à educação e a treinamento, a oportunidades para emprego e a uma vida independente, favorecendo sua plena integração na sociedade como membros produtivos (item 3).

Como se pode constatar no conteúdo acima apresentado, têm sido estáveis e intensos os esforços internacionais de luta pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência, tanto no que se refere ao seu reconhecimento, como à sua efetivação nas práticas sociais.

Ao focalizar a questão da Educação das pessoas que constituem esse segmento populaciona l, encontra-se, no Brasil, um intenso movimento caracterizado pela construção de consciência crítica nacional acerca de seus direitos humanos, pela criação de instrumentos legais que dêem suporte à transformação social e pela gradativa implementação de sistemas educacionais inclusivos, os quais

estejam instrumentados para detectar suas necessidades especiais e a elas responder integralmente, com qualidade.

A Constituição Brasileira de 1934 veio, pela primeira vez em nossa história,

estabelecer que a Educação era responsabilidade e dever do Estado. No que se referia à educação das pessoas portadoras de deficiência, entretanto, a política pública continuava sendo deixar a atenção a essa população, para a iniciativa do setor privado, em contextos segregados.

A Lei de Diretrizes e Bases, de n° 4.024 (1961), veio explicitar, pela primeira vez, o compromisso do Estado com a educação especial, propondo o atendimento ao aluno com deficiência, “na educação regular, dentro do possível”, ao mesmo tempo em que garantia apoio financeiro a instituições privadas, desde que

credenciadas pelos Conselhos Estaduais de Educação, assumindo, então, como política pública, o fortalecimento do setor privado na atenção à pessoa portadora de deficiência.

A Constituição Federal de 1988 instituiu o movimento de descentralização do poder

através da municipalização, processo que localizou no âmbito decisório e organizacional de cada comunidade, o poder de administrar suas relações com essa parcela da população. Continuou-se priorizando o atendimento do aluno portador de deficiência no ensino regular, embora explicitando e enfatizando a necessidade de colaboração dos setores privados, através de programas de prevenção, de atendimento e de treinamento para o trabalho. Em 1989, o Brasil

aceitou os termos da Declaração produzida na Conferência Mundial de Educação, realizada em Jomtien (Tailândia), comprometendo-se a envidar esforços para a construção de um sistema educacional acolhedor para todos: o lema do

discurso era “Todos na escola” e “Uma escola de qualidade para todos”.

A década de 90, na área da Educação iniciou-se num clima de grandes

discussões acerca das providências tomadas em função do compromisso assumido em Jomtiem.

Compromissado agora especificamente com o segmento populacional das pessoas portadoras de deficiência, o MEC através de sua Secretaria de Educação Especial, publicou, em 1993, a Política Nacional de Educação Especial (P.N.E.E.),

documento que recomenda a educação do aluno portador de deficiência preferencialmente no ensino regular.

Em 1994, o Brasil novamente assumiu um compromisso internacional, na Conferência Mundial de Educação, desta vez realizada em Salamanca, na Espanha. Em 1966, promulgou-se a nova Lei de Diretrizes e Bases (9.394/96), e foram elaborados os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN´s, os quais

vieram re-significar a Educação, re-dimensionar e subsidiar uma ação educativa compromissada com a formação de cidadãos críticos, sujeitos no processo de construção da história do país. Especificamente no que se refere à educação das

pessoas com deficiência tais documentos vieram garantir a consideração política

do alunado com necessidades educacionais especiais, na organização do sistema

público de ensino regular. Estes permitiram, também, resgatar a real natureza da Educação Especial que é, primeiramente, Educação.

Em 1999 publicou-se o documento “Adaptações Curriculares”, instrumento fundamental de orientação para os profissionais da Educação, no processo de ajuste para o educar na diversidade. Este documento, mais do que recomendar procedimentos vinha explicitar uma nova posição política e uma nova política pública: as pessoas portadoras de deficiência têm o direito de acesso imediato e permanente ao espaço comum da vida na comunidade, e em especial, a um sistema educacional acolhedor e responsivo a suas necessidades educacionais especiais. Em 2001, novo passo foi dado para o acolhimento do aluno com necessidades

educacionais especiais no sistema educacional brasileiro, com a produção das Diretrizes Nacionais da Educação Especial, na Educação Básica (Resolução n° 02, CNE/CEB, 11.09.2001).

Em 08 de outubro de 2001, foi elaborado o Decreto nº 3.956 que promulgou a Convenção Interamericana para a eliminação de todas as formas de

discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência.

Neste Decreto, o Brasil assume o compromisso, reafirmando “que as pessoas portadoras de deficiência têm os mesmos direitos humanos e liberdades fundamentais que outras pessoas e que estes direitos, inclusive o direito de não ser submetida a discriminação com base na deficiência, emanam da dignidade

e da igualdade que são inerentes a todo ser humano”.

Compromete-se a “tomar medidas de caráter legislativo, social, educacional, ou

de qualquer outra natureza, que sejam necessárias para eliminar a discriminação

contra as pessoas portadoras de deficiência e proporcionar a sua plena integração

à sociedade

(Art. III, 1).

Dentre as medidas, encontram-se as das “autoridades governamentais para

eliminar progressivamente a discriminação e promover a integração na prestação ou fornecimento de bens, serviços, instalações, programas e atividades tais como o emprego, o transporte, as comunicações, a habitação, o lazer, a educação, o

esporte, o acesso à justiça e aos serviços policiais e as atividades políticas e de administração:” (Art. III, 1a)

Compromete-se, ainda, a trabalhar prioritariamente na b) detecção e intervenção precoce, tratamento, reabilitação, educação, formação ocupacional e prestação de serviços completos, para garantir o melhor nível de independência e qualidade de vida para as pessoas portadoras de deficiência; e

c) sensibilização da população, por meio de campanhas de educação, destinadas a eliminar preconceitos, estereótipos e outras atitudes que atentam contra o direito das pessoas a serem iguais, permitindo desta forma o respeito e a convivência com as pessoas portadoras de deficiência.

Embora muito se haja avançado, muito ainda há por fazer, caso se pretenda alcançar integralmente o objetivo de construção de uma sociedade inclusiva. Segundo os dados do Censo Demográfico 2000 (IBGE), o Brasil contava, nessa data, com aproximadamente 61 milhões de crianças e adolescentes (0-17 anos de idade). Segundo a Versão Preliminar do Relatório da Situação da Infância e Adolescência Brasileira 2003 (UNICEF), 4,7% destes (2,9 milhões) apresentam algum tipo de deficiência.

As estatísticas da Educação Especial no Brasil – 2002, constantes do Censo Escolar desvelam que 240.549 encontram-se matriculados em escolas

exclusivamente especializadas, ou em classes especiais de escolas regulares, distribuídos em diferentes níveis da escolaridade (creche/estimulação precoce, pré- escola, classe de alfabetização, Ensino Fundamental) para essa faixa etária.

Dos que se encontram em classes comuns do ensino regular, com suporte de sala de recursos, 350 estão matriculados em creches/estimulação precoce, 1.778 na pré-escola, 185 em classes de alfabetização e 44.518, no Ensino Fundamental, totalizando 46.831 alunos.

Encontram-se em classes comuns do ensino regular, sem o suporte de sala de recursos 1.172 (creches/estimulação precoce), 6.116 (pré-escola), 622 (classes de alfabetização) e 47.659 (Ensino Fundamental), totalizando 55.569 alunos.

Os demais 138.149 encontram-se matriculados em escolas especiais, ou classes

especiais.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases Nacionais, são competências da União,

dentre outras: coordenar a política nacional de Educação; prestar assistência técnica e financeira aos estados, distrito federal e municípios; coletar, analisar e disseminar informações; estabelecer competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio e transferir recursos diretamente para as escolas, considerando o número de alunos que efetivamente freqüentam. Em continuidade, é também de responsabilidade da União, segundo a Resolução CNE/CEB n° 02: estabelecer normas complementares e políticas educacionais

para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais, na educação básica, a partir de 2002 (funcionamento das escolas, capacitação inicial e continuada dos professores); eliminar barreiras arquitetônicas nas escolas e promover a acessibilidade na comunicação; desenvolver ações integradas com o sistema de saúde, para prevenção e atendimento de alunos que necessitam de tratamento; desenvolver e manter um sistema atualizado de informação, com base no Censo Escolar e no Censo Demográfico; constituir e fazer funcionar um setor responsável pela Educação Especial, e credenciar escolas, serviços públicos ou privados, para garantir o atendimento às necessidades educacionais especiais de seus aluno.

Quanto aos municípios, é de sua competência, segundo a LDB: oferecer a

Educação Infantil em creches e pré-escola, tendo como prioridade o Ensino Fundamental e o atendimento educacional especializado; criar normas complementares para o seu sistema de ensino, e exercer ação re-distributiva em relação a suas escolas; organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino. Além disso, a Resolução CNE/CEB n° 02

estabelece como responsabilidades do município: estabelecer normas complementares e políticas educacionais para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, a partir de 2002 (funcionamento das escolas, capacitação inicial e continuada dos professores); subsidiar a identificação do conjunto de necessidades educacionais especiais constante de seu alunado; manter o setor de Educação Especial do sistema município/estado; articular com outros setores da esfera administrativa (Saúde, Assistência Social, Trabalho, Justiça, Esportes e Ministério Público), para o atendimento de seus alunos; subsidiar, enriquecer e aprofundar aspectos curriculares para o aluno com altas habilidades, talentos e superdotação; decidir sobre a melhor forma de atendimento para os alunos que requeiram atendimento individualizado nas atividades de vida autônoma, e prover serviços de apoio especializado (Art. 8, inciso IV): sala de recursos, ambiente de reflexão, promoção

da participação da família, flexibilização do calendário escolar para responder às necessidades educacionais especiais do aluno

Fundamentado nas competências que lhe são atribuídas pela LDBN e pela Resolução CNE/CEB n° 02 e compromissado com o objetivo de garantir o acesso de todas as crianças e adolescentes com deficiência ao sistema educacional público, o Ministério de Educação assume, para o quadriênio 2003-2006, o compromisso de disseminar a política de construção de sistemas educacionais inclusivos e apoiar o processo de implementação, nos municípios brasileiros.

ÁREA DE AÇÃO DO PROJETO

A área de ação do projeto abrangerá 4.666 municípios que correspondem a 83,5% do total dos municípios brasileiros.

PERÍODO DE IMPLEMENTAÇÃO

Será de 04 anos a implementação do presente projeto, compreendendo o período de 2003 a 2006.

OBJETIVO GERAL

Disseminar e apoiar o processo de implementação das políticas da Educação Inclusiva nos municípios brasileiros

OBJETIVOS/ RESULTADOS ESPECÍFICOS COM METAS:

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

METAS

 

Subsidiar filosófica e tecnicamente o processo de transformação do sistema educacional brasileiro em um sistema inclusivo.

Elaborar

os

documentos

“Referenciais

Nacionais

para

Construção

de

Sistemas

Educacionais Inclusivos: município, escola e família”.

 

Sensibilizar e envolver a sociedade em geral e a comunidade escolar em particular.

Desenvolver Campanha Institucional Nacional:

 

o

Peças publicitárias: comercial para TV, cartazes, calendário, selo de adesão, gingle para rádio, agenda do professor (plano diário)

o

Realização de eventos regionais, para sensibilizar gestores municipais e mobilizar a adesão dos municípios ao projeto de implementação da educação inclusiva

o

Veiculação de informação em diferentes meios de comunicação: rádio, TV aberta, TV Escola e TV Executiva.

Preparar gestores e educadores dos municípios-piloto para implementar a política de Educação Inclusiva

Capacitar 300 gestores e educadores, de 128 municípios, em 2003

 

Acompanhar e subsidiar, em 2004, a elaboração dos projetos de implementação da educação inclusiva, dos 128 municípios-piloto

 

Capacitar 300 educadores (Dirigente Municipal de Educação inclusiva e Assistente Técnico-Pedagógico/Superior de Ensino

 

Assessorar o processo de implementação da educação inclusiva nos 128 municípios-piloto

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

METAS

Preparar educadores nos municípios-piloto para atuar como multiplicadores, em esquema piramidal

Estruturar um kit com programa e material didático

Produzir e distribuir 128 kits

 

Assessorar o processo de multiplicação em esquema piramidal, no primeiro patamar da pirâmide (618 municípios)

Monitorar, através da Sala de Situação, da SEESP, a multiplicação para o segundo patamar da pirâmide ( 1.984 municípios)

Monitorar, através da Sala de Situação, da SEESP, a multiplicação para o terceiro patamar da pirâmide ( 1.938 municípios)

Apoiar o processo de capacitação de educadores para implementação de sistemas educacionais inclusivos

Organizar uma coletânea de instrumentos legais de apoio à política de educação inclusiva

Produzir e distribuir 128 exemplares dessa coletânea para os municípios-piloto

 

Elaborar manual de procedimentos: “Como escrever um projeto”

Produzir e distribuir 128 exemplares para os municípios-piloto

Organizar e distribuir 128 kits

Digitalizar o material, para distribuição por via eletrônica

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

METAS

Analisar os resultados obtidos e o impacto gerado no contexto da educação brasileira

Definir critérios para escolha dos 128 municípios-piloto

Construir indicadores de avaliação de resultados (objetivos específicos)

Elaborar os instrumentos de avaliação de processo (cronograma, dificuldades e facilidades) e de resultados (formulários, questionários e inventários)

Construir de indicadores de avaliação de impacto (objetivo geral)

Elaborar os instrumentos de avaliação de impacto (formulários, questionários, inventários)

Planejar e montar uma “Sala de Situação” para disponibilização de dados e relatórios periódicos e por demanda

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

METAS

Informar e prestar contas para o governo federal e a sociedade brasileira

Produzir e disponibilizar relatórios analíticos, através da Sala de Situação

MÉTODO

O presente projeto será desenvolvido através de três grandes linhas de ação, a

saber:

1. fundamentação filosófica e técnico-científica da política de educação inclusiva,

2. difusão de conhecimento sobre a educação inclusiva,

3. disseminação da política de educação inclusiva para os municípios brasileiros.

LINHA DE AÇÃO - EIXO 1

A primeira linha de ação se dedica a estabelecer a fundamentação filosófica,

política e técnico-científica da opção pela transformação do sistema educacional

brasileiro em um sistema inclusivo.

Para tanto, será elaborado, produzido, impresso e distribuído, nacionalmente, um conjunto de documentos “Referenciais para Construção de Sistemas Educacionais Inclusivos: o município, a unidade escolar e a família.

O público-alvo a ser atingido, nesta linha de ação, será constituído por municípios,

escolas e famílias brasileiras.

LINHA DE AÇÃO – EIXO 2

A segunda linha de ação se dedica à difusão de conhecimento sobre a

educação iInclusiva, para prefeitos municipais, secretarias municipais de

educação, dirigentes da educação inclusiva, equipes técnicas, diretores de unidades escolares, educadores e famílias.

Nesta linha de ação encontram-se contempladas três categorias de ações:

campanha institucional nacional,

capacitação continuada e

disponibilização e produção de recursos didáticos.

A Campanha Institucional terá como objeto de atenção os alunos com necessidades educacionais especiais, e como tema, o “direito de não ser

submetido a discriminação, com base na deficiência”. A Campanha se desenvolverá através de diferentes estratégias:

Desenvolvimento de peças publicitárias, listadas a seguir, juntamente com o

público que pretendem atingir: comercial para TV (público, em geral), cartazes (comunidade escolar), calendário (famílias), selo de adesão (municípios), “gingle” para rádio (público, em geral) e agenda para o professor (plano diário de ação pedagógica). As referidas peças envolverão a produção de veículos da seguinte natureza: CD´s, impressos, fitas de vídeo e discos em DVD.

Realização de eventos – O primeiro evento se constituirá no lançamento da Campanha , e se constituirá em momento de sensibilização e de informação

para prefeitos e gestores municipais. Este momento também objetiva conseguir

a adesão dos municípios e a formação de parcerias para a implementação de

sistemas municipais inclusivos. Seguem-se a este, eventos regionais, a serem

realizados um a cada ano da duração do projeto (2003, 2004, 2005 e 2006).

A veiculação da Campanha deverá se dar através de rádios, de TV aberta, da

TV Escola e da TV Executiva.

O Programa de Capacitação Continuada terá como públicos-alvo: gestores

municipais, dirigentes da Educação Inclusiva e membros de equipe técnica municipal, visando favorecer a construção de conhecimento sobre a Educação

Inclusiva, sobre Planejamento Estratégico e sobre estratégias de comunicação

e mediação de trabalho em grupo. Os cursos ministrados em 2003 favorecerão,

aos municípios neles envolvidos, subsídios para a elaboração do Plano Municipal de Educação, que deverá ser produzido pelos municípios brasileiros, no ano de

2004.

Nesse Programa, serão abordados os seguintes conjuntos temáticos:

Conceitos, princípios e processos

o

Valores e paradigmas da atenção à pessoa com deficiência

o

História da educação especial

o

Movimento da educação para todos

o

Histórico da opção política pela educação inclusiva

o

Amparo legal

o Processo de construção de sistemas educacionais inclusivos

Gestão de sistemas educacionais

o

Planejamento Estratégico Situacional (P.E.S.)

 

> Momento explicativo: análise situacional, características da demanda

> Momento estratégico: definição das estratégias e linhas de ação

> Momento operativo: definição das operações e ações

Multiplicação de conhecimento e de procedimentos

o

Comunicação: conceitos e ferramentas

o

Conceitos de grupo e técnicas de medição

o

Dinâmicas de grupo: conceitos e vivências

o

Estratégias de comunicação para grandes e pequenos grupos

o

Técnicas e instrumentos de supervisão de grupos

O

Programa de capacitação continuada será efetivado nas modalidades presencial

e

à distância.

No primeiro momento, serão capacitados os educadores dos municípios-piloto, na modalidade presencial. Estes serão acompanhados e supervisionados em suas ações de implementação da educação inclusiva, através da internet.

No segundo momento, os municípios-piloto expandirão esse processo, num sistema de multiplicação piramidal. Desta forma, cada município capacitado irá

reaplicar, para outros municípios de sua região (segundo plano pré-estabelecido),

o programa de capacitação continuada.

A terceira categoria nesta linha de ação, se refere à disponibilização e à

produção de recursos didáticos.

Serão disponibilizadas as seguintes referências já publicadas:

Específicas - Projeto Escola Viva – Séries Amarela e Azul, PCNs – Adaptações Curriculares em Ação, Competências Familiares (Álbum Seriado) – UNICEF, e Competências Municipais – UNICEF. Complementares – Diretrizes Nacionais da Educação Especial na Educação Básica, Raízes e Asas (UNICEF). Serão produzidos os seguintes recursos:

Coletânea de instrumentos legais que apóiam a implementação da Educação Inclusiva Manual de procedimentos: como escrever um projeto

PROJETO - EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ACESSO E QUALIDADE PARA TODOS LINHAS DE AÇÃO 1ª LINHA DE
PROJETO - EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ACESSO E QUALIDADE PARA TODOS
LINHAS DE AÇÃO
1ª LINHA DE AÇÃO
2ª LINHA DE AÇÃO
3ª LINHA DE AÇÃO
Fundamentação técnico-científica
Difusão de conhecimento
Disseminação da política
deeducação inclusiva para os
municípios brasileiros
Público-alvo
Público-alvo
Público-alvo
Município
Escola
Família
Prefeitos
Secretários municipais de
educação
Dirigentes de educação
inclusiva
Equipe Técnica
Diretores de Unidades
Professores
Família
Município
Escola
Família
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
de educação inclusiva Equipe Técnica Diretores de Unidades Professores Família Município Escola Família 20
Referenciais nacionais para sistemas educacionais inclusivos Campanha Capacitação Recursos institucional
Referenciais nacionais para
sistemas educacionais inclusivos
Campanha
Capacitação
Recursos
institucional
continuada
didáticos
Construção dos referenciais
Objeto
Elabo-
Produ-
Impres-
ração
ção
são
Alunos com
Temas
necessidades
educacionais
especiais
Lançamento
Tema
Direito de não ser subme-
metido a discriminação
com base na deficiência
Referências
Público-alvo
Complemen-
Específicas
tares
Gestores e dirigentes
municipais
Alunos
Família
Educa-
dores
Coletânea de Instrumentos
legais
Manual de procedimentos:
Disponíveis
como escrtever um projeto
A produzir
Cartilha: “Construindo um
Sis-tema Educacional
Inclusivo
Multiplica- Implantação Avaliação ção Seleção dos municípios - piloto Capacitação dos municípios -
Multiplica-
Implantação
Avaliação
ção
Seleção dos
municípios -
piloto
Capacitação dos
municípios -
piloto
Multiplicação
piramidal
Divulgação dos
resultados
Definição dos
indicadores para
seleção dos
municípios
Implementação dos SEIs
pelos municípios polo
Avaliação de Processo
Construção dos
Avaliação de resultados
indicadores
Aplicação dos
Avaliação de impacto
instrumentos
Estratégias Rádio TV aberta TV Escola TV Executiva Desenvolvimento de peças publicitárias Realização de
Estratégias
Rádio
TV aberta
TV Escola
TV Executiva
Desenvolvimento de
peças publicitárias
Realização de eventos
Veiculação
Educadore
Projeto Escola Viva -
Série Amarela e Azul
s
PCN - Adaptações
Curriculares
em Ação
Famílias
Competências Familiares
- Álbum Seriado - Unicef
Municípios
Competências Municipais
- Cartilha Unicef
Diretrizes Nacionais de Educação PCN - Educação Infantil e Educação Fundamental Raízes e Asas -
Diretrizes Nacionais de
Educação
PCN - Educação Infantil
e Educação Fundamental
Raízes e Asas - Textos
Unicef
Monitoramen- to do processo
Monitoramen-
to do
processo
Encontro de sensi- bilização e capacita- ção com Prefeitos dos municípios abrangi- dos pelo Polo
Encontro de sensi-
bilização e capacita-
ção com Prefeitos dos
municípios abrangi-
dos pelo Polo (*)
(*) Critério geográfico de
escolha
Capacitação dos
dirigentes de
Educação Inclusiva
e equipe técnica
dos municípios
Implantação da
Educação Inclusiva
nos municípios
Implantação de
adaptações de
grande porte
Implantação de
adaptações de
pequeno porte
Adesão e Momento Lançamento formação de educativo parcerias Gestores Prefeitos Municípios municipais
Adesão e
Momento
Lançamento
formação de
educativo
parcerias
Gestores
Prefeitos
Municípios
municipais
Eventos regionais
1.º ano
2.º ano
3.º ano
4.º ano
Comercial para TV
Cartazes
Calendário
Selo de adesão
Gingle para rádio
Agenda (plano diário)
Capacitação à dis- tância de professo- res da rede de ensino local Monitoramento dos cursos
Capacitação à dis-
tância de professo-
res da rede de
ensino local
Monitoramento dos
cursos de capaci-
tação à distância
Avaliação
Multiplicação de
Conceitos, princípios e
processos
Gestão de sistemas
educacionais
conhecimento e
procedimentos
• Planejamento
• Comunicação:
Valores e paradigmas
História da Educação
Especial
Movimento
conceitos e
ferramentas
da
• Conceitos de grupo e
técnicas de medição
Educação para todos
Estratégico
Situacional (PES)
- Momento
explicativo (aná -
lise situacional,
• Dinâmicas de grupo:
caracterís - tica da
conceitos e vivências
A opção política pela E.I.
demanda)
• Estratégias de
Amparo Legal
Processo de construção
de sistema educacional
inclusivo
- Momento estratégico
(definição das estratégias
comunicação para
grandes e pequenos
e
linhas de ação
grupos
- Momento operativo
(definição das operações
• Técnicas e
instrumentos de
e
ações
supervisão de grupos
Natureza das peças CD Impressos Fitas de vídeo DVD Público em geral Comunidade escolar Famílias
Natureza das peças
CD
Impressos
Fitas de vídeo
DVD
Público em
geral
Comunidade
escolar
Famílias
Municípios
Público em
geral
Professores

Observações:

a) SEIs: Sistemas Educacionais Inclusivos

b) Definir limite mínimo e máximo de municípios-polo por Estado

Modalidades Presencial À distância Público-alvo Gestores municipais Equipe técnica municipal Docentes das
Modalidades
Presencial
À distância
Público-alvo
Gestores municipais
Equipe técnica municipal
Docentes das
universidades-polo
Municípios-polo
Multiplicação para
municípios de cada região
Reaplicação do curso
Apoio técnico-científico
para capacitação
Acompanhamento e
supervisão
Equipe
Dirigentes
Professores
técnica
Municípios de cada
região

LINHA DE AÇÃO – EIXO 3

A terceira linha de ação se dedica à disseminação da política de educação inclusiva para os municípios brasileiros, através de um processo de multiplicação piramidal.

Para tanto, investir-se-á em três categorias de ação:

implantação de sistemas educacionais inclusivos, nos municípios-piloto,

multiplicação da implantação para os demais municípios,

avaliação do processo.

 

IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS

1.

Primeiramente, foram estabelecidos os critérios a nortear a escolha dos municípios que serão pilotos no processo de disseminação da política de educação inclusiva no Brasil: distribuição geográfica, densidade demográfica, infra-estrutura urbana e acessibilidade (critério específico para a região Norte);

2.

Em seguida, levantou-se o número de municípios e sua localização, em cada uma das 05 regiões;

3.

Selecionou-se, em cada região, os municípios-piloto (Figura 1, a saber:

a. Região Norte: 26

b. Região Nordeste: 33

c. Região Centro-Oeste: 23

d. Região Sudeste: 24

e. Região Sul: 22

4.

A relação dos municípios-piloto / estado / região encontra-se no Quadro 1.

5.

O próximo passo será a efetivação da capacitação dos municípios-piloto para o processo de implementação da educação inclusiva em sua rede de ensino.

6.

O processo de capacitação se dará através da realização dos seguintes eventos:

a. Encontro de sensibilização dos municípios-piloto;

Oiapoque Boa Vista Calçoene Caracarai São Luiz Macapá Laranjal do Jari Campo Grande do Piauí
Oiapoque
Boa Vista
Calçoene
Caracarai
São Luiz
Macapá
Laranjal do Jari
Campo Grande do Piauí
Fortaleza
São Gabriel
Belém
Parnaíba
da Cachoeira
Paritins
Santarém
São Luís
Manaus
Altamira
Sobral
Caxias
Cascavel
Itaituba
Marabá
Imperatriz
Teresina
Benjamin Constant
Tocantinópolis
Balsas
Picos
Patos
Labréa
Araguaína
Cruzeiro do Sul
Redenção
São Raimundo
Petrolina
Nonato
Feijó
Porto Velho
Juazeiro
Guajará-Mirim
Palmas
Alta Floresta
Brasiléia
Ji-paraná
São Félix
Gurupi
Rio Branco
Vilhena
do Araguaia
Feira de Santana
Barreiras
Sorriso
Salvador
Porangatu
Ceres
Pontes e Lacerda
Formosa
Vitória da Conquista
Cuiabá
Anápolis
DF
Rondonópolis
Montes Claros
Gov. Valadares
Jataí
Goiânia
Belo Horizonte
Coxim
Itumbiara Uberaba Patos de Minas
Corumbá
Parnaíba
Betim
Capital
Campo Grande
S. J. Rio Preto
Poços de Caldas
Araçatuba
Dourados
Ponta Porã
Presidente Prudente
Cruzeiro do Sul
Umuarama
Cascavel
Rib.Preto
Município
Campinas
Londrina
São Paulo
Maringá
Ponta Grossa
Ourinhos
Curitiba
Guarapuava
Caçador
Chapecó
Blumenau
Passo Fundo
Florianópolis
Santo Angelo
Crisciuma
Caxias do Sul
Uruguaiana
Porto Alegre
Santa Maria
Bagé
Pelotas

Nova Venécia Colatina Vitória Cachoeira do Itapemirim Juiz de Fora Campos dos Goytacazes Volta Redonda Nova Friburgo Niterói Rio de Janeiro

Juazeiro do Norte Pau dos Ferros Mossoró Currais Novos Natal

Campina Grande

João Pessoa

Itabaiana Recife Garanhuns Maceió Arapiraca Santana do Ipanema Propria Aracaju

b. Programa de Capacitação Continuada dos dirigentes de Educação Inclusiva e de membros das equipes técnicas dos municípios-piloto, para a identificação e planejamento da implantação das adaptações curriculares de grande e de pequeno porte. A execução do programa se dará através da oferta de um curso de 30 horas em cada região, perfazendo um total de 05 turmas e abrangendo 128 municípios; os cursos serão ministrados nos seguintes municípios: Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte, Belém e Porto Alegre. c. Programa de capacitação à distância, de professores das redes locais de ensino;

7. Será feito o monitoramento contínuo da elaboração dos projetos (planejamento) e do processo de implementação da educação inclusiva (procedimentos e providências: adaptações de grande porte e adaptações de pequeno porte), nesses municípios, através de ações de capacitação à distância;

8. Será, também, mantido um processo regular, periódico, de avaliação dos resultados.

Multiplicação da implementação da política de educação inclusiva nos municípios

1. Tendo os municípios-piloto sido capacitados e acompanhados no processo de implementação da educação inclusiva, iniciar-se-á o processo de multiplicação piramidal, para os demais municípios brasileiros;

2. O processo de multiplicação piramidal dar-se-á conforme demonstrado no Anexo 2, que se encontra exposto abaixo; cada um dos 128 municípios-

piloto será responsável pela replicação do processo para outros municípios, conforme os fatores de multiplicação expostos nesse quadro. Os fatores da multiplicação variam, nas diferentes regiões e, às vezes, em diferentes municípios da mesma região, em função das condições de acessibilidade e de favorecimento da viabilidade geográfica do contato e acompanhamento;

3. Escolheu-se o processo de multiplicação piramidal, dada a vantagem que oferece de possibilitar o alcance geral de um grande número de municípios (4.666), através de um número reduzido de municípios por multiplicador, correspondendo a 83,5% do total de 5.583 municípios brasileiros.

Quadro 1 - relações dos 128 municípios-piloto por região e estado.

REGIÃO NORTE - 26 Municípios

ESTADO

 

MUNICÍPIO

 

Manaus

Parintins

AM

 

5

Labréa

Benjamin Constant

São Gabriel da Cachoeira

 

Santarém

Marabá

PA

Belém

6

Redenção

Altamira

Itaituba

 

Boa Vista

RR

 

3

São Luiz re

Caracarai

 

Porto Velho

RO

Jiparaná

4

Vilhena

Guajará-Mirim

 

Macapá

AP

Boca do Jarí

4

Oiapaque

Calçoene

 

Rio Branco

AC

Cruzeiro do Sul

4

Feijó

Brasiléia

 

Palmas

TO

Araguaína

4

Gurupi

Tocantinópolis

REGIÃO NORDESTE - 33 Municípios

ESTADO

 

MUNICÍPIO

 

Fortaleza

CE

Sobral

3

Juazeiro

Cascavel

 

São Luis

MA

Balsas

4

Imperatriz

Caxias

 

Teresina

PI

São Raimundo Nonato

Picos

4

 

Parnaíba

Campo Grande do Piauí

 

Natal

RN

Pau dos Ferros

4

Currais Novos

Mossoró

PE

Recife

Petrolina

3

 

Guaranhuns

 

Itabaiana

PB

João Pessoa

3

Patos

Campina Grande

 

Maceió

AL

 

3

Santana do Ipanema

Arapiraca

SE

Aracajú

3

Itabaiana

Propriá

BA

5

Salvador

Barreiras

Juazeiro

Vitória da Conquista

Feira de Santana

REGIÃO CENTRO-OESTE - 23 Municípios

ESTADO

 

MUNICÍPIO

 

Cuiabá

Pontes de Lacerda

MT

Sorriso

6

Rondonópolis

Alta Floresta

São Félix do Araguaia

 

Campo Grande

Paranaíba

MS

Dourados

6

Corumbá

Coxim

Ponta Porá

 

Goiânia

Ceres

GO

Anápolis

Itumbiara

7

 

Jataí

Porancatu

Formosa

REGIÃO SUDESTE - 24 Municípios

ESTADO

 

MUNICÍPIO

 

São Paulo

Araçatuba

São José do Rio Preto

SP

 

8

Ourinhos

Campinas

Presidente Prudente

Ribeirão Preto

 

Rio de Janeiro

Nova Friburgo

RJ

 

5

Volta Redonda

Niteroi

Campos

 

Vitória

ES

Nova Venécia

4

Cachoeira de Itapemirim

Colatina

 

Belo Horizonte

Poços de Caldas

Patos de Minas

MG

Juiz de Fora

8

Governador Valadares

Uberaba

Betim

Montes Claros

REGIÃO SUL - 22 Municípios

ESTADO

 

MUNICÍPIO

 

Curitiba

Londrina

Maringá

PR

Ponta Grossa

7

Cascavel

Umuarama

Guarapuava

Cruzeiro do Sul

 

Porto Alegre

Pelotas

Caxias do Sul Santa Maria

RS

8

Santo Ângelo

Bagé

Passo Fundo

Uruguaiana

 

Florianópolis

SC

Caçador

5

Blumenau

Chapecó

Criciuma

ATIVIDADES

AÇÃO/ATIVIDADE

 

OBJETIVO

 

TAREFAS

Desenvolvimento dos “Referenciais de Sistemas Educacionais inclusivos:

Subsidiar tecnicamente a comunidade escolar

Elaborar três manuais para:

o

Municípios: políticas educacionais Inclusivas

 

o

Escolas: a educação inclusiva e a escola inclusiva

município, escola e família”

o

Família: desenvolvimento de competências para gerenciamento das questões da deficiência na família

Produzir, imprimir e distribuir 10.000 exemplares de cada manual para os 5.583 municípios brasileiros

Organizar evento de lançamento dos referenciais

Desenvolvimento de Campanha Institucional

Sensibilizar e envolver

Criar e produzir peças publicitárias:

a

sociedade, em geral,

 

e

a comunidade

 

o

Comercial de 1 minuto

 

escolar, em particular

o

Cartazes

o

Calendário

o

Selo de Adesão

o

“Gingle” para Rádio

o

Agenda do Professor

AÇÃO/ATIVIDADE

OBJETIVO

 

TAREFAS

   

Organizar eventos regionais

AÇÃO/ATIVIDADE

OBJETIVO

 

TAREFAS

Implementação de programa de capacitação continuada

Preparar gestores e educadores de 128 municípios-piloto, para implementar a política de Educação Inclusiva nesses municípios

Realizar 1 curso de formação (30 h) para 300 gestores e educadores de 128 municípios, dos Estados e DF.

Acompanhar e subsidiar, em 2004, a elaboração dos projetos dos 128 municípios- piloto, cuja estrutura será elaborada no curso de capacitação.

   

Assessorar a implementação da Educação Inclusiva, nos 128 municípios e fornecer

fundamentação técnico-científica.

AÇÃO/ATIVIDADE

OBJETIVO

 

TAREFAS

 

Preparar 300 educadores de 128 municípios-piloto para atuar como multiplicadores, em um esquema piramidal, atingindo 4.666 municípios brasileiros (83,5%)

Estruturar 1 kit com programa e material didático, para fornecer aos 128 municípios, para reaplicação do Curso de Formação dos educadores durante o processo de multiplicação

Produzir e distribuir 128 kits

Assessorar o processo de multiplicação, em esquema piramidal, no primeiro patamar da pirâmide (618 municípios)

 

Monitorar, através da Sala de Situação, da SEESP, a multiplicação para o 2 o . patamar da pirâmide (1.984 municípios)

Monitorar, através da Sala de Situação, da SEESP, a multiplicação para o 3 o . patamar da pirâmide (1.938 municípios).

AÇÃO/ATIVIDADE

 

OBJETIVO

TAREFAS

Preparação de recursos didáticos

Apoiar o processo de capacitação de educadores, para a implementação de sistemas educacionais

Organizar uma coletânea de instrumentos legais de apoio à política de Educação Inclusiva

Produzir e distribuir 128 exemplares dessa coletânea para os municípios-piloto

Elaborar Manual de Procedimentos: “Como escrever um projeto”

Produzir e distribuir 128 exemplares para os municípios-piloto

AÇÃO/ATIVIDADE

OBJETIVO

 

TAREFAS

 

inclusivos

Organizar 1 kit contendo:

o

Material específico

ß Projeto Escola Viva

ß PCN’s Adaptações Curriculares em Ação

ß Álbum Seriado: Competências Familiares – UNICEF

ß Competências Municipais – UNICEF

o

Material Complementar

ß Direcionais Nacionais da Educação da Educação Especial, na Educação Básica

ß Referenciais Curriculares da Educação Infantil

ß Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental

ß Raízes e Asas / CENPEC

Distribuir 128 kits

Digitalizar, para distribuição por via eletrônica, dos seguintes materiais:

 

Coletânea de Instrumentos Legais

Manual de procedimento: Como escrever um projeto

AÇÃO/ATIVIDADE

OBJETIVO

TAREFAS

Desenvolvi- *mento de uma sistemática de avaliação de processo, resultados e impacto

Analisar os resultados obtidos e o impacto gerado no contexto da

Definir critérios para escolha dos 128 municípios-piloto

Construir indicadores de avaliação de resultados (objetivos específicos)

Educação no Brasil

Elaborar os instrumentos de avaliação de processo (cronograma, dificuldades e

facilidades) e de resultados (formulários, questionários e inventários)

Construir de indicadores de avaliação de impacto (objetivo geral)

 

Elaborar os instrumentos de avaliação de impacto (formulários, questionários,

inventários)

Planejar e montar uma “Sala de Situação” para disponibilização de dados e relatórios

periódicos e por demanda

Disseminação de informação acerca do andamento e resultados do

Informar e prestar contas para o governo e a

Produzir e disponibilizar os relatórios analíticos

Definir a estrutura e a periodicidade dos relatórios

sociedade brasileiros

Projeto Plurianual

Alimentar a Campanha Institucional com os dados disponibilizados pela Sala de

Situação

AVALIAÇÃO

O processo de avaliação consistirá da construção do conjunto de indicadores que nortearão a análise, da construção dos instrumentos de avaliação, de sua aplicação, análise e divulgação dos resultados.

Será feita a avaliação do processo, a avaliação dos resultados e a avaliação de impacto do projeto.

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES E DOCENTES Anexo 1

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES E EDUCADORES - GRADE HORÁRIA DOS DIAS 19, 20 E 21/11

 

1.º DIA - 19/11

 

2.º DIA - 20/11

 

3.º DIA - 21/11

 

LANÇAMENTO DO PROGRAMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIREITO À DIVERSIDADE

 

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 

IMPLANTAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

9h30

Sessão de abertura: Lançamento do programa de Educação Inclusiva: Direito à Diversidade

9h

Conferência: “Valores e paradigmas na atenção às pessoas com deficiência”

9h

Conferência: “Conhecendo e aplicando as diretrizes nacionais da Educação Especial na Educação Básica, nos municípios”

10h

Assinatura do Termo de Cooperação UNICEF/MEC

10h

Desenho animado: Mudanças de paradigma através da história

10h

Trabalho em grupo/estado: Sugestões de diretrizes da educação especial aplicáveis à educação básica nos municípios

10h30

Vídeo: “Imagens de uma sociedade inclusiva”

10h30

Intervalo

10h30

Intervalo

10h45

Conferência: “A diversidade humana na escola”

10h45

Conferência: Territorialização: “Conceitos e técnicas”

10h45

Trabalho em grupo: Avaliando os documentos:

“Referenciais para Construção de Sistemas Educacionais Inclusivos: o município, a unidade escolar e a família”

11h15

Dinâmica de grupo

11h30

Debate

 

12h

Almoço

12h

Almoço

12h

Almoço

14h

Apresentação do Programa Educação inclusiva:

14h

Conferência: Identificando e localizando as crianças de 0 a 14 anos fora da escola

14h

Conferência: Estratégias de Planejamento

Direito à Diversidade

14h30

14h30

Atividade: “Coleta e sistematização de dados quantitativos do município - IBGE, Censo Escolar- MEC e IDI- Unicef”

14h30

Trabalho em grupo: Agenda de trabalho: De volta para o município

Conferência: Concepção, Princípios e Diretrizes de um Sistema Educacional Inclusivo

15h30

Debate

15h30

Coffee Break

15h30

Coffee Break

15h45

Conferência: “Conhecendo os objetivos, prioridades e metas educacionais constantes do PNE”

15h45

Plenária: Síntese Final

16h

Coffee Break

16h15

Conferência: “Fundamentos legais para a implantação do Sistema Educacional Inclusivo”

16h30

Debate

 

16h45

Avaliação Final

17h

Fitas VT

17h15

Debate

- Adaptações Curriculares de Grande Porte

- Adaptações Curriculares de Pequeno Porte

17h30

Certificação - entrega simbólica de um certificado

17h45

Avaliação do dia

17h45

Avaliação do dia

18h

Encerramento

18h

Encerramento

18h

Encerramento

1 O . DIA

Horário

Tema

 

Atividade - descrição

Responsável

Material

Equipamento

9h30

Lançamento do

Composição da mesa, na seguinte ordem:

Ministro da Educação

Mestre de Cerimônia - cerimonial do MEC.

 

Sistema de Som

Programa

 

Secret. da Educação Especial

Educação Inclusiva:

Representante do UNICEF

 

Direito à Diversidade

Participação:

Representante da UNDIME

Mestre de Cerimônia – cerimonial do MEC

Fita de Vídeo (Imagens do Brasil) – TV Cultura

Sistema de Vídeo e de Som Telão

Representante da CORDE

Representante do CONSED Palavra da Secretária Palavra do UNICEF

Mestre de Cerimônia Mestre de Cerimônia

 

Sistema de Som Sistema de Som

10h

Assinatura do termo de Cooperação entre o MEC e o UNICEF Imagens de uma sociedade inclusiva

Palavra do Ministro da Educação Assinatura do termo de Cooperação

Mestre de Cerimônia Mestre de Cerimônia

Termo de

Sistema de Som Sistema de Som

cooperação

10h30

Projeção de CD

Mestre de Cerimônia - anunciar

CD

Sistema de Som

Data show Sistema de Som

10h45

Diversidade humana na escola

Conferência

Prof. Antonio Osório

Slides eletrônicos

Data show

11h30

Debate

Perguntas da platéia

Coordenação Rafael

Microfones

12h

 

Almoço

14h

Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade

Apresentação do programa

Professora Cláudia

Mapa em banner Slides eletrônicos

Sistema de Som Data show

Dutra

14h30

Concepção, princí- pios e diretrizes de um sistema educacional inclusivo Debate

Conferência

Prof. Rosita Edler

Slides eletrônicos

Sistema de Som Data show

15h30

Perguntas da platéia

Coordenação Rafael

Microfones

16h

 

Coffee break

16h15

Fundamentos legais para a implant. do Sist. Educ. Inclusivo

Conferência

Dra. Eugênia

Slides eletrônicos

Sistema de Som Data show

17h15

Debate

Perguntas da platéia Preenchimento de formulário, pelos participantes

Coordenação Rafael Rafael

Microfones

17h45

Avaliação

Folhas de avaliação do dia

18h

 

Encerramento

2 O . DIA

Horário

Tema

Atividade - descrição

Responsável

Material

Equipamento

9h

Valores e Paradigmas da atenção às pessoas com deficiência Mudanças de paradigma através da história

Conferência

Maria Salete Fábio Aranha

Slides eletrônicos

Sistema de Som Data show

10h

Projeção de VT

Maria Salete Fábio Aranha

Fita de Vídeo

Sistema de Som Vídeo-cassete

10h30

 

Intervalo

10h45

Conhecendo a realida- de - diagnóstico situa-

Conferência

Ana Figueiredo

Slides eletrônicos

Sistema de show Data show

11h15

cional/ territorialização Idem

Dinâmica de Grupo: simulação de uma situação. Os participantes deverão ser levados para as respectivas salas, por seus monitores.

Rafael Monitores de sala

Lista de participan- tes por sala Roteiro de suges - tões para questões

04 Sistemas de Som e 04 flip- charts (1 no salão e 1 em cada sala)

12h

 

Almoço

14h

Identificando e localizando as crianças com deficiência, de 0-14 anos, que estão fora da escola Coletando e sistematizando os dados quantitativos do município

Conferência

Ana Figueiredo

Slides eletrônicos

Sistema de Som Data show

14h30

Trabalho em duplas:

Monitores

Papel sulfite

1. Distribuição dos dados de fontes oficiais(IBGE, Censo Escolar –MEC, IDI- Unicef), para serem utilizados em adição aos dados sócio-econômicos trazidos pelos representantes dos municípios

2. Distribuição dos mapas dos municípios

Lápis

Borracha

 

3. Cada dupla deverá interpretar os dados e registrar notas para o diagnóstico do município, em itens

15h30

 

Intervalo

15h45

Conhecendo os objetivos, prioridades e metas educacionais constantes do Plano Nacional de Educação Debate Construindo sistemas educacionais inclusivos Avaliação

Conferência

MEC

Slides eletrônicos

Data show

16h30

Coordenação Rafael

Microfones

17h

Perguntas da platéia Projeção de VTs:

Adaptações de Grande Porte e Adaptações de Pequeno

Filmes 5 e 6, da Fita 2 do Projeto Escola Viva, Série Amarela

Vídeo-cassete

Porte

17h45

Preenchimento do formulário, pelos participantes

Monitores

 

18h

 

Encerramento

3 O . DIA

Horário

Tema

Atividade - descrição

Responsável

Material

Equipamento

9h

Conhecendo e aplicando as Diretrizes Nacionais da Educação Especial na Educação Básica, no seu município Idem

Conferência

MEC

Slides eletrônicos

 

10h

Trabalhos em grupo/estado: elaborar sugestões de diretrizes da educação especial aplicáveis à Educação Básica dos municípios

Monitores

Folha de papel sulfite Lápis,Borracha

Sistema de Som Data show

10h30

 

Intervalo

10h45

Referenciais para Construção de Sistemas Educacionais Inclusivos: o município, a unidade escolar, a família

Leitura, discussão e avaliação dos Referenciais

Monitores

Roteiro de avaliação

 

12h

 

Almoço

14h

Estratégias de

Conferência

Alexandre do MEC

Slides eletrônicos ou transparências

Data show

planejamento

Retroprojetor

14h30

Agenda de trabalho. De volta para o município”

Distribuição de dicas e elaboração de itens da agenda: os próximos passos

Monitores: ler e complementar

Flip chart

15h30

 

Intervalo

15h45

Síntese Final – costurando o processo (5 momentos) Avaliação final

Plenária

Maria Salete Fábio Aranha

   

16h45

Preenchimento dos formulários de avaliação, pelos participantes

Monitores, na sala de Plenária

330 unidades do formulário de Avaliação Final

17h30

Certificação

Entrega simbólica de UM certificado

Cláudia Dutra

18h

 

Encerramento

Obs: os certificados deverão ser agrupados pela lista de presença de cada sala, e entregue às 16:30, pelos monitores.

DESCRIÇÃO DA DINÂMICA DE GRUPO - 2.º DIA - 11h15

O coordenador de sala deverá escolher 10 pessoas

Estas deverão sair da sala, juntamente com o monitor de apoio; este deverá explicar a tarefa: 5participantes deverão representar o mapa do município e os outros 5 deverão pensar em questões a serem apresentadas aos primeiros 30min.

O coordenador de sala distribui aos que permaneceram na sala, um roteiro de sugestão de questões, solicitando que analisem essas questões, pensem em outras possíveis;

iniciar a

Quando as 10 pessoas voltarem para a sala, dramatização.

A dramatização será observada pelos demais.

irão

montar

a

cena,

e

Ao final da dramatização, cada grupo deverá fazer uma discussão crítica sobre as questões que surgiram na dramatização e do roteiro.

PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO PIRAMIDAL Anexo 2

50
50

DADOS ESTATÍSTICOS DOS MUNICÍPIOS Anexo 3

Dados dos Municípios: Censo 2.000 - IBGE

   

População residente de 10 anos

População residente, sexo e situação do domicílio

ou mais de idade

 
           

Alfa-

Taxa de

betizada

alfabe-

 

tização

 

Total

Homens

Mulheres

Urbana

Rural

Total

 

(%)

Acre

               

Brasiléia

17.013

8.882

8.131

9.026

7.987

12.630

9.842

77.9

Cruzeiro do Sul

67.441

33.919

33.522

38.971

28.470

48.675

35.882

73.7

Feijó

26.722

13.703

13.019

11.240

15.482

18.748

9.342

49.8

Rio Branco

253.059

123.248

129.811

226.298

26.761

193.088

168.224

87.1

Total

364.235

179.752

184.483

285.535

78.700

273.141

223.290

81,7%

Amazonas

Benjamin Constant Labréa Manaus Parintins São Gabriel da Cachoeira Total

23 219

11 973

11 246

14 171

9 048

16 175

12 108

74,9

28

956

15 108

13 848

19 276 1 396 768 58 125 12 373

9 680

20 218 1 082 901 64 090 21 381

12 522 1 019 580 58 604 16 813

61,9

1 835

405

685 444

720 391

9 067

94,2

90

150

46 165

43 985

32 025

91,4

29

947

15 455

14 492

17 574

78,6

1.554.888

762.172

792.716

1.486.542

68.346

1.188.590

1.107.519

93,2%

Amapá

 

Calçoene Laranjal do Jari Macapá Oiapoque Total

6 730

3 607

3 123

5 271

1 459

4 740

4 038

85,2

28

515

14 694

13 821

26 792

1 723

20 275

17 147

84,6

283

308

139 344

143 964

270 628

12 680

210 983

193 196

91,6

12

886

6 837

6 049

7 842

5 044

8 913

7 434

83,4

331.439

164.482

166.957

310.533

20.906

244.911

221.815

90,6%

Pará

 

Altamira

77

439

39 380

38 059

62 285 1 272 354 64 486 134 373 186 297 59 613

15 154

59 013 1 039 895 69 870 128 095 197 349 48 006

48 855

82,8

Belém

280

1 614

608 253

672 361

8 260

987 416

95,0

Itaituba

94

750

48 661

46 089

30 264

56 388

80,7

Marabá

168

020

84 709

83 311

33 647

106 170

84,2

Santarém

262

538

130 402

132 136

76 241

175 986

89,2

Redenção

63

251

31

975

31 2 76

3 638

41 344

86,1

Total

588.559

295.747

292.812

444.769

143.790

441.320

379.888

86,1%

Rondonia

 

Guarujá -Mirim

 

38

045

19 067

18 978

33 035

5 010

28 692

25 722

89,6

Ji-Paraná

106

800

53 251

53 549

91 013

15 787

84 222

75 638

89,8

Porto Velho

334

661

166 737

167 924

273 709

60 952

258 174

238 885

92,5

Vilhena

53

598

26 712

26 886

50 601

2 997

41 920

38 369

91,5

Total

533.104

265.767

267.337

448.358

84.746

413.008

378.614

91,7%

Roraima

 

Boa Vista

 

200

568

100 334

100 234

197 098

3 470

150 215

138 542

92,2

Caracaraí

14

286

7 553

6 733

8 236

6 050

10 103

8 023

79,4

São Luiz

5 311

2 830

2 481

3 447

1 864

3 976

3 356

84,4

Total

220.165

110.717

109.448

208.781

11.384

164.294

149.921

91,3%

Alagoas

 

Arapiraca Maceió Santana do Ipanema Total

 

186

466

89 183

97 283

152 354

34 112

144 823

103 969

71,8

797

759

376 572

421 187

795 804

1 955

637 532

533 712

83,7

41

485

20 185

21 300

23 993

17 492

30 912

19 572

63,3

1.025.710

485.940

539.770

972.151

53.559

813.267

657.253

80,8%

Bahia

 

Barreiras Feira de Santana Juazeiro Salvador Vitória da Conquista Total

 

131

849

66 177

65 672

115 784 431 730 133 278 2 442 102 225 545

16 065

101 732 386 446 136 016 2 028 377 212 034

87 206 335 678 109 835 1 902 532 173 072

85,7

480

949

229 656

251 293

49 219

86,9

174

567

86 339

88 2 28

41 289

80,8

2

443 107

1 150 252

1 292 855

1 005

93,8

262

494

127 636

134 858

36 949

81,6

3.361.117

1.593.883

1.767.234

3.232.655

128.462

2.762.873

2.521.117

91,2%

Ceará

 

Fortaleza Juazeiro do Norte Sobral Total

2

141 402

1 002 236

1 139 166

2 141 402

-

1 730 922

1 547 475

89,4

 

212.133