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Construção Civil para Rede de Distribuição Subterrânea

Divisão de Engenharia da Distribuição

Construção

Civil

para

Rede

de

Distribuição

Subterrânea

Padronização

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Construção Civil para Rede de Distribuição Subterrânea

1. OBJETIVO

3

2. REFERENCIAS NORMATIVAS

3

3. CONDIÇÕES GERAIS

3

3.1. Inicio da Obra

3

3.2. Execução e Acompanhamento da Obra

3

3.3. Final da Obra

4

3.4. Danificações de infra-estruturas existentes

4

3.5. Segurança do Trabalho

4

4. ESTRUTURAS

5

4.1. Câmara Transformadora

5

4.2. Poço de Inspeção e Mini-Poço de Inspeção Subterrâneos

6

4.3. Caixa de Passagem

6

4.4. Caixa de Derivação

6

4.5. Base de concreto e Caixa para Transformadores em Pedestal

7

4.6. Base de concreto para Quadro de Distribuição em Pedestal

7

4.7. Gavetas

7

4.8. Embocaduras

8

4.9. Construções de Gavetas em Estruturas Existentes

8

4.10. Linhas de Dutos

10

5. SERVIÇOS REALIZADOS

12

6. DISPOSIÇÕES GERAIS

19

7. ANEXOS

21

Desenho 1 - Seção transversal das canalizações subterrâneas - Nomenclatura

21

Desenho 2 - Linha de dutos envelopados - Diâmetro 132 mm

22

Desenho 3 - Linha de dutos envelopados - Diâmetro 114 mm

23

Desenho 4 - Linha de dutos diretamente aterrados

24

Desenho 5 - Poço de Inspeção

25

Desenho 6 - Mini-Poço de Inspeção

33

Desenho 7 - Câmara Transformadora

41

Desenho 8 - Detalhe de embocadura diagonal

52

Desenho 9 - Escada padrão

53

Desenho 10 - Escoamento descontínuo

55

Desenho 11 - Escoamento contínuo

56

Desenho 12 - Base de concreto armado para Quadro de distribuição de pedestal

57

Desenho 13 - Caixa de passagem para circuito de média tensão

59

Desenho 14 - Base de Concreto para Transformadores de pedestal Instalado no solo

60

Desenho 15 - Caixa de passagem para circuito de baixa tensão

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1. OBJETIVO

Esta norma visa padronizar e regulamentar as condições técnicas necessárias para os serviços de construção civil na implantação da rede de distribuição subterrânea na área de concessão da Bandeirante Energia S/A.

2. REFERENCIAS NORMATIVAS

Na aplicação desta norma é necessário consultar :

NBR 5732

Cimento Portland comum

NBR 5733

Cimento Portland de alta resistência inicial

NBR 5735

Cimento Portland de alto-forno

NBR 5736

Cimento Portland pozolânico

NBR 6118

Projeto e execução de obras de concreto armado

NBR 9061

Segurança de escavação a céu aberto

NBR 7480

Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

MP-20

Construção Civil – Materiais Padronizados da Bandeirante Energia S/A

3. CONDIÇÕES GERAIS

3.1. INICIO DA OBRA

O executante deverá fornecer a Bandeirante Energia o cronograma contendo todas as etapas da

obra.

A obra civil poderá ser iniciado somente após liberação da Bandeirante Energia, que acompanhará o processo de execução em todas as etapas.

3.2. EXECUÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA OBRA

O

atendimento das mesmas, bem como um profissional qualificado e habilitado que responda tecnicamente pelas obras junto a Bandeirante, órgãos públicos e entidade de classe.

para

executante

das

atividades

em

questão,

deverá

dispor

de

toda

estrutura

necessária

A Bandeirante Energia deverá ser consultado sobre qualquer alteração na execução da obra em

relação ao projeto original, as mudanças poderão ocorrer devido a interferências encontradas no local que impeçam a locação das estruturas e na direção das linhas de dutos.

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3.3. FINAL DA OBRA

Após a execução total da obra, o responsável técnico deverá fornecer o cadastro do projeto executivo revisado, em arquivo digital, conforme executado no local, incluindo as interferências existentes, para que a Bandeirante possa atuar de modo seguro e eficiente nas futuras manutenções e serviços de emergências.

3.4. DANIFICAÇÕES DE INFRA-ESTRUTURAS EXISTENTES

Sempre que decorrente da realização das tarefas, resultem danos em infra-estruturas existentes no subsolo ou fora deste, será obrigação da Executante proceder à pronta reparação dos estragos e eventual indenização da entidade lesada pelos estragos em causa.

Os encargos resultantes da respectiva reparação e ou indenização, serão da inteira responsabilidade

do Executante, não havendo qualquer pagamento por parte da Bandeirante.

Consideram-se exceção a reparação ou reconstrução dos elementos voluntariamente destruídos ou desmontados por determinação expressa da Bandeirante, para permitir o progresso dos trabalhos.

3.5. SEGURANÇA DO TRABALHO

Deverão ser adotadas todas as medidas de segurança, inclusive as que a Bandeirante julgar

necessárias à execução dos serviços e preservação dos bens e interesses próprios do Executante e

de terceiros em geral. As obras deverão ainda atender todas as normas de segurança fixadas pelos

poderes públicos, tomando as precauções necessárias, a fim de evitar quaisquer danos ou acidentes em equipamentos e instalações da Bandeirante Energia e de terceiros.

Proteger os buracos ou valetas com tampas suficientemente resistentes e seguras para evitar acidentes com terceiros, veículos e animais.

Serão restringidas ao mínimo necessário, as escavações e obstruções em vias de tráfego de veículos

ou pedestres, adotando-se todas as medidas preventivas contra acidentes, adequadas a cada obra.

Deverão ser adotadas todas as cautelas necessárias, para proteção adequada aos prédios e instalações localizadas nas proximidades das obras, bem como, para proteção das pessoas e dos veículos que trafeguem ou estacionem nas vizinhanças.

A Executante é responsável única por acidentes decorrentes de seus serviços, que envolvam seus próprios funcionários e terceiros, respondendo por eles em qualquer instância.

A Bandeirante Energia poderá interferir sempre que a ocasião exigir, nos procedimentos dos

funcionários da Executante, quanto aos aspectos de segurança no trabalho.

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4. ESTRUTURAS

- Câmara Transformadora

- Poço de inspeção

- Mini Poço de inspeção

- Caixa de passagem

- Caixa de derivação

- Base para Transformadores em Pedestal

- Base para Quadro de Distribuição em Pedestal

- Linha de duto

- Gavetas

4.1. CÂMARA TRANSFORMADORA

Destina-se a abrigar equipamentos de transformação e acessórios submersíveis, com as dimensões de 1,90 m X 4,20 m X 2,75 m. Será construída de concreto simples e armado possui canalizações e caixas para ventilação, 6 (seis) embocaduras para circuito de baixa tensão e 2 (dois) embocaduras para o circuito de média tensão, prateleira, escada, tampão de ferro fundido, caixas de drenagem, argolas, cabos terra e instalação de eletrodutos. A câmara transformadora deverá ser executada conforme os desenhos e padrões da Bandeirante anexos.

CAIXAS DE VENTILAÇÃO

A Câmara Transformadora deverá possuir um sistema de ventilação composto de:

Laje para apoio do ventilador: Haverá em uma das paredes uma laje de concreto armado para a instalação de um ventilador. Esta prateleira deverá ser concretada em conjunto com a parede, conforme desenho anexo.

Linha de manilhas: Deverão ser instaladas duas linhas de manilhas de barro vidrado de ponta e bolsa de 305 mm de diâmetro, embolsadas com argamassa de cimento e areia e revestidas com uma camada de no mínimo 5 cm de lastro de concreto simples, para entrada e saída de ar (bolsas sempre viradas para baixo).

Caixas de ventilação: Cada caixa terá um dreno de aproximadamente 3 m (três metros) de profundidade, executada por meio de broca e uma camada de 50 cm de pedra britada nº 4. As caixas, serão executadas de alvenaria de 1/2 tijolo assentes com argamassa de cimento e areia na proporção de 1:5, sobre a base de concreto, com carga de ruptura aos 28 dias de 15,0 MPa.

Guarnição: Na parte superior das paredes das caixas de ventilação, em nível com o piso do passeio, serão embutidas guarnições de ferro galvanizado, para suporte da grade de ventilação.

Curvas: Serão instaladas curvas de 90º de concreto, fornecida pela Bandeirante, conforme desenho anexo.

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4.2. POÇO DE INSPEÇÃO E MINI POÇO DE INSPEÇÃO SUBTERRÂNEOS

Construções que destinam-se a execução de puxamentos, emendas e arranjos de cabos de média tensão. O Poço de Inspeção (P.I.) terá as seguintes dimensões internas: 4,00 m x 2,00 m x 1,90 m. O Mini Poço de inspeção (M.P.I.) terá: 2,00 m x 2,00 m x 1,90 m.

Serão construídos de concreto simples e armado, terão gavetas, embocaduras, escada, tampão de ferro fundido, caixa de drenagem, argolas e hastes de aterramento. Essas construções deverão ser executadas conforme os desenhos e padrões da Bandeirante anexos.

4.3. CAIXA DE PASSAGEM

A Caixa de Passagem destina-se a facilitar a passagem dos cabos de média tensão e construídos

nos locais onde não há emendas de cabos. Suas dimensões internas são 1,0 m x 1,5 m x 1,35 m, podendo ser aumentada de acordo com a necessidade de se abrigar mais dutos, respeitando-se as distâncias padronizadas.

Ela poderá deverá ser construída de concreto armado, concreto simples ou material pré moldado com embocaduras, tampão de concreto com dispositivo de abertura, caixas de drenagem e argolas. A Caixa de Passagem deverá ser executada conforme os desenhos e padrões da Bandeirante.

A caixa deverá receber pintura na superfície interna de concreto com tinta a base de cimento branco.

Os tampões serão em concreto armado com o logotipo da BANDEIRANTE em baixo relevo e deverão está dispostos e assentados sempre ao nível da pavimentação. Quando por opção do interessado devido a alegações de estética e padrão arquitetônico, estes poderão sofrer alterações, desde que devidamente sinalizado para facilitar a identificação quando da necessidade de futuras manutenções e inspeções pela Bandeirante.

4.4. CAIXA DE DERIVAÇÃO

A Caixa de Derivação destina-se a execução de puxamentos, emendas e arranjos de cabos de baixa

tensão. Suas dimensões internas são 0,60m x 0,60m x 1,00m, podendo ser aumentada de acordo com a necessidade de se abrigar mais dutos, respeitando-se as distâncias padronizadas.

Ela deverá ser construído em alvenaria, concreto simples ou material pré moldado, com embocaduras, tampão de ferro fundido e caixa de drenagem. A Caixa de Derivação deverá ser executada conforme os desenhos e padrões da Bandeirante.

A caixa deverá receber pintura na superfície interna de concreto com tinta a base de cimento branco.

A tampa de ferro fundido e a guarnição deverão ser conforme desenhos padrão da Bandeirante.

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4.5. BASE DE CONCRETO E CAIXA PARA TRANSFORMADORES EM PEDESTAL

A base de concreto com caixa de concreto destina-se a instalação dos transformadores em pedestal,

cujas dimensões básicas estão apresentados no desenho anexo.

Deverá ser construída de concreto armado, com embocaduras, caixa de drenagem e argolas.

O sistema de aterramento será construído com cravação no solo de 4 hastes de aterramento. A

cabeça das hastes devem estar a 10 cm abaixo do nível do solo e deverá permitir a conexão do cabo

com a haste de aterramento.

As hastes serão interligados com cabos de cobre de120 mm 2 .

Os tampões serão em concreto armado com o logotipo da BANDEIRANTE em baixo relevo e deverão está dispostos e assentados sempre ao nível da pavimentação. Quando por opção do interessado devido a alegações de estética e padrão arquitetônico, estes poderão sofrer alterações, desde que

devidamente sinalizado para facilitar a identificação quando da necessidade de futuras manutenções

e inspeções pela Bandeirante.

4.6. BASE DE CONCRETO PARA QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO EM PEDESTAL

A base de concreto destina-se a instalação dos Quadros de Distribuição em Pedestal e deverá ser

construído em concreto armado, cujas dimensões básicas estão apresentados no desenho anexo.

O Quadro de distribuição em Pedestal deverá ser aterrado e ser interligado com o sistema de aterramento do transformador em Pedestal A interligação deverá ser executado com cabos de cobre de120 mm 2 .

A base deverá receber pintura na superfície de concreto com tinta a base de cimento branco.

4.7. GAVETAS

Nos poços e mini-poços de inspeção deverão ser construídos gavetas, o número de gavetas dependerá de cada projeto.

Na execução das formas das paredes da estrutura projetada, o vão correspondente à dimensão maior da gaveta deverá ser fechado, de maneira a manter na concretagem, a abertura necessária prevista no projeto.

Após a execução das formas, deverá ser colocada a ferragem da viga na parte superior da gaveta, bem como, das ferragens de espera para a laje da gaveta, (arranques conforme projeto ).

Deverão ser instaladas duas argolas (inferior e superior), ancoradas em uma malha de ferro 3/8" cada 15 cm, formando um quadrado de 60 x 60 cm, em torno das mesmas.

Após a concretagem das paredes e laje com concreto de fck 20,0 MPa, será procedida a remoção das formas e iniciada a preparação da superfície, para execução das formas das paredes e laje da gaveta.

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O Revestimento das paredes, laje e fundo da gaveta, deverá ser executado com argamassa

"queimada" de cimento e areia. Todas as arestas devem ser arredondadas.

4.8. EMBOCADURAS

Nas estruturas com entrada e saída de condutores deverão ser construídos embocaduras.

Deverá ser prevista abertura na parede de concreto (ou gaveta), de maneira a permitir a instalação do número de tubos solicitado no projeto, bem como, do espaçamento mínimo entre eixos dos dutos.

A concretagem de chegada ou saída da linha de dutos do poço, deverá ser feita utilizando-se formas

laterais nos primeiros 3 m (três metros), de maneira a garantir o adensamento do concreto junto a parede. Este concreto deverá conter impermeabilizante.

As embocaduras deverão ser executadas de acordo com o desenho anexo e deverão ser utilizados

tampões padrão, que posteriormente serão os terminais da linha de dutos na face interna das

paredes.

Na chegada dos dutos junto às paredes de concreto, os mesmos deverão ser travados por meio de gabaritos espaçados de 1 m, de maneira à permitir sua concretagem sem o deslocamento dos dutos.

Não é permitida a emenda dos tubos nos primeiros 3 m ( três metros ), junto à embocadura.

A parte exterior, bem como, dos tubos junto aos bocais, deverá ser lixada e receber aplicação de cola

de PVC e areia grossa, a fim de obter uma superfície aderente ao concreto.

A colocação dos tubos deverá ser executado do interior do poço para fora, mantendo-se os bocais

nas pontas dos tubos, encostados em uma forma de madeira, permitindo o alinhamento uniforme e espaçamento mínimo.

Somente após três dias, a forma de madeira no interior do Poço de Inspeção, Mini poço de Inspeção

e Câmara Transformadora onde foram encostados os bocais, deverá ser removida, devendo o acabamento ser feito com argamassa de areia, cimento e impermeabilizante.

4.9. CONSTRUÇÃO DE GAVETAS EM ESTRUTURAS EXISTENTES

Inicialmente deverá ser vistoriado o poço internamente, de maneira a verificar se a parede onde será construída a gaveta, está livre. Caso existam cabos no local, deverá ser providenciada sua remoção

ou seu deslocamento.

Deverá ser colocada uma chapa de madeira compensada, internamente, a fim de permitir a demolição da parede pelo lado externo, sem que ocorram danos aos equipamentos instalados.

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Será demolido e removido pela Executante a pavimentação e/ou calçamento (qualquer tipo, inclusive sub-base até 30 cm). Deverá ser levantado com utilização de marteletes a ar comprimido. O entulho será retirado pela Executante e transportado na proporção em que for feita a remoção da pavimentação e/ou calçamento, para local de sua responsabilidade.

Deverá ser feita somente no local necessário e pelo processo manual. Deverá ser tomado o máximo cuidado com qualquer canalização existente a fim de não avariá-la. Antes do lançamento do concreto,

o

solo deverá ser apiloado com equipamentos mecânicos adequados.

O

escoramento para contenção de terra durante a execução dos serviços, deverá ser contínuo, feito

por meio de pranchas de peroba lisa ou tipo macho e fêmea, conforme as condições locais, estroncadas com vigas de peroba ou eucalipto, podendo a Bandeirante mandar reforçá-la caso considere necessário.

A demolição deverá ser manual ou com uso de martelete de pequena capacidade, de maneira a

evitar o surgimento de trincas no restante das paredes do poço.

Após a demolição do vão para gaveta e do local para viga, deverão ser instaladas as ferragens da viga e os arranques da laje da gaveta.

Quando instalada esta ferragem, deverão ser colocados as duas argolas (inferior e superior), com respectiva ferragem adicional em malha de ferro 3/8" cada 15 cm, formando um quadrado de 60 x 60

cm

em torno da mesma.

Em

seguida, será feita a concretagem da viga, com concreto de fck 20,0 MPa.

Após a remoção das formas e preparo da superfície, será executada a montagem da forma das paredes e laje da gaveta e a ferragem da laje.

A concretagem da gaveta será com concreto de mesmas características do utilizado na viga.

Posteriormente, será feita a desforma e a instalação dos dutos, devendo ser executada a embocadura.

O revestimento das paredes, laje e fundo da gaveta, será feito com argamassa "queimada" de cimento e areia com impermeabilizante. Todas as arestas devem ser arredondadas.

Após a retirada das formas e executada a impermeabilização, deverá ser feito o aterro. A terra deverá

ser compactada com equipamentos mecânicos adequados, em camadas de 20 cm umedecidas com

água. A Executante ficará responsável por danos causados à pavimentação, em virtude da má execução do aterro.

Quando necessário, a remoção de terra e entulho deverão ser feitos à medida em que for executada

a escavação, a fim de evitar qualquer interrupção de trânsito, com acúmulo de terra na via pública. a Executante deverá manter o local constantemente limpo.

Todo o concreto a ser utilizado terá adição de impermeabilizante.

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4.10. CONSTRUÇÃO DE LINHAS DE DUTOS

As linhas de dutos deverão ser construídas quando concluídas as escavações, em toda a extensão da vala, que terá recobrimento mínimo de 0,60 metros, a medir da camada superior dos tubos instalados e largura variável de acordo com a quantidade de tubos a serem utilizados. Não será admitida qualquer curvatura, sem a prévia autorização da Bandeirante.

Fechamento dos dutos: As extremidades dos dutos devem ter bocais. Somente nas pontas dos laterais junto ao passeio, serão instalados bocais com tampa colada ao duto, de maneira a evitar a entrada de terra e/ou infiltração de água.

Lastro de brita: Onde houver necessidade de lastro de brita, deverá executar uma camada de 10 cm de brita nº 3.

Quando a escavação para a implantação das linhas de dutos interferir com jardins e plantas ornamentais, após sua execução os mesmos deverão ser refeitos.

Caso hajam quaisquer deformações nos dutos, quer vertical, quer horizontalmente, devido a problemas de execução, os mesmos deverão ser substituídos.

Após a conclusão das linhas de dutos deverá ser realizado uma sondagem no local para verificação da qualidade das linhas de dutos construídas, bem como a estanqueidade das mesmas.

Se for verificada a irregularidade dos dutos, e/ou infiltração de água pela linha, o interessado deverá refazer inteiramente a linha.

Caso sejam encontradas obstruções subterrâneas que obriguem a mudança de direção das linhas, originando curvaturas vertical ou horizontalmente, após consulta junto a Bandeirante Energia S/A a mesma definirá a execução das linhas.

Aprumo das paredes e nivelamento do fundo: Antes do assentamento das linhas de dutos, a Executante, deverá aprumar bem as paredes da escavação e nivelar o fundo, a fim de que não haja distorção, nem horizontal, nem vertical nos dutos que irão ser assentados.

Junção dos tubos: Será feita por intermédio de tubos de ponta e bolsa, tendo os tubos um chanfro para evitar danos ao cabo, ou no caso de tubos ponta e ponta, deverão ser utilizadas luvas de junção, não se admitindo o aquecimento dos tubos para formação de bolsas. A junção dos tubos, deverá ser feita sempre com o uso de cola para PVC, e auxilio de uma máquina (alavanca) apropriada, com a finalidade de se obter encosto perfeito entre as pontas dos tubos, permitindo uma superfície interna a mais homogênea possível ou poderão ser utilizados acessórios específicos para essa finalidade. As emendas deverão ser totalmente estanques.

Mandrilamento: Após o termino da construção das linhas de dutos, deverá ser passado o mandril nos tubos na presença da Bandeirante Energia S/A. Esse mandril, terá as dimensões de acordo com especificação. Deverá entregar as linhas de dutos completamente desobstruídas. Caso haja alguma irregularidade, a mesma deverá ser demolida e reconstruída no trecho que houver obstrução.

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4.10.1 LINHAS DE DUTOS ENVELOPADOS

Nos dutos de PVC rígido as linhas de dutos deverão ser envelopados com concreto. Serão utilizados nas vias publicas, travessias de ferrovias, viadutos e locais de trafego intenso.

Os dutos deverão ser perfeitamente alinhados, tanto no sentido horizontal como no vertical. A concretagem das linhas deverá ser feita por camada de dutos. Deverá ser envolvida por concreto simples fck 15,0 MPa e slump 6 + ou - 1, pedra nº 1 e espessura mínima de 8 cm. Entre os dutos, tanto no sentido vertical como no horizontal, deverá ser respeitada uma distância mínima de 3 cm, com uso obrigatório de espaçadores a cada 3 m. Esses espaços entre os tubos, deverão ser preenchidos com concreto.

Todas as linhas de dutos, deverão chegar nas embocaduras com espaçamento de 7 cm entre os dutos. Cerca de 3 a 6 metros antes de qualquer embocadura, os espaçadores entre os dutos deverão ser gradativamente aumentados, a fim de chegar nas dimensões pedidas e dar um perfeito acabamento final.

4.10.2. LINHA DE DUTOS TIPO PEAD DIRETAMENTE ENTERRADOS

A utilização de dutos tipo PEAD (corrugados) diretamente enterrados serão permitidos apenas em

condomínios e locais onde não há trafego intenso de veículos.

Antes de ser efetuado o assentamento dos dutos no interior da vala, o funda da mesma deverá estar nivelado, compactado e limpo (sem a presença de agentes externos, a fim de evitar que a linha de dutos seja danificada durante a colocação e compactação.

A compactação entre as linhas de dutos deverá ser efetuada manualmente com terra ou areia limpa

na espessura de 3 cm.

Deverão ser utilizados espaçadores que permitem o alinhamento e o preenchimento de todos os espaços vazios, evitando desta forma, futuros afundamentos de solo e movimentação dos dutos durante o puxamento de cabos.

A distancia entre um espaçador e outro, em trechos retos, deve ser de 1,5 metros.

Os espaçadores podem ser pontales de madeira, pré-moldados de madeira ou concreto, garfos ou pentes de madeira ou ferro, podendo ser removidos e reutilizados ao londo da linha.

Deverá ser instalado no inicio da vala, cavalete com roletes para suportar os rolos de dutos, de moda

a permitir que os mesmos sejam desenrolados e tracionados por cordas amarradas na sua extremidade.

Durante o processo de lançamento os dutos deverão estar tamponados. As distancias entre dutos, espaçadores e espessura de recobrimento deverão obedecer os mesmos critérios da operação para concretagem, porém substituída por areia.

A linha deverá ser obrigatoriamente sinalizados com fita de advertência.

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5. SERVIÇOS

5.1. CANTEIRO DE OBRAS

Deverá ser montado no local um canteiro apropriado para guarda de materiais.

5.2. SINALIZAÇÃO E COLOCAÇÃO DA PLACA DE OBRA

A Sinalização e a colocação de placa de obra (Padrão Bandeirante) deverá ser instalados antes de

qualquer obra de construção civil. A sinalização consiste no manuseio e distribuição de tapumes, placas, cones e cercas de proteção ao longo da via onde será executada as obras, para proporcionar

prevenção de acidentes e transtornos com veículos e pedestres, além de amenizar transtornos aos moradores e ao comércio local.

A Executante da obra deverá obrigatoriamente sinalizar a obra durante o dia e durante o período

noturno utilizar sistema de sinalização luminoso. Deverão também ser atendidas as recomendações dos Órgãos Públicos, constantes das autorizações fornecidas para cada obra.

5.3.LOCAÇÃO E SONDAGEM

A Locação de qualquer estrutura de obra civil deverá ser feita de acordo com o projeto e aprovação

da Bandeirante Energia. O responsável técnico da Executante responderá pelas locações de qualquer estrutura de obra civil, sendo de sua total responsabilidade possíveis interferências, bem como danos a equipamentos e instalações de terceiros (concessionárias e outros).

Antes de iniciar a escavação, a Executante deverá realizar uma sondagem para verificar a viabilidade da obra. Somente após a sondagem concluída, a Executante poderá iniciar as escavações necessárias para a obra.

5.4. AUTORIZAÇÃO DOS ORGÃOS PUBLICOS

A Executante deverá providenciar junto aos órgãos competentes, as autorizações necessárias para a

construção das estruturas, bem como se responsabilizar por quaisquer falhas de alinhamento e de nível, devendo a mesma corrigi-las, às suas expensas.

5.5. CHAPAS DE ACO PARA TRAVESSIA DE VEICULOS

Para proteção superficial das valas em locais de tráfego intenso deverão ser utilizadas chapas de aço (espessura mínima de 3/4"), devidamente fixadas na pavimentação. A manutenção desse serviço ficará a cargo da Executante, todo e qualquer ônus decorrentes de uma manutenção incorreta, será de sua responsabilidade. Após o término da obra caberá a Executante retirar e transportar as chapas para local de sua inteira responsabilidade.

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5.6. LIGAÇÕES PROVISORIAS DE AGUA E ENERGIA ELETRICA

A executante deverá providenciar as ligações provisórias de água e energia elétrica, se necessário,

para a continuidade da obra.

5.7. TRANSPORTE DE MATERIAL

A executante ficará responsável pelo transporte dos materiais, equipamentos em geral e pelo posicionamento e retirada de turmas.

5.8. DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO DA PAVIMENTAÇÃO E CALÇAMENTO

Atividade para demolição e retirada de cobertura de pavimento (de qualquer tipo, inclusive sub-base), de leito carroçável, passeio, calçada e/ou calçadões, com ou sem reaproveitamento do material retirado, para proporcionar a execução de escavação e implantação de uma estrutura pré-definida em um projeto executivo.

Deverá ser executado com utilização de marteletes a ar comprimido, somente no local definido no projeto. Os pavimentos reaproveitáveis serão analisados pela Bandeirante e somente serão descartados os não reaproveitáveis após a análise.

5.9. ESCAVAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DE TERRA

A atividade consiste em executar uma intervenção no solo, com a finalidade de assentamento de

novas construções e com profundidade definida.

As escavações podem ser executadas em qualquer tipo de solo e deverá ser executada somente no local necessário e pelo processo mecânico e/ou manual dependendo da situação local. A terra escavada, deverá ser contida em ambos os lados, por tapumes, a fim de evitar que a mesma se espalhe pelo leito carroçável.

Não será permitida a escavação junto a postes, antes que os mesmos estejam devidamente escorados.

A execução da Escavação deverá obedecer a essas recomendações e estar em conformidade com

NBR-9061.

5.10. PROTEÇÃO DAS CANALIZACOES EXISTENTES

Nos locais em que existirem instalações ativas das concessionárias (Bandeirante, Companhias de Água e Esgoto, Prefeituras, Corpo de Bombeiros, Órgãos municipais, estaduais e federais de trânsitos, Companhia de Gás, Companhias Telefônicas, Empresas de TV a cabo ou qualquer outra entidade), o processo deverá ser necessariamente manual. Deverá ser tomado o máximo cuidado com qualquer canalização existente a fim de não avariá-la, inclusive com adoção de proteção. Independente das condições das canalizações encontradas, a responsabilidade por quaisquer danos será da Executante.

Versão: 01 Aprovação: 10/04 NORMA SETORIAL TÉCNICA Página: 14/20 Vigência: 10/04 Cód. Distr. 2 Assunto:

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5.11. REBAIXAMENTO DO LENÇOL FREÁTICO

Quando necessário o lençol freático deverá ser rebaixado. Onde houver ocorrência de água, deverá ser aumentadas a profundidade da escavação e feita uma drenagem com uma camada de 20 cm de pedra britada nº 2. Fora da superfície da câmara transformadora, poço e mini-poço de inspeção, deverá ser feita uma ensecadeira onde deverá trabalhar a bomba de sucção de água durante a

construção

5.12. ESCORAMENTO DE TERRA

Atividade que tem a finalidade de promover a segurança e sustentar as paredes das escavações. Deverá ser feito por meio de pranchas de peroba lisa ou tipo macho e fêmea, conforme as condições locais, estroncadas com vigas de peroba ou eucalipto, podendo a Bandeirante mandar reforçá-la caso considere necessário. A partir de 1,50 m de profundidade, independente da qualidade do solo, o escoramento será obrigatório. Os escoramentos podem ser:

ESCORAMENTO CONTÍNUO: Escoramento com pranchas tipo macho e fêmea estroncadas com vigas de peroba ou eucalipto.

ESCORAMENTO DESCONTÍNUO: Executado em todo o perímetro, alternando-se porém as pranchas, (uma sim, outra não).

No caso de construção de Câmaras Transformadoras, Poços e Mini Poços de Inspeção, é obrigatório

o uso de escoramento contínuo. Nestes casos ainda é permitida a utilização do escoramento como contra-forma.

Deverá ainda ser observado os critérios dispostos na NBR-9061.

O ressarcimento e/ou

irregulares, será de responsabilidade da Executante, independente do tipo do solo interferido.

correção de danos a terceiros e à Concessionária devido a escoramentos

Em situações onde a Bandeirante verificar a resistência do solo a desmoronamentos, a atividade de escoramento poderá ser dispensada.

5.13. APILOAMENTO DE BASE

O fundo das valas deverá ser apiloado

superficie plana e nivelada sem particulas soltas de solo.

manualmente com maço de 30Kg de modo a produzir uma

5.14. DRENAGEM

Será de responsabilidade do Executante, fornecer e garantir o funcionamento das bombas do sistema

de drenagem de água, necessários para o progresso normal dos trabalhos.

Versão: 01 Aprovação: 10/04 NORMA SETORIAL TÉCNICA Página: 15/20 Vigência: 10/04 Cód. Distr. 2 Assunto:

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4.15. QUALIDADE DOS MATERIAIS

4.15.1. LASTRO

O

fundo das valas deverá receber lastro de brita N o 1 com espessura de 5 cm.

5.15.2. AÇO CA-50

Deverá estar de acordo com as normas NBR 6118 e NBR 7480, isento de corrosão e limpos.

5.15.3. FORMAS DE MADEIRA

Formas de Madeira internas e externas: Deverão ser de Madeirit 12mm resinada, de 1ª qualidade, de modo a modelar o concreto e evitar o vazamento da massa.

5.15.4. TAMPÃO DE FERRO FUNDIDO

A câmara transformadora, poço de inspeção e mini-poço de inspeção

Fundido, que serão instalados para entrada de pessoal.

terão tampões de Ferro

Na caixa de derivação será instalado a tampa de ferro fundido quadrado.

5.15.5. ARGOLA DE AÇO

Nos pisos e nas paredes opostas à entrada dos cabos, serão colocadas antes da concretagem, argolas de aço fornecidas pela Bandeirante, para o puxamento dos cabos. Na ancoragem das argola, deverá haver uma malha de ferro 3/8" cada 15 cm, formando um quadrado de 60 x 60 cm em torno da mesma.

5.15.6. HASTES DE ATERRAMENTO

Deverão ser instalados no piso da câmara, conforme locação definida no desenho anexo.

5.15.7. ELETRODUTOS

Serão instalados eletrodutos aparentes de PVC de 3/4", os quais deverão ser fixados convenientemente através de buchas e arruelas nas caixas de 4" também de PVC. A caixa de interruptor de luz deverá ser instalada atrás da escada e com pingadeira para impedir a infiltração de água. O interruptor deverá ser instalado a uma distância não superior a 0,70 m do tampão de acesso. Deverão ser colocados "arame guia" nos eletrodutos para facilitar o puxamento da fiação. A instalação elétrica será aparente, devendo ser fixada na laje através de abraçadeiras galvanizadas, por intermédio de parafusos e buchas.

Deverão ser de polietileno de alta densidade (PEAD), conforme desenho MP-20-08 ou de PVC rígido fabricados de cloreto de polivinila não plastificado, conforme desenho MP-20-11.

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5.15.8. ÁGUA

Deverá ser isenta de impurezas e atender as especificações da NBR-6118

5.15.9. AREIA E PEDRA BRITADA N O 1

Deverão obedecer as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A areia deverá ser lavada, isenta de torrões de argila e impurezas orgânicas.

5.15.10. CIMENTO

Deverá ser utilizado cimento que atendam as especificações das NBR-5732, NBR-5733, NBR-5735 e NBR-5736 e que estejam de acordo com as recomendações da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). Não é permitido o uso de marcas diferentes de cimento na concretagem de uma mesma estrutura. Para qualquer marca de cimento a utilizar, devem ser previamente conhecida todas as suas características, tendo em vista o fim a que se destina.

5.16. EXECUÇÃO DO CONCRETO SIMPLES E/OU ARMADO

Deverá ser vibrado internamente com vibrador de no mínimo 3.600 impulsos por minuto e dosado de modo a dar cargas de ruptura aos 28 dias, de acordo com as especificações da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Para execução de todo o concreto simples e armado deverão ser utilizados aços do tipo CA-50, isentos de corrosão e limpos de primeira qualidade e novo.

Deverá ser removido todo o material solto e impurezas. A superfície de contato, deverá ser apicoada para dar maior rugosidade e permitir melhor aderência do concreto.

No caso de Câmara Transformadora, Poço de Inspeção e Base para Transformador em pedestal as Laje de Piso, Laje superior, Paredes, Entrada de Pessoal e Entrada de Equipamentos serão de concreto armado. Deverá ser dosado com pedra nº 1, com adição de impermeabilizante e vibrado internamente com vibrador de no mínimo 3600 impulsos por minuto. O concreto empregado deverá ter resistência característica à compressão ( fck ) de 20,0 MPa. As propriedades do concreto deverão obedecer as especificações da ABNT e ABCP.

5.17. INSTALAÇÃO E RETIRADAS DAS FORMAS

Deverão ser fortemente escoradas a fim de não permitir a flexão e qualquer deslocamento devido ao peso e a vibração do concreto. As formas das paredes e lajes poderão ser retiradas de 3 a 14 dias, respectivamente, após a concretagem. Deverá ser prevista folga necessária para a impermeabilização e revestimento interno.

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5.18. REMOÇÃO E TRANSPORTE DE TERRA E ENTULHO

Em todos os serviços de construção civil também deve estar considerado a remoção e transporte do entulho/terra. Sendo transportado na proporção em que for feita a remoção de pavimentos e escavações, a fim de evitar qualquer interrupção de trânsito com acúmulo de terra na via pública, para local de sua responsabilidade. A executante deverá manter o local constantemente limpo.

5.19. REATERRO, COM OU SEM MATERIAL DE EMPRÉSTIMO

O REATERRO consiste na restauração (enchimento) de cavas e valas, com reutilização de materiais

escavados, desde que livres de impurezas e contaminações.

Esta atividade deverá ser executada após decorridos 24 horas do término da operação de concretagem ( lançamento e vibração).

Nas Câmaras Transformadoras, Poços e Mini Poços de Inspeção, caixas de passagem e caixas de derivação o reaterro será realixado após a retirada das formas e executada a impermeabilização.

A terra deverá ser compactada com equipamentos mecânicos adequados, em camadas de 20 cm em

20 cm umedecidas com água.

Quando o solo não for considerado de boa qualidade, o reaterro deverá ser feito com material de empréstimo, sendo que este material deve incluir o fornecimento de argila de bom adensamento.

A Executante ficará responsável por danos causados à pavimentação, em virtude de defeito de

execução do reaterro.

5.20. REVESTIMENTO INTERNO, (CH +MG), COM IMPERMEABILIZANTE

Internamente a câmara transformadora, poço e mini-poço de inspeção e as caixas de passgem e derivação deverá ser realizado um chapisco e revestimento de argamassa de cimento e areia no traço 1:3, bem desempenado. Essa argamassa deverá conter impermeabilizante.

Na impermeabilização interna do piso, deverá ser dado um caimento para a caixa de drenagem, de maneira a não permitir o empoçamento de água. Haverá sempre impermeabilização no revestimento interno, não se admitindo manchas de umidade ou infiltração de água na câmara.

5.21. REVESTIMENTO EXTERNO, (CH + MG)

Revestimento Externo a laje terá revestimento de cimento e areia (1:3) com impermeabilizante e caimento lateral. Sobre o revestimento deverá ser aplicada três demãos de pintura betuminosa.

5.22. PINTURA INTERNA

A câmara transformadora, poço de inspeção, mini-poço de inspeção, caixa de passagem e caixa de

derivação deverão internamente com exceção do piso e das embocaduras, ser pintada com três demãos de tinta cimentol branco ou similar.

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5.23. CONSTRUÇÃO DE TAMPÃO ÚNICO DE CONCRETO

No caso de Câmara transformadora e caixa de passagem, o tampão de concreto deverá ser construído com agregado leve para concreto estrutural, visando a redução do peso.

5.24. REPOSIÇÃO DE PAVIMENTAÇÃO

A atividade que consiste na reposição/restauração/reconstrução de cobertura de pavimento, de

qualquer tipo, inclusive sub-base, de leito carroçável, passeio, calçada, calçadões, jardins, gramados,

reposição de guias e sarjetas com ou sem reaproveitamento do material retirado. Essa atividade visa refazer a estrutura anterior às interferências, de forma a garantir que o novo pavimento e anterior sejam muito próximos da igualdade, para não diferir do existente, principalmente em seu nivelamento.

A Executante deverá iniciar esses serviços logo após o término do reaterro. Excesso de material

proveniente da execução dos serviços deverá ser retirado imediatamente bem como a limpeza do

local.

Existem diversos tipos de reposições a serem executadas, desta forma elas foram agrupadas de acordo com sua freqüência de utilização e similaridade.

5.24.1. TIPOS DE REPOSIÇÃO DE PAVIMENTOS

Paralelepípedos / Pavimento articulado de concreto coxim de areia grossa: A areia deverá ser grossa

e de rio, evitando-se a areia de cava. Será espalhada em quantidade tal, que a altura do

paralelepípedo mais a altura da areia não seja inferior a 23 cm, e do pavimento articulado não seja inferior a 18 cm. O rejuntamento deverá ser, conforme o existente no local.

Paralelepípedo de granito: Obedecendo a especificação E-19 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, suas dimensões serão tais que contenham 30 unidades por metro quadrado de pavimentação. Serão assentes normalmente ao eixo da via com 2% de abaulamento no sentido horizontal. As juntas de cada fiada são alternadas com relação as fiadas vizinhas. Aparelhamento dos paralelepípedos devem ser feitos de tal modo que estes, no assentamento, apresentem juntas inferiores a 15 mm na parte superior dos topos. A superfície dos paralelos deverá ser compactada com rolo vibratório.

Concreto asfáltico a quente: A capa de concreto asfáltico a quente deverá ter espessura final de 4 cm e será fornecido por usinas apropriadas. A mistura deverá ser transportada coberta por lona ou outro material aceitável e sua aplicação nunca deverá ser feita com tempo chuvoso. Antes da distribuição do concreto asfáltico, deverá ser feita a imprimação adequada. A composição da mistura deverá obedecer as Normas das Prefeituras.

5.24.2. TIPOS DE RECONSTRUÇÃO DE PASSEIOS:

Calçadões: Os pisos serão refeitos no mesmo padrão do existente (lajotas de granito e mosaico português), assentes sobre sub-base de concreto simples com resistência aos 28 dias, igual a 15,0 MPa e na espessura de 20 cm.

Versão: 01 Aprovação: 10/04 NORMA SETORIAL TÉCNICA Página: 19/20 Vigência: 10/04 Cód. Distr. 2 Assunto:

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Passeio de concreto: Os passeios em concreto serão refeitos na espessura de 7 cm de concreto simples, com resistência aos 28 dias de 15,0 MPa. Será dado acabamento no próprio concreto, não se permitindo revestimento no concreto seco. Serão feitas juntas de dilatação do mesmo padrão do existente no local.

Ladrilho hidráulico (Qualquer Padrão): Serão refeitos sobre lastro de concreto simples, de espessura

7 cm e com resistência aos 28 dias de 15,0 MPa.

Mosaico português (qualquer padrão): Serão refeitos conforme o padrão existente, tendo como sub- base, lastro de concreto de 7 cm de espessura e resistência de 15,0 MPa aos 28 dias.

Pedras naturais (Pisos utilizando pedras naturais: Miracema, Folheto Santa Isabel, Ardósia e etc.) :

Serão refeitos sobre lastro de concreto simples de 7 cm de espessura e com resistência aos 28 dias de 15,0 MPa. Para o assentamento será utilizada argamassa mista de cal hidratada e areia média.

Elementos pré-moldados de concreto (Pisos utilizando elementos pré-moldados de concreto intertravados.): Serão refeitos conforme padrão existente. A sub-base deverá ser apiloada mecanicamente, lançando em seguida uma camada de areia média com espessura aproximada de 5cm, regularizando e passando uma placa vibratória. Posteriormente aplicar os elementos pré- moldados, cobrindo-os com areia fina e igual 1cm e passar novamente a placa vibratória.

Piso monolítico: Serão refeitos sobre lastro de concreto simples de 6cm de espessura e com resistência aos 28 dias de 15,0 MPa, após a pega inicial aplicar o piso monolítico na cor preta, de granulometria nº 3 de acordo com as indicações do fabricante.

Passeio gramado: Deverá ser plantada grama em placas justapostas, do tipo existente no local, devendo estar convenientemente preparado, adubado e receber cobertura de terra vegetal. A Executante será responsável pelo gramado até 60 dias após a entrega final da obra. Ao final do prazo, toda a vegetação deverá apresentar-se viçosa, uniforme e isenta de pragas, devendo ser previsto a irrigação expensas da Executante.

5.24.3. REPOSIÇÃO DE SUB-BASE

A sub-base será em concreto simples na espessura de 20 cm. O concreto deverá ter resistência

mínima de 15,0 MPa aos 28 dias, e ser usinado, a menos que a quantidade necessária seja inferior a

3 m³.

5.24.4. GUIAS

Deverão ser do padrão do local. Deverão ser assentes sobre lastro de concreto simples com espessura de 10 cm e largura de 15 cm. A resistência mínima aos 28 dias será de 15,0 MPa. As guias serão escoradas nas juntas por meio de blocos de concreto da mesma resistência da base. As guias serão rejuntadas com cimento e areia, traço 1:3.

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Assunto:

N 0

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5.24.5 SARJETAS

Deverão ter altura de 20 cm e largura conforme o local, em concreto simples, com resistência aos 28 dias igual a 15,0 MPa. O concreto deverá ser contido lateralmente por formas, de acordo com os alinhamentos e perfis do local.

5.25. MATERIAL SOBRESSALENTE E LIMPEZA DO LOCAL

No decorrer da obra o local deverá estar constantemente limpo, na finalização da obra todo o material sobressalente deverá ser retirado e a obra entregue nas condições encontradas antes do inicio da obra.

6. DISPOSIÇÕES GERAIS

Está norma se aplica em todas as obras de construção civil para rede de distribuição subterrânea.

Pedro Ângelo S. Campos Divisão de Engenharia da Distribuição

Newton L. O. Caseri Área de Engenharia

Pavimento

Sub-Base de concreto

Reaterro

Linha de dutos

LD

A x B (C)
A
x
B
(C)
Sub-Base de concreto Reaterro Linha de dutos LD A x B (C) Diâmetro do duto em

Diâmetro do duto em polegada ou mm.

Número de colunas

Número de linhas

linha de dutos

Exemplos

Número de colunas Número de linhas linha de dutos Exemplos LD 3 x 2 (100 mm.)
Número de colunas Número de linhas linha de dutos Exemplos LD 3 x 2 (100 mm.)

LD 3 x 2 (100 mm.)

LD 2 x 3 ( 5" )

L 0,60m 0,10m h 0,30m 0,20m
L
0,60m
0,10m
h
0,30m
0,20m

Cobertura mínima para qualquer linha de duto (LD) constrída (de 0,60 a 0,80 m)

h

= Altura da linha de duto

L

= Largura da linha de duto

Elaboração

 

Revisões

Engenharia

Elaboração   Revisões Engenharia  
Elaboração   Revisões Engenharia  
Elaboração   Revisões Engenharia  
 

Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Verif.

HT

         

Seção transversal das canalizações subterrâneas - Nomenclatura

 

Aprov.

JM

         

Data

06/03

         

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

01

Folha:

1/1

29,2 cm

45,4 cm

LD 1x1

3 cm 8 cm 8 cm 45,4 cm LD 1x2 8 3 45,4 cm LD
3 cm
8 cm
8 cm
45,4 cm
LD 1x2
8
3
45,4 cm
LD 3x2
29,2 cm
61,6 cm

LD 1x3

Nível do piso acabado

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)

77,8 cm

LD 1x4

LD 2x1

45,4 cm

LD 2x2

Nível do piso acabado

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
0,60 m no mínimo de cobertura (passeio)
0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
3 cm
8 cm
cm
cm
61,6 cm
77,8 cm
LD 2x3
LD 2x4
45,4 cm
3 cm 8 cm 8 cm 3 cm LD 4x2 77,8 cm
3 cm
8 cm
8
cm
3
cm
LD 4x2
77,8 cm

8 cm

LD 3x3

Nível do piso acabado

3 cm 8 cm 8 3 77,8 cm LD 3x4 61,6 cm
3 cm
8 cm
8
3
77,8 cm
LD 3x4
61,6 cm

cm

cm

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
0,60 m no mínimo de cobertura (passeio)
0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
3 cm
8 cm
8
3
61,6 cm
77,8 cm
LD 4x3
LD 4x4
77,8 cm

OBSERVAÇÕES :

1. Dutos de 132 mm

2. Dutos de PVC rígido, conforme MP-20-11

3. Os dutos não utilizados deverão ser tampados

4. Envelopamento de Concreto >= 15 MPa

Ø externo, 127 mm

Ø interno ( 5" ), e 2,5 mm de espessura

8

3

cm

cm

cm

cm

Elaboração

 

Revisões

Engenharia

Elaboração   Revisões Engenharia  
Elaboração   Revisões Engenharia  
Elaboração   Revisões Engenharia  
 

Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Seção transversal das canalizações subterrâneas para linhas de dutos envelopados - Diâmetro externo de 132 mm

Verif.

HT

         

Aprov.

JM

         

Data

06/03

         

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

02

Folha:

1/1

LD 1x1

3 cm 8 cm 8 cm 41,8 cm LD 1x2 8 3 41,8 cm LD
3 cm
8 cm
8 cm
41,8 cm
LD 1x2
8
3
41,8 cm
LD 3x2
27,4 cm
56,2 cm

Nível do piso acabado

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
0,60 m no mínimo de cobertura (passeio)
0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
70,6 cm
27,4 cm
41,8 cm

LD 1x3

LD 1x4

Nível do piso acabado

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
0,60 m no mínimo de cobertura (passeio)
0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)
8 cm
3 cm
cm
cm
56,2 cm
70,6 cm
LD 2x3
LD 2x4
41,4 cm
LD 2x1 45,4 cm LD 2x2 3 cm 8 cm 8 cm 3 cm LD
LD 2x1
45,4 cm
LD 2x2
3 cm
8 cm
8
cm
3
cm
LD 4x2
70,6 cm

8 cm

Nível do piso acabado

3 cm

8 cm

0,60 m no mínimo de cobertura (passeio) 0,80 m no mínimo de cobertura (leito carroçável)

3 cm

8 cm

8 cm 3 cm 70,6 cm LD 3x3 LD 3x4 56,2 cm * 12 e
8
cm
3
cm
70,6 cm
LD 3x3
LD 3x4
56,2 cm
* 12 e 16 eletrodutos de "PVC" liso
LD 4x3
OBSERVAÇÕES :
1. Dutos de 132 mm
Ø externo, 127 mm
Ø interno ( 5" ), e 2,5 mm de espessura
51,6 cm
8 3 70,6 cm LD 4x4 70,6 cm
8
3
70,6 cm
LD 4x4
70,6 cm

2. Dutos de PVC rígido, conforme MP-20-11

3. Os dutos não utilizados deverão ser tampados

4. Envelopamento de Concreto >= 15 MPa

8

3

cm

cm

cm

cm

Elaboração

 

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Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Seção transversal das canalizações subterrâneas para linhas de dutos envelopados - Diâmetro externo de 114 mm

Verif.

HT

         

Aprov.

JM

         

Data

06/03

         

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

03

Folha:

1/1

Nível do piso acabado Fita de Advertência 3cm Tampão para dutos conforme MP-20-10 Dutos corrugados
Nível do piso acabado
Fita de Advertência
3cm
Tampão para dutos
conforme MP-20-10
Dutos corrugados
conforme MP-20-08
0,60m mínimo
0,80m máximo
0,20m
3cm
conforme MP-20-08 0,60m mínimo 0,80m máximo 0,20m 3cm OBS.: Os dutos não utilizados deverão ser tampados

OBS.: Os dutos não utilizados deverão ser tampados

Elaboração

 

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Des.

AO

         

Seção transversal das canalizações subterrâneas para linhas de dutos diretamente enterrados

 

Verif.

HT

         

Aprov.

JM

         

Data

06/03

         

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

04

Folha:

1/1

OBS.: 3

100 400 20 50 B Haste de aterramento Des. nº MP-20-14 40 OBS.: 2 A
100
400
20
50
B
Haste de
aterramento
Des. nº MP-20-14
40
OBS.: 2
A
A
Argola
Des. Padrão
nº. MP-20-07
Linha de dutos
100
B
P L A N T A
OBS.: 1
20
40A40
12
40
200
Nível do piso acabado Tampão articulado Des. nº MP-20-01 20 Medida pode variar em função
Nível do piso
acabado
Tampão articulado
Des. nº MP-20-01
20
Medida pode variar em
função das interferências
h = 60
Ø
65
Gaveta (OBS: 3)
40
Ø 100
Embocadura
Escada
Padrão
A
40
Linha de
dutos
100
Argola
Des. Padrão
nº. MP-20-07
C O R T E
A - A
Hastes
de
aterramento
Des. nº MP-20-14
20
B
40
30
190

OBS.: 1 - Em função do projeto da rede, podem haver gavetas nas laterais.

OBS.:

2 - Rebaixo para drenagem do PI.

OBS.:

3 - Gaveta com dimensões variáveis conforme linha de dutos ( LDs ).

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Des.

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Verif.

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Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

1/8

Nível do piso acabado Tampão articulado Des. nº MP-20-01 Escada Medida pode variar em função
Nível do piso
acabado
Tampão articulado
Des. nº MP-20-01
Escada
Medida pode variar em
função das interferências
Ø65
h = 60
Ø100
Ver detalhe de embocaduras
Argola
Des. Padrão
nº. MP-20-07
200
20
Em função do projeto
da rede, podem haver
gavetas nas laterais
Hastes de aterramento
Des. nº MP-20-14
CORTE B - B
20
190

Medidas " A " e " B " são variáveis em função da linha de dutos ( LDs )

DETALHE DE EMBOCADURA DE DUTOS PARA POÇO DE INSPEÇÃO (PI)

VISTA FRONTAL

VISTA EM PLANTA

N O T A

:

ENTRADA ORTOGONAL

ENTRADA OBLIQUA

A 5 B 5 5 B
A
5
B
5
5
B

VISTA FRONTAL

A
A

VISTA EM PLANTA

A quantidade de dutos varia de acordo com o projeto, devendo-se manter o chanfro de 5 x 5 e a proporção das dimensões em função da linha de dutos.

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Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

2/8

64 10 10 N2 - 7 Ø 12,5 C=84 7 N2 234 10 10 N1
64
10
10
N2
-
7
Ø 12,5 C=84
7 N2
234
10
10
N1
-
2x9
Ø 12,5 C=254
8
N4 C/ 15
Viga 3 (25x20)
Viga 4 (25x20)
ARMAÇÃO DA LAJE SUPERIOR
( FACE INFERIOR )
25
Ø 12,5 136 C=156
N5 - 4x2
10
10
3
N3 C/ 15
8
N4 C/ 15
3
N3
C/ 15
3 N1
LAJE SUPERIOR
14
N6 C/ 15
5 N1
PAREDE
PAREDE
20
3
N1
N6 - 14
Ø
6,3 C = 78
5
N1
VIGA 3 = VIGA 4 (25x20) (2x)
15
VIGA 3
LAJE SUPERIOR
VIGA 4
2
N7
2
N7
7
N8
C = 15
10
2 N7
10
145
10
N8 - 7
Ø 6,3 C = 58
N7
-
2
Ø 12,5 C= 165
VIGA 1 = VIGA 2 (15x20) (2x)
N2 C/ 159
N1
C/ 15
9 N1 C/ 157
Viga 1 (15x20)
Viga 2 (15x20)
7
N2 C/ 15
434
10
10
N3
- 2x3
Ø 12,5 C=454
164
10
10
Ø 12,5 C=1848
N4
N4
-
8
14
20
14
20

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Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

3/8

2 N9 C=15

1010

N10 - 2 Ø 12,5 C = 314

294

6 N3 C/ 15 2 N9 C/ 15 6 N3 C/ 15 2 N10 C/
6
N3
C/ 15
2
N9
C/ 15
6
N3 C/ 15
2
N10 C/ 15
25
N1
C/ 15
94
10
10
N9 - 2 Ø 12,5 C = 114
2
N9
19
N1
C/ 15
2
N9 C/ 15
6
N1
C/ 15
2
N9 C/ 15
12 N3 C/15

ARMAÇÃO DA LAJE DE PISO ( FACE SUPERIOR )

Elaboração

 

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Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

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Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

4/8

NÍVEL DO PISO ACABADO 3 N1 3 N1 9 N1 C/ 159 N1 C/ 15
NÍVEL DO PISO ACABADO
3 N1
3 N1
9 N1 C/ 159
N1 C/ 15
14 N16 C/ 15
2 N1
2
N1
14 N16 C/ 15
14 N16 C/ 15
14
30
2x3 N3 + 8 N4
2x3 N3 + 8 N4
7 N17
7 N17
5 N1
5 N1
7 N2 C/ 15
N16 - 2x14
Ø 6,3 C = 98
3 N1
3 N1
N18 2x8 N182x8
N9 C/ 1519
N1 C/ 15
6 N1 C/ 152x2
7
N17
7 N17
2x6 N3 + N10
2 N9 C/ 15
3 N12 C/ 15 CRUZADO3
N11 C/ 15 CRUZADO
N17 - 4x7x2 Ø 6,3 C = VARIÁVEL 20 8 16 (105-110)VARIÁVEL
N17 - 4x7x2
Ø 6,3 C = VARIÁVEL
20
8
16
(105-110)VARIÁVEL

44

44

- DETALHE DA ARMAÇÃO CORTE A A 14 44 44 14 74 14 14 N11
-
DETALHE DA ARMAÇÃO
CORTE
A
A
14
44
44
14
74
14
14
N11 2x3
Ø 12,5 C = 218
74
N12 2x3
Ø 12,5 C = 162
7 N17 20 10 10 10 VARIÁVEL (69-163) N18 - 4x8x2 Ø 6,3 C =
7 N17
20
10
10
10
VARIÁVEL (69-163)
N18 - 4x8x2
Ø 6,3 C = VARIÁVEL
8 N18

VISTA DAS ABAS LATERAIS DA GAVETA

Elaboração

 

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Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

5/8

224

N15 13 Ø 6,3 C = 454

54

N13 - 83 Ø 6,3 C = 352

54

10

10

Nível do piso acabado 2x9 N1 + 2x7 N2 3 N15 2 x (4 N7
Nível do piso acabado
2x9 N1 + 2x7 N2
3 N15
2 x (4 N7 + 7 N8 C/ 15)
VIGA 1 = VIGA 2
CORTE B - B
DETALHE DE ARMAÇÃO
3 N15
3 N3
8 N4 C/ 15
3 N3
C/ 15
C/ 15
2 N9 + 2N10
6 N3 C/ 15
6 N3 C/ 15
4 N15
4 N15
7 N17
25 N1 + 2x2 N9
7 N17
2 N14
2
N14
7 N17
20
2
N14
2 N14
7 N17
7 N17
10
VISTA DAS ABAS EM PLANTA
DA GAVETA
ARMAÇÃO DAS PAREDES
VISTA EM PLANTA
224
8 N18
10
10
N14 - 83 Ø 6,3 C = 244
13
13
N15 C/ 15 FACE EXTERNA
N15 C/ 15 FACE INTERNA
13
N15 C/ 15 FACE INTERNA
13
N15 C/ 15 FACE EXTERNA
27
N13 C/ 15
27
N14 C/ 15
N18 2x8 N182x8
27
27
N14 C/ 15
N13 C/ 15
13 N15
434 1010

Elaboração

 

Revisões

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Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Verif.

HT

         

Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

6/8

DETALHE DE INSTALAÇÃO DO TAMPÃO ARTICULADO

Nível do piso acabado Articulação do tampão Concreto magro para chumbamento do tampão 10 10
Nível do piso
acabado
Articulação do tampão
Concreto magro
para chumbamento
do tampão
10 10
10
10
N19 - 6 Ø 12,5 C = 40
N19 Colocar diametralmente
ao redor do telar.
Escada de
h
 

L

I

S

T

A

D

E

F

E

R

R

A

G

E

M

N

   

QUANT.

   

COMPRIMENTOS

Ø (mm)

UNIT. (cm)

 

TOTAL (m)

1

 

12,5

 

61

   

254

 

154,94

2

 

12,5

 

14

   

84

 

11,76

3

 

12,5

 

18

   

454

   

81,72

4

 

12,5

 

16

   

184

   

29,44

5

 

12,5

   

8

 

156

   

12,48

6

 

6,3

 

28

   

78

 

21,84

7

 

12,5

   

4

 

165

   

6,60

8

 

6,3

 

14

   

58

 

8,12

9

 

12,5

   

6

 

114

   

6,84

10

 

12,5

   

2

 

314

   

6,28

11

 

12,5

   

6

 

218

   

13,08

12

 

12,5

   

6

 

162

   

9,72

13

 

6,3

 

54

   

352

 

190,08

14

 

6,3

 

62

   

244

 

151,28

15

 

6,3

 

66

   

454

 

299,64

16

 

6,3

 

28

   

98

 

27,44

17

 

6,3

 

56

 

VARIÁVEL

   

60,20

18

 

6,3

 

64

 

VARIÁVEL

   

74,24

19

 

12,5

   

6

 

40

   

2,40

acesso

 

RESUMO

DE

AÇO

C A - 5 0

 

Ø

COMPR.

   

PESO

 

PESO

(mm)

 

(m)

( kg/m)

( kg )

6,3

832,84

   

0,25

 

208,21

12,5

335,26

   

1,00

 

335,26

P

E

S

O

T

O

T

A

L

 

543,47

Elaboração

 

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Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Verif.

HT

         

Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

7/8

N O T A S :

1 ) MATERIAL:

1.1 - CONCRETO: fck = 20 MPa com adição de impermeabilizante;

1.2 - AÇO: para construção tipo CA-50.

2 ) ACABAMENTO:

2.1 - as superfícies serão lisas e livres de rebarbas ou buracos;

2.2 - todas as superfícies internas e lado externo da laje de teto serão revestidas por argamassa

impermeabilizada no traço 1:3 ( cimento / areia ) com espessura de 1,5 cm, o piso receberá o mesmo acabamento, porém com declividade mínima de 0,5 % em direção ao rebaixo da bomba de drenagem;

2.3 - as paredes e teto receberão pintura interna na cor branca.

3 ) UTILIZAÇÃO:

. em passeio ou leito carroçavel.

4 ) OBSERVAÇÕES:

4.1 - Instalar tampão articulado conforme indicado, ver desenho nº MP-20-01;

4.2 - Instalar 4 hastes padrão de aterramento, no fundo do poço, antes da concretagem;

4.3 - Os dutos não ocupados e após a passagem dos campos serão vedados;

4.4 - Chumbar argolas nas posições indicadas, exceto quando solicitado argolas adicionais.

5 ) DIMENSÕES:

.

comprimentos em cm;

.

bitolas em mm, exceto quando indicadas outras unidades.

6 ) ESPECIFICAÇÕES:

.

NBR06118 - Projeto e execução de obras de concreto armado;

.

NBR07211 - Agregados para concreto armado;

.

NBR07480 - Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto;

.

NBR05732/NBR05733/NBR05735/NBR05736 - cimento Portland;

.

NBR07188 - carga móveis em pontes rodoviárias e passarelas de pedestres;

.

NBR09061 - segurança de escavações a céu aberto.

Elaboração

 

Revisões

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Prep.

EY

           

Des.

AO

         

Verif.

HT

         

Poço de inspeção ( PI ) 4,00 x 2,00 x 1,90 m.

Aprov.

JM

         

Data

06/03

       

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

05

Folha:

8/8

Projeção do acesso de pessoal no teto 100 200 Haste de OBS.: 2 20 20
Projeção do acesso
de pessoal no teto
100
200
Haste de
OBS.: 2
20
20
aterramento
B
Des. nº MP-20-14
40
A
A
OBS.: 1
100
Linha de dutos
Argola
B
Des. Padrão
nº. MP-20-07
PLANTA
Nível do piso
Tampão articulado
acabado
Des. nº MP-20-01
Posição do tampão deve
estar centralizada em
relação ao poço
Medida pode variar em
20
função das interferências
h = 60
Ø 65
Embocadura
Gaveta (OBS: 2 e 3)
Ø 100
Escada
Argola
Des. Padrão
nº. MP-20-07
40
Linha de
dutos
100
Hastes de
aterramento
Des. nº MP-20-14
CORTE A - A
OBS.:
OBS.:
OBS.:
1 - Rebaixo para drenagem do PI.
2 - Gaveta com dimensões variáveis conforme linha de dutos ( LDs ).
3 - A construção da gaveta poderá ser suprimida dependendo de aprovação da Bandeirante Energia.
20
40
40
A
20
40
30
100
2020
200
190

Elaboração

 

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Prep.

EY

           

Des.

AO

           

Mini-poço de inspeção ( PI ) 2,00 x 2,00 x 1,90 m.

 

Verif.

HT

         

Aprov.

JM

         

Data

06/03

         

Substitue desenho nº

 

Publicação:

N8.03.01

Escala:

Desenho Nº:

06

Folha:

1/8

Nível do piso Tampão articulado acabado Posição do tampão deve estar centralizada em relação ao
Nível do piso
Tampão articulado
acabado
Posição do tampão deve
estar centralizada em
relação ao poço
Medida pode variar em
Escada
função das interferências
Ø65
h = 60
Ø100
A
Ver detalhe de embocaduras
Argola
Des. Padrão
MP-20-07
200
20
CORTE B - B
Hastes de aterramento
Medidas "
A "
e
" B " são variáveis em função da linha de dutos ( LDs )
B
20
190

h = Altura do telar do tampão articulado.

DETALHE DE EMBOCADURA DE DUTOS PARA MINI-POÇO DE INSPEÇÃO (MPI)

VISTA FRONTAL

VISTA EM PLANTA

N O T A

:

ENTRADA ORTOGONAL

A 5 B 5
A
5
B
5
5
5

A quantidade de dutos varia de acordo com o projeto, devendo-se manter o chanfro de 5 x 5 e a proporção das dimensões em função da linha de dutos.

ENTRADA OBLIQUA B
ENTRADA OBLIQUA
B

VISTA FRONTAL

A
A

VISTA EM PLANTA

Elaboração

 

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Engenharia

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