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Notas Capa/Entrevista Capa/Ensaio Biblioteca Imaginária Criação Literatura Italiana Polêmica Kiko Ferrite Na ponta da língua Gaveta

Notas

 

Capa/Entrevista

 

Capa/Ensaio

 

Biblioteca Imaginária

 

Criação

 

Literatura Italiana

 

Polêmica

 

Kiko Ferrite
Kiko Ferrite

Na ponta da língua

 

Gaveta de Guardados

 

Turismo Literário

 

Memória em revista

 

Memória

 

Dossiê

Do leitor
Do leitor

junho/99 - 1
junho/99 -
1
Diretor Gerente-geral Editor e jornalista responsável Editor de arte Editor-assistente Diagramação e arte Revisão Colunistas

Diretor

Gerente-geral

Editor e jornalista responsável

Editor de arte

Editor-assistente

Diagramação e arte

Revisão

Colunistas

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Capa

Produção editorial e gráfica

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Circulação e assinaturas

Distribuição em bancas

Assinaturas e números atrasados

Departamento financeiro

ISSN 1414-7076

CULT – Revista Brasileira de Literatura

Diretor Gerente-geral Editor e jornalista responsável Editor de arte Editor-assistente Diagramação e arte Revisão Colunistas
Diretor Gerente-geral Editor e jornalista responsável Editor de arte Editor-assistente Diagramação e arte Revisão Colunistas

A revista Cult nasceu com o propósito de trazer para o leitor o melhor da literatura brasileira e internacional. Na maioria das vezes (e das edições), isso significa dar espaço a autores consagrados ou tentar descobrir, em autores novos, aqueles elementos de permanência que nos permitem incluí-los nesse cânone sempre provisório com o qual lidamos cotidianamente. Entre clássicos como Dostoiévski, Fernando Pessoa ou Mallarmé, nomes obrigatórios das letras contemporâneas como José Saramago, Haroldo de Campos ou Ricardo Piglia, e “revelações” como João Inácio Padilha ou Nelson de Oliveira, pode- se dizer que a revista tem conseguido apresentar em suas páginas um grande número de autores que integram e integrarão nosso repertório fun- damental de leituras. Nesse sentido, uma edição que traz Lygia Fagundes Telles como destaque de capa apenas reafirma nossa proposta de estreitar os laços do leitor com aqueles autores cuja obra é compulsória para

quem deseja conhecer a moderna prosa brasi- leira. Uma revista literária, porém, também

AO

LEITOR

AO LEITOR Manuel da Costa Pinto
   
 

Manuel da Costa Pinto

tem o dever de acolher em suas páginas a- quelas perspectivas críticas que modificam nossa interpretação dos cânones literários. Por isso, aproveito aqui para chamar a atenção do leitor para a importância do “Dossiê” que publicamos no presente número. Concebido e organizado por Márcio Seligmann-Silva (que eu não hesitaria em colocar como uma das vozes mais inquietantes no atual panorama da crítica literária brasileira), o dossiê “Literatura de testemunho” parte de um gênero específico – os relatos dos sobreviventes dos campos de concentração nazistas – para nos propor uma reavaliação global das tensões que perpassam a relação entre linguagem e realidade, entre a literatura e os discursos não ficcionais, entre memória e história, abalando essas dicotomias e colocando-nos uma indagação implícita sobre o valor daquelas

obras que aprendemos a ler sob o peso da tradição e que certamente

não permanecem as mesmas depois de Auschwitz.

Reprodução

Reprodução James Joyce 1 James Joyce 2 Revista Bibliográfica & Cultural Poesia Revista Rumos 3

James Joyce 1
James Joyce 1

James Joyce 2
James Joyce 2

Revista Bibliográfica & Cultural

Poesia
Poesia

Revista Rumos
Revista Rumos

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março/99 -

Kiko Ferrite
Kiko Ferrite

4 - junho/99
4
- junho/99
junho/99 - 5

junho/99 - 5
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6 - junho/99
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Arquivo da autora

Arquivo da autora junho/99 - 7

junho/99 - 7
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8 - junho/99
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Folha Imagem

Folha Imagem junho/99 - 9

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9

10 - junho/99
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Fotos/Arquivo da autora

Fotos/Arquivo da autora junho/99 - 11

Fotos/Arquivo da autora junho/99 - 11
junho/99 - 11
junho/99 - 11

junho/99- 13
junho/99- 13
14 - junho/99

14 - junho/99
14
- junho/99

A romancista

junho/99- 15
junho/99- 15
Obras de Lygia Fagundes Telles Veja a seguir a relação das obras completas de Lygia

Obras de Lygia Fagundes Telles

Obras de Lygia Fagundes Telles Veja a seguir a relação das obras completas de Lygia

Veja a seguir a relação das obras completas de Lygia Fagundes Telles, com a data e editora da primeira publicação de cada livro, seguida dos dados da reedição pela editora Rocco, do Rio de Janeiro (tel. 021/507-2000):

16 - junho/99
16
- junho/99

Porão e sobrado, contos, 1938, Cia. Brasil Editora (esgotado) • Praia viva, contos, 1944, Martins (esgotado) • O cacto vermelho, contos, 1949, Mérito (esgotado) • Ciranda de pedra, romance, 1954, Edições O Cruzeiro; 1998, Rocco • Histórias do desencontro, contos, 1958, José Olympio (esgotado) • Verão no aquário, romance, 1963, Martins; 1998, Rocco • Histórias escolhidas, contos, 1964, Martins (esgotado) • O jardim selvagem, contos, 1965, Martins (esgotado) • Antes do baile verde, contos, 1970, Bloch; 1999, Rocco

Fábio Lucas Fábio Lucas Fábio Lucas Fábio Lucas Lucas Fábio crítico literário, membro da Academia

Fábio Lucas

Fábio Lucas

Fábio Lucas

Fábio

Lucas

Lucas

Fábio

crítico literário, membro da Academia Paulista de Letras, autor de Luzes e trevas – Minas Gerais no século XVIII (Editora UFMG), Vanguarda, história e ideologia da literatura (Ícone), Do barroco ao moderno (Ática) e O caráter social da ficção no Brasil (Ática); este ensaio publicado pela CULT foi editado originalmente na revista Travessia, do curso de pós-graduação em literatura brasileira da Universidade Federal de Santa Catarina

As meninas, romance, 1973, José Olympio; 1998, Rocco • Seminário dos ratos, contos, 1977, José Olympio; 1998, Rocco • Filhos pródigos, contos, 1978, Cultura (reeditado com o título A estrutura da bolha de sabão) • A disciplina do amor, fragmentos, 1978, Nova Fronteira; 1998, Rocco • Mistérios, contos, 1981, Nova Fronteira; 1998, Rocco • As horas nuas, romance, 1989, Nova Fronteira; 1999, Rocco • A estrutura da bolha de sabão, contos, 1991, Nova Fronteira; 1999, Rocco • A noite escura e mais eu, 1995, Nova Fronteira; 1998, Rocco • Invenção e memória, volume de contos a ser lançado pela Rocco no segundo semestre de 1999

junho/99- 17
junho/99- 17

 

 

18 - junho/99
18
- junho/99

Considerado um dos principais historiadores e críticos literários do século XIX, José Veríssimo imprimiu nos ensaios reunidos e Homens e coisas estrangeiras um traço de cosmopolitismo que serve como contraponto a seu papel de formador do cânone literário do Brasil

João Leite
João Leite

 

 

junho/99 - 19
junho/99 - 19

 

História da literatura brasileira. De Bento Teixeira (1601) a Machado de Assis (1908). Sétima edição.

 

  • 1 História da literatura brasileira. De Bento Teixeira

(1601) a Machado de Assis (1908). Sétima edição. Rio de Janeiro, Topbooks, 1998.

  • 2 História da literatura brasileira. De Bento Teixeira

(1601) a Machado de Assis (1908). Organização, revisão de textos e notas de Luiz Roberto S.S.

1998.

Malta. Primeira edição. São Paulo, Letras & Letras,

  • 3 História da literatura brasileira. De Bento Teixeira

(1601) a Machado de Assis (1908). Primeiro milheiro. Rio de Janeiro/Paris, Livraria Francisco Alves/Livrarias

Aillaud e Bertrand, 1916.

  • 4 São Paulo, Editora Brasiliense, 1986.

  • 5 Que é literatura? e outros escritos. Rio de Janeiro/ Paris, H. Garnier Livreiro-Editor, 1907.

O conjunto dos ensaios de

Homens e coisas

estrangeiras , tendo origem em periódicos de grande circulação, aponta para o tipo de leitura e de informação que era compartilhada pela elite intelectual da época

Clóvis Ferreira/AE

João Alexandre Barbosa é um dos maiores críticos literários do país, autor de A metáfora crítica

João Alexandre Barbosa é um dos maiores críticos literários do país, autor de A metáfora crítica , As ilusões da modernidade (Perspecti- va), A imitação da forma, Opus 60 (Livraria Duas Cidades) e A leitura do intervalo (Iluminuras). Professor titular de teoria literária e literatura comparada, foi diretor da Facul-

dade de Filosofia, Letras e Ciên-

cias Humanas da USP, presidente

da Edusp e Pró-reitor de Cultura da mesma universidade. João

Alexandre assina mensalmente esta seção da CULT, cujo nome foi

inspirado no título de seu mais

recente livro, A biblioteca imagi- nária (Ateliê Editorial). Ainda este ano, o crítico lançará a coletânea

de ensaios Entre livros, também pela Ateliê.

20 - junho/99
20
- junho/99
Lagoa Santa (MG), Guignard (1950) Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira junho/99 - junho/99 - 21 21
Lagoa Santa (MG), Guignard (1950) Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira junho/99 - junho/99 - 21 21

Lagoa Santa (MG), Guignard (1950)

Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira

junho/99 - junho/99 - 21 21
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A revista CULT publica mensalmente a seção CRIAÇÃO – um espaço destinado a poemas, contos e textos literários inéditos. Os originais – contendo no máximo 150 linhas de 70 caracteres – serão avaliados e selecionados pela equipe da revista CULT. Os trabalhos e os dados biográficos do autor (incluindo endereço e telefone para contato) podem ser enviados via e-mail ou pelo correio (nesse caso, os originais impressos devem obrigatoriamente ser acompanhados pelo texto em disquete, gravado no formato Word). O endereço da revista CULT é Rua Rui Barbosa, 70, São Paulo, SP, CEP 01326-010, e-mail: lemospl@netpoint.com.br

22 - junho/99
22
- junho/99

Antonio Geraldo Figueiredo Ferreira

nasceu em Mococa, estado de São Paulo, em 1965; cursou Letras na USP e, no início da década de 90, abandonou a pós-graduação em literatura brasileira e mudou-se para Arceburgo, Minas Gerais.

junho/99 - 23
junho/99 - 23

Os contos reunidos em Casamentos bem arranjados são uma aventura genial da linguagem, um aleph

Os contos reunidos em Casamentos bem arranjados são uma aventura genial da linguagem, um aleph literário a partir do qual o escritor italiano Carlo Emilio Gadda observa e ilumina todos os pontos de seu mundo por meio de um estilo em que pairam absolutos o humor e a ironia

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Francisco Costa Francisco Costa Francisco Francisco Francisco Costa Costa jornalista e editor da Revista USP

Francisco Costa

Francisco Costa

Francisco Costa

Francisco

Francisco

Costa

Costa

jornalista e editor da Revista USP

Gadda e o vôo

incendiário da linguagem

Casamentos bem arranjados

Carlo Emilio Gadda Tradução de Aurora F. Bernardini e Homero Freitas de Andrade Nova Alexandria/Istituto Italiano di Cultura 232 págs – R$ 23,00

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A grande roda, de Marc Chagall
A grande roda, de Marc Chagall

Pasquale Cipro Neto

Pasquale Cipro Pasquale Pasquale Pasquale Cipro Neto Pasquale Cipro Cipro Cipro Neto Neto Neto Neto
Pasquale Cipro
Pasquale
Pasquale
Pasquale Cipro Neto
Pasquale Cipro
Cipro
Cipro Neto
Neto
Neto
Neto

professor do Sistema Anglo de Ensino, idealizador e

apresentador do programa Nossa língua portuguesa, da TV

Cultura, autor da coluna Ao pé da letra, do Diário do Grande ABC

e de O Globo, consultor e colunista da Folha de S. Paulo

28 - junho/99
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As frutas refletidas no vidro ganham escamas porque assim o vento frio ordena às coisas que sejam outras e com outras coisas misturadas

ocupem-se mútuas de uma terceira presença no florescer de um dia novo repetido em frio e chuva mas sempre novo para que

as frutas amadureçam secretamente avancem ao destino de outra coisa ainda que o vidro seja o mesmo

As frutas refletidas no vidro ganham escamas porque assim o vento frio ordena às coisas que

transformado em discreta eternidade sob a luz e o vento frio. Escamados pêssegos laranjas ameixas e maçãs

As frutas refletidas no vidro ganham escamas porque assim o vento frio ordena às coisas que

aderem às ocorrências da rua quieta como que entregues a uma fluvial vontade anônima e corriqueira

ordenando a altivez das casas dos telhados e galhos das árvores enquanto as frutas chamam para si

escamas gratuitas. Gotas de um esquecimento natural àquela hora. Brilham inteiras na guarda das caixas

refletidas no vidro ganham escamas mudam os ares em torno à loja simples onde um velho espreita pela porta

espera a chegada de alguma senhora que não vem nem virá mais a qualquer hora já que o vento frio leva a notícia de sua morte

nesta madrugada abraçada ao travesseiro entregue a uma coroa sem volta deixa de oferecer testemunho às frutas.

Se por aqui voltasse ela traria consigo um silêncio ruminante; entregaria os olhos ao brilho das maçãs e se deteria.

Talvez tocasse uma delas com a mão. E acabaria por deixar em repouso as frutas entregues à expectativa

As frutas refletidas no vidro ganham escamas porque assim o vento frio ordena às coisas que

de outra presença. Fixas na mesma fotografia: refletidas no vidro com escamas. As frutas refletidas no vidro.

As frutas. A senhora. As escamas.

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1.

Não alisam o vento nem o canto das procissões . As lâminas sonham por si vestem ângulos puros. O azul

dobra-se num mundo à parte:

dramatiza a minuciosa farmácia.

2.

Cores:

bandeirinhas à espera

minutos

em vertical

quase retratos.

3.

luz

de esqueletos

4.

Azulejos de pensamento

azul

sus-

pensos no varal

palas

no céu.

Deus criou e apresentou à morte um personagem com lírios no peito. Na hora derradeira as
Deus criou e apresentou à morte
um personagem com lírios no peito.
Na hora derradeira as datas aparecem
afogueadas na esquadria da janela.
A passada embriaguês dos livros de nada serve
tampouco permite incendiar a boca.
Os lírios doem sobre a nudez do peito
doem porque se crestam com os dias findos.
À morte dou o meu consentimento
enquanto as horas passam. São brancos
os lírios rivalizando com os seios.
Brancos como as formas no alto.
Olhar o mar, apenas, vale o vasto mundo,
Diria o poeta, caolho, do alto da cordilheira.
Suas rimas, degraus de um palácio rotundo,
Ecoariam das brenhas até a cumeeira.
Atado ao crepúsculo deste vagamundo
Vejo mãos líquidas bater na praia inteira.
Escrevem brancas palavras de um sal agudo
E triste. Dói olhar o mar de uma cadeira.
Atento às linhas do horizonte
ao alfabeto casual das árvores
o camponês lê as ovelhas
arrancando vírgulas da tarde.
Os lábios das canoas tremulam heurísticos
Em contraste a navios castos sonolentos.
Só a corcunda de Adamastor persiste
Um pássaro de papel
sofre no canto do quintal.
Malfeitas as dobraduras
asas não levam a nada.
Caída ao longe: sem esqueleto por dentro
Nem a mover-lhe Deus — que acaso não existe
A lavadeira aproveita
a tarde lenta e triste
com as mãos na água:
Mas aparece suposto neste rosto imenso.
lava suas mágoas.
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Ah, travessia de um a outro (os dedos
Servem de aéreos remos, bordo cego)
Suga meu ventre ao teu crispar de aedo
e breve serei tua, leve.
De que me vale ter o desejo às tontas
A ler o que a mão própria escreve
Se tuas palavras faltam à minha lenda
E, só, não conto o que conta a pele?
Quero ser tua loba. Tuas unhas. Louca.
Coisa que inteira resume a boca
Abrindo a lua no fresco vão das pernas.
Quero-te em mim erguido em asas: voa!
E que atravessar essa distância pouca
Não seja zero nem procura eterna.
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O PAÍS DE EÇA DE QUEIROZ Claudia Cavalcanti As críticas ácidas que o autor de Os
O PAÍS DE EÇA DE QUEIROZ Claudia Cavalcanti As críticas ácidas que o autor de Os

O PAÍS DE EÇA DE QUEIROZ

Claudia Cavalcanti

As críticas ácidas que o autor de Os Maias dirigiu a Portugal se converteram, ao longo de suas obras, em nostalgia da autenticidade da vida provinciana em contraste com a civilização européia

junho/99 - 33
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34 - junho/99
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34 - junho/99 Claudia Cavalcanti Claudia Claudia Claudia Claudia Cavalcanti Cavalcanti Cavalcanti Cavalcanti tradutora e

Claudia Cavalcanti

Claudia

Claudia

Claudia

Claudia

Cavalcanti

Cavalcanti

Cavalcanti

Cavalcanti

tradutora e crítica literária

junho/99 - 3 5
junho/99 - 3 5
junho/99 - 3 5
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MEMÓRIA

Fotos/Reprodução de obras do acervo do Centro de Estudos Murilo Mendes
Fotos/Reprodução de obras do acervo do Centro de Estudos Murilo Mendes
MEMÓRIA Fotos/Reprodução de obras do acervo do Centro de Estudos Murilo Mendes Centro de Estudos Murilo
MEMÓRIA Fotos/Reprodução de obras do acervo do Centro de Estudos Murilo Mendes Centro de Estudos Murilo

Centro de Estudos Murilo Mendes promove até o final de agosto uma exposição da biblioteca e de cerca de duzentas obras de arte pertencentes à coleção pessoal do escritor

MEMÓRIA Fotos/Reprodução de obras do acervo do Centro de Estudos Murilo Mendes Centro de Estudos Murilo

36 - junho/99
36
- junho/99

Murilo

Mendes

Acervo do Última Hora/Arquivo do Estado de São Paulo
Acervo do Última Hora/Arquivo do Estado de São Paulo

acervo de poeta

Júlio

Castañon

Guimarães

Exposição Murilo Mendes: Acervo

Centro de Estudos Murilo Mendes Universidade Federal de Juiz de Fora Av. Rio Branco, 3.372 Juiz de Fora, MG CEP 36025-020 tel: 032/213-3931 Até o dia 31 de agosto

junho/99 - 37
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38 - junho/99 Júlio Castañon Guimarães Júlio Castañon Júlio Castañon Júlio Júlio Castañon Guimarães Castañon

38 - junho/99
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38 - junho/99 Júlio Castañon Guimarães Júlio Castañon Júlio Castañon Júlio Júlio Castañon Guimarães Castañon

Júlio Castañon Guimarães

Júlio Castañon

Júlio Castañon

Júlio

Júlio

Castañon Guimarães

Castañon

Guimarães

Guimarães

Guimarães

poeta, autor de Matéria e paisagem (Sette Letras), e

ensaísta, autor de Territórios/Conjunções: Poesia e prosa crítica

de Murilo Mendes (Imago)

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Reprodução do livro After Auschwitz (Northern Centre for Contemporary Art, Londres)

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Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust (editora Prestel, Munique)

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Reprodução do livro After Auschwitz

Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust

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Reprodução do livro After Auschwitz

Reprodução do livro After Auschwitz Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust junho/99 - 45

Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust

Reprodução do livro After Auschwitz Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust junho/99 - 45

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Márcio Seligmann-Silva Márcio Márcio Márcio Márcio Seligmann-Silva Seligmann-Silva Seligmann-Silva Seligmann-Silva professor de teoria literária na

Márcio Seligmann-Silva

Márcio

Márcio

Márcio

Márcio

Seligmann-Silva

Seligmann-Silva

Seligmann-Silva

Seligmann-Silva

professor de teoria literária na PUC-SP, autor de Ler o livro

do mundo. Walter Benjamin: Romantismo e crítica poética e

tradutor de O conceito de crítica de arte no romantismo alemão,

de Walter Benjamin, e de Laocoonte, de G.E. Lessing – todos

pela editora Iluminuras

Reproduzido do catálogo Passages – Homage to Walter Benjamin , Tel-Aviv Museum of Art

Márcio Seligmann-Silva Márcio Márcio Márcio Márcio Seligmann-Silva Seligmann-Silva Seligmann-Silva Seligmann-Silva professor de teoria literária na

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Fotos/Reprodução
Fotos/Reprodução

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Museu de Israel, Jerusalém
Museu de Israel, Jerusalém

Jeanne Marie Gagnebin

Jeanne Marie Gagnebin

Jeanne Marie

Jeanne

Jeanne

Marie

Gagnebin Gagnebin

Marie Gagnebin

professora de filosofia na PUC-SP e na Unicamp, autora

de História e narração em Walter Benjamin (Perspectiva) e

Sete Aulas sobre Linguagem, Memória e História (Imago),

entre outros; o presente ensaio retoma teses de uma

conferência apresentada no Colóquio de Estética

em Belo Horizonte, em setembro de 1997 junho/99 - 51
em Belo Horizonte, em setembro de 1997
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Fotos/Reprodução do livro Mahnmale des Holocaust

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