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Examine as Escrituras Diariamente

2012

Examine as Escrituras Diariamente

2012

Nome

Examine as Escrituras Diariamente

2012

˘ 2011

WATCH TOWER BIBLE AND TRACT SOCIETY

OF PENNSYLVANIA

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ASSOCIAC¸ AO TORRE DE VIGIA DE B IBLIAS E TRATADOS

Todos os direitos reservados

Editoras Watchtower Bible and Tract Society of New York, Inc.

Brooklyn, New York, USA

Associac¸ ao Torre de Vigia de B ıblias e Tratados

Rodovia SP-141, km 43, Ces ario Lange, SP, 18285-901, Brasil

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Esta publica c¸ ao n ao e vendida.

Ela faz parte de uma obra educativa b ıblica,

mundial, mantida por donativos.

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Examining the Scriptures Daily—2012 Portuguese (Brazilian Edition) ( es12 -T)

Made in Brazil

Impresso no Brasil

Examine as Escrituras Diariamente

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Pref acio

Voc e est a lendo esta publicac¸ ao porque aprecia

a B ıblia e a considera como ela “verazmente e, como

a palavra de Deus”. (1 Tes. 2:13) Por ler a B ıblia dia-

riamente, voc e demonstra que acredita que “toda a

Escritura e inspirada por Deus e proveitosa para en-

sinar, para repreender, para endireitar as coisas,

(2 Tim. 3:16) E por apli-

car o que aprende, voc e prova que ama de toda a

alma nosso Criador e sua Palavra. — 1 Jo ao 5:3.

Mas nem todo mundo pensa como voc e. Os que

realmente consideram a B ıblia como seu guia s ao a

minoria — apenas cerca de 0,1% da populac¸ ao da

Terra. Alguns at e mesmo acham que o conhecimen-

to da B ıblia faz a pessoa rejeitar a Deus. “Eu dei

uma B ıblia para minha filha”, disse o presidente

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para disciplinar em justica”.¸

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dos Ateus Americanos. “ E assim que se faz um

ateu.” E um f ısico famoso disse recentemente que o

Universo surgiu de modo espont aneo. Ele afirmou:

“N ao foi preciso um Deus para criar o Universo.”

Esse tipo de pensamento n ao nos surpreende, pois a

B ıblia diz que “a f e n ao e propriedade de todos”.

— 2 Tes. 3:2.

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E verdade que sempre houve pessoas descren-

tes. Mas n ao concorda que hoje, mais do que nunca,

as pessoas zombam da mensagem da B ıblia e n ao

t em respeito e rever encia por Deus? (2 Ped. 3:3, 4)

J a notou como t em aumentado a indiferenca¸ e a apa-

tia, o modo de pensar independente e at e mesmo a

hostilidade direta contra a religi ao? Essas atitu-

des preocupam os l ıderes religiosos, que procuram

meios de reavivar o interesse de seu rebanho. Mas

a verdade nos ajuda a entender por que essas atitu-

des existem, bem como seu significado.

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Por exemplo, sabemos da rebeli ao que comecou¸

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no c eu e que levou a exist encia do mal e resultou na

morte para a humanidade. (Rom. 5:12; 1 Jo ao 3:8; 5:19) Aprendemos por que a maldade tem aumenta- do em nossos dias e por que o amor a Deus diminuiu.

(Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1-5, 13; Rev. 12:12) E, em vez de ficarmos temerosos e vivermos angustiados com

a piora das condic¸ oes ao nosso redor, n os persevera-

mos, sabendo que nossa salvac¸ ao est a pr oxima. (Sal.

46:1, 2; Mat. 24:13) Sabemos tamb em que essas con-

dic¸ oes indicam que em breve haver a um novo mun-

do justo. (Mat. 24:33; 2 Ped. 3:13) Visto que o enten- dimento da verdade nos protege e temos a ajuda do

esp ırito santo, encontramos consolo e temos paz

mental ao lidar com as atuais situac¸ oes estressan-

tes. — 2 Cor. 1:3, 4; Fil. 4:6, 7. Embora nos alegremos de conhecer a Palavra

de Deus e ter companheirismo com os que adoram

a Jeov a “com esp ırito e verdade”, ainda assim deve-

mos fazer o m aximo para permanecer firmes na f e.

(Jo ao 4:24; 2 Ped. 2:20, 21; 3:14) Sabemos que o

maior inimigo de Deus tamb em e nosso inimigo e

que seu objetivo e destruir nossa boa relac¸ ao com

Jeov a. (1 Ped. 5:8; Rev. 12:17) Por isso, devemos fa-

zer o nosso melhor para resistir ao Diabo e suas

“maquinac¸ oes”. — Ef e. 6:11, 13.

Esta publicac¸ ao, Examine as Escrituras Diaria-

mente — 2012, pode nos ajudar a ‘ficar despertos’ e

a ‘nos manter firmes na f e’. (1 Cor. 16:13) Por isso,

crie o h abito de ler o texto e seu coment ario cada

dia. Tire tempo para meditar neles e veja como pode

aplicar os princ ıpios em sua vida. Ser a proveitoso se

puder ler o contexto do vers ıculo considerado ou o

artigo de onde o coment ario foi tirado. No caso das

fam ılias, considerar o texto di ario juntos pode ser de

grande ajuda e trazer muita felicidade para todos. — Sal. 1:1-3.

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Texto do ano para 2012

“A tua palavra e a verdade.”

— Jo ao 17:17.

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“Que e verdade?” Quando P oncio Pilatos fez essa per-

gunta, na realidade ele n ao estava querendo uma respos-

ta. (Jo ao 18:38) Jesus n ao respondeu, e Pilatos n ao levou o

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assunto adiante. Prova disso e que logo em seguida ele

saiu da sala de audi encias. Ent ao, por que ele fez a per-

gunta?

Jesus estava sendo julgado. At e aquele momento ele

tinha respondido todas as perguntas de Pilatos. Mas Jesus

disse algo que chamou a atenc¸ ao daquele governante. Le-

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mos no relato: “Pilatos disse-lhe: ‘Pois bem, es tu rei?’ Je-

sus respondeu: ‘Tu mesmo est as dizendo que eu sou rei.

Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar tes-

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temunho da verdade. Todo aquele que est a do lado da ver-

dade escuta a minha voz.’ ”— Jo ao 18:37.

Pilatos retrucou cinicamente: “Que e verdade?” Ele

deu a entender que o conceito sobre a verdade era abran-

gente e complexo demais para merecer sua atenc¸ ao. Na

verdade, Jesus e Pilatos estavam falando de duas coisas di- ferentes. Jesus havia usado duas vezes o artigo definido ao

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dizer “a verdade”. Ele se referiu a verdade divina — a que

prov em de Jeov a Deus. Pilatos, um romano, n ao aceitava

“a verdade” e n ao estava disposto a aprender de Jesus. Por

isso ele falou de “verdade” no sentido geral.

Muitas pessoas hoje pensam como Pilatos. Para elas

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a verdade n ao e absoluta, mas est a sempre mudando e de-

pende da situac¸ ao do momento. Por isso, se sentem livres

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para determinar por si mesmas o que e certo e o que e er-

rado, o que podem aceitar e o que podem rejeitar, espe-

cialmente no que diz respeito a valores e padr oes de moral.

Jesus sabia onde a verdade absoluta podia ser encon-

trada. Foi por isso que ele disse em orac¸ ao a seu Pai as pa-

lavras que comp oem o texto do ano para 2012: “A tua pa-

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lavra e a verdade.” (Jo ao 17:17) A Palavra escrita de Deus,

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a B ıblia, cont em a verdade imut avel que vem de Jeov a, a

Fonte de toda sabedoria e conhecimento. (Pro. 2:6) De

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fato, a B ıblia chama Jeov a de “Deus da verdade”. (Sal. 31:5)

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E visto que Ele e eterno, sua verdade tamb em e eterna.

Ela sempre nos guia no caminho da justica¸ e da vida. (Sal.

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16:11; Pro. 12:28; 2 Tim. 3:15-17) A verdade n ao e quest ao

de opini ao pessoal.

Somos muito felizes por ter a B ıblia! Jeov a preservou

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a verdade nela e prontamente a tornou dispon ıvel para to-

das as pessoas. A B ıblia revela as coisas como realmente

s ao. Por meio das Escrituras, podemos aprender sobre o

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Deus verdadeiro, Jeov a — suas qualidades, prop ositos e

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mandamentos. A B ıblia cont em respostas a perguntas que

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muitos t em feito por mil enios, mas em v ao. Algumas des-

sas perguntas s ao: Qual o objetivo da vida? Por que sofre-

mos e morremos? Como alcancar¸

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paz e uni ao global?

Pense tamb em nos benef ıcios de conhecer a verdade.

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Jesus disse a seus disc ıpulos: “Conhecereis a verdade, e a

verdade vos libertar a.” (Jo ao 8:32) Por exemplo, saber o

que acontece na morte nos liberta do pavor do tormento eterno, do medo de que os mortos nos prejudiquem e de

todos os tipos de crencas¸

e pr aticas supersticiosas. (Sal.

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146:4; Ecl. 3:20; 9:5, 10) Tamb em, embora soframos, n ao fi-

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camos sem consolo ao perder na morte algu em que ama-

mos, pois sabemos que Deus pode reverter a situac¸ ao.

(Jo ao 5:28, 29; 1 Tes. 4:13, 14; Rev. 21:4, 5) Por seguir os

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princ ıpios da B ıblia, evitamos fazer coisas que podem pre-

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judicar nossa sa ude e encurtar nossa vida. (Isa. 48:17) H a

alguma coisa no mundo que se compare a esse conheci- mento? — Ecl. 7:12.

Ao meditarmos no texto do ano para 2012 e no que ele

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significa para n os individualmente, com certeza nos sen-

tiremos movidos a viver de acordo com a verdade e a com-

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partilh a-la com outros. Dessa forma, n os e os que nos es-

cutam poderemos ter objetivo na vida e paz mental, agora

e para sempre! — 1 Tim. 4:16.

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TEXTO DI ARIO E COMENT ARIOS

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Nas p aginas seguintes, voc e encontrar a um texto para

cada dia e o coment ario para esse texto. Os coment arios s ao

tirados de n umeros de A Sentinela ( w ) de abril de 2010 a mar-

co¸ de 2011. O n umero ap os a data de A Sentinela se refere

ao artigo de estudo na ordem (1, 2, 3, 4, 5) em que aparece

na revista, seguido pelos par agrafos onde se podem encon-

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trar coment arios adicionais sobre o texto.

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Domingo, 1.° de janeiro

Ele saiu vencendo e para com-

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pletar a sua vit oria. — Rev. 6:2.

Jesus Cristo, o Filho do homem, profetizou: “Quando o Filho do

homem chegar na sua gl oria, e

com ele todos os anjos, ent ao se

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assentar a no seu trono glorioso. E

diante dele ser ao ajuntadas to-

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das as nac¸ oes, e ele separar a uns

dos outros assim como o pastor

separa as ovelhas dos cabritos.

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E por a as ovelhas a sua direita,

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mas os cabritos a sua esquerda.”

(Mat. 25:31-33) Isso se refere a

vinda de Cristo como Juiz para

separar pessoas de “todas as na-

c¸ oes” em duas categorias: “as ove-

lhas”, pessoas que ter ao apoiado

ativamente Seus irm aos espiri-

tuais (os crist aos ungidos na Ter-

ra), e “os cabritos”, pessoas ‘que

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n ao ter ao obedecido as boas no-

vas acerca de nosso Senhor Je- sus’. (2 Tes. 1:7, 8) As ovelhas,

classificadas de “justos”, recebe-

r ao a “vida eterna” na Terra, mas

os cabritos “partir ao para o de-

cepamento eterno”, ou destrui-

c¸ ao. — Mat. 25:34, 40, 41, 45, 46.

w10 15/9 5:15, 16

Segunda-feira, 2 de janeiro

Salve ele os filhos do pobre. — Sal. 72:4.

Sob a dire c¸ ao de Deus, o Salo-

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m ao Maior ‘pleitear a a causa dos

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atribulados e salvar a os filhos do

pobre’. Seu governo ser a de paz e

justica.¸ (Sal. 72:1-4) Quando es- teve na Terra, Jesus mostrou em pequena escala o que seu futuro

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Reinado Milenar realizar a. (Rev.

20:4) Considere algumas das ati- vidades de Jesus Cristo que nos

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d ao uma ideia do que ele far a

pela humanidade em cumpri- mento do Salmo 72. Temos bons motivos para admirar a grande

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compaix ao que ele demonstrou pelos que sofriam. (Mat. 9:35,

36; 15:29-31) Por exemplo, cer-

to leproso aproximou-se de Jesus

e suplicou: “Se apenas quiseres,

podes tornar-me limpo.” Jesus

respondeu: “Eu quero. Torna-te

limpo.” E o homem foi curado!

(Mar. 1:40-42) Mais tarde, Jesus

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encontrou uma vi uva cujo uni-

co filho havia falecido. Ele “teve pena”, e disse: “Levanta-te!”, e

o filho levantou. Estava vivo de

novo! — Luc. 7:11-15. w10 15/8

4:5, 6

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Terca-feira,¸

3 de janeiro

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O esp ırito da verdade

guiar a a toda a verdade.

— Jo ao 16:13.

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vos

“O esp ırito da verdade” ‘che-

gou’ no Pentecostes de 33 EC,

sendo derramado sobre cerca de

120 crist aos reunidos em Jerusa-

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l em. Houve evid encias vis ıveis

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e aud ıveis desse acontecimen-

to. (Atos 1:4, 5, 15; 2:1-4) Os dis-

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c ıpulos falaram em v arias l ın-

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guas “sobre as coisas magn ıficas

de Deus”. (Atos 2:5-11) O profe-

ta Joel havia predito esse derra-

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mamento de esp ırito santo. (Joel

2:28-32) Os observadores presen- ciavam o cumprimento disso de um modo que nenhum deles ha-

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via esperado, e o ap ostolo Pedro

tomou a iniciativa em explicar

o que estava acontecendo. (Atos

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2:14-18) Assim, o esp ırito santo

‘ensinou’ ao esclarecer a Pedro

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que essa experi encia dos disc ıpu-

los era cumprimento dessa anti-

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ga profecia. Al em disso, o esp ıri-

to ‘fez lembrar’, pois Pedro n ao

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citou apenas Joel mas tamb em

dois salmos de Davi. (Sal. 16:8-11;

110:1; Atos 2:25-28, 34, 35) Aquilo que os presentes viram e ouvi- ram realmente foram coisas pro- fundas de Deus. w10 15/7 4:3, 4

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Quarta-feira, 4 de janeiro

Se o teu irm ao cometer um pe-

cado, vai expor a falta dele en-

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tre ti e ele s o. Se te escutar,

ganhaste o teu irm ao.

— Mat. 18:15.

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Temos de nos opor ao Diabo, n ao

lhe dando nenhuma chance de nos

causar dano espiritual. (Tia. 4:7) O

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esp ırito santo nos ajuda a resistir a

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Satan as. Por exemplo, podemos

fazer isso evitando a f uria descon-

trolada. Paulo escreveu: “Ficai fu-

riosos, mas n ao pequeis; n ao se

ponha o sol enquanto estais en- colerizados, nem deis margem ao

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Diabo.” (Ef e. 4:26, 27) Se tiver-

mos algum motivo justo para fi-

car furiosos, uma imediata orac¸ ao

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silenciosa nos ajudar a a recupe-

rar o “esp ırito frio” e demonstrar

autocontrole, em vez de agirmos

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de modo a contristar o esp ırito de

Deus. (Pro. 17:27) Portanto, n ao

devemos permanecer encoleriza-

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dos para n ao darmos a Satan as

uma chance de nos induzir a fazer algo mau. (Sal. 37:8, 9) Uma das

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maneiras de resistir-lhe e resol-

ver prontamente os desentendi- mentos, em harmonia com o con- selho de Jesus. — Mat. 5:23, 24. w10 15/5 4:9

Quinta-feira, 5 de janeiro Alegrai-vos sempre no Senhor. — Fil. 4:4.

A Noite de Adorac¸ ao em Fam ı-

lia n ao deve ser uma ocasi ao mo-

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n otona ou muito formal. Afinal,

n os adoramos o “Deus feliz”, e ele

deseja que o adoremos com ale- gria. (1 Tim. 1:11) Ter uma noi-

te adicional para considerar joias

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espirituais da B ıblia e uma ver-

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dadeira b en c¸ ao. Os pais podem

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ser flex ıveis nos seus m etodos de

ensino, com imaginac¸ ao e criati-

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vidade. Por exemplo, certa fam ı-

lia permitiu que seu filho Bran-

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don, de 10 anos, falasse sobre ‘por

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que Jeov a usou uma cobra como

s ımbolo de Satan as?’. Essa ques-

t ao o intrigava, pois Brandon apre-

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cia cobras e n ao gostava de v e-las

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relacionadas com Satan as. Algu-

mas fam ılias as vezes encenam

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uma hist oria b ıblica, cada membro

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da fam ılia representando um per-

sonagem, lendo sua parte direta-

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mente da B ıblia. Ou a fam ılia pode

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encenar algum evento. Al em de di-

vertidos, esses m etodos de ensino

garantem o envolvimento dos fi-

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lhos, o que faz com que os princ ı-

pios b ıblicos toquem seu corac¸ ao.

w10 15/6 5:13

Sexta-feira, 6 de janeiro

Trazemos todo pensamento ao

cativeiro, para faz e-lo obedien-

te ao Cristo. — 2 Cor. 10:5.

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podem ser atra ıdas

a ` pornografia por sua curiosida-

de natural. Se isso acontecer, po-

As criancas¸

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der a ter efeitos duradouros sobre seu conceito de sexualidade. Esses

efeitos, diz uma reportagem, po-

dem ir de uma percep c¸ ao distor-

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cida dos padr oes sexuais a “difi-

culdade de manter uma relac¸ ao

sadia baseada em amor; um con-

ceito n ao realista sobre mulheres;

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e, potencialmente, v ıcio em por-

nografia, que pode prejudicar o

desempenho escolar, as amizades

e as relac¸ oes familiares”. Ainda

mais devastadores podem ser os

efeitos posteriores numa relac¸ ao

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conjugal. “De todos os v ıcios que

eu tinha antes de me tornar Teste-

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munha de Jeov a, a pornografia foi

em muito o mais dif ıcil de lar-

gar”, escreveu um crist ao. “Ainda

vejo essas imagens nos momentos

mais inesperados — despertadas

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por um cheiro qualquer, uma m u-

sica, algo que vejo, ou at e mesmo

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por um pensamento aleat orio. E

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uma batalha di aria e constante.”

w10 15/4 3:10, 11

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S abado, 7 de janeiro

O dia de Jeov a vir a como ladr ao,

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sendo que nele passar ao os c eus

e a terra e as obras nela se-

r ao descobertas. — 2 Ped. 3:10.

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O que s ao “os c eus” e “a ter-

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ra” mencionados aqui? Quando e

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usado em sentido simb olico na

B ıblia, o termo “c eus” muitas ve-

zes se refere a poderes governan-

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tes, que est ao acima de seus s u-

ditos. (Isa. 14:13, 14; Rev. 21:1, 2)

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‘Os c eus que passar ao’ simboli-

zam o governo humano que con-

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trola a sociedade ımpia. A “terra”

simboliza o mundo da humanida-

de apartada de Deus. A vindou-

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ra destruic¸ ao ocorrer a em etapas

durante a “grande tribula c¸ ao”.

(Rev. 7:14) Na primeira fase des-

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sa tribula c¸ ao, Deus induzir a os

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governantes pol ıticos do mun-

do a destruir “Babil onia, a Gran-

de”, mostrando assim seu des-

prezo por essa meretriz religiosa. (Rev. 17:5, 16; 18:8) Em seguida, na guerra do Armagedom, a fase

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final da grande tribula c¸ ao, o pr o-

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prio Jeov a exterminar a o restan-

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te do mundo de Satan as. — Rev. 16:14, 16; 19:19-21. w10 15/7 1:2-4

Domingo, 8 de janeiro

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Haver a tempos cr ıticos, dif ıceis

de manejar. — 2 Tim. 3:1.

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O mundo hoje e um local pe-

rigoso para os crist aos. (2 Tim.

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3:2-5) Satan as sabe que seus dias

est ao contados e est a decidido a

devorar os descuidados. (1 Ped.

5:8; Rev. 12:12, 17) Mas n ao es-

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tamos desprotegidos. Jeov a pro-

veu ao seu povo um seguro re-

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f ugio espiritual — a congrega c¸ ao

crist a. A sociedade secular ofe-

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rece apenas uma seguranca¸ f ısi-

ca ou emocional limitada. Muitos

acham que sua seguranca¸ f ısica

pelo crime, vio-

est a ameacada¸

l encia, ˆ alto custo de vida e at e

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mesmo por quest oes ambientais.

Todos enfrentam os problemas da

idade avancada¸

e da doenca.¸ E os

que t em emprego, casa, boa si-

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tuac¸ ao financeira e sa ude talvez

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se perguntem at e quando isso vai

durar. Portanto, n ao e de admirar

que pessoas ao nosso redor se sin-

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tam muit ıssimo inseguras, ou que

prefiram simplesmente n ao pen-

sar demais no futuro. w10 15/6

1:3-5

Segunda-feira, 9 de janeiro

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Haver a grande tribula c¸ ao, tal

como nunca ocorreu desde o

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princ ıpio do mundo at e agora,

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n ao, nem tampouco ocorrer a

de novo. — Mat. 24:21.

Jesus declarou que os dias des-

sa tribulac¸ ao seriam abreviados

“por causa dos escolhidos”, o res-

tante dos crist aos ungidos ain-

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da na Terra. (Mat. 24:22) Jeov a

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n ao permitir a que esse ataque

destrutivo contra a religi ao fal-

sa extermine os crist aos ungi-

dos e seus companheiros das ou- tras ovelhas. Jesus acrescentou

que “depois da tribula c¸ ao da-

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queles dias”, haver a sinais no

sol, na lua e nas estrelas e “en-

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t ao aparecer a no c eu o sinal do

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Filho do homem”. Isso far a com

que as nac¸ oes da Terra ‘se batam

em lamento’. Mas n ao os ungi-

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dos, que t em esperanca¸ celestial,

nem seus companheiros, que t em

esperanca¸ terrestre. Eles ‘se er-

guer ao e levantar ao a sua cabe ca,¸

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porque o seu livramento estar a se

aproximando’. — Mat. 24:29, 30;

Luc. 21:25-28. w10 15/9 5:13, 14

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Terca-feira,¸

10 de janeiro

Tens de dar ao teu servo um co-

rac¸ ao obediente para julgar teu

povo, para discernir entre o que

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e ´ bom e o que e mau.

— 1 Reis 3:9.

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Jeov a apareceu a Salom ao num

sonho e disse: “Pede o que te devo

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dar.” Salom ao fez um unico pe-

dido conforme acima. Por causa

desse pedido humilde, Deus deu

a Salom ao o que ele havia solici-

tado e muito mais. (1 Reis 3:5, 10-

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13) Com as b enc¸ aos de Jeov a, o

reinado de Salom ao resultou num

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not avel per ıodo de paz e pros-

peridade que nenhum outro go- verno na Terra jamais conseguiu

igualar. (1 Reis 4:25) Entre os que foram conhecer o governo de Sa-

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lom ao estava a rainha de Sab a e

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seu enorme s equito. Ela disse a

Salom ao: “Veraz se mostrou a pa-

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lavra que ouvi na minha pr opria

N ao se me contou nem

a metade. Ultrapassaste em sa-

bedoria e em prosperidade as coi-

sas ouvidas.” (1 Reis 10:1, 6, 7) No entanto, a sabedoria de Jesus era muito superior, de modo que ele

terra

´

˜

p ode dizer corretamente sobre si

mesmo: “Eis que algo maior do

ˆ

que Salom ao est a aqui.” — Mat.

12:42. w10 15/8 4:3, 4

Quarta-feira, 11 de janeiro

N ao se ponha o sol enquanto es-

˜

´

˜

´

tais encolerizados. — Ef e. 4:26.

Se algo que um irm ao disse ou

˜

fez deixa voc e t ao incomodado

que simplesmente n ao consegue

ˆ

˜

˜

´

desconsider a-lo, n ao permita que

˜

o odio crie ra ızes no seu corac¸ ao.

˜

´

´

(Pro. 19:11) Se algu em o irritar,

controle primeiro suas emo c¸ oes

´

˜

e ent ao d e os passos necess arios

para resolver o assunto. Se o pro-

˜

ˆ

´

´

blema continua a incomod a-lo, trate dele de modo bondoso numa

ocasi ao oportuna. (Ef e. 4:27, 31,

32) Fale com seu irm ao sobre o

˜

´

˜

´

assunto de modo franco, por em

bondoso, num esp ırito de recon-

ciliac¸ ao. (Lev. 19:17; Mat. 18:15)

´

˜

´

Naturalmente, e preciso esco-

lher o momento certo. H a “tempo

para ficar quieto e tempo para fa-

´

lar”. (Ecl. 3:1, 7) Al em do mais,

“o corac¸ ao do justo medita a fim

de responder”. (Pro. 15:28) Isso pode muito bem significar dar

um tempo antes de tentar resol-

ver o problema. Abordar o assun-

´

to quando a pessoa ainda est a

muito aborrecida pode piorar as

´

˜

coisas; mas tamb em n ao e s abio

esperar tempo demais. w10 15/6 4:8, 9

Quinta-feira, 12 de janeiro

´

˜

´

´

´

O esp ırito pesquisa todas as coi-

sas, at e mesmo as coisas profun-

das de Deus. — 1 Cor. 2:10.

´

O ap ostolo Paulo destacou um

´

´

papel vital do esp ırito santo quan-

do disse as palavras do texto de

´

hoje. Realmente, Jeov a usa seu

esp ırito santo para revelar ver-

dades espirituais profundas. Sem

essa ajuda, que entendimento te-

´

r ıamos dos prop ositos de Jeov a?

(1 Cor. 2:9-12) Jesus indicou de

´

´

´

que duas maneiras o esp ırito ope-

raria. Pouco antes de sua morte,

´

´

ele disse aos seus ap ostolos: “O

´

ajudador, o esp ırito santo, que o

´

Pai enviar a em meu nome, esse

´

vos ensinar a todas as coisas e vos

far a lembrar todas as coisas que

eu vos disse.” (Jo ao 14:26) Assim,

´

˜

o esp ırito santo ‘ensinaria e faria

lembrar todas as coisas’. Ao ensi-

nar, ajudaria os crist aos a com-

preender coisas que antes n ao en-

tendiam. E ao ‘fazer lembrar’, os

ajudaria a se recordarem das coi-

´

˜

˜

´

sas que j a haviam sido explica-

das e a aplic a-las corretamente.

w10 15/7 4:1, 2

´

Sexta-feira, 13 de janeiro

Se pertenceis a Cristo, sois real-

mente descendente de Abra ao,

herdeiros com refer encia a uma

˜

ˆ

´

promessa. — G al. 3:29.

A partir do Pentecostes de

33 EC, Jeov a usou seu esp ıri-

´

´

to para ungir a parte secund a-

ria do descendente de Abra ao,

muitos dos quais n ao descendiam

de Abra ao em sentido literal.

˜

´

˜

˜

´

(Rom. 8:15-17) A a c¸ ao do esp ıri-

˜

´

to santo era evidente nos disc ı-

pulos de Jesus no primeiro s ecu-

lo, capacitando-os a pregar com zelo e a realizar obras poderosas. (Atos 1:8; 2:1-4; 1 Cor. 12:7-11) Por meio desses dons milagrosos,

´

o esp ırito santo revelou um not a-

vel avan co¸ na realiza c¸ ao do pro-

´

´

˜

p osito de Jeov a. Deus n ao usava

mais o arranjo de adora c¸ ao que

´

´

˜

˜

´

por s eculos se centralizava no

templo em Jerusal em. Seu favor

havia sido transferido para a re-

´

´

c em-formada congrega ao cris-

˜

t a. Desde ent ao, Jeov a usa essa

congrega c¸ ao ungida para servir

˜

˜

´

˜

´

ao Seu prop osito. w10 15/4 2:9

S abado, 14 de janeiro

´

A menos que o pr oprio Jeov a

´

´

construa a casa, e f util que seus

construtores trabalhem ardua- mente nela. — Sal. 127:1.

´

´

Em alguns

pa ıses, n ao e incomum ouvir al-

“Deus te abencoe!”¸

´

˜

´

gu em totalmente desconhecido

dizer isso a uma pessoa que es-

´

pirra. Cl erigos de v arias religi oes

aben coam¸

objetos. Peregrinos s ao atra ıdos

a certos centros religiosos na es-

pessoas, animais ou

´

´

˜

´

˜

ˆ

peranca¸ de receber uma b enc¸ ao.

˜

´

Pol ıticos regularmente invocam a

ˆ

b enc¸ ao de Deus sobre sua nac¸ ao.

˜

˜

ˆ

Quem realmente recebe a b enc¸ ao

˜

de Deus e por qu e? Jeov a predisse

ˆ

´

´

que nos ultimos dias ele teria um

povo multinacional, limpo e pac ı-

fico que pregaria as boas novas

´

´

do Reino at e os confins da Terra

apesar de odio e oposic¸ ao. (Isa.

2:2-4; Mat. 24:14; Rev. 7:9, 14) Os

´

˜

´

dentre n os que aceitaram a res-

ponsabilidade de viver a altura

dessa especificac¸ ao inspirada de-

`

˜

ˆ

sejam a b enc¸ ao de Deus — e pre-

˜

cisam dela — pois, do contr ario,

n ao poderiam esperar ser bem-

sucedidos. w10 15/9 1:1, 2

´

˜

Domingo, 15 de janeiro

Se me perseguiram a mim, per-

seguir ao tamb em a v os.

— Jo ao 15:20.

˜

´

´

˜

Os crist aos verdadeiros n ao s ao

˜

˜

˜

`

imunes aos problemas e as pres-

´

s oes do mundo de Satan as. (1 Jo ao

˜

˜

5:19) Em alguns casos, os disc ı-

pulos de Cristo talvez enfren-

tem tens oes adicionais ao se es-

´

˜

para permanecer fi eis a

Jeov a. No entanto, mesmo quando

´

“perseguidos”, n os n ao ‘cambalea-

mos’. (2 Cor. 4:9) Por que n ao? Je-

sus disse: “Vinde a mim, todos os

que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reani-

´

marei.” (Mat. 11:28) Com plena f e

na provis ao de resgate de Cris-

forcarem¸

´

´

˜

˜

˜

´

to, n os nos colocamos nas m aos

˜

´

de Jeov a, por assim dizer. Des-

se modo obtemos “poder al em do

normal”. (2 Cor. 4:7) “O ajudador”,

´

´

o esp ırito santo de Deus, fortale-

ce nossa f e, capacitando-nos a su-

portar as provac¸ oes e as tribula-

c¸ oes sem perder a alegria. — Jo ao

14:26; Tia. 1:2-4. w10 15/6 5:15, 16

´

˜

˜

˜

Segunda-feira, 16 de janeiro

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

— Jo ao 1:29.

˜

O custo do resgate pode ser ilus- trado por um incidente na vida

´

de Jac o. De todos os seus fi-

lhos homens, Jos e era o mais

amado por ele. Infelizmente, os

´

´

irm aos de Jos e o invejavam e odia-

˜

vam. Mesmo assim, Jos e concor-

dou em ser enviado por seu pai

para saber como estavam passan-

do seus irm aos que, naquela oca-

si ao, apascentavam o rebanho de

´

˜

˜

Jac o uns 100 quil ometros ao norte

´

ˆ

´

de sua casa em H ebron. Imagine

como Jac o se sentiu ao ver seus fi-

lhos retornarem com a roupa de

´

´

Jos e coberta de sangue! “ Eat uni-

ca comprida de meu filho!”, excla-

´

´

ˆ

mou. “Uma fera selvagem deve t e-

lo devorado! Jos e est a certamente

dilacerado!” Tudo isso teve um tre-

´

´

´

mendo impacto sobre Jac o, que

´

chorou a morte de Jos e por muitos

dias. ´ (G ` en. 37:33, 34) A reac¸ ao de

Jeov a as situac¸ oes n ao e exata-

mente como a de humanos imper-

feitos. N ao obstante, meditar so-

´

bre esse incidente na vida de Jac o

pode nos ajudar a entender como Deus deve ter se sentido quan- do seu amado Filho, como homem, foi maltratado e morto cruelmen- te. w10 15/8 2:11, 14

ˆ

˜

˜

˜

´

˜

Terca-feira,¸

17 de janeiro

Foi-me dada toda a autoridade

´

no c eu e na terra. — Mat. 28:18.

´

Jeov aprovidenciou que Jesus en-

´

viasse esp ırito santo para forta-

lecer seus disc ıpulos na verdade

crist a. (Jo ao 15:26) Jesus derra-

´

˜

˜

mou esse esp ırito sobre os pri-

meiros crist aos no Pentecostes de

33 EC. (Atos 2:33) Esse derrama-

´

˜

mento do esp ırito santo marcou

a fundac¸ ao da congregac¸ ao cris-

´

˜

˜

´

t a. Jeov a conferiu a seu Filho a

˜

´

func¸ ao de L ıder celestial da con-

˜

gregaao na Terra. (Ef e. 1:22; Col.

1:13, 18) Jesus guia a congregac¸ ao

˜

´

˜

´

crist a por meio do esp ırito santo

˜

de Jeov a e tem a seu dispor anjos

que “foram-lhe sujeitos”. (1 Ped.

´

3:22) Tamb em por meio de esp ıri-

´

´

to santo Cristo deu “d adivas em

homens”, alguns “como pastores e

´

´

instrutores” na congregac¸ ao. (Ef e.

˜

4:8, 11) O ap ostolo Paulo exortou os

superintendentes crist aos: “Pres-

´

˜

´

tai atenc¸ ao a v os mesmos e a todo

˜

o rebanho, entre o qual o esp ırito

santo vos designou superintenden-

tes para pastorear a congregaao

de Deus.” — Atos 20:28. w10 15/9

4:7, 8

Quarta-feira, 18 de janeiro

´

˜

´

Removei o homem in ıquo de

´

entre v os. — 1 Cor. 5:13.

Na congregac¸ ao de Corinto, no

˜

primeiro s eculo, havia um homem

que, sem nenhum arrependimen-

to, praticava fornicac¸ ao. Sua con-

apureza da congre-

duta ameacava¸

gac¸ ao e escandalizava at e mesmo

os descrentes. Assim, Paulo corre-

tamente ordenou que ele fosse ex-

pulso da congregac¸ ao. (1 Cor. 5:1,

7, 11-13) Desse modo, a congrega-

c¸ ao foi protegida contra uma in-

´

˜

˜

´

˜

˜

flu encia corrompedora e o pecador

caiu em si e arrependeu-se com

sinceridade. Com base nas ac¸ oes

desse homem, coerentes com seu

arrependimento, na sua segunda

ˆ

˜

carta a congregac¸ ao Paulo disse

que ele devia ser readmitido. Pau-

´

lo instruiu tamb em que a congre-

gac¸ ao ‘perdoasse bondosamente e

consolasse o pecador arrependido,

para que tal homem n ao fosse de

algum modo tragado pela sua ex-

cessiva tristeza’. (2 Cor. 2:5-8) N ao

`

˜

˜

˜

˜

devemos tamb em ‘confirmar nos-

so amor’ pelos pecadores que sin-

ceramente se arrependem e s ao

readmitidos? — Mat. 6:14, 15; Luc.

15:7. w10 15/6 2:13-15

´

˜

Quinta-feira, 19 de janeiro

Digno es, Jeov a, sim, nosso Deus,

´

´

´

de receber a gl oria, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade. — Rev. 4:11.

Como Criador, Jeov a Deus e o

Soberano Supremo do Univer-

so e tem autoridade sobre toda

´

´

sua criac¸ ao. Que Jeov a n ao e um

“Deus de desordem, mas de paz”, pode-se ver na maneira como

˜

´

˜

´

Sua fam ılia ang elica est a orga-

nizada. (1 Cor. 14:33; Isa. 6:1-3; Heb. 12:22, 23) Antes de qual-

´

quer coisa ter sido criada, Deus j a

´

´

´

tinha exist encia pr opria por in-

ˆ

´

cont aveis eras. Sua primeir ıssi-

ma criac¸ ao foi a criatura espiri-

tual conhecida como “a Palavra”,

´

´

˜

´

pois era o Porta-Voz de Jeov a.

`

Todas as outras coisas vieram a

ˆ

exist encia por meio da Palavra.

Mais tarde, a Palavra veio a Terra

como humano perfeito e tornou-

se conhecida como Jesus Cristo.

— Jo ao 1:1-3, 14. w10 15/5 1:1, 2

`

˜

Sexta-feira, 20 de janeiro

Eu sou para ti escudo.

— G en. 15:1.

ˆ

Essas n ao eram palavras vazias.

Veja, por exemplo, o ocorrido por

volta de 1919 AEC, quando Abra ao

e Sara estabeleceram-se tempo-

rariamente em Gerar. Sem saber

que Sara era esposa de Abra ao,

Abimeleque, rei de Gerar, to-

mou-a com a intenc¸ ao de se casar

˜

˜

˜

˜

com ela. Estaria Satan as manipu-

lando os assuntos nos bastidores, tentando impedir que Sara geras-

se o descendente de Abra ao? A

´

B ıblia n ao diz. O que ela diz e

´

˜

´

˜

que Jeov a interveio. Num sonho,

ele advertiu Abimeleque a n ao to-

´

˜

car em Sara. (G en. 20:1-18) Isso

n ao foi apenas um incidente iso-

ˆ

˜

lado. Jeov a livrou Abra ao e seus

familiares em muitas ocasi oes.

´

˜

˜

(G en. 12:14-20; 14:13-20; 26:26-29)

Portanto, o salmista podia dizer a

respeito de Abra ao e seus descen-

˜

dentes: “Ele [Jeov a] n ao permitiu

que algum homem os defraudas-

se, mas por causa deles repreen-

deu reis, dizendo: ‘N ao toqueis nos

meus ungidos e n ao facais¸

nada de

mal aos meus profetas.’ ” — Sal.

105:14, 15. w10 15/4 2:5, 6

ˆ

´

˜

˜

˜

S abado, 21 de janeiro

As mulheres que anunciam boas

´

novas s ao um grande ex ercito.

— Sal. 68:11.

˜

´

No primeiro s eculo, as mulheres

desempenharam uma parte sig-

nificativa na divulgac¸ ao do cris-

tianismo. Elas pregavam o Rei-

no de Deus e realizavam coisas

relacionadas com essa obra de

pregac¸ ao. (Luc. 8:1-3) Por exem-

´

˜

˜

plo, o ap ostolo Paulo referiu-se a

Febe como “ministra da congrega-

´

c¸ ao que est a em Cencreia”. E ao

enviar saudac¸ oes a companheiros

˜

´

˜

´

de trabalho, Paulo mencionou v a-

rias mulheres fi eis, como “Trifena

que trabalharam ar-

duamente no Senhor”. Ele falou

e Trifosa,

´

tamb em de “P erside, nossa ama- da”, que “realizou muitos labores

no Senhor”. (Rom. 16:1, 12) Hoje,

boa parte dos mais de 7 milh oes

que pregam as boas novas do Rei-

no de Deus em todo o mundo s ao

mulheres de todas as idades. (Mat.

24:14) Muitas delas s ao ministras

´

´

˜

˜

˜

´

de tempo integral, mission arias e

betelitas. Jeov a valoriza o papel

das mulheres na declarac¸ ao das

boas novas e na realizac¸ ao de Seus

´

˜

˜

´

prop ositos. w10 15/5 2:14, 15

Domingo, 22 de janeiro

[Paulo] comecou¸ imediatamen-

te, nas sinagogas, a pregar Je-

sus, que Este e o Filho de Deus.

— Atos 9:20.

Como alguns que se tornaram

´

ap ostolos reagiram quando Cristo

os convocou para ser seus seguido-

res? A respeito de Mateus, o re-

lato diz: “Deixando tudo, levan-

tou-se e seguiu-o.” (Luc. 5:27, 28)

´

Sobre Pedro e Andr e, que estavam

pescando, lemos: “Abandonando imediatamente as redes, segui-

ram-no.” Depois, Jesus viu Tia-

go e Jo ao, que estavam conser-

tando suas redes junto com seu

pai. Como reagiram ao convite de Jesus? “Deixando imediatamente

o barco e seu pai, seguiram-no.”

(Mat. 4:18-22) Com certeza de-

´

˜

´

sejamos imitar o otimo exemplo

desses disc ıpulos e reagir pronta-

mente e sem reservas ao convite de ser seguidor de Cristo. (Heb. 6:11, 12) E, ao nos esfor carmos¸

com vigor para seguir a Cristo, te- mos valiosos e duradouros bene-

f ıcios, ´ como paz mental, satisfa-

c¸ ao, contentamento, aprovac¸ ao de

Deus e perspectiva de vida eter- na. — 1 Tim. 4:10. w10 15/4 4:15-17

Segunda-feira, 23 de janeiro

´

˜

˜

´

O corpo e um s o, mas tem mui-

tos membros. — 1 Cor. 12:12.

´

Por causa da imperfei c¸ ao her-

˜

´

dada, todos n os temos “a ten-

d encia de invejar”, e at e mesmo

crist aos veteranos podem oca-

ˆ

´

˜

´

sionalmente sentir ci ume das

ˆ

circunst ancias, dos bens, dos pri-

vil egios ou das habilidades de ou-

tros. (Tia. 4:5) Como ajuda para

´

´

evitar o ci ume, tenha em men-

te que a B ıblia compara os mem-

bros ungidos da congregac¸ ao cris-

t a a partes do corpo humano.

´

˜

˜

(1 Cor. 12:14-18) Embora o cora-

´

c¸ ao n ao seja vis ıvel como o olho,

por exemplo, n ao s ao ambos valio-

˜

˜

˜

˜

ˆ

sos para voc e? Do mesmo modo,

Jeov a valoriza todos os membros

da congregac¸ ao, ainda que alguns,

por certo tempo, possam ter mais

destaque do que outros. Portan-

´

to, tenhamos o conceito de Jeov a

˜

sobre nossos irm aos. Em vez de in-

´

˜

vej a-los, mostremos preocupac¸ ao

e interesse pessoal por eles. Agir-

mos assim contribui para marcar a

diferenca¸ entre os crist aos verda-

deiros e os das religi oes da cristan-

dade. w10 15/9 2:3, 12, 13

´

˜

˜

˜

Terca-feira,¸

24 de janeiro

Lembra-te, pois, do teu Grandio- so Criador nos dias da tua idade viril. — Ecl. 12:1.

Quantos anos voc es, jovens, pre-

cisam ter para aceitar esse calo- roso convite de adorar e servir a

ˆ

Jeov a? As Escrituras n ao especi-

ficam uma idade. Portanto, n ao

´

˜

˜

se refreie, achando que e jovem demais. Seja qual for a sua ida-

de, voc e ˆ e ´ incentivado a aceitar

esse convite sem demora. Muitos

´

de voc es s ao ajudados a progre-

dir espiritualmente pelo pai, pela

ˆ

˜

´

m ae, ou por ambos. Se esse e o seu

˜

caso, voc e e como Tim oteo dos

ˆ

´

´

´

tempos b ıblicos. Sua m ae, Eunice,

˜

e sua av o, Loide, ensinaram-lhe

desde criancinha os escritos sa-

´

´

grados. (2 Tim. 3:14, 15) E prov avel

que seus pais estejam ensinando

´

ˆ

voc e de modo similar por meio do

´

estudo da B ıblia, das orac¸ oes e da

˜

frequ encia as reuni oes congrega-

cionais, assembleias e congressos

do povo de Deus e por participar

ˆ

`

˜

com voc e no minist erio de campo.

De fato, ensinar aos filhos os ca-

ˆ

´

minhos de Deus e um dever muito

´

importante que o pr oprio Jeov a

confiou aos pais. w10 15/4 1:4, 5

´

´

Quarta-feira, 25 de janeiro

Considerai tudo com alegria,

meus irm aos, ao enfrentardes

diversas provac¸ oes, sabendo que

˜

esta qualidade provada da vos-

˜

sa f e produz perseveranca.¸

Tia. 1:2, 3.

´

´

Veja o exemplo de Jos e, filho

´

de Jac o, que foi vendido como es-

´

cravo pelos seus pr oprios irm aos.

˜

(G en. 37:23-28; 42:21) Ser a que

´

Jos e perdeu a f e por causa des-

sa crueldade? Ficou amargura- do com Deus por ter permitido

esse mal contra ele? A Palavra de Deus responde claramente que

n ao! E esse n ao foi o fim das pro-

ˆ

´

´

˜

˜

vac¸ oes de Jos e. Mais tarde, ele foi

acusado falsamente de tentativa

de estupro e foi preso. Mais uma

˜

´

´

vez, por em, ele n ao vacilou na

˜

sua devo c¸ ao a Deus. (G en. 39:9-

21) Em vez disso, permitiu que as

provac¸ oes o fortalecessem, e foi

´

muito recompensado por isso. E

verdade que as provac¸ oes podem

˜

ˆ

˜

˜

causar tristeza ou at e mesmo de-

press ao. Mas, em vez de ficar de-

sanimado, por que n ao encarar as

provac¸ oes como oportunidade de

confirmar seu amor a Deus e refi-

´

˜

˜

˜

nar sua f e nele e na sua Palavra?

w10 15/7 2:13-15

´

Quinta-feira, 26 de janeiro

Sejam ganhos sem palavra. — 1 Ped. 3:1.

A Palavra de Deus diz a espo-

sa que mantenha uma atitude de

submiss ao em relac¸ ao ao mari-

do descrente. A sua boa conduta

`

˜

˜

pode lev a-lo a pensar no motivo

de ela se comportar de modo t ao

excelente. Em resultado disso, o

marido talvez examine as crencas¸

de sua esposa crist a e acabe acei-

tando a verdade. Mas que dizer

se o marido descrente n ao cor-

´

˜

˜

˜

responde ao empenho da esposa? As Escrituras incentivam a espo-

sa a sempre demonstrar qualida-

des crist as, por mais dif ıcil que

isso possa ser. Por exemplo, le-

˜

´

´

mos em 1 Cor ıntios 13:4: “O amor

e

crist a far a bem em comportar-se

“com completa humildade mental

e brandura, com longanimidade”,

enfrentando a situac¸ ao com amor.

long anime.” Portanto, a esposa

´

˜

ˆ

´

˜

´

(Ef e. 4:2) Com a ajuda da forca¸

´

ativa de Deus, seu esp ırito santo,

e

crist as mesmo sob circunst ancias

poss ıvel demonstrar qualidades

´

˜

´

ˆ

´

dif ıceis. w10 15/5 2:6-8

Sexta-feira, 27 de janeiro

Os irm aos em Listra e Ic onio da-

˜

ˆ

vam bom relato [de Tim oteo].

— Atos 16:2.

´

´

A m ae de Tim oteo, Eunice, e

˜

sua av o, Loide, eram crist as dedi-

cadas, mas seu pai era descren-

´

˜

´

´

te. (2 Tim. 1:5) E poss ıvel que

´

o ap ostolo Paulo tenha conhe-

cido essa fam ılia na sua primei-

ra viagem a essa regi ao, alguns

anos antes.Mas agora ele demons- trava interesse especial por Ti-

´

˜

m oteo, que parecia ser um jovem

de qualidade excepcional. As-

sim, com a aprovac¸ ao do corpo de

´

˜

anci aos local, Tim oteo tornou-se

assistente de Paulo nas ativida-

˜

´

´

des mission arias. (Atos 16:3) Ti-

m oteo tinhamuito a aprender des-

se seu companheiro mais velho.

Mas ele aprendeu — a ponto de,

´

com o tempo, Paulo poder envi a-

lo para visitar congregac¸ oes como

seu representante. Nos cerca de

15 anos de associac¸ ao com Paulo, o

´

˜

˜

´

inexperiente e talvez t ımido jo-

vem Tim oteo progrediu a ponto de

tornar-se um excelente superin-

tendente. — Fil. 2:19-22; 1 Tim.

1:3. w10 15/6 2:6, 7

´

´

S abado, 28 de janeiro

Por interm edio de um s o homem

entrou o pecado no mundo, e a

´

´

morte por interm edio do pecado.

— Rom. 5:12.

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O relato b ıblico sobre a rebeli ao

˜

´

´

no jardim do Eden e bem conheci-

do. Todos n os sentimos os efeitos

do pecado de Ad ao. Por mais que

nos esforcemos em fazer o que

e ´ certo, cometemos erros, pelos

quais precisamos do perd ao de

´

˜

˜

Deus. At e mesmo o ap ostolo Pau-

lo lamentou: “O bem que quero,

n ao faco,¸ mas o mal que n ao que-

´

´

˜

˜

´

ro, este e o que pratico. Homem

miser avel que eu sou!” (Rom. 7:19,

24) Nossos primeiros pais, Ad ao e

Eva, tolamente rejeitaram a so- berania de Deus, preferindo ser governados pela “serpente ori- ginal, o chamado Diabo e Sata-

´

˜

´

n as”. (Rev. 12:9) Ad ao deu ouvi-

˜

dos a sua esposa e juntou-se a

ela em comer do fruto proibido.

Assim, Ad ao perdeu sua condic¸ ao

`

˜

˜

perfeita perante Jeov a e nos colo-

cou sob o jugo cruel do pecado e da morte. E a humanidade ficou sujeita a uma soberania rival, a

´

´

de Satan as, “o deus deste mun-

do”. — 2 Cor. 4:4, B ıblia Pastoral;

Rom. 7:14. w10 15/8 1:1, 3, 4

Domingo, 29 de janeiro

´

A colheita e grande, mas os tra-

balhadores s ao poucos. Por isso,

rogai ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita. — Mat. 9:37, 38.

Um cuidadoso estudo de nossas

´

˜

circunst ancias pode nos levar a

concluir que podemos aumentar

o tempo que dedicamos ao minis-

ˆ

t erio. Por exemplo, muitos milha-

res de jovens que recentemente

terminaram os estudos expan-

´

´

diram seu minist erio e sentem

a alegria de servir zelosamente

como pioneiros. Gostaria de ter

essa alegria? Alguns irm aos con-

˜

sideraram suas circunst ancias e

decidiram que poderiam se mu-

ˆ

´

dar para uma regi ao no seu pa ıs,

˜

ou at e mesmo para outro pa ıs,

´

´

onde h a mais necessidade de pu-

blicadores do Reino. Ainda outros

aprenderam um novo idioma para

ajudar pessoas que falam esse

idioma. Embora expandir nosso

´

´

minist erio possa ser desafiador,

fazer isso resulta em ricas b en-

c¸ aos e oportunidades de ajudar

muitos a obter “um conhecimen-

to exato da verdade”. — 1 Tim.

2:3, 4; 2 Cor. 9:6. w10 15/4 4:14

Segunda-feira, 30 de janeiro

Congrega o povo, os homens e as

ˆ

˜

mulheres, e os pequeninos

,

para que escutem e para que

aprendam. Deut. 31:12.

Ser a que os jovens de hoje tam-

´

b em s ao convidados a se reuni-

´

˜

´

rem para adorar a Jeov a? Sim!

Portanto, e uma alegria para o povo de Deus ver que tantos jo-

vens servos de Deus ao redor do

mundo acatam a exorta c¸ ao de

Paulo: “Consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao

amor e a obras excelentes, n ao

´

deixando de nos ajuntar, como e

costume de alguns, mas encora-

jando-nos uns aos outros, e tan- to mais quanto vedes chegar o

´

˜

˜

dia.” (Heb. 10:24, 25) Al em disso,

muitos jovens participam na pre-

gac¸ ao das boas novas do Reino

de Deus com os pais. (Mat. 24:14)

E, como express ao de seu sincero

˜

amor a Jeov a, todos os anos mui-

tos milhares de jovens se apre-

sentam para o batismo e recebem

´

˜

´

as b en c¸ aos de ser disc ıpulo de

Cristo. — Mat. 16:24; Mar. 10:29,

30. w10 15/4 1:1, 3

ˆ

˜

´

Terca-feira,¸

31 de janeiro

Se estas coisas existirem em v os

e transbordarem, impedir ao que

´

˜

sejais quer inativos quer infrut ı-

feros no que se refere ao conheci- mento exato de nosso Senhor Jesus Cristo. — 2 Ped. 1:8.

´

´

O profeta Jeremias e um exce-

lente exemplo para n os. Ele preci-

sava do apoio espiritual que rece-

´

beu de Jeov a e sentiu-se muito

grato por isso. Com esse apoio

´

ele p ode pregar com perseveranca¸

para um povo n ao receptivo. “A

´

palavra de Jeov a tornou-se para

como um fogo aceso en-

mim

ˆ

˜

cerrado nos meus ossos”, disse ele.

´

(Jer. 20:8, 9) Isso tamb em o ajudou

a suportar os tempos dif ıceis que

culminaram na destruic¸ ao de Je-

´

˜

rusal em. Hoje, temos a Palavra es-

crita de Deus completa. Quando a estudamos com afinco e assimila-

´

mos os pensamentos divinos, n os,

como Jeremias, podemos perseve-

´

´

rar no minist erio com alegria, ser

fi eis sob provac¸ oes e permanecer

moral e espiritualmente limpos.

Ent ao, esteja decidido a n ao can-

celar a sua Noite de Adorac¸ ao em

´

˜

˜

˜

˜

Fam ılia — nem mesmo uma uni-

ca semana! — Tia. 5:10. w10 15/7

2:5, 8, 9

´

´

Quarta-feira, 1.° de fevereiro

Quem te faz diferir de outro? De-

veras, o que tens que n ao tenhas

recebido? Se, agora, deveras o

tens recebido, por que te jactas

como se n ao o tivesses recebido?

— 1 Cor. 4:7.

O orgulho divide as pessoas. O orgulhoso gosta de se achar su-

perior e, em geral, sente prazer

˜

˜

ego ısta em se jactar. Mas isso n ao

raro obstrui a uni ao; os que ouvem

´

˜

˜

a jact ancia talvez sintam ci ume.

O

te: “Todo esse orgulho e in ıquo.”

ˆ

´

´

disc ıpulo Tiago diz francamen-

´

´

´

(Tia. 4:16) E desamoroso tratar os

outros como inferiores. Algo ex-

traordin ario e que Jeov a — por li-

dar com pessoas imperfeitas como

´

´

´

n os — e um exemplo de humilda-

de. Davi escreveu a respeito de

´

´

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Deus: “ E a tua humildade que me engrandece.” (2 Sam. 22:36) A Pa- lavra de Deus nos ajuda a vencer o orgulho por nos ensinar a ter um modo de pensar correto. Portanto, Paulo foi inspirado a fazer as per- guntas do texto de hoje. w10 15/9

2:11

Quinta-feira, 2 de fevereiro

O amor e long anime e benigno.

— 1 Cor. 13:4.

“Para todas as coisas tenho for-

ca¸ em virtude daquele que me

confere poder”, escreveu Paulo.

´

ˆ

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(Fil. 4:13) O esp ırito de Deus ha-

bilita um c onjuge crist ao a fazer

muitas coisas que de outra forma

ˆ

˜

seriam imposs ıveis. Por exemplo,

pode ser tentador revidar o tra-

´

ˆ

tamento cruel da parte do c on-

juge descrente. Mas a B ıblia diz

aos crist aos: “N ao retribuais a

Pois

est a escrito: ‘A vinganca¸ e minha;

´

˜

˜

ningu em mal por

´

´

´

eu pagarei de volta, diz Jeov a.’ ”

(Rom. 12:17-19) E 1 Tessalonicen-

ses 5:15 nos aconselha: “Vede que

´

ningu em pague a outro dano por

dano, mas, empenhai-vos sem-

´

pre pelo que e bom de uns para

com os outros e para com todos

´

os demais.” O que e imposs ıvel

torna-

nas nossas pr oprias forcas¸

´

´

´

se poss ıvel com o apoio do esp ıri-

´

´

to santo de Jeov a. Como e apro-

´

´

´

priado orar para que o esp ırito

santo de Deus nos d e o que nos

falta! w10 15/5 2:8, 9

ˆ

Sexta-feira, 3 de fevereiro Persiste em vencer o mal com o bem. — Rom. 12:21.

Falar com bondade e a boa co-

munica c¸ ao ajudam a estabele-

˜

´

cer e firmar rela c¸ oes pac ıficas.

˜

De fato, fazer o poss ıvel para me-

lhorar nossas relac¸ oes com outros

pode melhorar nossa comunica-

c¸ ao com eles. Achegar-se a ou-

tros com gestos sinceros e bondo- sos — procurar oportunidades de ajudar, dar um presente, ser hos- pitaleiro — pode contribuir para

uma comunica c¸ ao franca. Pode

˜

at e mesmo ‘amontoar brasas’ so-

bre uma pessoa e despertar nela

boas qualidades, facilitando a so-

luc¸ ao de problemas. (Rom. 12:20)

˜

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˜

´

˜

´

O patriarca Jac o sabia disso. Certa

ocasi ao, seu irm ao g emeo, Esa u,

˜

˜

ˆ

´

ficou t ao furioso com Jac o que este fugiu com medo de ser morto

por ele. Depois de muitos anos,

˜

´

Jac o voltou. Esa u foi ao seu en-

´

´

´

contro com 400 homens. Jac o orou

a Jeov a pedindo ajuda. Da ı, an-

´

tes de encontrar-se com Esa u, Jac o

enviou-lhe um grande presente

em gado. O presente surtiu efeito.

´

´

´

Ao se encontrarem, Esa u, comovi-

do, correu e abracou¸

27:41-44; 32:6, 11, 13-15; 33:4, 10. w10 15/6 4:10, 11

Jac o. — G en.

´

´

ˆ

S abado, 4 de fevereiro

Deus enviou o seu Filho.

´

— G al. 4:4.

´

Jeov a enviou seu anjo Gabriel ao profeta Daniel para transmi-

tir-lhe uma profecia a respeito da

´

vinda do “Messias, o L ıder”. (Dan.

9:21-25) Bem no tempo certo, no

outono setentrional de 29 EC, Je-

sus foi batizado por Jo ao. Foi der-

´

˜

ramado esp ırito santo sobre Jesus,

que se tornou o Ungido — Cristo, o

Messias. (Mat. 3:13-17; Jo ao 1:29-

´

˜

´

34) Como tal, ele viria a ser um L ı-

der incompar avel. Desde o in ıcio

´

´

de seu minist erio na Terra, Je-

sus mostrou que era realmente o

´

“Messias, o L ıder”. Logo nos pri-

a reu-

meiros dias ele come cou¸

´

nir disc ıpulos e realizou seu pri-

meiro milagre. (Jo ao 1:35–2:11) Os

´

˜

´

seus disc ıpulos o acompanhavam

nas suas viagens por todo o pa ıs,

pregando as boas novas do Reino.

(Luc. 8:1) Ele os treinou e liderou

na obra de pregac¸ ao e ensino, dan-

do excelente exemplo. (Luc. 9:1-6)

Os anci aos crist aos atuais far ao

´

˜

˜

˜

˜

bem em imit a-lo nesse respeito.

w10 15/9 4:4, 5

Domingo, 5 de fevereiro

se entregou como res-

gate correspondente por todos.

— 1 Tim. 2:5, 6.

Jesus

´

Como descendentes de Ad ao,

´

˜

n os herdamos um corpo imperfei-

to inclinado ao pecado e condena-

`

do a morte. Quando Ad ao pecou,

˜

n os est avamos nas suas entranhas,

por assim dizer. Portanto, a sen-

´

´

´

tenca¸ de morte tamb em nos atin-

giu. Se Jeov a revertesse o proces-

so da morte sem pagar um resgate,

´

ele n ao seria fiel a sua palavra. Na

realidade, Paulo falou por todos

˜

`

´

n os quando disse: “Sabemos que a

Lei e espiritual; mas eu sou carnal,

vendido sob o pecado. Homem mi-

´

´

ser avel que eu sou! Quem me res-

gatar a do corpo que e submetido a

esta morte?” (Rom. 7:14, 24) So-

´

´

mente Jeov a Deus poderia prover

a base legal por meio da qual pu-

desse com justi ca¸ perdoar nossos

pecados e nos livrar da penalidade

da morte eterna. Ele fez isso por

´

enviar, do c eu, seu Filho amado

para nascer como humano perfei-