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Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais

Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012

Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012

Tarefa 2 - Potencialidades das redes sociais na educação e no trabalho da biblioteca

Refletindo um pouco sobre as potencialidades das redes sociais na educação e no trabalho da biblioteca, refiro que estas são poderosíssimos veículos de comunicação, divulgação, interação e de acompanhamento que permitem que as organizações se conectem e se envolvam com muitos públicos, culturas e línguas diferentes. São amplamente utilizadas pelos alunos e alguns docentes e a biblioteca escolar tem como objetivo acompanhar esta evolução. As redes sociais dedicadas à educação, tais como Sala de Aula 2.0, edWeb.net, LearnCentral, TeachAde e WeAreTeachers até agora têm tido pouco uso, mas há uma consciência crescente, por parte dos educadores, de que elas são imprescindíveis nos tempos em que vivemos. Ainda nesta linha de pensamento, refiro que a maioria dos usuários da Web 2.0 são perentórios em afirmar que a grande parte dos agentes educativos não cresceram como "nativos digitais", pelo que se sentem oprimidos pela tecnologia, afirmando até que esta lhes consome muito do tempo valioso, que nos tempos que correm não têm. Vendo os seus alunos a utilizar a tecnologia de colaboração todos os dias, principalmente fora da escola e acreditando que vão precisar dela para o sucesso na sua vida, compreendem a necessidade de abordá-la e incorporá-la no ensino e aprendizagem. A necessidade de mais treino, desenvolvimento profissional e orientação sobre o uso de redes sociais e outras tecnologias nas suas escolas, é um dos pontos que muitos reivindicam. Há uma intenção, por parte dos educadores, em acompanhar a evolução e a revolução da web2.0, reconhecendo que precisam de aprender a integrar as redes sociais, compartilhamento de conteúdos e ferramentas no seu ensino, mas se as estruturas não criarem essas oportunidades, encontrar-se-ão cada vez mais distantes do chamado ensino colaborativo, Web “Inteligente”. Embora alguns docentes usem as redes sociais, principalmente o Facebook e o Twitter, para a sua vida pessoal e social, muitas das vezes preferem separá-las da “intromissão” dos seus alunos. As aplicações no contexto das redes sociais é por si só parte de uma estratégia web 2.0, instruída para a literacia informacional. Uma estratégia que tem lugar num ambiente virtual como o Facebook, onde a maioria dos usuários da biblioteca escolar estão, provavelmente, já presentes e funcionais. Além disso é uma estratégia que está em perfeita sintonia com a ideia de "aprendizagem informal”. A gama de ferramentas disponíveis (ou a ser implementadas) dentro das redes sociais é constantemente crescente. Entre elas e de especial interesse para as bibliotecas escolares encontram-se a "leitura social" e o compartilhamento de aplicativos de conteúdo. A ideia de leitura social apresenta-se como uma poderosa ferramenta para a promoção ativa da leitura, que permite promover o uso da web "inteligente". No entanto, as aplicações de leituras sociais não são as únicas que poderiam ser proveitosamente utilizadas por uma biblioteca escolar. Alguns aplicativos usados pelas redes sociais tais como iRemember - ligado ao conhecido repositório de histórias sociais; nota de rodapé - que permite aos usuários pesquisar e compartilhar documentos e documentos históricos relacionados à sua história familiar ou para aplicações que ajudam a gerenciar grupos de trabalho para o estudo; grupos que permitem que o usuário rapidamente colabore com os seus colegas e planifiquem o trabalho de casa para cada disciplina, permitindo criar listas de tarefas e verificar quem é responsável e por que tarefa; programar reuniões; gerenciar documentos de aplicações, tais como o Texto Digital - agrupar os textos em coleções, associá-los com os autores e adicionar notas e comentários; participar de grupos para ver o que os “amigos” estão a ler e partilhar os seus textos e anotações; partilhar documentos em plataformas como o Scribd ou Issuu, ou para apresentação de compartilhamento de plataformas como o Slideshare, são as mais-valias que a Biblioteca Escolar pode proporcionar aos seus usuários através do Facebook, Twitter, MySpace, Hi5 e outras redes a que esteja associada. Estes são alguns exemplos de quão riquíssimas são as redes sociais para o sistema de ensino. Anteriormente focalizei a reflexão na Biblioteca Escolar, porque uma das suas principais funções no século XXI é ser o centro produtor de aprendizagem, aquela que colabora com professores e alunos no trabalho do currículo, proporcionando um maior sucesso educativo. Razão pela qual o professor bibliotecário e restante equipa devem ser especiais, um exemplo a seguir, tendo para isso de se formar, utilizando o sistemas de e-learning e m-learning e inclusive autoformar- se.

isso de se formar, utilizando o sistemas de e-learning e m-learning e inclusive autoformar- se. Adosinda
isso de se formar, utilizando o sistemas de e-learning e m-learning e inclusive autoformar- se. Adosinda

Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais

Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012

Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012 Retomando o tema, o Facebook, rede social que está a implementar-se cada vez mais nas BE e na qual me encontro associada há cinco anos, posso referir que esta permite fazer o marketing viral e o social media marketing da instituição, a chegada ao público-alvo de atividades, eventos, exposições, cruzamentos de canais (rede social com e-mail), sugestões de leitura, partilha de documentos, trabalhos de grupo, desenvolvimento de projetos, trabalhos de plataformas como o Scribd, o Issuu, Slideshare, Prezi, Youtube, etc e inclusive entretenimento, possibilitando uma maior interação, colaboração e comunicação da Biblioteca com os alunos, professores, restante comunidade educativa impulsionando, assim, maior motivação e consequentemente mais sucesso educativo dos alunos. Esta rede social também possibilita criar grupos para trabalhar num projeto proposto pela BE ou pelo

professor de uma disciplina, Grupo de Estudo pública que permite recolher os pensamentos e ideias de usuários ao redor do mundo sobre um determinado assunto, criar, editar e colaborar em documentos, adicionar notas, gerenciar documentos e aplicações, como Digital Texto (uma aplicação que "ajuda a organizar e compartilhar textos digitais - pode agrupar os textos em coleções, associá-los com os autores, marcas e metadados - muito usados nas bibliotecas digitais e nas bases de dados, adicionar notas e comentários). Faculta aos usuários a participação em grupos de amigos onde se pode ver o que estes estão a ler, os comentários, os sites que estão a seguir, partilhando ainda os seus textos e anotações. Faculta aos usuários a subscrição de perfis ou páginas Facebook de interesse. Através do calendário de eventos pode dar a conhecer as datas de atividades importantes, podendo estas entrar diretamente no e- mail dos usuários. Permite, ainda, a muitas bibliotecas divulgar os seus sites, Wikis e os seus blogues, aumentado o número de visualizações dos mesmos. O Chat possibilita à BE comunicar com os usuários, podendo dar diretrizes sobre vários assuntos. Outra das grandes vantagens é a consulta de páginas de outras Bibliotecas e de outras instituições, permitindo aos usuários a consulta e acompanhamento do trabalho das mesmas e até participar com comentários, notas, mensagens e partilha de materiais de interesse.

A questão da segurança e da consulta dos alunos, da atualização dos conteúdos, da forma de abordar os

conteúdos, são pontos que devem preocupar qualquer BE. É fundamental, além de estabelecer uma política de mídia social, poder patrocinar a preparação de educadores ou funcionários através de sessões de orientação sobre o uso da Web social. Estas sessões permitem educar os novos usuários sobre problemas de privacidade e os tipos de matérias/temáticas que devem ou não ser postadas online. As Bibliotecas Escolares devem estabelecer novos procedimentos de fluxo de trabalho ao lado das políticas

que tenham instituído, como colocar uma pessoa da equipa encarregue de trabalhar no Facebook ou Twitter para a biblioteca, ou designar um editor de blog responsáveis por moderar comentários e administrar as mensagens.

A política de mídia social pela qual a BE opte não necessita ter regras opressivas, mas servir de

orientação para ajudar as pessoas a usar as mídia sociais com sabedoria.

A forma como os alunos utilizam de forma pouco segura e expositiva o Facebook, as falsas identidades, o

Cyberbullying, a postagem de imagens comprometedoras, facultar dados pessoais entre outras das desvantagens das redes sociais, são aspetos que a BE pode trabalhar de forma a consciencializar os usuários dos perigos que daí advêm. É importante dar a conhecer aos alunos uma utilização mais segura das mesmas, para tal pode apoiar-se em vídeos atrativos disponíveis no site SeguraNet do Ministério da Educação, através de palestras proporcionadas por profissionais da informática, nomeadamente as equipas PTE que existem nas escolas e com as quais a BE pode e deve articular, PSP, equipa da SeguraNEt e associações de pais, que podem ter um papel importante neste e noutros temas de interesse para a revolução que a biblioteca escolar se encontra a operacionalizar. “O aluno atual deseja ser o “capitão” da sua própria aprendizagem. Mas isso implica a sua orientação nesta viagem da informação. O professor bibliotecário é o guia que tudo fará para que o aluno chegue a bom porto. Se tal acontecer, a biblioteca escolar provará, sem qualquer dúvida, ser a identidade fulcral da aprendizagem, em pleno séc. XXI e no futuro.”, Newslwtter n.º 3, RBE

fulcral da aprendizagem, em pleno séc. XXI e no futuro.”, New slwtter n.º 3, RBE Adosinda
fulcral da aprendizagem, em pleno séc. XXI e no futuro.”, New slwtter n.º 3, RBE Adosinda

Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais

Sessão 8 - Desenvolvimento de redes sociais Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012

Oficina de formação “A Biblioteca Escolar 2.0” - 2012

Bibliografia consultada:

13/05/2012

Leitura obrigatórias e facultativas da Sessão 8 -Desenvolvimento de Redes Sociais

16/05/2012 Leitura obrigatórias e facultativas da Sessão 8 -Desenvolvimento de Redes Sociais Adosinda Pires Página 3
16/05/2012 Leitura obrigatórias e facultativas da Sessão 8 -Desenvolvimento de Redes Sociais Adosinda Pires Página 3