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PIS/COFINS - Alíquota zero - Programa de inclusão digital de microcomputadores

29 de Setembro de 2011

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PIS/COFINS - Alíquota zero - Programa de inclusão digital de microcomputadores 29 de Setembro de 2011
microcomputadores 29 de Setembro de 2011 Página 1 de 4 Em face da publicação da Medida

Em face da publicação da Medida Provisória nº 540/2011, DOU 1 de 03.08.2011, este procedimento foi atualizado. Tópicos atualizados: 1. Introdução; 2. Programa de inclusão digital; 2.3 Vigência.

PIS/COFINS - Alíquota zero - Programa de inclusão digital de microcomputadores

Sumário

1. Introdução

2. Programa de inclusão digital

2.1 Fixação de valores a venda a varejo

2.2 Inaplicabilidade da retenção na fonte nos fornecimentos a órgãos e empresas públicas ou de economia mista

2.3 Vigência

3. Notas fiscais

1. Introdução

Com o intuito de beneficiar a classe de menor renda, foi concedido benefício fiscal de redução da alíquota da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins (inicialmente pela Medida Provisória nº 252/2005 e atualmente pela Lei nº 11.196/2005 ) nas vendas de microcomputadores com valores até R$ 4.000,00 e notebooks também com valores até R$ 4.000,00.

Recentemente foi publicada a Medida Provisória nº 534/2011 e a Medida Provisória nº 540/2011 , que alteraram a Lei nº 11.196/2005 , estendendo o referido benefício fiscal ao Tablet PC, classificado na subposição 8471.41 da Tipi e, desde que produzido no país. O próximo passo do governo federal será a definição de regras para a produção, por meio do enquadramento desses produtos no Processo Produtivo Básico (PPB)

Com a referida medida o governo federal tem por objetivo facilitar o acesso da população a este importante meio de comunicação e de informação e, por outro lado contribuirá para o aumento da produção de equipamentos de informática (hardware), bem como a competitividade das empresas nacionais e, quem sabe até atrair as empresas estrangeiras por conta dessa desoneração fiscal.

(Lei nº 11.196/2005 , arts. 28 a 30; Lei nº 12.431/2011 ; Medida Provisória nº 534/2011 ; Medida Provisória nº 540/2011 ; Decreto nº 5.602/2005 ; Decreto nº 6.023/2007 )

2. Programa de inclusão digital

A Lei nº 11.196/2005 , arts. 28 a 30, reduz a zero, as alíquotas da Cofins e do PIS-Pasep incidentes sobre a receita bruta de venda, a varejo:

a) de unidades de processamento digital classificadas no código 8471.50.10 da Tipi;

b) de máquinas automáticas para processamento de dados, digitais, portáteis, de peso inferior a 3,5 Kg,

com tela (écran) de área superior a 140 cm2, classificadas nos códigos 8471.30.12, 8471.30.19 ou

8471.30.90 da Tipi;

c) de máquinas automáticas de processamento de dados, apresentadas sob a forma de sistemas, do

código 8471.49 da Tipi, contendo exclusivamente 1 unidade de processamento digital, 1 unidade de saída

por vídeo (monitor), 1 teclado (unidade de entrada), 1 mouse (unidade de entrada), classificados, respectivamente, nos códigos 8471.50.10, 8471.60.7, 8471.60.52 e 8471.60.53 da Tipi;

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d) de teclado (unidade de entrada) e de mouse (unidade de entrada) classificados, respectivamente, nos

códigos 8471.60.52 e 8471.60.53 da Tipi, quando acompanharem a unidade de processamento digital classificada no código 8471.50.10 da Tipi; e

e) modens, classificados nas posições 8517.62.55, 8517.62.62 ou 8517.62.72 da Tipi;

f) máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade

central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm2 e inferior a 600 cm2, e que não possuam função de comando remoto (Tablet PC) classificadas na subposição 8471.41 da TIPI, produzidas no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo.

produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo. Nota Entendemos que, para fins de aplicação do disposto no

Nota

Entendemos que, para fins de aplicação do disposto no art. 28 da Lei nº 11.196/2005 , considera-se venda a varejo a venda de produtos e serviços a consumidor final, cujo fundamento encontra respaldo no inciso II do art. 14 do RIPI/2002 , que assim dispõe:

"Art. 14. Para os efeitos deste Regulamento, consideram-se (Lei nº 4.502, de 1964, art. 4º, § 1º, e Decreto-lei nº 34, de 1966, art. 2º, alteração 1ª):

II - estabelecimento comercial varejista, o que efetuar vendas diretas a consumidor, ainda que realize vendas por atacado esporadicamente, considerando-se esporádicas as vendas por atacado quando, no mesmo semestre civil, o seu valor não exceder a vinte por cento do total das vendas realizadas."

O beneficio de alíquota zero aplica-se também as vendas realizadas por pessoas jurídicas de direito privado ou

por órgãos e entidades da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal e do Distrito Federal, direta ou indireta, às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público e às demais organizações sob o controle direto ou indireto da União, dos Estados, dos Municípios ou do Distrito Federal e igualmente nas vendas efetuadas às sociedades de arrendamento mercantil leasing.

A alíquota zero da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins não será aplicada para as empresas optantes pelo

Simples Nacional.

Essa norma estava regulamentada pelo Decreto nº 5.467/2005 , porém foi revogado pelo Decreto nº 5.602/2005 e, posteriormente alterado pelo Decreto nº 6.023/2007 .

(Lei nº 11.196/2005 , arts. 28 a 30; com as alterações da Lei nº 12.431/2011 , art. 18 ; Medida Provisória nº 534/2011 ; e da Medida Provisória nº 540/2011 )

2.1 Fixação de valores a venda a varejo

O Decreto nº 5.602/2005 , alterado pelo Decreto nº 6.023/2007 fixou que os valores para venda a varejo não

poderão exceder a:

a) R$ 2.000,00, no caso de unidades de processamento digital classificadas no código 8471.50.10 da

Tabela de Incidência do IPI - TIPI;

b) R$ 4.000,00, no caso de máquinas automáticas de processamento de dados, digitais, portáteis, de

peso inferior a três quilos e meio, com tela (écran) de área superior a cento e quarenta centímetros quadrados, classificadas nos códigos 8471.30.12, 8471.30.19 ou 8471.30.90 da TIPI;

c) R$ 4.000,00, no caso dos sistemas de unidade de processamento digital, monitor, teclado e mouse,

contendo, exclusivamente:

· uma unidade de processamento digital classificada no código 8471.50.10;

· um monitor (unidade de saída por vídeo) classificado no código 8471.60.7;

· um teclado (unidade de entrada) classificado no código 8471.60.52; e

· um mouse (unidade de entrada) classificado no código 8471.60.53.

d) R$ 2.100,00, no caso de venda conjunta de unidade de processamento digital, teclado e mouse, acima

classificados.

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economia mista

Inaplicabilidade da retenção na fonte nos fornecimentos a órgãos e empresas públicas ou de

Nas vendas efetuadas conforme o tópico 2, com benefício da alíquota zero das contribuições, não se aplica a

retenção na fonte da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins a que se referem a Lei no 9.430/1996, art. 64

e a Lei no 10.833/2003, art. 34.

NotaLei no 9.430/1996, art. 64 e a Lei no 10.833/2003, art. 34. A Lei nº 9.430/1996

A Lei nº 9.430/1996 , art. 64 , determina que os pagamentos efetuados por órgãos, autarquias e fundações da

administração pública federal a pessoas jurídicas, pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços, estão sujeitos à incidência, na fonte, do Imposto de Renda, da Contribuição Social sobre o Lucro, da Cofins e do PIS- Pasep. A Lei nº 10.833/2003 , art. 34 , dispõe que essa retenção também é obrigatória para as seguintes entidades da administração pública federal: empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto, que dela recebam recursos do Tesouro Nacional e estejam obrigadas a registrar sua execução orçamentária e financeira na modalidade total no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).

2.3 Vigência

O benefício mencionado no tópico 2 aplica-se aos fatos geradores ocorridos desde 22.11.2005 até 31.12.2014,

exceto em relação:

a) aos modens, classificados nas posições 8517.62.55, 8517.62.62 ou 8517.62.72 da Tipi, cuja vigência

teve início desde 1º.01.2011; e

b) as máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma

unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque:

b.1) de área superior a 140 cm2 (Tablet PC), classificadas na subposição 8471.41 da Tipi, produzidas no país conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo, que tem vigência desde 23.05.2011 a 02.08.2011;

b.2) de área superior a 140 cm2 e inferior a 600 cm2, e que não possuam função de comando remoto (Tablet PC) classificadas na subposição 8471.41 da TIPI, produzidas no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo, cuja vigência é desde 03.08.2011.

pelo Poder Executivo, cuja vigência é desde 03.08.2011. Nota O Governo Federal regulamentou o Processo Produtivo

Nota

O Governo Federal regulamentou o Processo Produtivo Básico (PPB) para os tablets através da Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 127/2011 .

(Lei nº 11.196/2005 , art. 30 , II, com redação dada pela Lei nº 12.249/2010 , art. 17 ; Lei nº 12.431/2011 , art. 18 ; Medida Provisória nº 534/2011 ; Medida Provisória nº 540/2011 )

3. Notas fiscais

Nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadista e pelo varejista relativas à venda dos produtos de que trata a letra "f" do tópico 2, deverá constar a expressão "Produto fabricado conforme processo produtivo básico", com a especificação do ato que aprova o processo produtivo básico respectivo.

Legislação Referenciada

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Decreto nº 5.467/2005Página 4 de 4 Decreto nº 5.602/2005 Decreto nº 6.023/2007 Lei nº 10.833/2003 Lei nº 11.196/2005

Decreto nº 5.602/2005Página 4 de 4 Decreto nº 5.467/2005 Decreto nº 6.023/2007 Lei nº 10.833/2003 Lei nº 11.196/2005

Decreto nº 6.023/2007Página 4 de 4 Decreto nº 5.467/2005 Decreto nº 5.602/2005 Lei nº 10.833/2003 Lei nº 11.196/2005

Lei nº 10.833/2003nº 5.467/2005 Decreto nº 5.602/2005 Decreto nº 6.023/2007 Lei nº 11.196/2005 Lei nº 12.249/2010 Lei nº

Lei nº 11.196/2005nº 5.602/2005 Decreto nº 6.023/2007 Lei nº 10.833/2003 Lei nº 12.249/2010 Lei nº 12.431/2011 Lei nº

Lei nº 12.249/2010nº 6.023/2007 Lei nº 10.833/2003 Lei nº 11.196/2005 Lei nº 12.431/2011 Lei nº 9.430/1996 Medida Provisória

Lei nº 12.431/2011Lei nº 10.833/2003 Lei nº 11.196/2005 Lei nº 12.249/2010 Lei nº 9.430/1996 Medida Provisória nº 252/2005

Lei nº 9.430/1996Lei nº 11.196/2005 Lei nº 12.249/2010 Lei nº 12.431/2011 Medida Provisória nº 252/2005 Medida Provisória nº

Medida Provisória nº 252/2005Lei nº 12.249/2010 Lei nº 12.431/2011 Lei nº 9.430/1996 Medida Provisória nº 534/2011 Medida Provisória nº

Medida Provisória nº 534/2011Lei nº 9.430/1996 Medida Provisória nº 252/2005 Medida Provisória nº 540/2011 Portaria Interministerial

Medida Provisória nº 540/2011Provisória nº 252/2005 Medida Provisória nº 534/2011 Portaria Interministerial MDIC/MCT nº 127/2011 Sobre a IOB

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