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Dn 4.

28-37
O cenário histórico
 Deus fez uma aliança com Israel e prometeu
abençoá-los se eles fossem obedientes, mas
desterrá-los se lhe desobedecessem (Dt
28.13,15,63).
“Será,
“E Israel desobedeceu.
o SENHOR
porém, teque, As cabeça
porásepor
não tribos
deresdo norte
e não
ouvidos porforam
cauda;
à voz do
levadas
SENHOR, pelos
e só estarás assírios
em
teu Deus,cima em
e não
para 722debaixo,
não a.C. e nunca
cuidares quando
em fazer
retornaram
obedeceres
todos (2
os seusaos Rs 15.29; 17.6,23).
mandamentos
mandamentos doseus
e os SENHOR, teu
estatutos,
Deus,
 que
Em hoje
612 que
te hoje
a.C. te ordeno,
ordeno, para os
então, venceu
Nabopolassar sobre guardar
tiNínive.
virão e
todas
estas maldições
Nabucodonosor, fazer.”
seu (Dt
e tefilho,28.13)
alcançarão.” (Dt 28.15)
conquistou Judá.
 Ele tomou Jerusalém e levou os utensílios do
Templo e os filhos dos nobres para Babilônia,
por determinação divina, no ano 605 a.C.
O cenário histórico
 Os jovens foram educados no palácio, para
servir ao rei. Eles recusaram os manjares e
Deus lhes favoreceu e lhes capacitou acima de
todos.
 Deus é o agente principal: Ele entregou Jerusa-
lém aos caldeus (1.2), deu graça e misericórdia
aos jovens diante do chefe dos eunucos (1.9) e
os deu sabedoria e discernimento (1.17). Os
jovens, porém, escolheram não se contaminar.
 Segue-se a narrativa de episódios que
mostrarão a soberania divina, e a razão para
permanecer fiel a Ele, mesmo na adversidade.
O sonho do rei (cap. 2)
 O rei Nabucodonosor teve um sonho e o
esqueceu (?v9), exigindo dos seus sábios a
revelação do sonho e sua interpretação.
 Eles declaram: somente um deus pode dar a
revelação do sonho ao rei (v11).
 Daniel e seus companheiros oram e Deus reve-
la o sonho, a interpretação e o futuro, o que
livra da morte todos os sábios e dá a Daniel
alta posição entre eles.
 Deus é aquele que revela o oculto (v47), que
conhece todas as coisas; o Deus dos deuses e
Senhor dos reis (o que manda neles!).
A estátua e a fornalha (cap. 3)
 O rei faz uma estátua e decreta que todos a
adorem (Deus nos exalta para glória dele). Três
judeus desobedecem e são lançados na
fornalha superaquecida.
 O rei desafia: “quem é o Deus que vos poderá
livrar?” (v15; Ex 5.2; 2 Rs 18.35).
 O rei pode mandar nos homens, mas Deus dá
ordem ao fogo. Devemos adorá-lo, pois a
adoração não depende das circunstâncias mas
do caráter de Deus (v18).
 Deus é aquele que pode livrar como nenhum
outro (v29). É melhor obedecer-lhe que ao rei.
Um novo sonho do rei (cap. 4)
 Deus dá a Nabucodonosor um sonho como um
aviso: humilhe-se ou serás abatido.
 Ele ignora o aviso e é punido por Deus com a
suspensão da racionalidade (o maior orgulho
do rei era sua capacidade intelectual).
 Ao retornar à sanidade, o rei reconhece a
soberania de Deus, que lhe deu oportunidade
de obedecer, mas ele desobedeceu (v27).
 Deus é eterno, soberano e justo (vv17,26,34,
35); é aquele que humilha o soberbo (v37).
O banquete do rei
 Belsazar era co-regente com Nabonido em 536
a.C. Ele fez um banquete e usou os utensílios
do templo na orgia e adoração pagã (v4). Deus
escreveu na parede a sentença do rei/reino.
 Daniel interpretou o significado, lembrando o
orgulho de Nabucodonosor e sua trágica humi-
lhação (v19-22), e como Belsazar ignorou isto.
 Naquela mesma noite, a cidade é tomada e o
rei, morto. O rei persa Ciro tomou Babilônia e
colocou Dario, o medo, como governante.
 Deus é aquele que dá a vida (v23) e o trono a
quem Ele quer.
O decreto e os leões (cap. 6)
“O
O lobo
rei Dario decreta,se
e o cordeiro incitado por seusjuntos,
apascentarão grandes,eo
que
leãodurante
comerá30 diascomo
palha ninguém pode
o boi; e o dirigir-se
pó será a a
outro deus,
comida senão aoNão
da serpente. rei. farão mal nem dano
algumo em
 Daniel, todo
servo dooDeus
meuvivo,
santoé monte,
flagradodiz o
orando
e é lançado na SENHOR.”
cova dos(Is 65.25)
leões famintos.
 O rei não pode mudar seu decreto, mas Deus
pode até mudar o instinto animal (Is 65.25).
 Deus é um deus vivo (v20,26) e eterno; é
aquele que livra, salva e opera maravilhas
(v27).
As visões do futuro
“Lembrai-vos das coisas passadas desde a
antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro
 No tempo
Deus, não do
há reinado
outro de Ciro e Dario,
semelhante a mim;Deus
que dá
“Anunciai-nos
a“Desde
Danielagora as
algumas coisas que
visões queainda hão
revelam de vir, para
o futuro.
anuncio o fimvo-lo digo,
desde o antes
princípio quee, aconteça,
desde a
que saibamos que sois deuses; fazei bem ou fazei
antiguidade,
para
mal,
Os para
impérios asmundiais
que, quandocoisas que ainda
acontecer,
se não sucederam;
acrediteis
sucederão: que eu
Babilônia,
que digo: que
o meunosconselho
assombremos
será e, juntamente,
firme, e farei todao
sou.” (Jo
Medo-Pérsia,vejamos.”
Grécia, 13.19)
Roma, e por fim, um
a minha (Is 41.23)
vontade.” (Is 46.9,10)
reino eterno sobre toda a terra.
 Deus determina o tempo para que tudo
aconteça (9.24). Ele revela o futuro distante
(10.14; Is 41.23; 46.9,10; Jo 13.19; 14.29) para
mostrar que é o único Deus verdadeiro.
 Deus é aquele que domina sobre todos os
reinos e conduz a história segundo os Seus
propósitos. Ele pode mandar em tudo!
A mensagem de Daniel
 Os poderes terrenos são temporários e
limitados. Deus está no controle de tudo.
 Os governantes terrenos devem glorificar o
Deus do céu, o único Deus verdadeiro.
 Deus mantém as suas promessas, engrandece
os que lhe são fiéis e humilha os infiéis.
 Ele pode dar ordens ao fogo, aos reis, aos ani-
mais e aos seus servos. Vale a pena ser fiel a
este Deus tremendo.
 Os reinos terrenos darão lugar ao reinado
eterno de Cristo.
Conclusão
 Os judeus foram curados da idolatria no período
do cativeiro babilônico, por ver que o seu Deus é
o Rei dos reis, o Deus dos deuses.
 O Altíssimo é o Governante e, por fim, dará o
reino ao Filho de homem, o Messias, Jesus Cristo
(Dn 7.13,14; 4.25; 9.25; Mt 26.64; Ap 11.15).
 Deus éoo
“E tocou soberano que amanda
sétimo anjo em tudo;eSe
sua trombeta, Ele
houve
está conosco
no céu grandesnãovozes,
devemos temer aOs
que diziam: nada.
reinos do
 Adorá-lo e obedecer
mundo vieram a Ele
a ser de é o que
nosso todose os
SENHOR do seu
homens
Cristo, edevem fazer.para
ele reinará Vale todo
a pena servir ao (Ap
o sempre.”
Senhor todo-poderoso! 11.15)
Soli Deo Gloria!