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Políticas da União Europeia:

Externa e de Segurança
Génese

• Hiato entre a dimensão económica e política


da UE,

• Acontecimentos externos (alimentados pela


percepção de incapacidade de intervenção),
Política Externa e de Segurança
• O soft power europeu.

• Política de desenvolvimento e cooperação (com


Maastricht):
– Comissão com limitações de pessoal,
– PE tem algum poder orçamental e de legislar.

• Luta entre inter-governamentalismo e


supranacionalismo (Comissão vs. Conselho). Ex. Europol.
PESC – com Maastricht:
• Posições comuns para estabelecer cooperação sistemática numa base
regular,

• Acções conjuntas para permitir aos estados-membros agir juntos de


formas concretas baseados nas decisões do Conselho.

- Voto por maioria qualificada no Conselho para a implementação


das acções conjuntas

- Comissão sem o direito exclusivo de fazer propostas

- Papel do PE é fraco e o Tribunal de Justiça está excluído

PESC resultou em fracasso!


Política Externa e de Segurança
• Papel estabilizador e democratizante da integração europeia,

• Pretende-se que os membros falem a uma só voz internacionalmente –


Dificuldades:

– Amesterdão: Comissão adquire poder exclusivo de iniciativa e o Conselho


decidirá usar ou não o procedimento de co-decisão para legislar (por mairia
qualificada, na prática unanimidade) sobre livre circulação de pessoas; porém,
no âmbito da cooperação judicial em assuntos criminais e lei criminal, a
Comissão e os estados-membros continuam a partilhar o direito de iniciativa.

– Lisboa: procedimento comum de legislação ordinária para a generalidade


daquelas áreas, por maioria qualificada para as decisões de cooperação
judicial em matéria criminal - contempla um travão de emergência - um estado
pode remeter ao Conselho Europeu uma proposta a que se oponha
fortemente, suspendendo assim o procedimento legislativo.
PESC – com Amesterdão:
• Princípios e orientações (Conselho Europeu) dão direcção política geral,

• Estratégias comuns (Conselho Europeu) para fornecer um chapéu sob o


qual o Conselho poderia adoptar acções conjuntas e posições comuns por
maioria qualificada (excepto aquelas com implicações militares e de
defesa) – na prática unanimidade,

• Acções conjuntas (Conselho de Ministros) foram refinadas para se


direccionar a situações específicas. O Conselho pode pedir à Comissão que
submeta propostas para assegurar a devida implementação de acções
conjuntas,

• Posições comuns (Conselho de Ministros) foram também refinadas para


definir a abordagem da UE a um assunto particular.
PESC – com Amesterdão:
Duas novas fórmulas de tomada de decisão:

• Abstenção construtiva: desde que não constituam mais de 1/3 dos votos
no Conselho, os estados podem abster-se de uma decisão tomada
unanimemente por outros estados membros (se mais de 1/3 que reúnam,
no mínimo, um terço da população da União, a decisão não é adoptada).

• Travão de emergência: em decisões por maioria qualificada, um estado


pode declarar a sua oposição por razões de política nacional. Nesse caso o
Conselho pode decidir (por maioria qualificada) remeter a matéria ao
Conselho Europeu, que pode por seu turno decidir por unanimidade.

+ Alto Representante para a PESC e União da Europa Ocidental (UEO).

PESC continua a não ser bem sucedida!


Agências da Política Comum de Segurança
e Defesa

Centro de Satélites da União Europeia (2002):


Dedica-se à exploração e tratamento de dados resultantes da análise de imagens
espaciais de observação da Terra.
http://www.satcen.europa.eu/

Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia (2002):


Visa contribuir para a criação de uma cultura comum europeia da segurança e
promover o debate estratégico, estabelecendo a melhor interface possível entre as
instâncias de decisão europeias e os vários círculos de peritos independentes. Analisa
dados e produz recomendações para a concepção das políticas da UE.
http://www.iss.europa.eu/
Agência Europeia de Defesa (2004):

- Responde a necessidades da Política Europeia de Segurança e Defesa;

- Promove a colaboração entre a UE e os Estados-Membros no domínio do


equipamento de defesa;

- Promove a Investigação e a Tecnologia relacionada com a defesa, tendo em conta as


prioridades políticas europeias;

- Apoiar o desenvolvimento da indústria europeia de defesa (armamento);

- Trabalha em estreita colaboração com a Comissão no sentido de desenvolver na


Europa um mercado dos equipamentos de defesa competitivo a nível internacional.

http://www.eda.europa.eu/
Alterações do Tratado de Lisboa
- Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de
Segurança;

- É prevista a possibilidade de se estabelecer uma cooperação estruturada


permanente em matéria de defesa, entre os Estados-Membros que o desejem;

- São introduzidas pela primeira vez disposições que regulam a política de ajuda
humanitária da União Europeia;

- O Tratado inclui:
- Uma «cláusula de defesa comum» que obriga os Estados-Membros a ajudarem um
outro Estado-Membro que seja alvo de uma agressão armada no seu território;

- Uma «cláusula de solidariedade» que permite mobilizar meios civis e militares para
auxiliar um Estado-Membro que seja vítima de um ataque terrorista ou de uma
catástrofe natural ou humana.
Problemas de base:

Exército

Sobreposição
Soberania
institucional

Orçamento