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ALUNAS: DAIANE WOROBEL


ANA PAULA DE JESUS
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›Aradioterapia é o ramo da
medicina empregando
feixes de radiações
ionizantes para o
tratamento de tumor
(cancêr).
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› Asradiações ionizantes são
eletromagnéticas ou corpusculares e
carregam energia. Ao interagirem com
os tecidos, dão origem a elétrons
rápidos que ionizam o meio e criam
efeitos químicos como a hidrolise da
água e a ruptura das cadeias de DNA
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›A resposta dos tecidos ás radiações
depende de diversos fatores, tais como
a sensibilidade do tumor á radiação,
sua localização e oxigenação, assim
como a qualidade e a quantidade da
radiação e o tempo total em que ela é
administrada.
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› Õara que o efeito biológico atinja
maior número de células neoplásicas e
a tolerância dos tecidos normais seja
respeitada, a dose total de radiação a
ser administrada é habitualmente
fracionada em doses diárias iguais,
quando se usa a terapia externa.
FONTE TIPO DE ENERGIA MÉTODO DE
RADIAÇÃO APLICAÇÃO

CONTATOTE- Raios X TERAPIA


RAPIA SUPERFICIAL 10- 60 KV SUPERFICIAL

ROENTGENTE Raios X TERAPIA


RAPIA ORTOVOLTAG 100-300 KV SIMIPROFUND
EM A
UNIDADE DE RAIOS GAMA 1,25 MeV TELETERAPIA
COBALTO PROFUNDA

ACELERADOR Raios X DE 1,5-40 MeV TELETERAPIA


LINEAR ALTA PROFUNDA
ENERGIA E
ELÉTRONS
ISÓTOPOS RAIOS GAMA VARIAVEL BRAQUITERA
RADIOATIVOS E/OU BETA CONFORME O PIA
ISÓTOPO
UTILIZADO
› Asunidades internacionalmente
utilizadas para medir as quantidades
de radiação são o röentgen e o gray. O
röentgen (R) é a unidade que mede o
número de ionizações desencadeadas
no ar ambiental pela passagem de uma
certa quantidade de radiação. Já o
gray expressa a dose de radiação
absorvida por qualquer material ou
tecido humano. Um gray (Gy)
corresponde a 100 centigrays (cGy).
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› Radiossensibilidade e radiocurabilidade
›A velocidade da regressão tumoral
representa o grau de sensibilidade que o
tumor apresenta ás radiações. Depende
fundamentalmente da sua origem celular,
do seu grau de diferenciação, da
oxigenação e da forma clínica de
apresentação.
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›A maioria dos tumores radiossensíveis
são radiocuráveis. Entretanto, alguns
se disseminam independentemente do
controle local; outros apresentam
sensibilidade tão próxima á dos tecidos
normais, que esta impede a aplicação
da dose de erradicação.
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›A curabilidade local só é atingida
quando a dose de radiação
aplicada é letal para todas as
células tumorais, mas não
ultrapassa a tolerância dos
tecidos normais.
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A INDICAÇÕES DA RADIOTERAPIA
› Ñomo a radioterapia é um método
de tratamento local e/ou regional,
pode ser indicada de forma
exclusiva ou associada aos outros
métodos terapêuticos.
›A radioterapia pede ser radical (ou
curativa), quando se busca a cura total
do tumor
› Remissiva, quando o objetivo é apenas
a redução tumoral
› Õrofilática, quando se trata a doença
em fase subclínica, isto é, não há
volume tumoral presente, mas
possíveis células neoplásicas
dispersas;
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quando se busca a remissão
› Õaliativa,
de sintomas tais como dor intensa,
sangramento e compressão de órgãos
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› Estastécnicas constituem a
radioterapia clinica e se prestam
para tratamento de lesões
superficiais, semiprofundas ou
profundas, dependendo da
qualidade da radiação gerada pelo
equipamentoJ
A ONTES DE ENERGIA A SUAS
APLICAÇÕES
› Yão aparelhos que geram radiação a
partir da energia elétrica, liberando raios
X e elétrons, ou a partir de fontes de
isótopos radioativo, como, por exemplo,
pastilhas de cobalto , as quais geram
raios gama. Esses aparelhos são usados
como fontes externas, mantendo
distâncias da pele que variam de 1
centímetro a 1 metro (teleterapia).
› EEITOS COLATERAIS AGUDOS DA
RADIOTERAPIA
› Danos ás superfícies epiteliais como pele,
mucosa oral, da faringe, e do intestino, etc.
as taxas de danos e recuperação variam.
Tipicamente a pele começa a ficar rosada e
ferida com varias semanas de tratamento. A
reação pode ficar mais severa durante o
tratamento e até 1 semana depois do final da
radioterapia, e a pele pode rasgar . Embora
isso possa ser desconfortável, a recuperação
é geralmente rápida.
› Yimilarmente, os revestimentos da
boca, garganta, esôfago e intestino
podem ser danificados pela
radioterapia. Ye a cabeça e pescoço
forem tratados, feridas e ulceração
temporárias ocorrem comumente na
boca e garganta. O esôfago também
pode ficar ferido se for tratado
diretamente ou receber dose de
radiação colateral durante o
tratamento de câncer de pulmão.
›O intestino inferior pode ser
tratado diretamente pela
radioterapia(tratamento de câncer
no reto ou no ânus) ou pode ser
exposto pelo tratamento de
estruturas pélvicas(próstata,
bexiga, trato genital feminino).
Yintomas típicos são feridas,
diarreia e náuseas.
A Mnchaço:como parte da inflação geral
que ocorre, inchaço dos tecidos moles
pode causar problemas durante a
radioterapia. Essa é uma preocupação
durante o tratamento de tumores e
metástases no cérebro, especialmente
onde há pressão intracranial pré-
existente ou onde o tumor estiver
causando obstrução quase total de um
lúmen(traqueia e brônquios).
› Nestes casos, intervenção cirúrgica
deve ser considerada antes do
tratamento com radioterapia. Ñaso a
cirurgia seja inapropriada. Ñaso a
cirurgia seja inapropriada, o paciente
pode receber esteroides durante a
radioterapia para reduzir o inchaço.
› Mnfertilidade: os ovários e testículos
podem ser bem sensíveis a radiação.
Eles podem não ser capazes de
produzir gametas depois da exposição
á doses mais normais de tratamento
com radiação.
› Fadiga geral.
A EEITOS COLATERAIS A MÉDIO E LONGO PRAZO
DA RADIOTERAPIA:
› Fibrose: tecidos que receberam
radiação tendem a ficar menos
elásticos com o tempo.
› Õerda de cabelos: esse efeito é mais
pronunciado em pacientes que
receberam radioterapia no cérebro.
Diferente da queda de cabelos
decorrente da quimioterapia, a da
radioterapia tem maior probabilidade
de ser permanente, porém tem mais
chances de ser limitada á área tratado
pela radiação.
› Yecura:as glândulas salivares uma
dose de tolerância menor que de a
dose de radiação empregada nos
tratamentos mais radicais de câncer
na cabeça ou pescoço. Boca seca e
olhos secos podem ser problemas de
longo prazo irritantes e reduzem a
qualidade de vida do paciente.
Yimilarmente, glândulas sudoríparas
na pele tratada tendem a parar de
funcionar, e a naturalmente úmida
mucosa vaginal fica geralmente seca
depois da irradiação pélvica.
A Fadiga: a fadiga esta entre os sintomas mais
comuns da radioterapia , e pode variar de
alguns meses a anos, dependendo do
tratamento e do tipo de câncer. Falta de
energia, atividade reduzida e sensação de
cansaço são sintomas mais comuns.
A Ñâncer: a radiação é uma causa potencial de
câncer. O câncer secundário acontece em
uma pequena minoria de pacientes,
geralmente muitos anos depois do tto com
radiação. Na grande maioria dos casos, o
risco é fortemente suplantado pelos
benefícios do tto do câncer primário.
A EEITOS
COLATERAIS CUMULATIVOS DA
RADIOTERAPIA:
A Osefeitos cumulativos da radioterapia
não devem ser confundidos com os de
longo prazo, quando os efeitos de
curto prazo desaparecem e os de longo
prazo são subclinicos, o retorno do
tratamento com radiação ainda pode
ser problemático.