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1- Guerra da Síria

2- Tensão nuclear com a Coreia do Norte


3- Trump anunciou a saída do Protocolo de Paris (COP-21)
4- Crise dos refugiados
5- FARC e o acordo com o governo colombiano
6- Crise da saúde no Brasil
7- Governo Trump e a antiglobalização
8- Crise penitenciária
9- Ação do Estado de São Paulo e a luta do grafite como arte
10- Crise Venezuelana
11- Crescimento da extrema direita na Europa
12- Operação carne fraca
13- Reforma previdenciária
14- Morte de Fidel Castro
 Luta entre “rebeldes” e o governo ditatorial de
Bashar Al Assad
 Atualmente, a Síria é cenário de um dos
conflitos mais brutais do Oriente Médio
contemporâneo.
 A Síria hoje encontra-se devastada e conta
com um saldo de milhões de mortos desde o
começo da guerra.
 O ponto de partida para entendermos a
questão é o fato de que a família Al-Assad
governa a Síria há mais de 40 anos.
 Isso sem que os presidentes tenham sido
empossados por meio de eleições
presidenciais democráticas.
 O poder foi passando de pai para filho, como
se fosse uma herança.
 Além disso, o que acontece é que os Al-
Assad tomam suas decisões baseadas em
princípios religiosos alauistas, corrente xiita
do islamismo. Isso desagrada muito a maioria
da população, que se considera sunita - uma
linha muçulmana mais branda.
 Em meados de 2011, por conta dos
protestos da Primavera Árabe, civis sírios
decidiram fazer manifestações contra do
governo de Bashar Al-Assad, o atual
presidente do país.
 Mesmo que todas as manifestações tenham sido
pacíficas, o governante decidiu investir
violentamente contra os civis.
 A partir daí, uma parte dos cidadãos sírios
decidiu se organizar no Exército Livre da Síria
para lutar contra as tropas militares de Bashar
Al- Assad.
 Outros países começaram a apoiar um dos lados
da disputa e o Estado Islâmico busca expandir
seu domínio no território sírio.
 No meio dessa guerra generalizada, temos os
civis que não estão envolvidos de forma alguma
no conflito e fogem para outros territórios
próximos buscando formas de sobreviver.
 Por conta da Guerra na Síria, milhões de civis
sírios optaram por fugir do país na tentativa de
encontrar algum local onde possam sobreviver
aos ataques do conflito. Boa parte deles decide
buscar refúgio em países vizinhos.
 Estes são os locais que mais recebem migrantes
sírios.
 Segundo pesquisas do Alto Comissariado das
Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),
entre 2011 e 2015, 1.9 milhão de refugiados
sírios chegaram à Turquia. Enquanto isso, outros
1,1 milhão migraram para o Líbano.
 Uma minoria corajosa procura ir além. Alguns
refugiados se arriscam ao atravessar o
Mediterrâneo na incerteza de conseguir chegar
na costa do continente europeu.
 É um ato que também representa muito
desespero dessas pessoas em sair da Síria.
 As travessias são feitas em botes superlotados e
buscam chegar à costa da Itália e da Grécia.
 Porém, um número considerável dessas
embarcações naufraga e estima-se que 3.800
pessoas tenham morrido neste percurso. Os
dados também são do ACNUR.
 Eventualmente, alguns refugiados chegam
 à Europa vivos. Eles tentam migrar para
 países que têm uma política de imigração
 mais aberta, como Alemanha e Suécia. Esse
 intenso fluxo migratório está acontecendo
 concomitantemente ao processo de
 expansão do Estado Islâmico. O grupo se
 declarou responsável por vários ataques
 terroristas que aconteceram na Europa nos
 últimos dois anos.
 O espaço entre esses eventos foi curto, o que
deixou a comunidade europeia extremamente
assustada.
 Inconscientemente, as pessoas associam os
ataques aos refugiados, que não tem nada a
ver com isso.
 Esse é um dos principais motivos pelo
aumento da islamofobia na Europa, o que
dificulta a integração de refugiados que
conseguiram chegar a esses países.
 Protecionismo econômico, medidas
migratórias restritivas e saídas de pactos
comerciais
 O atual presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump, sustentou toda a sua
campanha presidencial durante o ano de
2016 com promessas sobre “devolver a
América para os americanos”.
 Porém, as medidas que o empresário
expunha contemplavam apenas uma parcela
dos americanos.
 No caso, os eleitores
 brancos conservadores que representam,
 hoje, uma minoria em um país composto
 principalmente por famílias de imigrantes.
 A eleição de Trump representa o desejo dos
republicanos de terem suas propostas melhor
representadas no governo americano.
 Durante os oito anos de governo Obama, as
fronteiras dos Estados Unidos estiveram mais abertas
para os estrangeiros.
 Exatamente o que o atual presidente e seus eleitores
temem.
 Trump está implementando uma política de
protecionismo: restringindo a atividade econômica
americana apenas a território nacional, dificultando
processos de imigração, incitando uma corrida
armamentista e cancelando programas de políticas
públicas, como o Obama care - plano de saúde
acessível.
 Trump procurar isolar seu governo da agenda
internacional, porém suas medidas são extremas.
Uma das promessas feitas em campanha era de
construir uma muralha entre a fronteira dos
Estados Unidos e México, para conter a imigração
ilegal entre os dois países.
 Porém, o presidente parece esquecer que cerca
de 17% da população norte americana é
composta por cidadãos hispânicos. Vale aguardar
e acompanhar os rumos que o empresário
pretende guiar o seu mandato.
 Crise política - aumento do autoritarismo do
governo Maduro - e crise econômica - queda
do petróleo e crise de abastecimento interno
 A Venezuela declarou estado de emergência
em maio de 2016. Desde então, a situação
piorou drasticamente. Não há comida nos
supermercados, o índice de violência é
altíssimo
 nas grandes cidades e a inflação alcançou
249% neste ano. Um país não chega a essa
situação e um dia para o outro.
 A crise na Venezuela pode ser explicada por
duas vias que confluíram para o caos: o
político e o econômico.
 Vamos explicar primeiro o viés político.
Durante 14 anos, a Venezuela foi governada
pelo militar populista Hugo Chávez.
 O ex-presidente era muito carismático e
conseguiu a simpatia das classes mais baixas
com um discurso de combate à pobreza e
corrupção.
 Não é à toa que o político foi reeleito diversas
vezes. Porém, em 2013, Chávez veio a falecer
de um câncer e quem assumiu o governo foi
seu sucessor, Nicolás Maduro.
 Acontece que Maduro não tem o mesmo carisma
que o seu antecessor, tampouco é um gestor
nato. Sem apoio popular ou político, Maduro
adotou uma postura ditatorial em seu governo.
 Uma das suas medidas foi empossar, sem aviso
prévio, uma Assembleia Constituinte para
escrever uma nova constituição que seria usada
nas próximas eleições.
 Claramente, o povo foi às ruas protestar.
 Lógico que Maduro não deixou barato e enviou
tropas militares para investirem contra os
manifestantes.
 Paralelamente a esses combates, o país
enfrenta uma crise econômica por conta da
queda do preço do petróleo.
 Este commodity é uma das bases da
economia venezuelana e afetou
drasticamente a relevância do bolivar no
cenário internacional.
 A moeda perdeu praticamente todo o seu
valor e, hoje, 82% da população venezuelana
se encontra em um estado de pobreza.
 Maduro passa a ser cada vez menos querido
pela população e não se mostra flexível em
mudar de postura.
 Entre essa e outras razões, uma solução para
a crise se mostra cada vez mais distante de
ser
 Crescimento do déficit do Estado e as
mudanças nas regras de contribuição e no
tempo de serviço
 Uma das propostas mais polêmicas do
governo Temer é a Reforma da Previdência –
programa de seguro público oferecido como
direito pelo governo federal.
 Os tópicos do texto base sugerem que o
brasileiro terá que trabalhar muito mais para
poder se aposentar.
 Isso também sem a garantia de que irá poder
aproveitar de um período de inatividade
justo.
 As justificativas para a revisão do programa
seria a de que a inflação cresceu
sensivelmente nos dois últimos anos e que a
expectativa de vida média do brasileiro subiu,
o que possibilita que os trabalhadores
possam trabalhar mais para conter o rombo
econômico.
 Hoje, os trabalhadores podem se aposentar
por dois critérios: tempo de contribuição -
 mínimo de 35 para homens e 30 para
mulheres
 - e idade - 65 anos para homens e 60 para
mulheres.
 A reforma sugere que não haja mais a regra
de aposentadoria por tempo de contribuição.
 Todos deverão trabalhar, no mínimo, 25 anos
para se aposentar.
 Enquanto isso, a idade mínima para sugerida
seria de 65 anos para os homens e 62 anos
para mulheres.
 Outra proposta seria que todos os trabalhadores
precisariam trabalhar 49 anos para poder receber
uma aposentadoria integral. Independentemente
da idade do contribuinte.
 Uma idade pouco condizente com a expectativa
de vida do brasileiro, que é de 74 anos.
 Até agora, a medida não é muito bem recebida
pela população.
 O texto-base da reforma ainda não foi aprovada
pelo Congresso.
 Testes da Coreia da Norte com mísseis e
armas nucleares, além de sua política
extremamente fechada, causam tensão e
medo de uma guerra nuclear.
 Segundo o governo da Coreia do Norte, o
país fez cinco lançamentos experimentais de
mísseis entre 2006 e 2016. No começo de
2017, o presidente Pyongyang afirmou que o
país também fez teste com armas nucleares.
 Porém, um destes testes chegou ao território
marítimo japonês, o que aumentou a tensão
entre os países da Ásia Oriental.
 O míssil em questão é um projeto de
armamento que poderá atravessar o Oceano
Pacífico!
 A preocupação é ainda maior por conta da
política internacional extremamente fechada
da Coreia do Norte.
 O país não costuma prestar contas à
comunidade internacional, independente do
quão perigosa sejam as suas ações.
 Os testes seguem a países vizinhos, como o
Japão e a Coreia do Sul.
 Porém, estes e outros países vizinhos não
podem revidar por não terem o mesmo
armamento nuclear que o país de Pyongyang.
 Mas outros países contrários ao
posicionamento da Coreia do Norte têm.
 Um deles é os Estados Unidos, que poderia
proteger o Japão diante de um ataque mais
grave.
 Essa tensão generalizada faz com que os
países que se sintam ameaçados de alguma
forma também procurem desenvolver seu
próprio armamento nuclear.
 Isso é algo que os Estados Unidos tenta evitar
desde a Guerra Fria.
 Tanto que o governo Trump está buscando apoio no
governo chinês, dono de um armamento nuclear imenso.
 Essa tentativa, por sua vez, não funcionou muito bem até
agora.
 A China tem um bom relacionamento com a Coreia do
Norte e está muito relutante em ceder aos apelos norte
americanos.
 Tudo isso conflui para uma iminente guerra nuclear que
pode começar no momento em que alguém decidir atacar
primeiro para valer.
 Tensão nuclear com a Coreia do Norte
 Testes da Coreia da Norte com mísseis e armas nucleares,
além de sua política extremamente fechada, causam
tensão e medo de uma guerra nuclear
 Um acordo de paz lendário, levando o
presidente ao Prêmio Nobel, envolveu a
entrega de armas e é o caminho para o fim
das atividades do grupo narcotraficante.
 A questão das FARC, Forças Armadas
Revolucionárias da Colômbia, não vem de
hoje.
 Este movimento de guerrilha vem da década
de 60, quando a situação colombiana era
extremamente desigual economicamente.
 A questão das FARC, Forças Armadas
Revolucionárias da Colômbia, não vem de
hoje.
 Este movimento de guerrilha vem da década
de 60, quando a situação colombiana era
extremamente desigual economicamente.
 Porém, a forma que as FARC encontrou para
pôr em prática a sua causa foi muito violenta.
 O grupo agia pelo terror. Sequestros,
estupros e intenso tráfico de drogas eram
usados para conseguir poder financeiro.
 A dinâmica do país continuou como uma
guerra civil por mais de 50 anos.
 Eis que no segundo semestre de 2016,
depois de muita discussão, o atual presidente
da Colômbia e o líder das FARC concordaram
em assinar um acordo de paz.
 Houve uma votação e, por uma mínima
diferença, a proposta foi negada.
 Mesmo diante da rejeição popular, os dois
líderes concordaram em manter relações
pacíficas.
 Ainda no ano passado, ambos os líderes
assinaram um novo acordo aprovado, desta
vez, pelo congresso colombiano.
 O documento afirma que as FARC irá cessar
suas ações violentas. O grupo guerrilheiro
também irá ceder todas as suas armas à ONU.
 Santos, atual presidente da Colômbia, foi
vencedor do prêmio Nobel da Paz por sua
atividade em prol de um país mais pacífico
para todos.
 As ondas de violência que começaram no dia
1º de Janeiro evidenciaram as condições e o
poder das facções criminosas, que atuam em
um sistema totalmente inoperante do Brasil
 Nos primeiros dias de 2017, detentos do
Complexo Penitenciário Anísio Jobim
(Compaj), em Manaus, entraram em conflito.
A briga entre facções rivais resultou em 56
presidiários mortos
 - maior número desde o massacre de
Carandiru, em 1992.
 Os acontecimentos no Compaj reacenderam o
debate sobre a crise penitenciária que vem
assolando as prisões brasileiras. Segundo dados
do Levantamento Nacional de Informações
 Penitenciárias, o número de presos no Brasil
aumentou 168% entre 2000 e 2014 e, apesar de
existir um déficit de aproximadamente 200 mil
vagas nas prisões (são 375 mil vagas para 580
mil presos),
 o país é um dos que mais prendem pessoas -
atrás apenas dos Estados Unidos, China e Rússia.
 Alguns dos fatores que estão por trás da crise
penitenciária no Brasil são: presos “provisórios”
 por lentidão no julgamento - cerca de 200 mil
detentos são presos sem terem sidos
condenados à prisão ou julgados; uso de regime
fechado em casos em que penas alternativas
(como regime semiaberto ou aberto) seriam
possíveis; presos com penas e crimes diferentes
na mesma cela e/ou mesmo presídio; agentes
penitenciários despreparados, e falta de
estrutura nos presídios, entre muitas outras
questões.
 Questões dos refugiados, aumento dos casos
de terrorismo e ondas partidárias extremistas
fazem parte do cenário, com presença
recorde de políticos que representam
posturas de extrema direita na Europa
 Nos últimos anos, tem sido observado um
extenso avanço e aumento da aceitação e
popularidade de políticos de extrema direita
ao redor do mundo, mas principalmente na
Europa. O cenário de crise dos refugiados,
ataques terroristas recorrentes e crise
econômica contribuiu para uma grande
adesão do eleitorado europeu à ideias,
partidos e políticos com discurso
nacionalista, conservador e de caráter radical.
 O movimento extremista na Europa tem como
algumas de suas principais pautas o
fechamento de fronteiras, o fim de acordos
comerciais internacionais e instauração de
políticas econômicas protecionistas. Seus
representantes também fazem forte oposição
aos imigrantes - o que, em alguns casos,
pode chegar a discursos e atitudes xenófobos
- e à minorias de maneira geral, como LGBTs
e mulheres.
 Na França, a ultranacionalista Marine Le Pen, do
partido Frente Nacional, apareceu como favorita
na maioria das pesquisas de intenção de voto das
eleições presidenciais – apesar disso, o
presidente eleito foi Emmanuel Macron, líder do
partido A Républica em Marcha, de esquerda. Já
na Holanda, Geert Wilders, conhecido por ser
antimuçulmano, anti-imigrante e anti-União
Europeia, causou preocupação na disputa
presidencial por ter ganho bastante
expressividade no eleitorado holandês.
 Na Alemanha, partidos de esquerda
formaram uma grande aliança para combater
o partido Alternativa para a Alemanha, de
extrema-direita.
 Questões dos refugiados, aumento dos casos
de terrorismo e ondas partidárias extremistas
fazem parte do cenário, com presença
recorde de políticos que representam
posturas de extrema direita na Europa
 26 de Novembro de 2016: morre o grande
líder da Revolução Cubana e símbolo do
socialismo no mundo
 Em Novembro de 2016, faleceu de causas
naturais, aos 90 anos, Fidel Castro –
expresidente de Cuba e líder da Revolução
que instaurou o regime comunista na ilha. A
morte foi anunciada pelo seu irmão e
presidente do Conselho de Estado de Cuba,
Raúl Castro, na rede de televisão estatal.
 Fidel é o líder não pertencente a uma
monarquia que permaneceu mais tempo no
poder de um país - foram 49 anos
governando Cuba. Ele assumiu o comando
em 1959, derrubando a ditadura de Fulgêncio
Batista, e renunciou em favor de Raúl em
Fevereiro de 2008, por motivo de saúde e
idade avançada.
 Durante o governo de Fidel Castro, Cuba
tornou-se referência mundial em políticas
públicas de qualidade. Atualmente 98% da
população é alfabetizada e, desde a
Revolução, 10 mil novas escolas foram
criadas.
 O sistema de saúde cubano é universal e
gratuito e a mortalidade infantil diminuiu
para 11 a cada mil nascidos vivos.
 Apesar disso, o período em que Fidel passou
no poder também foi marcado por disputa
com os Estados Unidos, como o embargo
econômico e as polêmicas envolvendo a base
militar de Guantánamo.
 Donald Trump anuncia a saída dos Estados
Unidos de um dos mais importantes acordos
climáticos da história e ameaça luta contra o
aquecimento global
 Em 1º de Junho de 2017, o atual presidente
dos Estados Unidos, Donald Trump,
anunciou, durante a COP 21 - cúpula da
Organização das Nações Unidas sobre
mudanças climáticas - a saída do país do
Acordo de Paris.
 O tratado determina que os países
participantes devem conter o aquecimento
global em até 2º C em relação aos níveis pré
industriais, sendo o principal objetivo do
Acordo fazer com que o aumento da
temperatura mundial não ultrapasse os 1,5º C
até 2100.
 Os EUA havia assinado o documento em
2015, na gestão de Barack Obama, que
comprometeu-se em reduzir em 28% a
produção de gases de efeito estufa do país e
em transferir 3 bilhões de dólares para países
pobres para apoiá-los na luta contra
mudanças climáticas.
 Segundo Trump, a versão atual do Acordo de
Paris desfavorece a economia norteamericana ao
afetar sua geração de energia e prejudica os EUA
para criar vantagem para outros países.
 O presidente, que já declarou anteriormente que
o aquecimento global foi “inventado” pelos
chineses para tornar a indústria americana
menos competitiva, decidiu interromper de
maneira imediata todas as ações relacionadas ao
tratado que fossem legalmente permitidas.
 Apesar do anúncio da saída do Acordo, a
retirada só será definitiva em Novembro de
2020, já que o documento prevê um longo
processo de desligamento das
responsabilidades firmadas pelo país em
2015.
 A falência dos Estados e a incapacidade de
pagar as contas faz com que a falta de verba
nos hospitais gerem um caos na saúde
 Não é de hoje que o Sistema Único de Saúde, o
SUS, não consegue cumprir de maneira
satisfatória sua missão de atender emergências
de saúde, realizar consultas, exames,
internações, campanhas de vacinação e
prevenção de vigilância sanitária de toda a
população brasileira.
 Em pesquisas recentes, 70% dos entrevistados
que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos
com o atendimento e 29% afirmaram estar
aguardando a marcação de um exame ou
procedimento há mais de seis meses. Além disso,
elas indicam que 64% dos hospitais da rede
pública estão constantemente superlotados.
 Essa situação emergencial da saúde pública
brasileira é o reflexo da falta de investimento
público na área por décadas.
 A Constituição de 1988 determinava que 30%
do orçamento da Seguridade Social seria
destinado à Saúde.
 No entanto, essa diretriz foi cumprida apenas
até 1992, quando o governo Collor investiu
uma taxa abaixo da determinada e, a partir
de então, o percentual de 30% nunca mais foi
repassado para a área da Saúde.
 Indo de encontro à falta de investimento, o
envelhecimento gradual da população
brasileira tende a aumentar os gastos da
saúde pública, já que mais pessoas passarão
a usar e depender dele com frequência.
 Além disso, com a crise econômica que o
Brasil vem enfrentando, mais pessoas tiveram
que cancelar seus planos de saúde privados e
contar apenas com o SUS, inchando ainda
mais um sistema já sobrecarregado.
 Prefeito da cidade pintou um dos maiores
painéis de grafite da cidade, levantando o
debate sobre a expressão artística por trás do
movimento do grafite
 No começo deste ano, o recém-eleito prefeito
da cidade de São Paulo decidiu “declarar”
guerra aos pichadores da cidade.
 João Dória optou por pintar os muros da
Avenida 23 de Maio, cobrindo um dos
maiores painéis de grafite da cidade com
tinta cinza.
 A medida foi uma das primeiras ações da
gestão do político tucano, o que suscitou o
seguinte debate:
 o que é ou não arte - levantando o debate
sobre o que pode ser considerado arte.
 Segundo a lei, existe uma diferença entre “picho”
e “grafite”. O primeiro é considerado crime
independente da circunstância.
 Enquanto o segundo é considerado uma
expressão artística, desde que seja feito com a
autorização do proprietário do imóvel.
 Porém, tanto grafiteiros quanto pichadores
consideram os dois movimentos formas de arte.
 O prefeito reforçou o discurso de que sua
questão é contra os pichos que poluem
visualmente a cidade, enquanto irá se esforçar
para promover a arte de rua da melhor forma
possível.
 Além disso, outra provocação surgiu no meio
do debate. De fato, a cidade tem muitos
pichos.
 Mas seria essa a principal preocupação em
meio a tantos outros problemas na esfera
pública?
 Não seria mais coerente começar uma gestão
implementando medidas para melhorar os
serviços de saúde, de educação e de
segurança pública?
 Prefeito da cidade pintou um dos maiores
painéis de grafite da cidade, levantando o
debate sobre a expressão artística por trás do
movimento do grafite
 No começo deste ano, o recém-eleito prefeito
da cidade de São Paulo decidiu “declarar”
guerra aos pichadores da cidade.
 João Dória optou por pintar os muros da
Avenida 23 de Maio, cobrindo um dos
maiores painéis de grafite da cidade com
tinta cinza.
 A medida foi uma das primeiras ações da
gestão do político tucano, o que suscitou o
seguinte debate:
 o que é ou não arte - levantando o debate
sobre o que pode ser considerado arte.
 Segundo a lei, existe uma diferença entre “picho”
e “grafite”. O primeiro é considerado crime
independente da circunstância.
 Enquanto o segundo é considerado uma
expressão artística, desde que seja feito com a
autorização do proprietário do imóvel.
 Porém, tanto grafiteiros quanto pichadores
consideram os dois movimentos formas de arte.
 O prefeito reforçou o discurso de que sua
questão é contra os pichos que poluem
visualmente a cidade, enquanto irá se esforçar
para promover a arte de rua da melhor forma
possível.
 Além disso, outra provocação surgiu no meio
do debate. De fato, a cidade tem muitos
pichos.
 Mas seria essa a principal preocupação em
meio a tantos outros problemas na esfera
pública?
 Não seria mais coerente começar uma gestão
implementando medidas para melhorar os
serviços de saúde, de educação e de
segurança pública?
 Escândalos envolviam a produção de carne
em péssimas condições, estragadas e até
misturadas com elementos estranhos,
causando forte queda nas vendas
 A Operação Carne Fraca foi deflagrada pela
Polícia Federal brasileira em Março de 2017
com o objetivo de investigar o escândalo de
carnes adulteradas pelas maiores empresas
do segmento, como JBS (dona das marcas
Seara, Swift, Friboi e Vigor) e a BRF (dona da
Sadia e da Perdigão).
 Elas são acusadas de comercializar carnes
estragadas e com datas de vencimento
trocadas, disfarçar o aspecto desses
produtos, usar produtos químicos para
conseguir revendê-los e até injetar água na
carne para aumentar seu peso
 - o caso mais conhecido do escândalo foi o
de papelões encontrados em lotes de frango.
 As carnes adulteradas eram comercializadas
tanto nacional quanto internacionalmente.
 A Operação também investiga o envolvimento
de fiscais do Ministério da Agricultura
Pecuária e Abastecimento em um esquema de
propina para liberar licenças e emitir
certificados sanitários de frigoríficos sem
fiscalização.
 O Ministro da Justiça, Osmar Serraglio,
também foi citado na operação - ele foi
gravado em conversas e identificado como
um dos líderes do esquema.
 A Operação também investiga o envolvimento
de fiscais do Ministério da Agricultura
Pecuária e Abastecimento em um esquema de
propina para liberar licenças e emitir
certificados sanitários de frigoríficos sem
fiscalização.
 O Ministro da Justiça, Osmar Serraglio,
também foi citado na operação - ele foi
gravado em conversas e identificado como
um dos líderes do esquema.
 O escândalo resultou em graves
consequências para o setor alimentício
brasileiro: diversos países que importam
carnes restringiram a entrada de carne
brasileira e as ações no mercado das
empresas envolvidas caíram de maneira
significativa - a JBS teve queda de 11% e a
BRF de 8%.