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Têmpera e Revenimento

SEMINÁRIO

TÊMPERA E REVENIMENTO

Prof°: Élvio – 2° Semestre/2009

Oficina de Tratamento Térmico


Participantes:

Sandro Alves ON 081115


Tadeu Correia Figueiredo ON 052114
Thiago Augusto Di Santi ON 081116
Tiago Antonio Bolina OD 091410
Thiago Andrade ON 072118
Valéria Garbulha – ON 092389
Willian Pedretti - ON 071120
Tratamentos Térmicos

Operações de aquecimento de
um a uma dada temperatura e esfriamento após
certo tempo, em condições controladas,
com a finalidade de dar ao material propriedades
especiais.

Tiago Bolina - OD091410


Têmpera
Têmpera é um tratamento térmico que consiste em aquecer o material até a
temperatura Austenitica, ponto eutetóide, onde a Austenita se encontra
instável. Após esse aquecimento deve ser feito um resfriamento brusco em
água, óleo, salmoura ou ar, isso evita transformações Perliticas e Bainiticas e
obtêm-se a estrutura Martensitica.
A temperatura que o material deve ser aquecido não é a mesma para
todos as ligas, mas as transformações serão as mesmas. Normalmente é
utilizado temperatura acima da zona critica para aços hipoeutetoides e
geralmente dentro da zona critica, para aços hipereutetoides, em aços com
elementos de liga em sua composição, como o níquel e o manganês, a
temperatura torna-se mais baixa. A velocidade de resfriamento também é
diferenciada de acordo com o tipo de aço e da forma e dimensões da peça.

Tiago Bolina - OD091410


Com o gráfico abaixo podemos observar o resfriamento:

Tiago Bolina - OD091410


Como podemos observar, o resfriamento brusco impede que o material toque
a linha da Austenita, Perlita e bainita, obtendo apenas a Martensita em sua micro-
estrutura, observamos também que a velocidade de resfriamento do núcleo é mais
demorada que a da superfície devido a espessura da peça.
Com isso o objetivo desejado na Têmpera é obtido. Conseguimos
transformar a Austenita em Martensita e, assim, proporcionar dureza e resistência
mecânica mais elevadas ao material. Porém a Têmpera pode ocasionar alguns
problemas como o acumulo de tensões internas, devido ao resfriamento drástico e
pela brusca mudança de fase, fragilidade, possíveis trincas, que dependem do nível
dessas tensões. Se utilizado Têmpera convencional pode ocorrer Austenita Retida,
que são resíduos de Austenita. Essa Austenita Retida é uma instabilidade
dimensional, inadmissível para certas aplicações. Esses problemas, exceto as trincas
que em alguns casos pode ser solucionada com solda, mas não é aconselhado,
podem ser solucionados aplicando um Revenimento, como veremos
posteriormente.

Tiago Bolina - OD091410


Têmpera

Objetivos:

Aumentar a dureza
Aumentar a resistência mecânica

Conseqüência:

Diminuição da ductilidade
Aumento da fragilidade
Aumento da resistência ao desgaste

Tiago Bolina - OD091410


Método

Aquecimento a temperatura acima da zona crítica

Manutenção á temperatura de tratamento para homogeneização

Resfriamento brusco , fator mais importante que influenciará nas


propriedades finais do material de forma a obter –se estrutura
martensítica.

Tiago Bolina - OD091410


Aquecimento

Aços hipoeutetóides:
A temperatura deve , para cada caso estar acima da linha
de transformação completa
(austenitização plena) somente aços % > 0,4

Aços eutetóides e hipereutetóides


A temperatura deve estar acima 723°C mais 50°C

Tiago Bolina - OD091410


O tratamento deve ser realizado em atmosfera controlada para
evitar –se a descarbonetação superficial , muito prejudicial ao material.

Resfriamento
O mais rápido possível , desde que não interfira ou prejudique o
material ou a peça (velocidade crítica de resfriamento)
È realizado em meios , tais como:
Água
Óleo
Salmoura

Tiago Bolina - OD091410


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera da Camada Cementada

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera Direta de Cementação

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera Diferencial

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera do Núcleo

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera Dupla

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera em Água

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera em Óleo

Tiago Andrade - ON072118


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera em Salmoura

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Esquema de Têmpera

Tadeu Figueiredo – ON 052114


TIPOS DE TÊMPERA
Austêmpera

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Esquema de Têmpera

Tadeu Figueiredo – ON 052114


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera por Indução

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Esquema de Têmpera

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Sentido das correntes e do campo magnético em uma bobina ( a )
e correntes parasitas induzidas na peça ( b )

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Fornos

Tadeu Figueiredo – ON 052114


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera por Chama

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Peça aquecida pelo método estacionário ( Metals )

Peça aquecida pelo método progressivo

Tadeu Figueiredo – ON 052114


TIPOS DE TÊMPERA
Têmpera a Vácuo

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Esquema de Têmpera

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Tipos de aços temperáveis:
Aços para trabalho a frio: Aços para trabalho a quente:
· D2
· D3 · VH13

· D6 · ADC3

· Inox 416 · Orvar


· Inox 420 · QRO90
· Inox 440 · Dievar
· M310
· H10
· Sleipner
· H11
· Sverker
· H12
· Rigor
· VPCW
· Calmax
· Hotvar
· K100

· K106
· W302

· K110 · W303

· K340 · Outros aços mediante consulta.


· VF800
Tadeu Figueiredo – ON 052114
Vantagens da
Têmpera a Vácuo

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Forno

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Peças

Tadeu Figueiredo – ON 052114


Revenimento

Valéria Garbulha - ON 092389


Valéria Garbulha - ON 092389
Valéria Garbulha - ON 092389
Valéria Garbulha - ON 092389
TIPOS DE FORNOS

TÊMPERA - REVENIMENTO

Willian Pedretti - ON 071120


O que são fornos
e para que servem?

Willian Pedretti - ON 071120


· Peças avulsas/ poucas peças
· Trabalho dependente
· Não necessita de automação

· Peças seriadas/ grande quantidades


· Mecanizado- automatizado
· Processo completo e independente
· Dificuldade no controle da atmosfera
Willian Pedretti - ON 071120
Willian Pedretti - ON 071120
Willian Pedretti - ON 071120
Willian Pedretti - ON 071120
Willian Pedretti - ON 071120
Willian Pedretti - ON 071120
Aquecimento a gas e eletrico

Willian Pedretti - ON 071120


Qual a importância de
uma atmosfera Controlada?

Willian Pedretti - ON 071120


Cada tipo de processo exige um tipo diferente de sistema de
segurança. A concepção dos sistemas de segurança é sempre a
mesma. Geralmente funcionam por intertravamento.

Willian Pedretti - ON 071120


Cortina de Chama Pirômetro de segurança

Willian Pedretti - ON 071120


Indicador de Admissão de gás
pressão inerte (nitrogênio)

Willian Pedretti - ON 071120


Aplicações

Thiago Santi - ON081116


Aplicações

Thiago Santi - ON081116


Estampagem

Thiago Santi - ON081116


Aço Ferramenta

Thiago Santi - ON081116


Problema Matriz

Detalhe na mesma peça, na região da trinca

Foto macro da peça

Temperada e Revenida: 58 a 60 HRC.


Thiago Santi - ON081116
Detalhe da Trinca

Detalhe na mesma região da peça.


( aumento 100X-NITAL 2%).

Foto micrografia da região com trinca

Thiago Santi - ON081116


Moldes para Termoplásticos

Thiago Santi - ON081116


Moldes para Termoplásticos

Thiago Santi - ON081116


Moldes

Thiago Santi - ON081116


Aço para Moldes

Thiago Santi - ON081116


Aço para Pino Extrator

Thiago Santi - ON081116


Granulometria Grosseira

Thiago Santi - ON081116


Problema Cavidade

Temperada e Revendida: 52 HRC.

Thiago Santi - ON081116


Tempera Superficial

Thiago Santi - ON081116


Engrenagem

Thiago Santi - ON081116


Thiago Santi - ON081116
Resíduos de Sais e Efluentes
Líquidos

Sandro Alves ON 081115


Resíduos de Sais e Efluentes
Líquidos
Resíduos de Sais
Em alguns processos de tratamentos
térmicos como a têmpera gera como
resíduos os sais de têmpera que precisam
ser armazenados e tratados.
Efluentes Líquidos
Gerados dos processos de decapagem, da
lavagem posterior das peças, dos tanques de
desengraxe e da lavagem das peças tratadas
com banhos de sais.

Sandro Alves ON 081115


ABNT NBR 10004
 Os resíduos classe I – Perigosos são aqueles
cujas propriedades físicas, químicas ou
infecto-contagiosas podem acarretar em
riscos à saúde pública e/ou riscos ao meio
ambiente, quando o resíduo for gerenciado
de forma inadequada.
 Para que um resíduo seja apontado como
classe I, ele deve estar contido nos anexos A
ou B da NBR 10004 ou apresentar uma ou
mais das seguintes características:
inflamabilidade, corrosividade, reatividade,
toxicidade e patogenicidade.

Sandro Alves ON 081115


Resíduos de Sais
Os resíduos de sais podem conter cianetos,
bário, nitritos, nitratos e soda cáustica.
A partir dos seus constituintes os sais são
divididos em 2 grupos:

Grupo 1: Cianetos e bário

Grupo 2: Nitritos, Nitratos e Soda


Cáustica
Sandro Alves ON 081115
Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Tambores de aço

Sandro Alves ON 081115


Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Sacos plásticos

Sandro Alves ON 081115


Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Dispositivos de Segurança

Sandro Alves ON 081115


Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Identificação

Sandro Alves ON 081115


Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Cor do Tambor
Grupo 1 – vermelho
Grupo 2 - amarelo

Sandro Alves ON 081115


Armazenamento dos Resíduos
de Sais
 Condições de Armazenamento

Sandro Alves ON 081115


Efluentes Líquidos
Os efluentes líquidos carregam cianetos,
ferro e bário, que devem retirados da
água para que a mesma adquira um certo
grau de pureza.

Sandro Alves ON 081115


Efluentes Líquidos
Os efluentes líquidos são divididos em 2
grupos:

Ácidos: subproduto do processo de


decapagem e da lavagem posterior das
peças.

Alcalinos: subproduto do processo de


desengraxe e da lavagem das peças tratadas
em banho de sal

Sandro Alves ON 081115


Tratamentos dos Efluentes
Líquidos
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO

ALCALINOS

Sandro Alves ON 081115


Tratamentos dos Efluentes
Líquidos
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO

ÁCIDOS

Sandro Alves ON 081115


Tratamentos dos Efluentes
Líquidos

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO

TANQUE DE FILTRO PRENSA


DECANTAÇÃO

Sandro Alves ON 081115


FIM