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Profª Esp.

PRISCILLA CAMINHA
1 28/02/2019
ENFERMAGEM EM SAÚDE DO TRABALHADOR
Atividades de risco são as capazes de
proporcionar dano, doença ou morte
Riscos
Conceitos
 Risco  Perigo
É a probabilidade de ocorrer É a expressão de uma
um evento bem definido no qualidade ambiental que
espaço e no tempo, que causa apresente características de
dano à saúde, às unidades possível efeito maléfico para
operacionais ou dano a saúde e/ou meio ambiente
econômico/financeiro

 Na presença de um perigo não existe risco zero,


porém existe a possibilidade de minimizá-lo ou alterá-
lo para níveis considerados aceitáveis
Conceitos
 É importante que fique clara a diferença entre risco e
perigo

 Existe perigo na manipulação de determinados


produtos químicos ou biológicos

 Porém o risco dessa atividade pode ser considerado


baixo se forem observados todos os cuidados
necessários e utilizados os equipamentos de proteção
adequados
Causas dos Acidentes e Doenças

 FATOR HUMANO  RISCOS


DE RISCO AMBIENTAIS
Fator Humano de Risco

 PROBLEMAS FAMILIARES
 FATORES MOMENTÂNEOS
 PERSONALIDADE
 DESCONHECIMETO DOS RISCOS
 TAREFAS MAL DISTRIBUIDAS
Riscos Ambientais
 AGENTES:

 QUÍMICOS
 FÍSICOS
 BIOLÓGICOS
 ERGONÔMICOS
 ACIDENTES
Classificação de Risco
Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego
NR de Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho

 Riscos Físicos (formas de energia como ruídos,


vibrações, pressões anormais, radiações ionizantes ou
não, ultra e infra-som).

 Riscos Químicos (substâncias, compostos ou produtos


que podem penetrar no organismo por via respiratória,
absorvidos pela pele ou por ingestão, na forma de gases,
vapores, neblinas, poeiras ou fumos.
Classificação de Risco
Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego
NR de Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho

 Riscos Biológicos ( bactérias, fungos, bacilos,


parasitas, protozoários, vírus, etc).

 As classes dos riscos biológicos são:


patogenicidade para o homem; virulência;
modos de transmissão; disponibilidade de
medidas profiláticas eficazes; disponibilidade
de tratamento eficaz; endemicidade
Classificação de Risco
Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego
NR de Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho
 Riscos Ergonômicos (são elementos físicos e
organizacionais que interferem no conforto da
atividade laboral e consequentemente nas
características psicofisiológicas do trabalhador
 Posto de trabalho inadequado (mobiliário, equipamentos e
dispositivos)
 “Lay-out” inadequado (caminhos obstruídos, corredores
estreitos, etc)
 Ventilação e iluminação inadequadas
 Esforços repetitivos
 Problemas relativos ao trabalho em turno
 Assédio moral
 Problemas relacionados com a organização do trabalho
Classificação de Risco
Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego
NR de Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho

 Riscos de Acidentes (condições com potencial de


causar danos aos trabalhadores nas mais diversas
formas, levando-se em consideração o não
cumprimento das normas técnicas previstas).

 Além dos físicos, químicos e biológicos, destacam-se:


arranjo físico, eletricidade, máquinas e equipamentos,
incêndio/explosão, armazenamento, ferramentas, etc
Associação dos Riscos

Químicos

Acidentes Físicos

Pessoal

Ergonô
Biológicos
micos
Grupo 1 Riscos Físicos:

 Ruídos;
 Vibrações;
 Radiação ionizante e não ionizantes;
 Frio;
 Calor;
 Pressões anormais;
 Umidade
Ruídos
Medidas de Controle

 Isolamento do ruído
 EPI’s
 Exames audiométricos
 Medidas Educacionais
Vibrações generalizada
Consequências
 Lesões na coluna vertebral
 Dores Lombares
Medidas de Controle:
 Redução do tempo de permanência
ao risco de trabalho.
Vibrações localizada
Consequências
 Alterações neurovasculares
nas mãos;
 Problemas articulações das
mãos e braços;
 Osteoporose
Radiação Ionizante
Raio X e Radioterapia
Medidas de Controle:
 Piso e paredes revestidos
de chumbo;
Radiação não ionizante
Solda oxiacetilênica e
radiação ultra-
violeta, raio laser e
microondas
Medidas de Controle:
 Biombo protetor
para operação em
solda.
Calor/Frio
Medidas de Controle
 Ventilação local exaustora
 Isolamento das fontes de
calor ou frio;
 EPI’s
Pressões anormais
Consequências:
 Ruptura do tímpano
 Liberação de nitrogênio nos tecidos e
vasos
Medidas de Controle:
 Obedecer a legislação específica
(NR-15).
Umidade
Medidas de Controle:
 Colocação de estrados
de madeira;
 Ralos para escoamento.
 EPI’s
Grupo 2 Riscos Químicos:

 Poeiras
 Fumos
 Névoas
 Neblinas
 Gases
 Vapores
 Substâncias, compostos ou produtos químicos
Grupo 3 Riscos Biológicos:

 Vírus
 Bactérias
 Protozoários
 Fungos
 Parasitas
 Bacilos
Grupo 4 Riscos Ergonômicos:

 Esforço físico intenso


 Levantamento e transporte manual de peso
 Exigência de postura inadequada
 Controle rígido de produtividade
 Imposição de ritmos excessivos
 Trabalho em turno e noturno
 Jornadas de trabalho prolongadas
 Monotomia e repetitividade
 Outras situações causadoras de stress físico e/ou
psíquico
Grupo 5 Riscos de Acidentes:

 Arranjo físico inadequado


 Máquinas e equipamentos sem proteção
 Ferramentas inadequadas ou defeituosas
 Iluminação inadequada
 Eletricidade
 Probabilidade de incêndio ou explosão
 Armazenamento inadequado
 Animais peçonhentos
 Outras situações de risco que poderão contribuir
para a ocorrência de acidentes
EVITAR QUE OCORRA O ACIDENTE
OU DOENÇA OCUPACIONAL?????

PREVENÇÃO
FATOR HUMANO DE RISCO

 AÇÃO CORRETIVA:

 EDUCAÇÃO

 TREINAMENTO
FATOR HUMANO DE RISCO
EDUCAÇÃO
 ALFABETIZAÇÃO
 CURSOS 1o. GRAU
 CURSOS 2o. GRAU
 RELAÇÕES HUMANAS
 SEGURANÇA DO TRABALHO
FATOR HUMANO DE RISCO
TREINAMENTO
 OPERACIONAL
 FUNCIONAL
 CONHECIMENTO DOS PROCESSOS
 MELHORIA DE PROCESSOS
FATOR HUMANO DE RISCO
TREINAMENTO
 PRIMEIROS SOCORROS
 USO DE EPIs
 AÇÃO EM EMERGÊNCIA
 ANÁLISE DE RISCOS
ANÁLISE DE RISCOS
 ANTECIPAÇÃO
 RECONHECIMENTO
 AVALIAÇÃO
 PRIORIZAÇÃO
 MEDIDAS DE CONTROLE
 CRONOGRAMA DE AÇÕES
 REVISÃO
ANÁLISE DE RISCOS
 ANTECIPAÇÃO:

 NOVOS PROJETOS
 NOVO LAY OUT
 NOVOS EQUIPAMENTOS

 IMPLICAÇÕES ERGONÔMICAS,
HIGIÊNICAS E DE SEGURANÇA
RECONHECIMENTO
 INSPEÇÕES DE SEGURANÇA
 MAPAS DE RISCOS AMBIENTAIS
 VISITAS INFORMAIS
 CAIXAS DE SUGESTÃO
 ENTREVISTAS
 HISTÓRICOS DE OCORRÊNCIAS
 CONHECIMENTO DOS PROCESSOS
AVALIAÇÃO
 QUESTIONÁRIOS
 AVALIAÇÕES QUALITATIVAS
 AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS
 TEMPO DE EXPOSIÇÃO
 SUPERPOSIÇÃO DE AGENTES
 PENOSIDADE DAS TAREFAS
PRIORIZAÇÃO
RISCOS:

 EMERGÊNCIAIS
 CRÍTICOS
 MARGINAIS
 DESPREZÍVEIS
MEDIDAS DE CONTROLE
 DIMINUIR TEMPO DE EXPOSIÇÃO
 DIMINUIR EMISSÃO DAS MÁQUINAS E
EQUIPAMENTOS
 MUDANÇAS NO LAY OUT
 VENTILAÇÃO
 FORNECIMENTO DE EPI
REVISÃO
 REGISTRO DOS DADOS
 AUDITORIAS DE SEGURANÇA
 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS
 REAVALIAÇÃO DE METAS E
PRIORIDADES
 REAVALIAÇÃO DOS RISCOS
MOTIVAÇÃO PARA AS AÇÕES

NO HOMEM:

 PROGRAMAS DE QUALIDADE
 PROGRAMA 5S
 CERTIFICAÇÕES INTERNACIONAIS
 PRODUTIVIDADE
 MINIMIZAÇÃO DOS ERROS
MOTIVAÇÃO PARA AS AÇÕES
 NO MEIO AMBIENTE:

 LEGISLAÇÃO
 FISCALIZAÇÃO
 AÇÕES JUDICIAIS
Referências
 portal.saúde.gov.br
 RIBEIRO, Maria Celeste S. Enfermagem e
trabalho: fundamentos para a atenção à
saúde dos trabalhadores. 2º ed. – São Paulo:
Martinari, 2012.