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CEMP

ELETROTÉCNICA GERAL

Instrutor: Francisco Lairton


Formação: Licenciatura em Eletricidade
GRANDEZAS ELÉTRICAS
GRANDEZAS ELÉTRICAS

1. TENSÃO ELÉTRICA;

2. CORRENTE ELÉTRICA;

3. RESISTÊNCIA ELÉTRICA;

4. POTÊNCIA ELÉTRICA
TENSÃO ELÉTRICA
À PRESSÃO EXERCIDA SOBRE
OS ELÉTRONS, CHAMAMOS DE
TENSÃO ELÉTRICA OU ddp
(diferença de potencial).
UNIDADE DE MEDIDA DA TENSÃO

ELÉTRICA

VOLT (V).
TENSÃO ELÉTRICA

É a força capaz de movimentar os


elétrons em um circuito elétrico e
mantê-los em movimento
SÍMBOLO - E ou U

UNIDADE - VOLTS (V)


MÚLTIPLOS

SUBMÚLTIPLOS
PARA VALORES
ELEVADOS, UTILIZAMOS OS
MÚLTIPLOS
E PARA VALORES MUITO BAIXOS, OS
SUBMÚLTIPLOS
Para descer um GV
degrau, caminhe com
a vírgula MV
3 casas à direita
kV

mV
Para subir um
V degrau, caminhe com
a vírgula
nV 3 casas à esquerda
13,8 kV = 13.800 V

34,5 kV = 34.500 V

220 V = 0,22 kV

127 V = 0,127 kV
INSTRUMENTO DE MEDIDA

DA

TENSÃO ELÉTRICA
220

O VOLTÍMETRO... ... DEVE SER LIGADO

EM PARALELO COM A CARGA.


CUIDADOS NA

UTILIZAÇÃO DO

VOLTÍMETRO
A SELEÇÃO DA ESCALA
DEVE SER MAIOR QUE
A TENSÃO A SER MEDIDA

0 10 A LEITURA DEVE SER A


MAIS PRÓXIMA POSSÍVEL
DO CENTRO DA ESCALA

AJUSTAR O ZERO
(SEMPRE NA AUSÊNCIA DE

V TENSÃO)
NÃO MUDAR A POSIÇÃO DE
UTILIZAÇÃO DO APARELHO
EVITAR CHOQUES
MECÂNICOS
CORRENTE ELÉTRICA
CORRENTE ELÉTRICA

É O MOVIMENTO ORDENADO DOS


ELÉTRONS NO INTERIOR
DE UM CONDUTOR.
SÍMBOLO - I (Intensidade de Corrente Elétrica)

UNIDADE - AMPÈRE (A)


MÚLTIPLOS

SUBMÚLTIPLOS
PARA VALORES
ELEVADOS, UTILIZAMOS OS
MÚLTIPLOS
E PARA VALORES MUITO BAIXOS, OS
SUBMÚLTIPLOS
Para descer um GA
degrau, caminhe com
a vírgula MA
3 casas à direita
kA

mA
Para subir um
A degrau, caminhe com
a vírgula
nA 3 casas à esquerda
23 mA = 0,023 A

62,5 mA = 0,0625 A

0,2 kA = 200 A

6,6 kA = 6600 A
INSTRUMENTO DE MEDIDA

DA

CORRENTE ELÉTRICA
AMPERÍMETRO

0000

O AMPERÍMETRO... ... DEVE SER LIGADO


EM SÉRIE COM A CARGA.
AMPERÍMETRO

0,45

O AMPERÍMETRO... ... DEVE SER LIGADO

EM SÉRIE COM A CARGA.


CUIDADOS NA

UTILIZAÇÃO DO

AMPERÍMETRO
A SELEÇÃO DA ESCALA DEVE
SER MAIOR QUE
A CORRENTE A SER MEDIDA

0 10 A LEITURA DEVE SER A


MAIS PRÓXIMA POSSÍVEL
DO CENTRO DA ESCALA

AJUSTAR O ZERO
(SEMPRE NA AUSÊNCIA DE

A CORRENTE)
NÃO MUDAR A POSIÇÃO DE
UTILIZAÇÃO DO
INSTRUMENTO
EVITAR CHOQUES
MECÂNICOS
RESISTÊNCIA ELÉTRICA
RESISTÊNCIA ELÉTRICA

É A OPOSIÇÃO OFERECIDA À
PASSAGEM DA CORRENTE
ELÉTRICA

SÍMBOLO - R

UNIDADE - OHM ()


1 OHM É A RESISTÊNCIA QUE

PERMITE A PASSAGEM DE 1 AMPÈRE

QUANDO SUBMETIDA A

TENSÃO DE 1 VOLT.
MÚLTIPLOS
E
SUBMÚLTIPLOS
PARA VALORES
ELEVADOS, UTILIZAMOS OS
MÚLTIPLOS
E PARA VALORES MUITO BAIXOS, OS
SUBMÚLTIPLOS
Para descer um G
degrau, movimentar
a vírgula M
3 casas à direita
k

m
Para subir um
 degrau, movimentar
a vírgula
n 3 casas à esquerda
INSTRUMENTO DE MEDIDA

DA

RESISTÊNCIA ELÉTRICA

OHMÍMETRO... ... LIGADO AOS TERMINAIS DA


RESISTÊNCIA
CUIDADOS NA

UTILIZAÇÃO DO

OHMÍMETRO
A LEITURA DEVE SER A
MAIS PRÓXIMA DA ESCALA
INTERMEDIÁRIA.
0 10

AJUSTE DO ZERO
(CURTO-CIRCUITAR OS
TERMINAIS)

 OBEDECER A POSIÇÃO DE
UTILIZAÇÃO INDICADA NO
INSTRUMENTO
EVITAR CHOQUES
MECÂNICOS

OBS: UTILIZAR SOMENTE


EM CIRCUITOS
DESENERGIZADOS.
COMPARANDO AS CORRENTES,
AO APLICARMOS A MESMA TENSÃO
EM DUAS LÂMPADAS DIFERENTES
100

V 0.50

A
100 V

100

V 0.0

A
100 V

0,5 A 100

V 1.0

A
100 V

0,5 A
100 V
100

V 0.0
100 V
A
1,0 A
100 V

A 1a LÂMPADA POSSUI MAIOR


0,5 A RESISTÊNCIA ELÉTRICA.

A 2a LÂMPADA POSSUI MENOR


100 V
RESISTÊNCIA ELÉTRICA.

1,0 A
A OPOSIÇÃO OFERECIDA
À PASSAGEM DA
CORRENTE ELÉTRICA

CHAMAMOS DE
RESISTÊNCIA ELÉTRICA
TODAS AS CARGAS POSSUEM
UMA RESISTÊNCIA
TODAS AS CARGAS POSSUEM
UMA RESISTÊNCIA

QUE REPRESENTAREMOS ASSIM


CORRENTE ALTERNADA

CORRENTE ALTERNADA
A CORRENTE ELÉTRICA QUE ESTUDAMOS
ATÉ AGORA FOI A CORRENTE CONTÍNUA

(I)
NÃO MUDA DE
CC SENTIDO NO
DECORRER DO
TEMPO

(t)
A CORRENTE ALTERNADA VARIA SEUS
VALORES EM FUNÇÃO DO TEMPO

PERCORRE OS CONDUTORES
NOS DOIS SENTIDOS
I – AUMENTA I – DIMINUI

+ (I)

0
- (t)

- (I)

I – INVERTE E CRESCE I – DECRESCE


+ ESTE TIPO DE CORRENTE É A
MAIS UTILIZADA

1 CICLO

0 A B (t)

O NÚMERO DE CICLOS EM
1 SEGUNDO É A
-
FREQUÊNCIA ELÉTRICA
+ A UNIDADE DE MEDIDA DA FREQUÊNCIA É
HERTZ (Hz) OU CICLOS POR SEGUNDO

1 segundo

0 (t)

f = 5 Hz

-
+
Tempo (s) 1

T=
f

0
(t)

PERÍODO É O TEMPO GASTO PARA


-
COMPLETAR UM CICLO E
É MEDIDO EM SEGUNDOS (s)
POTÊNCIA ELÉTRICA
Potência elétrica

É a capacidade de produzir trabalho.

 SÍMBOLO - P

 UNIDADE - WATT (W)


Potência da lâmpada

 Capacidade de produzir trabalho de 100 W


 Se for ligada a uma fonte de 127 V
Potência da lâmpada

 Capacidade de produzir trabalho de 100 W


 Se for ligada a uma fonte de 220 V
Observemos o brilho das lâmpadas

60 W 100 W

220 V
A potência depende de outras grandezas

 R - Resistência
 E - Tensão
 I - Corrente

 Aplicando a tensão E na resistência R circula a


corrente I.
 Assim temos:
 P = R x I2 e P = E x I
P=ExI Onde:

E I
2.0

100 A
V

 P=100 x 2 = 200W
 No lugar do voltímetro e do amperímetro

utilizamos o WATTÍMETRO
200

W
Bobina de corrente

Ligada em série

Bobina Ligada
de em
tensão paralelo
 Como vimos a leitura do wattímetro é igual
ao produto: da tensão pela corrente elétrica.
Bobina de corrente

Ligada em série
Constituição
do wattímetro
Bobina Ligada
de tensão em
paralelo
P=ExI

100
5,0 500
V
A W
LEI DE OHM
OBSERVEM

OS DOIS

CIRCUITOS
0.0 0.0

A A
50 100

v v

SE COLOCARMOS A MESMA RESISTÊNCIA


NOS DOIS CIRCUITOS ...

?
1.0 2.0

A A
50 100

v v

VARIANDO A TENSÃO E MANTENDO A


RESISTÊNCIA FIXA.

A CORRENTE VARIA NA MESMA PROPORÇÃO


OBSERVEM

OS DOIS CIRCUITOS

NOVAMENTE
0.0 0.0

A A
100 100

v v

SE APLICARMOS A MESMA TENSÃO NOS


DOIS CIRCUITOS E MUDARMOS
A RESISTÊNCIA...

?
2.0 1.0

A A
100 100

v v
R = 50 R = 100 

MANTENDO A TENSÃO FIXA E VARIANDO A


RESISTÊNCIA

A CORRENTE VARIA NO SENTIDO OPOSTO


CONCLUSÃO

QUANTO MAIOR A TENSÃO


MAIOR A CORRENTE ELÉTRICA.

QUANTO MAIOR A RESISTÊNCIA


MENOR A CORRENTE ELÉTRICA.
LEI DE OHM

I
I
I= E
E
R
LEI DE OHM

E
I= R
LEI DE OHM

I=
E
R
LEI DE OHM

I= E
R
LEI DE OHM

E E E E
E E
I=I= I= E
R R R
I RR R R I
I
I I I II
LEI DE OHM

E
E
R I E = REI
R I
R I
PARA OBTER UM
VALOR, BASTA COBRÍ-LO.
RESISTÊNCIA DE

UM CONDUTOR
OBSERVE O BRILHO DA
LÂMPADA DO CONDUTOR
LONGO
QUANTO MAIOR O COMPRIMENTO
DO CONDUTOR MENOR A
INTENSIDADE DE CORRENTE
ELÉTRICA CIRCULANDO POR ELE.
OBSERVE O
BRILHO DA
LÂMPADA DO
CONDUTOR FINO
QUANTO MAIOR A SECÇÃO DO

CONDUTOR, MAIOR A
INTENSIDADE DE CORRENTE
ELÉTRICA CIRCULANDO POR ELE.
NIQUEL COBRE
CROMO

OBSERVE O
BRILHO DAS
DUAS LÂMPADAS
RESISTIVIDADE
ALGUNS MATERIAIS OFERECEM MAIOR

OU MENOR RESISTÊNCIA À PASSAGEM


DA CORRENTE ELÉTRICA.

COBRE

NIQUEL CROMO
A ESTAS RESISTÊNCIAS DAMOS O NOME
DE RESISTÊNCIA ESPECÍFICA OU
RESISTIVIDADE , REPRESENTADA PELA

LETRA GREGA ().


CONCLUSÃO

MAIOR O COMPRIMENTO DO CONDUTOR –


MAIOR A RESISTÊNCIA

MAIOR A SEÇÃO DO CONDUTOR –


MENOR A RESISTÊNCIA

A RESISTÊNCIA DEPENDE DO MATERIAL


As observações realizadas
permitem escrever a seguinte relação:

R= s ONDE:

R - Resistência elétrica do condutor (  );


 - Resistividade do condutor ( .mm2/m );
l - Comprimento do condutor ( m) e
S - Seção do condutor (mm2).
RESISTIVIDADE DOS MATERIAIS
MATERIAL  MATERIAL 
Alumínio 0,0292 Manganina 0,48
Bronze 0,067 Mercúrio 0,96
Carbono 50,00 Níquel 0,087
Chumbo 0,22 Ouro 0,024
Cobre 0,0162 Prata 0,0158
Constantan 0,000005 Platina 0,106
Estanho 0,115 Tungstênio 0,055
Ferro 0,096 Zinco 0,056
Latão 0,067
COMO OBTER UMA

CORRENTE ELÉTRICA?
PARA OBTERMOS UMA

CORRENTE ELÉTRICA

PRECISAMOS DE UM

CIRCUITO ELÉTRICO
CIRCUITO ELÉTRICO

é o caminho,
fluxo de elétrons
que através
em umdo circuito
qual
elétrico
queremos
vai dofazer
pólo circular
negativouma
para o pólo
positivo,
corrente o sentido real da
este é elétrica.
corrente elétrica,

por convenção, analisa-se o fluxo de


corrente fluindo do pólo positivo ao pólo
negativo, sendo este o sentido
convencional da corrente elétrica.
CIRCUITO ELÉTRICO

PARA OBTERMOS UM CIRCUITO

ELÉTRICO, SÃO NECESSÁRIOS

TRÊS ELEMENTOS:
SÃO
ELES:
GERADOR,
SÃO
ELES:
GERADOR,

CONDUTOR E
SÃO
ELES:
GERADOR,

CONDUTOR E
CARGA.
Orienta o movimento
GERADOR dos elétrons

Assegura a transmissão
CONDUTOR da corrente elétrica.

Utiliza a corrente elétrica


CARGA (transforma em trabalho)
Para que haja corrente elétrica

Gerador
é necessário Carga

que o circuito esteja fechado.


Introduzimos um interruptor

Gerador para abrir e Carga


fechar o circuito
Gerador ABERTO Carga
Gerador FECHADO Carga
Gerador ABERTO Carga
Gerador FECHADO Carga
ASSOCIAÇÃO

DE

RESISTORES
CIRCUITOS ELÉTRICOS COMPLEXOS,
NA PRÁTICA NADA MAIS SÃO QUE
SIMPLES ASSOCIAÇÕES DE DOIS
TIPOS DE CIRCUITOS FUNDAMENTAIS:

CIRCUITO EM SÉRIE.

CIRCUITO PARALELO.
CIRCUITOS SÉRIE.

CIRCUITOS SÉRIE.

CIRCUITOS SÉRIE.

CIRCUITOS SÉRIE.

CIRCUITOS SÉRIE.
CIRCUITOS SÉRIE.

QUANDO AS RESISTÊNCIAS SÃO


CONECTADAS UMA EM SEGUIDA DA OUTRA.

A CORRENTE É A MESMA EM
TODAS ELAS.
CIRCUITO SÉRIE.
CIRCUITO SÉRIE.

Quando retiramos uma lâmpada....


CIRCUITO SÉRIE.

Quando retiramos uma lâmpada....

... Todas se apagam.


127

v
27

v
127 V
27 V

40
127 V
v
27 V

127 V
40 V
60
60 V
v
2.0 27 V

A
127 V
40 V

60 V
2A

2.0 27 V

A
127 V
40 V

60 V
2A

2.0

A
120 V
40 V

40 V
2A

27 V

2.0

A
2A

127 V
40 V

60 V
2A

27 V
2A

127 V

2.0 40 V

A 60 V
2A

27 V
2A

127V
2.0 40 V

A 60 V
2A
2A

27 V
2A
A corrente é a mesma e a

127 V tensão se divide entre as


resistências 40 V

60 V
2A
RESISTÊNCIA EQUIVALENTE

Uma única resistência que colocada no


lugar das outras, submetida a mesma tensão,
permitirá a passagem do mesmo valor
de corrente
RESISTÊNCIA EQUIVALENTE

R1
2A 2A

127 V 127 V Re
R2
R3

Re= R1+ R2+ R3


CIRCUITO PARALELO.

QUANDO AS RESISTÊNCIAS SÃO


CONECTADAS LADO A LADO (INÍCIO COM
INÍCIO, FINAL COM FINAL)

criando assim mais de


um caminho para a corrente.
CIRCUITO PARALELO.
CIRCUITO PARALELO.

Quando retiramos uma lâmpada....


CIRCUITO PARALELO.

Quando retiramos uma lâmpada...

... As demais
permanecem
funcionando.
127

v
127

v
127

127 V v
127 V
2.0

A 127 V
127 V
127 V
2A

2.0

A
127 V
127 V 127 V
2A

1.0

127 V
A
120 V 127 V
2A

1.0

A
1A

127 V
127 V 127 V
2A

1A
1A

127 V
127 V 127 V

A tensão é a mesma e a corrente se


divide entre as resistências

As resistências são independentes


PARA CALCULARMOS A
RESISTÊNCIA EQUIVALENTE
DO CIRCUITO PARALELO
USAREMOS A FÓRMULA
1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn
1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn

1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn

1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn
1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn

PARA DUAS
RESISTÊNCIAS EM PARALELO
USAREMOS A FÓRMULA

R1 x R2
Re =
R1 + R2
NOTA:

A RESISTÊNCIA EQUIVALENTE DE UM CIRCUITO


PARALELO É SEMPRE MENOR QUE A MENOR
RESISTÊNCIA DO CIRCUITO
RESUMO DE FÓRMULAS

CIRCUITO SÉRIE

Re= R1+ R2+ R3+... Rn

CIRCUITO PARALELO
1 1 1 1 1
= + + +...
Re R1 R2 R3 Rn
CIRCUITO MISTO
EXISTEM RESISTÊNCIAS, TANTO EM
SÉRIE COMO EM PARALELO.
R1 R2 R3

R6

R4

R7
R5
EXEMPLO DE RESITÊNCIA

EQUIVALENTE

DE UM CIRCUITO MISTO
R1 e R2 Estão em série

Re1= R1 + R2
R1 R2 R3

R6

R4

R7
R5
R1 e R2 Estão em série

Re1 = R1 + R2
Re1 R3

R6

R4

R7
R5
R3 e R4 Estão em série

Re2 = R3 + R4
Re1 R3

R6

R4

R7
R5
R3 e R4 Estão em série

Re2 = R3 + R4
Re1

R6

Re2

R7
R5
R6 e R7 Estão em série

Re3 = R6 + R7
Re1

R6

Re2

R7
R5
R6 e R7 Estão em série

Re3 = R6 + R7
Re1

R e3 Re2

R5
Re2 e Re3 Estão em paralelo
Re2 x Re3
Re4 =
Re2 + Re3
Re1

Re3 Re2

R5
Re2 e Re3 Estão em paralelo
Re2 x Re3
Re4 =
Re2 + Re3
Re1

Re4

R5
Re1 , Re4 e R 5 Estão em série

Re= Re1 + Re4 + R 5


Re1

Re4

R5
Re1 , Re4 e R 5 Estão em série

Re= Re1 + Re4 + R 5

Re
25W/25V
25W/25V

25W/25V

E= 75V

Calcular:
1. A corrente total do circuito
2. A tensão em cada lâmpada
RESOLUÇÃO

I1 = 25W/25V

I1 =1 A

R1 = 25/ 1

R1 = 25 Ohms
Re= R1 + R2 + R 3
25 Ohms

25 Ohms

25 Ohms
75 Ohms
25W/25V
25W/25V

25W/25V

E= 25V

Calcular:
1. A corrente total do circuito
2. A tensão em cada lâmpada
25W/25V
25W/25V
A
B

25W/25V

E= 25V

Calcular:
1. A corrente total do circuito
2. A tensão em cada lâmpada
Circuito em série
Circuito em série
+ -
1R

I
I
+
+

- R2

I I -
R3
Se um elemento for
retirado.os demais
Deixarão de funcionar
Características do circuito em série:
1. A corrente que circula é igual em todos os
elementos.
2. A resistência IT=
total I1
de=um
I2 =circuito
I3... em série é
a soma das resistências do circuito
3. A tensão
RT= no circuito em serie divide-se
R1+R2+R3+R4...
entre os diversos componentes
proporcionalmente á resistência interna de
cada resistor portanto:
ET = E1 + E2 + E3 +...
Características do circuito em série:

-
E1
+
R1

I +
+ I

E
R2
-
I I
-
R3
- E3 +
I
e
+ + TENSÃOTENSÃO
FONTE?
NA
RESISTOR?
NO
+ +
de (–) para
De(+)(+) para (-)
Aumento de Queda de
potencial potencial V
V

Fonte Resistor

- -
CORRENTE NO
CORRENTE
NA FONTE
RESISTOR?
Do potencial
- -
do potencial
mais alto para o
mais baixo
mais baixo
I para o mais
alto
Características do circuito em paralelo:
1. A corrente total divide-se entre os diversos
ramos do circuito.
IT= total
2. A resistência I1 + de
I2 +um
I3...
circuito em
paralelo é menor que a menor resistência
do circuito
1/RT= 1/R1 + 1/R2 + 1/R3 ...
3. A tensão no circuito em paralelo é a
mesma nos diversos ramos do circuito. .
ET = E1 = E2 = E3 ...
Fontes de tensão em série

A tensão resultante é determinada


somando-se as tensões das fontes de
polaridades opostas e subtraindo-se as de
polaridades iguais.
E1 E2 E3 E4

10v 6v 2v 1v
ET= E1+E2+E3+E4 ET19v

ET= 10+6v+2v+1v
Fontes de tensão em série

E1 E2 E3 E4
E1=10v E2=6v E3=2v E4=1v

10v 6v 2v ET=15v 1v

ET= 10 + 6v - 2v + 1v
ET= E1 + E2 - E3 + E4 ET = 15v

ET= 10 + 6v - 2v + 1v
CONCEITOS BÁSICOS
algumas definições :
Ramo - é um componente isolado tal qual
um resistor ou uma fonte. Este termo
também é usado para um grupo de
componentes sujeitos a uma mesma
corrente;
Malha - qualquer caminho condutor
fechado;
Nó - um ponto do circuito onde ocorre a
junção de três ou mais ramos;
Leis de kirchhoff para tensão(LKT)
A lei de kirchhoff para tensão(LKT) afirma que a
soma algébrica das variações de potencial em
uma malha fechada é nula.
A soma algébrica das quedas de tensão é zero.
A tensão aplicada a um circuito série é igual a
soma das quedas de tensão nos elementos em
série.
E1=10v
+
R1
-
I +
+ I

ET=17v
R2 E2=4v
-
I I
-
R3
- E3=3v +

ET – E1 - E2 – E3 = 0
17V – 10V - 4V – 3V = 0
Divisor de tensão
Pode-se encontrar a tensão sobre qualquer
resistor em função apenas da resistência(não
é preciso calcular a corrente).
R1=10Ω R2=20Ω R3=40Ω

E1 E2 E3

Et=100V
R1
R2
R3
E1=
E2=
E3= EtEt
Et
R1+R2+R3
R1+R2+R3
R1+R2+R3
ATIVIDADES

R1=100Ω R2=70Ω R3=30Ω

Et=100V
Lei de kirchhoff para corrente(LKC)
a lei de kirchhoff para corrente afirma que a
soma algébrica das correntes que entram e
saem de um nó é igual a zero.
A soma das correntes que entram em um nó
I2=2A
é igual, a soma das correntes LKC:
que saem
I1=6A deste mesmo nó. I1 + I2 + I3 = 0
eeeeee I1 - I2 - I3 = 0

I3=4A
Corrente no circuito paralelo
V1

I1
I1
IT I2 V2 I2 IT
a a

I3 V3 I3

ET
IT

IT = I1 + I2 + I3
Regra do divisor de corrente

No caso de dois elementos em paralelo com


resistências iguais, a corrente se distribui
entre os dois elementos em partes iguais.

I1
R1 I1= IT R2 .
Se os elementos tiverem resistências
R1 IT
+R2
IT
diferentes ,o elemento de menor resistência
será percorrido
R2 pela maior corrente. R1 .
I2= IT
IT
R1 +R2
I2
A razão entre os valores das correntes nos
dois ramos será inversamente proporcional a
04:16:25
razão entre as suas resistências.
ATIVIDADES

Calcular as correntes: I1 e I2,


no circuito abaixo.
APLICAÇÃO DAS LEIS

será exemplificado como as Leis de Kirchhoff,


podem facilitar a descoberta das tensões,
correntes e resistências desconhecidas.
I2=?A
I1=2A

I1-I2+I3-I4=0
I4=3A I3=3A

I1=2A I4=2A
I3=2A

I5=2A
I2=3A
MAGNETISMO
ÓXIDO DE FERRO

ENCONTRADO NA CIDADE DE MAGNÉSIA

• ATRAÍA MATERIAIS FERROSOS

• SE ORIENTAVA PARA O NORTE


MAGNETISMO

PROPRIEDADE DE ATRAIR
PARTÍCULAS DE MATERIAIS
FERROSOS
A ATRAÇÃO É MAIS FORTE NOS PÓLOS

COMO ELES SE ORIENTAM NO SENTIDO


NORTE E SUL, CHAMAMOS

PÓLO NORTE
E
PÓLO SUL
PÓLO NORTE N

PÓLO SUL
OS ÍMÃS SÃO CONSTRUÍDOS EM
VÁRIAS FORMAS
S
N

N S

N S

N S
A PROPRIEDADE DE ATRAÇÃO É
MAIOR NAS EXTREMIDADES.

N S
AÇÃO MÚTUA ENTRE DOIS ÍMÃS

S N N S
AÇÃO MÚTUA ENTRE DOIS ÍMÃS

S N N S

PÓLOS DE MESMO NOME SE REPELEM


AÇÃO MÚTUA ENTRE DOIS ÍMÃS

S N N S

PÓLOS DE MESMO NOME SE REPELEM

N S N S

PÓLOS DE NOMES DIFERENTE SE ATRAEM


ESPECTRO MAGNÉTICO

PODE SER OBSERVADO


COLOCANDO LIMALHAS DE FERRO
SOBRE UM PLÁSTICO
QUE ESTEJA SOBRE UM ÍMÃ,
S

N
S

N
LINHAS DE FORÇA

SAEM DO PÓLO
NORTE E
N ENTRAM NO
PÓLO SUL
O ESPAÇO OCUPADO PELAS LINHAS DE
FORÇA É CHAMADO:

CAMPO MAGNÉTICO
UMA BARRA DE FERRO SEM MAGNETIZAÇÃO
PODE SER CONSIDERADA COMO TENDO UM
GRANDE NÚMERO DE PEQUENOS ÍMÃS
DISPOSTOS DE MANEIRA DESORDENADA
QUANDO MAGNETIZAMOS ESTA BARRA, OS
PEQUENOS ÍMÃS SE ALINHAM, POLARIZANDO
O MATERIAL
QUANDO MAGNETIZAMOS ESTA BARRA, OS
PEQUENOS ÍMÃS SE ALINHAM, POLARIZANDO
O MATERIAL
PILHA PILHA
1,5 V 1,5 V
PILHA
1,5 V
PILHA
1,5 V
QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA PERCORRE
UM CONDUTOR, ELA CRIA EM TORNO DESTE UM
CAMPO MAGNÉTICO
LINHAS DE FORÇA

PILHA
1,5 V
PILHA
1,5 V
QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA PERCORRE
UM CONDUTOR, ELA CRIA EM TORNO DESTE UM
CAMPO MAGNÉTICO
UMA BÚSSOLA

COLOCADA PRÓXIMO
A UM CONDUTOR

PERCORRIDO POR CORRENTE


A
A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


A

O CONDUTOR ATRAI A AGULHA DA BÚSSOLA.


I

O SENTIDO DO CAMPO MAGNÉTICO


DEPENDE DO
SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA
I

O SENTIDO DO CAMPO MAGNÉTICO


DEPENDE DO
SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA
COMO AUMENTAR O

CAMPO MAGNÉTICO

DE UMA BOBINA
COLOCANDO UM NÚCLEO DE FERRO NO
INTERIOR DA BOBINA

O NÚCLEO DE FERRO CONCENTRA AS


LINHAS DE FORÇA DO CAMPO MAGNÉTICO
AUMENTANDO A CORRENTE ELÉTRICA

A
AUMENTANDO O NÚMERO DE ESPIRAS
DA BOBINA

600 Espiras
AUMENTA O CAMPO MAGNÉTICO

1.200 Espiras
POLARIDADE

DO CAMPO

MAGNÉTICO
SENTIDO DAS LINHAS DE FORÇAS

S
INVERTENDO O SENTIDO DA CORRENTE

N
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O ELETROÍMÃ SÓ AGE COMO ÍMÃ SE
PERCORRIDO POR UMA
CORRENTE ELÉTRICA
O MESMO CAMPO MAGNÉTICO DE UM ÍMÃ
POSSANTE PODEMOS CONSEGUIR COM
UM PEQUENO ELETROÍMÃ
TRANSFORMADORES
SÃO EQUIPAMENTOS MUITO
IMPORTANTES NA TRANSMISSÃO DA
ENERGIA ELÉTRICA

COM ELES, PODEMOS TRANSPORTAR A


MESMA POTÊNCIA COM UMA CORRENTE
MAIS BAIXA, DIMINUINDO AS PERDAS
PODEMOS AINDA ABAIXAR A TENSÃO
PARA VALORES MAIS SEGUROS PARA QUE
POSSA SER UTILIZADA

COM ELES, PODEMOS TRANSPORTAR A


MESMA POTÊNCIA COM UMA CORRENTE
MENOR, DIMINUINDO AS PERDAS
OS TRANSFORMADORES SÓ
FUNCIONAM COM
CORRENTE ALTERNADA

NOS TRANSFORMADORES
OBSERVAMOS CONDUTORES
DE ENTRADA E DE SAÍDA
OS CONDUTORES DE ENTRADA : PRIMÁRIO

OS CONDUTORES DE SAÍDA : SECUNDÁRIO


OS TRANSFORMADORES

VARIAM OS VALORES

DA TENSÃO E/OU DA CORRENTE

ELÉTRICA EM UM CIRCUITO C.A.


ELEVAR A TENSÃO

ABAIXAR A CORRENTE
10 A 5A

110 V TRANSFORMADOR 220 V

PRIMÁRIO SECUNDÁRIO
ABAIXAR A TENSÃO

ELEVAR A CORRENTE
5A 10 A

220 V TRANSFORMADOR 110 V

PRIMÁRIO SECUNDÁRIO
TRANSFORMADOR

MONOFÁSICO
OS TRANSFORMADORES
MONOFÁSICOS POSSUEM

• UM NÚCLEO DE FERRO LAMINADO

• ENROLAMENTOS :
•PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO

• ISOLAMENTO ENTRE OS ENROLAMENTOS


E NÚCLEO
Enrolamento Núcleo Enrolamento
Primário Secundário

Isolamento
Prim. Sec.

ALIMENTANDO A BOBINA PRIMÁRIA COM C.A.,


PRODUZ UM CAMPO MAGNÉTICO ALTERNADO
AS LINHAS DE FORÇA SÃO CONDUZIDAS PELO
NÚCLEO
QUE SUBMETE A BOBINA SECUNDÁRIA A AÇÃO
DESTE CAMPO
Prim. Sec.

O CAMPO MAGNÉTICO VARIÁVEL


INDUZ UMA CORRENTE ELÉTRICA
NA BOBINA SECUNDÁRIA
ELEVADOR DE TENSÃO

MAIS ESPIRAS NO SECUNDÁRIO


QUE NO PRIMÁRIO

PRIMÁRIO SECUNDÁRIO

V1 = 50 V V2 = 100 V

600 Esp 1.200 Esp


ABAIXADOR DE TENSÃO

MAIS ESPIRAS NO PRIMÁRIO


QUE NO SECUNDÁRIO

PRIMÁRIO SECUNDÁRIO

V1 = 100 V V2 = 50 V

1.200 Esp 600 Esp


ISOLADOR DE TENSÃO

ESPIRAS IGUAIS: NO PRIMÁRIO


E NO SECUNDÁRIO

PRIMÁRIO SECUNDÁRIO

V1 = 100 V V2 = 100 V

1.200 Esp 1.200 Esp


RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO – r

V1 N1 I2
r= = =
V2 N2 I1
VERIFICAMOS
VERIFICAMOS

V1 V 1 N 1 N
V1 = 1
V1 V 2 N 2
V2 N1
V1 V2 N 2 N1
V2 NN
V2 N1 2 1
N N2
N1 N1 1
N2
N2 N2
VERIFICAMOS

V1 N1
=
V2 N2
V1 = Tensão primária

V2 = Tensão secundária

N1 = Número de espiras do primário


N2 = Número de espiras do secundário
EXEMPLO

UM TRAFO COM:

550 Espiras no primário V1 N1


=
1.100 Espiras no secundário V2 N2
Tensão no secundário – 110V

Tensão no primário – ?
V1 N1
=
V2 NV21 N1
=
V2 N2V N1
1
550 Espiras no primário =
V2 N2
1.100 Espiras no secundário
Tensão no secundário – 110V

Tensão no primário – ? V1
V1 N1 V1 550
= 110
=
1.100
V2 N2 550
V1

550 110
550 550 1.100
V1
1.100
110 N1
550 Espiras no primário
1.100 1.100 1.100 V1
110 N2
1.100 Espiras no secundário
Tensão no secundário – 110V V2 V1

Tensão no primário – V1
V1 N1 V1 550
= V1 110
=
1.100
V2 N2 110 550
550

V1 1.100
V1 1.100 550
V1 V
x 1 1.100 1.100
= 110 x 550

V1 x 1.100 = 60.500

60.500
V1 =
1.100

V1 = 55
Tensão do primário = 55 V
TRANSFORMADOR TRIFÁSICO

COM TRÊS TRAFOS MONOFÁSICOS

CONSTRUIMOS UM TRAFO TRIFÁSICO


OBSERVEM AS LIGAÇÕES

H1 L1

L2
H2

L3
H3
JUNTANDO OS TRÊS

H1 L1

L2
H2

L3
H3
JUNTANDO OS TRÊS
TEMOS UM TRANSFORMADOR TRIFÁSICO

L1
H1

L2
H2

L3
H3
NA DISTRIBUIÇÃO SÃO LIGADOS

H1 L1
PRIMÁRIO
H2
TRIÂNGULO L2

SECUNDÁRIO H3
L3
ESTRELA
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL (TP)

FUNÇÃO

REDUZIR A TENSÃO A VALORES


CONVENIENTES PARA:

• MEDIÇÃO
• PROTEÇÃO
LIGAÇÃO
TP

E = 115 V RTP = 120


PARALELO COM
O CIRCUITO 115

v
A LEITURA DO VOLTÍMETRO
DEVERÁ SER MULTIPLICADA
PELA RELAÇÃO DO TP (RTP)

E = 115 V RTP = 120

E= 115 V RTP = 120


E = 115 V RTP = 120
PRIMÁRIO

SECUNDÁRIO
E = 115 X 120 13.800 V

LIGAÇÃO
TP

E = 115 V RTP = 120


PARALELO COM
O CIRCUITO 115

v
TRANSFORMADOR DE CORRENTE (TC)

FUNÇÃO
REDUZIR A CORRENTE A VALORES
CONVENIENTES PARA

• MEDIÇÃO
• PROTEÇÃO
EXEMPLO DE TC

ALICATE VOLT-AMPERÍMETRO

• O PRIMÁRIO É O PRÓPRIO
CONDUTOR

• O SECUNDÁRIO ESTÁ ENROLADO EM


TORNO DA GARRA
LIGAÇÃO TC
SÉRIE COM RTC = 40
I=5A
O CONDUTOR
5.0

A
O SECUNDÁRIO DO TC
SEMPRE DEVERÁ
ESTAR CURTO-CIRCUITADO
A LEITURA DO AMPERÍMETRO
DEVERÁ SER MULTIPLICADA
PELA RELAÇÃO DO TC (RTC)

I=5A RTC = 40
I = 5 A RTC = 40
I = 200 A RTC = 40
PRIMÁRIO

SECUNDÁRIO
PRIMÁRIO

SECUNDÁRIO
CORRENTES TRIFÁSICAS
A CORRENTE ALTERNADA É
GERADA EM GRANDE ESCALA
A BAIXO CUSTO

OS GERADORES USADOS SÃO


TRIFÁSICOS

POSSUEM TRÊS GRUPOS DE


BOBINAS
A ENERGIA É GERADA ATRAVÉS
DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

A CADA GRUPO DE BOBINA


CHAMAMOS DE FASE

DEVIDO A SUA DISPOSIÇÃO


FÍSICA CADA GRUPO DE BOBINA
GERA ENERGIA ELÉTRICA EM
MOMENTOS DISTINTOS
PROVOCANDO UM DEFASAMENTO
ENTRE AS TENSÕES

A VA
A
B VB
B
VC
C C
INTERLIGANDO UMA DAS EXTREMIDADES DE
CADA GRUPO DE BOBINA, ENTRE SI,
OBTEREMOS O CONDUTOR NEUTRO

Neutro
L1

L2

L3
AS EXTREMIDADES RESTANTES FORMAM
AS FASES

Neutro
L1
Fase L1

L2
Fase L2

L3 Fase L3
N
L1
L2
L3

U1N = 127 V
127

v
N
L1
L2
L3

V1N = 127 V

U2N = 127 V 127

v
N
L1
L2
L3

U1N = 127 V

U2N = 127 V 127

U3N = 127 V
v
N
L1
L2
L3

U1N = 127 V UAB = 220 V

U2N = 127 V 220

U3N = 127 V
v
N
L1
L2
L3

U1N = 127 V U1e 2 = 220 V

U2N = 127 V 220 U1e 2 = 220 V

U3N = 127 V
v
N
L1
L2
L3

U1N = 127 V U1e 2 = 220 V

U2N = 127 V 220 U1e 3 = 220 V

U3N = 127 V
v U2e 3 = 220 V
ENTRE FASE E NEUTRO (Vfn)

TENSÃO SIMPLES

ENTRE FASE E FASE (Vff)

TENSÃO COMPOSTA
A TENSÃO COMPOSTA É 1,732
VEZES MAIOR QUE A TENSÃO SIMPLES

Uff = 1,73 x Ufn


Uff

Uff 1,73 Ufn


Ufn =
1,73
CIRCUITO ESTRELA
L1 QUANDO AS

L2 CARGAS

L3 ESTÃO LIGADAS

N ENTRE FASE E
CIRCUITO ESTRELA

EQUILIBRADO
1.0 R1

A A
1.0 R2

B A
1.0 R3 R1= R2= R3

C A
0.0

N A
COM TRÊS CARGAS IGUAIS EM UM
CIRCUITO ESTRELA, NÃO CIRCULA
CORRENTE NO CONDUTOR NEUTRO

ASSIM PODEMOS ELIMINAR O


CONDUTOR NEUTRO
SEM PREJUÍZO PARA AS CARGAS
CIRCUITO ESTRELA
DESEQUILIBRADO
3.0 R1

A A
2.0 R2

B A
1.0 R3 R1= R2= R3

C A
1,73 A
1.73
N A
NO CONDUTOR NEUTRO HÁ UMA
CORRENTE QUANDO AS CARGAS
SÃO DIFERENTES

NÃO PODEMOS RETIRAR O NEUTRO

•A FASE MENOS CARREGADA SOFRERÁ UMA


SOBRETENSÃO

•A FASE MAIS CARREGADA SOFRERÁ UMA


SUBTENSÃO
R1
Subtensão
A
R2

B R1= R2= R3

R3
Sobretensão
C
NOS SISTEMAS ELÉTRICOS USAMOS
O ATERRAMENTO
DO CONDUTOR NEUTRO

NO CASO DE INTERRUPÇÃO DO
NEUTRO, ESTE GARANTE O
RETORNO DA CORRENTE PARA
A TERRA
CIRCUITO TRIÂNGULO
(DELTA)
L1 AS CARGAS
ESTÃO LIGADAS
L2
ENTRE FASES

L3 EM UM CIRCUITO
TRIFÁSICO
L1

L2

L3
POTÊNCIA EM
CORRENTE ALTERNADA
EM CORRENTE CONTÍNUA VIMOS
QUE POTÊNCIA EM
WATTS É O PRODUTO
DA CORRENTE PELA TENSÃO

P=ExI

EM CORRENTE ALTERNADA NÃO


PODEMOS DIZER A MESMA COISA
EM CORRENTE ALTERNADA
ENCONTRAMOS
TRÊS TIPOS DE POTÊNCIA

•POTÊNCIA APARENTE

•POTÊNCIA ATIVA

•POTÊNCIA REATIVA
A POTÊNCIA APARENTE É A
ABSORVIDA DA REDE.

PODE SER MEDIDA POR UM


VOLTÍMETRO E UM AMPERÍMETRO

PAp = E x I

SUA UNIDADE É O
VOLT – AMPÈRE (VA) 1 kVA = 1.000 VA
A POTÊNCIA ATIVA É A
UTILIZADA PELAS CARGAS

PODE SER OBTIDA ATRAVÉS DA


FÓRMULA

PAt = R x I2

SUA UNIDADE É
O WATT (W) 1 kW = 1.000 W
•POTÊNCIA REATIVA

POTÊNCIA REATIVA É USADA PARA


MANUTENÇÃO DOS FLUXOS MAGNÉTICOS
NAS MÁQUINAS ELÉTRICAS
A POTÊNCIA REATIVA É TROCADA

COM A REDE, NÃO SENDO CONSUMIDA


•POTÊNCIA REATIVA

SEMELHANTE À POTÊNCIA ATIVA, MULTIPLICA-


SE
A POTÊNCIA APARENTE POR UM FATOR ( sen )
QUE NOS RESULTARÁ NA POTÊNCIA NÃO
CONSUMIDA
Pr = PAp x sen  OU

Pr = V x I x sen 

UNIDADE = VOLT- AMPÈRE-REATIVO (VAr)


FATOR DE POTÊNCIA

É A RELAÇÃO ENTRE A PAt E A PAp

PAt
FP =
PAp
FATOR DE POTÊNCIA

REPRESENTA O QUANTO DA POTÊNCIA


TOTAL É TRANSFORMADA EM TRABALHO

FP MÍNIMO = 0,92 OU 92 %
FATOR DE POTÊNCIA

É REPRESENTADO PELO cos 


PORTANTO:

PAt = PAp x cos 

OU

PAt = E x I x cos 
O FATOR DE POTÊNCIA PODE VARIAR
DE 0 A 1 OU DE 0 A 100 %

FP = 1 OU 100%

POTÊNCIA ATIVA = POTÊNCIA APARENTE


FP = 0

O CIRCUITO ESTÁ ABSORVENDO

APENAS POTÊNCIA REATIVA QUE É

IGUAL A POTÊNCIA TOTAL


BAIXO FATOR DE POTÊNCIA SIGNIFICA
TRANSFORMAR SOMENTE PARTE DA
POTÊNCIA TOTAL ABSORVIDA EM
TRABALHO, OU SEJA, FORÇA, CALOR OU
LUZ
BAIXO FATOR DE POTÊNCIA

•A INSTALAÇÃO TRABALHA SOBRECARREGADA

•HÁ QUEDA DE TENSÃO E PERDAS ÔHMICAS


NOS ALIMENTADORES

•PAGA-SE UM AJUSTE À COMPANHIA


FORNECEDORA DE ENERGIA
ALTO FATOR DE POTÊNCIA

•ELIMINAÇÃO DO AJUSTE

•REDUÇÃO DAS PERDAS ÔHMICAS

•MELHORIA DO NÍVEL DE REGULAÇÃO DA


TENSÃO
•POSSIBILIDADE DE ALIMENTAÇÃO DE NOVAS
MÁQUINAS NA MESMA INSTALAÇÃO

•MELHOR APROVEITAMENTO DA ENERGIA


POTÊNCIA

DE UM

CAPACITOR
UM CAPACITOR TEM A

PROPRIEDADE DE

ARMAZENAR ENERGIA
CONSTITUIÇÃO DE UM CAPACITOR

Dielétrico Placas
( Isolante) metálicas
O TAMANHO DAS PLACAS E

DO DIELÉTRICO

INFLUENCIA NESTA

CAPACIDADE
SÍMBOLO

UNIDADE - FARAD (F)


OBSERVEM O EFEITO DE UM

CAPACITOR EM

UM CIRCUITO ELÉTRICO
40
2,0
A W
10
0
V
1200
Espiras

PAp = E x I = 100 x 2 = 200 VA

PAt = 40 W
2A 40 W
A
W
CAP
f
100 V
V

1200
Espiras

PAp = E x I = 100 x 2
= 200 VA

PAt = 40 W
0,5 A 40 W
A
W
CAP
f
100 V
V

1200
Espiras

PAp = E x I = 100 x 0,5 = 50 VA

PAt = 40 W
1a EXPERIÊNCIA 2a EXPERIÊNCIA

PAp = 200 VA PAp = 50 VA

PAt = 40 W PAt = 40 W

COLOCANDO UM CAPACITOR EM PARALELO


COM A BOBINA, A POTÊNCIA ATIVA SE
MANTÊM E A POTÊNCIA APARENTE DIMINUI
O CAPACITOR ATUA EM SENTIDO
CONTRÁRIO
À BOBINA

BOBINA POSSUI POTÊNCIA REATIVA INDUTIVA

CAPACITOR POSSUI POTÊNCIA REATIVA


CAPACITIVA

Bobina Capacitor
O CAPACITOR MELHORA O

FATOR DE

POTÊNCIA DAS INSTALAÇÕES


VAr
Cap.

VAr
Ind.

W
VAr
Ind.
W
RESUMINDO

O CAPACITOR DIMINUI A POTÊNCIA


REATIVA CONSERVANDO A POTÊNCIA
ATIVA

COM ISSO DIMINUI A POTÊNCIA TOTAL


(Aparente)

MINIMIZANDO ASSIM AS PERDAS NO SISTEMA


Autotransformadores

 Definição
 É um dispositivo capaz de variar os valores de
tensão ou corrente elétrica em um circuito CA.
Funcionamento

 Uma parte da energia é transferida


condutivamente para o secundário, enquanto a
parte restante é transferida por efeito de
transformação (indução).
Constituição

 É constituido basicamente de:


 Núcleo de ferrossilício,
 Uma bobina com derivação.
Simbologia

H1
N1 E1
X1

N2 E2
H0, X0
RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO

 r = Vp/ Vs = Np/ Ns = Is/ Ip.

 r< 1
 r >1
Potência dos AutoTransformadores

 P = W , para pequenas potências;


 P = VA, para médias potências;
 P = KVA, para potências elevadas.
Potência em Autotransformadores

 Vs * Is = Vp * Ip
 Logo:
 Pp = Ps
Cálculo da corrente de um Autotrafo.

 Primário
 Ip = P / (E * 1,732)
 Secundário
 Is = P / (E * 1,732)
Vantagens do Autotrafo.

 Corrente de excitação menor,


 Melhor regulação,
 Menor custo,
 Maior rendimento,
 Menor dimensão.
Autotrafo. trifásico

H1 H2 H3

X1 X2 X3

H0
X0