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7º GRUPO

DESENVOLVIMENTO FÍSICO

Integrantes do grupo:
i. António Generoso
ii. Caminho H. Candrinho
iii. Graciela Caetano
iv. Leonarda Trigo
v. Neusa da Fatima
vi. Miguel Albino
INTRODUÇÃO
O campo do desenvolvimento humano concentra-se no
estudo científico dos processos sistemáticos de mudança e
estabilidade que ocorrem nas pessoas. Quanto tempo o
individuo pode viver? Por que o individuo tem de
envelhecer? Você gostaria de viver para sempre? Essas são
algumas das perguntas que os cientistas do
desenvolvimento procuram responder. O presente trabalho
da cadeira de PDAI, ira sustentar acerca do
desenvolvimento Físico na terceira idade.
CONT.
Objectivos
Geral
 Estudar o desenvolvimento físico da terceira idade.
Específicos
 Compreender o desenvolvimento físico;
 Analisar as características, factores e as mudanças
físicas envolvidas no desenvolvimento físico;
 Explicar o desenvolvimento físico a nível da
longevidade e envelhecimento.
DESENVOLVIMENTO FÍSICO

Longevidade e envelhecimento

Quanto tempo o individuo pode viver? Por que o individuo tem de

envelhecer? Você gostaria de viver para sempre?

Há milhares de anos os seres humanos fazem essas perguntas. A

primeira questão envolve diversos conceitos relacionados.

Expectativa de vida é a idade máxima que uma pessoa nascida

em um determinado período e lugar provavelmente viverá,

considerando- se a idade actual e a saúde dessa pessoa.


CONT.

A expectativa de vida baseia-se na média de longevidade,

ou quanto tempo vivem os membros de uma população.

O tempo de vida humana é o período mais longo que os

membros de nossa espécie podem viver. O tempo de vida

mais longo documentado até hoje é o de Jeanne Clement,

uma francesa que morreu aos 122 anos de idade.


CONT.

A segunda questão expressa um tema da idade avançada:


um desejo ardente por uma fonte ou poção da juventude.
Por trás desse anseio há o medo, não tanto da idade
cronológica, mas do envelhecimento biológico: perda da
saúde e das energias físicas. A terceira questão expressa
uma preocupação não apenas com a longevidade, mas
também com a qualidade de vida.
TENDÊNCIAS E FACTORES NA EXPECTATIVA
DE VIDA

O envelhecimento da população reflecte um rápido


crescimento na expectativa de vida. No entanto, alguns
gerontologistas prevêem que, na falta de maiores mudanças
de estilo de vida, a expectativa de vida pode estagnar a sua
tendência crescente e até mesmo declinar nas próximas
décadas, já que doenças infecciosas e relacionadas à
obesidade compensam os ganhos obtidos com os avanços
da medicina (OLSHANSKY I., 2005 & PRESTON, 2005).
POR QUE AS PESSOAS ENVELHECEM

A senescência é um período marcado por declínios no

funcionamento físico associados ao envelhecimento, e o

seu declínio vária de pessoa para pessoa.

A maior parte das teorias sobre envelhecimento biológico

pertence a duas categorias, teorias de programação

genética e teorias de taxas variáveis:


CONT.

Teorias de programação genética: sustentam que o corpo da

pessoa envelhece de acordo com o relógio evolutivo normal

inato dos genes.

O envelhecimento resulta da senescência programada:

“desligamento” de genes específicos antes que as perdas

relativas à idade (por exemplo, na visão, audição e controle

motor) tornem-se evidentes.


CONT.

Teorias de taxas variáveis: algumas vezes chamadas de


teorias dos erros, consideram o envelhecer como resultado
de processos, que variam de pessoa para pessoa e
envolvem danos resultantes de erros aleatórios, ou
agressões ambientais, nos sistemas biológicos. Uma dessas
teorias, a teoria do desgaste, afirma que o corpo envelhece
como resultado do acúmulo de danos ao sistema no nível
molecular (HAYFLICK, 2004 & HOLLIDAY, 2004).
POR QUANTO TEMPO A VIDA PODE SER
PROLONGADA?

A ideia de que as pessoas podem controlar o tempo e a qualidade

de suas vidas nos remete a Luigi Cornaro, um nobre do século

XVI da Itália renascentista (HABER, 2004). Cornaro praticava a

moderação em todas as coisas e viveu até os 98 anos, perto do

que os cientistas já consideravam o limite máximo para um

tempo de vida humano.


CONT.

Hoje em dia, esse limite já foi ultrapassado por um número


cada vez maior de centenários – pessoas que passaram dos
100. É possível que os seres humanos vivam mais tempo do
que isso.

LEONARD Hayflick (1974) descobriu que células humanas


se dividem no laboratório não mais do que 50 vezes.
CONT.

Conforme sugerido por HAYFLICK (1981), as

células passam pelo mesmo processo tanto no corpo

quanto na cultura de laboratório, deve haver um

limite biológico de tempo de vida para as células

humanas e, portanto, de vida humana, um limite

que Hayflick estimou em 110 anos.


CONT.

Na Suécia, por exemplo, o tempo máximo de vida


aumentou de aproximadamente 101 anos em 1860 para 108
anos em 1990, em razão, sobretudo, da redução de mortes
após os 70 anos (WILMOTH et al., 2000).

As pessoas com 110 anos não têm maior probabilidade de


morrer em determinado ano do que aquelas com 80
(VAUPEL et al., 1998).
MUDANÇAS FÍSICAS

Algumas mudanças físicas costumam estar associadas ao

envelhecimento, sendo óbvias para um observador casual,

embora afectem mais algumas pessoas do que outras. A

pele mais velha tende a se tornar mais pálida e menos

elástica; e assim como a gordura e os músculos encolhem,

a pele fica enrugada. São comuns varizes nas pernas.


CONT.

O cabelo fica mais fino, grisalho e depois branco, e os

pelos do corpo tornam-se mais ralos. Adultos mais velhos

diminuem um pouco de tamanho em razão do atrofiamento

dos discos entre as vértebras da espinha.


MUDANÇAS ORGÂNICAS E SISTÉMICAS

Mudanças no funcionamento sistémico e orgânico são


altamente variáveis entre os indivíduos. Alguns organismos
declinam rapidamente, outros quase não.

O envelhecimento, e mais o estrese crónico, pode


enfraquecer a função imunológica, fazendo as pessoas mais
idosas ficarem mais susceptíveis a infecções respiratórias e
com menor probabilidade de se recuperarem (KOIVULA;
STEN & MAKELA, 1999).
CONT.

O ritmo do coração tende a se tornar mais lento e mais

irregular. Depósitos de gordura acumulada em torno do

coração podem interferir no seu funcionamento e a pressão

arterial muitas vezes sobe.

Ainda assim, muitos adultos mais velhos dificilmente

notam mudanças no funcionamento orgânico.


O ENVELHECIMENTO DO CÉREBRO

Normalmente, as mudanças que ocorrem com o

envelhecimento do cérebro de pessoas saudáveis são subtis

e fazem pouca diferença em seu funcionamento, variando

consideravelmente de uma pessoa para outra, de uma

região do cérebro para outra, e de um tipo de tarefa para

outro.
CONT.

Alguns pesquisadores sugeriram que a contínua

flexibilidade e plasticidade do cérebro é responsável pelo

fato de que, embora a velocidade de processamento, a

memória e a inibição entrem em declínio com a idade

avançada, na verdade existem incrementos na actividade

pré-frontal (PARK & REUTER-Lorenz, 2009).


CONT.

Na vida adulta tardia, o cérebro aos poucos diminui de

volume e de peso, especialmente no córtex pré-frontal, que

controla as funções executivas (PARK & GUTCHESS,

2006 in cit VON Hippel, 2007). Esse encolhimento gradual

antes foi atribuído à perda de neurónios (células nervosas).


CONT.

No entanto, a maioria dos pesquisadores agora concorda

em que – excepto em certas áreas específicas do cérebro,

como o cerebelo, que coordena a actividade sensorial e

motora – a perda neuronal não é substancial e não afecta a

cognição (BURKE & BARNES, 2006 in cit FINCH &

ZELINSKI, 2005).
CONCLUSÃO

Portanto expectativa de vida é a idade máxima que uma pessoa

nascida em um determinado período e lugar provavelmente

viverá, considerando- se a idade actual e a saúde dessa pessoa. A

expectativa de vida baseia-se na média de longevidade, ou

quanto tempo vivem os membros de uma população. O tempo de

vida humana é o período mais longo que os membros de nossa

espécie podem viver.


REFERENCIAS

DIANE E. PAPALIA & RUTH Duskin Feldman.

Desenvolvimento Humano. 12ª ed., 2013.

Diane E. Papalia, Sally Wendkos Olds e Ruth Duskin

Feldman,

WILMOTH, J. R., et all. Increase of maximum lifespan in

Sweden, Science. 2000.


M2

Obrigado pela atenção dispensada

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