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FONTES DE EMISSÃO E

MEIO DE TRANSPORTE
AMBIENTAL
Fontes de Emissão e Dispersão
 Nossos três recursos naturais básicos
(solo, ar e água) sempre foram
capazes de diluir a concentrações
aceitáveis de todas as substâncias
neles lançados por processos naturais
normais. Contudo, as emissões
antropogênicas começam a ameaçar
nosso planeta pelo esgotamento
desta capacidade de autodepuração.
Fontes de Emissão e Dispersão
• Atmosférica;

• Aquática;

• Terrestre;
Atmosfera
 A atmosfera absorve uma
variedade de sólidos, gases
e líquidos provenientes de
fontes naturais e
industriais, que podem se
dispersar, reagir entre si ou
com outras substâncias já
presentes na atmosfera.
Atmosfera
 Os poluentes lançados na atmosfera sofrem
o efeito de processos complexos, que
determinam a concentração do poluente no
tempo e no espaço. Assim, a mesma
emissão, sob as mesmas condições de
lançamento no ar, pode produzir
concentrações diferentes no mesmo lugar,
dependendo das condições meteorológicas
presentes (velocidade e direção dos ventos,
umidade do ar, regime de chuvas, etc).
Atmosfera
 A topografia da região também exerce papel
importante no comportamento dos
poluentes. Fundos de vale são locais
propícios para o aprisionamento dos
poluentes, principalmente quando da
ocorrência de inversões térmicas.
 As chuvas influenciam a qualidade do ar de
maneira acentuada sendo um importante
agente de auto-depuração.
Atmosfera
 As fontes de emissão de poluentes podem
ser as mais variadas possíveis. Pode-se
considerar dois tipos básicos de fontes
poluição:
 ESPECÍFICAS são FIXAS em determinado
território, ocupam na comunidade área
relativamente limitada e permitem uma
avaliação individual. As indústrias são exemplos
de fontes específicas de poluição.
 MÚLTIPLAS podem ser FIXAS ou MÓVEIS,
geralmente se dispersam pela comunidade,
oferecendo grande dificuldade de serem
avaliadas uma a uma. Um exemplo de fonte
múltipla são os veículos automotores.
Atmosfera
 Principais poluentes atmosféricos
provenientes de fontes industriais:
 SO2 ou Dióxido de enxofre (anidrido sulfuroso):
 Poluente mais característico dos aglomerados
industriais. É proveniente essencialmente da combustão
dos fluidos-óleos e do carvão; quando queimados, estes
combustíveis liberam o enxofre contido que se combina
com o oxigênio do ar na forma de SO2. z
Atmosfera
 NOx ou Óxidos de nitrogênio:
 Gás emitido principalmente por motores de veículos
automobilísticos, as instalações de combustão e nas
fábricas de ácido nítrico.
 Poeiras ou Fumaças negras:
 Partículas sólidas em suspensão no ar proveniente da
combustão ou de certos processos industriais (cimentos,
adubos, etc.). Na zona urbana, a circulação de
automóveis representa um emissor importante de
poeiras. Os veículos dieseis respondem pela emissão de
fumaça negra.
Atmosfera
 HC ou Hidrocarbonetos:
 A combustão incompleta dos carburetos dos
motores dos veículos é a origem de emissões
de vapores de hidrocarbonetos. A estocagem
de petróleo também representa uma fonte de
emissão de hidrocarbonetos.
 CO ou Monóxido de carbono:
É proveniente essencialmente do
funcionamento de veículos motores à
explosão.
Atmosfera
 HCL ou Ácido clorídrico:
 Resulta da combustão por parte das usinas de
incineração de materiais plásticos contidos nos dejetos
domiciliares (PVC).
 Pb ou Chumbo:
 Metal tóxico emitido principalmente pela circulação de
automóveis: o chumbo entra em ação na composição de
um aditivo para a gasolina.
 F ou Flúor:
 Emitido essencialmente pela indústria de alumínio, mas
também durante a fabricação de adubos, vidro e da
combustão de carvão.
Atmosfera
 Outras fontes:
 Incineração do lixo;
 Perdas, por evaporação, em serviços
petroquímicos;
 Queima de combustíveis para aquecimento
de edificações;
 Queima da vegetação;
 Consumo de cigarro.
Danos:
 Danos para a saúde humana: contribuindo
para a maior incidência de doenças
respiratórias, irritação nos olhos e pulmões,
podendo causar até a morte;
 Redução da visibilidade, devido à presença
de partículas de materiais na atmosfera;
Danos:
 Danos aos vegetais, causando a
descoloração de folhas e flores, queda
de folhas falhas na floração e produção
de frutos, malformação e até mesmo a
morte de plantas.
 Danos aos
animais,
podendo
causar até a
morte;
Danos:
• Prejuízos aos materiais,
tais como: corrosão do
ferro, aço e mármore;
deterioração da
borracha, de produtos
sintéticos e tecidos;
sujeira de roupas,
prédios e
monumentos;
Água
Água
 Lançamento de esgotos domésticos ou
industriais em coleções superficiais de água;
 Infiltração de esgoto no solo, até alcançar a
água subterrânea;
 Carreamento de produtos químicos, de
resíduos sólidos;
 Precipitação de poluentes atmosféricos;
 Lançamento e infiltração de águas
 pluviais, as quais, muitas vezes,
 carreiam esgoto ou lixo.
Água
 A água é poluída por um grande ramo de
produtos, podendo ser dividida pelas suas
características:
 A Poluição pontual, onde o foco de poluição
facilmente identificável como emissora de
poluentes, como no caso de águas residuais,
industriais, mistos ou de minas.
 Como poluição difusa, onde não existe
propriamente um foco definido de poluição,
sendo a origem difusa, tal como acontece nas
drenagens agrícolas, águas pluviais e
escorrimento de lixeiras.
Água
 Os contaminantes, pode ser
classificados como:

 Agentes Físicos;

 Agentes Químicos;

 Agentes Biológicos;
Água
 Agentes Físicos:

 Orgânicos (biodegradáveis ou
persistentes): Proteínas, gorduras,
hidratos de carbono, ceras,
solventes, entre outros.

 Inorgânicos: Ácidos, alcoóis, tóxicos,


sais solúveis ou inertes.
Água
 Agentes Químicos:

 Radioatividade;

 Calor;

 Modificação do sistema terrestre,


através de movimentação de terras
ou similares.
Água
 Agentes Biológicos:
 As coliformes são um bioindicador
normalmente utilizado na análise da
qualidade microbiológica da água, embora
não seja uma real causa de doenças.
Outras vezes microrganismos encontrados
nas águas de superfície, que têm causado
problemas para a saúde humana incluem:
 Microscópicos: como Vírus, Bactérias,
Protozoários, Helmintos (platelmintos e
nematelmintos), Algas.
 Macroscópicos: como animais e plantas não
pertencentes ao habitat natural em sobre-
exploração.
Água
 Uma das principais causas de contaminação aquática
é causada pelo uso agrícola de fertilizantes, que
contêm fósforo e azoto que ao atingir os cursos de
água, nutrem as plantas aquáticas. Naturalmente, o
fósforo e o azoto estão em déficit nos sistemas
aquáticos, limitando o crescimento dos produtores
primários. Com o aumento destes nutrientes, a sua
população tende a crescer descontroladamente,
diminuindo a transparência da água e com isso
causando a diminuição de luz solar. Esta diminuição
afeta a população de macrófilas submersas,
diminuindo assim a diversidade do habitat, e
provocando uma redução na capacidade de alimentos
para inúmeros microorganismos, empobrecendo as
comunidades de invertebrados e vertebrados.
Água
 O aumento de organismos
consumidores de oxigênio pode levar a um
fenômeno de baixa concentração de
oxigênio que ocorre em ambientes
aquáticos. Ocorre quando a concentração
de oxigênio dissolvido (OD) encontra-se a
níveis reduzidos, ao ponto de causar danos
nos organismos aquáticos presentes no
ecossistema.
Água
 A água poluída pode causar diversos efeitos
prejudiciais à saúde humana, tais como:
febre tifóide, cólera, disenteria, meningite e
hepatites A e B.
 As águas poluídas por efluentes líquidos
industriais podem causar contaminação por
metais pesados que geram tumores
hepáticos e de tiróide, alterações
neurológicas, dermatoses, rinites alérgicas,
disfunções gastrointestinais, pulmonares e
hepáticas.
DANOS CAUSADOS:

 Malefícios causados ao homem e


animais aquáticos;
 Redução da quantidade de oxigênio
dissolvido na água;
 Inconvenientes relativos
 ao uso da água para banhos e
outras
 práticas recreativas;
DANOS CAUSADOS:
 Transmissão de doenças ao homem;
 Prejuízos ao abastecimento industrial
e aos outros usos da água;
 Danos às propriedades;
 Proliferação excessiva de algas e de
vegetação aquática.
Solo
Solo
 A poluição do solo consiste numa das
formas de poluição, que afeta
particularmente a camada superficial da
crosta terrestre, causando malefícios diretos
ou indiretos à vida humana, à natureza e ao
meio ambiente em geral.
 Consistem na presença indevida, no solo, de
elementos químicos estranhos, como os
resíduos sólidos ou efluentes líquidos
produzidos pelo homem, que prejudiquem
as formas de vida e seu desenvolvimento
regular.
Solo
 Existem vários tipos de poluição no
solo. Existe poluição do meio urbano e
do meio rural. A poluição do meio
urbano é mais populacional porque
habita mais pessoas na cidade no que
nas aldeias.
Solo
 Aplicação de
defensivos agrícolas
ou de fertilizantes;
 Despejo de resíduos
sólidos;
 Lançamento de
esgotos domésticos
ou industriais;
 Dejetos de animais.
Solo
 Contaminação agrícola:
 A contaminação do solo, nas áreas rurais,
dá-se, sobretudo pelo uso indevido de
agrotóxicos, técnicas arcaicas de
produção.
 Um exemplo do subproduto da cana-de-
açúcar, o vinhoto; dos curtumes e a criação
de porcos.
 Os agrotóxicos e os fertilizantes são
outros exemplos de contaminantes do
solo.
Solo
 Aterros sanitários:
 Nestes lugares todos os resíduos urbanos são depositados,
sem qualquer forma de tratamento ou reciclagem.
 Em geral, um aterro sanitário deve ter vida útil de, no mínimo,
10 anos, mas alguns não chegam durar esse tempo.
 A área para instalação do aterro deve ser criteriosamente
avaliada, levando-se em conta principalmente a condição das
águas no local, deve-se evitar a possibilidade de
contaminação dos lençóis freáticos
 A ausência de populações próximas é muito importante,
assim como a sua localização quer a nível de acessos quer a
nível de arejamento (zonas altas).
 Os resíduos, antes de serem depositados em aterro, devem
ser devidamente compactados a fim de economizar espaço
útil.
 O fundo e os lados dos aterros são vedados com duas
camadas de telas impermeáveis de forma a evitar passagem
das águas dos resíduos (lixiviados) para o solo.
Solo
 Consequências:
 Uma das principais conseqüências é a
infertilização do solo para plantação e a
contaminação da água. A terra se torna
improdutiva.
 Deposição ou infiltração no solo ou no subsolo
de substâncias ou produtos poluentes
 Contaminação do solo com metano e dióxido de
carbono;
 Perda das funções e qualidades do solo devido á
introdução de poluentes;
 Alteração da tipografia;
 Perda da fauna;
Solo
 Alteração da densidade e consistência do solo
 Alteração da aptidão para drenagem natural
 Alteração do solo em profundidade
 Alterações da qualidade da água á superfície e em
correntes
 Lixiviação de contaminantes de instalações, em
particular lixiviados de aterros
 Fugas de Tanques
 Deposição com impregnação de líquidos poluentes
 Aplicação direta de resíduos da terra, como por
exemplo lamas de esgoto
 Produção e migração de gás nos aterros conduzindo
ao aumento de temperatura dos solos
 Contaminação dos solos através do movimento
ascendente dos lixiviados por ação capilar, sob
determinadas condições climatéricas
Toxidez
Toxicologia
 Toxidade é a capacidade relativa de
uma substância provocar um dano a
um sistema biológico;
 Toxicologia é o estudo dos efeitos
nocivos de substâncias estranhas
sobre os seres vivos;
 A toxicologia moderna é um campo
multidisciplinar: física, química,
bioquímica, etc.
Toxicologia
 Desenvolvimento da toxicologia
Toxicologia
 O estudo da toxicologia sempre
envolve organismos biológico:
 Animais;
 Pessoas já expostas à substâncias.
 Os efeitos tóxicos dependem:
 Da dose;
 Das vias;
 Do tempo de exposição;
 Da entidade ao material.
Agentes tóxicos
 Podem ocorrer nos três estados;
Sólido ou líquido, podem apresentar-
se finamente divididos e suspensos no ar
como material particulado;
Gasoso são constituídos por gases e
vapores.
 Classificação:
 Poeira (sílica, asbestos e carvão);
 Fumos (ácidos clorídricos e amoníaco);
 Névoas (ac. sulfúrico e tinta pulverizada).
Classificação dos agentes
Asfixiantes: diminuem a absorção de oxigênio pelo
organismo (nitrogênio, monóxido de carbono, cianetos);

Irritantes: causam inflamação nas membranas mucosas


(ácido sulfúrico, sulfeto de hidrogênio, HCs aromáticos);

Carcinogênicos: provocam câncer (benzeno,


aromáticos policíclicos);

Neurotóxicos: danos ao sistema nervoso (compostos


organometálicos);

Mutagênicos: causam mutações genéticas;


Teratogênicos: provocam malformações congênitas;
Hepatotóxicos: danos ao fígado (tetracloreto de
carbono);

Fitotóxicos: danos a flora.


Classificação pelos efeitos
tóxicos
Não-venenosos
Veneno crônicos: Se a [ ] extrapola um limite,
causa um dano que não é reparado antes da
próxima absorção. Ex: tetra-cloreto de carbono,
que causa cirrose do fígado.

Veneno cumulativos: Se armazenam no


organismo, quando acima do nível de tolerância
no sangue. Ex: chumbo, flúor, DDT;

Veneno aditivos: São substâncias tais que


cada molécula das mesmas que entram no
organismo produz um efeito permanente
irreversível. Por exemplo, substância que causam
câncer.
Toxicidade
 Toxicidade aguda: Refere-se a efeito
produzido por uma única penetração de um
produto químico nos fluido do organismo – um
gole, 8h de inalação, até 24 h de contato com a
pele.

Toxicidade subaguda: Refere-se a efeitos


produzidos por penetração diárias ou
freqüentes no organismo, durante poucos dias
ou até mesmo um ano.

Toxicidade crônica: Refere-se a efeito


produzidos pela penetração do agente tóxico
durante pelo menos dois anos.
Toxicidade

 Seletiva: Os agente danificam certas


células, órgão e espécies, e não
outros, na mesma dosagem;

 Associada: Quando dois ou mais


agentes estão presentes, pode haver:
Toxicidade
 Efeitos independentes,
 A – efeito A;
 B – efeito B;
 Efeito aditivos:
 efeito (A+B) = efeito A + efeito B;
 Efeito sinérgico:
 efeito (A+B) > efeito A + efeito B;
 Efeito antagônicos:
 efeito (A+B) < efeito A + efeito B
Penetração
 As vias de penetração dos agentes tóxicos
retardam a entrada dos mesmos, e
exercem determinada ação seletiva.
 A penetração somente será instantânea
quando atingir diretamente a corrente
sanguínea, com lesões da pele ou na
aplicação de medicamentos através de
injeção intravenenosa.
Acidente de Bhopal
 Dezembro de 1984, Bhopal - Índia
 Unidade de Pesticidas da Union
Carbide;
 Série de falhas mecânicas e erros
operacionais;
 Entrada de água no tanque de
estocagem;
 Falhas em 4 sistemas de
segurança da unidade;
 Não havia plano de contingência;
Toxicologia

 Vazamento de 40 toneladas de
metil isocianato, e outros gases
letais;
•Utilizado na síntese de produtos
inseticidas;
•Morte
População afetada: 3,5 e 7,5
letal por vias respiratórias;
mil
pessoas
•Ataque morreram.
químico a água;
•Causa cegueira;
•No pulmão “entope” os alvéolos
(Oxigênio não adianta);
Toxicologia
Monitoramento e
prevenção
Monitoramento
 Controle dos padrões de emissão;
 Controle da eficiência de um
equipamento;
 Comparação de métodos diferentes de
medição;
 Calcular fatores de emissão;
 Testar a consequência causada pela
mudança de um processo;
 Avaliar a formação de poluentes dentro
do processo.
RESOLUÇÃO N º 054 / 06 - SEMA
Artigo - 1º - Definir critérios para o Controle
da Qualidade do Ar como um dos instrumentos
básicos da gestão ambiental para proteção da saúde e
bem estar da população e melhoria da qualidade de
vida, com o objetivo de permitir o desenvolvimento
econômico e social do Estado de forma
ambientalmente segura, pelo estabelecimento de:
I. padrões de emissão e critérios de
atendimento para fontes industriais, comerciais e de
serviços;
II. padrões de condicionamento;
III. metodologias a serem utilizadas para
determinação de emissões.
Com vistas a:
I. melhoria na qualidade do ar;
II. não comprometimento da qualidade do ar
em áreas consideradas não degradadas.
Definições e Conceitos
 Atmosfera: é a camada prevalentemente
gasosa que envolve a Terra.
 Emissão: lançamento na atmosfera de
qualquer forma de matéria sólida,
líquida ou gasosa, ou de energia.
 Emissão fugitiva: lançamento no ar
atmosférico de qualquer forma de matéria
sólida, líquida ou gasosa, ou de energia,
efetuado por uma fonte potencialmente
poluidora do ar sem passar primeiro por
algum chaminé ou duto projetados para
dirigir ou controlar seu fluxo.
Definições e Conceitos
 Padrão de Qualidade do Ar: máximo
valor permitido de um nível médio de
concentração, em uma duração específica
de tempo, estabelecido para um certo
poluente na atmosfera.
 Padrões Primários de Qualidade do Ar: são
as concentrações de poluentes que,
ultrapassadas, poderão afetar a saúde da
população.
 Padrões Secundários de Qualidade do Ar:
são as concentrações de poluentes abaixo
das quais se prevê o mínimo efeito adverso
sobre o bem-estar da população, assim
como o mínimo dano à fauna, à flora, aos
materiais e ao meio ambiente em geral.
Definições e Conceitos
 Poluente atmosférico: qualquer forma de matéria sólida,
líquida ou gasosa ou de energia que, presente na
atmosfera, cause ou possa causar poluição atmosférica.
 Poluição atmosférica: degradação da qualidade da
atmosfera resultante de atividades que direta ou
indiretamente:
 • prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da
população;
 • criem condições adversas às atividades sociais e
econômicas;
 • afetem desfavoravelmente a biota;
 • afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio
ambiente;
 • lancem matérias ou energias em desacordo com
os padrões ambientais estabelecidos.
 Ponto de Emissão: uma chaminé ou duto projetado para
dirigir ou controlar o fluxo de emissão para a atmosfera.
Lançamento de Efluentes à Atmosfera

 Realizado através de dutos ou chaminés


 10 m acima do solo ou
 3 metros acima da edificação onde a fonte
potencialmente poluidora será instalada;
 Altura física da chaminé - Af ;
 5 metros acima da altura da residência mais
alta num raio de 300 m ou num raio de 30
vezes a altura da chaminé;
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
I. Densidade Colorimétrica
Fica proibida a
emissão atmosférica por
parte de fontes
estacionárias, com
densidade colorimétrica
superior a 20%
equivalente ao Padrão I
da Escala de Ringelmann,
exceto nas operações de
aquecimento, modulação e
ramonagem, por um
período que totalize 10
minutos, ao longo das 24
horas do dia.
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
II. Substâncias cancerígenas
As emissões de substâncias
cancerígenas, através de dutos e
chaminés, devem ser minimizadas
Em nenhum caso devem ser
ultrapassados os seguintes padrões:
a) Classe I com taxa de emissão acima de
0,5 g/h: 0,1 mg/Nm3 na soma
b) Classe II com taxa de emissão acima de
5,0 g/h: 1,0 mg/Nm3 na soma
c) Classe III com taxa de emissão acima de
25,0 g/h: 5,0 mg/Nm3 na soma
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
III. Material Particulado Total
O armazenamento de material fragmentado
deverá ser feito em silos adequadamente vedados,
ou em outro sistema que possua controle da
poluição do ar de eficiência igual ou superior, de
modo a impedir o arraste do respectivo material, pela
ação dos ventos.
A concentração de Material Particulado
Total contido nas emissões não deve ultrapassar os
seguintes padrões:
a) Material Particulado Total com taxa de emissão
até 0,5 kg/h: 250mg/Nm3
b) Material Particulado Total com taxa de emissão
acima de 0,5 kg/h: 150 mg/Nm3
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
IV. Material Particulado Inorgânico
A concentração de material particulado
inorgânico contido nas emissões não deve
ultrapassar:
a)Classe I, com taxa de emissão na soma,
acima de 1,0 g/h: 0,2 mg/Nm3 na soma,
incluindo: Hg; Tl.
b)Classe II, com taxa de emissão na soma,
acima de 5,0 g/h: 1,0 mg/Nm3 na soma,
incluindo: Co; Ni; Se; Te; As.
c)Classe III com taxa de emissão, na soma,
acima de 25,0 g/h: 5,0 mg/Nm3 na soma,
incluindo: Pb; Sb; Cr; CN; F; Cu; Mn; V; Sn.
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
V. Substâncias gasosas inorgânicas
a) Classe I, com taxa de emissão por substância acima
de 10 g/h: 1,0 mg/Nm3 para cada substância, incluindo:
- AsH3 (CAS 7784-42-1); CNCl (CAS 506-77-4); COCl2 (CAS 75-44-
5); Fosfina (CAS 7803-51-2).
b) Classe II, com taxa de emissão por substância acima
de 50 g/h: 5,0 mg/Nm3 para cada substância, incluindo:
- Bromo, expresso em HBr; Cloro; HCN (CAS 74-90-8); Flúor,
expresso como HF; H2S (CAS 7783-06-4)
c) Classe III, com taxa de emissão por substância acima
de 300 g/h: 30 mg/Nm3 para cada substância, incluindo:
-Amônia (CAS 7664-41-7); Substâncias inorgânicas voláteis
contendo cloro e não mencionados nas Classes I e II,
d) Classe IV, com taxa de emissão por substância acima
de 5000 g/h: 500 mg/Nm3 para cada substância, incluindo:
-Óxidos de Enxofre (SO2 e SO3), expresso como SO2; Óxidos de
Nitrogênio (NO e NO2), expresso como NO2.
Padrões de Emissão Atmosférica para
Fontes Estacionárias por Poluentes
VI. Substâncias gasosas orgânicas
A concentração de substâncias gasosas
orgânicas, medida através de dutos e chaminés, deve
atender os seguintes padrões:
a) Para uma taxa de emissão no ponto de emissão
acima de 3 kg/h de carbono total, não deve ultrapassar 150
mg/Nm3 na soma, expresso como carbono total.
b) Para a emissão de substâncias gasosas
orgânicas Classe I com taxa de emissão na soma acima
de 200 g/h: 20 mg/Nm3 na soma, expresso como massa
de substâncias orgânicas respectivamente.
c) Para a emissão de substâncias gasosas
orgânicas Classe II com taxa de emissão na soma acima de
1.000 g/h: 100 mg/Nm3 na soma, expresso como massa de
substâncias orgânicas respectivamente.
Padrões de Qualidade do Ar
Partículas Totais em Suspensão
a) Padrão Primário
1 - concentração média geométrica anual de 80
μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 24 horas de 240 μg/m3
de ar, que não deve ser excedida mais de uma vez
por ano.
b) Padrão Secundário
1 - concentração média geométrica anual de 60
μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 24 horas de 150 μg/m3
de ar, que não deve ser excedida mais de uma vez
por ano.
Padrões de Qualidade do Ar
Fumaça
a) Padrão Primário
1 -concentração média aritmética anual de μg/m3
de ar.
2 -concentração média de 24 horas de 150 μg/m3 de
ar, que não deve ser excedida mais de uma vez por
ano.
b) Padrão Secundário
1 - concentração média aritmética anual de 40
μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 24 horas de 100 μg/m3
de ar, que não deve ser excedida uma de urna vez
por ano.
Padrões de Qualidade do Ar

Partículas Inaláveis (PI)


a) Padrão Primário e Secundário
1- concentração média aritmética anual
de 50 μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 24 horas de
150 μg/m3 de ar, que não deve ser
excedida mais de uma vez por ano.
Padrões de Qualidade do Ar
Dióxido de Enxofre (SO2)
a) Padrão Primário
1 - concentração média aritmética anual de 80 μg/m3
de ar.
2 - concentração média de 24 horas de 365 μg/m3 de
ar, que não deve ser excedida mas de uma vez por
ano.
b) Padrão Secundário
1 - concentração média aritmética anual de 40 μg/m3
de ar.
2 - concentração média de 24 horas de,100 μg/m3 de
ar, que
não deve ser excedida mas de urna vez por ano.
Padrões de Qualidade do Ar
Monóxido de Carbono (CO)
a) Padrão Primário e Secundário
1- concentração médio de 8 horas de 10.000
μg/m3 de ar (9 ppm), que não deve ser
excedida mais de uma vez por ano.
2 - concentração média de 1 hora de 40.000
μg/m3 de ar (35 ppm), que não deve ser
excedida mais de uma vez por ano.
Padrões de Qualidade do Ar
Ozônio (O3)
a) Padrão Primário e Secundário
1 - concentração média de 1 hora de
160 μg/m3 de ar, que não deve ser
excedida mais de uma vez por ano.
Padrões de Qualidade do Ar
Dióxido de Nitrogênio (NO2)
a) Padrão Primário
1 - concentração média aritmética anual de 100
μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 1 (uma) hora de 320
μg/m3 de ar.
b) Padrão Secundário
1- concentração média aritmética anual de 100
μg/m3 de ar.
2 - concentração média de 1 (uma) hora de 190
μg/m3 de ar.
Métodos de Amostragem e Análise
dos Poluentes Atmosféricos
a) Partículas Totais em Suspensão - Método de Amostrador
de Grandes Volumes ou Método Equivalente.
b) Fumaça - Método da Refletância ou Método Equivalente.
c) Partículas Inaláveis - Método de Separação
Inercial/Filtração ou Método Equivalente.
d) Dióxido de Enxofre - Método de Pararonasilina ou
Método Equivalente.
e) Monóxido de Carbono - Método do Infravermelho não
Dispersivo ou Método Equivalente.
f) Ozônio - Método da Quimioluminescência ou Método
Equivalente.
g) Dióxido de Nitrogênio - Método da Quimioluminescência
ou Método Equivalente.
Substâncias Cancerígenas
1) Classe I
· Fibras inaláveis de amianto (CAS 1332-21-4)
· Berílio e seus compostos, expresso como Be
· Arsênio e seus compostos (menos AsH3),
expresso como As
· Benzo(a)pireno( CAS 50-32-8)
· Cádmio e seus compostos, expresso como Cd
· Compostos de Cobalto, facilmente solúveis à
água, expresso como Co.
· Cromo hexavelente (menos BaCrO4 e PbCrO4),
expresso como Cromo.
Substâncias Cancerígenas
2) Classe II
· Acrilamida (CAS 79-06-1)
· Acrilonitrilo (CAS 107-13-1)
· Trioxido de antimonio (CAS 1309-64-
4;1327-33-9)
· Dinitrotolueno (CAS 25321-14-6)
· Óxido de etileno (CAS 75-21-8)
· 4 Vinil – 1,2 ciclohexeno – di epoxido
(CAS 106-87-6)
Substâncias Cancerígenas
3) Classe III
· Benzeno (CAS 71-43-2)
· Bromo etano (CAS 74-83-9)
· 1,3 butadieno (CAS 106-99-0)
· 1,2 dicloro etano (CAS 107-06-2)
· 1,2 óxido de propileno (CAS 75-56-9)
· Óxido de Estireno (CAS 96-09-3)
· o-Toluidina (CAS 95-53-4)
· Tricloroeteno (CAS 79-01-6)
· Cloreto de vinila (CAS 75-01-4)
Substâncias Orgânicas Casse II
· 1 Bromo –3 Cloropropano 1,1 Dicloroetano (CAS 75-
34-3)
· 1,2 Dicloroeteno (CAS 540-59-0; 156-59-2; 156-60-
5)
· Ácido acético (CAS 64-19-7)
· Hexafluorpropeno (CAS 00116-15-4)
· Formiato de Metila (CAS 107-31-3)
· Nitroetano (CAS 79-24-3)
· Nitrometano (CAS 75-52-5)
· Octametil-ciclo-tetra-siloxano (CAS 556-67-2)
· 1,1,1 tricloro etano (CAS 71-55-6)
· 1,3,5 Trioxano (CAS 110-88-3)
Classificação dos Corpos de Água
• Águas Doces : águas com salinidade igual ou inferior a 0,5 ‰;
I - Classe especial:
a) consumo humano, com desinfecção;
b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas
c) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral.
II - Classe 1:
a) consumo humano, após tratamento simplificado;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho
d) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes
ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; e
e) à proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas.
III - Classe 2:
a) consumo humano, após tratamento convencional;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho
d) à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer,
com os quais o público possa vir a ter contato direto;
e) à aquicultura e à atividade de pesca.
IV - Classe 3:
a) consumo humano, após tratamento convencional ou avançado;
b) à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras;
c) à pesca amadora;
d) à recreação de contato secundário; e
e) à dessedentação de animais.
V - Classe 4:
a) à navegação; e
b) à harmonia paisagística.
Classificação dos Corpos de Água
• Águas Salinas: águas com salinidade igual ou
superior a 30 ‰;
I - Classe especial
a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de
conservação de proteção integral; e
b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades
aquáticas.
II - Classe 1:
a) à recreação de contato primário,
b) à proteção das comunidades aquáticas; e
c) à aquicultura e à atividade de pesca.
III - Classe 2:
a) à pesca amadora; e
b) à recreação de contato secundário.
IV - Classe 3:
a) à navegação; e
b) à harmonia paisagística.
Classificação dos Corpos de Água
• Águas Salobras: águas com salinidade superior a 0,5 ‰
e inferior a 30 ‰;
I - Classe especial:
a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de
proteção
b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas.
II - Classe 1:
a) à recreação de contato primário;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
c) à aquicultura e à atividade de pesca;
d) consumo humano após tratamento convencional ou avançado; e
e) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se
desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de
película, e à irrigação de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os
quais o público possa vir a ter
contato direto.
III - Classe 2:
a) à pesca amadora; e
b) à recreação de contato secundário.
IV - Classe 3:
a) à navegação; e
b) à harmonia paisagística.
Condições e Padrões de Lançamento
de Efluentes
 Art. 24. Resolução CONAMA 357- 2005
 Os efluentes de qualquer fonte poluidora
somente poderão ser lançados, direta ou
indiretamente, nos corpos de água, após o
devido tratamento e desde que obedeçam
às condições, padrões e exigências
dispostos nesta Resolução e em outras
normas aplicáveis.
 Informar as substancias presentes em seu
efluente
Condições e Padrões de
Lançamento de Efluentes
 Art. 32. Nas águas de classe especial é vedado o
lançamento de efluentes ou disposição de
resíduos domésticos, agropecuários, de
aquicultura, industriais e de quaisquer outras
fontes poluentes, mesmo que tratados.
 § 1° Nas demais classes de água, o lançamento de
efluentes deverá, simultaneamente:
 I - atender às condições e padrões de lançamento
de efluentes;
 II - não ocasionar a ultrapassagem das condições e
padrões de qualidade de água; e
 III - atender a outras exigências aplicáveis.
 § 2° No corpo de água em processo de
recuperação, o lançamento de efluentes
observará as metas progressivas obrigatórias,
intermediárias e final.
Condições e Padrões de
Lançamento de Efluentes
I - pH entre 5 a 9;
II - temperatura: inferior a 40ºC, sendo que a variação de
temperatura do corpo receptor não deverá exceder a 3ºC
no limite da zona de mistura
III - materiais sedimentáveis: até 1 mL/L em teste de 1
hora em cone Imhoff. Para o lançamento em lagos e
lagoas os materiais sedimentáveis deverão estar
virtualmente ausentes;
IV - regime de lançamento com vazão máxima de até 1,5
vezes a vazão média do período de atividade diária do
agente poluidor, exceto nos casos permitidos pela
autoridade competente;
V - óleos e graxas:
1 - óleos minerais: até 20mg/L;
2 - óleos vegetais e gorduras animais: até 50mg/L;
e
VI - ausência de materiais flutuantes
Monitoramento
 ARIES
 Permite analisar amostras de gases e
vapores tóxicos em até quinze canais de
monitoramento

ARIES – Analyzer and Report for Industrial Environmental Status


Monitoramento
 Coleta as amostras através de uma
bomba de fluxo constante.
 Detector de fotoionização mostra as
concentrações das substâncias.
Monitoramento
 Gas-Tec
 Inspeção e localização de
vazamentos de hidrocarbonetos.
 Tecnologia de ionização de chama.
Monitoramento
 Método EPA 21
 Usa um analisador de gases
conhecido como OVA (Organic Vapour
Analyzer).
 Devem ser monitorados hastes de
válvulas, bombas, flanges, eixos de
agitadores, dispositivos de controle e
qualquer outro equipamento que
possa apresentar vazamento.
 Permite verificar se o equipamento
está vazando ou não, mas não o
quanto está vazando.
Prevenção e Controle

O controle da poluição do ar
envolve desde o planejamento do
assentamento de núcleos urbanos
e industriais e do sistema viário,
até a ação direta sobre a fonte de
emissão.
As medidas mais utilizadas para
controlar esse tipo de poluição são:

• Medidas Indiretas: ações que visam


a eliminação, redução ou
afastamento dos poluentes.

• Medidas Diretas: ações que visam


reduzir a quantidade de poluentes
lançados, através da instalação de
equipamentos de controle.
Medidas indiretas

• Planejamento Urbano e
Medidas Correlatas;
• Diluição Através de Chaminés
Altas;
• Medidas para Impedir a
Geração dos Poluentes;
• Medidas para Reduzir a
Geração dos Poluentes.
Medidas diretas

• Classificação dos Equipamentos de


Controle de Poluição do Ar
• Seleção de Equipamentos de
Controle de Poluição do Ar.
• Divididos em:
Seleção de equipamentos de
controle
• A empresa deve descrever a fonte a ser
controlada, conhecer as exigências legais e
se posicionar firmemente quanto as
decisões que serão tomadas;
• Há que caracterizar a emissão (tipo de
poluentes emitidos, estimativa de emissão,
características físicas e químicas, etc);
• Listar os métodos de controle possíveis e
suas respectivas reduções, verificar se há
restrições para aplicar algum destes
métodos, consultar literatura de apoio;
Seleção de equipamentos de
controle
• Avaliar as possíveis alternativas de redução de
emissão;
• Fazer uma seleção preliminar com as
alternativas mais convenientes;
• Realizar uma análise econômica, estimando so
custos envolvidos para cada alternativa;
• Para a seleção final é necessária a comparação
entre as alternativas selecionadas previamente
do ponto de vista técnico e econômico, para
decidir qual será a mais conveniente para a
fonte de emissão e empresa.
Tipos de equipamentos para
controle de gases e vapores

• Adsorventes;
• Absorventes;
• Incineração de gás com chama
direta;
• Incineradores de gás catalíticos;
• Condensadores.
Adsorventes
• Remoção de gases e vapores orgânicos e
inorgânico;
• È possível a recuperação do produto;
• Pouco sensível a variações do processo;
• Não há problema de disposição de resíduos
quando se processa a recuperação do produto;
• Capacidade de operação totalmente
automática;
• Podem ser atingidas altas eficiências de coleta.
Absorventes
• Controle de gases e vapores;
• Uso de fibra de vidro permite em
atmosferas corrosivas;
• Capaz de atingir altas eficiências de coleta;
• Versáteis quanto ao aumento de
eficiência (aumento da altura ou troca de
enchimento);
• Pode coletar gases e partículas, no
entanto a presença de partículas pode
causar entupimento.
Incineração
• Controle de gases e vapores
orgânicos;
• Controle de alguns gases
inorgânicos;
• Operação simples ;
• Alta eficiência de coleta.
Condensadores
• Controle de vapores em altas
concentrações e com pressão
de vapor alta;
• Permite recuperação de
produto puro .
Prevenção e controle
 Equipamentos para controle de
material particulado:

 Coletores gravitacionais;

 Coletores centrífugos;

 Filtro de mangas.
Prevenção e controle
 Coletores gravitacionais
 É um equipamento de baixa
eficiência, pois as partículas
pequenas quase não são coletadas
 Baixo custo;
 Resistência a corrosão e
tempertura.
Prevenção e controle
 Coletores centrífugos
 As partículas são arrastadas para a
parede do equipamento ficando
presas;
 Sua eficiência aumenta quanto
maior for a força centrífuga;
 Apresenta maior eficiência que o
“gravitacional
Prevenção
 Coletores centrífugos
Prevenção
 Filtro de mangas
 Sedimentação das partículas;
 As partículas menores ficam
retidas em um duto de pano
(mangas).
 Alta eficiência;
 Requerem grande espaço;
 Alto custo.
Prevenção e controle
 Filtro de mangas
Prevenção e controle
 Precipitador eletrostático
 Pode ser usado na coleta de material particulado de
gases de exaustão;

 Carrega eletrostaticamente as partículas e depois as


captura por atração eletromagnética;

 Alta eficiência de coleta. Pode exceder 99,9;

 Baixa perda de carga;

 Baixo custo operacional;

 Coleta a seco possibilitando fácil reutilização;

 Pode coletar partículas sólidas e líquidas que são difíceis


de coletar com outros equipamentos.
Prevenção e controle
 Precipitador eletrostático
Prevenção e controle
 Biofiltro
 Microorganismos oxidam os
compostos orgânicos a CO2 e H2O ;
 Usos: Controle de COV´s, H2S,
odores, NH3
BIBLIOGRAFIA
 Curso sobre poluição ambiental. Disponível em:

http://poluicao_ambiental.vilabol.uol.com.br/Aulas/Aula3.htm. Acessado em 30 de março de 2011.

 Proposta de capacitação descentralizada. – USP Disponível em:

http://each.uspnet.usp.br/pbe/documentos/PBE_03set09.pdf . Acessado em 31 de março de 2011

 INMETRO. Disponível em:

http://www.inmetro.gov.br/infotec/publicacoes/cartilhas/ColEducativa/meioambiente.pdf . Acessado em

30 de março de 2011

 Controle da poluição ambiental. Disponível em:

http://campeche.inf.furb.br/sias/saude/Textos/poluicao_ambiental.htm. Acessado em 30 de março de

2011.

 Sistema de monitoramento atmosférico. Biblioteca virtual de teses e dissertações. Disponível em:

http://tede.unifacs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=82. Acessado em 31 de março de 2011.

 RESOLUÇÃO CONAMA nº 357, de 17 de março de 2005;

 RESOLUÇÃO SEMA nº 054, de 2006;

 RESOLUÇÃO CONAMA nº 382, de 26 de dezembro de 2006;

 RESOLUÇÃO CONAMA nº 3, de 28 de junho de 1990.