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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

Masculinidades de crenças acerca da saúde-


doença: uma análise a partir dos gêneros

Profª Josevânia
josevaniasco@gmail.com____ *
Homens e mulheres são diferentes
www.themegallery.com
Problema de Pesquisa

Em que medida as crenças compartilhadas acerca do gênero e da saúde-doença influenciam a


procura masculina por atendimento médico preventivo e a sua vulnerabilidade ao HIV/AIDS?
Objetivo Geral

Analisar a vulnerabilidade em saúde de homens e sua


relação com as crenças compartilhas acerca do
gênero e da saúde-doença.
Objetivos Específicos

Identificar o perfil biodemográfico dos participantes;

Apreender as crenças compartilhadas acerca da


saúde e da doença entre os gêneros;

Apreender os discursos de homens e mulheres sobre


as diferenças entre os mesmos em relação a procura
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por atendimento médico;
Objetivos Específicos

Identificar as construções de gênero relacionadas


com as práticas preventivas aos HIV/AIDS;

Analisar os determinantes individuais, sociais e


programáticos associados à vulnerabilidade em saúde.
Hipóteses

As crenças acerca dos gêneros tem influência nas


práticas preventivas;

Existem diferentes perfis de vulnerabilidade,


particularmente associados à variáveis como idade,
renda, escolaridade e acesso aos serviços de saúde.
Introdução

 Estudos nas últimas décadas:

Apontado características que diferenciam homens e


mulheres quanto ao risco de adoecimento e morte.

Expectativa de Vida Os padrões de


mortalidade

Courtenay (2000); Figueiredo (2001); Gomes, Nascimento e Araújo (2007).


Introdução
Determinantes da reduzida procura masculina
pelos serviços de saúde:
1. Atendimento nos serviços de saúde;
2. Dificuldade para verbalizar as necessidades em saúde.

“fragilidade” Atributo “feminino”

Gênero Masculinidades
Não se reduz a
uma característica Processos de
da “identidade” socialização
masculina.
Connel (1995); Figueiredo (2005); Gomes, Nascimento e Araújo (2007).
Introdução

No contexto da AIDS

 Reduzida procura aos serviços de saúde por informações;

 Baixa realização periódica do teste de soropositividade ao


HIV/AIDS;

 Implicações para a prevenção.


Introdução

Masculinidades

São construídas simultaneamente em duas


esferas inter-relacionadas:

Nas relações dos E nas relações


homens com as dos homens com
mulheres. outros homens.

Connell (1995); Connell, Hearn e Kimmel (2005); Aquino (2006); Medrado e Lyra (2008).
Introdução

Teoria de Crenças
T eó rico (Bar-Tal, 2000)
e
Aport

Teoria da Gênero
Scott (1995)
Vulnerabilidade
(Ayres,1997)
Aporte Teórico
 Crenças – Daniel Bar-Tal

Proposições que expressam pensamentos, ou seja,


unidades básicas de categorias de conhecimento, cujos
conteúdos têm alcance ilimitado.

Considera-se

Contexto social em que elas são formadas.


Ênfase

Compartilhamento das crenças


Bar-Tal (2000).
Aporte Teórico
 Crenças – Daniel Bar-Tal

Podem ser compartilhadas:


Crenças Grupais Crenças Societais

Pode influenciar a natureza da realidade social que os


atores sociais constroem.
Aporte Teórico
 Gênero

Uma complexa rede de práticas sociais baseada na interação


das mulheres entre si, dos homens entre si e entre homens
e mulheres, constituindo relações de gêneros e entre
gêneros, não se resumindo, assim, a uma mera atribuição
social/cultural a um dado biológico (diferença anatômica).

Connell (1995); Scott (1995); Aquino (2006); Medrado e Lyra (2008).


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“Vulner“ do latim vulnus => FERIDA.
Vulnerável => estado de estar sujeito a ser ferido.

“O que será que será


Chico Buarque
Que dá dentro da gente que não devia,
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso nem nunca terá
O que não tem cansaço nem nunca terá”
na área da saúde...

 O quadro analítico da vulnerabilidade


emerge no começo da década 80, como
possibilidade de interpretação à epidemia
da AIDS, na perspectiva de reconceituar a
tendência individualizante da doença.
Do risco à vulnerabilidade
 Mann et al. (1993)=>livro “AIDS no mundo” nos
Estados Unidos.

Trajetória da Aids

Mann J, Tarantola DJM, Netter T. (1993). Como avaliar a vulnerabilidade à infeção pelo HIV e AIDS. In: Parker R.
A AIDS no mundo. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
Aporte Teórico
 Teoria da Vulnerabilidade
Graus e naturezas de susceptibilidade de indivíduos e
coletividades à infecção, adoecimento e morte que os
põem em relação com o problema e com os recursos para
seu enfrentamento.

Individual Social Programática

Ayres, França Jr e Calazans (1997); Mann, Tarantola e Netter (1993).


Método
 Delineamento
⇒ Estudo transversal, descritivo e correlacional;

 Participantes
⇒ Homens e Mulheres residentes na cidade de Campina
Grande, na faixa etária de 25 a 59 anos.
Método
 Instrumentos
1. Associação livre de palavras.
2. Questionário biodemográfico;
3. Questionário sobre práticas preventivas;
4. Entrevista
Método
Análise dos dados

1 Dados sócio-demográficos: medidas de posição e


variabilidade; Software SPSS

2 TALP: Análise fatorial correpondente => Trideux mot

3 Questionário Temático: teste t de Student, qui-quadrado,


correlação. Software SPSS

4 Entrevistas: análise categorial temática;


Método
 Aspectos éticos

 Serão considerados os aspectos éticos pertinentes a


pesquisas envolvendo seres humanos;

 O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética da Secretaria


de Saúde do Estado da Paraíba.
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