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Ministério da Justiça – MJ

Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF


Este é o meu objetivo
Revisão de Legislação
de Trânsito

2008
São Vias Terrestres urbanas
e Rurais
Ruas
Avenidas
Logradouros
Caminos
Passagens
Estradas
Rodovias
Praias Abertas à circulação
Vias internas dos condomínios
constituidos p/ unidades autônomas
Sistema Nacional de Trânsito

Objetivos Básicos
1º. estabelecer diretrizes da Política Nacional de Trânsito , com
vistas à segurança, à fluidez, ao conforto, à defesa ambiental e à
educação para o trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;

2º. fixar, mediante normas e procedimentos, a padronização


de critérios técnicos, financeiros e administrativos para a execução das
atividades de trânsito;

3º. Estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de


informações entre os seus diversos órgãos e entidades, a fim de
facilitar o processo decisório e a integração do Sistema.
Sistema Nacional de Trânsito
I - o Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, coordenador do
Sistema e órgão máximo normativo e consultivo;

II - os Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e o Conselho de


Trânsito do Distrito Federal - CONTRANDIFE, órgãos normativos,
consultivos e coordenadores;
III - os órgãos e entidades executivos de trânsito da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
IV - os órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
V - a Polícia Rodoviária Federal;
VI - as Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal; e
VII - as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações - JARI.
CONTRAN
I - Estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as
diretrizes da Política Nacional de Trânsito;
II - Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a
integração de suas atividades;
III - Criar Câmaras Temáticas;
IV- Estabelecer seu regimento interno e as diretrizes para o
funcionamento dos CETRAN e CONTRANDIFE;
V - Estabelecer as diretrizes do regimento das JARI;
VI - Zelar pela uniformidade e cumprimento das normas contidas neste
Código e nas resoluções complementares;
CONTRAN
VII - Estabelecer e normatizar os procedimentos para a imposição, a
arrecadação e a compensação das multas por infrações cometidas em
unidade da Federação Normatizar os procedimentos sobre a
aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores, e
registro e licenciamento de veículos;

VIII - Aprovar, complementar ou alterar os dispositivos de sinalização e os


dispositivos e equipamentos de trânsito;
IX - Apreciar os recursos interpostos contra as decisões das instâncias
inferiores, na forma deste Código;
X - Avocar, para análise e soluções, processos sobre conflitos de
competência ou circunscrição, ou, quando necessário, unificar as
decisões administrativas; e
XI - Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no
âmbito da União, dos Estados e do Distrito Federal.
OBS.: Câmaras Temáticas são órgãos técnicos vinculados ao CONTRAN,
integrados por especialistas e têm como objetivo estudar e oferecer
sugestões e embasamento técnico sobre assuntos específicos para as
decisões do órgão (CTB, art. 13).
Conselho Nacional de Trânsito –
CONTRAN
I - um representante do Ministério da Ciência e Tecnologia;
II - um representante do Ministério da Educação;
III - um representante do Ministério da Defesa;
IV - um representante do Ministério do Meio Ambiente;
V - um representante do Ministério dos Transportes;
VI - um representante do ministério ou órgão coordenador
máximo do Sistema Nacional de Trânsito(Ministério das
Cidades);
VII - um representante do Ministério da Saúde.
VIII – um representante do Ministério da Justiça.
Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e ao Conselho de
Trânsito do Distrito Federal – CONTRANDIFE (CTB, art. 14):

Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de
trânsito, no âmbito das respectivas atribuições;

Elaborar normas no âmbito das respectivas competências;

Responder a consultas relativas à aplicação da legislação e
dos procedimentos normativos de trânsito;

Julgar os recursos interpostos contra decisões:
1. Da JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações;
2. Dos órgãos e entidades executivos estaduais, nos casos
de inaptidão permanente constatados nos exames de
aptidão física, mental ou psicológica;

Indicar um representante para compor a comissão
examinadora de candidatos portadores de deficiência física
à habilitação para conduzir veículos automotores;
Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e ao Conselho de
Trânsito do Distrito Federal – CONTRANDIFE (CTB, art. 14):

Acompanhar e coordenar as atividades de administração,
educação, engenharia, fiscalização, policiamento ostensivo
de trânsito, formação de condutores, registro e
licenciamento de veículos, articulando os órgãos do
sistema no estado, reportando-se ao contran;

Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de
trânsito no âmbito dos municípios; e

Designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese de
reavaliação dos exames, junta especial de saúde para
examinar os candidatos à habilitação para conduzir
veículos automotores.
JARI – JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS DE
INFRAÇÕES (CTB, art. 17):

Julgar os recursos interpostos pelos infratores;

Solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos
rodoviários informações complementares relativas aos recursos,
objetivando uma melhor análise da situação recorrida;

Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e
executivos rodoviários informações sobre problemas observados nas
autuações e apontados em recursos, e que se repitam
sistematicamente.

É composta por três (03) membros (um do órgão, um de entidade social
ligada ao trânsito e um com conhecimento na área com no mínimo
nível médio) res. 147);

É vedado ao integrante da jari compor o cetran ou o contrandife;

Todo órgão executivo de trânsito e rodoviário deve ter uma JARI.
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Cumprir e fazer cumprir a legislação de trânsito e a execução das normas
e diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN, no âmbito de suas
atribuições;
Proceder à supervisão, à coordenação, à correição dos órgãos delegados,
ao controle e à fiscalização da execução da Política Nacional de
Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito;
Articular-se com os órgãos dos Sistemas Nacionais de Trânsito, de
Transporte e de Segurança Pública, objetivando o combate à violência
no trânsito,promovendo, coordenando e executando o controle de
ações para a preservação do ordenamento e da segurança do trânsito;
Apurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé
pública, o patrimônio, ou a administração pública ou privada,
referentes à segurança do trânsito;
Supervisionar a implantação de projetos e programas relacionados com a
engenharia, educação, administração, policiamento e fiscalização do
trânsito e outros, visando à uniformidade de procedimento;
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Estabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e habilitação de
condutores de veículos, a expedição de documentos de condutores, de
registro e licenciamento de veículos;
Expedira Permissão para Dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação, os
Certificados de Registro e o de Licenciamento Anual mediante
delegação aos órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal;
Organizar e manter o Registro Nacional de Carteiras de Habilitação -
RENACH;
Organizar e manter o Registro Nacional de Veículos Automotores -
RENAVAM;
Organizar a estatística geral de trânsito no território nacional, definindo os
dados a serem fornecidos pelos demais órgãos e promover sua
divulgação;
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Estabelecer modelo padrão de coleta de informações sobre as
ocorrências de acidentes de trânsito e as estatísticas do trânsito;
Administrar fundo de âmbito nacional destinado à segurança e à
educação de trânsito;
Fornecer aos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito
informações sobre registros de veículos e de condutores, mantendo o
fluxo permanente de informações com os demais órgãos do Sistema;
Promover, em conjunto com os órgãos competentes do Ministério da
Educação e do Desporto, de acordo com as diretrizes do CONTRAN, a
elaboração e a implementação de programas de educação de trânsito
nos estabelecimentos de ensino;
Elaborar e distribuir conteúdos programáticos para a educação de
trânsito;
Promover a divulgação de trabalhos técnicos sobre o trânsito;
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Elaborar, juntamente com os demais órgãos e entidades do Sistema
Nacional de Trânsito, e submeter à aprovação do CONTRAN, a
complementação ou alteração da sinalização e dos dispositivos e
equipamentos de trânsito;
Organizar, elaborar, complementar e alterar os manuais e normas de
projetos de implementação da sinalização, dos dispositivos e
equipamentos de trânsito aprovados pelo CONTRAN;
Expedir a permissão internacional para conduzir veículo e o certificado de
passagem nas alfândegas, mediante delegação aos órgãos executivos
dos Estados e do Distrito Federal;
Promover a realização periódica de reuniões regionais e congressos
nacionais de trânsito, bem como propor a representação do Brasil em
congressos ou reuniões internacionais;
Propor acordos de cooperação com organismos internacionais, com
vistas ao aperfeiçoamento das ações inerentes à segurança e
educação de trânsito;;
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Elaborar projetos e programas de formação, treinamento e especialização
do pessoal encarregado da execução das atividades de engenharia,
educação, policiamento ostensivo, fiscalização, operação e
administração de trânsito, propondo medidas que estimulem a
pesquisa científica e o ensino técnico-profissional de interesse do
trânsito, e promovendo a sua realização;
Opinar sobre assuntos relacionados ao trânsito interestadual e
internacional;
Elaborar e submeter à aprovação do CONTRAN as normas e requisitos de
segurança veicular para fabricação e montagem de veículos, consoante
sua destinação;
Estabelecer procedimentos para a concessão do código marca-modelo
dos veículos para efeito de registro, emplacamento e licenciamento;
Instruir os recursos interpostos das decisões do CONTRAN, ao ministro
ou dirigente coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito;
ÓRGÃO MÁXIMO EXECUTIVO DE TRÂNSITO – DENATRAN
(CTB, art. 19).
Estudar os casos omissos na legislação de trânsito e submetê-los, com
proposta de solução, ao Ministério ou órgão coordenador máximo do
Sistema Nacional de Trânsito;
Prestar suporte técnico, jurídico, administrativo e financeiro ao
CONTRAN.
Comprovada, por meio de sindicância, a deficiência técnica ou
administrativa ou a prática constante de atos de improbidade contra a
fé pública, contra o patrimônio ou contra a administração pública, o
órgão executivo de trânsito da União, mediante aprovação do
CONTRAN, assumirá diretamente ou por delegação, a execução total
ou parcial das atividades do órgão executivo de trânsito estadual que
tenha motivado a investigação, até que as irregularidades sejam
sanadas;
‫ ٭‬Os órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios estão
obrigados a fornecer, mês a mês, os dados estatísticos para os fins
previstos.
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL (CTB, art. 20).

Realizar o Patrulhamento ostensivo nas rodovias e estradas federais.


Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito
de suas atribuições nas rodovias e estradas federais;
Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas
com a segurança pública, com o objetivo de preservar a
ordem,incolumidade das pessoas, o patrimônio da União e o de
terceiros;
Aplicar e arrecadar as multas impostas por infrações de trânsito, as
medidas administrativas decorrentes e os valores provenientes de
estada e remoção de veículos, objetos, animais e escolta de veículos
de cargas superdimensionadas ou perigosas;
Efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços
de atendimento, socorro e salvamento de vítimas;
Credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de
segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e
transporte de carga indivisível;
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL (CTB, art. 20).

Assegurar a livre circulação nas rodovias federais, podendo solicitar ao


órgão rodoviário a adoção de medidas emergenciais, e zelar pelo
cumprimento das normas legais relativas ao direito de vizinhança,
promovendo a interdição de construções e instalações não
autorizadas;
Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito
e suas causas, adotando ou indicando medidas operacionais
preventivas e encaminhando-os ao órgão rodoviário federal;
Implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de
Trânsito;
Promover e participar de projetos e programas de educação e segurança,
de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
Integrar-se a outros órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito
para fins de arrecadação e compensação de multas impostas na área
de sua competência, com vistas à unificação do licenciamento, à
simplificação e à celeridade das transferências de veículos e de
prontuários de condutores de uma para outra unidade da Federação;
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL (CTB, art. 20).

Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos


veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o
estabelecido, além de dar apoio, quando solicitado, às ações
específicas dos órgãos ambientais.
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS RODOVIÁRIOS DA
UNIÃO, DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DOS
MUNICÍPIOS - DERs nos Estados e Distrito Federal e DNIT no
âmbito da União (CTB, art. 21).
Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de
suas atribuições;

Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de


pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da
segurança de ciclistas;

Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os


equipamentos de controle viário;

Coletar dados e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas


causas;

Estabelecer, em conjunto com os órgãos de policiamento ostensivo de


trânsito, as respectivas diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS RODOVIÁRIOS DA
UNIÃO, DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DOS
MUNICÍPIOS - DERs nos Estados e Distrito Federal e DNIT no
âmbito da União (CTB, art. 21).
Executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de
advertência, por escrito, e ainda as multas e medidas administrativas cabíveis,
notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar;
Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e
escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
Fiscalizar, autuar, aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis,
relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos, bem
como notificar e arrecadar as multas que aplicar;
Fiscalizar o cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as
penalidades e arrecadando as multas nele previstas;
Implementar as medidas da política nacional de trânsito e do programa
nacional de trânsito;
Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos
automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66, além de
dar apoio às ações específicas dos órgãos ambientais locais, quando solicitado;
Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar (aet) e
estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação desses
veículos.
ÓRGÃOS OU ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS
ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL – DETRAN (art. 22).
Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito
das respectivas atribuições;
Realizar, fiscalizar e controlar o processo de formação, aperfeiçoamento,
reciclagem e suspensão de condutores, expedir e cassar licença de
aprendizagem, permissão para dirigir e carteira nacional de habilitação,
mediante delegação do órgão federal competente;
Vistoriar, inspecionar quanto às condições de segurança veicular,
registrar, emplacar, selar a placa, e licenciar veículos, expedindo o
certificado de registro e o licenciamento anual, mediante delegação do
órgão federal competente;
Estabelecer, em conjunto com as polícias militares, as diretrizes para o
policiamento ostensivo de trânsito;
Executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas
administrativas cabíveis pelas infrações previstas neste código, excetuadas
aquelas relacionadas nos incisos vi e viii do art. 24, no exercício regular do
poder de polícia de trânsito;
Aplicar as penalidades por infrações previstas neste código, com
exceção daquelas relacionadas nos incisos vii e viii do art. 24, notificando
os infratores e arrecadando as multas que aplicar;
Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e
objetos;
Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de
trânsito e suas causas;
Credenciar órgãos ou entidades para a execução de atividades previstas
na legislação de trânsito, na forma estabelecida em norma do contran;
Implementar as medidas da política nacional de trânsito e do programa
nacional de Trânsito;
Promover e participar de projetos e programas de educação e segurança
de trânsito de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
Fornecer, aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos
rodoviários municipais, os dados cadastrais dos veículos registrados e dos
condutores habilitados, para fins de imposição e notificação de penalidades
e de arrecadação de multas nas áreas de suas competências;
Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos
veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido,
além de dar apoio, quando solicitado, às ações específicas dos órgãos
ambientais locais;
Articular-se com os demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito no
Estado, sob coordenação do respectivo CETRAN.
POLÍCIAS MILITARES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL
– (CTB, art. 23)

Executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado,


como agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos
rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados
(Policiamento Ostensivo de trânsito);

OBS.: Segundo o Código de trânsito Brasileiro:


Patrulhamento é função exercida pela Polícia Rodoviária Federal com o
objetivo de garantir obediência às normas de trânsito, assegurando a
livre circulação e evitando acidentes; e

Policiamento Ostensivo de trânsito é função exercida pela Polícia Militar


com o objetivo de prevenir e reprimir atos relacionados com a segurança
pública e de garantir obediência às normas relativas à segurança de
trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes.
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS
MUNICÍPIOS – no âmbito do perímetro urbano dos Municípios
(CTB – art. 24).
Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de
suas atribuições;
Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres
e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da
segurança de ciclistas;
Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os
equipamentos de controle viário;
Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito
e suas causas;
Estabelecer, em conjunto com os órgãos de polícia ostensiva de trânsito, as
diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
Executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas
administrativas cabíveis, por infrações de circulação, estacionamento e
parada previstas neste Código, no exercício regular do Poder de Polícia
de Trânsito;
Fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas
cabíveis relativas a infrações por excesso de peso, dimensões e lotação
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS
MUNICÍPIOS – no âmbito do perímetro urbano dos Municípios
Fiscalizar o cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as
penalidades e arrecadando as multas nele previstas;
Implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas
vias;
Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e
objetos, e escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou
perigosas;
Credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de
segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e
transporte de carga indivisível;
lanejar e implantar medidas para redução da circulação de veículos e
reorientação do tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global de
poluentes;
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS
MUNICÍPIOS – no âmbito do perímetro urbano dos Municípios
Registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de
tração e propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando,
aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações;
conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de
tração animal;
Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos
veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido
no art. 66, além de dar apoio às ações específicas de órgão ambiental
local, quando solicitado;
Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e
estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação
desses veículos.
ÓRGÃOS E ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO DOS
MUNICÍPIOS – no âmbito do perímetro urbano dos Municípios
Registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de
tração e propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando,
aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações;
conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de
tração animal;
Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos
veículos automotores ou pela sua carga, de acordo com o estabelecido
no art. 66, além de dar apoio às ações específicas de órgão ambiental
local, quando solicitado;
Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar e
estabelecer os requisitos técnicos a serem observados para a circulação
desses veículos.
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO
E CONDUTA

Abster-se de todo ato que possa constituir perigo


ou obstáculo para o trânsito de veículos, de
pessoas ou de animais, ou ainda causar danos a
propriedades públicas ou privadas;

Abster-se de obstruir o trânsito ou torná-lo


perigoso, atirando, depositando ou
abandonando na via objetos ou substâncias, ou
nela criando qualquer outro obstáculo.
.
Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível:
Infração – média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13);
Medida Administrativa – remoção do veículo.

Conduzir veículo:
Sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou
inoperante;
com equipamento em desacordo com o estabelecido pelo
CONTRAN;
Com equipamento ou acessório proibido;
com o equipamento do sistema de iluminação e de sinalização
alterados;
Com registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo
viciado ou defeituoso, quando houver exigência desse aparelho.
Infração – grave
Penalidade - Multa (R$ 127, 69);
Medida administrativa – Retenção para regularização
Equipamento Obrigatório
Cinto de Segurança nos veículos com as seguintes exceções: Não
se exigirá dos passageiros de ônibus e microônibus fabricados até
01/01/1999; dos passageiros em percursos em que seja permitido viajar
em pé; nem dos veículos bélico.
Registrador Instantâneo e Inalterável de Velocidade e Tempo
(tacógrafo, computador de bordo, etc.)
Para os veículos de transporte e de condução de escolar, os de
transporte de passageiros com mais de dez lugares (exceto os
particulares), nos veículos de carga com PBT (peso bruto total)
superior a 4.536 kg, desde que fabricados depois de 01/01/1991 e nos
de carga com CMT (capacidade máxima de Tração) igual ou superior a
19 toneladas.
OBS: Não será exigido dos veículos de passageiros ou mistos registrados
na categoria particular, ou seja, que não realizam transporte
remunerado.
Encosto de Cabeça para os veículos fabricados e projetados a
partir de 01/01/ 1997, nos assentos dianteiros próximos das portas e nos
traseiros laterais, quando voltados para frente. Nos assentos centrais e
demais casos é facultativo. Nos esportivos do tipo dois mais dois, ou nos
modelos conversíveis é facultativo o uso nos bancos traseiros.

Dispositivo destinado ao controle emissão de gases


poluentes e de ruído.

Pára-choque traseiro – Para os veículos de carga, reboque e


semi-reboque com PBT superior a 4, 6 toneladas, fabricados, importados ou
encarroçados a partir de 01/07/2004 este equipamento deve ter altura da
borda inferior até o piso de 400 mm, localizados na extremidade traseira do
veículo; altura do elemento horizontal de 100 mm; largura igual a da
carroceria; e faixas obliquas com inclinação de 45º e 50,0 mais ou menos de
largura, nas cores vermelha e branca. E para os veículos de carga com
tanque, o pára-choque deve estar, no mínimo a 150 mm do último acessório
da longarina.
Faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;
Luzes de posição (faroletes) dianteiras de cor branca ou amarela, e, traseiras e
luz de freios, vermelha;
Indicadores de direção: dianteiros de cor âmbar e traseiro âmbar ou vermelho;
A partir de 01/01/1999, todo veículo deve ser fabricado com:
1) 1) Espelhos retrovisores em ambos os lados;
2) 2) Registrador Inalterável de velocidade e tempo para os veículos com PBT acima
de 4.536 kg;
3) 3) Encosto de cabeça nos assentos laterais;
4) 4) Cinto de segurança graduável e de três pontas em todos os assentos dos
automóveis. Nos assentos centrais e dos passageiros de ônibus e microônibus
poderão utilizar o sub-abdominal.

Reboques e semi-reboques, além de outros equipamentos, aqueles com


capacidade acima de 750 kg e produzidos depois de 1997, deverão ter freios de
estacionamento com comando independente;
Não será exigido lavador de pára-brisa de automóveis e camionetas derivados de
veículos fabricados antes de 01/01/1974, nem dos utilitários, do veículo de carga e
ônibus e microônibus fabricados até 01/01/1990;
Não se exigirá lanterna de marcha à ré e retrorefletores dos fabricados até 01/01/1990;
O retrovisor interno é facultativo em caminhões, ônibus e microônibus que possuam
retrovisores externos em ambos os lados;
Reboques e semi-reboques
além de outros equipamentos, aqueles com capacidade acima de 750 kg e
produzidos depois de 1997, deverão ter freios de estacionamento com
comando independente;

Não será exigido lavador de pára-brisa de automóveis e camionetas


derivados de veículos fabricados antes de 01/01/1974, nem dos utilitários,
do veículo de carga e ônibus e microônibus fabricados até 01/01/1990;
Não se exigirá lanterna de marcha à ré e retrorefletores dos fabricados até
01/01/1990;
O retrovisor interno é facultativo em caminhões, ônibus e microônibus
que possuam retrovisores externos em ambos os lados;
Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível
com a segurança do trânsito:

Quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e


desfiles: e
Nas proximidades de escolas, hospitais, estações de embarque e
desembarque de passageiros ou onde haja intensa movimentação de
pedestres:

Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (R$ 191, 54);
Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a
segurança do trânsito:
Nos locais onde o trânsito esteja sendo controlado pelo agente da
autoridade de trânsito, mediante sinais sonoros ou gestos;
Ao aproximar-se da guia da calçada (meio-fio) ou acostamento;
Ao aproximar-se de ou passar por interseção não sinalizada;
Nas vias rurais cuja faixa de domínio não esteja cercada;
Nos trechos em curva de pequeno raio;
Ao aproximar-se de locais sinalizados com advertência de obras ou
trabalhadores na pista;
Sob chuva, neblina, cerração ou ventos fortes;
Quando houver má visibilidade;
Quando o pavimento se apresentar escorregadio, defeituoso ou avariado;
À aproximação de animais na pista;
Em declive;
Ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa (R$ 127, 69).
Dirigir o veículo:
Com o braço do lado de fora;
Transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os
braços e pernas;
Com incapacidade física ou mental temporária que comprometa a
segurança do trânsito;
Usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a
utilização dos pedais;
Com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais
regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar
equipamentos e acessórios do veículo;
Utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora
ou de telefone celular;
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).
Quando o veículo estiver em movimento, deixar de conservá-lo:
I - na faixa a ele destinada pela sinalização de regulamentação,
exceto em situações de emergência;
II - nas faixas da direita, os veículos lentos e de maior porte:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).

Transitar pela contramão de direção em:


I - vias com duplo sentido de circulação, exceto para ultrapassar
outro veículo e apenas pelo tempo necessário, respeitada a preferência
do veículo que transitar em sentido contrário:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127,69);
II - vias com sinalização de regulamentação de sentido único de
circulação:
Infração - gravíssima;
Penalidade – multa (R$ 191, 54).
Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu
veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista,
considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do
local da circulação e do veículo:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127,69).

Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta


centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13). Penalidade – multa (R$ 191, 54).
Deixar de dar preferência de passagem:

Em interseção não sinalizada:

A veículo que estiver circulando por rodovia ou rotatória ou


veículo que vier da direita;

Nas interseções com sinalização de regulamentação de Dê a


Preferência:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127, 69).
Quando o veículo estiver em movimento, deixar de
conservá-lo:
Na faixa a ele destinada pela sinalização de regulamentação, exceto
em situações de emergência;
Nas faixas da direita, os veículos lentos e de maior porte:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).

Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado:


Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).

Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias,


ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e
divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização,
gramados e jardins públicos:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (R$ 191,54 x 3 = R$ 574, 62).
Quando o veículo estiver em movimento, deixar de
conservá-lo:
Na faixa a ele destinada pela sinalização de regulamentação, exceto
em situações de emergência;
Nas faixas da direita, os veículos lentos e de maior porte:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).

Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado:


Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).

Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias,


ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e
divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização,
gramados e jardins públicos:
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa (R$ 191,54 x 3 = R$ 574, 62).
Prioridades no trânsito

a) veículos precedidos de batedores terão prioridade de


passagem, respeitadas as demais normas de circulação ;
b) Os, além de prioridade de trânsito, veículos
destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de
polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as
ambulâncias gozam de livre circulação, estacionamento e
parada;
c) Os prestadores de serviços de utilidade pública,
quando em atendimento na via, gozam de livre parada e
estacionamento.
Deixar de manter ligado, nas situações de atendimento de emergência,
o sistema de iluminação vermelha intermitente dos veículos de polícia,
de socorro de incêndio e salvamento, de fiscalização de trânsito e das
ambulâncias, ainda que parados:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85,13).

Deixar de dar passagem aos veículos precedidos de batedores, de


socorro de incêndio e salvamento, de polícia, de operação e
fiscalização de trânsito e às ambulâncias, quando em serviço de
urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentados
de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes:
Infração - gravíssima;
Penalidade – multa (R$ 191,54).

Seguir veículo em serviço de urgência, estando este com prioridade de


passagem devidamente identificada por dispositivos regulamentares
de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127, 69).
Ultrapassar outro veículo:
Pelo acostamento;
Em interseções e passagens de nível;
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127, 69).

Ultrapassar pela contramão outro veículo:


Nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;
Nas faixas de pedestre;
Nas pontes, viadutos ou túneis;
Parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas, cruzamentos
ou qualquer outro impedimento à livre circulação;
Onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do
tipo linha dupla contínua ou simples contínua amarela:
Infração - gravíssima;
Ultrapassar pela contramão outro veículo:

Nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;


Nas faixas de pedestre;
Nas pontes, viadutos ou túneis;
Parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas, cruzamentos
ou qualquer outro impedimento à livre circulação;
Onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do
tipo linha dupla contínua ou simples contínua amarela:

Infração - gravíssima;
Ultrapassar pela contramão outro veículo:
Nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;
Nas faixas de pedestre;
Nas pontes, viadutos ou túneis;
Parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas, cruzamentos
ou qualquer outro impedimento à livre circulação;
Onde houver marcação viária longitudinal de divisão de fluxos opostos do
tipo linha dupla contínua ou simples contínua amarela:
Infração – gravíssima.

Ultrapassar outro veículo:


Pelo acostamento;
Em interseções e passagens de nível;
Infração - grave;
Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo
não motorizado:
Que se encontre na faixa a ele destinada;
Que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o
veículo;
Portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:
Infração - gravíssima;

Quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele
destinada;
Que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração - grave;
Entrar ou sair de fila de veículos estacionados sem dar preferência de
passagem a pedestres e a outros veículos:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).
Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de
braço ou luz indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a
realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de
faixa de circulação:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127 69).
Entrar ou sair de áreas lindeiras sem estar adequadamente posicionado
para ingresso na via e sem as precauções com a segurança de
pedestres e de outros veículos:
Infração - média;
Penalidade – multa (R$ 85, 13).
Deixar de parar o veículo no acostamento à direita, para aguardar a
oportunidade de cruzar a pista ou entrar à esquerda, onde não houver
local apropriado para operação de retorno:
Infração - grave;
Penalidade – multa (R$ 127 69).
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO
E CONDUTA
Responsabilidades no trânsito

1. Os veículos de maior porte serão sempre


responsáveis pela segurança dos menores,

2. Os motorizados pelos não motorizados e,

3. Juntos, pela incolumidade dos pedestres.


DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO
E CONDUTA
USO DE LUZES

luz baixa, durante a noite (vias iluminadas) e durante o dia nos


túneis providos de iluminação pública
luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo
(vias não iluminadas) o condutor deve usar luz alta, durante a
noite e durante o dia nos túneis não providos de iluminação
luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou
cerração e, à noite, quando o veículo estiver parado para fins
de embarque ou desembarque.
pisca-alerta nas seguintes situações:
a) em imobilizações ou situações de emergência;
b) quando a regulamentação da via assim o determinar
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO
E CONDUTA
USO DE LUZES

Faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;


Luzes de posição (faroletes) dianteiras de cor branca ou
amarela, e, traseiras e luz de freios, vermelha;
Indicadores de direção: dianteiros de cor âmbar e traseiro
âmbar ou vermelho;
Pisca Alerta Sempre que for necessária a imobilização
temporária de um veículo no leito viário, em situação de
emergência, deverá ser providenciada a imediata
sinalização de advertência (triângulo pelo menos 30m da
traseira)
Parada e estacionamento
Quando proibido o estacionamento na via, a parada deverá restringir-se ao
tempo indispensável para embarque ou desembarque de passageiros,
desde que não interrompa ou perturbe o fluxo de veículos ou a locomoção
de pedestres.
Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em
operação de carga ou descarga deverão estar situados fora da pista de
rolamento.
O estacionamento dos veículos motorizados de duas rodas será feito em
posição perpendicular à guia da calçada (meio-fio) e junto a ela, salvo
quando houver sinalização que determine outra condição.
O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la
aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não
constitui perigo para eles e para outros usuários da via.
O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada,
exceto para o condutor
Os condutores e passageiros de motocicletas,
motonetas e ciclomotores e triciclos só poderão
circular nas vias:
I - utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos
protetores;
II - segurando o guidon com as duas mãos;
III - usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações
do CONTRAN.
IV - Resolução 203 – CAPACETE (a partir de 01/01/08).
Estar devidamente afixado pelo conjunto de cinta jugular e engate;
Certificado por credenciado do INMETRO (A NBR 7471);
Traseiras e laterais com dispositivo refletivo de segurança e selo do
INMETRO (OU ETIQUETA INTERNA);
Condutor e Passageiro com óculos de proteção;
À noite viseira no padrão cristal. É proibida a aposição de película;;
Infração do 244, I e II.
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E
CONDUTA

Os ciclomotores

Devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento,


preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito
da pista.
a - sempre que não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada,
o ciclomotor deverá ali circular.
b - proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as
calçadas das vias urbanas.
AS VIAS ABERTAS À CIRCULAÇÃO CLASSIFICAM-SE EM:
I - nas vias urbanas:
a) oitenta quilômetros por hora (80 km/h), nas vias de trânsito rápido:
b) sessenta quilômetros por hora (60 km/h), nas vias arteriais;
c) quarenta quilômetros por hora (40 km/h), nas vias coletoras;
d) trinta quilômetros por hora (30 km/h), nas vias locais;

II - nas vias rurais:


a) nas rodovias:
1) 110 km/h, para automóveis, camionetas e motocicletas;
2) 90 km/h, para ônibus e microônibus;
3) 80 km/h, para os demais veículos;
b) 60 km/h, nas estradas.
Excesso de Velocidade
Segundo o art. 218 do CTB, trafegar em velocidade superior a
máxima permitida é infração classificada como Média, Grave ou
Gravíssima, dependendo do percentual do excesso.
O condutor que exceder a velocidade permitida, mas o excesso
não ultrapassar a 20% daquilo que estiver regulamentado, a
infração será MÉDIA.
O condutor que exceder a velocidade permitida em mais de 20%,
mas não ultrapassar a 50% da regulamentada, responderá pr
uma infração GRAVE.
Aquele que exceder a velocidade permitida em mais de 50%
responderá por uma infração GRAVÌSSIMA, penalidade de
multa multiplicada por 3, Suspensão da e apreensão imediata
da CNH.
Tipos de dispositivo registrador de imagem
dos seguintes tipos:
I - Fixo: medidor de velocidade instalado em local
definido e em caráter permanente;
II - Estático: medidor de velocidade instalado em
veículo parado ou em suporte apropriado;
III - Móvel: medidor de velocidade instalado em
veículo em movimento, procedendo a medição ao
longo da via;
IV - Portátil: medidor de velocidade direcionado
manualmente para o veículo alvo.
A notificação de Excesso de Velocidade

Velocidade Medida
a registrada pelo instrumento

Velocidade Considerada
a medida menos a tolerância
(7 km até 100km e 7% depois de 100 km)

Velocidade Regulamentada
A regulamentada para avia.
Sinalização de fiscalização eletrônica

Velocidade
Regulamntada
Intervalo de Distância
(km/h) (metros)
I

Vias Urbana / Vias Rurais


V  80
400 a 500 / 1000 a 2000 m

V < 80 100 a 300 / 300 a 1000 m


CRIANÇAS NO VEÍCULO
Os menores de dez anos deverão ser transportados nos
bancos traseiros e usar, individualmente, cinto de
segurança ou sistema de retenção equivalente.
Exceções
apenas para veículos particulares
1. Nos veículos dotados exclusivamente de banco dianteiro, o
transporte de menores de dez anos poderá ser realizado
neste banco.
2. Nos veículos, quando o número de crianças ultrapassar ao
de bancos traseiros aquela de maior porte poderá ser
levado no banco dianteiro.
3. Nos Ciclos motorizados não podem transportar menores de
sete (7) anos, nem crianças que, nas circunstâncias, não
possam cuidar da própria segurança.
Os sinais de trânsito
verticais;
De acordo com a função:
a) de regulamentação; b) de advertência e c) de indicação.

horizontais;
Clasificada em: a) Longitudinais; b) transversais; c) de canalização; d) de
delimitação e controle de estacionamento e parada; e e) inscrições no
pavimento.

Sonoros
a) 1 silvo breve = siga; b) 2 silvos breves = pare; e c) 1 silvo longo =
diminuir a marcha.

Luminosos:
Verde = o condutor deve seguir, respeitadas as normas gerais de
circulação;
Amarelo = o condutor deve parar, se não oferecer risco de acidente;
Amarelo intermitente = o condutor ddeve dar preferência ao veículo mais
a direita;
Vermelho = o condutor deve parar.
SINALIZAÇÃO VERTICAL
DE REGULAMENTAÇÃO

DE ADVERTÊNCIA
VEÍCULOS

TRAÇÃO: a) automotor; b) elétrico;


c) de propulsão humana; d) de tração animal;
e) reboque ou semi-reboque.

ESPÉCIE: a) passageiro; b) carga;


c) misto; d) competição;e) tração;
f) coleção;g) especial.

CATEGORIA: a) oficial;
b) de representação diplomática, e repartições consulares de
carreira ou organismos internacionais acreditados junto ao
Governo brasileiro;
c) particular; d) de aluguel;
e) de aprendizagem.
IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
Categoria fundo caracteres

Particular Cinza Preto


Aluguel Vermelho Branco
Aprendizag Branco Vermelho
em
Oficial Branco Preto
Repres, Azul Branco
diplo
Representaç preto cinza
ão metálico
Representaç Preto Dourado
IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
Categoria fundo caracteres

oficial Verde/amarel Preto


a
Coleção Preto Cinza
Experiência Verde Branco
Fabricante Verde Branco
Infrações relacionadas as placas
Em desacordo com as especificações
infração Média e retenção do veículo;

Com lacre violado ou falsificado


infração gravíssima, apreensão do veículo e remoção;
Sem qualquer das placas
infração gravíssima, apreensão do veículo e remoção;
sem condições de legibilidade ou visibilidade
infração gravíssima, apreensão do veículo e remoção;
Identificação Interna
Número do chassi (VIN)
obrigatoriamente por caracteres gravados no chassi
ou no monobloco,
reproduzidos na coluna da porta dianteira lateral
direita;
no compartimento do motor;
em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros,
quando existentes; e,
em pelo menos dois vidros de cada lado do veículo,
quando existentes, excetuando o quebra-vento
IDENTIFICAÇÃO DE DADOS TÉCNICOS
TARA, LOTAÇÃO, PBT, PBTC/CMT
LOCALIZAÇÃO
na coluna de qualquer porta, junto a dobradiça, ou
no lado da fechadura;
na borda de qualquer porta;
na parte inferior do assento, voltada para porta;
na superfície interna de qualquer porta;
no painel dos instrumentos.
licenciados até 31/08/98 obedecem à legislação
vigente à época
Nos veículos destinados ao transporte coletivo de
passageiros:
na parte frontal acima do pára-brisa;
na parte superior da divisória da cabina de comando
ao lado do condutor;
Nota:
Na impossibilidade técnica ou ausência de local para
fixação, poderão ser utilizados os mesmos locais
previstos para os veículos de carga.
Nos reboque e semi-reboques:
- na parte externa da carroçaria na lateral dianteira.
FISCALIZAÇÃO DE PESO
Por balança ou Documento Fiscal.
Tolerância
Fiscalização em balança – pesagem total  5% sobre o
menor peso entre PBT/PBTC da tabela do fabricante e a
soma dos eixos;
Fiscalização em balança – pesagem por eixo 7,5% sobre
cada eixo ou conjunto de eixos (até 31/12/2008).
A Infração é Média e será acrescentado a cada 200 kg ou
fração:
até 600 kg .......................................= R$ 5, 32;
entre 601 e 800 kg...........................= R$ 10, 64;
entre 801 e 1000 kg.........................= R$ 21, 28;
entre 1001 e 3000 kg......................= R$ 31, 92;
entre 3001 e 5000 kg.....................= R$ 42,56;
Acima de 5000 kg...........................= R$ 53, 20.
As infrações por excesso de peso na Capacidade Máxima
de Tração (capacidade de arrasto do veículo) é apurado da
seguinte forma:

a. até 600 kg = infração Média (R$ 85,13);

b. entre 601 e 1000 kg = infração Grave (R$ 127,69);

c. acima de 1000 kg = infração Gravíssima (R$ 191,54).


DIMENSÕES E PESOS

14m

15m

18,60m

19,80m
DIMENSÕES E PESOS

Obs.: Os veículos já licenciados em 13/11/96


1. Aqueles que nessa data estavam licenciados possuíam até
20m; 2,86 de largura e 4,40 de altura, poderão circular 24h. com
AET definitiva.
2. Aqueles que contavam com comprimento acima de 20m.
circularão com AET específica com validade anual.
DIMENSÕES E PESOS
DIMENSÕES E PESOS
DIMENSÕES E PESOS
LIMITES MÁXIMO POR PESO BRUTO TOTAL
Veículos de acordo com a Res. 210 E
PESOS
Limite máx. permitido no PBT/PBTC
SILHUETA

CAMINHÃO
Limite máximo permitido
no PBT = 29.000 kg

CAMINHÃO +
REBOQUE
Limite máximo
permitido: se <
17,50m=45t; se ≥
17,50m = 57t

CAMINHÃO DUPLO
DIRECIONAL
TRUCADO
Limite máximo
permitido no PBT = 29
t, conjunto de eixos
direcionais;
LIMITES MÁXIMO POR PESO BRUTO TOTAL
Veículos de acordo com a Res. 210 E
PESOS
SEMI REBOQUE OU REBOQUE, exceto
caminhões.
Limite máximo permitido + 39,5 t.

CAMINHÃO TRATOR + SEMI REBOQUE


Limite máximo permitido: se <
16,00m=45t; se ≥ 16,00m = 48,5 t

CAMINHÃO TRATOR + SEMI REBOQUE


Limite máximo permitido se ≥ 16,00m =
53 t

VEÍCULO C/ + DE DUAS UNIDADES


se < 17,50m = 45 t;
se ≥ 17,50m = 57 t
REGISTRO E LICENCIAMENTO
poderá transitar:
I – do pátio da Fábrica; da Industria Encarroçadora ou
concessionária; do posto Alfandegário; ao Órgão de Trânsito
do Município de destino, nos quinze (15) dias consecutivos a
expedição da Nota Fiscal ou documento Alfandegário
correspondente;
II – do pátio da fábrica, da indústria encarroçadora ou
concessionária, ao local onde vai ser embarcado como carga,
por qualquer meio de transporte;
III – do local de descarga às concessionárias ou indústrias
encarroçadora;
IV – de um a outro estabelecimento da mesma montadora,
encarroçadora ou concessionária ou pessoa jurídica
interligada.
REGISTRO E LICENCIAMENTO

poderá transitar:
Autorização Especial

terá validade de (15) quinze dias transcorridos da


data da emissão, prorrogável por igual período por
motivo de força maior.
REGISTRO E LICENCIAMENTO

poderá transitar:
Autorização Especial

terá validade de (15) quinze dias transcorridos da


data da emissão, prorrogável por igual período por
motivo de força maior.
Licenciamento Anual
O veículo somente será considerado licenciado estando
quitados os débitos relativos a tributos, encargos e multas
de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo,
independentemente da responsabilidade pelas infrações
cometidas.
Ao licenciar o veículo, o proprietário deverá comprovar sua
aprovação nas inspeções de segurança veicular e de
controle de emissões de gases poluentes e de ruído,
conforme disposto no art. 104.
Fora do Estado onde é licenciado

Final da placa A partir do mês


1e2 Setembro
3, 4 e 5 Outubro
6,7 e 8 Novembro
9e0 dezembro
DA BAIXA
A baixa se dará sempre que o veículo for retirado de
circulação nas seguintes possibilidades:
I – veículo irrecuperável;
II – veículo definitivamente desmontado;
III – sinistrado com laudo de perda total;
IV – vendidos ou leiloados como sucata.
Os documentos dos veículos destinado, bem como as
partes do chassi que contém o registro VIN e suas
placas, serão obrigatoriamente recolhidos aos órgãos
responsáveis por sua baixa.
Quitação de todos os débitos
O responsável de promover a baixa do registro de
veículo terá o prazo de quinze dias, após a
constatação da sua condição através de laudo, para
providenciá-la
situação do veículo acidentado
I - dano de pequena monta, quando o veículo sofrer danos que
não afetem a sua estrutura ou sistemas de segurança;
II - danos de média monta, quando o veículo sinistrado for
afetado nos seus componentes mecânicos e estruturais,
envolvendo a substituição de equipamentos de segurança
especificados pelo fabricante, e que reconstituídos, possa voltar
a circular (CSV );
III - danos de grande monta ou perda total, quando o veículo
for enquadrado como sinistrado com laudo de perda
total.desmontado (até 60 dias confirmar esta condição ou não através de
um laudo pericial);
novo Certificado de Registro de Veículo
I – Transferência de propriedade (em trinta dias,
sendo certo que o vendedor também deve informar ao
DETRAN a alienação em trinta dias);
II – Mudança de domicílio ou residência (de imediato,
mas se for no mesmo município poderá informar a
mudança em 30 dias e realizar o novo registro no
licenciamento);
III – Alteração de característica do veículo (de
imediato);
IV - Mudança de categoria do veículo (de imediato).
Alteração de característica
Mediante prévia autorização da autoridade competente,
poderão ser realizadas as seguintes modificações:

Quando a alteração envolver quaisquer dos itens de


segurança, exigir-se-á Certificado de Segurança Veicular -
CSV
A alteração da cor predominante do veículo, dependerá
somente da autorização do órgão executivo de trânsito.
EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS
I - cinto de segurança, com as seguintes exeções: Não será
exigido dos passageiros dos ônibus e Microônibus fabricados
até 01/01/1999; e dos passageiros em percursos em que seja
permitido viajar em pé;
II – Registrador Instantâneo e Inalterável de Velocidade e
Tempo (tacógrafo, computador de bordo, etc.) para os veículos
de transporte e de condução escolar, os de transporte de
passageiros com mais de dez lugares, nos de carga com
peso bruto total superior a 4536 (quatro mil, quinhentos e
trinta e seis) quilogramas fabricados depois de 01/01/1991, e
nos de carga com CMT superior a 19 toneladas.
OBS: Não será exigido dos veículos de passageiros ou mistos
registrados na categoria particular, ou seja, que não realizam
transporte remunerado.
III - encosto de cabeça, para os veículos fabricados a partir
de 01/01/1999, nos assentos dianteiros próximos das portas e
nos traseiros laterais, quando voltados para frente do veículo.
Nos assentos centrais e demais casos é facultativo.
Extintores de incêndio.
QUANTIDADE DE TIPO DE EXTINTOR
VEÍCULO EXTINTOR

Automóvel, camioneta, 01extintor de 1 kg Pó Químico Seco (PQS)


caminhonete e caminhão ou
com capacidade de carga Gás Carbônico
útil até seis toneladas

Caminhão, reboque e 01 extintor de 2 kg Pó Químico Seco (PQS)


semi-reboque com ou
capacidade de carga útil Gás Carbônico
superior a seis toneladas

Ônibus, microônibus, 01 extintor de 4 kg Pó Químico Seco (PQS)


reboque e semi-reboque ou
de passageiros Gás Carbônico

Veíclos de carga (líquido 01 extintor de 8 kg, ou 02 1 de Pó Químico Seco


ou gases inflamáveis) de 6 kg (PQS) = 8 kg, ou 2 de
Gás Carbônico = 6 kg
, Durabilidade mínima e validade dos testes
hidrostáticos.
Automóveis, utilitários, caminhonetas, caminhonetes,
caminhão, caminhão trator e triciclo de cabine.Reboques e
semi-reboques com capacidade de carga útil > 6 000 kg.
prazo de 5 anos

Microônibus.Ônibus, veículos de transporte inflamável líquido


ou gasoso.
Durabilidade mínima de 3 anos e validade do teste
hidrostático pelo prazo de 5 anos.
Para a obtenção da ACC e da CNH
Avaliação psicológica (também nos casos de renovação de
condutor profissional e substituição de habilitação de país
estrangeiro, ou quando solicitação do perito examinador);
Aptidão física e mental (também na renovação de todos os
casos e substituição de habilitação de país estrangeiro);
Exame escrito;
Direção veicular.
O Candidato só poderá conduzir acompanhado do Instrutor
e portando a LADV, caso contrário terá sua LADV suspensa
por 6 meses.
Habilitação
A habilitação terá 2 números de identificação nacional e 1 de
identificação estadual.
O 1º número nacional é o Registro Nacional, gerado pelo
sistema da Base Índice Nacional de Condutores – BINCO, com
9 caracteres mais 2 dígitos verificadores, sendo único para
cada condutor.
O 2º número nacional é o número do espelho da CNH, formado
por 8 caracteres mais 1 dígito verificador de segurança,
autorizado e controlado pelo DENATRAN.
O Número do Formulário RENACH é o número de identificação
Estadual, composto por 11 caracteres, sendo as duas primeiras
posições formadas pela sigla da Unidade Federativa (Estado),
ficando facultada a utilização da última posição como dígito
verificador de segurança.
DAS CATEGORIAS
“A” → Todos os veículos automotores e elétricos, de duas ou três rodas, com ou
sem carro lateral.
“B” → Veículos de quatro rodas cujo peso bruto total não exceda a três mil e
quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a 08 (oito) lugares, excluído o
do motorista, contemplando a combinação de unidade acoplada, reboque,
semi-reboque ou articulada, desde que atenda a lotação e capacidade de
peso para a categoria.
“C” → Todos os veículos de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e
quinhentos quilogramas; tratores, máquinas agrícolas e de movimentação de
cargas, motor-casa, combinação de veículos em que a unidade acoplada,
reboque, semi-reboque ou articulada, não exceda a 6.000 kg de PBT e, todos
os veículos abrangidos pela categoria “B”.
“D” →Veículos de passageiros, cuja lotação exceda a 08 (oito) lugares e, todos
os veículos abrangidos nas categorias “B” e “C”.
“E” →Combinação de veículos automotores e elétricos, em que a unidade tratora
se enquadre nas categorias “B”, “C” ou “D”; cuja unidade acoplada, reboque,
semi-reboque, articulada, ou ainda com mais de uma unidade tracionada,
tenha seis mil quilogramas ou mais, de peso bruto total, ou cuja lotação
exceda a oito lugares, enquadrados na categoria trailer, e, todos os veículos
abrangidos pelas categorias “B”, “C” e “D”.
Do Estrangeiro
penalmente imputável
carteira de habilitação estrangeira dentro do prazo de validade,
acompanhada de sua tradução e de documento de identificação.
após prazo de 180 (cento e oitenta) dias de estada só c/ CNH brasileira,
salvo se for diplomatas ou consules e equiparados a eles.
Infrações c/ proibição do direito
I – recolher e reter o documento de habilitação, até que expire o prazo da
suspensão do direito de usá-la, ou até que o condutor saia do território
nacional, se a saída ocorrer antes de expirar o citado prazo;
II – comunicar à autoridade que expediu ou em cujo nome foi expedido o
documento de habilitação, a suspensão do direito de usá-lo,
solicitando que notifique ao interessado da decisão tomada;
III – indicar no documento de habilitação, que o mesmo não é válido no
território nacional, quando se tratar de documento de habilitação com
validade internacional.
Habilitação Internacional para Dirigir, expedida no Brasil (suspensão ou
cassação) ,, terá o recolhimento e apreensão desta e da CNH
É CRIME
Teste de alcoolemia ≥ 6 decigramos de álcool p/ litro de sangue;
Teste em etilômetro ≥ 0.3 miligramas (mg) de álcool p/ litro de ar
expelido dos pumões;
É INFRAÇÃO DE TRÂNSITO
Sob a influência ou qualquer concentração
Provas
Exame clínico c/ laudo conclusivo e firmado pelo médico examinador
da Polícia Judiciária e qualquer meio de prova em em direito
admitido;
Exames realizados p/ laboratórios especializados, indicados pelo
órgão ou entidade de trânsito ou pela Polícia Judiciária, em caso
de substância entorpecente, tóxica ou de efeitos análogos.
No caso de Recusa, o CTB determina multa do art. 165.
É obrigatório o exame para as vítimas fatais de acidentes de
trânsito.
A alcoolemia considerada para a infração será a diferença entre a
medida e o valor correspondente ao erro máximo admitido.
É CRIME
Teste de alcoolemia ≥ 6 decigramos de álcool p/ litro de sangue;
Teste em etilômetro ≥ 0.3 miligramas (mg) de álcool p/ litro de ar
expelido dos pumões;
É INFRAÇÃO DE TRÂNSITO (R$ 957,70 e 12 meses de susp.)
Sob a influência ou qualquer concentração
Provas
Exame clínico c/ laudo conclusivo e firmado pelo médico examinador
da Polícia Judiciária e qualquer meio de prova em em direito
admitido;
Exames realizados p/ laboratórios especializados, indicados pelo
órgão ou entidade de trânsito ou pela Polícia Judiciária, em caso
de substância entorpecente, tóxica ou de efeitos análogos.
No caso de Recusa, o CTB determina multa do art. 165.
É obrigatório o exame para as vítimas fatais de acidentes de
trânsito.
A alcoolemia considerada para a infração será a diferença entre a
medida e o valor correspondente ao erro máximo admitido.
Transporte de passageiros
1. 1. origem e destino em um mesmo município, municípios limítrofes,
municípios de um mesmo Estado
2. 2. será concedida para uma ou mais viagens, desde que não ultrapasse
a validade do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo-CRLV.

3. Exceção à regra
I - migrações internas, desde que o veículo seja de propriedade dos
migrantes (Autorização para cada viagem);
II - migrações internas decorrentes de assentamento agrícolas de
responsabilidade do Governo (Autorização para cada viagem);
III - viagens por motivos religiosos, quando não houver condições de
atendimento por transporte de ônibus (Autorização para cada viagem);
IV - transporte de pessoas vinculadas a obras e/ou empreendimentos
agro-industriais, enquanto durar a execução dessas obras ou
empreendimentos (Por período de tempo, não maior que 1 ano);
V - atendimento das necessidades de execução, manutenção ou
conservação de serviços oficiais de utilidade pública (Por período de
tempo, não maior que 1 ano).
condições mínimas para concessão de autorização
I - bancos com encosto, fixados na estrutura da carroceria;
II – carroceria, com guardas altas em todo o seu perímetro, em
material de boa qualidade e resistência estrutural ;
III - cobertura com estrutura em material de resistência adequada;
Satisfeitos os requisitos enumerados, a autoridade competente estabelecerá no
documento de autorização as condições de higiene e segurança, definindo
os seguintes elementos técnicos:
I - o número de passageiros (lotação) a ser transportado;
II - o local de origem e de destino do transporte;
III - o itinerário a ser percorrido;
IV – o prazo de validade da autorização.
O número máximo de pessoas admitidas no transporte será calculado na base
de 35dm2 (trinta e cinco decímetros quadrados) do espaço útil da carroceira
por pessoa, incluindo-se o encarregado da cobrança de passagem e
atendimento aos passageiros.
CONDUÇÃO DE ESCOLAR
I - Registro como veículo de passageiros;
II - Inspeção semestral para verificação dos equipamentos
obrigatórios e de segurança;
III - Faixa horizontal na cor amarela, com 40 cm de largura, à
meia altura, em toda a extensão das partes lateral e traseira da
carroçaria, ESCOLAR;
IV - equipamento registrador instantâneo inalterável de
velocidade e tempo;
V - lanternas de luz branca, fosca ou amarela disposta nas
extremidades da parte superior dianteira e lanternas de luz
vermelha dispostas na extremidade superior da parte traseira;
VI - cintos de segurança em número igual à lotação;
VII - outros requisitos estabelecidos pelo CONTRAN.
O condutor de escolares

I - ter idade superior a vinte e um anos;


II - ser habilitado na categoria D;
III - não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima,
ou ser reincidente em infrações médias durante os doze últimos
meses;
VI - ser aprovado em curso especializado.
PENALIDADES DE TRÂNSITO
1. ADVERTÊNCIA – Só a autoridade pode aplicar; por escrito e somente nas
infrações Médias ou Leves, se não houver reincidência.
2. MULTA –: Gravíssima (7p); Grave (5p); Média (4p); e Leve (3p).
O acúmulo de 20 pontos no período de 12 meses, suspende o direito de
dirigir do condutor.

Responsabilidade pelas infrações


Condutor – pelas infrações do ato de dirigir;
Proprietário – pelas relacionadas com o veículo;
Transportador – pelas infrações de excesso de peso nos eixos ou quando a carga
pertencer a mais de um embarcador e ultrapassar o PBT;
Embarcador (emissor da Nota Fiscal) – Quando o excesso no eixo ou no PBT e
ele for o único remetente da carga transportada e o peso declarado na nota for
inferior ao encontrado;
Transportador e Embarcador responderão SOLIDARIAMENTE – quando o peso
declarado no documento da carga for superior ao permitido.
PENALIDADES DE TRÂNSITO
3. SUSPENSÃO – interdição temporária do direito de dirigir.
Pode ser: a) de 1 a 12 meses;e b) de 6 a 24 meses, nos casos de
reincidência nos últimos 12 meses.

4. APREENSÃO – Colocar o veículo sob custódia de 1 a 30 dias.


(s/ fator multiplicador = 1 a 10; x3 = 11 a 20; x5 = 21 a 30 dias).

5. PARTICIPAÇÃO EM CURSO –:
Condutor contumaz;
Conduzir veículo com CNH suspensa;
Envolvido em acidente grave para o qual tenha contribuído;
Condenado por delito de trânsito;
a qualquer tempo se colocar em risco a segurança de trânsito; e
a critério do CONTRAN
PENALIDADES DE TRÂNSITO
5. CASSAÇÃO – perda do direito de dirigi (Depois de 2 anos
da cassação o infrator poderá reabilitar-se).
Quando ocorre:
1. Quando o condutor suspenso for flagrado conduzindo
veículo;
2. Reincidências das seguintes infrações:
a) Conduzir veículo com categoria diferente (art. 162, III);
b) entregar a direção à pessoa inabilitada (163);
c) permitir que pessoa inabilitada conduza (164);
d) conduzir veículo em estado de embriaguez (165);
e) corrida por espírito de emulação (173);
f) Competição não autorizada (174); e
g) competição não autorizada (175).
3. ondenado por delito de trânsito.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
1.RETENÇÃO – Detenção momentânea do veículo, até que
realize o reparo necessário para corrigir o motivo da infração.
Se não for possível sanar o problema no local, puder-se-se á,
liberar para sana-lo em outro local, estabelecendo prazo. Neste
caso recolhe-se o CRLV.
2. REMOÇÃO – É a retirada do veículo de onde se encontra no
momento da infração para o pátio do órgão;
3. RECOLHIMENTO DE CNH – Quando vencida ou suspeita de
autenticidade ou adulteração;
4. RECOLHIMENTO DO CRLV – Quando o veículo for apreendido
ou quando retido que vai sanar o motivo da infração em outro
local e por suspeita de autenticidade ou adulteração.
Obs. O recolhimento de documentos se dá sob recibo.
5. TRANSBORDO – É a transferência da carga excedente para
outro veículo as expensas do infrator.
6. REALIZAÇÃO DE testes e exames –.
NOTIFICAÇÃO DA AUTUAÇÃO
O órgão de trânsito tem 30 dias, contados a partir da ocorrência
da infração, para emissão da notificação, sob pena de
prescrição da notificação.
A notificação se dá quando da entrega ao órgão de remessa.
Obrigatoriamente informará prazo para DEFESA PRÉVIA e quem
estava conduzindo o veículo, Que não poderá ser menor que 15
dias.
Não interpondo a Defesa prévia, ou se seu pedido foi indeferido, a
autoridade aplicará a penalidade.
NOTIFICAÇÃO DA PENALIDADE
A Notificação da penalidade é aquela que traz o valor da multa.
Deve informar o prazo para pagamento ou recurso, que não
podendo ser este prazo menor que 30 dias, contados do
recebimento.
Pagando até o vencimento há desconto de 20%.
Até a data do pagamento poderá ser interposto Recurso, sem
pagamento da multa.
Se o recurso não for julgado em 30 dias, poderá ser concedido
EFEITO SUSPENSIVO.
Se o Recurso for indeferido, pode-se interpor recurso contra a
decisão, no prazo de 30 dias e depois de depositar o valor da
multa.
SEGUNDA INSTÂNCIA
I - tratando-se de penalidade imposta pelo órgão ou
entidade de trânsito da União:
a) em caso de suspensão do direito de dirigir por mais de seis meses,
cassação do documento de habilitação ou penalidade por infrações
gravíssimas, pelo CONTRAN;
b) nos demais casos, por colegiado especial integrado pelo
Coordenador-Geral da JARI, pelo Presidente da Junta que apreciou o
recurso e por mais um Presidente de Junta.
Obs.: quando houver apenas uma JARI, o recurso será julgado por seus
próprios membros.

II - tratando-se de penalidade imposta por órgão ou


entidade de trânsito estadual, municipal ou do Distrito
Federal, pelos CETRAN E CONTRANDIFE, respectivamente.
CRIMES DE TRÂNSITO
crimes cometidos na direção de veículos automotores.

Não se aplicará os dispositivos da Lei 9.099/95, caso o agente


cometa o crime de Lesão Corporal culposa estiver:
Sob a influência de álcool ou qualquer outra substância psicoativa que
determine dependência;
Participando, em via pública, de exibição ou demonstração de perícia
em manobra de veículo automotor, não autorizada pela autoridade
competente;
Transitando em velocidade superior à permitida para a via em 50 km/h.
O correndo um desses casos será aberto o inquérito policial. O que
quer dizer que, nesses delitos a ação é pública incondicionada, ou seja,
o processo será impulsionado, não cabendo sua extinção nos termos
da Lei 9.099/95. circule sobre trilhos)
Penas para os delitos de trânsito
Suspensão ou proibição de se obter a CNH – de 2 meses a 5
anos;
a) pode ser imposta como pena principal, isolada ou cumulativamente
com outras;
b) o réu deverá entregar a CNH a autoridade judicial, em 48 horas;
c)pode ser aplicada como medida cautelar; e
d) não se iniciará enquanto o réu estiver preso.
c) Se o condutor for reincidente em crime deverá se aplicada
imediatamente
Multa – Calculada em dias (mínimo 10 e máx. 360) e no valor de no mín.
1/30 a no máx. 5 vezes o salário mínimo.

Detanção – de 2 a 4 anos.

multa reparatória - pagamento, mediante depósito judicial em favor da


vítima, ou seus sucessores, até a quantia do valor do prejuízo
demonstrado
São circunstâncias que sempre agravam as penas
por crimes de trânsito
I - com dano potencial para duas ou mais pessoas ou com grande
risco de grave dano patrimonial a terceiros;
II - utilizando o veículo sem placas, com placas falsas ou adulteradas;
III - sem possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação;
IV - com Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação de ategoria
diferente da do veículo;
V - quando a sua profissão ou atividade exigir cuidados especiais
com o transporte de passageiros ou de carga;
VI - utilizando veículo em que tenham sido adulterados equipamentos
ou características que afetem a sua segurança ou o seu funcionamento
de acordo com os limites de velocidade prescritos nas especificações
do fabricante;
VII - sobre faixa de trânsito temporária ou permanentemente
destinada a pedestres.
São condições de aumento das penas por delitos de
trânsito de 1/3 a ½

I - Não possuir permissão ou CNH;


II - Praticar o delito na faixa de pedestre ou na calçada;
II - Não prestar socorro, quando possível faze-lo sem prejuízo
à vítima do acidente;
III - Praticá-lo no exercício da profissão esteja conduzindo
ceículo de transporte de passageiro;
IV - Sob a influência de álcool ou substâncias análogas.
Este escudo brilhará em meu
peito.