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E r g ä n z u n g e n hinweisen. Der W e r t einer E i n f ü h r u n g
liegt darin, das w e s e n t l i c h e kurz z u s a m m e n z u f a s s e n
und L ü c k e n in Kauf zu n e h m e n . D e m wird auch die
N e u a u f l a g e zweifellos gerecht und sie ist j e d e m zu
e m p f e h l e n , der sich einen ersten Ü b e r b l i c k verschaf­
fen m ö c h t e .

Günter P. Fehring:
Die Archäologie des Mittelalters. Eine Einführung
Konrad Theiss Verlag Stuttgart 2000; 3., verbesserte u.
aktualisierte Aufl.; gebunden, 230 S. mit 99 Abb., Register;
ISBN 3­8062­1480­8. Euro 3 6 , ­ .

Rainer Schreg

A n g e s i c h t s der B e d e u t u n g , die d e m B a n d dadurch nun
schon seit über zwölf Jahren z u k o m m t , scheinen aber
einige B e m e r k u n g e n zu F E H R I N G s methodisch­
theoretischen A n s ä t z e n angebracht. Sie werden näm­
lich nur beiläufig konstatiert, aber nicht diskutiert.
D a s ist im R a h m e n einer E i n f ü h r u n g nicht u n b e d e n k ­
lich, denn der N e u l i n g im F a c h wird mit vermeintli­
chen Selbstverständlichkeiten vertraut gemacht, die
eine W e i t e r e n t w i c k l u n g des F a c h e s k ü n f t i g eher er­
schweren dürften (vgl. S C H O L K M A N N 1997/98,
16). Deutlich wird dies i n s b e s o n d e r e bei einer nähe­
ren B e t r a c h t u n g der Definition des Faches, wie sie
F E H R I N G gleich zu Beginn gibt: "Die noch junge
Archäologie des Mittelalters ist nach Fragestellung
und Arbeitsziel eine historische Wissenschaft; aufgrund der in den Boden eingebetteten Sachquellen
und ihrer Methoden ist sie eine archäologische Disziplin" (S. 1).

Eigentlich erübrigt sich eine B e s p r e c h u n g des Bandes.
Das ist f r ü h e r schon geschehen (z.B. S T E U E R 1995).
Die erste A u f l a g e ist bereits 1987 als "Einführung in
die Archäologie des Mittelalters" bei der W i s s e n ­
schaftlichen B u c h g e s e l l s c h a f t erschienen. Mittlerweile
ist der B a n d zweifellos ein Klassiker, von d e m 1991
auch eine englische A u s g a b e erschien, was f ü r deut­
sche Publikationen sicher b e s o n d e r s b e m e r k e n s w e r t
ist. Die N e u a u f l a g e weist keine grundsätzlichen Ver­
änderungen g e g e n ü b e r den f r ü h e r e n A u f l a g e n auf.
Das L a y o u t w u r d e modernisiert, einzelne A b b i l d u n ­
gen wurden ausgetauscht, ein Register erstellt. V e r ä n ­
derungen im T e x t b e t r e f f e n i n s b e s o n d e r e die Litera­
turangaben, die auf den neuesten Stand gebracht wur­
den sowie einige kleinere Passagen, die f r ü h e r e A n g a ­
ben korrigieren (z.B. S. 39 Halbwertszeit bei 14 C)
bzw. ergänzen (z.B. S. 6 0 N a c h t r a g eines Kapitels zu
anthropologischen U n t e r s u c h u n g e n auf Gräberfel­
dern; S. 132 neue E r g e b n i s s e zu den e i n s c h i f f i g e n
Haustypen) oder im Falle der unter den N a c h b a r d i s z i ­
plinen nachgetragenen R e a l i e n k u n d e (S. 14 f.) neue­
ren E n t w i c k l u n g e n des F a c h e s R e c h n u n g tragen. N e u e
G r a b u n g s e r g e b n i s s e w e r d e n allenfalls beiläufig er­
wähnt (z.B. S. 61, 132, 139 L a u c h h e i m ; S. 139 Kirch­
heim bei M ü n c h e n ) , w e r d e n aber nicht näher darge­
stellt und hatten keinen E i n f l u ß auf die A u s w a h l der
Abbildungen.
Es würde F E H R I N G s E i n f ü h r u n g nicht gerecht, woll­
te man nun auf verbliebene L ü c k e n und unterlassene

Die Definition des F a c h e s als historische W i s s e n s c h a f t
(S. XI; 1) ist f ü r F E H R I N G g r u n d l e g e n d . "Obwohl
die Quellengruppen und Forschungsbereiche vermöge
ihres Gewichtes die Gliederung bestimmen mußten"
betont er, daß die "historischen Fragestellungen und
Aussagen im Vordergrund" stehen w ü r d e n . Tatsäch­
lich läßt die Orientierung an Q u e l l e n und T h e m e n des
F a c h e s ­ f ü r eine E i n f ü h r u n g sicher die a n g e m e s s e n e
F o r m ­ aber nur s c h w e r e r k e n n e n , was f ü r ein Ge­
schichtsverständnis er vertritt. Hier, wie auch sonst in
der Mittelalterarchäologie und der Ur­ und Frühge­
schichte bleibt das G e s c h i c h t s v e r s t ä n d n i s weitgehend
unreflektiert (vgl. V E I T 1995). E i n i g e F o r m u l i e r u n ­
gen zeigen eine sehr traditionelle Vorstellung, die
T A U B E R mit harten W o r t e n als "Namen-DatenFakten-Geschichte" bezeichnet hat ( T A U B E R 1991,
8): Das Anliegen der historischen Disziplinen ist d e m ­
nach die v e r g a n g e n e W i r k l i c h k e i t der G e s c h i c h t e
bzw. sind ­ im Plural ­ die "geschichtlichen Wirklichkeiten" (S. 14). Das Kapitel "Die historischen Fragestellungen" (S. 189 ff.) f ü h r t v e r s c h i e d e n e T h e m e n b e ­
reiche auf, die i m w e s e n t l i c h e n die A u s s a g e m ö g l i c h ­
keiten der einzelnen a r c h ä o l o g i s c h e n Q u e l l e n g r u p p e n
wiederholen. Die Darstellung dieser u m f a s s e n d e n
T h e m e n b e r e i c h e ( U m w e l t v e r h ä l t n i s s e , Siedlungs­,
Verkehrs­, B e v ö l k e r u n g s ­ , W i r t s c h a f t s ­ , Sozial­,
Kultur­, Bau­ und K i r c h e n g e s c h i c h t e s o w i e politische
und Kriegsgeschichte) geht nicht auf Fragestellungen
ein, die von einer an K a u s a l z u s a m m e n h ä n g e n inter­

Archäologische Informationen 24/2, 2001, 331-334

Bücher

essierten G e s c h i c h t s w i s s e n s c h a f t a u f g e w o r f e n wer­

in ein a r c h ä o l o g i s c h e s F a c h e i n g e b u n d e n sein kann,

den, s o n d e r n betont nur j e w e i l s a l l g e m e i n die N o t ­
w e n d i g k e i t einer E r g ä n z u n g d u r c h b z w . einer V e r ­

zeigt sich nicht nur in der klassischen Archäologie,
sondern auch in der s c h w e i z e r i s c h e n A r c h ä o l o g i e des
Mittelalters, w o unter d e m Stichwort der " M o n u m e n ­

k n ü p f u n g mit S c h r i f t q u e l l e n . B e m e r k e n s w e r t ist auch
die F o r m u l i e r u n g des Autors, w o n a c h die historischen
S c h r i f t q u e l l e n "auch und vor allem historische Vor-

t e n a r c h ä o l o g i e " A r c h ä o l o g i e und B a u f o r s c h u n g als
Einheit b e g r i f f e n w e r d e n . Tatsächlich läßt sich in den
letzten Jahren auch in D e u t s c h l a n d eine i m m e r stärke­
re A n b i n d u n g der B a u f o r s c h u n g an die A r c h ä o l o g i e
des Mittelalters b e o b a c h t e n ( S C H O L K M A N N 2000),

gänge" (S. 13) ü b e r l i e f e r n . O f f e n b a r b e s t i m m e n Er­
eignisse und V o r g ä n g e , w i e sie sich aus e r z ä h l e n d e n
Quellen der schriftlichen Ü b e r l i e f e r u n g ergeben,
F E H R I N G s G e s c h i c h t s b i l d , denn die ü b e r w i e g e n d aus
Ü b e r r e s t e n b e s t e h e n d e archivalische schriftliche

ein T r e n d , der sich in F E H R I N G ' s E i n f ü h r u n g (noch?)
nicht n i e d e r g e s c h l a g e n hat. A u c h der geringe Stellen­
wert, die der S a c h k u l t u r f o r s c h u n g in d e m B a n d zu­

Ü b e r l i e f e r u n g bleibt v o l l k o m m e n unberücksichtigt.
S t r u k t u r g e s c h i c h t l i c h e A n s ä t z e ü b e r g e h t der A u t o r ;

k o m m t ­ ihr ist im R a h m e n der Q u e l l e n g r u p p e n und

der New Archaeology und der Anthropology mit "ihren antihistorischen Tendenzen" (S. 194 f.) stellt er

F o r s c h u n g s b e r e i c h e kein eigenes Kapitel g e w i d m e t ­
ist w o h l vor d e m H i n t e r g r u n d der B e s c h r ä n k u n g auf

ein B e k e n n t n i s zur G e s c h i c h t e g e g e n ü b e r . A n g e s i c h t s
einer in den G e s c h i c h t s w i s s e n s c h a f t e n seit den 1970er

F r a g e s t e l l u n g e n und M e t h o d e n der Ur­ und Frühge­
schichte zu sehen. Im U m f e l d schriftlicher und bild­
licher Q u e l l e n ergibt sich hier ein sehr viel weiteres
T h e m e n f e l d , das weit über einen Beitrag zur C h r o n o ­

Jahren g e f ü h r t e n T h e o r i e d i s k u s s i o n , erscheint F E H ­
R I N G s G e s c h i c h t s b i l d k e i n e s w e g s als selbstverständ­
lich. N e b e n die traditionelle, im H i s t o r i s m u s w u r z e l n ­
de G e s c h i c h t s s c h r e i b u n g sind in der m o d e r n e n Ge­

logie hinausreicht. A r t e f a k t e w e r d e n bei F E H R I N G
aber fast ausschließlich unter diesem Gesichtspunkt

s c h i c h t s w i s s e n s c h a f t und i n s b e s o n d e r e auch in der

betrachtet (S. 36 f.). Sie leisten zwar auch einen Bei­

M e d i ä v i s t i k neue theoretische und m e t h o d i s c h e A n ­

trag z u m Alltag, in d e m sie dessen materielles U m f e l d

sätze getreten, die v i e l f a c h die S t r u k t u r g e s c h i c h t e be­

illustrieren, doch fehlt es an Ü b e r l e g u n g e n , den fest­

tonen (vgl. z.B. G O E R T Z 1995; G O E T Z 1999). D e r
A r c h ä o l o g i e des Mittelalters w u r d e schon m e h r f a c h

stellbaren W a n d e l zu erklären oder die A r t e f a k t e auch
im R a h m e n von Mentalität und G e s e l l s c h a f t s n o r m e n

die f r a n z ö s i s c h e G e s c h i c h t s s c h r e i b u n g der sog.
A n n a l e s ­ S c h u l e e m p f o h l e n , in der die Histoire totale

zu sehen. Die mittelalterarchäologische Sachkulturfor­
s c h u n g hat in den letzten Jahren erheblich an Profil
g e w o n n e n , i n d e m sie z u n e h m e n d auch solche, im
R a h m e n der Ur­ und F r ü h g e s c h i c h t e nicht zu beant­

nicht zuletzt die ü b e r i n d i v i d u e l l e n Strukturen der Ge­
schichte betrachtet. Ein solches G e s c h i c h t s v e r s t ä n d n i s
e r ö f f n e t vielleicht k e i n e r e v o l u t i o n ä r neuen A n s ä t z e ,

w o r t e n d e Fragen a u f g r e i f t (vgl. z.B. M Ü L L E R 1997,
T H I E R 1998; S C H O L K M A N N 2000a). Die Archäo­

w ü r d e der A r c h ä o l o g i e des Mittelalters aber erlauben,
ihren H o r i z o n t a u s z u d e h n e n , sich besser in ein inter­

logie des Mittelalters m u ß hier schriftliche und bildli­

disziplinäres U m f e l d e i n z u b r i n g e n und d a m i t tatsäch­
lich einen Beitrag zur a l l g e m e i n e n G e s c h i c h t e zu lei­

c h e Quellen einbeziehen und somit auf M e t h o d e n der
philologischen Mediävistik, der R e a l i e n k u n d e , der
K u n s t g e s c h i c h t e und der V o l k s k u n d e zurückgreifen
und sich in ein interdisziplinäres F o r s c h u n g s f e l d ein­
bringen. D i e n o t w e n d i g e n S t a n d o r t b e s t i m m u n g e n ge­
g e n ü b e r den beteiligten Fächern sind bisher nur be­
dingt v o r g e n o m m e n w o r d e n ( H U N D S B I C H L E R et al.

sten (vgl. S C H R E G 2001). F E H R I N G s B e s t i m m u n g
des F a c h e s als historische Disziplin ist im G r u n d s a t z
richtig, d o c h wird w e i t e r e r D i s k u s s i o n s b e d a r f hin­
sichtlich des G e s c h i c h t s v e r s t ä n d n i s s e s deutlich.

1998). I n s b e s o n d e r e das Verhältnis der Mittelalter­
archäologie zur K u n s t g e s c h i c h t e w u r d e bisher kaum

F E H R I N G s D e f i n i t i o n legt die A r c h ä o l o g i e des Mit­
telalters auf die in den B o d e n eingebetteten S a c h q u e l ­

thematisiert; F E H R I N G merkt dazu nur an, daß das
ästhetische Kriterium in der A r c h ä o l o g i e keine Rolle

len und auf a r c h ä o l o g i s c h e M e t h o d e n fest. Als ar­
c h ä o l o g i s c h e M e t h o d e n gelten aber in Tradition der
alten Definition der M i t t e l a l t e r a r c h ä o l o g i e als "Fort-

spiele (S. 16 f.).

setzung der Vor- und Frühgeschichte" ( J A N K U H N
1973) nur d i e j e n i g e n , die auch die p r ä h i s t o r i s c h e A r ­
c h ä o l o g i e a n w e n d e t . D a z u r e c h n e n neben der A u s g r a ­
b u n g b e i s p i e l s w e i s e S u r v e y s und die A u f n a h m e von
G e l ä n d e d e n k m ä l e r n , die der A u t o r im Z u s a m m e n h a n g
der K u l t u r l a n d s c h a f t s f o r s c h u n g selbstverständlich in­

Die F e s t l e g u n g auf die M e t h o d e n der Ur­ und Frühge­
schichte f ü h r t auch dazu, daß ein ganz zentraler Be­
reich mittelalterarchäologischer M e t h o d i k ­ der das
Fach letztlich von der Ur­ und F r ü h g e s c h i c h t e unter­
scheidet und als G e i s t e s w i s s e n s c h a f t qualifiziert ­ von

tegriert (S. 69 f.). D i e B a u f o r s c h u n g bleibt h i n g e g e n
unberücksichtigt, o b w o h l F E H R I N G sie als eine der

F E H R I N G allenfalls beiläufig behandelt wird: Die
F r a g e einer S y n t h e s e von archäologischen Quellen

W u r z e l n für die A r c h ä o l o g i e des Mittelalters versteht

einerseits und schriftlichen oder auch bildlichen Quel­
len andererseits. D e r A u t o r schneidet diesen T h e m e n ­

(S. 17). D a ß die B a u f o r s c h u n g d u r c h a u s als M e t h o d e

332

Bücher

bereich zwar mehrfach an (S. 42; 48; 189 ff.), stellt
letztlich aber nur fest, daß es grundsätzlich eines Zu­
sammenwirkens der Disziplinen bedarf und es dabei
nicht ausreiche, für die eigenen Ergebnisse "nach be­
stätigenden Daten bei den Nachbardisziplinen zu su­
chen und diese als , Versatzstücke' in die eigene Argu­
mentation einzubauen" (S. 195). Das Prinzip der Me­
thodenreinheit ­ "getrennt marschieren, vereint schla­
gen" ­ wird von FEHRING zu Recht relativiert, da es
zwar der Gefahr des Zirkelschlusses entgegenwirke,
aber die Kontakte zwischen den Disziplinen zu sehr
bremsen würde (S. 195). Seine Überlegungen bleiben
hier auf der Bezugsebene der akademischen Diszipli­
nen stehen, was indes fast alle Standortbestimmungen
der Mittelalterarchäologie gegenüber den Geschichts­
wissenschaften charakterisiert. Dem jungen Fach ging
es bislang weniger um die methodischen Aspekte auf
der Ebene der Quellen, als vielmehr um eine Profilbil­
dung auf akademisch­institutioneller Ebene; also mehr
um die soziale als um die kognitive Identität der Mit­
telalterarchäologie (vgl. VEIT 1995). Überlegungen
zur praktischen Interdisziplinarität, zum Zusammen­
wirken verschiedener Quellengattungen sind im Fach
auffallend selten (vgl. SCHREG 2001a).
FEHRING spricht von "ungeahnten" neuen Verknüp­
fungsmöglichkeiten, die sich für die Mittelalterar­
chäologie aus dem Kontext zahlreicher älterer Mitte­
lalterdisziplinen gegenüber der Vor­ und Frühge­
schichte ergäben (S. 2). Archäologische und schriftli­
che Quellen erschließen für ihn im wesentlichen un­
terschiedliche Themenbereiche, "ihrer Zweckbestim­
mung gemäß spiegeln die Schriftquellen eine andere
Seite der geschichtlichen Wirklichkeiten als die ar­
chäologischen Sachquellen" (S. 14) und sind so nur
bedingt aufeinander zu beziehen (vgl. die Zusammen­
stellung der Aussagebereiche der Archäologie S. 13
ff.; 195). Als Beispiele führt er lediglich die Lokalisie­
rung schriftlich überlieferter Örtlichkeiten oder die
Darstellung politischer, verfassungs­ oder eigentums­
rechtlicher Hintergründe an (S. 48; 195). Gemessen an
den verschiedenen Möglichkeiten einer Interaktion
archäologischer und schriftlicher Quellen, wie sie erst
jüngst Anders ANDREN richtungsweisend systemati­
siert hat (ANDREN 1998), beschränkt er sich auf ein­
fache Verknüpfungsmöglichkeiten der Identifikation
oder Klassifikation. Das Problem, ob und wie weit
archäologische und historische Quellen miteinander
verknüpft werden können, die keinen direkten Bezug
zueinander haben ­ also komplexe Verknüpfungs­
möglichkeiten wie z.B. ANDRENS Korrelation oder
Kontrastierung ­ ist für FEHRING noch ein Problem
der Zukunft, das sich dann stellt, wenn genügend
Quellenveröffentlichungen vorliegen (S. 48).

Diese kritischen Beobachtungen schmälern Verdienst
und Nutzen des Bandes in keiner Weise, zeigen aber
den Nachholbedarf, den die Archäologie des Mittel­
alters hinsichtlich ihrer methodisch­theoretischen
Grundlagen hat. FEHRINGs Einführung schreibt hier
ein Verständnis des Faches fest, das vor dem for­
schungsgeschichtlichen Hintergrund zu verstehen ist,
aber kaum Ansatzpunkte einer Weiterentwicklung
bietet (SCHOLKMANN 1997/98, 16 ff.; STEUER
1997/98, 31 ff.). Als Einführung in das Fach hat sich
dieses Buch bewährt und man wird den Band nach
wie vor jedem dringend empfehlen müssen ­ und mit
bestem Gewissen auch empfehlen können ­ , der einen
Überblick über die Archäologie des Mittelalters ge­
winnen möchte.

Literatur
ANDREN, A. (1998) Between Artifacts and Texts.
Historical Archaeology in Global Perpective.
New York/London 1998.
GOERTZ, H.­J. (1995) Umgang mit Geschichte.
Eine Einführung in die Geschichtstheorie.
Reinbek bei Hamburg 1995.
GOETZ, H.­W. (1999) Moderne Mediävistik. Stand und
Perspektiven der Mittelalterforschung. Darmstadt 1999.
HUNDSBICHLER, H. et al. (Hrsg.) (1998) Die Vielfalt der
Dinge. Neue Wege zur Analyse mittelalterlicher Sachkultur.
Internat. Kongress Krems a.d. Donau Oktober 1994.
Gedenkschr. H. KÜHNEL. Forsch. Inst. Realienkunde.
Mittelalter u. frühe Neuzeit. Dissk. u. Mat. 3. Wien 1998.
JANKUHN, H. (1973) Umriße einer Archäologie des
Mittelalters. Zeitschr. Arch. Mittelalter 1, 1973, 9­19.
MÜLLER, U. (1997) Schach und Henfatafl ­ zwei
mittelalterliche Spiele als Beispiel "archäologischer
Objektwanderung". In: ERFEN, I. & K.­H. SPIESS (Hrsg.)
Fremdheit und Reisen im Mittelalter. Stuttgart 1997,
119­146.
SCHREG, R. (2001) Dorfgenese und Histoire totale. Zur
Bedeutung der Histoire totale für die Archäologie des
Mittelalters. In: PFROMMER, J. & R. SCHREG (Hrsg.)
Zwischen den Zeiten. Festschr. Barbara Scholkmann.
Internat. Arch. Studia honoraria 15. Rahden 2001,
333­348.
SCHREG, R. (2001a) Archäologische Studien zur Genese
des mittelalterlichen Dorfes in Südwestdeutschland. Eine
Fallstudie: Die mittelalterliche Besiedlung des Renninger
Beckens. Unveröffentl. Diss. Tübingen 2001.

333

Bücher

SCHOLKMANN, B. (1997/98) Archäologie des
Mittelalters und der Neuzeit heute. Eine
Standortbestimmung im interdisziplinären Kontext.
Zeitschr. Arch. Mittelalter 25/26, 1997/98, 7-18.

THIER, B. (1998) Funde im Kreuzverhör, oder:
Die Babyrassel im Frauenkloster. Korrelation zwischen
Fund und Grabungsobjekt. Min. AG Arch. Mittelalter u.
Neuzeit 9, 1998, 54-56.

SCHOLKMANN, B. (2000) Bau und Boden - Zur
Zusammenarbeit zwischen Archäologie des Mittelalters und
Historischer Bauforschung. In: D. SCHUMANN (Hrsg.)
Bauforschung und Archäologie. Berlin 2000, 12-20.

VEIT, U. (1995) Zwischen Geschichte und Anthropologie.
Überlegungen zur historischen, sozialen und kognitiven
Identität der Ur- und Frühgeschichtswissenschaft.
Ethnogr.-Arch. Zeitschr. 36, 1995, 137-143.

SCHOLKMANN, B. (2000a) Normbildung und
Normveränderung im Grabbrauch des Mittelalters Die Bestattungen in Kirchen. In: RUHE, D. &
K.-H. SPIESS (Hrsg.) Prozesse der Normbildung und
Normveränderung im mittelalterlichen Europa.
Stuttgart 2000, 93-117.

Dr. Rainer Schreg
Eberhard Karls Universität Tübingen
Institut für Ur- und Frühgeschichte
und Archäologie des Mittelalters
Abt. Archäologie des Mittelalters
Schloß Hohentübingen
D - 72070 Tübingen

STEUER, H. (1990) Rezension zu G.P. Fehring,
Einführung in die Archäologie des Mittelalters
(Wissenschaftliche Buchgesellschaft, Darmstadt 1987).
Trierer Zeitschr. 53, 1990, 386-389.
STEUER, H. (1997/98) Entstehung und Entwicklung der
Archäologie des Mittelalters und der Neuzeit in
Mitteleuropa - Auf dem Weg zu einer eigenständigen
Mittelalterkunde. Zeitschr. Arch. Mittelalter 25/26, 1997/98,
19-38.
TAUBER, J. (1991) Aspekte zu Möglichkeiten und
Grenzen einer Archäologie des Mittelalters. In: J. TAUBER
(Hrsg.) Methoden und Perspektiven der Archäologie des
Mittelalters. Arch. u. Mus. 20. Liestal 1991, 7-30.

334

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