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INTRODUÇÃO:

O trabalho em altura segundo pesquisas e estatísticas do ministério do Trabalho e


Emprego (MTE) é uma das principais causas de acidentes do trabalho, sendo
responsável por certa de 40% das ocorrências registradas anualmente no País,
inclusive com vitimas fatais. Sendo assim é uma atividade que exige minimamente a
implantação dos princípios gerais de prevenção, a fim de identificar as causas dos
acidentes e criar ou reformular ações estratégicas para diminuição dos índices.

Alguns setores de atividades profissionais, dentre elas a construção civil, se destaca


por ser uma das grandes fontes de acidente dessa natureza, seguida pelos setores
elétricos e de telefonia. De acordo com o pesquisador da Fundacentro Roberto
Giuliano, o trabalho em altura não dispunha de uma legislação especifica, e a que
melhor atendia era a NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção e mesmo assim de forma genérica.

Nos últimos anos a construção civil, por si só cresceu consideravelmente, trazendo


desenvolvimento a varias áreas do País e do mundo, e com ela um aumento na
demanda de mão de obra especializada, exigindo dos trabalhadores uma alta
produtividade, adequada a um cronograma de obra reduzido e de baixo custo. E por
diversas vezes pede ao trabalhador uma capacitação diferenciada no mercado para
as obras, que o próprio trabalhador não tem condição de conseguir, trazendo uma
escassez de mão de obra qualificada que produz não somente uma diminuição da
qualidade do produto como também direciona para atividades perigosas, já que,
uma mão de obra sem o devido treinamento, contribui significativamente para o
aumento do número de acidentes.

Treinamentos realizados de forma regular, Disponibilizar equipamentos de proteção


individual e coletiva (EPI e EPC), instruções repassadas de forma clara ao
trabalhador aliados com a sua capacidade de entendimento são itens fundamentais
para a obtenção da segurança nestas atividades. Desta forma, o principal foco deste
trabalho é mostrar o que as empresas e trabalhadores podem e devem fazer para
minimizar os riscos e assim diminuir os indices de acidentes.
MÉTIDOS E PROCEDIMENTOS:

Segundo o art. 19 da Lei nº 8.213/91, Acidente do trabalho é o que ocorre pelo


exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo
exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei,
provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda
ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho (Ministério da
Previdência Social - MPS, 2015).

No Brasil as primeiras normas trabalhistas surgiram no País a partir da última


década do século XIX, caso do Decreto nº 1.313, de 1891, que regulamentou o
trabalho dos menores de 12 a 18 anos. Em 1912 foi fundada a Confederação
Brasileira do Trabalho (CBT), durante o 4º Congresso Operário Brasileiro. A CTB
tinha o objetivo de reunir as reivindicações operárias, tais como: jornada de trabalho
de oito horas, fixação do salário mínimo, indenização para acidentes, contratos
coletivos ao invés de individuais, dentre outros.

Porém a primeira lei realmente surgiu no Século XIX, pelo Decreto Nº 3.724, de 15
de janeiro de 1919, que Regula as obrigações resultantes dos acidentes no trabalho.
E a partir dela, com o passar dos anos os empregadores começaram a se preocupar
mais com a segurança de seus empregados, a fim de diminuir os custos diretos e
indiretos com os acidentes em suas empresas.

No Brasil e no mundo, a palavra "Segurança" vem ganhando forças com o passar


das décadas, e é cada vez mais fácil encontrar normas e leis que sobre o assunto.
As Normas Regulamentadoras (NR) estabelecem os requisitos técnicos e legais
sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO). Existem
atualmente 35 NR's sendo a ultima a NR-36 (Segurança e saúde no trabalho em
empresas de abate e processamento de carnes e derivados), dentre elas, a NR 35 -
(Trabalho em Altura) estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção
para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução,
de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou
indiretamente com esta atividade (Ministério do Trabalho e Emprego [MTE]).

Outras normas voltadas à segurança são a NR-1 (Disposições Gerais) e a NR-6


(Equipamento de Proteção Individual) que preconizam o fornecimento de
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) em perfeito estado de conservação e
funcionamento, fornecidos pelo empregador ao trabalhador, de acordo com o risco
da atividade a ser executada.

A NR-6 recomenda para proteção contra quedas com diferença de nível o uso de
cinturão de segurança com dispositivo trava-queda ou Talabarte. Estes itens são
acessórios obrigatórios para proteção do usuário contra quedas em operações com
movimentação vertical ou horizontal, contra riscos de queda em trabalhos em altura
ou contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura. (MTE, 2011).

Outras normas que auxiliam as empresas e trabalhadores a respeito a segurança


em Altura sãs as da Associação Brasileira de Normas Técnicas, onde temos a
Norma Brasileira Regulamentadora NBR 6494 (Segurança nos Andaimes) e as
normas que versam sobre os equipamentos de proteção individual contra queda em
altura, que são a NBR 15834, NBR 15835, NBR 15836 e NBR 15837 (Associação
Brasileira de Normas Técnicas [ABNT], 1990).

Acidentes

Segundo a NR-35 ”Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima


de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda".

Segundo pesquisas realizadas em 2016 por diversas fundações e sindicatos da área


de segurança, a ausência de equipamentos de segurança, falta de capacitação e
treinamentos estão entre as principais causas dos acidentes envolvendo trabalho em
altura.

Figura 1 - Trabalho em escadas sem proteção


No ultimo Congresso nacional da Fundacentro em 2016 o VII CMATIC – Congresso
Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção,
o engenheiro Robinson Leme, NCST, ministrou o curso "Gestão do Trabalho em
altura (NR 35), onde o docente apresentou alguns dados como, por exemplo, "que
entre os acidentes de trabalho que mais matam estão queda em altura,
soterramento e choque elétrico. Durante a Copa do Mundo foram registradas 9
mortes, sendo que 4 delas por queda. De acordo com o engenheiro, o trabalhador
que mais se acidenta é o servente, representando 24,8% dos óbitos entre os anos
de 2005 a 2008. No mesmo período, as quedas representaram 23% dos acidentes
de trabalho. Em 2010 as medidas de proteção contra quedas – proteção de periferia,
plataformas de proteção, andaimes, escadas, rampas e passarelas – foram as mais
autuadas nas obras em multas aplicadas por órgãos de fiscalização. "(Leme, 2016).

Por conta disso a própria NR-35 estabelece responsabilidades a todos os envolvidos


com esse tipo de trabalho, tanto ao empregador quanto ao trabalhador, sendo que
minimamente logo nos Itens 35.2.1 a e b diz claramente:

a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;

b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão


da Permissão de Trabalho - PT;

Equipamentos de Proteção

No Brasil temos uma NR especifica para esse assunto, a NR 6 – Equipamento de


Proteção Individual, onde diz que: Para os fins de aplicação desta Norma
Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI,
todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à
proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Segundo essa mesma norma no item 6.3., dispõe que a empresa é obrigada a
fornecer aos empregados, os EPI's adequados aos riscos, gratuitamente e em
perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstancias:

a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra
os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;

b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,


c) para atender a situações de emergência.

Lembrando que o empregador e ao trabalhador algumas responsabilidades quanto a


entrega e ao uso do EPI conforme estabelecidos nos Itens 6.6.1. e 6.7.1,:

"6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI:


a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão
nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado,
guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou
extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção
periódica; e,
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser
adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.
6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se
destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne
impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso
adequado."

Figura 2 - Exemplos de EPI's para trabalho em altura

Para trabalhos em alturas, a própria NR 6 estabelece o uso dos seguintes EPI's:


dispositivo trava-queda e cinturão Dispositivo trava-queda: "para proteção do usuário
contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando
utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas" (item I.1 da NR
6).
Treinamentos
A norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho
em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a
garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente
com esta atividade.
Para que um profissional seja capacitado ao trabalho em altura, a norma em seu
subitem 35.3.1. estabelece que:
"35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos
trabalhadores à realização de trabalho em altura."
Para isso o empregador pode contratar uma empresa especializada em
treinamentos para ministrar ao seu funcionário, ou caso tenha em seu corpo técnico
um profissional habilitado e capacitado para ministrar tal treinamento, desde que
siga os requisitos básicos estabelecidos no subitem 35.3.2:
35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho
em altura aquele que foi submetido e aprovado em
treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de
oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo,
incluir:
a) normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) análise de Risco e condições impeditivas;
c) riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e
medidas de prevenção e controle;
d) sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção
coletiva;
e) equipamentos de Proteção Individual para trabalho em
altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
f) acidentes típicos em trabalhos em altura;
g) condutas em situações de emergência, incluindo noções
de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
E esse tipo de treinamento deve ser estruturado de uma maneira que o trabalhador
sempre esteja atualizado, que normalmente é realizado da seguinte maneira:
Treinamento Inicial – Deverá ser realizado antes dos trabalhadores iniciarem suas
atividades em altura;
Treinamento Periódico – Deverá ser realizado bienalmente, ou seja, a cada dois
anos. O treinamento periódico deverá ter carga horária mínima de 8 (oito).
Treinamento Eventual – Deverá ser realizado sempre que ocorrer quaisquer das
seguintes situações abaixo:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.

Lembrando que ao final dos treinamentos, conforme estipulado nos subitem 35.3.7,
35.3.7.1 e 35.3.8 da norma:

35.3.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do


trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do
treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.
35.3.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na
empresa.
35.3.8 A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.

Figura 3 - Treinamento de NR 35
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS:
Quando se trata de segurança do trabalho, tem muitas pessoas e empresas que não
conhecem, ou que podem até saber do que se trata, mas não tem pessoas
capacitadas e de baixo custo para ajudá-las a entender sobre o assunto. Ao analisar
uma série de reportagens e de viajar ao nordeste, pude constatar que além de ser
de difícil acesso esse assunto principalmente aos donos de pequenos hotéis e
pousadas.
Estive recentemente na região sul da Bahia, mais precisamente em Ilhéus, uma
cidade muito bem desenvolvida, com a predominância de construções térreas ou
edificações de 4 (quatro) andares, porém como toda cidade grande, os grandes
edifícios começam a ser construídos e mudam as características da cidade.
Pensando pelo lado da segurança do trabalho, as grandes obras não só devem,
como são obrigadas a atender dezenas de critérios para que assim consigam sair do
papel e virar realidade.
Porém o que de fato me deixou intrigado, foi que na grande maioria das pousadas
em que estive, tem seus extintores de incêndio, que estão até em dia na
manutenção, outras possuem sistema de alarme (que devem ser junto com o de
segurança patrimonial), só que em varias não vi a preocupação dos funcionários
com o trabalho em altura, e das vezes em que perguntei se sabiam do que se
tratava ou até mesmo se tinham recebido algum treinamento, nada me foi passado,
mas não por negligencia talvez das direções dos hotéis e pousadas, mas sim pela
falta de conhecimento e de pessoas qualificadas para ajudarem a entrar nos
conformes que a leis e normas brasileiras exigem.
Figura 4 - Manutenção em vidro da sacada do hotel.

Apesar de que dificilmente vemos nos noticiários sobre acidentes envolvendo


funcionários de hotéis e pousadas, a não ser quando são grandes desastres como o
caso de agosto/2011 onde 9 operários morreram após a queda do elevador da obra,
ou também noticiadas quedas em janeiro/2017 e julho/2017 onde os trabalhadores
caíram dos prédios onde faziam manutenção sem o uso dos EPI's.
Mas o que de fato quero apresentar é que principalmente nas regiões mais pobres
do pais, e que tem mais dificuldade no acesso as informações, é muito mais
constante acontecer os pequenos acidentes como uma queda de escada,
escorregar ao andar pelos telhados para realizar manutenção, ao se pendurar de
forma incorreta em janelas ou parapeitos para limpeza, esses cenários que muitos
podem achar que nada pode acontecer, é onde um simples deslize para tirar uma
vida, ou ficar em uma cadeira de rodas, simplesmente por não ter tido acesso a
informação.
Figura 5 - Funcionário efetuando a limpeza de vidros em altura

Ao conversar com os donos das pousadas em que estive alguns tinham


conhecimento de algumas partes da legislação, mas não como um todo, e que
trabalho em altura era algo que não tinham conhecimento, e ao argumentar sobre o
assunto, ficaram de se informar mais e até mesmo apresentar aos seus funcionários
os devidos equipamentos de segurança para determinados serviços e de procurar
ajuda especializada.
Claro que não podemos nos esquecer que a questão de segurança, muitas vezes é
apenas lembrada na parte patrimonial, segundo Burkowski (2008):
Na hotelaria, a segurança e a manutenção são atividades gerenciais
muitas vezes relegadas à segundo plano. Tal descaso já desencadeou
vários desastres e tragédias que abalaram a opinião pública. Por essa
razão é que o setor hoteleiro tem buscado melhorar a segurança das
instalações, aproveitando-se das inovações tecnológicas, de forma a
garantir ao hóspede uma estadia tranqüila.
No entanto, investir em inovações ou até mesmo dar o devido suporte aos
funcionários em hotéis e pousadas de baixa escala são difíceis, afinal, ter caixa o
suficiente para manter o estabelecimento é complicado, e acabam deixando de lado
o quesito segurança.
CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Ao analisar todo o cenário tanto da região onde estava, quanto dos tipos de
instalações, pude constatar que a falta de informação não é o real motivo dos hotéis
e pousadas não atenderem as legislações de segurança do trabalho, e sim a falta de
fiscalização principalmente nas regiões turísticas, onde deveria ter o máximo de
atenção, afinal são onde se concentram grande parte da população em épocas de
férias de verão.
Na região nordeste do Brasil, base desde trabalho, o Corpo de bombeiros, por
exemplo, acaba tendo como base as instruções técnicas do Estado de São Paulo e
as adaptam ou não para suas situações rotineiras, e o corpo técnico por si só não
consegue atender a todo o estado em fiscalizações.
E o item de estudo deste trabalho, a NR 35, acaba sendo deixada de lado nos
estabelecimentos, pois além de treinar seus funcionários para atender a esta norma,
a compra e manutenção dos EPI's acabam que tornando inviável, por mais que os
funcionários dos hotéis e pousadas dificilmente são demitidos ou saem de seus
empregos, até mesmo por conta da falta de emprego da região.
O que ficou de auxilio para os donos dos estabelecimentos, além do aviso que
existem fiscalizações nessa área, e que por mais não queremos que aconteça, mas
acidentes principalmente com trabalho em altura sempre acontecem, e é mais fácil
treinar seus funcionários e comprar os EPI's do que pagar todas à custa médicas e
quem sabe uma indenização aos seus funcionários após os acidentes.
E além disse mostrar que as normas não foram feitas para atrasar as empresas e
estabelecimentos, e sim ajudar a manter a segurança de todos, diminuindo os riscos
e trazendo informações úteis a todos.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
- DECRETO Nº 16.302 DE 27 DE AGOSTO DE 2015 - Regulamenta a Lei nº
12.929, de 27 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Segurança contra Incêndio
e Pânico e dá outras providências.

- BRASIL1. Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria de Inspeção do Trabalho


(SIT).Trabalho em Altura – NR 35. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil
– Brasília, 2012. Aprovada pela Portaria MTE n.º 313, de 23 de março de 2012.

- Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de Auxílio na Interpretação e Aplicação


da Norma Regulamentadora N.º 35 - Trabalhos em Altura. NR-35 Comentada.
Copyright 2012.

- Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho


(SSST). Equipamento de Proteção Individual - EPI– NR 06. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil – Brasília, 1978. Aprovada pela Portaria GM n.º
3.214, de 08 de junho de 1978; alterada pelas Portaria SSMT n.º 05, de 07 de maio
de 1982, Portaria SSMT n.º 06, de 09 de março de 1983, Portaria DSST n.º 05, de
28 de outubro de 1991, Portaria DSST n.º 03, de 20 de fevereiro de 1992, Portaria
DSST n.º 02, de 20 de maio de 1992, Portaria DNSST n.º 06, de 19 de agosto de
1992, Portaria SSST n.º 26, de 29 de dezembro de 1994, Portaria SIT n.º 25, de 15
de outubro de 2001, Portaria SIT n.º 48, de 25 de março de 2003, Portaria SIT n.º
108, de 30 de dezembro de 2004, Portaria SIT n.º 191, de 04 de dezembro de 2006
e Portaria SIT n.º 194, de 22 de dezembro de 2006.

- Trabalho em Altura: Soluções de Proteção Especificas para a Industria.; Hercules


by Ansell - 2017.

- DUARTE, W. M. C. Proteção contra acidentes de trabalho em diferença de nível na


construção civil. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso - UEPG, Paraná, 2005.

- BRASIL2, Ministério do Trabalho. FUNDACENTRO Fundação Jorge Duprat


Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho. Engenharia de Segurança do
Trabalho na Indústria da Construção Civil: Medidas de Proteção Contra Quedas de
Altura. 1. ed. São Paulo: Fundacentro, 2001. 97p.

- BRASIL3, Ministério do Trabalho. Constitui Grupo Técnico sobre Trabalho em


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de proteção contra quedas de altura. São Paulo, 1999a.

- FUNDACENTRO. Recomendação técnica de procedimentos – RTP nº 2:


movimentação e transporte de materiais e pessoas – elevadores de obra. São
Paulo, 1999b.

- FUNDACENTRO. Ministério do Trabalho e Emprego. Recomendação técnica de


procedimentos – RTP nº 4: escadas, rampas e passarelas. São Paulo, 2002.

BURKOWSKI, R. A Importância da diferencial conceitual entre os diversos tipos de


segurança para a gestão de empreendimentos hoteleiro. 2008. V Seminário de
Pesquisa em Turismo do MERCOSUL - SeminTUR. - Universidade de Caxias do Sul
– UCS, Caxias do Sul, RS, Brasil, 2008.

- AHP - Associação da Hotelaria de Portugal - Hotelaria | Guia para a


Segurança e Saúde no Trabalho.